Artigos da Federaçãooo

15º Encontro de Gerações

Augusto Correia para dar início oficial a mais uma época desportiva.

Pelas 9h30 começaram a concentrar-se no nosso campo e, depois de bem equipados, foram separados em seis equipas, sob a responsabilidade dostreinadores de minibásquete e de atletas séniores do clube.Os Mini Atletas trouxeram ainda alguns amigos e passaram toda a manhã a conviver, jogando minibásquete.Não podia haver melhor maneira de começarmos mais uma época, com o pavilhão cheio de crianças a divertirem-se com o Olivais FC Coimbra, sempre sob o olhar atento de muitos Pais.As imagens desta fantástica manhã podem ser consultadas no Facebook do Olivais FC Coimbra.Boa época para todos!


Diogo Cão vence I Torneio Internacional House/Viseu

Com os jogos a serem disputados, com três periodos de 10 minutos e em tempo corrido, a equipa do Diogo Cão ao vencer os dois jogos frente ao Gumirães por 21-47 e 34-43 com o GD Gafanha, foi um justo vencido. No outro jogo, com resultado incerto até ao fim o GD Gafanha venceu o Gumirães por 23-28, tendo ficado na segunda posição.Por votação dos treinadores das três equipas participantes, foi escolhido cinco ideal, composto pelos atletas, D.Monteiro e C Soares (Diogo Cão), F.Amarante e H.Rodrigues (GD Gafanha) e F Esteves (Gumirães), sendo o MVP do Torneio o jogador do Diogo Cão D.Monteiro, que foi também o melhor ressaltador.


«Agrada-nos estar entre os melhores»

Guimarães e o B. Barcelos, e agora prepara-se para medir forças com a Ovarense, frente a quem o jogador não descarta a hipótese de a equipa voltar a fazer um brilharete. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.

Que explicações encontra para a recuperação que conseguiram no último período do jogo contra o Barcelos e que valeu o apuramento para esta fase final?Quando chegámos ao intervalo sabíamos que tínhamos realizado uma primeira parte muito abaixo do que somos capazes de fazer, não sendo agressivos nem a atacar nem a defender. A diferença na 2ª parte foi apenas uma mudança nessa atitude, passámos a dar poucos espaços e a ser mais agressivos no homem da bola juntamente com uma melhor seleção de lançamento.A forma equilibrada como conseguiram vencer os dois jogos da fase de grupos dá-vos mais experiência e confiança para esta fase decisiva da competição?Acima de tudo dá-nos mais capacidade de sofrimento. A confiança continua a ser a de quem acredita no trabalho que faz diariamente. Naturalmente o novo jogador norte-americano vem para ajudar a equipa. Que tipo de problemas ou carências poderá ele ajudar a solucionar?Apesar de ainda ser cedo para a adaptação estar consumada, penso que nos poderá ajudar essencialmente na luta das tabelas, já que é um jogador exterior atlético e de grande estatura, elevando a média de altura dos extremos da equipa.Na sua opinião, controlar as ações ofensivas do base José Barbosa é a chave do sucesso para uma presença na final da competição?Será uma das chaves. Sendo o valor do José inquestionável, na minha opinião a Ovarense é uma equipa que nos habituou nos últimos anos a ter no coletivo o seu ponto mais forte independentemente dos jogadores que constituem o seu plantel. Se analisarmos, no plantel têm várias soluções e jogadores com provas dadas (Miguel Miranda, Fernando Neves, etc.).Termos de ser mais “solidários” entre nós que a equipa adversária para ganharmos este jogo. Penso até que o espírito de entreajuda e sacrifício do nosso plantel será o que ditará a nossa classificação no final desta época. Agrada-lhe partir para esta competição como a equipa que, em teoria, terá menos probabilidades de a vencer?Pois… mas segundo essa teoria também perderíamos com o V. Guimarães, para mim candidato a vencer esta Liga, e com o Barcelos, que jogava em casa e se apresenta nos últimos anos com excelentes resultados na Liga. Partimos essencialmente com o sentimento que queremos melhorar cada vez mais o nosso basquete e trabalhar para os jogos que virão. No fim logo se verá se fomos mais fortes ou não. Estamos num processo de construção não só como equipa mas também como clube, por isso agrada-nos essencialmente estar presentes entre os melhores, se como principais candidatos ou como equipa dada como teoricamente mais fraca, é-nos indiferente.


«Defender com rigor»

Mas o Sampaense não dá o encontro por perdido e os últimos resultados (em dois jogos sofreu pouco mais de 60 pontos) são exemplo da determinação da equipa. A partida disputa-se sábado, na Luz, às 16 horas. Mais um ponto alto do calendário competitivo da FPB, que conta com o contributo da empresa “Catchawork” na organização deste evento. De referir ainda que a final será no domingo às 15 horas.

Concorda que foram primeiros do grupo de apuramento do Troféu António Pratas com alguma facilidade?Alguma facilidade não, foi fruto do trabalho realizado até agora napreparação da época desportiva. O nosso primeiro objetivo eraalcançar o primeiro lugar e consequentemente a ida à final-four doTroféu António Pratas. Jogámos contra equipas difíceis, experientes eque têm jogadores que atuam juntos há muitos anos.A equipa marcou sempre mais de 80 pontos. Isto significa que aequipa do Sampaense tem potencial ofensivo?Sim, a equipa demonstrou durante estes jogos que tem tanto potencialofensivo equilibrado, como potencial defensivo, visto que sofremospouco mais de 60 pontos. Isto devido a termos um grupo muito coeso,unido e trabalhador. Sabendo que cada jogador conhece bem o seu papel dentro da equipa.A mudança para S. Paio de Gramaços veio dar-lhe outro tipo deprotagonismo dentro da equipa?Concordo, a minha mudança para S. Paio de Gramaços veio dar-me outro tipo de protagonismo porque sou uma aposta do treinador, que acreditou nos meus valores. Sinto-me confortável no meu papel e no tipo de jogo da equipa.Consegue apontar pontos fracos à equipa do Benfica?A equipa do Benfica está recheada de bons jogadores, o que tornadifícil apontar especificamente um ponto fraco. Todavia, vamos encarareste jogo como encaramos todos os outros: entrar em campo com garra e determinação para ganhar, sendo eficazes, explorando os nossos pontos fortes e defendendo com rigor.O facto de jogarem a meia-final sem a pressão de serem favoritos poderá jogar a vosso favor?Quem joga sem pressão, é quem joga para não ganhar.


1ª eliminatória

No sector masculino, o maior destaque vai para as vitórias folgadas de Vasco da Gama sobre o Académico e da Sanjoanense diante do Vale Cambra.

Resultados Masculino:
Sanjoanense 83 x 55
 Vale CambraBuarcos 54 x 70
 OlivaisASC/BVRM 66 x 59
 SIMECQSp. Braga 78 x 59
 SalesianosVasco da Gama 105 x 53 AcadémicoNo sector feminino, também não houve surpresas com as equipas da 1ª divisão a vencerem os seus respetivos encontros. O jogo Sangalhos x Col. Calvão foi cancelado uma vez que o Colégio Calvão passou a ser clube satélite do Olivais.Resultados Feminino:
Académico 77 x 51
 GuifõesGalitos 47 x 62 Ovarense
Maia 60 x 83
 CoimbrõesSporting 60 x 38
 CFT-FMHBenfica 74 x 55 Esc. AmadoraCom estes resultados estão já definidos os jogos da 2ª Eliminatória da Taça Portugal Masculino:FC Gaia – Galitos
CD Póvoa – Sp. BragaASC/BVRM – AtléticoAC
Gafanha – Sanjoanense

Vasco da Gama – Famalicense Física – Conimbricense
Olivais – Salesianos Oficinas S. José
Belenenses – Barreirense



XXI Clinic Internacional ANJB 2013

Este ano, o Prelector Internacional é o conhecido Costas Rigas, actual responsável máximo pela Arbitragem da Euroliga, fazendo também parte desde este ano do Fiba Hall of Fame.


«Sair com uma vitória»

O base assegura que os vareiros estão de sobreaviso e a postos para levar de vencida a equipa-surpresa da prova.

Mais um ponto alto que a equipa atingiu. Foi fácil o apuramento para esta final-four do Troféu António Pratas?Não foi fácil porque nunca há jogos fáceis a este nível mas também não foi tão difícil como esperávamos porque, de facto, o jogo contra o CAB foi uma surpresa para todos. Notou-se que eles (CAB) começaram a treinar há pouco tempo, daí a diferença pontual. Quanto à Oliveirense, foi um jogo bastante complicado, é uma equipa bem trabalhada, que joga com muita intensidade e que lutou pela vitória até ao fim. Felizmente, a vitória caiu para o nosso lado.A equipa está a confirmar as boas indicações que deu durante a pré-temporada. A continuidade do trabalho é o segredo desse sucesso?Sem dúvida, nós treinamos bastante diariamente e isso reflete-se nos jogos. O grande objetivo é nunca quebrar esse ritmo e melhorar dia após dia, só assim será possível ter sucesso no futuro.Apesar de toda a juventude que existe no plantel, a equipa está preparada para disputar uma competição decidida com jogos em dias consecutivos?Penso que sim, a nossa equipa tem jovens de grande potencial que permitem ao treinador fazer uma boa gestão, de forma a atuarmos sempre na máxima intensidade. É óbvio que as lesões ou o facto de passar à final depois de prolongamentos são imprevisíveis e numa final onde todos os pormenores contam, estes aspetos marcam alguma diferença.Surpreendeu-o o apuramento do Maia Basket? Que pontos fortes destacaria do vosso próximo adversário nesta competição? Sinceramente, não conheço bem a equipa do Maia Basket. O pouco que conheço é do ano passado onde já tinham uma boa equipa, a quem se juntaram alguns reforços na presente época, elevando o nível. Se conseguiram ultrapassar equipas como o Barcelos e o V. Guimarães é porque são uma equipa a ter em conta para estas fases.O Maia Basket sofreu poucos pontos nos dois jogos de apuramento. Acha que a defesa irá ditar quem vai estar presente na final?Na Ovarense é esse o ideal que preconizamos, em primeiro vem sempre a defesa. Não sei se o Maia Basket segue o mesmo princípio ou se dá mais primazia ao ataque, só sei que nós temos que pôr em prática o que for delineado para esse jogo e esperar que seja suficiente para sair com uma vitória.Concorda, até porque o adversário subiu este ano à LPB, que a Ovarense é favorita para este jogo da meia-final?Como já referi anteriormente, esta fase da época é uma incógnita. Depende da fase de preparação em que as equipas estão, depende dos reforços que chegaram, depende da condição física, entre outros aspetos. Um bom exemplo que demonstra que o jogo não será nada fácil é o nosso último encontro contra a Oliveirense. Também é uma equipa recém-promovida e, no entanto, vendeu-nos cara a derrota. Portanto penso que é impossível ditar quem é o favorito.


Juízes terminaram ciclo da sua formação nacional anual

Anadia, Sangalhos e Lisboa foram palco de cinco ações de formação que, no seu conjunto, contaram com a presença de cerca de 210 juízes, tendo sido abordados vários temas específicos de arbitragem, consoante as funções desempenhadas no jogo, para além de outras matérias de forte relevância no jogo, que transcendem o âmbito da área arbitral.Estamos a falar de Team Building, matéria teórico/prática dada por psicóloga, assim como da participação de um treinador e jogadores, que desenvolveram sessões práticas essencialmente versando táticas de defesa e de ataque.Todos os juízes presentes nas ações de formação realizaram testes teóricos, assim como físicos no caso dos árbitros.Trabalho árduo na pré-época!


Festa de apresentação das equipas Seixal FC

Só que desta vez vai juntar os seus mais de 150 atletas, pois ao contrário do que vinha fazendo em que tinha uma festa só para o Mini-Basket e outra para os atletas dos Sub14 para cima, desta vez vai apresentar desde o Mini 6 Dinis Ferreira, de 4 anos, até ao Júlio Faísca dos Veteranos 14 ou 15 vezes mais velho.

Vai com certeza ser uma grande festa com muito convívio, diversão e amizade reunida, mas que também terá os seus momentos solenes, já que pretende homenagear duas grandes figuras do clube desaparecidas no decorrer da última época desportiva, Luís Silveira e Marcelino Guerreiro. Agradecer ao Carlos Martins todo o contributo dado ao Seixal ao longo dos anos e proceder ao Lançamento da Escola de Mini-Basket Luís Silveira.Por tudo isto, caros amigos do Seixal, do Basket e do desporto em geral, estão convidados a passar pelo Pavilhão Sede no sábado, dia 12, a partir das 16h00m que de certeza que não se arrependerão.


«Uma nova aventura»

Goldis ICIM Arad, na Roménia. O clube é pequeno, mas tem todas as condições de trabalho e nos primeiros dias desta nova etapa da sua carreira tudo tem corrido bem. Num campeonato onde é possível utilizar seis estrangeiras, a qualidade é bastante aceitável e há muitas jogadoras de qualidade. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.

Depois de duas épocas de enorme sucesso no Algés, sentiu necessidade de lutar por objetivos diferentes?Não foi essa a principal razão da minha saída, de todo. Os objetivos que o Algés traçou para esta época continuam a ser muito válidos e constituem um grande desafio para qualquer treinador. Mais, estou muito grato por ter tido a oportunidade de trabalhar neste histórico clube do basquetebol nacional e só tenho que agradecer a toda a “família” do Algés, será sempre com enorme prazer que voltarei a subir aquela escadaria até entrar no pavilhão!A vontade de poder treinar fora de Portugal já era antiga e finalmente surgiu uma hipótese que me agradou. Porquê a Roménia?E porque não? Já tinha tido no passado alguns contactos para outros países, mas acabou por nunca ser possível, por diversas razões. Desta vez foi diferente e rapidamente as coisas evoluíram para algo muito concreto. Achei que era o momento e o sítio ideal para começar uma nova aventura, uma nova etapa na minha carreira.Tem sido fácil a adaptação? De que sente mais falta?Felizmente tenho facilidade em adaptar-me a novas situações, tenho tentado tirar o máximo proveito das novas experiências que vou tendo. Admito que cada dia é, ainda, uma completa novidade e mais um momento de aprendizagem sobre uma cultura que vou agora conhecendo.Estou em Arad, uma cidade situada na região Oeste da Roménia, com cerca de 170 mil habitantes.Ainda estou há relativamente pouco tempo por aqui, com muito trabalho e pouco tempo para sentir saudades… mas vou sentindo falta da família e dos amigos.Satisfeito com as condições de trabalho que o clube lhe proporciona?Sim bastante. Um bom pavilhão com uma sala de musculação ótima, bons horários para treinar e a disponibilidade de onze atletas para trabalhar sempre.A estrutura do clube é bastante pequena, em numero de pessoas, mas até agora tudo tem funcionado bastante bem.E com o nível da equipa e da competição?O nível da competição é muito interessante. Acredito que existe uma grande diferença entre as ultimas quatro equipas e as restantes. Penso que entre as equipas que lutam pelo playoff haverá muito mais equilíbrio.Nesta Liga é permitido o uso de seis atletas estrangeiras por equipa, por esta razão há muitas jogadoras de qualidade em várias equipas.Aqui em Arad conseguimos construir uma equipa capaz de ser competitiva (com um orçamento mais baixo do que nas ultimas épocas), bastante equilibrada em todas as posições e com duas jogadoras com enorme experiência, que ajudam a compensar alguma da juventude das jogadoras nacionais e estrangeiras.Tem sido fácil a comunicação com as atletas? E se isso não afeta a qualidade do trabalho, bem como a transmissão de ideias?Até agora não tenho sentido dificuldade na comunicação, felizmente todos estes os anos passados a trabalhar com atletas estrangeiros acabaram por me dar traquejo e experiência para me sentir confortável no treino. Por vezes é cansativo não poder falar a minha língua, mas faz parte deste trabalho. Também tenho a vantagem de todas as atletas entenderem inglês.Tirando o facto de ainda estarmos no inicio (estamos a treinar há pouco mais de vinte dias) e por isso ,estarmos todos em fase de adaptação, acredito que tudo está a correr bem em relação à transmissão de ideais.Colocaram-lhe objetivos para atingir esta temporada?A equipa foi campeã a época passada, é um dos clubes mais importantes da liga com um grande número de apoiantes. Apesar de a direção reconhecer publicamente que esta será uma época difícil, os objetivos passam por estar nos pontos altos de todas as competições.


Colectivo do CRCQ Lombos foi determinante no êxito

A vitória ante o Olivais (83-60) acabou por ser natural e expectável. Mas as pupilas de Paulo Silva deram tudo o que tinham e o que não tinham para contrariar os argumentos da equipa da Quinta dos Lombos, sem dúvida mais fortes

A resistência olivanense durou até aos 15-15, no minuto 8, quando a capitã Ana Fonseca acertou o seu 1º triplo. A partir daí as comandadas de José Leite aceleraram e fizeram um parcial de 3-11, terminando o 1º período na frente (18-26). No 2º quarto (17-21) as coisas complicaram-se para o Olivais que encaixou um parcial de 0-8 em menos de 3 minutos, com a vantagem dos Lombos a subir para 16 (18-34). A velocidade de execução e o poder físico de Márcia Costa davam nas vistas com as suas arrancadas, mas na equipa de Coimbra era Artémis Afonso (8 pontos) que mantinha viva a chama da esperança olivanense, muito bem ajudada pela eficácia de Marcy Gonçalves que continuava de mão quente (3/4 nos triplos), com o técnico Paulo Silva a queimar os neurónios para conseguir reentrar no jogo, com uma manta curtinha. Mais fácil era a tarefa do seu homólogo José Leite, que tinha 7 alternativas no banco para poder fazer as alterações que se justificavam. Ao intervalo o CRCQ Lombos mantinha-se na liderança (35-47).A análise da estatística da 1ª parte explicava com clareza a superioridade dos Lombos: poucos erros (13-5 turnovers), melhor eficácia nos duplos (50%-65%), maior colectivismo (2-9 assistências), mais roubos de bola (0-7) e mais ressaltos conquistados (8-13). Dava para compensar o desacerto no tiro exterior (0/5), contra excelentes 50% do adversário (5/10).No 3º período (12-15) a equipa de José Leite soube gerir a vantagem amealhada, sem nunca permitir muita aproximação no resultado, com o pecúlio a oscilar entre 13 e 18 pontos, sempre acima da fasquia da dezena, que psicologicamente é por norma determinante. O colectivo dos Lombos conseguia, umas vezes por intermédio de Sónia Reis, MVP da partida, descobrir a jogadora em melhor condição para concretizar o lançamento, jogando sem precipitações. A supremacia na área pintada foi fundamental para o êxito, que se perspectivava e se consolidou no último quarto (13-22). Sónia Reis (7 pontos nos derradeiros 10 minutos) continuou a ser bem servida na ara restritiva e soube quase sempre utilizar a sua técnica individual e estatura para se desenvencilhar das suas adversárias e marcar sem grandes dificuldades. Resultados:3º/4º lugares: Boa Viagem 76-78 CAB MadeiraFinal: Olivais FC 60-83 CRCQ Lombos Destaque nas vencedoras para a prestação de Sónia Reis, MVP do jogo (26,0 de valorização) ao contabilizar 22 pontos, 9/11 (82%) nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres. Foi muito bem secundada pelo quarteto formado por Mery Andrade (9 pontos, 3/3 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres), Márcia Costa (11 pontos, 5/8 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 assistências, 4 roubos, e duas faltas provocadas), Maria Kostourkova (10 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) e Marinela Pinheiro (7 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas com 1/1 nos lances livres).No Olivais a mais valiosa acabou por ser Artémis Afonso (13,0 de valorização) ao somar 13 pontos, 4/5 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Seguiram-se-lhe Ana Fonseca (11 pontos, 2/6 nos triplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos e 5 faltas provocadas), Josephine Filipe (12 pontos, 2/3 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 4 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres) e Marcy Gonçalves (12 pontos, 3/7 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Mas que a manta é curta disso não restam dúvidas. No jogo que decidiu a atribuição do 3º e 4º lugares o CAB Madeira que chegou a ter 17 pontos de desvantagem (53-36) no 3º período, não baixou os braços e gradualmente foi encurtando o prejuízo até impor o prolongamento (empate a 69 pontos no final dos 40 minutos). Na recuperação iniciada no minuto 26 (53-36), quem esteve em grande evidência foi Carolina Escórcio que, nesse parcial de 0-13 (!), contribuiu com 8 pontos (dos 12 da sua conta pessoal), levando a sua equipa a encurtar o prejuízo para 4 no final do 3º período (53-49). No prolongamento (7-9) a capitã Marta Bravo e Mª João Correia foram as artífices do triunfo. Destaque nas vencedoras para a dupla formada por Mª João Correia, MVP da partida (24,0 de valorização) ao anotar 25 pontos, 4/7 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres e pela norte-americana Christian Shelter (23,5 de valorização) ao conseguir um duplo duplo (18 pontos, 11 ressaltos sendo 7 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 6 faltas provocadas com 100% da linha de lance livre fazendo 10/10). Foram bem secundadas por Marta Bravo (15 pontos, 4/6 nos duplos, 2/5 nos triplos, 7 ressaltos defensivos e duas faltas provocadas) e Carolina Escórcio (12 pontos, 5/6 nos duplos, duas assistências e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres). No Boa Viagem a melhor e mais valiosa foi a base norte-americana Jasmine Crew (23,0 de valorização) ao contabilizar 28 pontos, 13/21 nos duplos (62%), 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres, ainda que demasiado individualista. Noutro plano mas com bons contributos estiveram a poste Eetisha Riddle, com novo duplo duplo (11 pontos, 12 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Tamara Milovac (16 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Ana Paula Silva (10 pontos, 2/6 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas) que fez uma excelente 1ª parte, a fazer lembrar velhos tempos. Fichas de jogoPavilhão Desportivo dos Lombos, em CarcavelosBoa Viagem (76) – Jasmine Crew (28), Célia Simões (6), Ana Paula Silva (10), Tatiana Milovac (5) e Tamara Milovac (16); Eetisha Riddle (11) CAB Madeira (78) – Mª João Correia (25), Catarina Freitas, Marta Bravo (15), Christian Shelter (18) e Udenze Justina (7); Cíntia França (1), Carla Relva, Mónica Luís, Ana Jardim e Carolina Escórcio (12) Por períodos: 19-17, 20-12, 14-20, 16-20; 7-9Árbitros: José Pedroso e Nicolae LepsaOlivais FC (60) – Ana Fonseca (11), Marcy Gonçalves (12), Artémis Afonso (13), Josephine Filipe (12) e Carsidália Silva (8); Daniela Jesus e Inês Veiga (4)CRCQ Lombos (83) – Felicité Mendes (1), Filipa Bernardeco (4), Mery Andrade (9), Sónia Reis (22) e Maria Kostourkova (10); InêsViana (4), Márcia Costa (11), Inês Aragão (6), Marinela Pinheiro (7), Mafalda Guerreiro (4), Mª Inês Santos (5) e Carolina Leite Por períodos: 18-26, 17-21, 12-15, 13-22Árbitros: Vítor Lourenço e Marco Gonçalves


Finalistas apurados

SL Benfica, Sampaense Basket, Ovarense e Maia Basket terminaram os respetivos grupos invictos. O maior destaque vai para os maiatos, pela forma como o apuramento foi conseguido, com uma vitória por um ponto em Barcelos.

A equipa do Maia Basket vai estar presente na fase final do Troféu António Pratas/LPB, graças a uma fantástica recuperação conseguida no último período do jogo frente ao Basquete de Barcelos. A vitória pela diferença mínima (54-53) valeu o 1º lugar do Grupo Norte ao Maia Basket, objetivo que parecia mais distante no final do 3º período, quando perdia por oito pontos de diferença (35-43). Neste saboroso triunfo do Maia Basket, Nuno Marçal (11 pontos, 8 ressaltos e 2 assistências) voltou a estar bem, com Erik Quintela, autor de 12 pontos a ser o melhor marcador da equipa. A equipa de Barcelos esteve desastrada nos lançamentos de curta e média distância, Marco Loncovic (9 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola), sem ter feito um jogo brilhante, foi eficaz e por isso mesmo o MVP do jogo com 19 de valorização, ainda que o melhor marcador do encontro tenha sido Rui Coelho com 23 pontos.No duelo do distrito de Aveiro, levou a melhor a Ovarense que bateu, em Oliveira de Azeméis, a equipa da casa por 80-75. Segundo triunfo dos vareiros, que assim conquistaram o 1º lugar do Grupo Centro Norte e respetivo apuramento para a fase seguinte da competição. Depois de 20 minutos dominados pelos comandados de Carlos Pinto (38-26), uma boa reação da Oliveirense no recomeço da etapa complementar, reduzindo para três a diferença no final do 3º período (55-58). No último quarto, a equipa liderada por Rui Alves chegou já na parte final por diversas vezes ao empate, a última das quais a 71 pontos, mas dois triplos consecutivos da Ovarense ajudavam a resolver o jogo. O espanhol Sergi Brunet (17 pontos e 8 ressaltos), MVP do jogo com 29 de valorização, a confirmar o porquê da sua renovação por parte da Ovarense, o base José Barbosa a continuar a destacar-se pelos cestos que proporciona aos seus companheiros (12 pontos e 13 assistências) e o jovem Nuno Morais a dar mostras que pode ser um atirador útil (14 pontos – 4/6 lançamentos de 3 pontos). O trio formado por Aaron Fuller (19 pontos e 6 ressaltos), João Soares (16 pontos e 6 ressaltos) e João Abreu (11 pontos, 9 assistências e 3 roubos de bola) bem lutou por um resultado positivo a favor da Oliveirense.O Sampaense Basket ao derrotar a Académica de Coimbra, por 82-62, foi primeiro do Grupo Centro Sul, e passa a ser uma das quatro equipas que vai lutar pela conquista deste troféu. A equipa comandada por José Calabote assumiu a liderança do jogo desde o período inicial, sentenciando-o quase em definitivo no inicio da 2ª parte, já que a diferença pontual que separava as duas equipas subiu para perto de vinte pontos (67-49). O Sampaense foi extremamente eficaz nos lançamentos de 2 pontos (65%), e teve em Joel Almeida (25 pontos) o seu principal marcador de pontos. O norte-americano Jovonni Shuler (14 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o MVP do jogo com 21 de valorização, revelando ser um bom reforço para a equipa de S. Paio de Gramaços. O experiente Rui Mota, com 17 pontos, foi o melhor marcador da Académica, seguido de perto por Bruno Costa com 14 pontos e David Figueiras com 13 pontos. No Grupo do Sul, o SL Benfica confirmou o seu favoritismo e bateu com alguma facilidade a formação do Galitos Barreiro Tley, com os encarnados a chegarem à centena de pontos (102-54). Os comandados de Carlos Lisboa entraram determinados a resolver bem cedo o encontro e, se no final do 1º período já venciam por quinze pontos de diferença (31-16), ao intervalo tinham praticamente o jogo decidido (55-28). O norte-americano do Benfica, Jobey Thomas (27 pontos 7 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola), MVP do jogo com 34 de valorização, a confirmar os seus predicados de bom lançador (7/11 – 3 pontos), com a dupla composta por Cláudio Fonseca (16 pontos e 9 ressaltos) e Fred Gentry (15 pontos e 4 ressaltos) a fazer mossa no jogo interior. O base Mário Fernandes ficou a um ponto do duplo-duplo (9 pontos e 10 assistências). O norte-americano Andrew Bachanov (19 pontos e 10 ressaltos) a justificar a preferência do treinador do Galitos Barreiro Tley, António Paulo Ferreira.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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