Artigos da Federaçãooo

“Os vencedores são os que lutam sempre”

Para o treinador André Cardoso, a equipa trabalha com o objetivo de se tornar cada dia mais forte, para poder corresponder com êxito, na competitiva 1ª Divisão. O jogo da Taça de Portugal colocará as benfiquistas frente a uma das melhores equipas da Liga, onde a questão física, na opinião do treinador, poderá marcar diferenças. André Cardoso promete que a equipa vai deixar tudo em campo, pois só defendendo de forma exemplar e controlando a posse de bola e o ritmo do jogo, o Benfica conseguirá eliminar a formação do Boa Viagem.

O basquetebol feminino conquistou em definitivo o seu espaço dentro do clube?Tem conquistado, pois sinto que é reconhecido hoje no clube o trabalho que tem sido feito. O basquetebol feminino do S.L.Benfica é a meu ver um projeto exemplar na forma como tem sido pensado, planeado e executado ao longo dos últimos 7 anos. Cresceu desde a Base até ao topo, do minibasket até a equipa sénior e sei que é um orgulho para a nossa direção, secção e adeptos.A formação do Benfica garante que a equipa sénior tem uma base de recrutamento de qualidade?Sem duvida. Não acreditamos em projetos sénior sem formação, a equipa sénior tem 11 atletas sub-21, 3 das quais ainda sub-18. Temos em todas as equipas de formação, desde sub-12 até sub-19 muitas atletas com potencial e talento que se tiverem a ambição, determinação e capacidade de trabalho necessárias vão alimentar a equipa sénior nos próximos anos.Só fará sentido para o SL Benfica competir na LFB se disputar o titulo de campeão nacional?Só fará sentido o Benfica competir na Liga Feminina, quando ganhar desportivamente esse direito. Trabalhamos para isso.Neste momento são segundos em igualdade pontual com o 1º classificado. O comportamento da equipa até ao momento supera as expetativas?Nós temos como desafio trabalhar todos os dias para sermos melhores, individual e colectivamente, e tentamos não medir as nossas expectativas apenas pelas vitórias e derrotas. Estamos num campeonato muito competitivo e equilibrado e vamos manter o nosso foco no trabalho diário. Perdemos apenas 1 jogo até agora, mas já jogamos 3 prolongamentos, já ganhamos jogos por diferenças curtas e é por isso muito cedo para olhar para a classificação da prova. Acredita que a equipa já está a um nível que lhe permita competir com as equipas da Liga?A diferença entre a Liga Feminina e a 1ªDivisão é enorme. Acredito que ainda temos muito trabalho pela frente para competir contra os melhores, mas lutamos todos os dias para diminuir essa distância porque é essa a meta que queremos alcançar.Quais julga serem as principais dificuldades no jogo da Taça frente ao Boa Viagem?A diferença física entre as 2 equipas será, a meu ver, a grande dificuldade que vamos encontrar. Para além disso, o Boa Viagem é uma equipa completa, experiente e muito forte no jogo interior, conta com 2 atletas estrangeiras que fazem a diferença e algumas das melhores e mais experientes atletas nacionais. Para conseguirem ser competitivos, de que forma o SL Benfica terá de se apresentar na eliminatória do próximo sábado?Para sermos competitivos vamos ter de lutar por cada posse de bola, selecionar muito bem os nossos lançamentos e acima de tudo defender de forma muito colectiva e empenhada. Vamos, de certeza, deixar tudo o que temos no campo. Os grandes vencedores não são os que ganham sempre, são os que lutam sempre, em qualquer circunstância, para ganhar.


Campeões ABP decidem-se na Maia

O “palco principal” escolhido é o Pavilhão Municipal do Formigueiro, embora, na 6ª feira, a 1ª jornada das Sub 19 Femininos seja também jogada no Pavilhão Municipal de Nogueira da Maia.

Nos Sub 18 Masculinos a expectativa é grande apesar da Dragon Force ter perdido somente por uma vez na fase regular antecedente. Estarão seguramente apostados em recuperar um título que lhes “foge” desde 2010, precisamente para o seu principal contendor e actual tricampeão distrital Sub 18 – SC Vasco da Gama. Este último, com menos argumentos individuais, mas com a mesma ambição e espirito “guerreiro” que tão bem os caracteriza, apresenta-se procurando repetir o triunfo alcançado em Outubro passado, momento em que venceram a Dragon Force por 77×69.Com menos chances (no campo das probabilidades) temos ainda o GDB Leça e o Maia BC, que repetem a presença numa final disputada no mesmo local onde meses antes se sagraram vice-campeão e campeão nacional Sub 16 Masculinos, respectivamente. Não deixarão de procurar surpreender os mais favoritos, sabendo que estes pontos altos são “férteis” em iludir os mais distraídos. No sector feminino maior favoritismo pende sob CPN, pois para lá dos dois títulos distritais ganhos consecutivamente no escalão, encontram-se até à data invictos. No seu encalço temos o Académico FC e o SC Coimbrões que, apesar de derrotados, foram os adversários que mais problemas criaram às “nadadoras” e se a oportunidade se proporcionar, certamente que não a enjeitarão. Como “outsider” temos o NCR Valongo que tentará alcançar um lugar que lhe garanta a qualificação para o Campeonato Nacional. Todos os jogos terão transmissão directa em livestream em indoor.pt Esta organização enquadra-se nos eventos realizados sob a égide de CIDADE EUROPEIA DO DESPORTO – MAIA 2014 e é uma parceria entre a CM Maia, a AB Porto e os dois clubes do concelho – MAIA BC e JUVEMAIA ACDC, entidades a quem, desde logo esta associação muito agradece. Consulte aqui os calendários de jogos:FINAL 4 – SUB 18 Masculinoshttp://www.fpb.pt/fpb_portal/!fpb.go?s=8960779024&p=fpb.203140&k_id_competicao_fase=11113&co2=B1&bl2=LAYOUT-1&K_ENTRY_POINT=CALEND FINAL 4 – SUB 19 Femininoshttp://www.fpb.pt/fpb_portal/!fpb.go?s=8960779024&p=fpb.203140&k_id_competicao_fase=11126&co2=B1&bl2=LAYOUT-1&K_ENTRY_POINT=CALEND


Fases Finais de Sub 18 Masc. e Sub 19 Fem.

Sob a égide da Associação de Basquetebol de Aveiro (ABA), as quatro melhores equipas da fase anterior dos dois escalões juntam-se, entre amanhã e domingo, em Ovar – na Arena Dolce Vita e no Pavilhão Raimundo Rodrigues – para discutir a atribuição dos respec- tivos títulos distritais da categoria, mas há mais em jogo. A Ovarense, com os respetivos primeiros lugares nas fases anteriores, assegurou, para além da organização das fases finais, as únicas vagas que a Associação tinha para o Campeonato Nacional de Sub/19 femininos e Sub/18 masculinos.

Equilíbrio promete reinarNo sector feminino, a Ovarense/PetPlanet venceu a fase anterior com nove vitórias em dez jogos e parte, agora, em vantagem para tentar renovar o título distrital, já que vai atuar em casa, diante os seus adeptos. Contudo, o Galitos/ PIZZARTE, o Gafanha/Óptica Branco e a Sanjoanense, que terminaram nas posições seguintes e proporcionaram, de uma forma global, jogos equi- librados entre si, também terão em mente, no domingo, erguer o troféu. Destas três equipas, as duas que obtiverem melhor classificação garantem uma vaga na Taça Nacional. A que ficar pior classificada prosseguirá a temporada no Torneio Inter-Associações.Estão, portanto, reunidas as condições para que se possa assistir a bons e emotivos jogos de basquetebol no mítico Pavilhão Raimundo Rodrigues, que receberá os três dias de competição.Espetáculo garantidoNa competição masculina vão estar em prova a Ovaren- se/Reis Pereira, o Illiabum/ Luís Óptica, a Sanjoanense/Lojas Hello (detentor do troféu) e o Sangalhos, que proporcionaram uma fase anterior muito disputada. As duas primeiras equipas lutaram pelo primeiro lugar, que garantia o acesso ao Campeonato Nacional, até à última jornada, sendo que a vantagem no confronto directo fez toda a diferença a favor dos vareiros, que, tal como os ilhavenses, somaram 12 vitórias em 14 partidas. Já a Sanjoanense, o Sangalhos e o Esguei- ra/Deck&Deck disputaram as outras duas vagas para a fase final, com a equipa esgueirense a ficar de fora da decisão do título após perder na última jornada em São João da Madeira.Com a vaga para o nacional entregue à Ovarense, o título estará na “mira” dos quatro clubes, sendo que os dois me- lhores classificados entre Illiabum, Sanjoanense e Sangalhos garantem o acesso ao Taça Na- cional, ao passo que o pior irá disputar o Torneio Inter-Associações.Contas e mais contas para se fazerem “in-loco”, na Arena Dolce Vita, onde o equilíbrio promete ser a nota dominante dos jogos, tendo em conta os resultados verificados na fase anterior


Final Four Sub18 Masc. – Apuramento do 5º ao 8º lugar

As 4 equipas participantes (Salesianos OSJ, Algés, Belenenses e Gdemam) para além de tentarem a melhor classificação possível, só uma vai conquistar a ultima vaga para a Taça Nacional Sub18.


Taça Distrital de sub-18 masc. – ABC

Os jogos disputam-se no Pavilhão Galamba Marques, na Figueira da Foz, e no Pavilhão do Marialvas, em Cantanhede.

Os pretendentes à conquista da Taça Distrital são o Ginásio, recentemente consagrado campeão distrital, a Académica, o Olivais e a Academia de Basquetebol.No sábado à tarde, dá-se início aos jogos das meias-finais. A formação do Ginásio defronta o Olivais (16H00) e a Académica mede forças com a Academia de Basquetebol (18H00).Para o dia seguinte estão agendados os encontros decisivos. O programa da competição inicia-se às 14H30 num encontro entre a seleção distrital de sub-16 masculina da ABC e o vencedor da partida entre CAD e Columbófila Cantanhedense, a disputar amanhã pelas 20H45 no Pavilhão do Marialvas.A partida de disputa dos 3º e 4º lugares começa às 16H30 e, por último, a final da Taça Distrital tem início marcado para as 18H30.


«Sair com resultado positivo»

Este fim-de-semana a equipa vai ao Barreiro defrontar o Galitos e só pensa regressar a casa com um triunfo.

Como está a correr este primeiro ano de experiência de Liga?Está a ser muito positivo. Tem sido principalmente um ano de grande aprendizagem, onde tenho a oportunidade de jogar ao mais alto nível em Portugal, contra jogadores que cresci a ver jogar e que sempre tive como referência, tanto na minha equipa, como nas restantes do campeonato.O grupo de trabalho do Algés tem facilitado a sua integração a este nível de competição?Sim, sem dúvida alguma, fui muito bem recebido pela equipa. É um grupo muito unido e isso facilitou muito o meu processo de integração a este nível, pois é uma mentalidade competitiva completamente diferente da que estava habituado, tendo, para além do mais, o privilégio de jogar com jogadores já com experiência nesta liga e noutras estrangeiras que me ajudam e dão conselhos.Quais foram as maiores dificuldades que sentiu?A minha maior dificuldade foi exatamente manter-me sempre competitivo, tanto nos treinos como nos jogos, pois a este nível um pequeno deslize pode custar um jogo e, numa liga tão competitiva como está a ser esta, todos os jogos são importantes.O Algés continua a realizar um campeonato muito positivo. Na sua opinião, o que tem permitido o sucesso da equipa?O sucesso que a equipa tem tido deve-se sobretudo ao trabalho. Tal como já disse, é um grupo muito unido, que trabalha diariamente com um objetivo em mente, e que é comum a todos: o sucesso da equipa.Uma vitória no Barreiro seria um passo importante para pensarem em objetivos mais ambiciosos. Concorda com esta análise?Neste momento todas as vitórias são importantes, mas devemo-nos concentrar principalmente em fazer as coisas que trabalhamos durante a semana e levar jogo a jogo, sendo este jogo com o Galitos apenas mais um de onde, obviamente, queremos sair com um resultado positivo.Parar ou conter a influência de Miguel Minhava continua a ser a forma de minimizar o sucesso ofensivo do Galitos?O Minhava é, sem dúvida, uma peça importante e com grande influência na equipa do Galitos, mas não é a única. Há mais jogadores que podem fazer a diferença, tal como o Tavares, os dois americanos e ainda muitos outros portugueses com imensa qualidade.


«Temos de saber lidar com a fadiga»

Enquanto, no sábado, os insulares defrontam o Sampaense, um dia depois, no domingo, o CAB defronta o Física em jogo a contar para os oitavos-de-final da Taça de Portugal. Em entrevista ao site do clube, Ricky Franklin está confiante que os madeirenses possam sair vencedores desta jornada dupla, embora reconheça que condição física será determinante para estes dois embates.

O jogo com o Sampaense, equipa que está a fazer uma boa campanha na presente edição da Liga, não se afigura fácil, e Franklin aponta o poderio ofensivo de um trio de jogadores adversários, e aponta um conjunto de fatores que levarão o CAB ao sucesso. “Sinto que temos a possibilidade de ganhar os jogos que se aproximam. A maioria da pontuação do Sampaense advém da ação de três jogadores, que estão a registar, conjuntamente, uma média de 58 pontos por jogo. Acredito que, se jogarmos de forma agressiva, inteligente e com coração, poderemos chegar à vitória.”O sucesso no jogo da Taça, competição com um formato a eliminar, depende, na opinião do base madeirense, do profissionalismo dos jogadores. “Já quanto ao jogo do Física, o segredo é abordar o jogo com seriedade e respeito pelo jogo e pelo adversário. Se assim for, teremos uma boa possibilidade de ganhar.”É sabido que a rotação de jogadores na equipa do CAB é diminuto, pelo que dois jogos consecutivos agravam o natural desgaste físico da competição. “Para vencermos os dois jogos também teremos de ser fortes mentalmente e saber lidar com a fadiga física. Nem sempre é fácil ultrapassar a dor e o desgaste que é gerado pelo facto de termos um plantel limitado e com menos opções do que muitos dos nossos adversários. Para consegui-lo, é preciso seguir as indicações dos nossos fisioterapeutas e cuidar bem do nosso físico, trabalhando intensamente e descansando sempre que há oportunidade para isso.”


«Vamos fazer o nosso melhor»

A Ovarense lidera o campeonato com um só desaire e em igualdade pontual com o Benfica, mas com a vantagem de ter ganho na Luz. Com os 1/8 de Final da Taça de Portugal a ser disputado este domingo, em Ovar, o técnico vareiro tem consciência dos problemas que irão ser colocados pela equipa do União Sportiva.

Ao fim da 1ª volta do Campeonato da I Divisão, a Ovarense é líder da classificação, em igualdade pontual com o Benfica mas com a vantagem de ter ganho na Luz, como analisa esta 1ª volta e quais são as expectativas para a 2ª Volta?É bom terminar em primeiro lugar, mas não devemos esquecer que “não é como se começa, mas sim como se acaba”. Tem sido um campeonato muito equilibrado e competitivo. Cada jogo tem uma história diferente e não podemos dizer que este ou aquele jogo vai ser mais acessível, pois todas as equipas têm atletas que sabem jogar e com muito valor.Em relação à nossa equipa, temos estado à altura da competição. O coletivo tem conseguido superar a ausência de algumas atletas devido a lesões e isso é muito positivo. Após ter defrontado todas as equipas, quais são os grande candidatos à subida? E onde se encaixa Ovarense?Como disse anteriormente, há boas equipas nesta divisão e, sinceramente, tirando uma equipa ou outra, todas se conseguem bater em todos os jogos até ao apito final.A nossa equipa encaixa-se nas boas equipas desta competição! É necessário continuar a trabalhar, depois logo se vê. Uma coisa tenho a certeza: vamos continuar a dar tudo dentro de campo e a honrar a camisola da Ovarense.Este fim-de-semana, há também os 1/8 Final da Taça de Portugal, em que a Ovarense defronta a equipa da Liga, onde alinha a MVP da Campeonato. A Ovarense terá, uma vez mais, de superar as atletas norte-americanas e “fazer Taça”?Vamos fazer o nosso melhor, visto que no dia anterior temos jogo para o campeonato e, claro está, essa é a nossa preocupação maior.Sei bem o valor da equipa açoriana, vai ser um jogo bastante complicado, sendo a equipa sensação da liga feminina e com a Jasmine como a grande figura da liga. Não vai ser nada fácil para as nossas jovens, pois sabemos bem as dificuldades que tivemos a época passada aquando da nossa passagem pela liga, jogando frente a equipas com um maior poderio físico e com estrangeiras. Aproveito a ocasião para agradecer às atletas o empenho e a dedicação ao clube, jogando sempre com um espírito fantástico. Uma palavra de apreço para os pais, familiares e amigos, que não deixam de estar presentes em todos os momentos da vida desportiva destas atletas.Por fim, deixo um convite aos adeptos da NOSSA Ovarense para irem assistir a um jogo desta equipa que não vão dar por mal empregue o seu tempo e podem começar já no domingo pelas 16h30 no pavilhão Dr. Raimundo Rodrigues.


«Cumprir o que é esperado de nós»

Nas vésperas do encontro, Schera Sampson, em entrevista ao site oficial do clube, fez a antevisão da partida. A norte-americana tem consciência que este jogo é mais uma etapa para chegar a final 4 da prova, objetivo que será alcançado desde que as madeirenses mantenham o rendimento exibido nos últimos jogos.

Apesar de o Coimbrões militar na I Divisão, as insulares estão a encarar o jogo com muita seriedade. “Temos estado muito concentradas nas sessões de treino que temos tido no decorrer da semana de forma a prepararmos o desafio que nos espera do domingo. Sabemos que o jogo contra o Coimbrões é o primeiro de dois jogos que temos de ganhar de forma a conquistar um lugar na Final Four da Taça, por isso temos que cumprir com o que é esperado de nós.”Schera não tem dúvidas que caso a equipa não altere a sua forma de jogar, as probabilidades de marcar presença na ronda seguinte serão muitas. “Acredito que, se formos fieis ao nosso modelo de jogo, sendo intensas na defesa e organizadas no ataque, iremos trazer a vitória para casa e abordar, com ainda mais motivação a próxima etapa da competição.”


Lydia Bauer reforça GDESSA

“A Lydia foi indicada pela nossa outra americana da equipa, a Stephanie Sension. Após recolhermos mais informações dela , achámos que seria uma boa opção para completar a equipa” disse o técnico Nuno Manaia.

A atleta vem para actuar na posição de extremo e vem rotulada de exímia lançadora de 3 pontos. “É uma boa lançadora, mas também uma excelente defensora” assegurou o treinador das escolares.A atleta vem substituir Sthefany Thomas que, por motivos extra-basquetebol, levaram ambas as partes a acordar a rescisão do contrato em Dezembro ultimo, pelo que desde então a equipa tem atuado com apenas uma jogadora norte-americana.A estreia de Lydia Bauer está agendada para o próximo domingo em Torres Novas.


Sexto triunfo do colectivo de Kostourkova ante o SIMECQ (72-53)

Para o êxito do colectivo de Kostourkova foi decisiva a clara supremacia nas tabelas (56 ressaltos sendo 22 ofensivos), fazendo com que controlasse a partida desde o apito inicial.

As comandadas de Kostourkova entraram melhor, chegando com facilidade a 0-9 no minuto 4, com um triplo de Susana Lopes. O SIMECQ não acertava com o cesto, também devido ao acerto defensivo das jogadoras do CAR Jamor, obrigando à primeira paragem do cronómetro pedida por Mário Nascimento, treinador da casa, no minuto 5. Feitas as rectificações necessárias as anfitriãs encontraram finalmente o caminho do cesto, primeiro por Catarina Correia, ainda no minuto 5 e logo a seguir por Constança Neto no minuto seguinte (4-9). Mas Susana Lopes não esteve pelos ajustes e penetrou com êxito numa jogada de 2+1, elevando para 4-12 no minuto 7, com o SIMECQ a reagir por intermédio de Filipa Lopes, fixando o resultado do 1º quarto (8-14) a escassos 3,6 segundos da buzina.No 2º período (11-15) manteve-se a fraca eficácia das anfitriãs, que depois de reduzirem para 10-14 logo no minuto 11, estiveram mais de 3 minutos sem acertarem com o cesto, desperdiçando inclusive 4 lances livres. Ao invés o CAR Jamor ganhando o ressalto defensivo optava pela transição rápida e deste modo Sara Moreira e Mª Inês Santos ampliavam para 10-18, no minuto 12. Mário Nascimento teve que pedir novo desconto de tempo para arrumar a casa a meio do minuto 14, mas as pupilas de Kostourkova não tiravam o pé do acelerador, impondo um parcial de 2-9 (minuto 17). Algum abrandamento e tardia recuperação defensiva por parte das forasteiras foram bem aproveitados pela equipa da casa que em lances de contra-ataque encurtou o prejuízo de 12-27 (15 pontos) para 19-27 (8 pontos), com Catarina Correia a assumir as despesas na reacção anfitriã, mas Ana Rute Queta (que reapareceu mais confiante) fixou o resultado ao intervalo (19-29) ao concluir uma transição rápida.No 3º quarto (16-18) manteve-se o sinal mais do CAR Jamor, cuja vantagem oscilou entre os 8 (21-29, logo no reatamento) e os 17 pontos, por três vezes (26-43, 28-45 e 30-47), esta última no minuto 29, quando Beatriz Jordão seguiu o exemplo da sua companheira Maria Kostourkova ao marcar 2 cestos consecutivos. Foi já no minuto 30 que o SIMECQ teve uma reacção interessante ao conseguir um parcial de 5-0, colocando o resultado em 35-47 ao cabo de 30 minutos jogados.O 4º e último período (18-25) acabou por ser o mais desequilibrado, com as comandadas de Kostourkova a conseguirem um parcial de 0-9 (37-56, no minuto 34), depois de a inevitável Catarina Correia (18 pontos na etapa complementar) ter reduzido para 10 pontos num contra-ataque no minuto 31. O CAR Jamor pagou-se na mesma moeda, com Maria Kostourkova (por duas vezes) e Mª Inês Santos a concluírem com êxito transições rápidas. Acto contínuo nova paragem de cronómetro pedida pelo treinador anfitrião, que resultou em cheio com um parcial de 6-0 em menos de um minuto. Chegara o momento de Mariyana Kostourkova reunir as tropas no minuto 35 (43-56) e até final pese embora a voluntariedade e a garra das jogadoras da casa, o CAR Jamor soube gerir a vantagem amealhada, que neste derradeiro parcial oscilou entre os 10 (37-47), no minuto 31 e os 20 pontos (47-67), no minuto 38. Um aplauso para a jovem Sub-16 Eliana Cabral que na ponta final do jogo se desinibiu e em menos de um minuto marcou 3 duplos seguidos, um deles em contra-ataque, bem como para Ana Rua que acertou a 2ª bomba das vencedoras, libertando-se do nervosismo anteriormente revelado, a 27 segundos da buzina (51-72), naquela que foi a maior vantagem ao longo de todo o encontro. Resultado final: SIMECQ 53-72 CAR Jamor FemininoDestaque nas vencedoras para a dupla de postes titulares, as grandes responsáveis pela supremacia evidenciada pelo CAR Jamor na luta das tabelas (56 ressaltos sendo 22 ofensivos): Maria Kostourkova (13 pontos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada) e Beatriz Jordão (14 pontos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), cada uma com um duplo-duplo. Foram bem acompanhadas pela base Susana Lopes (8 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos defensivos, 1 roubo e uma falta provocada); Sara Moreira (4 pontos e 10 ressaltos sendo 1 ofensivo), Catarina Miranda (9 pontos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e uma falta provocada) e Ana Rute Queta (4 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos e uma assistência). Nas anfitriãs a marcadora de serviço foi Catarina Correia, melhor anotadora da partida (26 pontos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e muito eficaz nos lances de contra-ataque. Bons pormenores na organização de jogo por parte da base titular Filipa Lopes (5 pontos, 1 triplo e vários passes decisivos em lances de contra-ataque). Ficha de jogoPavilhão Carlos Alberto Carvalho, na Cruz QuebradaSIMECQ (53) – Filipa Lopes (5), Maria Castro (4), Constança Neto (4), Catarina Correia (26) e Leonor Camilo (5); Patrícia Menezes (1), Inês Silva (2), Rita Coelho (2), Rita Cardoso, Tatiana Vieira (4) e Débora Soares CAR Jamor Feminino (72) – Susana Lopes (8), Catarina Miranda (9), Maianca Umabano (5), Beatriz Jordão (14) e Maria Kostourkova (13); Eliana Cabral (6), Sara Moreira (4), Luana Serranho, Mª Inês Santos (6), Mariana Silva, Ana Rute Queta (4) e Ana Rua (3)Por períodos: 8-14, 11-15, 16-18, 18-25Árbitros: Paulo Pereira e Bruno GuerreiroO próximo compromisso do CAR Jamor Feminino está agendado para o dia 11 de Fevereiro com o SL Benfica, às 21H30, no Pavilhão Fidelidade.


Fase Final Sub 19 Femininos – AB Lisboa

Vão estar presentes para discutir o título distrital as equipas do SLBenfica, Quinta Lombos, Algés e Gdemam.Será sem sombra de dúvida uma excelente propaganda do basquetebol feminino e desde já convidamos todos a estarem presentes neste evento.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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