Artigos da Federaçãooo
Lusitânia estreia-se a ganhar
Os açorianos, ao vencerem em Ovar (69-66), elevaram para três, entre campeonato e Taça, o número de jogos que os vareiros não vencem em casa. Um triunfo que foi seriamente ameaçado na parte final do encontro, com os jogadores do Lusitânia a utilizarem igualmente os triplos como forma de recuperaram a liderança do encontro
A equipa do Lusitânia deslocou-se a Ovar ainda à procura do seu primeiro triunfo, sabendo perfeitamente que era um dos pavilhões onde ainda faz sentido falar do fator casa. Mas os açorianos deram-se bem com o ambiente de Ovar, cuja equipa tentava contrariar os últimos resultados negativos obtidos diante dos seus adeptos. Depois de ter terminado na frente o 1º período (18-14), a vantagem da equipa liderada por Nuno Barroso subia para a casa das dezenas em tempo de intervalo (40-27). Muito por culpa da capacidade ofensiva da dupla formada por James Smith (23 pontos, 8 assistências, 10 faltas provocadas e 2 ressaltos) e Marcel Jr. (11 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola) que assumiu as decisões ofensivas da equipa.Habituada a grandes recuperações, a equipa da casa não conseguiu tal pretensão no regresso dos balneários. Passados 10 minutos, o Lusitânia continuava na frente, e por dez pontos de vantagem (66-56). No derradeiro quarto, os vareiros começaram mais decididos, e dois triplos consecutivos, a menos de 3 minutos do final, da autoria de Fernando Neves (7 pontos e 5 ressaltos) e Miranda (15 pontos e 10 ressaltos) colocavam a formação de Ovar no comando do marcador (62-59). E seria na mesma moeda que os açorianos responderiam, com triplos de Flávio Gomes (13 pontos e 7 ressaltos) e James Smith, que davam de novo uma vantagem de três pontos à formação visitante (65-62). Daí até final, um cesto de campo de Zane Campbell (18 pontos e 8 ressaltos) e dois lances-livres de Smith, mantinham a equipa de Ovar a três pontos de distância, sempre na resposta a pontos convertidos por Sérgi Coll (23 pontos e 11 ressaltos), MVP do encontro com 33 de valorização.
Dragon Force continua invicto
Num jogo em que os portistas estiveram quase sempre na liderança, e no qual já venciam por sete pontos (32-25) em tempo de intervalo. No inicio da etapa complementar, a equipa de Moncho López entrou decidida a resolver cedo o jogo, e com uma boa prestação defensiva no 3º período (8 pontos sofridos) praticamente fechou o jogo (49-33).Hugo Sotta (13 pontos), Pedro Bastos (11 pontos) e João Gallina (10 pontos) foram os únicos atletas portistas a atingir os dois dígitos no capítulo dos pontos marcados. Já Miguel Queiroz (8 pontos, 10 ressaltos e 3 assistências foi o MVP do jogo com 16 de valorização. Apesar de ter perdido por 16 pontos, o Aliança/Sangalhos acabou por dar uma boa réplica ao líder Dragon Force, batendo-se com todas as suas forças pelo melhor resultado possível. A 1ª parte é exemplo disso mesmo, com o Sangalhos a não facilitar a vida à equipa portista.Assistiu-se a uns bons primeiros 20 minutos, apesar dos poucos pontos marcados. O Sangalhos dificultou ao máximo a tarefa da formação nortenha, conseguindo evitar que o adversário disparasse no marcador e o facto é que as duas equipas chegaram ao intervalo separadas por sete pontos.As baixas percentagens de lançamento por parte da equipa do Sangalhos em nada contribuíram para que a formação da casa pudesse discutir mais o jogo, bem como a linha de lance-livre.Mas isso não impediu que Nuno Bizarro tenha sido o melhor marcador do jogo com 19 pontos, e o capitão Emanuel Silva (10 pontos e 7 ressaltos) tenha realizado uma exibição positiva.
Benfica ganha na Maia
Os encarnados, dominaram os quatro períodos do encontro, sobretudo pela superioridade imposta na luta das tabelas, bem como pela eficácia revelada nos lançamentos de três pontos (12/26 – 46%).
Mas não foi nos aspetos ofensivos que os comandados de Carlos Lisboa se superiorizaram ao seu adversário, já que 55 pontos é um bom registo defensivo, 8 desarmes de lançamento revelam poder de intimidação nas áreas próximas do cesto, isto apesar do bom controlo da posse de bola por parte dos maiatos (14 turnovers).A longa distância não funcionou para a equipa do Maia Basket (2/13 – 15%), muito menos a conquista de lances-livres, que quando acontecia não eram muito bem aproveitados (5/10 – 50%).O norte-americano Jobey Thomas, melhor marcador do jogo com 24 pontos, e simultaneamente MVP com 27 de valorização, esteve novamente tremendamente eficaz para lá da linha de três pontos (6/7 – 86%), com David Weaver (15 pontos e 9 ressaltos) a mostrar-se muito útil como referencia no jogo interior benfiquista.O Maia Basket não contou para este jogo com o seu capitão Nuno Marçal, visto ainda estar a recuperar de uma lesão na clavícula contraída no último jogo dos maiatos. Os gémeos Paulo (14 pontos e 6 ressaltos) e João (10 pontos e 6 ressaltos) Diamantino bem tentaram lutar contra o poderio encarnado do nas áreas mais próximas do cesto.
CAB vence no Minho
Nem os problemas das faltas impediram que o conjunto liderado por João Freitas desperdiçasse a oportunidade de somar mais um triunfo nesta fase regular.
Os primeiros minutos foram dominados pelo Barcelos, sobretudo pelo ritmo elevado que colocou em campo desde o primeiro minuto. O técnico João Freitas viu-se obrigado a parar o jogo, e pausa fez bem aos madeirense. Passaram a defender melhor e com isso surgiu maior sucesso nas ações ofensivas. O primeiro período terminava com o CAB Na frente (23-20). No segundo período, os insulares estiveram particularmente bem no capítulo ofensivo, com o intervalo a chegar com o resultado em 46-34, favorável ao CAB. No reatamento, o técnico João Freitas cedo teve que gerir o problema das faltas. Quando faltavam 5.02 minutos para jogar no terceiro período, Joseph Wall viria a averbar a sua quinta falta, o resultado era de 42-58, para o CAB, a ser excluído (61-46). Tal facto proporcionou a estreia de vários jovens na equipa madeirense, Nuno Baptista e Carlos Bettencourt. O Barcelos não desistia, e os treze pontos (64-51) que separavam as duas equipas no final do 3º período, prometia um forcing final dos minhotos.Mas o CAB reagiu bem à ausência de jogadores influentes, resistindo bem a toda a pressão exercida pelo Barcelos. Logicamente o Barcelos tentou explorar a juventude e menor poder físico dos atletas que o CAB, mas deparam-se com uma equipa concentrada, capaz de segurar a diferença pontual.O base Ricky Franklin (25 pontos e 11 assistências) esteve muito bem a liderar a equipa madeirense, mas muito bem acompanhado por Fábio Lima (26 pontos e 16 ressaltos), que rubricou uma exibição de grande nível.Na equipa de Barcelos, Carlos Fechas (20 pontos e 4 assistências) esteve muito eficaz, que teve em Marko Loncovic (17 pontos e 15 ressaltos) o seu jogador mais valioso.
Vagos perde invencibilidade
Desta vez foi a equipa da margem sul que levou a melhor no confronto entre as duas equipas, um resultado que começou a ganhar forma durante o 2º período do encontro.
Depois do brilhante triunfo alcançado na última jornada, as comandadas de João Janeiro voltavam a casa para defrontar um velho conhecido, onde, quase sempre, os jogos são equilibrados e muito emotivos. Mas foi a equipa da casa a começar melhor, num primeiro período marcado por uma pontuação bastante aceitável (20-16).Mas no segundo tempo, a formação do GDESSA surgiu muito melhor defensivamente, 5 pontos sofridos, que juntamente com os 15 marcados dava a liderança ao intervalo à equipa liderada por Nuno Manaia (31-25).Sem ser uma vantagem muito confortável, não deixava de ser uma almofada pontual que permitia gerir um pouco o jogo, até porque o Vagos demorou a reagir devido a algum desacerto nos lançamentos longos. O ascendente da equipa do Barreiro, muito forte no ressalto ofensivo, mantinha-se, ainda que o Vagos conseguisse passar para a frente pela diferença mínima. Mas o GDESSA não se deixou intimidar e voltou a repor a liderança com um triplo de Stephanie (3 em 4 triplos), a qual se manteve até aí final. O Vagos permitiu 18 ressaltos ofensivos, foi o maior indicador da acima da média, e determinante no resultado final .A dupla, composta por Stephanie Sansion (14 pontos e 14 ressaltos) e Laura Ferreira (12 pontos, 11 ressaltos e 6 assistências), foi decisiva no sucesso atacante da equipa do Barreiro, bem como no domínio da luta das tabelas (42-29).A norte-americana Janae Fulcher (21 pontos e 9 ressaltos) foi a atleta que mais se destacou na formação de Vagos.Olivais impõe 2ª derrota consecutiva aos LombosDepois de três derrotas consecutivas, o Olivais de Coimbra regressou às vitórias. O adversário era a Quinta dos Lombos (68-63), que depois de um largo período sem conhecer o sabor da derrota, soma agora o seu segundo desaire consecutivo. Mesmo sem ter jogado, o grande beneficiado deste resultado acabou por ser a equipa do Boa Viagem, já que é, à condição, líder isolado da Liga Feminina. Só no último quarto o jogo foi decido, já que à entrada do último período a formação de Carcavelos, vencia pela diferença mínima (47-46), isto depois de um empate a 30 que se registou ao intervalo. Os últimos 10 minutos foram os mais produtivos em termos atacantes (22 pontos) por parte da equipa da casa, que naturalmente beneficiou dessa eficácia ofensiva para conseguir dar a volta ao marcador.Daniela Jesus, com 15 pontos, foi a melhor marcador das olivanenses, seguida depois por Ana Fonseca e Artemis Afonso ambas com 11 pontos, sendo que a última foi a MVP do jogo com 18.5 de valorização. Márcia Costa foi a melhor marcadora do jogo com 21 pontos, se bem que a mais valiosa da equipa dos Lombos tenha sido Mery Andrade (14 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências).Primeira vitória do CDTNA formação de Torres Novas alcançou frente ao GDEMAM (65-52) o seu primeiro triunfo da fase regular da LFB. Um resultado que permite ao CDTN/Seven aproximar-se um pouco mais dos lugares que dão acesso aos playoffs, e ganha simultaneamente vantagem sobre a equipa de Algueirão, que passa a ser a única equipa que ainda não venceu na presente edição da Liga Feminina.
Lousada supera campeãs
A equipa comandada por Raul Santos soube tirar partido do fator casa para levar de vencida o Algés, por 52-45. O Algés foi obrigado, desde o quarto inicial, a ter que correr atrás do prejuízo, se bem que só nos últimos minutos do encontro tenha conseguido aproximar-se no marcador.
A equipa da casa bem cedo conseguiu uma confortável vantagem pontual (15-4), sobretudo à custa de uma boa defesa, que num jogo marcado por uma baixa pontuação não deixa de ser importante.Uma liderança que a formação do Lousada foi capaz de defender de uma forma segura, nunca permitindo que as atuais campeãs nacionais pusessem em perigo o comando do marcador. A cinco minutos do final o Lousada vencia por 15 pontos de diferença (50-35), nada que fizesse a equipa de Algés baixar os braços, tendo conseguido reduzir substancialmente a diferença que separava as duas equipas na parte final do encontro.O duo de estrangeiras do Lousada, composto por Stefanie Gilbreath (21 pontos e 12 ressaltos), dominou a tabela defensiva, e Elisa Beagle (17 pontos e 10 ressaltos), constituiu a base do sucesso do Lousada.A pouca inspiração do Algés em atirar ao cesto, especialmente nos lançamentos de curta e média distância (12/42 – 28.6%), em nada contribuiu para que o resultado fosse diferente. Dora Duarte (12 pontos, 5 ressaltos e 4 roubos de bola) acabaria por ser a mais valiosa, logo seguida por Inês Faustino (9 pontos 6 assistências e 2 ressaltos).
Illiabum vence em Ponte de Sor
Com esta vitória os ilhavenses mantêm a pressão sobre o Dragon Force no comando da competição, bem como confirmam que são sérios candidatos a lutar pela subida. O Esgueira/OLI só após prolongamento, empate a 64 pontos no final do tempo regulamentar, conseguiu sair com uma vitória no confronto com o Desportivo de Leça (76-74). Quem também venceu fora foi o Terceira Basket, mais concretamente em Guifões (59-56).
Depois do desaire para a Taça de Portugal, a equipa de Esgueira continua a somar bons resultados em jogos a contar para o campeonato. Esta foi a 5ª vitória da equipa de Aveiro, que assim continua nos lugares cimeiro da tabela classificativa.Um triunfo suado, num jogo discutido palmo a palmo, em que só no prolongamento se ficou a conhecer o vencedor. Os comandados de Pedro Costa nunca lideraram no final dos períodos por mais de três pontos, sendo que à entrada do derradeiro quarto venciam pela diferença mínima (53-52). Daí até final foi discutido ponto a ponto, com os esgueirenses a vencerem os 5 minutos extras por 12-10.O atleta do Esgueira, Renato Loio, foi o melhor marcador do jogo com 26 pontos, seguido depois por João Campos (17 pontos e 10 ressaltos) e João Almeida (14 pontos e 9 ressaltos).Nem o facto de ter contado com o MVP do jogo, Paulo Ferreira (17 pontos e 20 ressaltos), 27 de valorização, permitiu que o Desportivo de Leça tivesse saído vencedor. Destaque ainda para a exibição do jovem Pedro Meireles, autor de 16 pontos e 6 ressaltos.Terceira volta a vencer foraA equipa açoriana reagiu bem à derrota no último jogo frente ao Benfica “B”, conquistando mais um triunfo na condição de visitante. Os terceirenses continuam líderes à condição, sete jogos realizados, mas mais importante do que isso, já leva cinco vitórias. Um registo bem positivo para os insulares. Mas não foi nada fácil vencer em Guifões, até porque à entrada do último período a equipa da casa vencia por dois pontos de diferença (47-45). Durante o 4º período o Terceira Basket teria a sua melhor prestação defensiva (9 pontos), e com isso conseguiria dar a volta ao resultado nos últimos 10 minutos.Bruno Cavalcante, registou um duplo (18 pontos e 11 ressaltos), foi o jogador mais preponderante no sucesso dos terceirenses, bem como o MVP do encontro com 21 de valorização. Com 17 pontos, Pedro Lourenço foi o melhor marcador do Guifões.Ginásio vence na LuzDomínio repartido durante uma 1ª parte marcada por uma elevada pontuação. Melhor o Benfica nos primeiros 10 minutos (28-23), com o Ginásio a dar a volta ao marcador até ao intervalo (50-43). No recomeço da etapa complementar os jovens benfiquistas encurtaram distâncias (71-74), pelo que estava tudo em aberto para o derradeiro período. Nos 10 minutos finais, o desempenho defensivo da equipa da Figueira da Foz valeu-lhe a vitória no encontro, bem como deu uma expressão ao resultado final que não espelha o equilíbrio que se registou durante o encontro. O experiente José Costa, MVP do jogo com 36.5 de valorização, esteve bastante inspirado nos lançamentos de longa distância (5/7), e registou um encontro muito completo (23 pontos, 9 assistências, 6 roubos de bola e 3 ressaltos). Marco Gonçalves (8 ressaltos), com 25 pontos, foi o melhor do jogo e igualmente decisivo no triunfo do Ginásio.Pedro Belo (20 pontos e 12 ressaltos) esteve a bom nível, assim como Artur Castela (15 pontos e 7 ressaltos e 3 roubos de bola) e Ricardo Rosa (15 pontos e 6 ressaltos) na formação encarnada.
Vitória ganha em casa
O segundo quarto foi determinante para que os vimaranenses conseguissem alterar o rumo do jogo.
A equipa do Barreiro começou bem o encontro, a revelar sucesso nas suas ações ofensivas, pelo que os 22 pontos conseguidos no 1º quarto davam-lhe uma vantagem de seis pontos (22-16). Mas tudo se alteraria até ao intervalo, com os comandados de Fernando Sá a dobrarem a marcação do adversário (28-14), num período extremamente produtivo. O intervalo chegava com o Vitória já na frente do marcador por uma vantagem perto da casa das dezenas (44-36).O bom momento da formação da casa prolongou-se no inicio da etapa complementar, com a diferença que separa as duas equipas a subir no final do 3º período para os vinte pontos (67-47). O jogo ficou praticamente decidido, já que os últimos 10 minutos nada de novo trouxeram quanto à liderança do encontro.Anthony Meier, com 25 pontos, foi o melhor marcador do Vitória, logo seguido por José Silva com 20 pontos e João Balseiro com 16 pontos. Pedro Pinto destacou-se pelas assistências que distribuiu (13) ao longo do encontro.O base Miguel Minhava (15 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) bem lutou, mas nem mesmo com a ajuda de Andrew Bachanov (15 pontos e 7 ressaltos) conseguiu evitar a derrota da equipa.
Sampaense volta aos triunfos
O bom desempenho da equipa de S. Paio de Gramaços durante o 2º quarto (25-7) foi decisivo para o desfecho do encontro.
Se nos primeiros 10 minutos a formação da casa já tinha demonstrado alguma superioridade (24-18), a prestação do Sampaense durante o 2º quarto, fez disparar o resultado para uma diferença muito confortável (49-25). Um período em que a equipa liderada por José Calabote esteve muito bem defensivamente (7 pontos sofridos), sem ter perdido ofensividade.Joel Almeida (20 pontos e 14 ressaltos) voltou às boas exibições, assim como Jovonni Shuler (18 pontos, 7 ressaltos e 5 assistências), na equipa do Sampaense. Já Chris Dowe, autor de 21 pontos, foi melhor marcador do jogo, e Eki Viana (10 pontos, 10 ressaltos e 4 desarmes de lançamento) provou a sua regularidade e utilidade.O Algés perdeu a luta das tabelas (39-26), e não este muito eficaz a lançar ao cesto. Ainda assim, Rui Quintino (15 pontos, 6 ressaltos e 4 roubos de bola) foi o mais produtivo, num jogo que ficou marcado pela estreia de Francisco Jordão na equipa de Algés. O internacional João Santos terminou igualmente o jogo na casa das dezenas em pontos marcados (10 pontos e 5 ressaltos).
«Estamos no bom caminho»
Este fim de semana o Lousada defronta o Algés e a jogadora acredita que as campeãs nacionais vão surgir no encontro imbuídas do espírito de vitória. Mas avisa que do lado do Lousada a vontade de triunfar também é muito grande…
Os resultados do Lousada na Liga Feminina até ao momento saldam-se por duas vitórias e três derrotas. Um registo que não sendo positivo, demonstra que a equipa quer ser competitiva. “Na minha opinião ainda não estamos a corresponder às expectativas, contudo os resultados obtidos até ao momento demonstram que estamos no bom caminho.”Pelo segundo ano consecutivo na Liga, o clube luta por tentar chegar ao playoff, o que prova que ainda necessita de se aproximar um pouco mais das equipas do topo. “Falta mais disciplina e profissionalismo e continuarmos a trabalhar arduamente para melhorar a nossa performance.”Nos jogos em que foi derrotado, o Lousada quebrou quase sempre na segunda parte. “Penso que nos falta acreditar mais nas nossas capacidades durante todo o jogo e melhorarmos a nossa resistência.”Na época passada o Lousada bateu em casa o Algés. Embora nunca aconteçam dois jogos iguais, e as equipas sejam diferentes, Nanci acredita que seja possível repetir o resultado. “Independentemente de as equipas se terem alterado um pouco, acredito que o Algés virá com vontade de vencer, mas nós também estaremos cá para lutar por uma vitória. Por isso acho que se fizermos um bom jogo teremos as mesmas hipóteses de vencer.”Mesmo não conhecendo muito bem equipa do Algés deste ano, a atleta constata que as atuais campeãs nacionais não estão a ser tão consistentes como na última temporada. “Ainda não tive a oportunidade de ver o Algés competir este ano, julgando apenas pelos resultados a única diferença que consigo notar é que o ano passado começaram melhor a época do que este ano.”
«Somos equipa solidária»
Depois de já ter garantido a presença nos oitavos-de-final da Taça, a formação treinada por Moncho López prepara-se agora para medir forças com o Sangalhos.
Satisfeito por ter aceite o convite para integrar a equipa do Dragon Force? E os motivos que o levaram a aceitar integrar este projeto? Sim, estou bastante satisfeito com a minha escolha, não tenho qualquer dúvida que foi a melhor decisão e a mais acertada. Decidi aceitar este projeto porque sabia que neste clube se trabalha como em mais lado nenhum se faz, o espírito de querer ser melhor e nunca ficar satisfeito com aquilo que conseguimos foi o que mais me cativou. Para além disso tenho a certeza que estou a trabalhar nas melhores condições e com as pessoas mais competentes que existem neste país.Estão de alguma forma surpresos pelas cinco vitórias consecutivas conseguidas até ao momento no campeonato da Proliga?As vitórias foram fruto do nosso trabalho, focamos a nossa atenção em evoluir em cada treino, o campeonato é muito competitivo e duro, com jogadores e equipas muito fortes, só assim e que os bons resultados podem surgir.A equipa nos últimos jogos tem conseguido fazer muitos pontos. Acha que tem feito a diferença na defesa ou no ataque?Temos conseguido pontuações altas devido ao modo coletivo que jogamos. Somos uma equipa solidária que procuramos sistematicamente o melhor tiro e o jogador que esta sozinho para lançar. Para além disto queremos ter uma boa defesa, queremos uma atitude defensiva que possa provocar mais posses de bola para o nosso ladoA vitória nos 1/16 avos-de-final da Taça de Portugal veio demonstrar que estão cada vez mais próximos, ou até mesmo, ao nível das equipas da Liga?Foi um jogo incrível, em que a vitória podia ter caído para qualquer lado, jogar em casa foi um factor determinante. Neste momento estamos focados em crescer quer individualmente quer coletivamente. Estamos concentrados no nosso campeonato, como disse antes, há jogadores e equipas muito fortes, nenhum jogo e fácil e nunca se sabe quem vai ganhar.No próximo jogo deslocam-se a Sangalhos. Um adversário tradicionalmente complicado quando joga em casa. Sente que a equipa está preparada para aguentar a “pressão extra” de ser líder isolado da prova?Vamos jogar num campo muito difícil, contra uma equipa muito competente, com jogadores muito fortes que já jogam juntos há muito tempo e que conhecem esta liga melhor do que ninguém. Não, não existe pressão, o nosso compromisso e trabalhar duro todos os dias, evoluir como jogadores, e preparar o futuro.Tendo em conta o que se passou até agora no campeonato, o Dragon Force assume-se como candidato à subida da LPB?Não, como disse antes, o nosso objetivo e trabalhar todos os dias, sermos melhores cada dia, prepararmos o futuro e honrarmos este clube e os nossos adeptos com o esforço, dedicação e compromisso que apresentamos em cada treino e em cada jogo. Claro que no futuro queremos voltar ao escalão principal e juntar títulos a este clube, mas não tem um prazo estabelecido e neste momento não e a nossa prioridade.
CAR Jamor vence em Setúbal
O jogo terminou com a vitória dos jovens atletas do Jamor, embora só no último período o jogo tenha ficado decidido. Um encontro intenso, bem disputado, envolto de um ambiente fervoroso, ideal para que os jogadores do CAR aprendam a lidar com a pressão.
O CAR Jamor acusou alguma falta de ritmo competitivo, especialmente durante os primeiros 20 minutos, período em que não conseguiu ser agressivo na defesa. A equipa foi demasiado permissiva na livre circulação de bola no ataque, não pressionava o homem com bola, não fechava linhas de passe, tudo aspetos em que deve e pode já fazer melhor. A recuperação defensiva também não era a ideal, embora também haja mérito do adversário pela forma determinada e lutadora como encarou o jogo. O intervalo chegou com formação da casa na frente do marcador por dois pontos de vantagem (29-27).No segundo tempo, corrigidas que foram algumas situações ao intervalo, a equipa esteve bastante melhor no seu desempenho defensivo. Melhor, ainda que não da forma ideal, a defender os bloqueios na bola, faltaram as rotações do lado da ajuda e mais agressiva na sobremarcação das linhas de passe. Ainda assim, é perceptível que existe um longo caminho a ser percorrido, pois só com o tempo e a repetição os jogadores conseguiram reagir de forma automática dentro do campo.O lançamento voltou a não ser uma arma eficaz, pelo que foi a defesa que valeu a vitória no último quarto (16-9). Os últimos 10 minutos foram bem escaldantes, mérito para o Scalipus para a forma como se bateu, recriando um cenário de jogo a que muitos destes miúdos, muito provavelmente, estiveram alguma vez envolvidos. Acabaram por saber lidar com a pressão, executando de forma coletiva, com o base Carlos Cardoso a mostrar-se preponderante nas tomadas de decisão. Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: João Ramos (2), Jorge Pires (4), Pedro Costa, Nuno Sá (12), Carlos Cardoso (16), Guilherme Oliveira (4), Pedro Dias (2), Rui Saraiva (6), Diogo Carvalho, Luís Ramos (5), Pedro Teixeira e João Fernandes.Parcias: 11-12; 18-15; 10-8 e 9-16Algés mais forte que o CAR JamorDuas semanas antes, tinha perdido com o Algés, por 46-52. Uma vitória inquestionável, de uma equipa que revelou ser muito mais adulta, e que nos momentos decisivos soube explorar os seus pontos fortes. Apesar do resultado negativo, a jovem equipa do Jamor foi capaz de reagir à desvantagem no marcador, tendo tido vários ataques para reentrar na discussão da vitória. Destaque ainda para a estreia nesse jogo de mais um atleta Sub 16, Tomás Domingos, que integrou mais tarde os trabalhos do Centro de Treino.O Algés impôs desde o inicio do jogo uma intensidade defensiva elevada, pressionando todo campo, e fechando as linhas de primeiro passe. A pressão constante na bola e a dificuldade em circular bola no ataque, complicaram ainda mais a disciplina tática ofensiva, com os ataques, por diversas vezes, a terminarem com tunovers.Se a dificuldade em parar os bloqueios na bola é compreensível, tema que praticamente ainda não foi abordado, a forma como o Algés resolveu o jogo na parte final, situações de 1×1, vem reforçar a ideia que não vale a pena avançar para questões mais complexas enquanto este problema não estiver bem apreendido.Uma nota para a forma positiva como a equipa reagiu no inicio da segunda parte à desvantagem no marcador, mais coletiva na forma como procurou resolver os problemas, ainda que tenha perdido esse sentido de equipa na parte final do encontro. Uma melhoria que se deveu essencialmente a forma como os jogadores começaram a trabalhar sem bola, principalmente na abertura de linhas de passe. Positivo também a forma mais adulta e tranquila como souberam bater as pressões todo campo, percebendo cada vez melhor a importância dos ritmos do jogo. Foi igualmente visível o crescimento tático da equipa, no sentido, de após bater a pressão, entrar direto nos seus movimentos ofensivos sem que a bola tenha que obrigatoriamente chegar às mãos do base.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes, João Ramos, Jorge Pires (8), Pedro Costa (2), Nuno Sá (2), Carlos Cardoso (8), Guilherme Oliveira (3), Pedro Dias, Rui Saraiva (8), Diogo Carvalho (3), João Ramos, Pedro Teixeira (10) e Tomás Domingos (2).Parciais do jogo: 13-7; 15-13; 6-12 e 18-14
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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