Artigos da Federaçãooo
Diogo Ventura: «Não vou relaxar»
Apesar de muito novo, o base tem merecido a confiança do técnico André Martins para liderar a equipa do Algés. O jogo inaugural do campeonato não teve um final, mas o atleta, eleito para o melhor 5 da ronda, acredita que isso já faz parte do passado. Para o jogo do próximo domingo, Ventura acredita que a forma como a equipa tem trabalhado, e a força do coletivo, irá suficiente para levar de vencida a equipa do Galitos.
Como está a lidar com o facto de estar a ser o base mais utilizado na equipa do Algés?Só me traz mais responsabilidades e dá-me vontade de trabalhar. Penso que o pior que se pode fazer quando um jogador é o mais utilizado na sua posição é relaxar e achar que se tem esses minutos garantidos. No entanto, o maior foco tem de ser a equipa e não os minutos que cada um joga ou deixa de jogar. O facto de ter integrado o 5 ideal da jornada é motivo para trabalhar ainda mais? Claro que sim, penso que, no seguimento da questão anterior, estes fatores só podem e devem motivar mais um jogador a dar ainda mais do que estava a dar. A estreia na Liga esteve muito perto de ser positiva. A forma quase inacreditável como perderam em Ovar já faz parte do passado? Sim, realmente a forma como perdemos foi quase inacreditável e muito dura para todos. Perdemos por culpa própria, mas aprendemos muito também. Esta primeira jornada já passou e penso que serviu para acreditarmos que, com muito trabalho e exigência, podemos discutir todos os jogos. Agora não pensamos em mais nada a não ser no próximo jogo. Uma vitória no jogo do próximo domingo frente ao Galitos, duas equipas que provavelmente lutam pelos mesmos objetivos, seria importante nesta fase do campeonato? Sim, as vitórias são sempre importantes, e vamos lutar e dar tudo para que no final a vitória seja do Algés em todos os jogos. Quanto aos objetivos, por enquanto, é treinar intensamente dia a dia e pensar jogo a jogo para que possamos ser competitivos e discutir todos os jogos. Ainda estamos numa fase muito precoce do campeonato para definir metas. No entanto, as equipas que forem mais regulares vão ter mais sucesso. Reconhece que o Galitos tem jogadores que podem desequilibrar um jogo? Sim o Galitos tem uma boa equipa com 2 ou 3 jogadores que podem desequilibrar, mas a equipa vale pelo colectivo e temos de estar atentos a todos os jogadores da equipa do Galitos. Acredita que o Algés está preparado para vencer? E quais os pontos fortes que vos podem conduzir ao triunfo? O Algés, só pelo grande clube que é, e com a tradição que tem, está sempre preparado para vencer! A vontade de ganhar é enorme e nós trabalhamos todos os dias no máximo para que os jogos corram da melhor forma. O nosso ponto forte é, sem qualquer dúvida, a equipa como um todo e o facto de todos os jogadores, sem exceção, serem muito importantes para a equipa.
ANTB também se associa ao IX Clinic Internacional de Treinadores de Basquetebol – AB Porto
Neste sentido, a ANTB, para além de editar semestralmente a revista “O Treinador”, com artigos técnicos de treinadores portugueses, tem vindo a organizar diversas ações de formação para Treinadores de Basquetebol, para diferentes níveis da prática, por todo o país e em diferentes formatos, em colaboração da Escola Nacional de Basquetebol e as Associações Distritais, complementado e enriquecendo a oferta formativa. Nos últimos 2 anos, destacam-se os dois Clinics Internacionais com prestigiados preletores americanos e europeus, além de alguns dos treinadores portugueses com percurso mais relevante, bem como os 9 Clinics ANTB na estrada que levaram excelentes formadores a todo o país – Lisboa, Leiria, Maia, Viseu, Albufeira, Aveiro, Barreiro, Évora, Covilhã – para aí fazerem intervenções de acordo com as respetivas necessidades regionais. Além disso, tem estado totalmente empenhada em trabalhar em parceria com outras entidades formadoras da modalidade – ENB/FPB, Associações, Clubes – apoiando e colaborando organizações dessas entidades, como tem sido o caso dos Clinics Internacionais de Formação (em Cantanhede) ou o recente Clinic da Associação de Basquetebol Braga (em Guimarães).A colaboração com a Associação de Basquetebol do Porto na organização do seu IX Clinic Internacional constitui uma excelente oportunidade para a ANTB levar a cabo a sua missão de promover a valorização dos Treinadores de Basquetebol em Portugal, proporcionando-lhes uma ação de formação de excelente nível, como aliás tem sido habitual neste eventos. O Clinic Internacional da A. B. Porto assume particular relevância e revela-se indispensável pois alarga e complementa, no tempo, na acessibilidade a mais regiões e no modelo, a oferta formativa disponibilizada pelo Clinic Internacional da ANTB e pelo Clinic Internacional de Formação, permitindo proporcionar a mais Treinadores, e portanto também a mais sócios da ANTB, formação de alto nível. Por isso a ANTB congratula-se por poder colaborar com a Associação de Basquetebol do Porto e a Escola Nacional de Basquetebol na sua concretização.A ANTB, enquanto entidade representativa dos Treinadores de basquetebol em Portugal, é também parceiro fundamental na procura de soluções para o desenvolvimento da modalidade, constituindo-se como veículo privilegiado das propostas dos Treinadores, constituindo este outro dos objetivos fundamentais da Associação. Tendo em vista contribuir para que os Treinadores assumam o seu papel fundamental na definição do futuro do Basquetebol, em especial tendo em conta o período crucial que a modalidade atravessa, a ANTB vai promover durante o IX Clinic Internacional da AB Porto uma reunião para auscultar e debater as preocupações e propostas dos Treinadores presentes.
«Pôr estratégia em prática e ganhar»
O encontro disputa-se domingo, frente ao CAB Madeira, em Carcavelos
O Algés ainda está à procura da sua melhor forma desportiva, ou simplesmente ainda não é uma “equipa”?O Algés é uma equipa muito jovem, com jogadoras talentosas mas que precisam de experiência para ganhar mais consistência. Portanto, apesar de já sermos uma equipa, temos muito para trabalhar e melhorar para conseguirmos a nossa melhor forma desportiva. Encontra grandes diferenças entre a equipa deste ano e a que conquistou o título na última época?É logico que sim. Em primeiro lugar o facto de não termos estrangeiras de grande nível como tínhamos o ano passado. Depois, algumas das jogadoras mais experientes também já não estão connosco. Contudo, apesar de a equipa ser diferente da do ano passado, é igualmente um grupo trabalhador, com aspirações e objetivos. E, acredito que iremos terminar a época a jogar igualmente um basquete de bom nível.Como tem sido capitanear um grupo com tanta juventude?É para mim um desafio. Sinto que as jogadoras jovens talentosas precisam de equilíbrio, moderação e confiança, e nós, jogadoras mais experientes podemos ajudar nesse sentido. Apesar de saber que ao longo do ano vamos ter de trabalhar conjuntamente em muitas questões, também estou certa que vai ser gratificante sentir a evolução do grupo. O duplo desaire dos Açores poderá deixar marcas na equipa para o jogo de domingo? E o que falhou nesses dois jogos?Concordo. Deixa marcas, desde logo positivas! Todos sabemos, quem anda no Desporto, que se aprende mais nas derrotas do que nas vitorias. Estas só tem que ser encaradas como um alerta de aspetos que temos que trabalhar e melhorar e a melhor resposta a esta situação, é a forma como estamos a treinar esta semana. As duas equipas perderam os últimos jogos por diferenças mínimas. A questão mental vai ser determinante para este jogo da Supertaça?A questão mental é sempre determinante numa final. Mas, tal como referi é uma final, portanto não tem nada a ver com os jogos do fim de semana passado. Vão estar duas equipas dentro de campo que de certeza só pensam em ganhar, e aquela que demonstrar maiores níveis de concentração e confiança vai com certeza errar menos e aumentar a possibilidade de sair vitoriosa. É nisso que estamos focadas, adquirir uma estratégia, pô-la em pratica e ganhar! O CAB está mais forte do que na época passada? E quais os principais cuidados a ter durante o jogo desta final?Ainda não jogamos com o CAB esta época, portanto ainda não consigo estabelecer uma comparação com a época passada. No entanto, o CAB tem jogadoras que podem criar bastantes desequilíbrios, como a Maria Joao Correia. Ainda assim acredito que o segredo da vitoria no Domingo passa pela preocupação com a nossa própria equipa, em fazermos as coisas que nos são pedidas, e de forma coletiva encontrarmos soluções que nos permitam trazer a Supertaça para Algés.
CPN vence Torneio das Estrelas de Montgermont (França)
Trata-se de um torneio onde prevalece o espírito de fraternidade, amizade, desportivismo, convívio, e intercâmbio cultural entre as participantes e os acompanhantes, mais do que a competição em si mesmo.
No certame deste ano participaram equipas oriundas de França, Espanha, Bélgica, Suíça, Itália, e Portugal, tendo o CPN sido representado pelas atletas Beatriz Brito, Carolina Coelho, Daniela Aranha, Érica Manuel, Inês Rosas, Margarida Fonseca, Mariana Pereira, Mariana Silva, Marta Afonso, Marta Fernandes, Marta Leite, Natália Santos, Patrícia Correia, Rita Lino, Rita Sá, Rita Santos, Sofia Fonseca e Vanessa Ferreira, distribuídas por duas equipas. Este ano além da sua equipa de sub-14 (iniciadas) o CPN levou uma equipa mais nova de sub-12, que igualmente participou no torneio, a qual seria denominada de Ermesinde. Para esta jovem equipa esta participação foi uma espécie de preparação para o próximo torneio. Mesmo assim deram uma excelente resposta e conseguiram vencer a equipa da Bélgica, o Bonine, ficando em 7º lugar.Quanto ao principal conjunto do CPN (na imagem) esse levaria a melhor sobre a concorrência, já que saiu vencedor do torneio! Na fase de grupos as ermesindenses arrasaram por completo. Bateram a Selection 35 por concludentes 25-08, o Saint Melo também por expressivos 22-04, e as belgas do Bonine por 36-03. Numa segunda fase derrotariam o Lancy Geneve (Suiça) por 29-06, alcançando assim a final, onde iriam derrotar o Saint Malo por 14-09. Refira-se que os jogos do Torneio de Montgermont são de curta duração, como se pode comprovar pelos baixos resultados, com o intuito de poderem ser realizados o maior número de jogos possível durante os dois dias de competição.O CPN além de vencer o torneio ganhou o prémio de melhor ataque, e viu ainda duas das suas atletas ficarem no “cinco ideal”, sendo elas Margarida Fonseca e Marta Afonso. Esta última jogadora foi ainda considerada a melhor jogadora – MVP – do torneio.
Entrega dos Prémios da Liga Feminina 2012/13
Esta iniciativa realiza-se pelo 5º ano consecutivo, na sequência de decisão e compromisso assumido entre FPB, Clubes e CALF (Comissão de Acompanhamento da Liga Feminina), na reunião realizada a 24 de Fevereiro de 2009, em Moimenta da Beira.De manhã, a partir das 10H00, por amabilidade do Presidente do CRCQ Lombos, que disponibilizou uma sala no recinto dos Lombos, terá lugar mais uma reunião de clubes da Liga Feminina, onde serão debatidos temas de interesse para todos os intervenientes na prova máxima do calendário federativo, a nível feminino. Serão distribuídos 22 prémios (número igual ao do ano transacto), a saber: 15 estatísticos, sendo 8 absolutos e 7 do ranking nacional, 6 não estatísticos e o Prémio Carreira. Nos prémios absolutos, que foram como quase sempre tem sido, dominados pelas jogadoras estrangeiras, com uma ou outra excepção, é justo realçar a única intromissão lusa através da madeirense Catarina Caldeira que, tendo vindo a prosseguir os seus estudos no continente, passou a representar o GDESSA, um emblema que continua a trabalhar bem nos escalões de formação com muitos títulos nacionais (6 campeonatos de Sub-19 e 1 de Sub-16) e regionais no seu historial. Catarina Caldeira que passou pelas selecções jovens (Sub-18 e Sub-20), foi a pensadora do jogo das escolares, conseguindo uma média de 3,5 passes decisivos na fase regular do Campeonato da Liga Feminina, sendo também a portuguesa mais eficaz nos lançamentos de 3 pontos (40,8%). Outros destaques: a norte-americana Donica Cosby (média de 27,5 pontos), melhor marcadora absoluta pelo 2º ano consecutivo, desta feita ao serviço do CD Torres Novas; Laura Ferreira (GDESSA), capitã da selecção nacional de Sub-18 Femininos nas duas últimas temporadas, que arrecadou 3 prémios estatísticos (MVP Portuguesa e MVP Jovem com 16,5 de valorização, além de ter sido a Melhor Portuguesa nos Roubos com média de 2,6) e ainda um prémio não estatístico, ao ter sido votada como Jogadora Revelação da prova, com 73 votos; Márcia Costa (CRCQ Lombos) que pelo 2º ano consecutivo foi considerada a Melhor Defensora, com 33 votos. Por último a norte-americana Jheri Booker (CAB Madeira) que repetiu a performance do ano passado, voltando a ser a melhor nos roubos de bola (3,3 rb/jogo). Ainda nos prémios não estatísticos saliência para o 2º ano consecutivo em que José Araújo (Algés) foi o mais votado para Técnico do Ano, com 89 votos. A antiga internacional Gilda Correia foi este ano a escolhida para o Prémio Carreira, com 78 votos, sucedendo assim a Susana Soares (2008/09), Mónica Duarte (2009/10), Cecília Shinn (2010/11) e Sofia Coelho (2011/12), as vencedoras nos anos anteriores. Gilda Correia nascida em 1980 (geração de Sofia Ramalho, Vera Correia, entre outras) principiou a sua carreira aos 12 anos de idade nas iniciadas do Esgueira (1992/93) tendo passado a representar o Illiabum nas duas épocas seguintes (1993/94 e 1994/95), já como cadete (Sub-16). Em 1995/96 transferiu-se para o Anadia onde esteve 4 temporadas (a última já como sénior em 1998/99), tendo sido logo no 1º ano campeã nacional de juniores (Sub-18) sob o comando de João Janeiro, actual timoneiro da AD Vagos. Foi um período de ouro para o Anadia que arrebatou o título nacional de juniores femininos durante três anos seguidos (1994/95, 1995/96 e 1996/97) nos tempos de Liliana Rocha, Ana Teixeira, Susana Santos, entre outras, com João Janeiro ao leme. Mudou-se para Coimbra, envergando primeiro a camisola do Olivais durante 3 temporadas (de 1999/2000 a 2001/2002) e depois a da PT Coimbra (apenas em 2002/03), também sob o comando de João Janeiro, que voltou a reunir antigas jogadoras do Anadia (casos de Liliana Rocha, Ana Teixeira, Susana Santos, etc.) nesse projecto. Em 2003/04 transferiu-se para o CAB Madeira, emblema que representou durante 7 épocas (até 2009/10), altura em que pôs ponto final à sua carreira de 18 anos como praticante. Uma lesão complicada a nível do tendão de Aquiles (3 cirurgias) obrigaram-na a abandonar aos 29 anos, nos finais de 2009. Gilda foi internacional 47 vezes: 24 pela selecção sénior e 6 pela selecção universitária (esteve nas Universíadas de Pequim, na República Popular da China, em Agosto de 2001), sendo as restantes pelas Sub-20 (4) e Sub-18 (13). A sua última internacionalização foi contra Moçambique na final dos Jogos da Lusofonia em Macau (Outubro de 2006), ganha pelas moçambicanas, sendo Carlos Portugal o seleccionador nacional. Pelo CAB Madeira conquistou 2 Campeonatos Nacionais consecutivos (2004/05 e 2005/06), duas Taças de Portugal (2005/06 e 2006/07), duas Supertaças (2006/07 e 2007/08) e duas Taças Vítor Hugo (2007/08 e 2008/09). É professora de Educação Física e actualmente é treinadora adjunta da equipa sénior do CRCQ Lombos, sendo também a treinadora principal das Sub-19 do emblema dos Lombos. Listagem dos vencedores de 2012/13Prémios EstatísticosAbsolutos (8)MVP – Lady Comfort (Olivais FC) (30,0 de valorização)Pontos – Donica Cosby (CD Torres Novas) 27,5 pts/jogoRessaltos – Christina Dewitt (Lousada AC) 17,5 ress/jogo% Lançamentos de Campo – Laura Broomfield (Algés) 58,9%% Triplos – Kathryn Gearlds (Algés) 43,1%% Lances Livres – Jasmine Crew (Boa Viagem) 88,6%Assistências – Catarina Caldeira (GDESSA) 3,5 ass/jogoRoubos – Jheri Booker (CAB Madeira) 3,3 rb/jogoRanking Nacional (7)MVP – Laura Ferreira (GDESSA) (16,5 de valorização) (*)Pontos – Ana Raimundo (AD Ovarense) 16,8 pts/jogoRessaltos – Susan Foreid (CD Torres Novas) 8,2 ress/jogo% Lançamentos de Campo – Jessica Almeida (Algés) 48,8%% Triplos – Catarina Caldeira (GDESSA) 40,8%% Lances Livres – Célia Simões (Boa Viagem) 86,7%Roubos – Laura Ferreira (GDESSA) 2,6 rb/jogo(*) – Conquistou também o prémio MVP Jovem (atletas nascidas a partir de 1993)Prémios Não Estatísticos (6)Melhor Defensora – Márcia Costa (CRCQ Lombos) 33 votosJogadora Revelação – Laura Ferreira (GDESSA) 73 votosTécnico do Ano – José Araújo (Algés) 89 votos Dirigente do Ano – Jorge Vieira (CRCQ Lombos) 30 votosÓrgão de Comunicação Social pró Basquetebol Feminino – Site Basketotal.com (38 votos)Clube do Ano – Algés Prémio Carreira Gilda Correia (ex-jogadora internacional) – 78 votos
CD Póvoa também colabora na organização
É com grande satisfação e sentido de responsabilidade que, pela 5ª vez, o Clube Desportivo da Póvoa associa-se à ABP, para a realização de mais um Clinic internacional de grande qualidade, contando com o apoio dos jovens atletas do clube para a imprescindível demonstração em campo, daquilo que os treinadores convidados pretendem transmitir.
Depois do sucesso dos eventos anteriores, bem como a excelência dos seus prelectores, este ano conseguimos contar com mais alguns nomes de referência do basquetebol internacional.O Clube Desportivo da Póvoa, já por diversas vezes se tem aliado à Associação de Basquetebol do Porto, nomeadamente na realização de, várias fases finais distritais/nacionais, jogos internacionais da nossa Selecção, bem como na realização das sessões regulares de trabalho técnico.
Algés e CAB Madeira esgrimem armas
Algés na qualidade de campeão nacional e CAB Madeira como finalista vencido da Taça de Portugal (as algesinas fizeram a dobradinha) discutirão a posse do troféu.
Este ponto alto cuja organização foi atribuída à Associação de Basquetebol de Lisboa, por delegação da FPB, engloba outras iniciativas, nomeadamente a entrega dos prémios da Liga Feminina relativos à época 2012/13 (agendada para o intervalo do jogo da Supertaça) e também uma reunião de clubes da Liga Feminina, que terá início às 10H00 de domingo, numa sala do Pavilhão dos Lombos, gentilmente cedida por Jorge Vieira, Presidente do emblema anfitrião. A agenda de trabalhos proposta inclui dois temas importantes (proposta de sanções para casos de incumprimento, uma luta que dura há vários anos e também uma proposta de reformulação do sistema de votação e da sua metodologia, que visa a agilização da mesma), pelo que é importante a presença do maior número de clubes (o pleno serão 11, como é sabido). Curiosamente um dos intervenientes (CAB Madeira) lidera o ranking dos vencedores do troféu, com 6 triunfos, seguido do Estrelas da Avenida (5), CIF, Olivais e Algés, todos com 3. Das duas uma: ou as madeirenses consolidam a posição de liderança ou ao invés as algesinas se aproximam dos lugares do topo, ultrapassando cifistas e olivanenses.Difícil será fazer um prognóstico porque este tipo de jogos rodeia-se sempre de uma certa imprevisibilidade. Uma coisa é certa: pela primeira vez desde há muitos anos (talvez tenhamos que recuar aos anos noventa) que o Algés se apresenta apenas com jogadoras portuguesas, sinais evidentes dos tempos conturbados porque passamos, uma crise que é transversal à sociedade portuguesa, nos seus mais variados sectores. Mas também não é menos verdade de que o plantel à disposição do espanhol Manolo Povea está recheado de internacionais lusas, não só dos escalões de formação (Vitória Pacheco, Joana Canastra, Joana Soeiro, Simone Costa, Chelsea Guimarães e Carolina Gonçalves) mas também pela selecção sénior (casos de Mariana Alves, Dora Duarte, Joana Bernardeco, Inês Faustino e Lavínia Silva). A equipa é bastante jovem, está a ser formada, a ganhar calo e por isso há que dar tempo ao tempo. Por seu turno o colectivo de João Pedro Vieira (que regressa ao trabalho de campo após um interregno em que esteve dedicado a outras funções não menos importantes) conta com duas estrangeiras: a poste Justina Udenize (internacional nigeriana que em Setembro esteve no AfroBasket realizado no Maputo, integrando a selecção do seu país), muito forte fisicamente e que ganha muitos ressaltos e a norte-americana Christian Selter, com características de boa lançadora. Mas também tem nas suas fileiras várias internacionais portuguesas, designadamente a base/extremo Maria João Correia, a extremo/poste Carolina Escórcio e a extremo Marta Bravo. Perspectiva-se pois um espectáculo interessante, recheado de bons momentos de basquetebol, porque qualidade não falta na maioria dos intervenientes.
II Torneio de Natal Solidário
Este evento vai decorrer durante a parte da tarde e no final será oferecido um lanche a todos os participantes.
Este evento tem como missão aproveitar o valor educativo do desporto e o seu importante papel social para proporcionar às crianças a prática da sua modalidade preferida e ao mesmo tempo ajudar quem mais necessita.Entre nesta onda de solidariedade, participe neste evento e traga um produto de higiene pessoal ou um produto alimentar ou um valor monetário para serem entregues à paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora, da responsabilidade dos Salesianos Évora, que luta diariamente para tentar responder ao assustador crescimento de pedidos de ajuda da população.Contamos com a vossa presença!
«Não esperamos um jogo fácil»
A jogadora adianta que o segredo será não falhar nos momentos decisivos e assegura que as madeirenses estão preparadas para lidar com qualquer tipo de pressão.
Apesar de um inicio de época nada famoso, acha que as prestações da equipa estão a ser preocupantes?Este início de época não está a ser o melhor, nem o que nós queríamos, o que de qualquer forma não invalida que estejamos a melhorar de jogo para jogo, a crescer e a tornarmo-nos cada vez mais equipa. Apesar de termos perdido os jogos por diferenças mínimas, temos consciência das nossas capacidades e que podemos realmente fazer um bom trabalho esta época. Além disso sou apologista de que as coisas não são como começam mas sim como acabam, e o caminho faz-se caminhando. Aos poucos chegaremos ao nível que queremos, não tenho dúvidas disso.A defesa tem sido o vosso ponto fraco neste arranque de temporada?A nossa defesa tem sido um aspeto menos bom no nosso jogo e nós estamos perfeitamente cientes disso. No entanto sabemos que temos tudo para fazer mais, muito mais e temos trabalhado nisso todos os dias. A defesa poderá vir a ser um dos nossos pontos mais fortes, passa muito pelo nosso querer.Na sua opinião, este ciclo negativo poderá ter influência no rendimento, ou confiança da equipa para este jogo em particular?Acho que temos vindo a ter uma grande capacidade de superação e isso notou-se nos últimos jogos que fizemos, mesmo apesar das derrotas. Quem nos viu na Taça Vítor Hugo e vê-nos agora, nota uma grande diferença, crescemos muito. Pelo que todo esse ciclo negativo só tem que servir para trabalhar mais, querermos mais, melhorarmos a cada dia que passa para chegar onde queremos e não o contrário. Além disso não há nada mais motivante do que poder disputar uma final.E de uma coisa tenho a certeza: confiamos muito umas nas outras, no trabalho e no contributo que cada uma tem e pode dar à equipa. Daí que cair agora ou deixarmo-nos influenciar por coisas negativas não nos vai ajudar em nada.O Algés, aparentemente, também parece não estar a atravessar uma fase muito positiva. Acha que esta equipa tem menos qualidade ou soluções do que aquela que se sagrou campeã nacional na última temporada?O Algés comparado à época passada tem uma equipa mais jovem e não pode contar ainda com as suas americanas, mas isso não lhes faz ser menos equipa, muito pelo contrário. Acho que formam um conjunto de jogadoras com muita qualidade e que trabalham muito bem.Apesar de se encontrarem numa situação parecida com a nossa quanto neste inicio de época, sabemos que nos vão criar muitas dificuldades.Num cenário em que o jogo chegue equilibrado até bem perto do final, sente que estão mais preparadas para jogar esses momentos decisivos? E se não será expectável tentar explorar a grande juventude que existe na equipa do Algés?Não estamos à espera de um jogo fácil, pelo que será muito equilibrado certamente. Caso nos momentos finais isso venha a acontecer temos que jogar com cabeça, procurar as nossas coisas no ataque, defender com tudo e não cometer erros nos momentos decisivos. Penso que estamos preparadas para todo o tipo de pressão. Quem sabe pode ser um ponto a nosso favor.
Olivais continua invicto
Com este triunfo, a equipa de Coimbra somou a sua terceira vitória, mantendo-se invicta na competição. Já o conjunto de Torres Novas ainda não foi desta que conseguiu por fim ao ciclo negativo que atravessa, já que continua à procura do primeiro êxito da temporada.
O jogo começou a decidir-se no primeiro período, com a equipa da casa a construir uma confortável vantagem de quinze pontos passados os primeiros 10 minutos de jogo (26-11). Uma diferença pontual que se dilatou até ao intervalo (42-23) para números que colocavam o Olivais muito bem posicionado para vencer o encontro.Se dúvidas existiam, o recomeço da etapa complementar dissipou-as por completo, uma vez que o conjunto de Torres Novas não foi capaz de se aproximar no resultado. Bem pelo contrário, viu o Olivais fugir ainda mais no marcador (61-35).Uma vitória que assentou num bom controlo da posse de bola (apenas 5 turnovers), agressividade defensiva, refletida nos 24 roubos de bola, e nas boas exibições de Marcy Gonçalves (16 pontos, 7 roubos de bola, 6 ressaltos e 2 assistências), Daniela Jesus (18 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências) e Ana Fonseca (14 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências).Na equipa de Torres Novas, a dupla formada por Kirsten Olowinski (17 pontos e 9 ressaltos) e Mariana Pinheiro (14 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) foi a que mais se destacou.
Ana Oliveira: «Sinto-me em casa»
A equipa ainda não perdeu na Liga Feminina e prepara-se para defrontar o Lousada, formação de valor, que levou, inclusivamente, a melhor sobre o CAB. Não perca a entrevista nos detalhes desta notícia.
Depois de um período de sucesso vivido em Algés, o que a fez mudar de clube e escolher o Vagos?Adorei os 3 anos que passei no Algés, porém os anos passam e nós temos que seguir a vida e a minha está no norte. A minha prioridade não era continuar a jogar basquetebol mas, por falta de emprego, tive a sorte de o Vagos me dar esta oportunidade de jogar na minha cidade que é um grande prazer. Como tem corrido a adaptação a esta nova experiência na sua carreira?Ao longo da minha carreira tive a oportunidade de jogar em vários clubes criando experiência em adaptar-me a novas equipas, novos treinadores, e novas ideias e este caso não é diferente, mas o Vagos é um clube que tem pessoas muito acolhedoras e não tem sido nada difícil adaptar-me! O engraçado é que pela primeira vez em muitos anos, sinto-me como se estivesse em casa.Já defrontaram o Lousada esta época, num jogo em que foram bastante superiores. Acha que neste momento prevalece a diferença entre as duas equipas?O primeiro jogo contra o Lousada não vai ter qualquer termo de comparação com o deste sábado simplesmente porque as equipas que jogaram para a Taça de Vítor Hugo não são as equipas que vão jogar este sábado. Dois jogos duas vitórias, é registo do Vagos até ao momento. Com a sua vasta experiência de Liga, acha que a equipa do Vagos tem qualidade para discutir títulos?Acho que é muito cedo para avaliar como vai ser a nossa prestação durante o campeonato pelo simples facto que ainda não conseguimos ter 1 semana onde toda a gente estivesse a 100% para treinar e jogar. Porém, a equipa tem muito talento e acredito que tem todas as capacidades de estar nas finais mas vamos levar uma semana de cada vez. A vitória caseira do Lousada frente ao CAB é um bom aviso para a vossa deslocação do próximo sábado?O Lousada tem um bom núcleo e bom basquetebol e acredito que este ano elas vão fazer muito melhor época e consequentemente jogar contra o Lousada vai implicar ter que jogar bem, cometer menos erros do que elas e ser muito ofensivas para sair sempre com uma vitória.
Norberto Alves: «Quero evoluir como líder»
A experiência está a correr bem, já ganhou a Taça Victorino Cunha, prova onde participam os quatro clubes mais bem classificados na época anterior, mas não considera a sua equipa favorita ao título. Nesta entrevista Norberto Alves aborda ainda o atual momento da Académica. Não perca, nos detalhes desta notícia.
Esta sua ida para Angola já esteve para acontecer mais cedo?Sim, estive muito próximo de treinar em Angola, outro clube de topo na época de 2011/12. À última da hora as coisas não se concretizaram e fiquei sem treinar nesse ano, apesar de ter feito um 3º lugar, atrás do FC Porto e do Benfica. Na altura, a melhor época de há mais de 40 anos. Os dirigentes da Académica que iniciaram funções resolveram ter outro treinador, que passado pouco tempo foi substituído por outro treinador, apesar de eu estar disponível para treinar a Académica… nunca entendi isso. Quais foram os motivos que o levaram a ir treinar para Angola?Depois do problema de saúde que tive no final da época passada, tinha de tomar uma opção: ou só treinava basquetebol ou só estava na escola como professor de Educação Física. Em termos de esforço físico não queria fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Sabendo que a Académica não tem condições financeiras para ter um treinador a tempo inteiro – eu teria que sair. Assim, quando os dirigentes do Libolo vieram a Coimbra falar comigo resolvi aceitar o convite. Treinar e liderar equipas são competências que fui desenvolvendo ao longo de anos de experiência. Dediquei a minha vida a isso e não quis perder esta oportunidade de continuar a treinar. Nesta atividade é fundamental sair da nossa zona de conforto para poder evoluir e eu quero sempre evoluir como líder. Tinha de sair de Portugal. No nosso país não havia nenhum projeto que me proporcionasse essa evolução. Está satisfeito com as condições de trabalho proporcionadas pelo Recreativo do Libolo?Os dirigentes da equipa receberam-me muito bem e têm procurado dar-me tudo o que é possível para desenvolver o meu trabalho. Um agradecimento muito especial ao Vice-Presidente Nelson Oliveira, por proporcionar as melhores condições possíveis para que a equipa tenha possibilidades de discutir todas as provas. Os jogadores também têm sido fantásticos na minha integração noutra realidade. Penso que eles já perceberam o que eu posso fazer para que tudo nos corra como merecemos.Principais diferenças entre o basquete africano e Europeu?De uma forma muito geral, podemos dizer que o Jogo é mais físico, tem mais contacto e joga-se a uma maior velocidade – ou seja o ritmo é maior por haver mais posses de bola. Defensivamente existe uma maior pressão defensiva, quer sobre o portador da bola, quer sobre as linhas de passe. Penso que quando pensamos na intensidade com que se joga um jogo de playoff em Portugal percebemos melhor este contexto de que estou a falar. Recentemente conquistou a Taça Victorino Cunha, onde participaram os melhores 4 classificados da época anterior. Isso significa que têm condições para lutar pelo título?Foi muito importante para a confiança da equipa termos ganho esse troféu. Acho que pouca gente estava à espera, com exceção de todos os que fazemos parte da equipa – dirigentes, treinadores e jogadores. Para o campeonato sabemos que não somos os favoritos – a equipa mais forte é o atual campeão (1º de Agosto), mas temos as nossas hipóteses e com trabalho e compromisso de todos vamos, jogo a jogo, estar em condições de poder ganhar. Não prometi vitórias aos meus dirigentes quando me vieram contratar mas prometi dar tudo para as conseguir atingir. É isso que vou fazer – dar o meu melhor e ter, como sempre, a consciência de que o fiz.O campeonato é competitivo, ou resume-se a uma luta a quatro?O campeonato tem quatro equipas mais fortes do que as outras. Essas têm mais condições de disputar o título – mas o campeonato é mais competitivo que o português que tem apenas um grande candidato olhando para a diferença de potencial das equipas.A Liga dos Campeões Africanos é outro objetivo definido pelo clube?Essa é uma competição bastante difícil de conquistar, mas primeiro vamos lutar por nos apurarmos para a sua fase final e depois sim pensar nisso.Embora à distância, como vê o atual momento da Académica, clube que tanto lhe diz?Fui treinador da Académica 8 anos em 3 ciclos diferentes, trouxe o clube da 3ª divisão até ser Vice-Campeão Nacional. O Clube faz parte da minha vida como treinador e está no meu coração. Por isto tudo, eu lamento muito a situação que, fundamentalmente, a época de 2011/2012 provocou e que ainda tem repercussões – eu não percebi o que se passou: não estava lá nessa época, não me quiseram… Parece importante perguntar a quem lá estava na altura. Agora uma coisa eu sei, o ano passado sem aumentar o passivo que se encontrou, a Académica foi vice-campeã devido à presidência meritória do Carlos Gonçalves, que se baseou numa coisa: falar pouco, trabalhar muito e saber sofrer ainda mais. E como sofremos…Para o futuro é fundamental ter uma visão clara do que se tem de fazer e procurar pessoas que tenham essa visão.Eu desejo o melhor a todos os que estão ou que venham a estar na condução dos destinos do clube, desde que sejam pessoas de bem, que honrem a instituição e também os compromissos com quem a serviu e se dedicou de alma e coração. Um grande abraço aos jogadores, em especial ao Fernando Sousa e Bruno Costa e aos treinadores Jacinto Silva e Paulo Santos. Merecem o melhor. Que quem queira dirigir ponha os olhos neles. Aí vai descobrir, pelo seu exemplo, a atitude certa para o futuro da instituição. Se acham que não conseguem dirigir nas atuais condições difíceis então deixem o lugar a outros e parem de se vitimizar. Toda a gente agradece.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.