Artigos da Federaçãooo
«Fiz amigos e fui feliz»
Pelas madeirenses conquistou dois Campeonatos Nacionais (2004/05 e 2005/06), duas Taças de Portugal (2005/06 e 2006/07), duas Supertaças (2006/07 e 2007/08) e duas Taças Vítor Hugo (2007/08 e 2008/09). Uma lesão complicada a nível do tendão de Aquiles (3 cirurgias) obrigaram-na a abandonar, aos 29 anos. Foi internacional 47 vezes. É professora de Educação Física e atualmente é treinadora adjunta da equipa sénior do CRCQ Lombos, sendo também a treinadora principal das Sub-19 do emblema dos Lombos.
Que balanço faz da sua carreira como atleta?Balanço muito positivo. Fui campeã nacional, fui internacional e conquistei vários outros títulos mas a carreira desportiva de qualquer atleta não é apenas retrato dos seus sucessos desportivos, existe toda uma envolvência social que nos vai moldando. Tive a felicidade de encontrar nesse caminho, pessoas fantásticas, que me ensinaram, que se tornaram amigas e que me serviram de referência. Neste aspeto ganhei substancialmente mais vezes do que jogos ou campeonatos.O que a fez iniciar a prática do basquetebol?Muito provavelmente por influência do meu pai. Ele tinha sido jogador e pendurou lá em casa uma tabela na esperança de alguém se interessar por aquilo. Passou a ser um dos meus entretenimentos favoritos e motivo de desespero para as plantas da minha mãe. Depois de me passar a febre da natação e de uma tentativa falhada de iniciar o ténis, o meu pai lá me convenceu a ir experimentar o basquetebol. Ao longo da sua carreira, destacaria algum clube, treinador, equipa ou companheira?É difícil destacar individualidades, de uma forma ou de outra, todos aqueles com quem trabalhas, contribuem para o teu crescimento como atleta e pessoa mas, sem esquecer os restantes, posso destacar dois clubes com os quais sou mais identificada, o Anadia FC e o CAB Madeira. Foram os clubes onde mais anos estive e onde conquistei títulos.Ainda se recorda da sua primeira chamada à Seleção Nacional? Recordo mas já foi há muito tempo… Como é costumeiro, fui convocada para um estágio de observação, juntamente com mais 20 ou 30 jogadoras. Na altura não lhe dei muita importância, acho que não percebi bem a dimensão que isso teve futuramente na minha vida.Consegue eleger um momento mais marcante durante o período em que competiu?Naturalmente houve alguns mais significativos que outros, todo o atleta tem sempre uma história para contar que aconteceu neste ou naquele jogo. Para mim, talvez tenha sido mais marcante a decisão de deixar de jogar que qualquer outro.Ficou por atingir algum objetivo como atleta?Ganhei, pelo menos um, de todos os títulos possíveis de conquistar em competições nacionais, fui internacional em vários escalões, conheci lugares e pessoas interessantes, fiz amigos e fui feliz. Acho que não ficou nada por atingir.O final da sua carreira certamente não foi como mais desejaria. Gostaria de ter jogado mais tempo? E se foi fácil de ultrapassar o vazio que ficou por deixar de jogar basket?Claro que gostaria de ter jogado mais tempo, colocar um ponto final na vida de atleta não foi decisão fácil e mais difícil de aceitar foram os motivos que me obrigaram a faze-lo. O vazio cada um ultrapassa à sua maneira, eu passei um ano sem ver, ler ou ouvir falar de basket, precisei de encerrar um capítulo para depois iniciar, tranquilamente, um novo como treinadora.Não se desligou da modalidade já que agora é treinadora de uma equipa jovem (sub 19 feminina). Uma tarefa em que tenta passar a sua experiência de atleta?Também, gostava de ver as minhas atletas a jogar em equipas seniores e a representarem a seleção. Mas quem é treinador não forma só atletas e tem a responsabilidade de incutir determinados valores, como a perseverança, determinação ou humildade, necessárias a qualquer um que queira vencer, quer seja um campeonato ou noutra área da vida.
Algés conquista a sua 4ª Supertaça Feminina
Deste modo as algesinas arrecadaram o seu quarto triunfo na competição, sendo agora a terceira equipa no ranking, que ainda é liderado pelo CAB Madeira (6 vitórias), seguido do Estrelas da Avenida com 5.
A partida valeu pela incerteza nos momentos finais em que as madeirenses, correndo atrás do prejuízo (terminaram o 3º período com 12 pontos de desvantagem) chegaram à igualdade (56-56) no minuto 37. Depois foi o tiro exterior do Algés, ontem em tarde de acerto (52% com 11 triplos convertidos em 21 tentativas) que arrumou com a questão, com Dora Duarte a acertar duas bombas, uma a fazer 61-56 à entrada do minuto 38 e outra já depois do treinador insular ter parado o cronómetro, quando bisou ao ampliar para 64-56 (quase a expirar o minuto 39). Foi efectivamente a eficácia da linha dos 3 pontos que fez a diferença, a favor do Algés, particularmente na 1ª metade, quando já tinha 7 triplos em 13 tentados (54%) contra 0/9 do adversário, com realce para Joana Bernardeco e Inês Faustino, ambas com a mão quente (3/4). Equilibrado foi o quarto inicial (15-15), numa toada de parada e resposta, com as pupilas de Manolo Povea a mostrarem que estavam de pontaria afinada. No 2º período (21-12) manteve-se o acerto das algesinas nos tiros do perímetro, factor decisivo para a diferença pontual que se verificava ao intervalo (36-27). O desacerto total das madeirenses da linha dos 3 pontos (0 em 9 tentativas) inviabilizava a aproximação, pese a boa eficácia nos duplos (50%), contra 37% das adversárias.No 3º quarto (18-15) o Algés geriu o pecúlio amealhado, com o único triplo de Joana Soeiro a cair em cima da buzina, a elevar para 12 pontos ao cabo dos 30 minutos (54-42).No último período (14-20) as comandadas de João Pedro Vieira, com Mª João Correia a ser a mais inconformada, fizeram o que lhes competia, reagindo com entusiasmo e determinação. No minuto 35 a desvantagem já tinha sido reduzida para um cesto apenas (56-54) e dois minutos volvidos surgia o empate (56-56), após um parcial de 0-10. O Algés deu uma sapatada (5-0) através de 1 duplo de Inês Faustino seguido de um triplo de Dora Duarte, este à entrada do minuto 38, obrigando de imediato o técnico madeirense a pedir um desconto de tempo. Sem efeitos práticos pois a mesma Dora Duarte acertou a sua 3ª bomba elevando a contagem para 64-56, ainda no minuto 39. Com pouco mais de um minuto para jogar, a tarefa das madeirenses antevia-se difícil para fazer perigar a vantagem adversária e foi o que aconteceu. Resultado final: Algés 68-62 CAB Madeira Destaque nas vencedoras para a prestação da base Inês Faustino (27,5 de valorização) ao somar 24 pontos (melhor marcadora da partida) com 62% nos lançamentos de campo (8/13), repartidos por 57% nos duplos (4/7) e 67% nos triplos (4/6), 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, bem acompanhada por Dora Duarte (14 pontos, 2/3 nos duplos, 3/6 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas), Joana Bernardeco (9 pontos, 3/4 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Chelsea Guimarães (6 pontos, 3/5 nos duplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência e 2 desarmes de lançamento). Bons contributos ainda de Joana Soeiro (5 assistências) e Vitória Pacheco (5 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 assistências).Na equipa do CAB Madeira o maior protagonismo foi para a MVP do jogo (29,5 de valorização), a nigeriana Justina Udenize, que fez um duplo duplo ao contabilizar 13 pontos, 14 ressaltos sendo 6 ofensivos, 6 assistências, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres. Foi bem secundada por Carolina Escórcio, que também conseguiu um duplo duplo (11 pontos, 5/7 nos duplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e uma falta provocada), Catarina Freitas (11 pontos, 3/4 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres) e Mª João Correia (20 pontos, 2/6 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo e 5 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres).Em termos globais a vitória algesina baseou-se na elevada eficácia do tiro exterior (52%-28%), no maior colectivismo (14-12 assistências), no menor número de erros (14-19 turnovers) e ainda por ter roubado mais bolas (8-7 roubos). Por seu turno as madeirenses foram mais eficazes nos duplos (40%-46%), tiveram ligeira supremacia nas tabelas (35-36 ressaltos) com realce na tabela ofensiva (10-13 ressaltos) e provocaram mais faltas (12-17), embora com pior eficácia da linha de lance livre (83%-65%), ao desperdiçarem 6 em 17 tentativas ao invés das suas opositoras que apenas falharam um em 6 lançamentos tentados. Ficha de jogo Pavilhão Desportivo dos Lombos Algés (68) – Inês Faustino (24), Joana Bernardeco (9), Dora Duarte (14), Lavínia Silva (4) e Chelsea Guimarães (6); Vitória Pacheco (2), Joana Soeiro (3), Simone Costa (4) e Carolina Gonçalves (2) CAB Madeira (62) – Catarina Freitas (11), Mª João Correia (20), Christian Shelter (4), Carolina Escórcio (11) e Justina Udenize (13); Marta Bravo (3) e Cíntia França Por períodos: 15-15, 21-12, 18-15, 14-20Árbitros: João Veiga e Inês Freire
Fizeram História! Obrigado!
A Selecção Nacional de sub 16 Femininos alcançou, em Matosinhos, a medalha de prata e a subida à Divisão A, num evento sem igual enchendo o Centro de Congressos e Desporto de Matosinhos, dia após dia, com multidões de adeptos culminando numa inolvidável final com cerca de 4,000 assistentes.
A Selecção Nacional de Sub 18 integrou a Divisão A, com as 16 melhores selecções europeias, conseguindo a melhor classificação de sempre – 9º lugar – alcançada depois de 6 vitórias consecutivas no torneio realizado na Croácia.
Oliveirense vence derby
Nos minutos finais, a equipa de Oliveira de Azeméis parecia ter o jogo controlado, ainda que por curtas vantagens pontuais, mas um triplo de José Barbosa, trouxe de novo a incerteza ao resultado, vendo-se obrigada a sofrer até ao último segundo para saborear uma preciosa vitória.
Este provavelmente seria um dos cenários mais perfeitos para a Oliveirense regressar em casa aos jogos da Liga, com uma recepção à Ovarense. O jogo não defraudou as expectativas, pelo equilíbrio e final entusiasmante que teve.Nos primeiros 10 minutos as duas equipas estiveram muito iguais, um pouco melhor a Ovarense (20-18), situação que se alteraria até ao intervalo. No segundo quarto, a equipa liderada pelo técnico Rui Alves chegou a estar a vencer perto da dezena de pontos (41-32), mas nos instantes finais da 1ª parte, pela conquista de várias idas para a linha de lance-livre, a Ovarense amenizou a diferença pontual (41-36).O começo da etapa complementar foi uma réplica do quarto anterior, com a Oliveirense sempre no comando do marcador, mas incapaz de passar a barreira psicológica dos 10 pontos de vantagem, muito por culpa da serenidade e disciplina que caracteriza a equipa de Ovar. No entanto, no final do 3º período a Oliveirense continuava no comando do marcador, somando mais um ponto à vantagem que tinha ao intervalo (60-54).No derradeiro quarto, a Oliveirense suportou bem o facto de ter o adversário sempre por perto no marcador, mantendo-se sempre em vantagem até 3 minutos do final, altura em que se registou um empate a 65 pontos. Percebia-se que era o momento do jogo, pelo que os 4 pontos consecutivos por parte da equipa da casa foram fundamentais para voltar a estabilizar a Oliveirense (69-65).A 32 segundos do final o conjunto de Oliveira de Azeméis vencia por cinco pontos de diferença (72-67), mas José Barbosa com um triplo, trazia à memória o final memorável da Ovarense na ronda anterior. O mesmo atleta, após um turnover de um atleta da Oliveirense, ainda dispôs de um lançamento triplo para vencer o jogo, mas a bola não entrou, pelo que os adeptos da Oliveirense puderam respirar de alivio e celebrar uma vitória sempre especial.O norte-americano Aaron Fuller (19 pontos, 14 ressaltos e 4 assistências), novamente MVP do jogo com 36 de valorização, para além de mais uma boa exibição, foi determinante nos momentos decisivos, assim como João Soares, melhor marcador com 22 pontos, a que somou 10 ressaltos.A equipa de Ovar não esteve particularmente feliz nos lançamentos de longa distância e perdeu a luta das tabelas. Embora tenha conseguido muitos mais lances-livres, desperdiçou 10 pontos por falta de eficácia (18/28 – 64%), aspeto que num jogo equilibrado… A Ovarense teve quatro jogadores a terminar o jogo com 10 ou mais pontos, sendo que o melhor foi Miguel Miranda que ficou muito perto do duplo-duplo (12 pontos e 9 ressaltos). Logo seguido de Fernando Neves com 11 pontos, que ainda conquistou 7 ressaltos.
Barcelos vence jogo equilibrado
Um jogo marcado pelo equilíbrio, com vários momentos em que cada umas das equipas revelou ligeira superioridade, mas nos momentos de decisão acabou por ser mais forte a formação comandada pelo técnico José Ricardo.
Os primeiros 20 minutos foram de domínio repartido, melhor a dformação maiata nos primeiros 10 minutos (20-15), com a equipa da casa a responder até ao intervalo, altura em que já vencia por dois pontos de diferença (37-35).O intervalo não fez alterar o equilíbrio que se tinha registado, mas ainda assim foi a equipa da Maia a revelar-se melhor no recomeço da etapa complementar. Mesmo a jogar fora de casa, o conjunto liderado pelo técnico espanhol Vicente Gonzalez entrava no quarto decisivo no comando do marcador (54-52).Uma vantagem pontual que viria a revelar-se insuficiente, visto que nos 10 minutos finais, no parcial mais produtivo da equipa minhota (23 pontos), o Barcelos conseguiria a reviravolta no marcador. O controlo da posse de bola por parte do Barcelos, apenas 9 turnovers contra os 20 cometidos pelo Maia Basket, bem como os 17 roubos de bola efectuados contribuíram decisivamente para mais um sucesso dos barcelenses. Marko Loncovic (18 pontos e 11 ressaltos) registou mais um duplo-duplo, num encontro em que David Gomes (5 pontos, 9 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola) e Mathew Adekponya (10 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) deram sinais positivos que podem ser mais-valias para esta equipa de Barcelos.A grande exibição de Nuno Marçal (28 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências), MVP do jogo com 33 de valorização, foi ofuscada pela derrota da equipa.
Galitos supera Algés
Mesmo a jogar fora de casa, a equipa liderada por António Paulo Ferreira assumiu a liderança desde o quarto inicial, controlando depois até final, apesar da aproximação do adversário no último período.
A equipa do Algés teve de correr sempre atrás do prejuízo, já que nos primeiros 10 minuto a equipa da margem sul fugiu no marcador (22-13). Uma almofada pontual, sem ser grande, que permitiu os visitantes gerir a liderança até ao intervalo, ainda que o Algés tenha encurtado distâncias (41-36).O intervalo acabaria por servir melhor os interesses do Galitos, uma vez que cortou o ascendente revelado pelos algesinos no final da 1ª parte, aproveitando os visitantes para repor a diferença pontual que se registava no final dos primeiros 10 minutos (50-41).O Algés, num último quarto marcado por uma elevada pontuação (26-23), fez o que lhe competia, lutou para tentar alterar o resultado, mas o Galitos segurou bem uma importante vitória conquistada fora de portas.A estreia de Quinton Doggett (14 pontos e 8 ressaltos) na equipa do Galitos foi promissora, ainda que o grande desempenho tenha pertencido a Miguel Minhava (14 pontos, 9 assistências, 7 ressaltos e 3 roubos de bola), MVP do jogo com 29 de valorização. Andrew Bachanov (16 pontos e 5 ressaltos) começa a revelar que é um jogador regular.Foram cinco os jogadores do Algés que conseguiram mais de 10 pontos, Diogo Correia foi o melhor com 14 pontos, Henrique Piedade (11 pontos e 8 ressaltos) foi o mais valorizado, com Rui Quintino (12 pontos e 6 ressaltos) a ficar muito perto.
Benfica chega à centena
Os comandados de Carlos Lisboa tinham praticamente resolvido o jogo ao intervalo, mercê de um bom segundo período.
Se do ponto de vista ofensivo o Benfica esteve muito bem durante a 1ª parte, 57 pontos apontados, o desempenho defensivo da equipa durante o 1º período não foi o mais famoso (31-23). Até ao intervalo, os açorianos encontraram muitas mais dificuldades para encontrarem o caminho do cesto, baixaram abruptamente a sua eficácia ofensiva, vendo reduzido para 6 pontos a sua produção atacante nos segundos 10 minutos. Ao intervalo o Benfica já vencia por vinte seis pontos de diferença (57-31), e apesar de ter dado melhor réplica durante a etapa complementar, o Lusitânia já tinha comprometido a possibilidade de poder discutir o jogo.O norte-americano Jobey Thomas (27 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola) voltou a ser o atirador de serviço do Benfica, já David Weaver (12 pontos e 10 ressaltos) se impôs no jogo interior. O base Diogo carreira (11 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos) aproveitou bem os minutos em que esteve em jogo.Augusto Sobrinho, com 25 pontos, foi o melhor marcador dos açorianos, mais um do que o seu companheiro James Smith (24 pontos), que deixou boas indicações de poder vir a ser um jogador útil para o técnico Nuno Barroso.
Sampaense ganha na Madeira
Um triunfo apenas garantido no último período, já que à entrada do derradeiro quarto a equipa do Sampaense perdia por três pontos de diferença.
Desde o seu arranque, o jogo teve um ritmo elevado, o que permitia prever que, independentemente do resultado, sairia beneficiado o espetáculo. Entrou melhor o Sampaense, que soube impor-se nas áreas próximas do cesto, o que fez com que garantisse superioridade ao nível do jogo interior e dos ressaltos. O CAB tentou responder, mas nem sempre com eficácia. A equipa liderada pelo técnico João Freitas acumulava erros, especialmente no capítulo defensivo, facto que explica a vantagem conquistada pelos visitantes no final do 1º período (24-18). No segundo período, o CAB melhorou coletivamente, os lançamentos de longa distância passaram a ser uma arma ofensiva válida, já que surgiram em maior número e com melhor eficácia. Contudo, o Sampaense estava determinado a não deixar a partida fugir ao seu controle e acompanhou o CAB nos pontos e na atitude dentro de campo.O intervalo chegou com o marcados a assinalar, favorável ao Samapaense. Tudo estava em aberto para a segunda parte. Seria o CAB capaz de dar a volta e passar para a frente? Ou continuaria o Sampaense a dominar, com o seu poder atlético, a equipa dos Amigos?No regresso dos balneários a equipa madeirense apresentou-se mais solta, mais agressiva, mais atenta nos aspetos defensivos e particularmente eficaz no ataque. Os triplos voltaram a ser a sua arma favorita. À entrada do derradeiro, a equipa insular já tinha conseguido a reviravolta no marcador (52-49), um resultado que deixava tudo em aberto para os últimos 10 minutos, e a curiosidade em se perceber como iriam as duas equipas reagir à alternância de comando do jogo.Tal como aconteceu em jogos anteriores na presente temporada, os comandados de José Calabote souberam responder à desvantagem no marcador, revelando determinação e rigor tático para explorar com precisão as vantagens ofensivas que tinha relativamente ao seu adversário. A formação insular pagou caro algumas desconcentrações defensivas, se bem que haja muito mérito da parte do Sampaense nesta vitória num campo sempre complicada de jogar.
Vitória decide jogo na 1ª parte
A superioridade exibida pelos vitorianos durante os primeiros 20 minutos foi notória, com o resultado ao intervalo, 58-29 favorável ao Vitória, a expressar bem a diferença entre as duas equipas.
A 2ª parte foi bem mais equilibrada, a Académica venceu por um ponto de diferença, algo sempre positivo e motivador, se bem que nunca tenha sido colocada em causa a liderança da equipa liderada pelo técnico Fernando Sá.O Vitória dobrou o adversário na luta dos ressaltos (36/18), João Balseiro (12 pontos) foi o melhor ressaltador dos vimaranenses, com 8, logo seguido por João Guerreiro (4 pontos, 3 assistências e 2 roubos de bola). Mas o grande destaque vai para José Silva, autor de 29 pontos, bem como para a subida de rendimento de Temidayo Adebayo (17 pontos e 5 ressaltos).O capitão da Académica, Fernando Sousa (30 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola), MVP do jogo com 30 de valorização, foi exemplar na forma como se bateu, tendo sido bem acompanhado por Bruno Costa (16 pontos, 7 ressaltos e 5 roubos de bola).
Filipe da Silva soma 5º desaire seguido
O Rouen somou este fim-de-semana a quinta derrota consecutiva, diante do Boulogne, por 77-79, na 10ª jornada da prova. Na divisão inferior, o Chartres de Arnette Hallman teve melhor sorte, já que derrotou o La Rochelle, fora, por 67-60.
Filipe foi titular e, nos 16 minutos que esteve em campo, marcou 6 pontos, capturou 2 ressaltos, distribuiu 6 assistências e fez 6 roubos de bola. Hallman, por seu turno, jogou 19 minutos, somando 8 pontos, 3 ressaltos e 1 assistência.Em Espanha, as duas portuguesas que atuam na Liga Feminina não foram bem-sucedidas este fim-de-semana. O Cadi, de Sofia Carolina, sofreu a segunda derrota da época, em quatro jogos, diante do Bembibre, em casa (59-62). A portuguesa começou no banco mas acabou por jogar 8 minutos, somando 3 pontos e 2 ressaltos.Já o Bizkaia GDKO de Carla Freitas cedeu fora de portas diante do Gipuzko (51-69), com a internacional lusa a obter um roubo de bola, em 10 minutos de utilização. A equipa venceu apenas um jogo esta temporada.
CAR Jamor volta a vencer
André Resende por 60-54. Um jogo equilibrado e que colocou problemas pouco habituais aos jovens atletas do CAR. A evolução continua a ser notória, e este encontro em particular exigiu mais maturidade e paciência ofensiva aos atletas.
A equipa de Évora, com a alternância defensiva de vários tipos de zona, colocou imensos problemas do ponto de vista ofensivo. Aos poucos, a formação do Jamor soube lidar com essa estratégia defensiva, começou a procurar os pontos fortes de qualquer ataque contra uma defesa zona, e acima de tudo preocupou-se mais em jogar por princípios do que propriamente estar amarrada a um sistema tático.No entanto, nem tudo foi positivo uma vez que a recuperação defensiva não foi a melhor, parar a bola na transição defensiva nem sempre foi conseguido, e na defesa em meio campo, as penetrações continuam a causar desiquilibrios. A defesa dos postes causou igualmente alguma mossa, já que a diferença de peso em alguns casos fosse notória, o que não invalida falta de agressividade na luta pelo ganho de posições perto do cesto.No ataque, o jogo foi excelente para ilustrar o quanto importante é circular rápido a bola entre os jogadores, que a eficácia do lançamento ainda deixa muito a desejar, e que o drible também é uma arma ofensiva.Mas são claros alguns sinais positivos, maior segurança em bater pressão, melhor compreensão dos ritmos do jogo, maior preocupação com o controlo da posse de bola, maior facilidade em abrir linhas de passe, um conjunto de fundamentos essenciais para estar em campo com qualidadeAlinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes (3), Jorge Pires (15), David Dias, Pedro Costa (5), Nuno Sá (5), Carlos Cardoso (4), Guilherme Oliveira (4), Pedro Dias (6), Rui Saraiva (6), Diogo Carvalho, João Pedro Fernandes (3) e Pedro Teixeira (9).
AD Vagos permanece invicta
Um jogo que teve domínio repartido, melhor a equipa da casa durante a 1ª parte, mas na etapa complementar as vaguenses deram a volta ao resultado.
O encontro de Lousada teve duas partes distintas. Depois de um início liderado pelo Vagos, as comandadas de Raul Santos dominaram o 2º período, sobretudo pelo seu bom desempenho defensivo já que permitiram que o Vagos apenas marcasse 2 pontos durante 10 minutos. Ao intervalo, o Lousada liderava o marcador com uma vantagem de cinco pontos (19-14). Mas o intervalo que veio mudar o rumo do jogo. O Vagos surgiu determinado a fazer o que não tinha feito até então. Depois de recuperar a desvantagem, passou a liderar o jogo, chegando mesmo a uma vantagem superior à dezena de pontos. Não mais permitindo que a equipa do Lousada se aproximasse do marcador até final do encontro.Num jogo marcado por uma baixa pontuação, na equipa do Vagos as melhores marcadoras foram: Daniela Domingues (10 pontos), Ana Oliveira (11 pontos), eficaz nos lançamentos de longa distância (3/4) e Janae Fulcher (10 pontos).Na equipa da casa, a dupla de norte-americanas formada por Stefanie Gilbreath (13 pontos) e Elisa Beagle (14 pontos), MVP do encontro, esteve em bom plano, já Francisca Braga (7 pontos) foi a que mais se evidenciou entre as portuguesas.Por períodos: 8-12; 11-2; 10-18 e 15-18
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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