Artigos da Federaçãooo
Maia Basket é 4º semi-finalista
Com este triunfo, os maiatos fecharam a eliminatória (3-1), confirmando o favoritismo que lhe era atribuído para esta primeira ronda. Nas meias-finais, o Illiabum vai cruzar-se com o Maia Basket, já a Oliveirense vai defrontar a equipa alentejana do Eléctrico FC. A eliminatória é disputada à melhor de 5 jogos, pelo que os dois primeiros terão lugar na Maia, e em Oliveira de Azeméis.
Uma palavra para o conjunto terceirense, que como prémio de consolação poderá dizer que foi a única equipa a forçar o seu adversário a um quarto jogo. Um feito que ganha ainda maior dimensão, se tivermos em conta que opositor era o vencedor da fase regular com apenas três derrotas averbadas durante a primeira fase.
Sampaense iguala eliminatória
O triunfo deste domingo, em Coimbra, permitiu à equipa orientada por José Calabote empatar a eliminatória a 1, o que abre boas perspetivas para os dois jogos em S. Paio de Gramaços. Uma ronda que continua em aberto e promete ainda muita emoção até final.
Depois de uma vitória tranquila da equipa de Coimbra no dia anterior (79-41), o segundo jogo era obviamente mais decisivo para o conjunto visitante, já que nova derrota colocaria em maus lençóis o Sampaense. Conscientes dos riscos que corriam, a equipa forasteira começou melhor o encontro, mas a vantagem inicial esfumou-se até ao final do 1º período que acabou empatado a 22 pontos.No arranque do 2º período, um parcial de 13-0, favorável aos visitantes, fez o marcador disparar, obrigando desde então os conimbricenses a correr atrás do prejuízo. Foi o melhor período do Sampaense, a defender bem (9 pontos sofridos), e com as coisas a saírem-lhes bem no ataque. O intervalo chegava com os forasteiros na frente do marcador por 43-31.O recomeço da etapa complementar coincidiu com o melhor período ofensivo do Sampaense, 26 pontos marcados, algo nada positivo para quem quer recuperar de uma desvantagem. A Académica não só conseguia encurtar distâncias, como via aumentar a diferença pontual que separava as duas equipas (63-45).Os últimos 10 minutos resumiram-se à pressão todo campo por parte da Académica, enquanto que no ataque, em virtude de ter em campo dois bases e uma equipa mais móvel, procurava situações de finalização rápida, quase sempre previligiando as penetrações em drible. Ao Sampanese competia-lhe ultrapassar a pressão de forma paciente, gerindo bem as posses de bola e o tempo de ataque. O base Jorge Sing (10 pontos, 8 ressaltos, 8 assistências e 4 roubos de bola) foi importante nessa tarefa, num encontro em que o jogo exterior funcionou muito bem como demonstram os números registados por Steven Baker (25 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola), bem secundado por Stefan Djukic (17 pontos e 6 ressaltos).Mário Fernandes (18 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) foi o melhor marcador da equipa da Académica, em mais um jogo em que o mais recente reforço, Szymon Lukasiak (13 pontos, 7 ressaltos e 2 desarmes de lançamento), mostrou que pode ser muito útil para ao técnico Norberto Alves.
CAB em posição confortável
O triunfo voltou a sorrir aos madeirenses (75-69), que assim se colocam em vantagem por 2-0 na eliminatória, se bem que, só no derradeiro quarto, os comandados de João Freitas tenham garantido a vitória.
Ao que tudo indica a eliminatória irá continuar a ser muito equilibrada, o que faz com que cada jogo seja uma batalha, em que a vitória poderá cair para qualquer um dos lados. No entanto, a posição do CAB neste momento é bem mais confortável, já que o Barcelos para continuar em frente terá de vencer todos os jogos que faltam disputar nesta ronda (3).Tudo muito equilibrado nos primeiros trinta minutos de jogo, já que depois de ter terminado a primeira parte a perder por três pontos (33-36), os pupilos de José Ricardo empatavam o jogo a 51 pontos no final do 3º período.O decisivo quarto foi aquele em que a equipa da casa mais pontos fez (24) durante o encontro, um fator sempre importante para quem procura ganhar vantagem no marcador. Jorge Freitas (16 pontos) voltou a desempenhar o papel de base atirador, Jason Smith (15 pontos e 6 assistências) esteve muito eficaz no ataque, e Fábio Lima ficou muito próximo do duplo-duplo (12 pontos e 9 ressaltos). Ainda assim, o capitão Shawn Jackson (11 pontos, 7 ressaltos, 5 roubos de bola e 2 assistências) foi o jogador mais valorizado na equipa insular, tendo sido mesmo o MVP do encontro com 21 de valorização.Matic Sirnik com 17 pontos foi o melhor marcador dos barcelenses, logo seguido por Carlos Fechas com 14 e Rui Coelho com 11. Num jogo decidido em pormenores, a prestação da linha de lance-livre (12/21 – 57%) da equipa de Barcelos não foi nada famosa, bem como a luta do ressalto (23/36) que lhe foi desfavorável.
Olivais em vantagem
As conimbricenses tinham como principal objetivo vencer o primeiro jogo desta ronda, pelo que o triunfo por 68-63 coloca a equipa de Coimbra na posição desejada pelo técnico Paulo Silva no lançamento desta eliminatória. A ronda muda-se agora para Algés, passando a estar agora obrigadas as atuais campeãs nacionais a vencer os dois jogos que faltam disputar caso, queiram manter-se na defesa do título.
Tal como se previa, o domínio foi a nota dominante do encontro de Coimbra. A primeira parte terminou empatada a 29 pontos, depois de cada uma das equipas ter sido ligeiramente superior em cada um dos períodos. O arranque da etapa complementar acabaria por ser decisivo para o desfecho do encontro, já que a curta vantagem de cinco pontos conquistada pela equipa da casa durante o 3º período (50-45), acabou por fazer toda a diferença.Os últimos 10 minutos, voltaram a ser marcados por uma igualdade (18 pontos), um parcial que serviu os interesses do Olivais, logicamente porque estava na frente do marcador. Apesar de não terem estado muito certeiras nos tiros nas áreas próximas do cesto, o domínio das tabelas por parte do Olivais (35-24), concedeu-lhes mais posses de bola, ou seja, mais oportunidades para fazer pontos.Artemis Afonso (12 pontos e 11 ressaltos), MVP do jogo com 23.5 de valorização, teve um papel determinante na vitória do Olivais, mas não foi a única a ter estado bem. Dalila Eshe (12 pontos e 10 ressaltos) somou igualmente um duplo-duplo, embora a melhor marcador tenha sido Mattilyn McIntyre com 17 pontos, logo seguida de Ana Fonseca com 14 pontos.A dupla formada por Kathryn Geralds (25 pontos e 5 ressaltos) e Laura Broomfield (14 pontos e 8 ressaltos) destacou-se na equipa de Algés, num encontro em que a linha de lance-livre foi um problema acrescido para formação lisboeta (6/14 – 43%).
Três equipas já apuradas
Mais complicado foi triunfo dos ilhavenses, já que só uma fantástica recuperação durante a segunda parte, permitiu à formação de Ílhavo celebrar a passagem às meias-finais da competição. A única exceção acabou por ser o Maia Basket, que foi derrotado, nos Açores, pela equipa do Terceira Basket (71-66).
Sem margem para erro, e consciente da posição em que se encontrava, a equipa do Guifões desde o inicio do jogo que revelou o desejo de continuar em prova. Depois de um primeiro período em que esteve melhor (23-18), a formação da casa melhorou defensivamente até se atingir o intervalo, aproveitando esse facto para fazer subir a diferença pontual que separava as duas equipas (40-24).O conjunto de Guifões aparentemente tinha o jogo controlado, dispunha de uma vantagem de dezasseis pontos para gerir durante a segunda parte, que, tendo em conta a prestação defensiva da equipa durante o 2º quarto, parecia ser confortável.O descanso fez bem aos ilhavenses, que com uma entrada forte no segundo tempo, mais eficaz em termos ofensivos, encurtou distâncias nos primeiros dez minutos da etapa complementar (44-51). No derradeiro quarto, o conjunto de Guifões continuou a revelar dificuldades para fazer pontos no ataque, fraca percentagem nos lançamentos de curta e média distância, e simultaneamente não conseguia parar defensivamente o sucesso atacante adversário. Num final emotivo, em que a vitória poderia ter caído para qualquer uma das equipas, acabou por vencer o Illiabum, a quem tem de ser dado o mérito de ter acreditado, e revelado forças para recuperar de uma desvantagem tão grande.O capitão João Figueiredo (19 pontos e 5 ressaltos) inspirou os seus companheiros, tendo contado com a ajuda de Fernando Martins (14 pontos) e Miguel Queiroz (13 pontos).O veterano Rui Mota (34 pontos) esteve muito bem, embora a sua exibição não tenha sido recompensada com uma vitória da equipa.Eléctrico soube gerirOs alentejanos deslocaram-se a Sangalhos com uma vantagem de duas vitórias, pelo que a pressão deste 3º jogo estava toda do lado da equipa da casa. Beneficiando deste estado de espírito, a formação visitante iniciou melhor o encontro, venceu o 1º período (20-13), e alargou a vantagem até se atingir o intervalo (42-26).Certamente que no regresso aos balneários para tempo de descanso, no pensamento dos jogadores do Sangalhos, caso nada se alterasse na segunda parte, estaria o final de temporada. E se do ponto de vista defensivo os comandados de Francisco Gradeço estiveram bem melhores, ofensivamente a equipa não conseguiu reduzir totalmente a desvantagem trazida dos primeiros 20 minutos. À entrada do último período onze pontos (50-39) separavam as duas equipas, que num jogo de baixa pontuação não deixa de ser uma vantagem importante.João Lanzinha (18 ponto e 9 ressaltos) ficou muito perto do duplo-duplo, o mesmo não se poderá dizer de Pedro Afonso (12 pontos e 11 ressaltos) que esteve muito bem no jogo interior dos alentejanos. O base Tiago Pinto (10 pontos, 6 assistências, 5 ressaltos e 4 roubos de bola) voltou a demonstrar a sua importância na equipa de Ponte de Sor, numa exibição apenas prejudicada pelo número de turnovers, aliás um problema coletivo neste jogo (22).O capitão Emanuel Silva (20 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências), como é seu hábito, não virou a cara à luta, e acabou por ser o melhor elemento da equipa de Sangalhos.Terceira força 4º jogoOs insulares foram a única equipa a prolongar a eliminatória, em virtude de terem batido a equipa do Maia Basket, que convém não esquecer já garantiu a subida à LPB, em virtude de terem sido os vencedores da fase regular. As duas equipas voltam a encontrar-se este domingo, pelas 16 horas, na ilha Terceira, num encontro em que os terceirenses vão tentar forçar a negra.
Arranque a todo o gás
Foi com uma entrada de campeão que os comandados de Carlos Lisboa cedo dispararam no marcador, dispondo de uma vantagem de dezasseis pontos no final do primeiro período (28-12)…
Isso não fez com que os encarnados diminuíssem a intensidade colocada dentro de campo, pelo que naturalmente a diferença pontual continuou a aumentar, ultrapassando a fasquia dos cinquenta pontos ainda antes do intervalo (58-25). No segundo tempo, ambos os conjuntos perceberam que o jogo estava decidido, aproveitando os técnicos para rodar os bancos, com o pensamento no jogo 2, este domingo, às 17.30h, no Pavilhão Império Bonança. Mérito dos encarnados pela abordagem feita a este encontro, muito focados nas suas tarefas, a controlar muito bem a posse de bola (7 turnovers), e muito eficazes nas ações ofensivas. Foram sete os jogadores do Benfica a conseguirem 10 ou mais pontos, com Diogo Carreira (17 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) a sair do banco e tornar-se no jogador mais valorizado da equipa.A bela prestação de John Huggins (31 pontos e 3 ressaltos), MVP do jogo com 30 de valorização), não foi suficiente para evitar a derrota, com os açorianos a acusarem a falta do seu atleta Marcel Monplaisir, especialmente para equilibrar a luta do ressalto.
Fazer uso do fator casa
A vantagem construída pelos comandados de Carlos Pinto durante a primeira parte (49-32) viria a revelar-se decisiva na etapa complementar, obrigando os vitorianos a correr sempre atrás do prejuízo.
Com o base José Barbosa (4 pontos, 8 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) a comandar na perfeição os ataques vareiros, exímio na exploração dos bloqueios diretos, com percentagens de lançamento muito boas, e ao controlar a tabela defensiva, os vareiros souberam ultrapassar um adversário que se adivinhava muito complicado. Sergi Coll (18 pontos, 7 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) a dominou com enorme eficácia o jogo interior da Ovarense, e Miguel Miranda (10 pontos, 9 ressaltos, 6 assistências e 4 roubos de bola) voltou a funcionar como um líder dentro de campo, gerindo bem os ritmos de jogo, e a própria ansiedade da equipa.A primeira batalha foi desfavorável aos vitorianos, visto que a tarde não foi de grande inspiração no momento de atirar ao cesto. As percentagens de lançamento não foram nada famosas, mas ainda assim, Ivan Almeida foi o melhor marcador do jogo com 23 pontos, seguido de Paulo Cunha com 17 pontos. As duas equipas voltam a encontrar-se este domingo em Ovar, às 17 horas, para o segundo jogo de uma eliminatória decidida à melhor de cinco jogos.
CAB recupera na 2ª parte
A diferença na tabela classificativa esconde o facto de serem duas equipas que encaixam bem uma na outra, e que têm armas e argumentos eficazes. Prova disso mesmo foi a forma como o jogo se desenrolou, melhor os minhotos na 1ª parte, com a equipa da casa a dar a volta ao marcador na etapa complementar (76-64).
A partida começou mal para o CAB, que evidenciou alguma falta de concentração e uma pobre seleção de lançamento. Na defesa, os orientados por João Freitas falhavam nas rotações defensivas, um dos fatores que contribuiu para que o Barcelos pudesse marcar cestos importantes.A formação barcelense tirava partido do seu bom desempenho no ressalto ofensivo, possibilitando-lhe segundos lançamentos de fácil concretização ou novas posses de bola. Entre o demérito do CAB e o mérito do Barcelos, o intervalo chegou com o resultado de 32-30, favorável aos visitantes.No regresso dos balneários, o CAB corrigiu os erros que tinham limitado a sua forma de jogar nos primeiros vinte minutos. Como resultado, a equipa começou a alternar muito bem os seus ataques entre o jogo interior, José Coego (18 pontos e 7 ressaltos) esteve particularmente inspirado, e os lançamentos exteriores, onde brilhou Jorge Freitas (18 pontos e 5 ressaltos).Na defesa, a mudança de hxh para uma defesa zona permitiu aos madeirenses controlar melhor a tabela defensiva, roubar mais bolas e controlar melhor o ritmo do jogo. No final do 3º período os insulares já tinham conseguido dar a volta ao marcador (54-46), um ascendente que se manteve no último quarto (76-64).A concluir, realce para a capacidade do CAB dar a volta a um jogo que não estava a correr bem aos homens da casa e também para a resistência que o Barcelos apresentou sempre, nunca dando o jogo por perdido. As duas equipas estiveram bem, com o CAB a conquistar a sua ascendência com a mudança de atitude que apresentou no segundo tempo.Destaque ainda na equipa madeirense, para os desempenhos de Shawn Jackson (9 pontos, 6 ressaltos), Jason Smith (13 pontos, 9 assistências) e André Pinto (12 pontos, 8 ressaltos).Embora tenha contado com o MVP do jogo, Nuno Oliveira (19 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) com 23.5 de valorização, os barcelenses não conseguiram evitar que os madeirenses ganhassem vantagem na ronda.
Fernando Rocha em Final europeia
A arbitragem portuguesa esteve, uma vez mais, em grande destaque a nível internacional, revelando o capital de prestígio além-fonteiras que vem granjeando ao longo dos anos.
Campeonatos Nacionais da CNB1 e CNB2
s Playoff do Campeonato Nacional da CNB1 arrancam apenas este fim-de-semana. Já na CNB2, o Dragon Force lidera invicto a Zona Norte, a Sul, o comando é partilhado por Imortal Basket e Scalipus.
Campeonato Nacional da CNB2Fase Zonal – NorteDepois do registo perfeito na primeira fase (18-0), o Dragon Force continua a vincar a sua qualidade e também soma por vitórias os dois jogos já disputados nesta segunda fase. Depois do triunfo sobre o Académico FC em pleno Lima (54-72), os portistas receberam e bateram o BC Viana (90-71). Na perseguição aos azuis e brancos segue um lote de seis equipas, todas com uma vitória e uma derrota. Enquanto o Académico FC alcançou um triunfo importante na deslocação à Marinha Grande (49-68), o GDAS bateu o CAD-Coimbra Basquete no jogo mais emocionante da ronda anterior (62-61). Até ao momento, apenas o ACERT-SIGNUM não somou qualquer vitória nesta fase. Este fim-de-semana joga-se a dobrar, pelo que na próxima semana haverá muito para contar!Fase Zonal – SulDuas vitórias em outros tantos jogos e liderança dividida entre Imortal Basket e Scalipus. Os algarvios triunfaram à tangente em Ferragudo (57-59), ao passo que os setubalenses receberam e venceram o Algés B (93-85), equipa que segue no encalce do duo de líderes, juntamente com Montijo Basket e NB Queluz. Ambas as equipas venceram na ronda anterior, batendo Terceira Automóvel Clube (50-64) e Basket Almada Clube (66-52), respetivamente. Tal como na Zona Norte, também na Zona Sul se disputará uma jornada dupla este fim-de-semana!
«Não somos favoritos»
O segredo, conta, passará pela defesa e pela quantidade de erros cometidos.
Depois da conquista da Taça de Portugal, considera que o Vitória é favorito a passar esta eliminatória com a Ovarense?Sendo o playoff uma competição de características bem diferentes de uma final a 8, não considero a minha equipa favorita. A Ovarense é conjunto muito experiente e muito habituado a este tipo de competição. Se fizermos uma análise dos jogos anteriores entre as duas equipas, o equilíbrio tem sido a nota dominante. Arriscaria a dizer que esta eliminatória irá ser semelhante e que vencerá a equipa que defender melhor e cometer menos erros. Acredita que, tal como aconteceu durante a fase regular, o fator casa não será determinante para se encontrar o vencedor desta ronda?Relativamente à minha equipa o fator casa nunca foi fundamental. Na primeira fase da época fomos mais eficazes nos jogos fora e com o decorrer da época fomos encontrando o equilíbrio, melhorando as nossas exibições também nos jogos em casa.Na sua opinião, mesmo com a perda do André Bessa, o Vitória chega a esta fase no seu melhor momento da temporada?Obviamente que lamentamos muito a perda do Bessa, não só pelo papel que desempenhava na equipa enquanto atleta, mas principalmente como homem. Considero que nos encontramos em constante evolução, e que neste momento estamos mais preparados para competir com qualquer equipa.O que acha que poderá marcar a diferença neste playoff?Neste Playoff acredito que marcará a diferença a vontade de vencer e a continuidade dessa mesma vontade.Destacaria algum jogador ou aspeto coletivo que mereça especiais atenções da vossa parte como forma de condicionar o sucesso da Ovarense?Se em qualquer equipa é importante, nesta da Ovarense penso ser ainda mais, pois considero que esta é a equipa que melhor procura os desequilíbrios, e de forma mais paciente os aspetos coletivos.
“Vencer este primeiro jogo”
Com o alto nível atingido pelas equipas presentes nestas meias-finais qual o papel do Olivais Coimbra? Questionado o presidente do clube, Jaime Carvalho e Silva argumenta: “O Olivais tem naturalmente a ambição de ser campeão nacional como qualquer das outras 4 equipas; chegar a umas meias-finais já é prova disso mesmo. Prometemos que lutaremos do primeiro ao último minuto e que estamos a mobilizar os nossos apoiantes para encherem o Pavilhão Eng. Augusto Correia!”A equipa senior feminina do Olivais Coimbra ultrapassou brilhantemente a primeira eliminatória dos playoffs derrotando fora de casa o CAB Madeira na negra, depois de um jogo emocionante e de alto nível, presenciado por um pavilhão a abarrotar de espectadores, maioritariamente apoiantes das Amigas do Basquete, mas também alguns Olivanenses, por números raramente vistos em Portugal: 87-92.Questionado sobre o “azar” de ter de defrontar o atual campeão nacional Algés a que outras equipas fugiram, Jaime Carvalho e Silva é claro: “Quem quer ser campeão defronta qualquer equipa e não usa artifícios anti desportivos para obter benefícios. O Algés sabe bem que vai defrontar um adversário temível tanto em Coimbra como em Algés!”A diretora da equipa Maria do Carmo Magalhães considera que “o grande empenho e concentração de todas as jogadoras, nomeadamente no 3º jogo contra o CAB, foram determinantes para implementar o sistema de jogo desenhado pelo seu treinador para conseguir a vitória que permitiu a passagem do Olivais Coimbra às meias finais do campeonato.” E acrescenta que “o espírito de equipa e a capacidade de sofrimento saíram reforçados no final desta etapa” o que permite concluir que a equipa olivanense saiu reforçada e moralizada desta eliminatória.O facto de ir defrontar uma equipa como o Algés não assusta Maria do Carmo Magalhães pois “a equipa do Olivais tem demonstrado o seu valor competitivo ao longo da época, tendo obtido durante a fase regular vitórias sobre as equipas que estão nas meias finais.” Assim, ser o Algés ou outra equipa é razoavelmente indiferente, tenha o estilo de jogo que tiver. Maria do Carmo Magalhães está confiante: “A nossa equipa é uma equipa jovem que ao longo do tempo tem evoluído e tem conseguido suplantar equipas muito mais credenciadas.”A diretora Maria do Carmo Magalhães não atribui significado especial à forma como o Olivais ultrapassou a 1ª eliminatória dos playoffs, pois entende que “para a próxima eliminatória, a equipa do Olivais Coimbra vai continuar a trabalhar no limite como sempre tem feito para, apesar de todas as contrariedades, conseguir atingir os seus objetivos.”O treinador Paulo Carlos Silva entende que o primeiro jogo das meias finais será importante, embora não decisivo para o desfecho da eliminatória e nota que “o primeiro jogo ser em casa do pior classificado é uma (pequena) vantagem para nós.” E justifica a sua ideia de que a equipa que vencer este primeiro jogo fica com “metade” do caminho percorrido e poderá encarar o(s) próximo(s) encontro(s) com maior serenidade com o próprio exemplo do Olivais na 1ª eliminatória: “Acabamos de viver uma situação destas na eliminatória anterior e deu para perceber a confiança que aporta entrar a vencer numa competição desta natureza.”Questionámos o treinador para saber se atingir a meia-final da competição fez aumentar a pressão sobre o grupo. Paulo Silva entende que, pelo contrário, “a pressão está toda do lado do Algés”. E justifica o seu ponto de vista: “pelo primeiro lugar do ano passado; pela vitória na Supertaça; pelo investimento realizado e pelo primeiro lugar obtido na fase regular.” Paulo Silva está confiante na sua equipa: “O Olivais ter atingido as meias finais do campeonato revela a consistência e a qualidade do trabalho realizado ao longo da época. Já estivemos nas meias finais da Taça da Federação e da Taça de Portugal. Vamos encarar esta meia final com ambição. No próximo sábado apresentaremos uma equipa determinada e consciente do que tem de fazer para vencer o jogo.”O otimismo de Paulo Silva é temperado com o realismo da valia da equipa do Algés, pois reconhece nesta equipa várias qualidades: “Há três qualidades que admiro na equipa do Algés: a sua capacidade defensiva; o ritmo elevado que consegue impor durante todo o jogo e o equilíbrio que detém entre o seu jogo interior e exterior.”Os jogos desta meia final da Liga Feminina serão certamente bons espetáculos de basquetebol!
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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