Artigos da Federaçãooo

Clube Basket Queluz – Campeão

Organizada pelo Estoril Basket Clube, com a colaboração da Associação Basquetebol de Lisboa, os 3 dias da prova realizaram-se no Pavilhão da Escola Salesiana de Manique.

O CLUBE BASKET QUELUZ mostrou porque era o grande favorito à vitória final e venceu de forma incontestável, ganhando todos os jogos disputados, deixando em segundo lugar o NÚCLEO BASQUETEBOL QUELUZ.O ESTORIL BASKET CLUBE terminou a prova na terceira posição. ALGÈS, SIMECQ e SLBENFICA terminaram a prova em quarto, quinto e sexto lugares, respetivamente.Foram três dias de prova muito intensos, onde os atletas das seis melhores equipas da ABLisboa puderam mostrar ao muito público que se deslocou para assitir aos jogos, que são o futuro da modalidade.Prevaleceu sempre o espirito de fair-play dentro e fora do campo (muito importante neste tipo de competições) e no final durante a entrega dos prémios, o muito público presente no pavilhão pode agradecer e saudar todos os intervenientes na competição.A organização esteve impecável resolvendo todas as situações de forma exemplar.Foi uma grande jornada de propaganda da MODALIDADE. PRÉMIOS INDIVIDUAIS:5 IDEALMIGUEL CORREIA – CBQUELUZFRANCISCO VILELA – ESTORIL BASKETVICENTE BAGULHO – CBQUELUZ VITOR PEDROSO – NBQUELUZJOÃO CORREIA – CBQUELUZ CLASSIFICAÇÃO FINAL:1º CBQUELUZ2º NBQUELUZ3º ESTORIL BASKET4º ALGÉS5º SIMECQ6º SLBENFICA


Recordando Rui Roxo

A memória do Rui Roxo permanece no seio do Ginásio, que o lembra todos os anos através da realização dum Torneio Internacional com o seu nome e mantém bem visível no Pavilhão a sua camisola nº 7.


O Natal do basquetebol

Após os jogos e concursos orientados por José Costa, auxiliado por treinadores e jogadores seniores, o jovem Pedro Marques assumiu de forma muito compenetrada o papel de Pai Natal, distribuindo lembranças do Clube aos participantes.

A sempre inestimável colaboração dos Pais, complementando o serviço contratado pelo Ginásio, possibilitou que no final fosse proporcionado a todos um excelente lanche.


Sofia Carolina brilha em Espanha

Na divisão inferior, o Al-Qazares de Carla Nascimento também venceu e assumiu a liderança da classificação. Confira o desempenho dos restantes portugueses a atuar no estrangeiro nos detalhes desta notícia.

Em França o Rouen de Filipe da Silva continua em rota ascendente. Depois de um período menos bom, a equipas tem vindo a vencer jogos na Divisão Pro B. Este fim-de-semana derrotou o Nantes, em casa, por 78-48, com o português (novamente suplente) a contribuir com 2 pontos, 1 ressalto e 2 assistências, em 8 minutos. Ocupa a 14ª posição na tabela classificativa.No escalão abaixo, a NM1, Arnette Hallman voltou a protagonizar uma boa exibição, mas não conseguiu evitar o desaire do Chartres na deslocação ao pavilhão do Saint Brieuc (81-92), na 15ª jornada. Arnette somou 10 pontos, 6 ressaltos, 6 assistências e 3 roubos de bola, em 24 minutos, e a equipa desceu ao 11º lugar.Em Espanha, o Cambados superou o Azpeitia, na 12ª ronda da LEB Prata, com Rafael Wildner no cinco inicial. A equipa venceu por 76-67 e subiu ao 9º lugar. Rafael esteve em campo 27 minutos, registando 7 pontos e 5 ressaltos.Nas senhoras, este fim-de-semana foi em grande para Sofia Carolina, que protagonizou uma belíssima exibição na principal liga espanhola. A portuguesa alcançou um duplo-duplo na vitória do Cadi sobre o País Vasco (71-53), com 17 pontos, 11 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento. Não foi a MVP do jogo mas revelou ser uma peça fundamental na estratégia da equipa, que com este triunfo ascendeu ao 6º posto.Na divisão abaixo, a Liga Feminina 2, o Al-Qazares de Carla Nascimento assumiu a liderança da competição depois de bater o Oviedo por 62-49. A portuguesa ajudou com 6 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola, em 31 minutos.Já o ADBA de Débora Escórcio perdeu em casa diante do Ferrol (66-84), não obstante os 16 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência e 1 desarme de lançamento alcançados pela portuguesa. O ADBA é 4º na Liga Feminina 2. Nos Estados Unidos, a Universidade de UCLA perdeu em casa diante de Auburn, por 60-66, com Luiana Livulo a somar 2 ressaltos, 1 assistência e 1 desarme de lançamento, em 27 minutos.


Triunfo no prolongamento

Só no prolongamento, empate a 69 pontos no final do tempo regulamentar, os vitorianos conseguiram garantir o triunfo (77-75), isto depois de terem estado a perder por seis pontos de diferença a menos de um minuto do final dos 40 minutos. Os triplos recolocaram a equipa vimaranense na discussão do resultado, que nos 5 minutos suplementares acabaria por ser mais feliz.

Não foi nada fácil o triunfo do Vitória, diante uma equipa maiata que liderou grande parte do encontro. O bom desempenho da equipa da casa, causava nervosismo no adversário, que via o tempo a passar sem conseguir passar para o comando do jogo. Só a três minutos do fim, um cesto de Paulo Cunha colocava o Vitória na frente do marcador, obrigando o treinador do Maia Basket a interromper o jogo. Nada que alterasse a dinâmica ofensiva da equipa maiata, contrariamente ao que sucedia com os minhotos que revelavam alguma precipitação nas tomadas de decisão no ataque. O descontrolo coletivo vitoriano atingiu o seu ponto mais alto com a desqualificação do treinador Fernando Sá, momento do jogo que valeu vários lances-livres á equipa da casa. Nem todos foram aproveitados, mas a 51 segundos do final o Maia dispunha de seis pontos de vantagem (68-62).Mas quando tudo parecia decidido, o Vitória chegou ainda a dispor de dois lances-livres para liderança, mas João Guerreiro converteu apenas um empatando o jogo, a 7 segundos do final, a 69 pontos. Ricardo Pinto ainda tentou um lançamento de três pontos, com a bola a bater no aro e a perder-se pela linha de fundo após disputa do ressalto.No tempo extra, o contra-ataque deu a liderança ao Vitória, que acabou por ser mais feliz no final. Mérito dos comandados de Fernando Sá pela forma como acreditaram e reagiram a um final de jogo que parecia perdido, se bem que a equipa maiata ainda deva estar a pensar como deixou fugir a vitória.O base Pedro Pinto (18 pontos, 6 ressaltos e 8 assistências) liderou a equipa do Vitória, tendo sido bem secundado pelo norte-americano Anthony Meier (17 pontos e 7 ressaltos), triplos importantes em alturas decisivas, José Silva (17 pontos e 3 roubos de bola) e Paulo Cunha (12 pontos e 8 ressaltos).Apesar de ter contado com o MVP do jogo, Michel Diouf (21 pontos, 15 ressaltos e 4 desarmes de lançamento) e o melhor marcador do jogo, com 26 pontos, Nuno Marçal (13 ressaltos), o Maia Basket pagou bem caro a fatura de ter jogado mal os últimos segundos do tempo regulamentar.


Illiabum na peugada do líder

Os ilhavenses estão a uma vitória de distância da equipa portista, pelo que embate da próxima jornada entre estas duas equipas ganha ainda maior atração. Um jogo a abrir o novo ano que promete e muito!

Neste encontro, os visitantes lideraram sempre o encontro, ainda que na primeira parte a equipa do Sangalhos se tenha mantido sempre na discussão do resultado. Ao intervalo a vantagem do Illiabum era de oito pontos (34-26), diferença que dispararia no recomeço da etapa complementar para muito perto dos vinte pontos (63-44).A formação visitante dominou por completo a luta das tabelas (39-23), boa presença no ressalto ofensivo (14), foi eficaz nos lançamentos de curta e média distância, cometeu menos oito turnovers que o adversário (16) e roubou 18 bolas. Argumentos que explicam um triunfo confortável por parte do Illiabum. O poste ilhavense, Mário Gonçalves, autor de um duplo-duplo (18 pontos e 14 ressaltos), foi o MVP do jogo com 30.5 de valorização, num jogo em que Tiago Raimundo (12 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) e João Figueiredo (16 pontos, 7 assistências e 4 ressaltos) também estiveram em bom plano.O Sangalhos não foi feliz nos lançamentos de longa distância (1/16 – 6%), e teve em André Duarte, com 17 pontos, o seu melhor marcador. Emanuel Silva (12 pontos, 4 roubos de bola, 3 ressaltos e 2 assistências) foi o mais valorizado na equipa da casa.


CAB mais forte no final

Um desfecho que confirmou a equilíbrio esperado, num jogo em que qualquer um dos conjuntos poderia ter saído vencedor. Duas ações, uma no ataque e outra na defesa, de Edson Rosário nos momentos finais do encontro, acabaram por ditar a vitória do CAB.

Ligeiro ascendente do Algés nos primeiros cinco minutos do jogo, tendência que se alteraria até final do 1º período sobretudo pela eficácia revelada pelo CAB no seu jogo exterior. No final dos primeiros 10 minutos, a equipa madeirense vencia pela diferença mínima (20-19).O segundo quarto não foi tanto equilibrado, com a formação da casa a alargar a vantagem no marcador até ao intervalo. Os tiros de três pontos, com 6 convertidos pelos madeirenses na 1ª parte, contribuíam para que o resultado se afastasse, se bem que nos lançamentos de curta e média distância fossem igualmente os insulares a revelar maior eficácia. Em tempo de descanso, o CAB liderava por dez pontos de diferença (49-39).No inicio da etapa complementar, o Algés foi francamente superior. Aliás, toda a segunda parte foi menos conseguida pelo CAB, mérito dos algesinos que aumentaram a sua intensidade defensiva, com o CAB a somar turnovers, bem como a precipitar-se nas tomadas de decisão ofensivas. O Algés continuava a dominar a luta pelas tabelas, dispunha de segundos lançamentos, e mais oportunidades para fazer pontos no ataque. No final do 3º período, a equipa visitante já tinha encurtado distâncias, perdia pela diferença mínima (66-67), deixando antever emoção para o período final.No 4º período, o Algés mostrava-se mais sereno em termos ofensivos, já o CAB dependia da qualidade individual Ricky Franklin (31 pontos) e Jobi Wall (28 pontos) para somar pontos. A desqualificação por acumulação de faltas destes dois jogadores, numa altura crítica do encontro, e com o jogo empatado, levantava a questão de quem iria assumir a responsabilidade do jogo nos momentos finais. O Algés parecia estar mais confiante, por cima no jogo, a atacar bem o cesto, indicadores que levavam a crer que o jogo poderia cair para o seu lado.A sete segundos do fim, Edson Rosário, com uma penetração pela zona central do campo, conclui a jogada. Os madeirenses passavam para a frente (88-86) e restavam cinco segundos para jogar. Após o desconto de tempo, o Algés consegue efetuar um passe para o interior da área restritiva, mas com a equipa do CAB a desarmar o lançamento de Francisco Jordão segurando dessa forma a vitória.


Boa Viagem vence Vagos no prolongamento

A vitória, em Vagos, do Boa Viagem, após dois prolongamento (86-79), empate a 66 pontos no final do tempo regulamentar, somado ao triunfo da Quinta dos Lombos, no Barreiro (63-57), coloca estas três equipas em igualdade pontual no topo da classificação feminina. A uma vitória de distância do trio formado por Lombos, Boa Viagem e Vagos, está agora o União Sportiva, com menos uma derrota que GDESSA e Olivais de Coimbra.

O Vagos jogava em casa, e uma vitória sobre o Boa Viagem valia terminar o ano isolado no comando da Liga feminina. Depois de correr atrás do prejuízo durante os três primeiros períodos do encontro, altura em que perdia por sete pontos de diferença (38-45), as vaguenses num esforço final conseguem levar o jogo para tempo extra (empate a 66 pontos).Embora tenha terminado o jogo na mó de cima, nos 10 minutos suplementares foi a equipa açoriana a revelar-se mais forte, especialmente ofensivo, contrariando a tendência no final do tempo regulamentar. Mesmo com uma percentagem muito baixa nos lançamentos de longa distância (1/15 – 7%), a equipa açoriana compensou essa falta de eficácia com a conquista de mais idas para a linha de lance-livre, com muito melhor aproveitamento que o adversário, e com um domínio da luta das tabelas (52-42). A norte-americana Jasmine Crew (25 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências) voltou a revelar a sua capacidade anotadora, bem como foi sempre um problema para a defesa vaguense que cometeu 15 faltas sobre esta atleta. Ainda assim, Eetisha Riddle (21 pontos, 20 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) foi a MVP do jogo com 32.5 de valorização.


Barcelos termina bem o ano

Já a equipa do Barreiro vai para seu terceiro desaire consecutivo. No entanto, ambas terminam o ano com 4 vitórias, embora o Galitos tenha um jogo a mais, e ficam colocadas a meio da tabela classificativa, e envolvidas na luta por um lugar entre as oito melhores equipas da fase regular.

Os comandados de José Ricardo Neves foram superiores em todos os períodos do jogo, dominarando todos os parâmetros do jogo, pelo que não surpreende que tenham conseguido uma vitória confortável. O Galitos esteve numa tarde de pouca inspiração a atirar ao cesto, especialmente nos áreas mais próximas do cesto, tendo apenas convertido 10 dos 40 (25%) lançamentos que tentou durante o encontro.Marko Loncovic (32 pontos e 16 ressaltos) foi decisivo no triunfo dos barcelenses, tendo contado com o contributo de Mathew Adekponya (9 pontos, 12 ressaltos, 7 assistências e 3 roubos de bola), autor de um jogo muito completo.O base Miguel Minhava (16 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) manteve a sua regularidade exibicional, mas nem com a ajuda de Andrew Bachanov (12 pontos e 9 ressaltos) conseguiu evitar mais um desaire da equipa.


Lusitânia volta a ganhar

Neste final de ano, a equipa liderada por Nuno Barroso deu sinais de estar a melhorar o seu rendimento desportivo, já que com dois triunfos consecutivos, o conjunto da ilha Terceira reentrou na luta pelos lugares de acesso aos playoffs.

Nem o facto de estar a jogar fora impediu que a equipa do Lusitânia dominasse o jogo frente à Oliveirense desde o quarto inicial (18-12). Uma vantagem que pouco aumentaria até ao intervalo (39-30), mas que ganharia maior expressão no recomeço da etapa complementar.Efetivamente o 3º período foi fatídico para os comandados de Rui Alves, que ao verem o adversário disparar para os vinte pontos de diferença (62-42) no final do período, hipotecavam seriamente as possibilidades de triunfarem neste jogo. Os últimos 10 minutos não trouxeram nada de novo (empate a 25 pontos), pelo que se consumava mais uma vitória dos açorianos nesta fase regular. O poste açoriano Marcel Momplaisir (14 pontos, 14 ressaltos, 4 assistências e 2 desarmes de lançamento) esteve eficaz nos dois lados do campo, tendo sido bem secundado por Zane Campbell (20 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) e James Smith (17 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências).A Oliveirense este pouco eficaz a lançar ao cesto e desastrada da linha de lance-livre (8/22 – 36%). Ainda assim, o trio formado por Aaron Fuller (16 pontos e 15 ressaltos), João Abreu (17 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) e João Reveles (15 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) exibiu-se a bom nível.


Dragon Force termina o ano invicto

Em mais um teste à invencibilidade dos dragões, a equipa de Moncho López, derrotou, no Dragão Caixa, o Casino Ginásio por 92-87. O jogo foi um bom teste aos portistas, já que o adversário atravessava um bom momento, mas só veio provar que a equipa azul e branca está confiante e não desperdiçou a oportunidade para poder somar a décima vitória consecutiva nesta fase regular.

A vantagem de nove pontos (48-39) amealhada pelos portistas durante a primeira parte foi encurtada para cinco no final do 3º período (68-63). Apesar de curta, a diferença pontual foi suficiente para que os dragões segurassem mais um triunfo na competição, em parte porque o Ginásio não conseguiu reduzir a eficácia ofensiva dos comandados de Moncho López durante os últimos 10 minutos do encontro (empate a 24 pontos).Pedro Bastos, com 29 pontos, foi o melhor marcador dos dragões, seguido depois por Ferran Pedreno com 19 pontos e Eduardo Guimarães com 18 pontos.O melhor marcador do jogo atuou pelo Ginásio, mas os 32 pontos de Filipe Pinheiro, mesmo com a ajuda de Marco Gonçalves (20 pontos) e José Costa (14 pontos), não foram suficientes para colocar termo à série vitoriosa dos portistas.Esgueira fecha o ano a vencerA formação de Aveiro não desperdiçou a oportunidade de jogar perante o seu público para somar a oitava vitória, em onze jogos disputados, nesta fase regular. A vitória frente ao AngraBasket por 73-50, começou a ganhar forma durante o 2º período, uma superioridade confirmada no segundo tempo do encontro.António Gaioso, MVP do jogo com 31 de valorização, foi o elemento em maior destaque na equipa do Esgueira, ao terminar o jogo com 20 pontos, 11 ressaltos, 4 roubos de bola e 1 assistência. João Almeida (14 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola) esteve igualmente a bom nível.Rick Cardoso, com mais um duplo-duplo (14 pontos e 16 ressaltos) de qualidade, foi o jogador que mais brilhou na equipa açoriana.


Sampaense vence em Ovar

Depois de uma primeira parte marcada por dois períodos completamente antagónicos em termos de marcação pontos, o desempenho da formação de S. Paio de Gramaços durante o 3º período foi determinante para segurar o triunfo em Ovar.

Os primeiros 10 minutos foram parcos em pontos marcados, com o Sampaense a terminar na frente o período por 9-6. Nos segundos 10 minutos, ambas as equipas encontraram o caminho do cesto, especialmente os vareiros, que com 32 pontos marcados, lideravam com alguma margem ao intervalo (38-29).O descanso fez bem aos comandados de José Calabote, que no recomeço da etapa complementar surgiram transfigurados para melhor, tanto em termos defensivos, com 8 pontos sofridos, como no ataque com 30 pontos marcados. Os visitantes não só davam a volta ao marcador (59-46), como garantiam uma almofada pontual para gerir nos últimos 10 minutos. Mesmo sem ter dominado a luta das tabelas (20-32), e apesar das equipas terem cometido demasiados turnovers (47 no total), a boa percentagem de lançamento de três pontos por parte do Sampaense (10/16 – 63%) acabou por ajudar a fazer a diferença.O norte-americano, Jovonni Shuler (26 pontos, 8 roubos de bola e 2 assistências), MVP do jogo com 29.5 de valorização, um lançamento de campo falhado, foi um bom exemplo dessa eficácia do Sampaense. O seu compatriota Christopher Dowe (20 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) esteve igualmente a bom nível, tal como Hélder Carvalho (16 pontos, 5 roubos de bola e 3 ressaltos), totalmente recomposto do susto da última jornada.O espanhol Sergi Brunet (25 pontos, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) foi o jogador em maior destaque na equipa de Ovar, seguido depois por André Pinto, autor de 12 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola).


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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