Armando Andrade vai continuar à frente da equipa técnica dos seniores do Famalicense AC, clube que milita no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Masculina.
Armando Andrade vai para a sua terceira época à frente do clube famalicense. “A aposta é claramente na continuidade do bom trabalho das épocas anteriores” começou por referir o diretor da secção de basquetebol do Famalicense, Miguel Correia, que adiantou “e na vontade de continuar a praticar um basquetebol atrativo”.
De referir que Armando Andrade chegou ao Famalicense AC na época de 2018/19, ano em que o conjunto de Famalicão esteve na luta pelo acesso à subida à Proliga, tendo sido afastado nas meias-finais do Playoff pelo CD Póvoa. Na temporada finda, interrompida abruptamente devido à Covid-19, o FAC estava na luta pelo apuramento para o Playoff, ocupando a nona posição com 30 pontos.
Concluído o prazo para as equipas manifestarem a intenção de se manterem na respetiva divisão ou baixarem um escalão competitivo, conforme foi definido no comunicado n.º 150 de 29 de abril deste ano, a FPB informa que, na época 2020/21, o Illiabum Clube vai competir no Campeonato da Proliga e o FC Porto B jogará no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Masculina. No feminino, a AD Ovarense e o Carnide Clube disputarão o Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Feminina.
Relativamente aos apuramentos de pré-época, agendados para setembro deste ano, o Ginásio Clube Olhanense informou a FPB que abdica do apuramento de subida à Liga Placard, deixando assim o Clube Desportivo da Póvoa e a Associação Académica de Coimbra como as únicas duas equipas com elegibilidade para oficializarem a intenção de participar nos apuramentos para a 14.ª e última vaga ainda disponível na Liga Placard.
Segue-se agora o período oficial de candidaturas à Liga Placard e inscrições nos restantes níveis competitivos seniores, cujo prazo termina a 30 de junho. Nos Campeonatos Nacionais da 2.ª Divisão Masculina e 2.ª Divisão Feminina as inscrições terminam a 15 de agosto.
Novo desafio “Apita tu também” solucionado! Confere e analisa, passo a passo, as respostas sobre o desafio da semana passada.
Situação 1: Falta defensiva normal ou falta anti-desportiva?
Resposta: Deverá ser assinalada uma falta antidesportiva ao jogador nr.º 24. O Art. 33.6 das Regras Oficiais claramente refere que “mover-se por debaixo de um jogador que está no ar provocando contacto, é normalmente uma falta antidesportiva e, em certas circunstâncias, poderá ser uma falta desqualificante”. Neste caso, deveria ter sido assinalada uma falta antidesportiva, pois o contacto da responsabilidade do jogador nr.º 24, não foi uma tentativa legítima de jogar diretamente a bola, dentro do espírito das regras.
Situação 2: Quando o lançador regressa com os pés ao solo, ocorre um contacto com o jogador defensor. Deve este contacto ser assinalado como falta?
Resposta: Sim, deverá ser assinalada falta defensiva ao jogador nr.º 33. O jogador lançador deverá executar três lances livres. O jogador lançador tem o direito de regressar ao solo no mesmo local, ou no local imediatamente à sua frente, desde que não esteja ainda ocupado por ninguém, tal como era o caso. O jogador defensor nr.º 33, avança quando o lançador já se encontra no ar, sendo ele o responsável pelo contacto. Por isso, falta defensiva do nr.º 33, em acto de lançamento de três pontos.
Situação 3: Falta defensiva do jogador “amarelo” n.º 9 ou falta atacante do jogador “preto” n.º 20?
Resposta: Falta atacante do jogador nr.º 20, dado que este jogador fez um bloqueio ilegal com bola não respeitando os elementos de tempo e distância do jogador defensor nr.º 9, que se encontrava em movimento quando o contacto ocorreu.
O ansiado título de campeão nacional de basquetebol em cadeira de rodas da APD Leiria chegou acrescido do mérito de impedir um sexto triunfo consecutivo da APD Sintra, e de ser o primeiro erguido por uma equipa fora da Grande Lisboa. Marco Francisco e o histórico atleta/dirigente Manuel Sousa proveem o feito de memórias.
A estreia nas conquistas acontecera na temporada 2007/08, com a vitória na Taça de Portugal, prenúncio para o que viria, apesar de o próprio título de campeão ter ficado a um palmo de distância em ocasiões anteriores. “Já tínhamos demonstrado que tínhamos equipa e éramos os melhores. Acontece que tínhamos um plantel muito jovem, muito aguerrido, com excelentes jogadores e ambiciosos, mas faltava experiência, algo que a APD Sintra tinha de sobra”, admite Marco Francisco, virtuoso poste dos leirienses, que revisita uma das oportunidades goradas mais dolorosas. “Estivemos uma vez a ganhar 2-0 no playoff da final, disputada à melhor de cinco jogos, e fomos perder 3-2”.
A amargura das tentativas falhadas pesou no compromisso em dobro que pautou a conduta dos atletas, na altura do feito, onde sobressaía a paleta de internacionais, ou em vias de se converterem, composta por Marco Francisco (4.5), Valter Mendes (4.0), Aníbal Costa (4.0) e Manuel Sousa (1.0). “Tinha de ser desta. O Playoff estava empatado 2-2, mas conseguimos uma grande vitória por 68-55 no quinto jogo”, lembra. Para Manuel Sousa, “na “negra” tem outro sabor”, além do primeiro título encerrar “uma sensação de incentivo geral”, que conduz à repetição de êxitos, um alvitre certeiro, pois desde então a APD Leiria somou ao palmarés dois Campeonatos e 1 Taça de Portugal.
Entre as “memórias fantásticas de um título muito sofrido, justo e desejado”, Marco Francisco louva o trabalho conjunto de todos os atletas e direção, “que sempre procurou dar as melhores condições de treino e material”, sobraçado pelas autarquias de Leiria e Marinha Grande, sem esquecer os adeptos, que frisa o camisola #5, “nunca faltaram para apoiar a equipa”.
Convidado a nomear os rostos do sucesso alcançado dentro de campo, “pergunta complicada e injusta”, Marco enfatiza o ambiente familiar no seio da equipa e que “cada atleta deu e dá o melhor de si, sem nenhumcontrapartida”, mas concede duas menções especiais. “É incontornável referir o nosso vice-presidente Manuel Sousa, que continua a exceder-se todos os dias em prol da APD Leiria. Não podia ainda deixar de sublinhar o trabalho fantástico que o nosso treinador/jogador Martinho Santos fez para atingirmos o primeiro título”.
No palanque dos notáveis, Manuel Sousa reconhece a importância do seu contributo, “um jogador de pontuação baixa, que nos muitos anos de seleção jogou sempre os 40 minutos”, e presta tributo a Marco Francisco e Cláudio Batista, referência da APD Leiria durante um longo período, transferido uma época antes para o Amivel Velez-Malaga, emblema da poderosa 1.ª Liga espanhola.
Para a APD Leiria voltar ao topo do BCR nacional, o emblemático dirigente, ainda no ativo como jogador, aponta a necessidade de combater a “falta de liderança e unidade”, porque a valia dos atletas não está em causa. Em sintonia com estas palavras, Marco Francisco acredita num futuro de novos triunfos. “Resta-nos agora trabalhar mais do que os outros, coletiva e individualmente, que os resultados vão aparecer”.
Todas as situações do último desafio “Apita tu também” resolvidas e explicadas ao pormenor.
Situação 1: Falta pessoal defensiva ou falta anti-desportiva?
Resposta: Falta pessoal defensiva. O Jogador azul escuro faz uma tentativa legítima para jogar a bola, não sendo o contacto excessivo, nem sendo o último jogador no contra ataque.
Situação 2: Jogada legal ou passos?
Resposta: Passos. O jogador atacante, antes de lançar ao cesto, retira o pé eixo do solo e volta a contactar com ele no solo antes de efetuar o lançamento.
Situação 3: Flop do lançador (aviso de falta técnica) ou falta pessoal do lançador? Resposta: Falta ofensiva. O jogador lançador para tentar criar uma falta defensiva, estende a perna direita criando contacto com o defesa que em resultado desse contacto cai ao solo. Deve ser averbada falta pessoal ao jogador que lançou, bola ao lado ou dois lances livres se houver faltas de equipa.
Esta semana, na “Área Restritiva”, contamos com a presença de Nuno Marçal. O ex-internacional português falou-nos da longa carreira, sobretudo dos 25 anos em que representou o FC Porto.
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!
O Servigest Burgos, formação de Hélder da Silva, veterano base desde 1998, aproveitou a renúncia do Basketmi Ferrol, de Pedro Bártolo e Luís Domingos, para carimbar o regresso à División de Honor, sete anos depois.
O Servigest Burgos, de Hélder da Silva (2.0), aceitou, na passada sexta-feira, o repto da FEDDF (Federação Espanhola de Desporto para Pessoas com Deficiência Motora) para ocupar a vaga deixada livre pelo Basketmi Ferrol, emblema dos internacionais Pedro Bártolo (2.5) e Luís Domingos (2.5), que obteve um meritório segundo posto, na fase regular, precisamente um lugar à frente do rival de Castela e Leão.
Os galegos abdicaram da promoção a 31 de maio, data imposta pela Federação Espanhola como limite para a comunicação de intenções, fator que, expôs o presidente Alvaro Illobre, precipitou a decisão tomada, “pois em pleno Estado de Emergência torna-se impossível circular livremente na procura de patrocinadores e realizar reuniões com os responsáveis das instituições públicas”. Além da dificuldade em angariar apoios em tão curto espaço de tempo, o clube vive uma situação económica difícil, expressa na necessidade de “contrair um empréstimo com ABANCA” para suprir os gastos da época agora terminada, bem como da segunda metade de 2018/19.
Face ao cenário exposto, o Servigest Burgos anunciou o desejo de se juntar ao Getafe BSR na subida à liga mais competitiva do BCR mundial, apesar da pandemia da Covid-19 ameaçar esse estatuto, assente, em larga escala, na presença dos melhores intérpretes estrangeiros do jogo. Hélder da Silva, capitão e símbolo da equipa, irá viver, assim, a sua sétima experiência no patamar mais alto do BCR espanhol, direito alcançado também na época 2015/16, fruto da conquista da 2.ª Divisão, mas, à data, por motivos similares aos elencados pelo Basketmi Ferrol, os burgaleses não puderam consumar a disputa da División de Honor.
O prazo para inscrições na Basketball Champions League terminou esta sexta-feira com o Sporting CP a ser a única equipa portuguesa a inscrever-se na prova.
Depois de 24 anos afastado da modalidade a formação verde e branca regressou ao escalão máximo do basquetebol português e devido à posição cimeira na Liga Placard, à data da paragem (11 de março), teve prioridade de inscrição para a temporada 2020/21.
Em declarações ao jornal A Bola, Luís Magalhães, timoneiro do Sporting, não deixou de referir que vê este regresso às competições europeias como “mais um desafio e motivação extra”. O experiente treinador de 62 anos vincou ainda a vontade em triunfar fora de portas, “com certeza que não iremos entrar apenas para jogar, mas também para tentar vencer jogos e procurar passar uma ou outra fase. O objetivo será ir o mais longe possível”, afirmou.
Os “leões” querem regressar à “Europa” do basquetebol 42 anos depois de terem participado pela última vez na fase de apuramento da Taça dos Campeões Europeus, em 1978. Ficam a aguardar validação necessária através da divulgação oficial das equipas participantes na BCL. As inscrições para as competições europeias não ficam por aqui, sendo ainda possível o ingresso na FIBA Europe Cup.
O “Apita tu também” está de regresso! Desafiamos-te para analisares os lances e deixar o respetivo comentário com as tuas decisões na caixa de comentários das nossas páginas de Facebook e Twitter.
Situação 1: Falta pessoal defensiva ou falta anti-desportiva?
Situação 2: Jogada legal ou passos?
Situação 3: Flop do lançador (aviso de falta técnica) ou falta pessoal do lançador?
Em Dublin, Irlanda, a Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas (BCR), orientada pelo espanhol José María Cristo, conquistou o Europeu C e carimbou a primeira subida ao segundo escalão continental. Nos eleitos, estavam Paulo Soeiro e Hugo Maia, um dos resistentes e atual subcapitão da Seleção, que rememoram o maior êxito do BCR português.
Gorada a primeira tentativa de chegar à Divisão B do BCR europeu – desde que este incorporara a Divisão C -, Portugal viveu uma profunda transformação estrutural que lhe permitiria não só o alcance da subida, como de erguer, com uma boa dose de surpresa, o seu primeiro e único troféu.
Da comitiva ganhadora, subsistem nos quadros da seleção Henrique Sousa e Hugo Maia, subcapitão, que alude à “preponderância marcante” do técnico espanhol, José María Cristo, e do “trabalho conjunto”, onde emerge o presidente da extinta ANDDEMOT (Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores) – dirigente e ex-jogador da APD Sintra –, Victor Sousa. “Deu-se uma reviravolta, porque houve a preocupação de fortalecer a estrutura, ao equipar com cadeiras os jogadores convocáveis”, aposta que constatou acertada na primeira pessoa. “É à conta desse investimento que eu desponto. A cadeira deu-me tudo”, refere o capitão do GDD Alcoitão.
Paulo Soeiro percute igualmente na importância das ações desencadeadas por Victor Sousa, diligente nas palavras de apelo ao compromisso. “Pediu que assumíssemos a responsabilidade de representar Portugal e contou alguns episódios passados que não queria ver repetidos”, consciencialização que contribuiu para uma seriedade competitiva com os frutos conhecidos. Na origem da façanha, culminada com triunfo ante a Lituânia por 69-60, Paulo Soeiro, que prossegue a sua carreira no Lux Rollers – 3º escalão germânico -, convoca ainda como aspeto determinante para o sucesso “as contantes palavras de acreditação de dois atletas, Hugo Lourenço e Pedro Gonçalves, o capitão, e do treinador”.
Para lá da visão global, que se repercutiu numa melhoria gradual do BCR nacional, Hugo Maia salienta que o papel de José María Cristo no progresso dentro de campo foi lacónico, mas fértil. “Havia muito talento e uma boa orquestra. Se ele tivesse usado muito o banco, se calhar nem tínhamos conquistado o ECMC. É aquele selecionador “eu tenho um cinco”, ponto”, filosofia que, aliada à estratégia de pressão, a partir daí uma “ferramenta muito aplicada” a nível interno, garantiu o respeito rival. “Era até espumar da boca! Pressão, pressão e mais pressão. Depois era berrar para fazer ouvir a nossa voz e não deixar o adversário respirar. De facto, eles nem conseguiam falar, porque a nossa ordem era falar mais do que os outros”, relembra Paulo Soeiro (1.0), um dos suplentes mais utilizados, que viu a união e o vociferar contínuo alastrarem-se ao banco. O extremo ex-GDD Alcoitão louva ainda os contributos do adjunto, Pedro Costa, “um apaixonado e estudioso do Basquetebol”, que oferecia análises pertinentes, assentes em “pormenores sobre como colocar a cadeira, bloquear, rodar ou defender”.
Seguiu-se a coroação, “o receber da medalha”, e uma última entoação d’ “A Portuguesa”. “Ouvir o nosso hino nacional e a maneira como cantámos dentro do pavilhão foi de arrepiar”, conta Paulo Soeiro, que não esperava uma recepção tão calorosa no aeroporto. “Não fazíamos ideia que havia tanta gente a seguir o nosso europeu. Quando a multidão nos viu, começou a cantar o hino nacional. Todas as restantes pessoas perguntavam quem éramos e porque é que não havia um único órgão de comunicação social à nossa espera, apesar de informados diariamente”.
Um ano mais tarde, Portugal embalava para um feito não menos meritório, ao assegurar a manutenção na Divisão B, em Notwill, Suíça, num encontro, cada vez mais frequente, com a Lituânia. Inscritos na história ficaram, em definitivo, os nomes de Paulo Soeiro, Pedro Gonçalves, Hugo Lourenço, Jorge Almeida, João Cardoso, Cláudio Batista, Aníbal Costa, Rui Nicolau, Henrique Sousa, Renato Pereira, Hugo Maia, Valter Mendes, Victor Sousa (dirigente), José María Cristo (selecionador), Pedro Costa (selecionador-adjunto) e Nuno Fonseca (massagista).
Tinhas dúvidas sobre o desafio da semana passada? Aqui estão todas as situações de jogo devidamente esclarecidas.
Situação 1: Falta antidesportiva ou falta desqualificante? Após uma entrada para o cesto em ato de lançamento, a atacante #15 cai ao chão e em seguida atinge com o pé a defensora #13. Qual a penalidade para a ação da atacante #15?
Resposta: Falta desqualificante. A atacante #15 agride com um pontapé a defensora #13.
Situação 2: “Transposição de campo” ou não? Qual o tempo de ataque? Após um lançamento ao cesto da equipa azul, que não toca no aro, a defensora #21 chega primeiro à bola e lança-a com uma mão apenas na direção do seu meio campo ofensivo, onde uma adversária recupera de novo a bola. Foi transposição de campo da equipa azul? O aparelho de 24″ deve continuar a contagem ou ser reposto em 24″?
Resposta: Não é transposição de campo, a equipa azul já não tinha a posse de bola. Após o lançamento ao cesto da equipa azul que não toca no aro, a defensora #21 chega primeiro à bola, dá-lhe um primeiro toque ainda sem controlo, em seguida faz um primeiro drible já controlado e executa um passe. A equipa de branco teve posse de bola quando esta jogadora adquiriu o controlo da bola. A equipa azul adquire uma nova posse de bola no seu meio campo defensivo. A equipa azul tem direito a um novo período de 24s pela nova posse de bola dentro de campo. Apesar de ter sido corrigido o aparelho de 24s, a correção foi tardia. O jogo deveria ter sido interrompido para se corrigir o tempo de ataque no aparelho de 24s.
Situação 3: Falta defensiva ou falta ofensiva? A atacante recebe um passe quando corre em direção ao cesto e ocorre um contacto com a defensora que se colocou na sua trajetória. De quem é a responsabilidade por este contacto, da atacante ou da defensora?
Resposta: Falta defensiva. A defensora não estabeleceu uma posição legal de defesa a tempo, avançou na direção da atacante e não parou antes do contacto. É, por isso, responsável pelo contacto ocorrido.
A “Área Restritiva” foi ocupada por Mery Andrade. A ex-internacional portuguesa que passou pela WNBA e que agora segue carreira na modalidade, fora das quatro linhas, foi a convidada desta semana!
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!
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