Artigos da Federaçãooo

«Temos muito para crescer»

Bem pelo contrário. O jogador garante que a competitividade na segunda prova da FPB é grande e que por vezes “até é mais difícil jogar na Proliga do que na Liga”.

O internacional sub 20 Miguel Queiroz foi um dos jovens atletas do Barreirense que foi surpreendido com a noticia da suspensão da equipa sénior do clube. “Foi um dia triste. Passei grande parte da minha vida no Barreirense e nunca pensei que isso fosse possível. Foram momentos complicados.”Apontado como uma das grandes promessas do basquetebol nacional, a escolha do clube para dar continuidade à sua evolução como jogador recaiu no Illiabum. “Tudo aconteceu muito em cima da hora. Sabia que no Illiabum se trabalha muito, e também queria estar num sítio em que fosse possível conciliar a faculdade com o basket.”A opção de competir no Campeonato da Proliga pode causar alguma surpresa, mas Queiroz não esconde que a competição está a corresponder às expetativas. “Esta liga e muito competitiva, todos são jogos difíceis. E individualmente, por vezes torna-se mais difícil jogar na Proliga do que na Liga.”Depois de um arranque um pouco tremido, o Illiabum conseguiu na última jornada a sua vitória. Um primeiro sinal daquilo que é esperado da equipa, bem como da qualidade que possui no grupo de trabalho. “Foi uma vitória importante, mas sentimos que temos muito para crescer. Podemos fazer muito melhor, e não tenho dúvidas que vamos crescer.”Mas convém não esquecer que para além do grupo ser praticamente todo novo, a juventude que reina no plantel leva tempo a que se torne numa mais-valia para a equipa. “Somos uma equipa muito jovem, sentimos que podemos impor um ritmo muito mais forte no jogo, mas como já disse anteriormente, temos muito que aprender e evoluir. E neste aspeto sinto que somos privilegiados em ter o João Figueiredo como capitão, já que com a sua experiência ajuda-nos muito.”O objetivo do jogo contra o Terceira é manter a invencibilidade em casa, uma vez que Miguel quer dar continuidade aos bons resultados e continuar a subir na tabela classificativa. “Todos os jogos entramos para ganhar, uma vez que sentimos que podemos vencer qualquer jogo. Em casa, temos uma motivação extra, porque jogamos perante os nossos adeptos. Vai ser um jogo difícil, mas queremos ganhar, e quem vier jogar a Ílhavo, vai ter que suar muito para sair daqui com uma vitória.”


Vitória categórica da Quinta dos Lombos

O adversário embora tenha actuado sem duas habituais titulares (a norte-americana Ashley Daniels e a internacional Sub-20 Márcia Costa) não era propriamente um conjunto ao alcance do CAR Jamor, já que o restante plantel conta com uma série de internacionais dos escalões de formação, para não falar na maior experiência da esmagadora maioria.

A não utilização de Maria Kostourkova por opção técnica (na semana passada esteve em Londres num estágio das Blue Star, acompanhada de Simone Costa, esta época a jogar no Algés) acabou por limitar a eventual réplica do colectivo de Kostourkova, mas não foi por aí que se fez a diferença. Essa verificou-se em termos de controlo de posse de bola, em que as jovens jogadoras do CAR Jamor encarregadas da organização do jogo cometeram um número elevado e anormal de turnovers.No 1º período (10-20) a atiradora Dora Duarte (15 pontos e 2 triplos em menos de 8 minutos) deu logo mostras de que estava com a pontaria afinada (75% nos lançamentos de campo) e particularmente sagaz a roubar bolas (5), com o CAR Jamor a cometer 13 turnovers. No 2º quarto (18-21) as comandadas de Kostourkova melhoraram de rendimento, conseguindo fazer menos erros e provocar mais faltas, com bom aproveitamento da linha de lance livre, ao mesmo tempo que subiram a eficácia de lançamento nos duplos (48%). Mesmo assim a equipa de José Leite mantinha-se mais eficaz tanto nos duplos (62%) como nos triplos (43%), o que aliado ao menor número de turnovers (21-11) explicava a vantagem verificada ao intervalo (28-41).O 3º período (6-16) foi o mais fraco, com as anfitriãs a denotarem muitas dificuldades em atacar o cesto, enquanto o tiro exterior das visitantes se mantinha em bom nível (mais 2 triplos a cargo de Inês Viana e Filipa Bernardeco). No último quarto (18-27), uma reentrada fulgurante de Emília Ferreira (6 pontos consecutivos) deu nova alma ao colectivo de Kostourkova, mas a empatia com o cesto revelada por Dora Duarte (mais 15 pontos e 1 triplo) voltou a colocar a fasquia acima da vintena, para se atingir a maior diferença no minuto 38, quando Dora acertou o seu 3º triplo da noite (46-82). O inconformismo de Mafalda Marques (2 cestos no minuto 40) acabou por fixar a diferença em 32 pontos (52-84).Destaque nas vencedoras para a prestação de Dora Duarte, MVP do encontro (32,0 de valorização), ao contabilizar 30 pontos, 11/16 nos lançamentos de campo (69%), repartidos por 8/10 nos duplos (80%) e 3/6 nos triplos (50%), 9 roubos e 6 faltas provocadas, com 5/7 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Hailey Dunham (14 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e Marinela Pinheiro (6 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 5 roubos).No CAR Jamor a mais valiosa foi Mafalda Marques (14 pontos, 6/10 nos duplos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 2 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), seguida por Ana Granja (10 pontos, 4/6 nos duplos, 5 ressaltos, uma assistência e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), Chelsea Guimarães (7 pontos, 5 ressaltos e duas faltas provocadas) e Emília Ferreira (8 pontos, 4/5 nos duplos, uma assistência, 2 roubos e 2 desarmes de lançamento). No lote das jogadoras exteriores, a mais inconformada acabou por ser Maria Inês Santos (3 assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), embora penalizada pelo número elevado de turnovers (7), tal como aconteceu com Catarina Cavaco e Constança Neto, ambas também com 7 perdas de bola.A vitória do CRC Quinta dos Lombos não sofre contestação. Foi alicerçada na maior eficácia no tiro exterior (0%-46%), com 6 triplos em 13 tentativas, no menor número de erros (39-17 turnovers), no maior número de roubos de bola (12-25), na maior eficácia da linha de lance livre (73%-82%) e na elevada pontuação (35 pontos contra apenas 10) alcançados em contra-ataque. Curiosamente o CAR Jamor ganhou a luta das tabelas (30-29 ressaltos), ainda que tenha perdido nos ressaltos ofensivos (6-11) e foi mais eficaz nos duplos (51%-49%). Ficha de jogoCAR Jamor Feminino (52) – Catarina Cavaco (2), Maianca Umabano, Mª Inês Santos (3), Ana Granja (10) e Mafalda Marques (14); Constança Neto (4), Catarina Cardoso, Chelsea Guimarães (7), Emília Ferreira (8), Ana Rita Reis (2), Patrícia Jorge (2) e Ana Rute Queta CRCQ Lombos (84) – Felicité Mendes (9), Filipa Bernardeco (7), Dora Duarte (30), Inês Aragão (2) e Marinela Pinheiro (6); Hailey Dunham (14), Inês Viana (8), Mafalda Guerreiro (6) e Helga Gonçalves (2)Por períodos: 10-20, 18-21, 6-16, 18-27Árbitros: Rui Ribeiro e João Saraiva O próximo compromisso do CAR Jamor Feminino será no próximo dia 15 (5ª feira) frente ao CD Torres Novas, no Palácio de Desportos da cidade torrejana, a partir das 21H00.


“Só como equipa é que conquistamos sucesso.”

Desta vez a equipa da AD Vagos recebe no Pavilhão Municipal de Vagos a equipa do Quinta dos Lombos às 17.00 horas do próximo Domingo. À conversa com a jovem Inês Pinto, pela 2ª época ao serviço da AD Vagos, é da opinião que ” o jogo de domingo é dos jogos com um grau de dificuldade acrescida, embora a equipa esteja à espera desta fase mais dificil do Campeonato”.

“É sempre bom jogar com a Quinta dos Lombos, uma das melhores equipas do Campeonato, e mesmo com a nossa equipa não esta a passar uma boa fase devido á ausência da Lilian, mas juntas vamos colmatar a ausência dela, e assim acho importante para o grupo ter sucesso porque é merecido, e trabalhamos todos os dias para conquistar vitórias. O jogo da Supertaça teve muita assistência, a qual assistiu a um grande jogo de Basquetebol Feminino, e é dessa forma que apelamos a mais publico nos nossos jogos, quem vem assiste de certeza a um grande jogo.” A extremo da AD Vagos,Internacional pela Seleção Sub-20 é bem conhecida pela enorme capacidade que tem de jogar em superação, eximía nas tarefas defensivas, e preponderante na conquista de ressaltos e roubos de bola. Como é o teu enquadramento na AD Vagos? Eu enquadro-me bem pois com uma equipa assim também seria dificil se não acontecesse. Com toda a dinâmica que está por traz posso contribuir com aquilo que faço de melhor e corrigir coisas menos boas. Faço parte de um’xadrez’ onde todas as jogadas dão pontos, isto é , acabamos por nos ajudar umas às outras e assim toda a gente fica a ganhar. Exemplo de ambição e trabalho, quais são os seus grandes objetivos desportivos nesta época? Ser Campeã Nacional da Liga este ano, e conquistar um lugar de novo na Seleção Nacional Sub-20. Estão assim lançados os dados para um grande jogo da Liga Feminina, com duas equipas que irão concerteza lutar pelos lugares cimeiros na tabela classificativa, nesta que será a 5ª Jornada da Liga Feminina. Nos outros encontros, Algés desloca-se aos Açores, enquanto o ESSA irá a Lousada, o CAB MAdeira receberá o Académico. Todos estes jogos serão no sábado, enquanto o AD Vagos vs Quinta dos Lombos será no Domingo dia 11 de Novembro.


Sem surpresas

Garantiu a presença na fase seguinte da Taça de Portugal, depois de ter vencido um dos atuais líderes do Campeonato da Proliga (96-81).

No duelo entre equipas da ilha Terceira, foi claro o domínio do Lusitânia diante o Terceira Basket, com um ascendente bem patente no resultado final do jogo (80-44).Nos restantes encontros prevaleceu o favoritismo, sendo que na maioria dos casos os resultados finais não deixam dúvidas quanto à justiça da vitória.Recorde-se que a Ovarense Dolce Vita, CAB Madeira e Física T. Vedras ficaram isentos desta eliminatória e têm já lugar garantido nos oitavos-de-final da competição.Resultados dos 1/16 avos-de-final:SC Conimbricense 46-77 Guifões SC Esgueira/OLI 58-73 Maia BasketSampaense Basket 96-81 UD OliveirenseGalitos/Weber 45-77 AcadémicaIlliabum 79-62 Desportivo de LeçaSC Lusitânia 80-44 Terceira BasketEléctrico FC 66-56 SangalhosAcademia do Lumiar 51-82 Vitória de GuimarãesUF Buarcos 55-104 AlgésDomingo, dia 11 de Novembro 17h15: Atlético-Dragon Force Dia 14 de Novembro 21h30: Sp. Braga-Ginásio Dia 2 de Dezembro 15h00: SL Benfica-AngraBasketDia 19 de Janeiro 17h30Galitos FC-Basquete Barcelos


Eléctrico segue em frente

A formação de Ponte de Sor continua a somar bons resultados nesta primeira fase da temporada, “vingando” igualmente a única derrota em casa desta época, precisamente frente a esta equipa.


Lavínia: «Foi uma mudança positiva»

Foi lá que completou um “Degree in Sports and exercise Science at london South Bank University” e que se fixou em definitivo no basquetebol. Numa entrevista ao Diário Insular conta que começou na escola, mas apenas aos 16 anos, embora confesse não saber explicar as razões para este arranque tardio. Hoje, com 24 anos, Lavínia Silva é peça importante ao serviço do Boa Viagem na Liga Feminina. Está a cumprir a segunda época na terceira e continuar a evoluir é o objetivo.

Representou a sua Universidade no torneio nacional inglês e, em 2009, já estava a conquistar títulos. logo na primeira aparição no basquetebol britânico, ajudou as Brixton Topcats a subir à 1ª Divisão. Chega aos Açores na temporada passada. A explicação para esta mudança é simples: “Queria experimentar um tipo diferente de basquetebol e melhorar o meu jogo num cenário diferente. Penso que foi uma mudança positiva para mim, pois melhorou a minha confiança, o meu nível de jogo e evoluí como jogadora. Espero ser um elemento importante para o Boa Viagem”, refere Lavínia Silva. Em Angra do Heroísmo deu sequência ao hábito de ganhar e foi elemento ativo na conquista da Taça da Federação na temporada transata, o primeiro grande troféu do Boa Viagem desde que o clube assumiu presença regular no patamar mais alto da modalidade em Portugal. Para Lavínia, este é um título de equipa: “Fiquei muito orgulhosa das minhas companheiras de equipa e do corpo técnico pela vitória na Taça da Federação, o primeiro troféu do clube. Trabalhámos sempre muito duro na temporada passada, mas os frutos desse trabalho foram muito gratificantes”.Para a jogadora do Boa Viagem, as poucas mexidas no plantel são um ponto a favor da turma terceirense. “temos mais ou menos a mesma equipa para que os nossos objetivos continuem a ser os mesmos: ganhar a Taça da Federação e a taça de Portugal e entrar no playoff”, opina, sem descurar a ambição, sempre importante.Inglaterra e Portugal são duas realidades diferentes e Lavínia Silva entende que o nível do basquetebol luso é “alto, rápido e muito físico”, destacando o poderio de alguns adversários. Predicados importantes para que cumpra a sua meta pessoal: melhorar a cada dia. “Os meus principais objetivos passam por continuar a evoluir e tornar-me numa jogadora melhor e mais forte. Pretendo, acima de tudo, continuar o meu trabalho e chegar de novo à Seleção Nacional no próximo ano, mas também contribuir para a evolução da minha equipa”, salienta. Seleção Nacional portuguesa foi o próximo passo na carreira de Lavínia Silva. As exibições ao longo da época passada chamaram a atenção dos responsáveis técnicos de Portugal e a atleta do Boa Viagem teve a possibilidade de se estrear pela turma das quinas. Um momento de grande alegria e que Lavínia quer dar continuidade no futuro próximo: “Foi a minha primeira chamada para trabalhar com a equipa nacional, mas também era a minha primeira vez jogando em Portugal. Como no ano passado, pretendo trabalhar muito e mostrar que mereço e tenho a capacidade necessária para representar Portugal”, conclui.Ricardo Vasconcelos continua a contar com a atletaO selecionador nacional, Ricardo Vasconcelos, elogia a capacidade de aprendizagem da atleta açoriana, prevendo que a curto prazo possa integrar o grupo de trabalho da equipa nacional. “A Lavínia é uma jogadora promissora que veio aumentar o nível qualitativo da nossa liga. Apesar de ter chegado a Portugal com carências ao nível do conhecimento do jogo, tem feito uma evolução muito interessante e demonstra capacidade para poder lutar por uma oportunidade ao nível da Seleção Nacional. Teve uma prestação positiva no último verão, tendo sido a última atleta a ser dispensada. Mas deixou-nos com a sensação de que num futuro próximo demonstrará capacidade reintegrar os trabalhos da Seleção Nacional.”


Formação de treinadores – Minibasquete

João Pedro Gonçalves, do corpo de formadores da ABC, foi o preletor que veio abordar um tema sugerido em reunião de comité distrital de minbasquete – “A intervenção do treinador no jogo.”De uma sessão extensa e com várias intervenções dos treinadores presentes, destacamos alguns pontos.Como introdução, foram referidas as qualidade intrínsecas do jogo de minibasquete, que atraem e cativam as crianças para a prática desportiva de uma forma que promove a igualdade de oportunidades e ajuda a incluir. Assim, cada treinador deve saber olhar para os seus atletas de forma individualizada no que diz respeito à sua participação, sendo a equipa uma forma de desenvolver os valores de vida em grupo. A sua intervenção deverá ter sempre em conta que cada criança é um indivíduo com as suas necessidades e motivações.Entrando no tema mais específico do jogo, o treinador deve orientar a sua intervenção tendo como base a ideia de que os desafios colocados pela competição servem para avaliar o nível dos atletas e da equipa e para continuar a treinar. Assim, é importante planear a intervenção, tal como se planeia o treino. Desde a definição da imagem e atitude que se quer para a equipa (e o treinador deve ser o exemplo disso), até aos objectivos técnicos individuais e colectivos.Dadas as características destes escalões etários, é fundamental que o treinador tenha a capacidade de definir prioridades e se centre sobre elas. O jogo tem inúmeros erros, naturais nesta fase de aprendizagem, e fazendo intervenções sobre tudo não estará a dar prioridade a nada.Uma intervenção focada no que o atleta fez bem, é motivadora e incentiva à repetição do comportamento desejado, deve por isso ser assim a maioria das intervenções. Inclusive quando se pretende dar informação sobre um erro, a melhor forma é focar a atenção da criança sobre como poderia ter agido naquela situação específica. Algumas estratégias para melhorar a comunicação foram também referidas, o contacto físico, a proximidade, a atenção centrada na criança a quem estamos a falar e a disposição de toda a equipa e do treinador quando se quer transmitir calma e ajudar os jogadores a abstrair do que se passa fora de campo.Por fim, e quanto aos comportamentos e atitudes, é preciso especial atenção às particularidades do dia de competição. Assim, as regras devem ser definidas em treino e devemos ter o cuidado de definir regras que podem ser cumpridas. No dia de jogo, qualquer situação fora do aceitável deve ser controlada e parada no imediato, mas a melhor forma de minimizar possíveis consequências difíceis de gerir é deixar a resolução e esclarecimento da situação para mais tarde. Tanto atletas como treinadores como pais estão fora do seu ambiente e rodeados de observadores num contexto que aumenta a pressão sobre todos.Numa tarde dedicada ao minibasquete, a presença e participação activa de vários treinadores foi um sinal positivo para a actividade distrital.Estiveram presentes Nuno Mendes e Carlos Tavares do Sporting Figueirense; Rui Chicória, Gonçalo Melo e Jaime Silva do Olivais; Ana Estevão, Maria José Alves e Daniel Gil do União de Buarcos; António Craveiro do Lousanense; Pedro Santos do Basket de Condeixa; Fernando Santos da Académica de Coimbra; João Mendes do Ginásio Figueirense; Bernardo Monteiro, Rui Fernandes e Vasco Azenha do Clube Infante de Montemor, Tayara Diniz e Gildo Freita da Faculdade de Desporto da UC.A sessão decorreu em parceria entre Associação de Basquetebol de Coimbra e Clube Infante de Montemor


FIBA Europa elogia FPB

O presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Mário Saldanha, recebeu uma muito elogiosa carta da FIBA Europa, a propósito da organização do U14 Get-together, evento que teve lugar em Braga, a 6 e 7 de Outubro deste ano. Leia nos detalhes da notícia o conteúdo da missiva.

Caro Mário SaldanhaEm nome da FIBA Europa gostaria de agradecer pessoalmente a si e ao seu maravilhoso staff a excelente organização do U14 Get-together, que teve lugar a 6 e 7 de Outubro de 2012 em Braga.O toque pessoal em todos os detalhes foi, de facto, impressionante, e foi muito apreciado por todos nós.Mais uma vez obrigado pela maravilhosa hospitalidadeCom os melhores cumprimentosOlafur RafnsonPresidente da FIBA Europa


Benfica conquista Supertaça

Excelente réplica da formação de Coimbra, que lutou até onde lhe foi possível. Mas no período em que os encarnados elevaram a sua agressividade defensiva, o plano de jogo do técnico Norberto Alves não foi colocado em prática. Pelo que o ganho de uma vantagem pontual confortável por parte dos benfiquistas deitou por terra o sonho da Académica tentar bater os até agora invictos campeões nacionais.

O Benfica bem cedo começou a dar mostras de querer provar dentro do campo o favoritismo que lhe era atribuído para esta Supertaça. Um parcial de 9-0, favorável aos encarnados, obrigou o treinador Norberto Alves a parar o jogo, bem como a alterar a sua estratégia defensiva. A defesa zona 2×3 da Académica fez baixar a produção ofensiva dos encarnados, isto enquanto o tiro de três pontos era a solução procurada pelo Benfica para ultrapassar a defesa contrária.Assim que os campeões nacionais começaram a penetrar mais em drible, a procurar o seu jogo interior e a conquistar ressaltos ofensivos, a tarefa da Académica voltava a complicar-se. Se bem que, a paciência, a organização ofensiva, a exploração dos bloqueios diretos e o tiro de longa distância mantinham a Académica perto no resultado e na discussão do jogo. Embora o Benfica tivesse terminado na frente a 1ª parte, os instantes finais do primeiro tempo tiveram sinal mais por parte dos estudantes (5-0), que encostavam o resultado a dois pontos (30-32) e deixavam tudo em aberto para a segundo tempo. No arranque da etapa complementar foi visível o aumento da intensidade defensiva por parte do Benfica, a pressionar as linhas de passe, a subir a defesa no campo e, como resultado dessa mudança de atitude, a conseguir contra-ataques de finalização fácil (43-34). Norberto Alves voltava a parar a jogo, pedia aos seus jogadores que baixassem o seu ritmo e controlassem melhor a posse de bola. Mas a eficácia ofensiva dos estudantes já não era a mesma – mérito do adversário -, o número de turnovers aumentava, pelo que se tornava natural a diferença pontual que separava as duas equipas no final do 3º período (53-41).No último período, a questão física começou a revelar-se, já que era expectável que o desgaste nos jogadores da Académica se fizesse sentir, em virtude da quase nula rotação de atletas. As ações ofensivas dos jogadores do Benfica já não tinham o mesmo tipo de oposição, pelo que tornava mais fácil aos encarnados fazer pontos no ataque. Sensivelmente a meio do 4º período, o Benfica quase chegava aos 20 pontos de vantagem (64-46), mas a atitude competitiva da Académica, com três contra-ataques consecutivos, recusava-se a dar o jogo como perdido (64-53). A recuperação da equipa de Coimbra obrigou o técnico Carlos Lisboa a intervir, alertando certamente os seus atletas para o facto de o jogo ainda não ter terminado.Depois de vários minutos sem conseguir fazer pontos, um afundanço de Betinho, a 1.27 minutos do final, colocava um ponto final quanto a quem iria vencer a XXVII edição da Supertaça (68-53).João Betinho Gomes foi distinguido com o prémio de MVP desta final, 25.5 de valorização, não só pelos números conseguidos (17 pontos, 9 ressaltos, 3 roubos de bola, 1 assistência e 1 desarme de lançamento), como também pela espetacularidade das sua ações. O norte-americano Ricky Franklin (20 pontos, 7 assistências, 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento) esteve muito bem na função de 1º base, assim como no tiro de longa distância, ao passo que Cláudio Fonseca (14 pontos e 7 ressaltos) foi a principal referencia no jogo interior do Benfica.O internacional Fernando Sousa (18 pontos e 6 ressaltos) foi um verdadeiro capitão e o rosto da combatividade da equipa de Coimbra, que contou com mão quente, durante a 1ª parte, do atirador João Balseiro (13 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola).


Porto recebe SRTT Sub-16 Masc.

Foram convocados 20 jogadores para este treino, elevando para 75 o número total de atletas observados ao longo das já 6 sessões. Rui Alves, selecionador nacional de sub-16, terá como colaboradores Celso Rocha e Sérgio Marante.


“Sábado há Mini”

Logo cedo, ainda o sol envergonhado não se tinha conseguido libertar das nuvens do amanhecer, e já o recinto dos sonhos da criançada, fervilhava da alegria esfusiante dos petizes, que com olhinhos brilhantes não se fatigavam de tentar acertar com as bolas coloridas nos cestos, pendurados lá em cima, muito alto, mesmo pertinho do céu.A proporcionar este momento mágico de Minibasquete, estiveram jovens iniciados do CDTN e do CDTN/OAB, e os treinadores de Minibasquete do clube organizador, que contaram também, com a preciosa colaboração da Valentina, do Rio Maior Basket.No fim dos jogos, juntaram-se todos os sorrisos das crianças no meio do pavilhão, tiraram-se fotos com os treinadores e os colaboradores do evento, e Prof. José Monteiro, director técnico distrital, entregou a cada pequeno atleta, um diploma personalizado com o nome da criança. Mini 8 – Resultados:Ateneu Artístico Cartaxense, 18 – Rio Maior Basket, 18Rio Maior Basket, 26 – CDTN/CDTNOAB, 04CDTN/CDTNOAB, 04 – Ateneu Artístico Cartaxense, 16 Classificação:1 – Rio Maior Basket2 – Ateneu Artístico Cartaxense3 – CDTN/CDTNOAB Mini 10 – Resultados:Rio Maior Basket, 38 – CDTN/CDTNOAB, 04Chamusca Basket Clube, 32 – Santarém Basket Clube, 18CDTN/CDTNOAB, 00 – Santarém Basket Clube, 32Chamusca Basket Clube, 24 – Rio Maior Basket, 04 Classificação:1 – Chamusca Basket Clube2 – Rio Maior Basket3 – Santarém Basket Clube4 – CDTN/CDTNOAB


Clinic FibaEurope

A primeira sessão decorreu em auditório com Rui Alves, Catarina Neves, Carlos Seixas, Mariana Kostourkova, André Martins e Eugénio Rodrigues a exporem as maiores dificuldade com que se depararam e dando indicações para conteúdos importantes a trabalhar por todos os treinadores de forma a melhorar esses itens. Igualmente se destacou quais os pontos fortes dos nossos atletas dos diferentes escalões. No primeiro ano em que os sub-16 femininos e masculinos, competiram sem terem o trabalho continuado de centro de treino ao longo da época, fizeram-se sentir dificuldades ao nível da táctica individual e das capacidades físicas.Num pequeno resumo que podemos fazer da sessão, a defesa é um dos pontos destacados como positivo. A maioria das nossas selecções ficou nos primeiros lugares do ranking nos pontos sofridos, apenas em sub-16 foi referida alguma capacidade para defender jogadores mais altos.A exigência e o espírito crítico dos treinadores que trabalham com os jovens mais aptos, revelaram-se na hora de falar sobre os pontos mais débeis das suas equipas. Assim, foram várias as dificuldades referidas. Salientamos a tomada de decisão, quer em contra-ataque quer em ataque, as recepções dinâmicas e a capacidade ofensiva de 1×1, condição física e consistência no lançamento. Na segunda parte da sessão, os selecionadores Ricardo Vasconcelos e Rui Alves estiveram em campo, dando exemplos práticos de como treinar alguns destes pontos fracos, em especial a táctica individual e a tomada de decisão em contra-ataque e em ataque.No final houve ainda espaço para um pequeno debate com os treinadores presentes.A adesão foi considerável, com cerca de 70 treinadores de jovens a assistir dos quais 20 são treinadores do distrito de Coimbra. A Associação de Basquetebol de Coimbra realizou esta acção em parceria com a Escola Nacional de Basquetebol/Federação Portuguesa de Basquetebol e a Câmara Municipal de Cantanhede.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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