Dia 16 de abril de 1989, Pavilhão Municipal do Montijo. A Ovarense batia o Illiabum por 81-73 e conquistava assim a primeira Taça de Portugal da sua história, num momento para revisitar por algumas das figuras do clube vareiro.
Por todos os testemunhos recolhidos e crónicas daquele feito de há 31 anos, um dado é consensual: o grande ambiente em redor do encontro. Arala Chaves, presidente de então da Ovarense, dá conta disso mesmo: “Foi um jogo muito com uma enorme afluência de público. Foram de Ovar para o Montijo vários autocarros repletos de adeptos. A alegria era contagiante e à chegada houve uma grande festa com os adeptos do Illiabum”, recorda.
E a atmosfera vibrante no recinto da margem sul do Tejo foi uma constante, o que se estendeu para além da final, como destaca Vítor Ferreira, que alinhava na Ovarense e antigo vice-presidente da FPB: “O ambiente no Montijo foi tremendo e outra coisa não seria de esperar. Já na altura, a modalidade tinha no distrito de Aveiro várias equipas de elevada qualidade. No basquetebol temos uma cultura e um histórico de enorme fair-play. De incentivar durante o jogo e de, no final, reconhecer e dar os parabéns ao vencedor, reconhecendo-lhes os méritos e sem procurar escudar-nos em desculpas. Por isso, também nesta final, o espírito de fair-play existiu. Os vencedores festejaram e os vencidos reconheceram a justiça do resultado, num embate em que a Ovarense esteve sempre na dianteira do marcador.”, finaliza.
Este dérbi teve uma particularidade, que passou pelo facto do cinco incial vareiro ter disputado… os 40 minutos. O norte-americano DJ (Dwayne Johnson), peça-chave na turma vareira, estava indisponível, e no seu lugar jogou Rui Anacleto, que acabou por brilhar com a obtenção de 14 pontos. “O facto de ter alinhado no cinco inicial ajudou na confiança e o jogo correu-me bem, a mim e aos meus colegas. todos tivemos uma pontuação muito semelhante, o que não é normal num jogo de basquetebol. Acho também que estivemos sempre a ganhar, mas o Illiabum foi um bom adversário porque nunca nos deixou fugir no marcador. Como jogámos sem um americano, tivemos que ser mais coletivos, e acho que esse foi o segredo para o triunfo. Quando se joga uma final com um ambiente fantástico e a partida corre bem, podemos afirmar que superamos sempre o cansaço”, eis as palavras do próprio Anacleto.
Luís Magalhães, treinador da Ovarense e ainda no início de uma carreira recheada, realça o “grande jogo” de Anacleto, e salienta a primeira Taça conquistada: “O mais importante é ganhar pela primeira vez e nunca esquecer o que fizemos para chegar lá. O Pavilhão do Montijo estava completamente esgotado. Foi mais uma grande vitória”, vinca.
Era uma Ovarense grande qualidade, que a partir da segunda metade dos anos 80 se colocou, em definitivo, no patamar mais alto do basquetebol português. Mário Leite, outro dos craques do carismático clube de Ovar, explica alguns dos trunfos daquela equipa marcante: “Éramos uma equipa humilde, sabíamos bem as nossas forças, mas também as limitações que tínhamos. Defendíamos a campo inteiro e destacávamo-nos, sobretudo, pela capacidade defensiva. Caracterizávamo-nos pela pressão que fazíamos, tanto eu como o Rui Chumbo éramos rápidos. Tinhamos o Mario Elie e o DJ que também ajudavam porque tinham muita mobilidade. Éramos uma equipa agressiva e explorávamos bem as situações de contra-ataque”, analisa.
E para Luís Magalhães, os mais rasgados elogios vão mesmo para Mário Leite: “Quero destacar o Mário Leite, que sempre foi de um profissionalismo incrível. É uma excelente pessoa, é impagável aquilo que ele fez pela Ovarense”, acentua.
Pode recordar este Ovarense vs. Illiabum esta noite, a partir das 21h30, no YouTube/FPBtv ou no Facebook da FPB.
Em entrevista à FPB, Mery Andrade falou do ano de estreia como treinadora adjunta na G-League. A segunda atleta mais internacional de sempre por todas as seleções (129 internacionalizações) abordou ainda as hipóteses de Neemias Queta chegar à NBA.
Como tens lidado com o isolamento por causa da COVID-19?
Estou em casa da minha mãe, em Boston, e tive que ser criativa. Preparo aulas de fitness e convido pessoas para as fazerem comigo. Acordo, faço exercício e, enquanto estou na bicicleta estática, assisto a clinics online para treinadores. Aproveito para desenvolver o meu trabalho.
Como vês as imagens que chegam de Itália, onde jogaste 15 anos?
São imagens tristes. Parte de mim é italiana. Privarem os italianos, que são latinos, do contacto é um grande choque. Quando começaram a tomar medidas mais drásticas em Itália, eu comecei a fazer o mesmo aqui, onde as pessoas ainda não se aperceberam do quão grave é a situação.
Como correu a estreia nos Erie BayHawks, equipa da G-League da NBA?
Foi um ano de aprendizagem e adaptação, mas muito positivo. Foi o primeiro ano desta equipa, depois de passar a ser afiliada dos New Orleans Pelicans. Tivemos jogadores com “two-way contracts” e que iam jogar pelos Pelicans várias vezes, o que obriga a alterar os planos da nossa equipa. É preciso flexibilidade para nos ajustarmos diariamente e esse foi o maior crescimento que eu senti.
Descreve-nos as funções que tens na equipa.
Desenvolvimento de jogadores, “scouting” e “breakdown” de vídeos. No campo, trabalho com postes e treino de lançamento com extremos/postes. Fora de campo, incentivo os atletas a continuar a estudar e ajudo-os noutras vertentes. Por exemplo, tenho um atleta que canta e tento entrar em contacto com agências. Isto ajuda-me a conhecê-los melhor e isso é muito importante.
Estiveste no NBA Combine do ano passado, onde também esteve o Neemias Queta. Achas que o Neemias pode sonhar com a NBA?
O Neemias não esteve em grande, mas é compreensível. Era a primeira vez e tinha muita pressão. Por vezes a ansiedade leva a melhor. Mas ele já provou, na universidade e nas seleções nacionais, que tem um fogo dentro dele que o faz jogar no seu melhor. As lesões não o ajudaram e isso é algo que as pessoas perguntam na NBA. Ele é jovem. Se aprender a tratar do corpo e fizer prevenção de lesões, essa ideia desaparece. É um jogador com potencial, mas precisa de ser mais forte para a posição em que joga. Pode ser um “two-way player” e jogar nas duas ligas: G-League e NBA. A G-League pode ajudá-lo em termos físicos e ritmo de jogo. Algo que encontramos muito na G-League são jogadores com QI basquetebolístico médio/baixo. Nesse aspeto, o Neemias já é um jogador de alto calibre. Percebe do jogo, aprende rápido e a G-League é uma liga onde ele pode ter muito sucesso e despertar a curiosidade das equipas da NBA.
Fala-se cada vez mais da possibilidade de uma mulher ser treinadora principal de uma equipa da NBA. É algo que vês a acontecer a breve prazo?
É uma questão de tempo e só não aconteceu ainda porque a Becky Hammon não quis. Vai acontecer na altura certa. Fico feliz por reconhecerem as nossas qualidades. O basquetebol é universal e não olha a género, raça ou origem. Eu tenho a sorte de ser uma mulher não-americana a treinar homens nos Estados Unidos. A Becky está a abrir-nos a porta e nós abrimos para outras.
Já confessaste que, depois de Old Dominion, imaginavas-te a regressar a Portugal para seres pediatra. É o que te vias a fazer, se o basquetebol não existisse?
A minha mãe conta-me que eu vestia a bata do meu pai, que era farmacêutico, e andava pela casa a dizer que tinham que me chamar Sr.ª Dr.ª Mery Andrade. Tenho a certeza que, se não fosse basquetebolista profissional, voltaria a Portugal para ser pediatra.
Se pudesses falar com a pequena Mery que pegou numa bola de basquetebol pela primeira vez, em Massamá, o que lhe dirias?
Os ensinamentos que tive na vida levei para o basquetebol e as coisas que vivi no basquetebol trouxe para a vida, portanto ia dizer-lhe para ouvir e ser uma esponja contínua de pessoas mais velhas e que sabem mais.
De regresso à formação de treinadores, trazemos esta semana um Clinic do experiente treinador israelita, Arik Shivek, que além de passar no comando técnico da seleção israelita contou com passagens pelo basquetebol holandês e belga.
Neste Clinic, o treinador de 63 anos aborda conceitos defensivos do jogo, nomeadamente as trocas defensivas. De relembrar, que em 2017, Shivek foi um dos preletores no Clinic Internacional ANTB Cidade de Almada.
Numa semana dedicada aos feitos marcantes da Ovarense recordamos, com cinco protagonistas, o tricampeonato conquistado entre 2006 e 2008, período dourado na história do clube vareiro.
Agora treinador principal da formação que representou toda a carreira, Nuno Manarte recorda que a qualidade dos plantéis vareiros fez a diferença nas sucessivas caminhadas para o título, tal como a capacidade do staff técnico em orientar as respetivas equipas: “Tínhamos os melhores jogadores, o talento fez a diferença. Lembro-me de três jogadores que tinham um papel muito importante, porque eram líderes. Ian Stanback em 2005/06, Shawn Jackson em 2006/07 e o Miguel Miranda nesta última temporada e em 2007/08. Mas há que dar muito mérito aos treinadores que conseguiram montar coletivos muito fortes – Henrique Vieira, Luís Magalhães e Manuel Povea. Funcionávamos como equipa, havia gente capaz de fazer tudo. Os papéis estavam bem definidos”, relembra.
Já Luís Magalhães, à época timoneiro dos vareiros, lembrou um dos “palcos” mais simbólicos do basquetebol português: “O Pavilhão Raimundo Rodrigues teve muita história, estava sempre repleto de público. Passámos a ter outras condições de trabalho, indiscutivelmente, o que não apaga as excelentes memórias que tenho do Raimundo Rodrigues”, lembra. No entanto, não esquece os jogadores: “A qualidade do trabalho sobrepôs-se a tudo, numa altura em que havia vários candidatos ao título, equipas muito fortes. Tínhamos uma excelente estrutura, com jogadores que alinhavam juntos há muito tempo e com um desiquilibrador que se destacava: Ben Reed”.
E foi precisamente o norte-americano que sublinhou o cariz da massa associativa da Ovarense: “Lembro-me da paixão que Ovar tem pelo basquetebol, a forma como se dedicavam em cada jogo era verdadeiramente especial. São os melhores fãs do mundo, sem dúvida! No que diz respeito ao basquetebol, foi o melhor que joguei em toda a minha carreira. Lembro-me bem do triplo que marquei contra o FC Porto em 2007, sabia o significado que teria para Ovar se conquistássemos o segundo campeonato. Senti que tinha de arriscar, senti que não podia falhar, sobretudo pela energia que se estava a sentir no pavilhão”, recorda Ben Reed.
O camisola #11 da Ovarense não esquece, contudo, que a elevada eficácia nos momentos de decisão surge fruto de muito trabalho e da confiança dos companheiros: “Os lançamentos em cima da buzina vêm da preparação. Trabalhei muito durante a minha carreira para esses lançamentos. Antes e depois de todos os treinos trabalhava especificamente esses lançamentos, para depois não sentir a diferença nos jogos. Claro que tudo isto não podia acontecer sem a confiança que todos os meus colegas e treinadores me davam”, explica.
O ex-internacional Rui Mota foi um dos elementos que contribuiu para o histórico “tri”: “A Ovarense é um clube diferente. Primeiro pela cidade e pelas suas pessoas, que sabem receber, depois pela paixão que têm pelo jogo e pela equipa. Ovar é a cidade do basquetebol. Que prazer é ouvires as pessoas e perceberes que este país não é só futebol, que ali as pessoas percebem do jogo, enchem pavilhões, seguem a equipa para todo o lado e toda a estrutura te dá condições incríveis para trabalhares e ao mesmo tempo se preocupam para saber se está tudo bem no teu dia-a-dia. Tudo isto são pormenores que fazem com que fiques rendido ao clube e às pessoas de Ovar”, vinca.
O último dos treinadores responsável por manter a Ovarense no caminho dos triunfos, Manuel Povea, lembra com saudade os meses que passou em Ovar: “Ter três treinadores diferentes era uma situação muito complicada para os atletas. Para mim foi um desafio, devido à pressão e ao nível da equipa. Nos meses que estive em Ovar era constantemente abordado na rua pelos adeptos, que me pediam sempre o tricampeonato, há uma grande cultura em torno do basquetebol”, confessa. Com a memória fresca do jogo que deu o “tri”, o treinador espanhol recordou o ambiente fervilhante vivido na recém-construída Arena de Ovar: “No último jogo tínhamos a grande vantagem de jogar em casa, que estava repleta e com um ambiente fantástico e realmente a equipa jogou muito bem em todos os aspetos. Fiquei muito feliz pela conquista”, concluiu.
A AD Ovarense sagrou-se bicampeã nacional na temporada 2006/07 depois de garantir a vitória no jogo 7 da final dos playoffs diante do FC Porto. Para a história ficou o triplo vibrante de Ben Reed, a invasão de campo no Raimundo Rodrigues e a consequente festa vareira da revalidação do título.
A Federação Portuguesa de Basquetebol reuniu com todos os clubes da Liga Feminina e todas as associações dos emblemas da competição máxima do basquetebol feminino nacional, esta terça-feira, através de videoconferência, para debater o futuro da prova.
As intervenções iniciais do presidente da FPB, Manuel Fernandes, e do Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, centraram-se no reforço da ideia que a Federação continua a trabalhar na procura de soluções para as provas. As preocupações sobre o restabelecimento das condições de saúde pública e as repercussões financeiras da pandemia de COVID-19 foram sublinhadas, e foi destacado que quaisquer decisões só serão tomadas e publicadas após as reuniões com todos os clubes dos principais níveis competitivos seniores.
Depois, os doze emblemas e as oito associações foram auscultados sobre a realidade atual provocada pelo novo coronavírus e a forma como afeta a época atual e o arranque da próxima temporada. Numa reunião pautada pelo sentido de responsabilidade coletiva, destaque para o facto de todos os clubes, sem exceção, terem mostrado disponibilidade para aceitar qualquer decisão da Federação sobre a edição 2019/20 da prova, enriquecendo o debate com contributos e sugestões para os próximos passos a dar.
Estiveram nesta reunião a totalidade dos clubes e associações da Liga Feminina, num total de 43 participantes, incluindo representantes dos clubes AD Ovarense, AD Vagos, Carnide Clube/Holos, CAB Madeira, CPN, União Sportiva, GDESSA Barreiro, Guifões SC, Olivais FC, Quinta dos Lombos, SL Benfica, Vitória SC e das associações de basquetebol de Aveiro, Braga, Coimbra, Lisboa, Madeira, Porto, São Miguel e Setúbal. A próxima reunião da Liga Feminina está prevista para 6 de junho.
Mais uma rubrica “Apita tu também” onde contamos com a tua opinião sobre diferentes lances de arbitragem. Fica lançado o desafio para se colocarem no papel dos árbitros e deixarem os vossos comentários nas nossas páginas de Facebook e Twitter.
Situação 1: Jogador branco em contra ataque sofre falta jogador azul. Falta defensiva ou antidesportiva?
Situação 2: Jogador branco sofre falta jogador verde. Falta defensiva ou antidesportiva?
Situação 3: Jogador laranja sofre contacto de jogador branco na transição. “No call”, falta defensiva, ou falta antidesportiva?
O extremo Diogo Brito concluiu a formação na universidade norte-americana de Utah State e está preparado para iniciar uma carreira profissional. Em entrevista à FPB, o internacional português (88 internacionalizações pelas seleções jovens) fala das melhores e piores memórias dos últimos quatro anos e revela que o futuro pode ser bem perto de Portugal.
Quatro anos depois, que balanço fazes deste tempo passado em Logan, ao serviço de Utah State?
O balanço é, sem dúvida, muito positivo. Foram quatro anos de muita aprendizagem e evolução. Conheci pessoas que nunca mais vou esquecer e ter jogado a este nível, diante dos fãs de Utah State, foi incrível.
Qual é a melhor memória e qual foi o momento mais difícil por que passaste na tua carreira universitária?
Ganhar o torneio da conferência Mountain West dois anos seguidos e o jogo em casa contra Nevada foram o auge, mas existem muitas boas memórias. Por exemplo, ter entrado em campo com os meus pais na “Senior Night” foi um momento bastante emocionante e que nunca me vou esquecer. Os momentos mais difíceis são aqueles em que não se joga ou se está lesionado. Eu não joguei quase nada no meu primeiro ano e tive algumas lesões que também me mandaram abaixo.
Se pudesses falar com o Diogo Brito de há quatro anos, no momento em que chegou a Utah State, o que lhe dirias?
Dir-lhe-ia para se preparar para uma das aventuras da sua vida. Que ia viver uns dos melhores momentos da sua vida e que ia passar por alguns dos momentos mais baixos da sua vida, mas dir-lhe-ia que tudo faz parte do processo e tudo vai fazê-lo crescer. Vai ser uma viagem incrível e ele não se vai arrepender da decisão de ir para Utah State.
Em tempos, disseste que te vias a experimentar a Summer League da NBA, mas também já falaste da Europa. Que planos fazes para o teu futuro?
O vírus alterou tudo em termos de calendários e planos, não só de atletas mas também das equipas. Pelo que ouço, não deve haver Summer League nem “pre-draft workouts” na NBA, por isso esse objetivo fica adiado. Entretanto, assinei com um agente e acredito que o meu futuro próximo vai passar por Espanha. Espero que tudo corra bem e possa chegar ao mais alto nível.
De que forma tens ocupado os teus dias, nesta fase de isolamento por causa do COVID-19?
Faço os trabalhos da escola e exercício físico, que é necessário para manter a sanidade mental. Tenho ficado em casa e tento distrair-me com vários hobbies e coisas para as quais não tinha tanto tempo. Tenho passado mais tempo a cozinhar e tenho lido mais.
Para além de voltar ao campo para fazer uns lançamentos, qual é a primeira coisa que queres fazer quando terminar o isolamento?
A primeira coisa é mesmo voltar para Portugal. Até ao final do ano letivo fico por aqui e depois espero voltar para junto da minha família, porque já tenho muitas saudades.
De tudo o que fazias dentro das quatro linhas de um campo de basquetebol, de que é que tens mais saudades?
Tenho saudades de estar lá, de jogar, de competir e de partilhar o campo e a bola com os meus colegas.
Perguntas para respostas rápidas: Que equipa escolhes no NBA2K? Qual a série que estás a ver? Qual foi o último livro que leste?
Sou fã dos Utah Jazz, mas não tenho uma equipa no 2K. Costumamos fazer escolhas aleatórias, para manter aquilo equilibrado, mas gosto de jogar com os Golden State Warriors, porque dá para lançar triplos quando quero. A última série que acabei de ver foi “La Casa de Papel” e o último livro que li foi “The inner game of tennis”, de Timothy Gallwey. Entretanto, comecei a ler “The power of now”, de Eckhart Tolle.
A FPB reuniu esta sexta-feira, por videoconferência, com a Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol (ANTB) de modo a ouvir e debater as ideias relacionadas com o futuro da modalidade. Sérgio Ramos, Presidente da ANTB, foi o principal porta-voz de uma reunião que contou com a presença de elementos da Direção da FPB, encabeçada pelo Presidente Manuel Fernandes, e pelos responsáveis da Escola Nacional do Basquetebol (ENB) e da Direcção Técnica Nacional.
Com o objetivo de recolher contributos e sugestões daquilo que deverá ser o presente e o futuro imediato do basquetebol nacional, a FPB escutou as propostas da ANTB, com os dois órgãos a focarem atenções na resolução da presente época. A planificação da temporada 2020/21 das competições regionais e nacionais também foi um dos temas abordados, assim como a formação de treinadores.
Tendo em conta a conjuntura atual, a ANTB fez questão de partilhar os resultados do inquérito que realizou com o objetivo de clarificar a visão da grande maioria dos treinadores, que acreditam não existir condições reunidas para o término dos campeonatos. Além das decisões já tomadas pela FPB, relativamente à descida e subida de alguns clubes, foi expressada a preocupação relativamente aos campeonatos nacionais da 1.ª e 2.ª divisão, ficando vincado o desejo da ANTB de retomar com maior brevidade possível a prática desportiva. A Federação fez saber que tem vários cenários preparados para serem aplicados, realçando que a variante de 3×3 pode ter um papel fundamental no regresso à atividade da modalidade.
No que toca à formação de treinadores ficou prontamente decidida a calendarização, em estreita colaboração com a FPB, de uma série de ações online que sejam creditadas pelo IPDJ, partilhadas em diversas plataformas para alcançar o máximo de treinadores. Devido à situação extraordinária, o Clinic Internacional da ANTB foi cancelado em sintonia com a Câmara Municipal do Barreiro, sendo que a FPB e a ANTB irão estudar, em conjunto, o reagendamento deste Clinic e do Clinic de Formação de Cantanhede para data futura, com formatos diferentes. Se necessário, os cursos de treinadores, que estão em fase de reformulação no âmbito da revisão do Programa Nacional de Formação de Treinadores (PNFT), serão parcialmente ministrados via online, destacando-se o elevado número de treinadores inscritos para o curso de Grau 3.
Em caso do curso não ser ministrado dentro do calendário habitual, está a ser salvaguardada junto do IPDJ uma solução acordada, entre todas as partes, para a realização do mesmo de forma excecional. A ANTB expressou preocupação quanto ao cancelamento das principais ações de formação contínua e o que isso pode significar a obtenção de créditos para renovação do título de treinador nos prazos estabelecidos. A FPB já expôs o assunto à tutela (IPDJ). A FPB e a ANTB partilham o entendimento que os treinadores validados pela FPB para participarem na formação curricular deste ano, não serão prejudicados na época 2020/21.
A FPB lançou ainda o desafio de encaixar o Clinic da ANTB nas mesmas datas do Clinic da Associação Nacional de Juízes de Basquetebol (ANJB), reforçando que as soluções encontradas relativamente às competições deste e do próximo ano desportivo apresentam um caráter excecional e condicionador do calendário das restantes atividades. A FPB e a ANTB consideram fundamentais todos os esforços para a realização dos cursos e principais clinics previstos. A ANTB e a FPB manifestaram as suas preocupações com o impacto da crise económica na situação financeira dos clubes e por arrasto na condição precária de muitos treinadores.
As várias propostas apresentadas pelas Federações de Basquetebol, Andebol, Patinagem e Voleibol à Secretaria de Estado da Juventude e Desporto foram partilhadas com a ANTB e foi ainda lançado o apelo, por todos os órgãos, para a criação e promoção de dinâmicas e atividades online para todos os atletas, tal como plasmado nos “desafios da quarentena”, iniciativa promovida pela ANTB nas suas plataformas digitais. Importa ainda salientar o espírito de cooperação entre as duas entidades, que combinaram continuar a trabalhar de imediato em conjunto para desenvolver e operacionalizar as propostas debatidas.
Apresentamos a resolução do terceiro desafio da rubrica, “Apita tu também!”, lançado na passada semana. Fica atento porque esta quinta-feira vais poder testar novamente os teus conhecimentos sobre arbitragem.
Situação 1: #22 vermelho penetra para o cesto e há contacto com o jogador #15 branco. Falta pessoal normal ou falta Anti-Desportiva?
Resposta: #15 branco rasteira o adversário quando ele está a penetrar para o cesto. Rasteiras propositadas devem ser assinaladas como faltas Anti-Desportivas.
Situação 2: Na transição defesa ataque, existe contacto entre #13 branco e #45 verde. Falta pessoal normal ou falta Anti-Desportiva?
Resposta: O jogador #13 branco estica o braço e apenas atinge o corpo de #45 verde, não fazendo uma tentativa legitima de jogar a bola. Deve ser assinalada uma falta-antidesportiva pois trata-se de um contacto desnecessário na transição defesa ataque, sem jogar a bola.
Situação 3: #8 amarelo na posição de poste baixo é defendido por #21 verde e existe contacto provocado pelo atacante. Falta ofensiva normal ou falta Anti-Desportiva?
Resposta: O jogador roda os braços com o cotovelo na direção do defesa e atinge-o na face. O uso de cotovelos na cabeça/cara de qualquer adversário, mesmo que não seja intencional, deve ser imediatamente sancionado como falta-antidesportiva.
Aproveitamos esta semana para relembrar os feitos marcantes de um histórico do basquetebol nacional. Nos próximos dias recordamos a Ovarense, tendo como ponto de partida a efeméride do 31.º aniversário da conquista da primeira Taça de Portugal por parte do emblema vareiro.
Além de três transmissões de jogos emblemáticas no percurso do clube de Ovar, agendadas para as 21h30 de segunda, quarta e sexta-feira, na FPBtv, recordamos os momentos marcantes com alguns dos principais protagonistas.
Esta semana voltamos a focar atenções nos aspetos defensivos do jogo e recordamos o Clinic de Dan Burke, técnico-adjunto dos Indiana Pacers, mundialmente reconhecido pelo trabalho no meio-campo defensivo e que conta com vasta experiência na NBA onde, além dos Pacers, também integrou a equipa técnica dos Portland Trail Blazers.
Neste Clinic em específico, o treinador de 61 anos focou atenções nos “closeouts”.
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