Artigos da Federaçãooo

Aposta na formação a dar frutos

Pela primeira vez, o clube bracarense terá em competição uma equipa sénior masculina e uma feminina, projecto que pretende ser cimentado, numa lógica de sustentabilidade do clube.

“Este ano, pela primeira vez, temos a equipa de seniores femi- ninos a disputar o campeonato nacional da II divisão e vamos ter na CNB1 os seniores mas- culinos, o que consideramos um grande desafio para os nossos atletas. É um esforço que a secção está a fazer. A maioria dos jogadores da equipa sénior são formados no clube, são quase todos fruto da formação, complementados depois com estudantes universitários que estão a estudar em Braga. E é esta anossa aposta, no futuro sempre a acrescentar atletas da casa a esta equipa”, frisou João Noivo, coordenador da secção de basquetebol do Sp. Braga.Esta época, o clube conta com cerca de 200 atletas, número que deixa o responsável satisfeito: “pela primeira vez temos equipas desde o minibasquete até aos seniores, masculinos e femininos. Somos a única equipa da Associação de Basquetebol de Braga que tem todos os escalões”.Segundo João Noivo, o trabalho desenvolvido nas etapas mais novas, vai no sentido de “divulgar o basquetebol” e, a partir dos sub-16, “procuramos apurar os nossos atletas para jogarem ao mais alto nível. E tudo depende do que eles quiserem fazer. Estamos a tentar criar todas as condições para que eles evoluam”. O caminho, acrescenta o coordenador, “é criar as bases para a formação de equipas seniores de futuro”.“Tem que ser com os nossos atletas, por uma questão de sustentabilidade e de aposta nos nossos atletas, só assim é que faz sentido todo o nosso esforço. Não faz sentido desenvolver os nossos atletas e depois, na hora da verdade, irmos buscar atletas fora, por não considerarmos os nossos válidos”, sublinhou.Quanto à nova época desporti- va, João Noivo é claro: “estamos muito esperançados numa boa época e num bom desenvolvimento dos nossos atletas”.


Três equipas na discussão da VI Taça Vítor Hugo

No primeiro jogo da prova, vitória do Algés frente ao GDESSA por 69-56. Depois do resultado de hoje o restante calendário fica assim determinado:
Amanhã, Sábado, dia 6, jogarão GDESSA e Vagos pelas 17h00 e no Domingo, pelas 11h00, o Vagos defrontará o Algés.

Antes de passarmos à análise do jogo entre o Algés e o GDESSA que nos levou no final da tarde do feriado de 5 de Outubro ao Barreiro, entendemos esclarecer uma questão pertinente a propósito do que escrevemos no lançamento da fase final do troféu, notícia publicada ontem. Obviamente que as razões que motivaram a decisão dos três clubes em não se apresentarem nas respectivas fases finais, são na nossa opinião diferentes. Longe de nós considerarmos como plausíveis todas as condicionantes: se a ausência do CAB Madeira e do CRCQ Lombos da fase de escalonamento do 5º ao 8º tem para nós uma leitura diferenciada, cada um terá as suas razões que admitimos, já a decisão do Académico FC em faltar à fase final do 1º ao 4º classificado, assume outros contornos. É preciso não esquecer que o emblema do Lima é um histórico da modalidade e em particular do feminino (campeão nacional em 1974/75 e 1977/78 e vencedor de 5 Taças de Portugal, quatro das quais consecutivas na década de setenta e a última em 1980/81). Ainda para mais sendo uma prova dedicada à memória de Vítor Hugo, que manteve anos a fio cordial despique com o Académico FC, nos tempos de Heidemarie, Conceição Fernandes, Arlete e outras, achamos que o homenageado merecia a comparência da equipa da Cidade Invicta. Claro que o CAB Madeira também tem historial na modalidade (6 campeonatos nacionais, 5 Taças de Portugal e 6 Supertaças), mas a sua posição tem que ser vista sob um prisma diferente. Não se pode deslocar de carro, para competir no continente tem necessariamente que viajar de avião e para isso os responsáveis governamentais insulares têm de assumir as suas responsabilidades, disponibilizando os subsídios atempadamente. O CRCQ Lombos (campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal em 2010/11), depois de só ter feito um jogo na 1ª fase (perdeu com o Algés após prolongamento) viu-se na contingência de na 2ª fase ir disputar também só um jogo, marcado para domingo, às 11 horas da manhã, em Lousada, uma tirada de 800 quilómetros ida e volta. Por questões de contenção de custos, admitimos que iriam viajar no mesmo dia e para isso teriam que iniciar a viagem de manhã muito cedo. Os responsáveis do emblema de Carcavelos viam assim desvirtuado um dos objectivos da prova: proporcionar o maior número de jogos que servissem de preparação à sua equipa no arranque da nova época. O Algés, mesmo sem poder contar com Joana Bernardeco e Joana Soeiro, ambas lesionadas, ganhou com justiça ao GDESSA, pese embora a réplica das escolares que se bateram com denodo até ao fim. Depois de um início equilibrado (9-10), favorável às comandadas de Nuno Manaia, estas consentiram um parcial de 14-0, que fez disparar o resultado para 23-10, acabando o 1º período com 27-17. Esta almofada veio a revelar-se preciosa para os objectivos das pupilas de José Araújo, que conseguiram manter a liderança do marcador até ao final da partida. No 2º quarto (7-8) a qualidade baixou, com a eficácia de lançamento a ser penalizada. Ao intervalo (34-25) a vantagem algesina resultava basicamente da superioridade nas tabelas (24-10 ressaltos), com particular realce para os 14 ressaltos ofensivos ganhos pelo Algés, nomeadamente através da dupla norte-americana (Broomfield e Jones), cada uma com 5. No 3º período (17-15), as escolares rectificaram a postura na luta de ressaltos e reagiram, conseguindo baixar a fasquia para 6 pontos (36-30), no minuto 22 e mais tarde para 5 pontos (45-40), no minuto 27. Mas com 30 minutos jogados a diferença mantinha-se na casa da dezena (51-40).N o derradeiro quarto (18-16) o Algés começou por ampliar para 59-43, mas depois sofreu um parcial de 0-8, com a particularidade de esses 8 pontos consecutivos terem sido da autoria da norte-americana Tyeasha Moss, a melhor unidade do conjunto escolar, que depois de uma 1ª parte em que teve uma eficácia muito baixa, melhorou consideravelmente na etapa complementar. Um oportuno desconto de tempo pedido por José Araújo aos 59-51 (minuto 35) quebrou a embalagem adversária, nomeadamente quando à entrada do minuto 36, caiu o 3º triplo de Catarina Coelho (62-51). A partir daí as algesinas geriram a vantagem sem problemas.Destaque nas vencedoras para a dupla norte-americana: a poste Laura Broomfield, MVP da partida (35,5 de valorização) que fez um duplo-duplo (18 pontos, 20 ressaltos sendo 6 ofensivos e 5 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e a extremo/poste Courtney Jones , melhor marcadora do encontro (26 pontos, 10/13 nos duplos, 9 ressaltos sendo 6 ofensivos e 9 faltas provocadas, com 6/10 nos lances livres), que também terminou com uma valorização elevada (33,5). Foram bem acompanhadas por Catarina Coelho (13 pontos, 2/2 nos duplos e 3/7 nos triplos), que mantém as suas características de lançadora. No GDESSA a melhor unidade foi a norte-americana exterior, Tyeasha Moss (24 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/5 nos lances livres), bem secundada pela experiente Vera Correia (10 pontos, 3/3 nos duplos, 6 ressaltos e 1 desarme de lançamento), ainda muito útil. Logo que Telma Fernandes recupere da lesão no joelho que a tem afectado e que a impediu de jogar, Nuno Manaia fica com mais soluções para a rotação no jogo interior, onde a outra norte-americana (Veronica Wilson) revelou lentidão e algum peso a mais para a espinhosa tarefa na luta das tabelas. Laura Ferreira (13 pontos, 2/4 nos triplos, 4 ressaltos e 4 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres) fez uns bons 20 minutos iniciais (12 pontos e 60% nos lançamentos de campo), mas baixou a eficácia drasticamente depois do intervalo. Ficha do jogoAlgés (69) – Jessica Almeida, Ana Oliveira (5), Catarina Coelho (13), Courtney Jones (26) e Laura Broomfield (18); Simone Costa (5), Bárbara Pedro (2), Susana Cruz e Maria CastroGDESSA (56) – Catarina Caldeira (4), Tyeasha Moss (24), Laura Ferreira (13), Vera Correia (10) e Veronica Wilson (5); Tânia Gonçalves, Joana Piteira, Emília Ferreira e Ana BrancoPor períodos: 27-17, 7-8, 17-15, 18-16Árbitros: Marco Gonçalves e João Quintela Amanhã (sábado), AD Vagos e GDESSA jogam a partir das 17H00, no mesmo recinto (Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro).


Campeão confirma credenciais

O Benfica confirmou o seu favoritismo, ao vencer a equipa da margem sul por 88-55.

Os encarnados marcaram a diferença desde o quarto inicial (25-10), matando em definitivo o encontro, depois de um 2º período mais equilibrado, nos primeiros 10 minutos da etapa complementar (73-42).O técnico Carlos Lisboa utilizou onze jogadores, Lance Dunn não foi utilizado, sendo que cinco deles terminaram na casa das dezenas em pontos marcados. Seth Doliboa foi o mais concretizador, a par de Carlos Andrade, com 17 pontos, aos quais somou 10 ressaltos, mas o mais valorizado foi o internacional português (5 assistências, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) num claro sinal que está a aproximar-se da sua melhor forma.Numa equipa projetada para participar no Campeonato da Proliga como é o caso desta do Galitos/Barreiro, é natural que o grupo trabalho ainda esteja a adaptar-se à nova realidade, bem como a potenciar os recursos que tem à sua disposição. Tomaz Rodriguez, de volta ao escalão principal, acabou por ser o mais produtivo, ao registar 13 pontos, 5 ressaltos e 4 roubos de bola.


Arranque da temporada

O Grupo do Norte tem a particularidade de ser composto por apenas dois clubes, pelo que o triunfo caseiro do Barcelos diante do Vitória SC (72-65), coloca os barcelenses com sete pontos positivos para gerir na sua deslocação a Guimarães, no próximo Domingo.O domínio do jogo foi repartido pelas duas equipas durante os primeiros três períodos do jogo, sendo que o Barcelos só no derradeiro quarto, que perdia por dois pontos à entrada do mesmo (51-53), conseguiu garantir a conquista da vantagem na eliminatória.Grande destaque para o novo reforço do Barcelos, Marko Loncovic (22 pontos e 12 ressaltos), a deixar boas indicações. Mas não foi o único a brilhar na equipa de Barcelos, com Eduardo Coelho (18 pontos e 5 ressaltos) e Nuno Oliveira (17 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos e bola) a serem igualmente importantes no triunfo da equipa.Nem o facto de ter sido o MVP do jogo, com 28 de valorização, com um fantástico duplo-duplo (17 pontos e 14 ressaltos) fez com que Paulo Cunha conseguisse evitar a derrota. O norte-americano Dain Swetalla, ex-Illiabum, contabilizou igualmente um duplo-duplo (15 pontos e 10 ressaltos).Ovarense entra com o pé direitoEmbora a pré-temporada não tenha corrido da melhor forma à Ovarense, o desempenho da equipa mudou no arranque do Grupo Centro Norte, com os vareiros a vencerem, em casa, a Académica de Coimbra (63-51).A formação de Ovar, depois da curta vantagem amealhada durante a 1ª parte (29-23), disparou no marcador no inicio da etapa complementar, pelo que no final do 3º período já vencia por 15 pontos de diferença. No último quarto a vantagem da equipa da casa chegou a ser de mais de 20 pontos, diferença reduzida pelos conimbricenses já na parte final do encontro.De registar a boa exibição do extremo Fernando Neves (22 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola), MVP do encontro com 23 de valorização, bem secundado pelo espanhol, ex-Barcelos, Sergio Coll, autor de um duplo-duplo (10 pontos e 11 ressaltos).No conjunto de Coimbra, o poste Marco Gonçalves foi o mais valorizado (16.5), fruto dos 7 pontos, 8 ressaltos, 5 roubos de bola que contabilizou durante o jogo.Física entra a vencerFísica e Algés, as duas equipas finalistas do Campeonato da Proliga da época passada, voltaram a encontrar-se na 1ª jornada do Grupo Centro Sul do Troféu António Pratas/LPB. Desta vez levou a melhor a equipa de Torres Vedras que, a jogar em casa, conseguiu uma expressiva vitória diante dos algesinos (71-48).Fazendo da defesa a sua principal arma, os comandados de Ivan Kostourkov cedo se distanciaram no marcador, construindo uma vantagem de vinte pontos durante os primeiros 10 minutos do jogo (24-4).Carlos Dias foi decisivo na vitória da Física, tornando-se simultaneamente o MVP (22 de valorização) e o melhor marcador do jogo com 20 pontos. O reforço Eki Viana destacou-se igualmente, não tanto pelos pontos convertidos (4), mas pelo desempenho na luta das tabelas (14 ressaltos).Na formação do Algés a tarde não foi de grande inspiração, exceção feita ao novo jogador da equipa, Rui Quintino, que terminou o encontro com (18 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola).


3º Get Together FIBA Europa

A FIBA Europa atribuiu também à FPB a organização da Reunião da Comissão da Juventude, a decorrer em paralelo. Dos 9 conferencistas que dela fazem parte, o único português é o DTN Prof. Manuel Fernandes. Nos detalhes poderá encontrar mais pormenores sobre os eventos.

3º Get TogetherPrograma do Clinic6/Out10:15/11:15 – 1×1 para principiantes – António Carrillo11:30/12:30 – Minibasquete – 5 regras de ouro para ensinar o jogo – San Payo Araújo14:45/15:45 – A coordenação e o desenvolvimento dos sentidos – António Carrillo15:45/16:45 – Recrutar talentos: proposta metodológica – Rui Alves17:00/18:00 – Aspectos psicológicos no treino com jogadores Sub-14 – J. Maria BucetaAs preleções serão todas em língua inglesa mas são abertas a todos os treinadores interessados, podendo inscrever-se no local. Reunião da Comissão da JuventudeA agenda é bastante sobrecarregada e reveste-se de especial importância na medida em que será discutido o futuro das competições de jovens, nomeadamente as alterações aos sistemas de competição e o calendário internacional para 2013. Também será debatida a preparação para a Convenção do Minibasquete 2013.Para esta realização, a organização está assegurada por um staff de cerca de 12 pessoas com apoio de 4 membros da FIBA Europa.


«Vamos jogar para ganhar»

Assegura que a equipa vai “deixar tudo em campo” e que “nada vai ser fácil contra o GDESSA”.

Todos os anos o GDESSA consegue reinventar-se como equipa. Mérito do seu treinador Nuno Manaia que aposta em jovens jogadoras, mas também da formação do clube que todos os anos consegue colocar atletas na equipa principal. “A nossa equipa tem sempre jogadoras jovens a aparecer na equipa sénior. Muitas delas ainda são juniores, isso faz com que haja sempre mais uma ou duas jogadoras por época que conseguem ajudar a manter o nível da equipa. O facto de também conseguirmos manter o núcleo duro acaba por ser igualmente importante. Apesar de jovens já têm alguma experiência acumulada e assim vamos conseguindo corrigir alguns erros do passado. Também temos conseguido contratar jogadoras americanas que, juntamente com a experiente Vera Correia, nos têm dado a consistência necessária para sermos competitivos ano após ano.” O apuramento para a final-four do Troféu Vítor Hugo leva a crer que a equipa vai voltar a ser competitiva. A vitória por um ponto diante as açorianas do Boa Viagem colocou a equipa do Barreiro no primeiro ponto alto da temporada feminina. “Penso que sim, pelo menos é esse o objetivo. O grupo de jogadoras não se alterou muito, não há motivos para pensarmos que somos piores que a época passada.”A primeira fase foi ultrapassada com sucesso, pelo que a próxima etapa, embora tentando sempre ganhar, é encarada pelo técnico Nuno Manaia como de preparação para o Campeonato. Uma surpresa é sempre possível acontecer, mas atingir a final é para já o objetivo do GDESSA. “A Taça Vitor Hugo é uma prova de preparação em que os treinadores aproveitam para avaliar o rendimento da sua ‘nova’ equipa. Esse é o nosso objetivo. Queremos entrar bem na Liga Feminina e para isso temos que aproveitar estes jogos para ‘limar’ estratégias, regras, etc. Claro que vamos jogar para ganhar, uma das coisas que queremos é ser competitivos contra todos os adversários. Para já queremos chegar à Final, depois…alguém terá que vencer o troféu.”O treinador da equipa da margem sul já tem bem definidos os objetivos para esta temporada, se bem que um se sobreponha aos demais: ser competitivo contra todos os adversários. “Uma boa época seria ficar nos 4 primeiros lugares, embora tenhamos definido como objectivo ficar na 1ª metade de tabela e atingir 2 pontos altos nas outras competições. Queremos competir com os melhores e mesmo quando não ganharmos iremos deixar tudo no campo. Nada vai ser fácil contra o GDESSA.”


João Abreu: «Temos plantel de qualidade»

Este ano vai competir na Proliga e conseguiu apurar-se para a final-four do Troféu António Pratas/Proliga, que se disputa este fim-de-semana, precisamente em Oliveira de Azeméis. João Abreu explica nesta entrevista o que tem sido feito no clube e quais são as expetativas da Oliveirense para a esta primeira competição oficial da época.

O plantel traz há memória tempos mais antigos da Oliveirense? De facto, este plantel faz recordar tempos de um passado não tão distante do clube, pois apresenta alguns jogadores que jogaram juntos durante vários anos e fizeram parte de algumas das melhores equipas da Oliveirense ainda no tempo da extinta Liga Profissional.Somos um grupo constituído por uma mescla de jovens jogadores de qualidade predominantemente da formação do clube e jogadores mais experientes que, ou são da formação do Oliveirense ou que fizeram parte dela. Somos fundamentalmente um grupo de amigos com fortes ligações ao clube e ao basquetebol da cidade, o que possibilita uma identificação dos adeptos com a equipa. Sente que a cidade definitivamente voltou a viver o basquetebol? Esta final-four poderá contribuir para trazer ainda mais adeptos ao pavilhão? Oliveira de Azeméis é uma cidade de basquetebol, inserida numa região com forte tradição na modalidade e os oliveirenses são adeptos conhecedores e apaixonados pelo basquetebol.Com a extinção da equipa sénior ainda no tempo da Liga Profissional sentiu-se um enorme desanimo na cidade e naturalmente houve um afastamento das pessoas relativamente à modalidade. Ao longo dos últimos anos, com equipas constituídas predominantemente por atletas oriundos da formação do clube, a maioria naturais da região, o que sem dúvida permite uma maior identificação com os adeptos, fomos conquistando excelentes resultados desportivos, que para além de permitir colocar o clube novamente a disputar campeonatos mais competitivos e com maior visibilidade, têm ajudado determinantemente no processo de revitalização do basquetebol na cidade.A possibilidade de organizar momentos decisivos de qualquer competição, como é o caso desta final-four, ainda para mais com a nossa equipa presente, irá com certeza contribuir para este processo de revitalização do basquetebol em Oliveira de Azeméis e para trazer cada vez mais adeptos ao pavilhão Salvador Machado.Este apuramento, num grupo complicado, veio confirmar que este ano a Oliveirense poderá vir a ser ainda mais forte? Na minha opinião, e embora tenhamos conquistado este apuramento num grupo muito complicado, parece-me precoce afirmar, nesta fase da época, que possamos vir este ano a ser mais fortes. Temos de facto um plantel com jogadores com muita qualidade e com certeza mais experiente que no ano passado, ainda assim existe muito trabalho pela frente e é exactamente nesse trabalho que nos devemos focar pois é esse trabalho que irá determinar se seremos mais fortes do que no passado. Uma coisa é certa, temos sempre vontade de melhorar e um grupo competitivo como o nosso quer sempre ganhar.As entradas do Cortez e do Reveles vieram acrescentar a experiência e a qualidade necessária para vencer pontos altos como esta final-four? O Reveles e o Cortez são jogadores de enorme qualidade, com passagens por muitos momentos altos e decisivos no basquetebol português ao longo da última década, com muitos títulos conquistados e obviamente que a integração destes jogadores melhora imenso a nossa equipa e as possibilidades de sermos bem sucedidos. As suas entradas tem com certeza um forte impacto nas dinâmicas da nossa equipa, muito pela qualidade e experiência que acrescentam mas sobretudo por já terem uma ligação passada ao clube e uma relação pessoal forte com praticamente todos os restantes jogadores do grupo. Relativamente à final-four, o fator casa pode ajudar a fazer a diferença? Relativamente a esta final-four, espero que seja um sucesso em termos organizativos, com muito público no pavilhão a seguir todos os encontros e que os jogos sejam de qualidade, competitivos, emocionantes, que agradem às pessoas e que sirvam fundamentalmente como uma boa publicidade para a modalidade, que tanto precisa. Pessoalmente espero que a Oliveirense vença o jogo de sábado frente a uma equipa nova mas com imenso potencial e qualidade como a do Benfica “B”, e que o público oliveirense adira e que nos venha apoiar. A presença deles é um fator determinante, pois impulsiona a nossa equipa para momentos de superação.


«Com a crença do 1º ano»

No comando da equipa volta a estar Fernando Sá, que começou a temporada com conquista do Torneio S. Pedro do Sul. Já este fim-de-semana, o Vitória terá novo desafio. E duplo. Na estreia do Troféu António Pratas a equipa vimaranense irá medir forças com o Barcelos. Esta sexta-feira, terá lugar o primeiro encontro, sendo que a receção à equipa minhota está marcada para domingo. Ainda à espera de reforços, o técnico vitoriano prepara o duplo confronto com o adversário de Barcelos com a motivação em alta como deixou bem claro numa entrevista ao site do clube.

“Encontro a minha equipa limitada, porque ainda não está completa, mas a resposta no Torneio Cidade Termal S. Pedro foi bastante positiva. O Barcelos está, aparentemente, nas mesmas condições mas se receber os três jogadores de que estão à espera, as coisas poderão tornar-se mais complicadas”, comentou.Com a desistência do FC Porto, a equipa vitoriana e o Barcelos surgem como os dois clubes que integram o Grupo do Norte, e irão lutar por um lugar na Final 4 do Troféu António Pratas, que terá lugar já no próximo fim-de-semana. Um objetivo que Fernando Sá pretende ver atingido. “Estamos cá todos com a mesma crença do primeiro ano. Os jogadores têm-me dado uma resposta muito boa e estou muito otimista em relação ao futuro. Quanto à desistência de alguns clubes, penso que o campeonato manter-se-á o mesmo. Saiu o Barreirense mas entrou o Galitos, que é formado com muitos atletas que estavam no Barreirense. Se alguma coisa tem de melhorar, então somos nós”, concluiu o técnico.Recorde-se que o Vitória entra em ação já esta sexta-feira, pelas 17h30, para o primeiro confronto com o Barcelos. No domingo há novo duelo, desta vez no Pavilhão do Vitória SC. O segundo encontro inicia-se às 16 horas.


Pedro Costa antevê a nova época

Pedro Costa garante numa entrevista ao site do clube, que “há já uma grande química” no grupo, pelo que, quando a competição oficial arrancar, acredita que o seu grupo estará em “boas condições para lutar pelas vitórias”.

O técnico, que tem um longa história de sucesso ligada ao clube, não teve problemas, com é seu timbre, de assumir objectivos ambiciosos para a época, querendo mesmo lutar por um lugar na Proliga. Recorde-se que é já esta sexta-feira que o Esgueira/Oli tem o seu primeiro jogo oficial, recebendo, a partir das 18.30 horas, o FC Gaia, em jogo a contar para a Taça de Portugal.O que é que espera para a nova época, que está prestes a iniciar-se?Para esta época, desejo construir, com o leque de jogadores que disponho, uma equipa no verdadeiro sentido da palavra, coesa, em que o todo seja maior do que a soma das partes e que pratique um basquetebol agradável para quem for ver os nossos jogos. Os objetivos, no geral, são participar de uma forma competitiva e digna em todos as competições, dignificar o Clube, patrocinadores, sócios e todos nós (jogadores, treinadores, seccionistas e directores). Em termos competitivos, pretendemos o apuramento para o “play-off” do CNB1, lutar por um lugar que dê acesso à Proliga e ir o mais longe possível na Taça de Portugal.Considera que as expectativas estão muito altas depois de no último ano a subida à Proliga ter ficado a um pequeno passo?A época passada só não foi positiva por não termos subido de divisão. Relembro que, inicialmente, eram duas as equipas que subiam em cada zona, facto que foi conseguido pelo CPE ao eliminar o Vale de Cambra. Mas, mais tarde, foi decidido pela Federação que só subiria uma equipa… Fora isso, foi uma época muito boa. Mais uma vez foi um prazer treinar um grupo de jogadores de grande caráter e atitude.O que foi pedido à equipa pela Direção foi que esta dignificasse a grandeza deste Clube, dando sempre o seu melhor e seguindo aquela que é a tradição do Esgueira/Oli, que é lutar sempre arduamente pelas vitórias, respeitando todos os intervenientes no jogo.É claro que face ao que se fez na época passada, as expectativas poderão ser altas, no sentido de se conseguir mais e melhor.O plantel registou algumas saídas e entradas. Está satisfeito com o grupo reunido?Tivemos muitas mexidas no plantel. Foram muitos os jogadores que saíram por diferentes motivos: profissionais, abandono da modalidade ou mesmo por opção, para jogar noutros clubes. Este plantel foi o possível de arranjar, com a preocupação de recrutar atletas que já tivessem alguma identificação com o Clube, como são os casos do Mauro Santos e Daniel Félix. Houve, ainda, a preocupação de renovar a equipa e de lhe dar mais juventude, e, aí, promovemos alguns juniores, como é o caso de Ricardo Costa e de Djenaten Cuma, havendo ainda a registar a entrada de João Almeida, que veio da Sanjoanense. Por outro lado, também quisemos dar experiência à equipa e apostámos no João Carvalho e no Pedro Morgado, mas tudo isto sempre com a preocupação de integrar atletas que se identifiquem com a filosofia do Clube.Essa entrada de novos jogadores, com características diferentes, vão alterar a forma de jogar da equipa?Houve a preocupação de recrutar atletas que nos dessem condições de manter a nossa forma de jogar e o modelo de jogo que defendemos no Clube.A equipa tem feito vários jogos de treino e até já derrotou formações da Proliga. Está apta para o arranque da época?Os jogos de treino têm características muito especiais e o resultado é o menos importante. É verdade que temos equilibrado com equipas de divisões superiores, o que nos dá boas indicações para o futuro. A equipa está a preparar-se bem e estamos muito satisfeitos com a entrega e atitude de todos. Há já uma grande química neste grupo e quando a competição oficial iniciar estaremos em boas condições para lutar pelas vitórias.O primeiro jogo oficial será para a Taça de Portugal, frente ao Gaia. Até onde pode ir o Esgueira/Oli na competição?Em relação a este jogo, não temos informações sobre o Gaia. Apenas conhecemos a equipa da época anterior, que defrontámos por várias vezes e vencemos. Tudo iremos fazer para vencer e prosseguir na prova. Em relação à competição, vamos pensar, jogo a jogo, com a consciência de que sempre que avançarmos a tarefa será cada vez mais difícil e que o sorteio é determinante nesta prova.No “play-off” da última época, a equipa recebeu um apoio tremendo. Gostaria que o mesmo chegasse este ano mais cedo?É claro que jogar com o pavilhão cheio é motivante para todos os intervenientes no jogo. Gostaria que os nossos sócios e simpatizantes nos apoiassem desde o início… esta equipa merece. Temos um conjunto de jogadores, com grande carácter, que jogam apenas pelo prazer que o jogo lhes proporciona e pelo gosto que têm em fazer parte deste Clube.O campeonato irá ter, também, a particularidade de reunir os três clubes da cidade –Esgueira, Galitos e Beira-Mar –, o que irá ser muito interessante e certamente irá mobilizar muitas pessoas aos pavilhões, isto numa altura em que o basquetebol atravessa um período menos bom.


João Freitas em entrevista

Neste momento, a Direcção e o treinador da equipa estão profundamente envolvidos na preparação do plantel. Porém, o site oficial do CAB aproveitou uma pausa nesse trabalho para entrevistar o treinador João Freitas.

Fiel a si mesmo e ao seu estilo muito próprio, João Freitas falou abertamente sobre a época passada e os problemas que o grupo de trabalho teve de enfrentar. Falou também sobre o futuro, sobre as ambições da Equipa Masculina para a época que aí vem, sobre o Desporto Regional e sobre muito, muito mais. Deixamos aqui registada uma entrevista a não perder, pela qualidade do diálogo trocado e pela visão única que a mesma nos oferece sobre a forma de trabalhar e de ser do homem que lidera a equipa masculina madeirense. A época passada foi uma de muitas dificuldades para o CAB. De que forma é que condicionou o trabalho da equipa?Todos os factores que sejam fora da normalidade sempre condicionam o trabalho da equipa. Como gostamos de trabalhar de uma forma séria, planeada e com objectivos bem definidos, tudo o que se passou o ano passado e que culminou com a nossa desistência na meia-final teve reflexos muito negativos. Aquela que podia ter sido uma excelente época ficou manchada por todas as situações que tivemos que viver e ultrapassar. Mas o que ainda hoje mais sinto, foi não termos tido a oportunidade de receber uma ovação dos nossos adeptos e sair de cena de uma forma muito atribulada. Sinto que vivemos com os nossos apoiantes uma época muito positiva e ficou um adeus por dizer. Mesmo assim, apesar das dificuldades, a equipa teve uma das melhores prestações de sempre em termos qualificativos. Como explica esse feito?Temos um conjunto de jogadores, treinadores, uma directora, dois fisioterapeutas, dois treinadores que são preparadores físicos e uma Direcção que tudo fizeram para que, apesar das contrariedades, a época fosse vivida da forma digna que foi. Ano após ano, o CAB tem tido prestações extremamente competitivas, mesmo contra equipas que têm quatro ou cinco vezes o seu orçamento. Acha que o Clube tem recebido o reconhecimento e o respeito que merece por tudo o que tem feito?No quadro da conjuntura actual, é difícil responder a essa pergunta sem ferir sensibilidades. Acredito que todos os dirigentes de todos os Clubes e Associações fazem o melhor que podem e sempre se vão sentir menorizados. A minha opinião no entanto mantém-se há muito tempo. É necessário fazer escolhas e potencializar as equipas que, pelo seu passado e presente, possam ser a afirmação do projecto desportivo madeirense. Ficar nos quatro primeiros ou ir aos playoffs, deixa de fazer muito sentido quando andamos há muitos anos nestas andanças. Queremos ganhar e queremos que isso não seja esporádico. Para isso o apoio tem que ser canalizado e condicionado. Não é possível apoiar tudo e todos. Mas quero ressalvar que o que se gasta no desporto é uma ínfima parte do que se devia gastar. Penso que a culpa será nossa, de todos os agentes desportivos que não temos sabido ou não temos querido passar a mensagem. O desporto como a parte mais importante das vertentes do homem e da sociedade. A preservação da saúde, o respeito das regras de ética e responsabilidade, da superação constante, dos exemplos, da solidariedade, do trabalho em grupo. De entender que formação desportiva é formação cívica. É não ter tantos problemas de obesidade, é prevenir, é ajudar, é saber estar em grupo é, é, é … Isto tudo junto, em que outra actividade se consegue? É urgente que se passe esta mensagem, senão qualquer apoio ao desporto é motivo de criticas ignorantes de quem tem do desporto uma noção menor. Todas as grandes potências se afirmam pelo desporto. Porque é que nós, na Madeira, começando pela escola, passando pela formação nas escolas e clubes, não podemos ser um exemplo das políticas a seguir para que em todos os finais dos ciclos Olímpicos não se oiçam sempre as mesmas vozes a dizer que o sistema tem que mudar se queremos campeões? De que forma é que a época 2012-2013 está a ser preparada?Com muito cuidado e responsabilidade. No entanto sinto que ainda andamos sobre areias movediças. Quero muito acreditar que a situação vai melhorar. Quero muito acreditar que os responsáveis serão responsáveis. É melhor acabar de uma forma muito séria do que os projectos acabarem de forma desprestigiante. É necessário que a imagem construída ao longo de muitos anos se possa retomar e que o ano passado tenha sido só uma fase conturbada que saberemos ultrapassar. Mas temo muito pelo futuro. Quais são os principais objectivos da equipa para a época que se aproxima?Se conseguirmos assinar os jogadores que nos propomos, se tudo correr dentro da normalidade dentro e fora de campo, se forem respeitados os compromissos assumidos e se tantos mais ‘ses’ que não dominamos decorrerem dentro da normalidade, queremos a melhor classificação de sempre. É importante notar que, no quadro da actual conjuntura, é mais fácil conseguir bons jogadores por menos dinheiro. Há muita oferta e a procura é reduzida. O CAB é a equipa com mais jogadores na Selecção Nacional de Basquetebol, contribuindo com cinco jogadores para o grupo de trabalho. Esse facto orgulha-o?Estou eu muito orgulhoso, como o devem estar todos os que trabalharam para que tal acontecesse, dentro e fora do campo. É a prova que o CAB é um Clube que trabalha bem e no qual os jogadores sentem que têm espaço para evoluir e serem melhores do que foram quando chegaram cá. A desistência do FC Porto da Liga surpreende-o?Muito. Ainda por cima, porque já tinha muitos jogadores já assinados, o que faria a equipa outra vez muito competitiva. Mas penso que, além do que se diz por aí, esta desistência do Porto está muito mal contada. Os factores não foram de certeza só financeiros. Mas não entro em conjecturas e opiniões que são só as minhas. O afastamento voluntário dos ‘dragões’ significa que o CAB pode traçar metas mais ambiciosas em termos de qualificação final?Um lugar acima, ficamos com certeza. Só houve um ano em que o CAB se classificou à frente do Porto. Como já referi em cima a classificação final depende de muitos factores. Pela ambição, queremos ser primeiros. É possível falar de títulos no futuro próximo da Equipa Masculina?É. Mas, aí, voltaríamos aos ‘ses’. Vai iniciar mais um ano à frente da Equipa Masculina do CAB. Como explica a sua continuação na liderança da equipa, estando nós num país onde existe uma grande tendência de renovar muito frequentemente os treinadores e os técnicos?Essa pergunta tem que ser feita aos Presidentes da Direcção actual e anterior. Eles é que nos mantêm e que nos dispensam. Eu por mim quero crer que é pela competência, trabalho e liderança. Mas, acima de tudo, acredito que é pela muita honestidade que existe numa relação que sempre é aberta, de respeito e de traçar metas comuns.


Final Troféu António Pratas

No 1º dia da prova jogar-se-ão as meias finais, onde Oliveirense e Benfica B medirão forças às 16 horas e às 18h será a vez do embate entre Eléctrico Ponte de Sor e Maia Basket. Jogos que prometem certamente espetáculo e incerteza no resultado, numa cidade que volta a receber a realização de um grande evento de basquetebol.No Domingo a grande final está agendada para as 17.30 horas. Espera-se uma forte adesão do público de Oliveira de Azeméis, antevendo-se uma grande oportunidade para se ver em ação e ao vivo alguns dos melhores jogadores nacionais que competem na competitiva Proliga.


Carlos Ferreirinho: «Sampaense foi opção correta»

Para já, o grupo está a evoluir de forma muito positiva e até foi finalista no recente Torneio de São Pedro do Sul…

O que o levou a deixar (por empréstimo) o Benfica? Foi uma decisão tomada por mim e, obviamente, pelos meus treinadores e a estrutura do Benfica. As razões que me levaram a fazê-lo são muito simples e certamente compreendidas por todos. Apesar de ter feito um longo e bom trabalho no Benfica, cheguei a uma fase da minha carreira como jogador em que preciso de ”minutos”, de margem de erro, de poder assumir o jogo para conseguir ganhar a maturidade basquetebolística suficiente para conseguir depois jogar em ligas mais fortes. Tanto eu como os meus antigos treinadores (Carlos Lisboa, Nuno Ferreira e Goran Nogic) partilhávamos a mesma opinião.Quais os motivos que o levaram a optar pelo Sampaense? Quando surgiu a proposta do Sampaense, aliada ao facto de eu conhecer o treinador, achei que era uma boa opção para mim. É claro que não é fácil depois de cinco anos a viver em Lisboa decidir ir viver para Oliveira do Hospital e ‘deixar’ tudo para trás. Apenas o fiz pelo facto de conhecer o treinador José Calabote e os seus métodos de treinos. Tendo-o como treinador deu-me a certeza que o meu trabalho não iria parar, antes pelo contrário.Este torneio em São Pedro do Sul veio confirmar que foi correta a sua opção? O trabalho já começa a dar frutos, tanto coletiva como individualmente. Ainda temos muito que trabalhar como equipa para atingir os objetivos a que nos propusemos e o que mostramos neste torneio de preparação ainda não é o nosso melhor nível. Mas não só este torneio veio confirmar que a minha decisão foi correta mas também que o trabalho que fazemos diariamente no campo é muito válido.Na sua opinião o Sampaense pode vir a tornar-se numa das surpresas deste ano da Liga? Estamos num bom caminho para atingir um nível superior, claramente não somos favoritos ao título mas tudo deixaremos em campo para estar o mais alto possível na tabela classificativa.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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