Artigos da Federaçãooo
«Não falhar nos pormenores»
O experiente jogador da equipa madeirense acredita que o colectivo, o facto de a equipa ter mantido o núcleo duro de jogadores da época passada, a qualidade e competitividade dos treinos, bem como o troféu ser decidido num só jogo, são factores mais do que suficientes para o CAB contrariar o favoritismo dos dragões.
Mais um ponto alto em que o CAB vai estar presente. Na sua opinião, O CAB encurtou distâncias para as equipas mais fortes da Liga? Acho que, individualmente, as distâncias aumentaram, pois as equipas mais fortes dispõem de maiores orçamentos e isso permite-lhes outro tipo de soluções individuais. Em termos colectivos, penso que as distâncias se encurtaram, pois já temos um grupo que se conhece, o que faz com que sejamos mais fortes, faltando só adaptar os jogadores estrangeiros ao nosso estilo de jogo. Considera que estão ainda mais competitivos do que a época passada? Bem, isso só o tempo o dirá, e a forma como formos superando as adversidades que se vão colocando no nosso caminho. Penso que temos tudo o que precisamos para o fazer. Temos um grupo mais extenso este ano, o que faz com que os treinos até agora tenham sido muito competitivos. Mais uma vez, o facto de termos mantido um núcleo duro de jogadores de um ano para o outro vai ser um ponto a favor para que possamos ser, pelo menos, tão competitivos como na época passada. Que balanço faz do trabalho até agora realizado? Preparados para discutir a Supertaça? Até agora tem sido muito positivo, pois já tivemos um torneio aqui na Madeira, onde foi possível competir com equipas de bom calibre. Tivemos muita pena de não ter sido possível jogar o Troféu António Pratas, mas foi um reflexo do estado do país e das dificuldades que as equipas têm para poder subsistir. A direcção bem se esforçou mas não foi possível. Tivemos, e continuamos a ter, as condições necessárias para podermos discutir a Supertaça, bem como todos os jogos em que participarmos. No seu entender o FC Porto perdeu qualidade com as saídas de Terrel e Ogirri? O Terrel era um jogador com quem tive o prazer de jogar na mesma equipa e contra ele. Acho que foi um dos melhores postes que passou pelo nosso campeonato. E o Ogirri, pela época que fez, era uma mais-valia e um jogador muito bom. Mas penso que uma equipa como o FC Porto, tem soluções para as suas saídas e de certeza que os novos reforços vêm acrescentar muita qualidade. Acho por isso que não perderam qualidade nenhuma e, tal como nós, mantiveram um núcleo duro de jogadores, o que faz com que sejam tão ou mais fortes que no ano passado. Por isso, não vamos esperar facilidades nenhumas, vamos sim discutir a Taça com o objectivo de a vencer. Dos últimos confrontos com o FC Porto, onde acha que eles foram superiores? Nos pormenores. Tirando um jogo no playoff, em que a diferença foi grande, todos os outros foram decididos em pormenores que fizeram a diferença. Trabalhamos para melhorarmos as nossas lacunas e para não falharmos nos pormenores.Agrada-lhe partir da posição em que não é favorito? Não, não me agrada nada, pois significa que quando se ganha somos muito bons e quando se perde é normal. Independentemente do valor do FC Porto, a Supertaça é um só jogo e quem estiver melhor ganha. Vamos trabalhar e encarar o jogo para vencer.
“O favorito é o campeão”
Miguel Miranda, que também participou na superflash, confia na competência portista e no trabalho entretanto desenvolvido. A Supertaça, que opõe o FC Porto Ferpinta, campeão nacional, ao CAB Madeira, vencedor da Taça de Portugal, joga-se a partir das 17h30 de quarta-feira, no Pavilhão Municipal de Vagos.
Moncho López“Gostei muito da concentração e do compromisso demonstrado pela equipa nos jogos deste fim-de-semana e estou orgulhoso dos atletas, que conheciam a importância de nos classificarmos para as meias-finais do Troféu António Pratas. Mesmo sabendo que jogamos a Supertaça na quarta-feira, não nos poupamos a esforços.”“As dificuldades que encontrámos na preparação destes dois troféus, motivada também pelo azar do sorteio, transformam-se num estímulo. Gostávamos de poder preparar as competições em igualdade de circunstâncias com as outras equipas, mas não foi o caso. Não preparámos a Supertaça da mesma forma que o nosso adversário, nem vamos preparar a segunda fase do Troféu António Pratas com uma semana de antecedência, como acontece com os nossos adversários. Tudo isto irá exigir muito mais esforço da parte dos jogadores, e não estou a mencionar estes factos como desculpa, mas sim como realidade.”“O favorito é o campeão nacional, mas jogamos frente a uma grande equipa, que respeitamos muito e que habitualmente se encontra muito bem nesta fase da época. O CAB tem um técnico muito exigente, que faz com que a equipa comece os campeonatos sempre em boa forma física. É um adversário que respeitamos muito, mas racionalmente temos que assumir uma dose de favoritismo. Espero que os nossos adeptos nos apoiem em Vagos, espero que na quarta-feira sintamos que estamos a jogar em casa.”“Vamos tentar conhecer o máximo possível da equipa do CAB Madeira. Nós, até agora, mostrámos todas nossas cartas, as nossas armadilhas, as nossas estratégias. O CAB teve várias hipóteses de conhecer o nosso jogo, nós não. No entanto, também temos um óptimo serviço de scouting, conhecemos os atletas do adversário, o trabalho do seu treinador.”Miguel Miranda“Numa final não há favoritos, há 50 por cento de hipóteses para cada lado. Vai vencer quem estiver melhor no dia de jogo.”“Não faço ideia da forma em que o CAB se encontra, mas é uma equipa que tem apresentado equipas fortes nos últimos anos. Neste clube trabalha-se todos os dias e joga-se quando se tem de jogar, lutamos e fazemos tudo para vencer. Há jogos em que temos mais informação sobre o adversário, outros menos, no entanto, preparamos os desafios preocupando-nos essencialmente com o nosso jogo.” “Temos ainda uma grande margem de progressão e vamos aproveitá-la. Só o futuro nos dirá se estamos mais fortes ou mais fracos do que no ano passado. Somos nós que teremos de demonstrar isso mesmo dentro de campo.”
«Foi resultado de muito trabalho»
A vitória na Supertaça serviu para por cobro a um sentimento de frustração, que embora não atingisse a dimensão de trauma, criava já algum desconforto a Ana Oliveira e suas colegas. “Não lhe chamaria trauma, mas uma ansiedade enorme sempre que lá chegávamos. Temos trabalhado imenso e por isso sabe bem quando somos recompensados com vitórias e títulos.”
Apesar de reconhecer que existiu equilíbrio durante a final, a internacional portuguesa atribui o sucesso das algesinas à excelente defesa apresentada, bem como ao tiro exterior que tão importante foi para manter a liderança no encontro. “O jogo da Supertaça foi muito equilibrado porém, o Algés conseguiu, ao concretizar os seus tiros de fora, fazer com que a Quinta dos Lombos nunca passasse para a frente do marcador a partir do segundo período. Mais importante do que isso, o Algés esteve muito bem na defesa, conseguindo alguns roubos de bola e provocando muitos turnovers à equipa adversaria (6-18). Estar à frente no resultado foi determinante para o sucesso do Algés, sem no entanto ter permitido que a equipa sentisse que tinha o jogo ganho antes do termo do encontro. “Foi um jogo muito disputado, uma típica final. Foi muito difícil manter a liderança mas lutámos para a conseguir manter e no fim conquistamos a merecida vitória.”Esta vitória significa que o conjunto de Algés está no bom caminho, mas não faz com que Ana Oliveira entre euforias quanto ao que ainda falta disputar esta temporada. “Este título é o resultado de muito trabalho por parte das jogadoras, treinadores, fisioterapeuta, directores e patrocinadores do Algés. Trabalho esse que vamos manter com o objectivo de ganhar o número máximo de competições.”A prestação individual de Ana Oliveira nesta final terá sido um estímulo para o resto da temporada, já que a atleta esteve particularmente inspirada, fundamentalmente com a mão quente nos lançamentos de longa distância, tendo convertido 5 lançamentos em oito tentados para lá da linha de três pontos. “Sabemos que nem todos os dias são dias em que estamos ao nosso melhor nível. Mas ao conseguir estar a esse nível é sempre uma maior motivação para continuar a trabalhar e para ter este rendimento o maior número de vezes possível ao longo da temporada.
João Freitas quer fazer história
Nada que desanime o treinador madeirense, pois continua a acreditar no seu trabalho sério e na motivação dos seus jogadores. Para vencer o FC Porto João Freitas diz que a sua equipa terá de jogar como se não houvesse amanhã, bem como os níveis de jogo terão de estar ao máximo durante todo o encontro.
Que significado é que a presença na Supertaça tem para o Clube e para si, pessoalmente?Esta é a segunda vez na história do CAB-Madeira que estamos presentes numa Supertaça. Para nós este é o resultado de um trabalho sério, muitas vezes em condições desiguais com os nossos oponentes. Temos outra vez a hipótese de entrar na história recente do CAB. Esta é a mensagem que estamos a passar para o grupo.De que forma está a decorrer a preparação para a Supertaça?A preparação para esta Supertaça está a correr muito bem. Porém dois factores estão a marcar essa preparação. Por um lado, a nossa não participação no Troféu António Pratas, por outro lado, a dificuldade que tem sido conseguirmos jogos do F.C. Porto. Fica mais difícil a sua preparação, mas o dia que não consigamos superar as nossas dificuldades então chegaremos à conclusão que estamos na profissão errada.Existe algum aspecto que esteja a merecer a atenção especial da equipa do ponto de vista técnico-táctico?Como disse anteriormente o nosso conhecimento do Porto é quase nulo. Sabemos o que faziam o ano passado. O plantel do Porto sofreu poucas alterações, o treinador é o mesmo, daí podermos concluir que é uma equipa muito agressiva na defesa, que faz uma transição defesa ataque muito forte e que no ataque buscam sempre os melhores jogadores nas melhores posições. Não é só um aspecto que temos que considerar, são muitos.Acredita que o FC Porto, detentor do título de campeão nacional, é uma equipa ao alcance do CAB?Pergunta de difícil resposta. Por um lado a nossa ambição espera que sim. É só um jogo e as equipas ainda estão num estado muito inicial da sua preparação. Por outro lado temos que admitir que o Porto já nos leva um avanço considerável. A sua preparação está mais adiantada e têm um plantel muito extenso e de qualidade.Para derrotar o FC Porto, que tipo de abordagem é que o CAB terá de ter ao jogo?Para derrotar o Porto e para derrotar quem quer que seja, os nossos níveis de jogo têm que estar ao máximo. Cada jogador se for melhor a equipa é melhor e se a equipa for melhor cada jogador eleva o seu jogo. Temos que jogar 40 minutos como se não houvesse amanhã. Digo sempre aos meus jogadores, o dia de hoje não se repete: 4 de Outubro de 2011 só existe uma vez. Então temos que fazer valer a pena. É assim que fazemos a abordagem a cada dia de treinos e a cada preparação para cada jogo.A equipa está motivada para esta partida? O que é que lhes tem dito na preparação da mesma?Se não estás motivado para jogar uma final então nem a jogues. Mas a motivação vem de dentro de cada um. O que os treinadores podem fazer é estimular os jogadores para que cada um dentro de si encontre a motivação necessária.Gostaria de deixar alguma mensagem aos adeptos do CAB?Aos adeptos do CAB sempre a mesma mensagem. Atrás de qualquer jogo está uma preparação de muitas horas de trabalho, competência e esforço. Por vezes as coisas correm melhor, por vezes pior. Mas o CAB Madeira há muito que saiu da Ilha e já construiu uma reputação que só deve servir de orgulho para cada adepto que nos apoia.
Festa de apresentação da época 2011/2012
A festa iniciou-se com a foto conjunta de todos os envolvidos directamente nas actividades do Clube e prolongou-se durante toda a tarde com a realização de dois jogos para a apresentação das equipas seniores feminina e masculina.
No intervalo entre os dois jogos foram chamadas ao recinto de jogo todas as equipas do clube, desde os escalões de Seniores ao Minibasket. Esta cerimónia contou com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Dr. Élio Maia, da Sr.ª Presidente da Junta de Freguesia de Esgueira, Dr.ª Romana Fragateiro, que, na presença simbólica do sócio n.º 1 e fundador do clube, Sr. Almeida e Silva, desejaram ao Clube do Povo de Esgueira o melhor sucesso para os desafios que se aproximam.No intervalo dos jogos de seniores, os jovens e as jovens atletas do Minibasket mostraram as suas habilidades, e, com o seu entusiasmo, contagiaram todos os presentes, mostrando que o Esgueira é um desafio com futuro!…Jogo de apresentação da equipa Sénior FemininaEsgueira 50 – Colégio Calvão 59O Esgueira defrontou o Colégio de Calvão, uma equipa da 1.ª Divisão Nacional. O conjunto vaguense, com uma equipa poderosa fisicamente, esteve quase sempre na frente do marcador, apesar da forte réplica da equipa da casa. Esta, com uma defesa muito agressiva, foi contrariando o maior poderio físico das adversárias, principalmente no seu jogo interior, procurando no ataque encontrar as melhores soluções de finalização.A equipa do Esgueira demonstrou ter argumentos para proporcionar bons espectáculos e alcançar bons resultados no decorrer da época 2011/2012 no campeonato da 2.ª Divisão Nacional.Jogo de apresentação da equipa Sénior MasculinaEsgueira/OLI 74 – Maia Basket 76O Esgueira/OLI defrontou o Maia Basket, equipa que milita na Proliga. O conjunto da Maia entrou forte no jogo e liderou o marcador durante todo o primeiro período. A partir daí, o Esgueira/OLI equilibrou o resultado, provocando várias alternâncias no marcador. Com o resultado empatado a 71 entrou-se no último minuto, onde cada equipa concretizou um triplo, elevando a emoção até ao final, com o Maia Basket a ser mais feliz, concretizando um cesto sobre o final do tempo, garantindo a vitória.A equipa do Esgueira/OLI demonstrou ter capacidade para proporcionar bons espectáculos e para lutar pela vitória em todos os jogos do CNB1.
Seis cadetes em observação
Simultaneamente estarão debaixo de observação com vista à constituição da selecção distrital da sua categoria.
Basket Clube Condeixa na Praça da República
Esta actividade consiste num treino com os nossos atletas e uma outra equipa a ser convidada. Uma iniciativa será concerteza um êxito, pelo entusiasmo que se vive e que a todos contagia. Uma saudação especial desde já para o clube convidado e para a Câmara Municipal de Condeixa que se disponibilizou imediatamente com todo o seu apoio.
AD Vagos ganha troféu pela 3ª vez consecutiva
A final-four da prova teve lugar no Pavilhão do Algés, numa organização conjunta da FPB, AB Lisboa e do clube anfitrião.
No jogo que decidiu a atribuição do 3º/4º lugares, o CAB Madeira venceu como se esperava o GDESSA (67-45), que voltando a não poder contar com a extremo Vera Correia (lesionada) não teve argumentos para se bater de igual para igual com o forte conjunto madeirense. Particularmente no último quarto (21-7) foi visível a profundidade dos dois bancos, com as pupilas de Nuno Manaia a quebrarem, permitindo que a diferença se ampliasse para os 22 pontos finais, quando no final do 3º período o CAB Madeira vencia apenas por 8 (46-38).Destaque nas vencedoras para a dupla norte-americana formada pela extremo/poste Candice Champion, MVP da partida, com 17 pontos, 2/2 nos triplos, 7 ressaltos, duas assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 7/7 nos lances livres e pela extremo Ashley Hayes (22 pontos, 10/16 nos duplos, 3 ressaltos, uma assistência, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas), bem acompanhadas pela capitã Carla Freitas (13 pontos e 3/7 nos triplos). No GDESSA a mais valiosa acabou por ser a base Catarina Neves (11 pontos, 5/5 nos duplos e duas faltas provocadas), seguida da poste Luiana Livulo (4 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos,1 roubo,1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas) e da base/extremo Angie Ned, melhor marcadora da equipa (15 pontos, duas assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas).Uma supremacia acentuada na luta das tabelas (41-23 ressaltos) e uma maior eficácia nos lançamentos de campo (50%-36%), tanto nos duplos (52%-38%) como nos triplos (38%-31%), foram vectores fundamentais no êxito do AD Vagos, que foi também mais colectivo que o seu adversário (16-6 assistências), com destaque para a base Mariana Alves (4 passes decisivos).Após um quarto inicial muito equilibrado (15-15), foi o colectivo de Nuno Ferreira que se adiantou no marcador no 2º período (19-8), indo para o intervalo com 11 pontos à maior (34-23). A dificuldade em atacar a zona montada pelo treinador vaguense fez com que o Algés revelasse alguma inoperância ofensiva, já que a eficácia no tiro exterior (1 triplo convertido em 8 tentados) deixava muito a desejar. Na etapa complementar as coisas não se alteraram significativamente para o lado das algesinas que perante a zona contrária continuaram a sentir muitas dificuldades para atacar o cesto, nomeadamente na 1º metade do 3º quarto (39-26). Melhorando depois a eficácia de lançamento o Algés não baixou os braços, equilibrando o marcador no 3º período (13-12). Do lado vaguense a brasileira Flávia Santos mantinha-se eficaz na área restritiva (18 pontos na 1ª parte com 82% de eficácia nos lançamentos de 2 pontos, resultante de 9 tiros convertidos em 11 tentativas), mas quem continuava com um rendimento elevado era a jovem extremo Daniela Domingues, que está uma senhora jogadora, muito forte no 1×1, boa defensora e com grande capacidade de ressalto, pese a sua estatura (1,76m). Momento decisivo quanto a nós foi o triplo obtido por Joana Lopes, ao fazer 56-42, à entrada do minuto 32, aumentando a vantagem do AD Vagos para 14 pontos. Acto contínuo José Araújo parou o cronómetro, com reflexos positivos já que a sua equipa conseguiu um parcial de 7-2 (58-49), iniciado com uma bomba de Ana Oliveira, que bem vigiada por Daniela Domingues não se mostrou tão influente como é habitual. A 5ª falta de Jennifer Risper pouco depois (minuto 36), veio a enfraquecer o Algés que viu o adversário construir um parcial de 6-0 (64-49) no espaço de 2 minutos, independentemente de o seu treinador ter pedido novo desconto de tempo (a 3,08 minutos do termo), sem resultados práticos.A MVP do encontro (26,0 de valorização) e melhor marcadora foi a poste vaguense Flávia Santos (26 pontos,12/18 nos duplos, 7 ressaltos, uma assistência, 2 roubos e 5 faltas provocadas), bem acompanhada por Daniela Domingues (12 pontos, 5/7 nos duplos, 7 ressaltos, 3 assistências,1 roubo e 5 faltas provocadas) e Joana Lopes (10 pontos,1/2 nos triplos, 7 ressaltos sendo 6 ofensivos, 3 assistências e 3 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres). No Algés a mais valiosa foi a extremo/poste norte-americana Christina Wirth, que após uma 1ª parte algo discreta (apenas 4 pontos e uma eficácia muito fraca), terminou com 20 pontos, 2/5 nos triplos, 3 ressaltos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 6/6 da linha de lance livre. Alguns bons apontamentos de Sara Filipe e Sofia Carolina, com boas movimentações na área pintada e individualismo em demasia da base norte-americana Jennifer Risper que não esteve nos seus dias. Ficha do jogoAD Vagos (67) – Mariana Alves (4), Daniela Domingues (12), Lilian Gonçalves (6), Joana Lopes (10) e Flávia Santos (26); Inês Faustino (2) e Ana Teixeira (7)Algés (54) – Joana Fogaça (3), Jennifer Risper (8), Ana Oliveira (8), Christina Wirth (20) e Sofia Carolina (5); Sara Filipe (7) e Catarina Coelho (3) Por períodos: 15-15, 19-8, 13-12, 20-19Árbitros: Sónia Teixeira e Ana MiramonOutros resultados:Grupo do 5º/8º lugares (em Coimbra)(7º/8º) Académico FC 50-60 Boa Viagem(5º/6º) Olivais 50-73 Quinta dos LombosGrupo do 9º/12º lugares (em Torres Novas)(11º/12º) Basquete Barcelos 25-87 Montijo B. Basket(9º/10º) Torres Novas 54-50 EMA Menéres
Supertaça a 5 de Outubro
Frente a frente estarão FC Porto e CAB Madeira, que prometem protagonizar um grande espectáculo! A partida está agendada para as 17h30 e terá transmissão em directo na Sport TV.
Semifinalistas apurados
O detentor do troféu, FC Porto, vai defrontar na meia-final a equipa de Ovar, ao passo que os encarnados vão medir forças com os açorianos do Lusitânia, que beneficiaram do melhor cesto-average no Gupo Centro Sul.
No Grupo Centro Norte, e face à desistência de última da hora do CAB Madeira, o jogo que colocava frente a frente Ovarense e Sampaense decidia qual das equipas conquistaria um lugar na fase seguinte da competição.A equipa de Ovar, a jogar em casa, contou com o “Powers” do seu norte-americano Austen (31 pontos e 17 ressaltos), MVP do encontro com 41.5 de valorização, para levar de vencida o conjunto de S. Paio de Gramaços. Uma entrada à vareiro (25-6) proporcionou uma vantagem pontual mais do que suficiente para gerir ao longo do encontro.O base João Reveles (19 pontos, 8 assistências, 4 ressaltos e 4 roubos de bola), bem acompanhado pelos norte-americanos Brian Addison (17 pontos e 10 ressaltos) e Tyronne McNeal (19 pontos e 5 ressaltos) tudo fez para evitar a derrota, embora só no último período os forasteiras conseguissem se aproximar no marcador.Os reforços Mário Gonçalves (10 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) e Cristóvão Cordeiro (7 pontos, 4 ressaltos e assistências) mostraram a sua utilidade numa equipa de Ovar ainda com muitas ausências.FC Porto mostrou superioridade em GuimarãesOs dragões ultrapassaram com tranquilidade o difícil teste de Guimarães (93-70), onde tradicionalmente sentem grandes dificuldades. Desta vez os portistas não alimentaram qualquer tipo de esperança aos comandados de Fernando Sá, muito por culpa dos bom inicio em cada uma das partes (26-18 e 22-12), e de uma grande eficácia no lançamento – 66% de 2 pontos, 50% de 3 pontos e perfeitos da linha de lance-livre 18/18 -.Os extremos Carlos Andrade (20 pontos e 5 ressaltos) e Nuno Marçal (15 pontos e 6 ressaltos) foram os mais produtivos na equipa azul e branca, enquanto que nos vimaranenses o último reforço a chegar, o letão Maris Gulbis (19 pontos e 5 ressaltos), foi o melhor entre os minhotos. Lusitânia beneficia da vitória dilatada em CoimbraNo Grupo Centro Sul estava tudo em aberto à entrada desta última jornada. Uma vitória colocava a Académica nas meias-finais, ao passo que os açorianos eram obrigados a vencer e por uma diferença que anulasse os dois pontos negativos que levavam da derrota frente ao Ginásio e os seis positivos do adversário. Nada que um triunfo por 26 pontos (77-51) não resolvesse, colocando assim a equipa da ilha Terceira nas meias-finais do troféu.Os insulares foram superiores durante todo o encontro, com a diferença pontual a acentuar-se com o decorrer do jogo. No final do 3º período o conjunto açoriano tinha o encontro praticamente decidido (58-36), pelo que os 10 minutos finais passaram a ser de extrema importância para os forasteiros pela questão do cesto-average.Nos vencedores, o norte-americano Ricky Franklin (24 pontos, 5 assistências e 4 ressaltos) voltou a estar com a mão quente, já o seu compatriota Richard Oruche (16 pontos e 5 ressaltos) foi o atleta mais produtivo da Académica.Benfica com muitas opções e soluçõesMesmo ainda sem contar com Betinho e Ben Reed, os encarnados revelaram possuir muitas armas ofensivas para resolver os jogos. Frente ao Barreirense (86-69), uma equipa muito jovem e inexperiente, mas que tudo deu para contrariar o favoritismo benfiquista, os comandados de Carlos Lisboa demonstravam grande acerto no tiro exterior, com destaque para Ted Scott autor de 24 pontos, 19 dos quais durante a 1ª parte, e Sérgio ramos (27 pontos e 5 ressaltos), e domínio no jogo interior, onde a presença de Fred Gentry (9 ressaltos) e Heshimu Evans (6 ressaltos) faziam mossa.O Barreirense foi resistindo enquanto foi capaz, com um grupo de jogadores todo ele proveniente da formação do clube, mas a maior rotatividade, e por que não dizer maior intensidade colocada pelo Benfica, acabou por se revelar a grande diferença de potencial que existe nos dois planteis.De registar o elevado número de jogadores portugueses que participaram neste encontro, sendo que a sua grande maioria eram jovens e representam a continuidade do jogador nacional.Dois bons exemplos disso mesmo são os casos de José Silva (14 pontos e 6 ressaltos) e João Guerreiro (15 pontos e 11 ressaltos), os mais valorizados na equipa da margem sul.
AD Vagos e Algés são finalistas
AD Vagos e Algés garantiram ontem à tarde a presença na final da competição ao afastarem os seus adversários, respectivamente CAB Madeira e GDESSA nas meias-finais.
No primeiro jogo da tarde o AD Vagos com uma entrada de leão (26-8 no 1º período) colocou desde logo muitas dificuldades ao seu opositor (CAB Madeira) cuja força anímica necessariamente ficou afectada pela desvantagem com que se teve de haver no tempo restante. No 2º quarto (17-17) as coisas ainda se equilibraram, mas após o descanso a equipa de Nuno Ferreira voltou a acelerar, brindando a turma do Funchal com um parcial de 24-12 no 3º período. Com 30 pontos à maior (67-37) à entrada do último quarto, foi perfeitamente compreensível algum abrandamento por parte das vaguenses, cujo treinador também aproveitou para rodar o banco, pensando no jogo da final, esta tarde. Deste modo e também pela atitude das madeirenses, estas venceram os derradeiros 10 minutos (13-30), atenuando assim a diferença que se cifrou em 13 pontos no final (80-67).Destaque nas vencedoras para um quarteto: Flávia Santos (20 pontos, 10/14 nos duplos e 9 ressaltos), Joana Lopes (18 pontos e 7 ressaltos), Daniela Domingues, que fez um duplo-duplo (12 pontos, 2/3 nos triplos e 12 ressaltos) e Lilian Gonçalves (13 pontos e 5 ressaltos). Foram elas as principais responsáveis pela supremacia do AD Vagos nas tabelas.No CAB Madeira as mais produtivas foram Carla Freitas (19 pontos, 3/5 nos triplos e 5 ressaltos) e Candice Champion (16 pontos e 5 ressaltos).Na 2ª meia-final o Algés, depois de algum equilíbrio nos 10 minutos iniciais (17-15), conseguiu ampliar a vantagem no 2º período (17-10), indo para o intervalo na frente (34-25). As pupilas de Nuno Manaia ainda deram boa conta de si no 3º quarto (16-12), mas no último período (22-8) quebraram, nomeadamente nos derradeiros 5 minutos.Jennifer Risper (23 pontos, 7 ressaltos e 6 roubos) voltou a ser decisiva na turma de José Araújo, bem acompanhada por Ana Oliveira (11 pontos sendo 3/6 nos triplos) e Catarina Coelho (10 pontos sendo 2/2 nos triplos).No GDESSA a ausência da experiente Vera Correia (lesionada num joelho) foi determinante, acabando por se destacar a norte-americana Angie Ned (13 pontos e 6 ressaltos), seguida da poste Luiana Livulo (8 pontos e 5 ressaltos).Resultados:AD Vagos 80-67 CAB MadeiraAlgés 70-45 GDESSAJogos para esta tarde (Pavilhão Gomes Pereira, em Algés)15H00 (3º/4º lugares) CAB Madeira-GDESSA17H00 (Final) AD Vagos-AlgésOutros resultados:/b>Grupo 5º/8º lugares (Pavilhão do Olivais, em Coimbra) Olivais 49-41 Académico FCQuinta dos Lombos 62-54 Boa ViagemHoje09H45 (7º/8º lugares) Académico FC-Boa Viagem11H45 (5º/6º lugares) Olivais-Quinta dos LombosGrupo 9º/12º lugares (Palácio dos Desportos, em Torres Novas)CD Torres Novas 63-49 Basquete BarcelosEMA Menéres 54-49 Montijo B. BasketHoje09H30 (11º/12º lugares) Basquete Barcelos-Montijo B. Basket11H30 (9º/10º lugares) CD Torres Novas-EMA Menéres
Barreirense supera Terceira
Um triunfo muito suado por parte dos jogadores da margem sul, já que só no prolongamento a equipa agora treinada pelo técnico António Herrera confirmou a vitória, depois do empate a 77 pontos que registava no final do tempo regulamentar. Benfica e Barreirense vão discutir este domingo, às 17 horas, no pavilhão Império Bonança, a presença nas meias-finais da prova.
O Terceira, que fazia o seu segundo jogo consecutivo, teve ainda forças para recuperar de uma desvantagem de seis pontos (52-58) nos 10 minutos finais do tempo regulamentar, mas a inspiração dos extremos internacionais António Tavares (24 pontos e 2 assistências) e José Silva (25 pontos, 5 ressaltos e 4 roubos de bola) garantiu o triunfo final.Os estrangeiros da formação da ilha Terceira estiveram a bom nível, muito embora Nathan Bowie, MVP do encontro com 40 de valorização e autor de 42 pontos, tenha sido um autêntico pesadelo para a defesa do Barreirense (17 faltas provocadas).Vitória suadaO FC Porto iniciou bem a defesa do Troféu ao derrotar, em Barcelos, a equipa da casa por 77-70. Vitória suada dos portistas diante de um conjunto que só a meio do último período quebrou deixando os azuis e brancos afastarem-se no marcador. Os comandados de Moncho López vão assim discutir, este domingo, em Guimarães, às 16 horas, com o Vitória a passagem às meias-finais do Troféu António Pratas.Depois da boa imagem deixada no primeiro jogo, os barcelenses voltaram a estar muito bem, desta vez perante os actuais campeões nacionais, uma equipa com outros argumentos e soluções. Depois de algum domínio dos dragões no final do 1º período e inicio do 2º, o equilíbrio foi a nota dominante até meio do derradeiro quarto. O jogo desenrolou-se com várias alternâncias no marcador, sendo que nenhuma das equipas conseguiu uma vantagem superior a seis pontos.À entrada do decisivo período o conjunto minhoto vencia por dois pontos de diferença (58-56), um resultado que deixava tudo em aberto. A sete minutos do final do jogo as equipas estavam empatadas a 63 pontos, com os portistas a assumirem o seu favoritismo conseguindo um parcial de 12-1, isto quando faltava pouco mais de 2.30 minutos para o termo do jogo.O extremo poste David Gomes (13 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) aproveitou muito bem os minutos de jogo conquistados, bem acompanhado por Carlos Andrade (14 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola) sempre importante nos momentos de decisão.O duo composto por Nuno Oliveira (23 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) e Sergi Coll (22 pontos, 9 ressaltos, roubos de bola e 3 assistências) confirmou o bom início de época.Ginásio triunfaApós duas jornadas disputadas no Grupo Centro Sul continua tudo em aberto quanto à equipa que passará à fase seguinte da prova, isto após o triunfo do Casino Ginásio sobre o Lusitânia Expert (58-56). Apesar de jogar em casa, a equipa da Figueira da Foz nunca se destacou no marcador, até porque no final do 3º período os açorianos comandavam o jogo ainda que por uma pequena diferença (43-40). Vantagem que subiu para nove (51-42) nos primeiros minutos do quarto período, dando a sensação que os insulares poderiam decidir o jogo a seu favor. Mas tudo seria diferente daí para diante, como comprovam os mais de 6 minutos sem fazer pontos, traduzindo-se num parcial de 15-0 favorável aos comandados de Sérgio Salvador (57-51). No conjunto da Figueira da Foz o poste Pedro Silva (10 pontos, 15 ressaltos e 2 assistências) voltou a estar em bom plano, bem secundado por George Ehiagwina (18 pontos e 5 ressaltos).No Lusitânia os norte-americanos Brian Mills e Ricky Franklin foram os melhores marcadores da equipa, ambos com 17 pontos, num jogo em pagaram caro a factura da sua má percentagem de 3 pontos (7/30), especialmente durante o período negro da equipa onde foi solução recorrente.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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