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Inês Vieira: “Sonhava jogar em Espanha desde criança”
“Quando passo a bola, faço duas pessoas felizes”. É com esta filosofia que Inês Vieira construiu o seu jogo, da Madeira até à NCAA, e agora em Espanha. Depois de quatro anos a liderar a Universidade de Utah com inteligência, visão e defesa sufocante — a tal que lhe valeu a alcunha de “The Mosquito” —, a base internacional portuguesa está pronta para dar o próximo passo.
Ainda tens memórias dos teus primeiros treinos na Ilha da Madeira?
Tenho muitas memórias, sim. Comecei a ir para o pavilhão porque o meu pai era treinador das séniores do CAB, e eu estudava mesmo ali ao lado. A Gilda Correia, que ainda estava lá na altura, ia-me buscar à escola às vezes e levava-me para o pavilhão. Passava o dia inteiro lá, e comecei a apaixonar-me pelo basquete assim, a viver no pavilhão, basicamente. Os meus amigos de infância, da Madeira, ainda são os meus amigos hoje e vão ser para a vida.
Lembras-te de algum treinador que tenha sido especial nessa altura?
Sim, a Fátima Freitas. Ela teve um papel muito importante, ajudou-me a perceber o jogo — as leituras, os fundamentos — e deu-me imensa confiança e oportunidades. Como o contexto na Madeira é pequeno e há menos competição, eu jogava quase sempre acima do meu escalão. E isso ajudou-me muito, a crescer com jogadoras mais velhas.
E quando sais da Madeira para Lisboa, ainda tão nova, como é que foi esse processo?
Foi difícil, no início. Mas os meus pais deixaram-me ir com mais tranquilidade porque tínhamos família em Lisboa. No primeiro ano fiquei com o meu tio, irmão do meu pai, e depois também com o José Leite, a Nani… essa família ajudou-me imenso. Como o meu tio trabalhava muito, acabava por estar muito com eles. Fui para os Lombos e para o CAR, e era algo que eu já queria há muito tempo: representar o nosso país, estar na Seleção Nacional. Os meus pais e a minha irmã sempre me apoiaram. Era, e ainda é, o meu sonho. Mas foi uma mudança grande. A Madeira é uma bolha, e de repente estava num mundo totalmente diferente.
É curioso dizeres que já sonhavas tão cedo com a Seleção. Normalmente, os atletas só falam disso mais tarde…
Eu sempre quis ser jogadora profissional, e na minha cabeça isso implicava estar na Seleção.
O que te marcou mais da passagem pelo CAR Jamor?
Resiliência. Acordávamos cedo, íamos para a escola, depois tínhamos treino de lançamentos, almoçávamos, voltávamos à escola, depois três horas de treino, jantar… e ainda tínhamos de estudar. Não era assim todos os dias, mas muitas vezes era. E começámos novas, com 14 ou 15 anos. Ao início foi muito duro. Cheguei a ter dias em que só queria ir embora. Mas os meus pais sempre disseram: “Tomaste esta decisão, agora vais cumpri-la”. E eu: “Ok”.
Choraste muitas vezes no quarto?
Sim, chorei.
Mas teres uma família ligada ao desporto deve ter feito toda a diferença. Qual foi o conselho mais valioso que recebeste dos teus pais?
O mais importante, tanto do meu pai como da minha mãe, foi: “Se começas uma coisa, tens de a acabar. Nunca fiques a meio, nunca desistas, porque começaste por alguma razão”. Foi o que me guiou em muitos momentos e quando fui para os Estados Unidos, senti isso novamente.
Como foi o processo de recrutamento para a universidade de Utah? Foste observada em competições da Seleção?
Sim, foi nas Seleções que me viram. Jogar por Portugal ajuda muito a seres vista a nível internacional, especialmente em Europeus da FIBA, onde há muitos olheiros.
O que te fez escolher Utah? Tinhas outras opções na altura, não tinhas?
Tinha. Escolhi Utah por várias razões. Primeiro, queria uma experiência diferente. Tinha ofertas na Flórida, mas Utah tem as quatro estações, neve, montanha, algo novo. Depois, houve uma coincidência bonita: o meu pai tinha treinado, quando era mais novo, o pai de uma família que vive lá. Mas acima de tudo, escolhi Utah pela Pac-12, uma das melhores conferências dos EUA. Queria competir com as melhores, aprender com jogadoras que depois foram para a WNBA. E o mais importante foi o ambiente: a treinadora, o staff, as colegas. Era uma família. Senti que era o lugar certo. Não sei explicar, foi um feeling.
Essa treinadora de que falas é a Lynne Roberts, que agora está nas Los Angeles Sparks?
Sim, exatamente.
Que curso terminaste durante os teus quatro anos nos Estados Unidos?
Business Management.
E que tal, sentes que fizeste a escolha certa?
Sim, sem dúvida. Foi uma experiência incrível. Vou voltar agora durante um mês, até, para estar com amigos e com a minha segunda família. Ainda não consegui “deixar” aquilo, não deu…
Se calhar devias ter escolhido a Flórida, que era mais perto!
Pois… mas em Utah criei ligações para a vida. Amizades mesmo fortes. Tive uma experiência incrível. É outro mundo.
Disseste que querias algo diferente. A Flórida talvez fosse mais parecida com Portugal, pelo clima, o mar… Querias mesmo sair da zona de conforto?
Sim, fez-me pensar: “Vamos ver se consigo sobreviver aqui!” E olha… foram os melhores anos da minha vida.
Os primeiros tempos devem ter sido duros…
Foram. Quando cheguei ainda era época de Covid. Tive de tomar a vacina e fiquei de cama dois dias, com jet lag em cima. Os meus pais não puderam ir comigo por causa das restrições, por isso fui sozinha, com as malas todas. Mas tive muita sorte com a minha classe de freshman — a Jenna Johnson, a Gianna Kneepkens — ficaram todas quatro anos juntas comigo, o que hoje é raro com tantas transferências. Ajudaram-me imenso. Nunca me senti sozinha.
Criaram mesmo uma comunidade forte.
Muito forte. Era uma equipa sem drama. Muito unida. E depois há coisas que não se explicam… a altitude, por exemplo.
Sentiste logo a diferença?
Imenso! Utah é nas montanhas. Nos primeiros treinos não conseguia respirar até ao fim dos exercícios. Mas depois, quando jogávamos noutros estados, como a Califórnia, voávamos em campo. Estávamos habituadas à altitude e notava-se.
E em termos de treinos?
Muito diferentes. A qualidade dos pavilhões, os recursos, tudo incrível. Mas os primeiros tempos foram difíceis, mais pelo lado emocional. Estava longe da família, doente, com tudo a acontecer ao mesmo tempo. Nessas alturas, só pensas nas coisas más.
Houve momentos em que pensaste desistir?
Sim. Liguei aos meus pais a dizer que queria voltar. Mas eles foram firmes: “Tomaste uma decisão, estás aí por uma razão. Foca-te nisso”. E ajudou muito.
Quando olhas para a Inês que chegou e para a Inês que saiu de Utah, o que mudou?
Estou mais forte… Eu era um palito! [risos] Mas acho que a minha visão de jogo melhorou muito. Lá joga-se mais no 1×1, é um estilo diferente, e acho que consegui expandir o meu jogo. Melhorei o passe, a defesa e o lançamento. E ganhei muita experiência. Joguei contra jogadoras que agora estão na WNBA.
Como é viver a March Madness por dentro?
Incrível. Parece que entras noutro portal. É outra dimensão. Estás a jogar contra as melhores equipas do país, com um ambiente único. Dá mesmo gozo.
Quando é que te começaram a chamar “The Mosquito”?
Acho que foi no meu segundo ano, de sophomore. Houve um jogo em que roubei duas bolas seguidas e o speaker começou a gritar “The Mosquito”! Eu odiava, pensava: “Mas porquê mosquito? Que inseto irritante…” Depois percebi — porque sou chata, não largo, estou sempre ali, a pressionar. E comecei a assumir. Fizeram até t-shirts com a minha cara e a dizer “The Mosquito”.
Nestes quatro anos, viveste momentos incríveis. Um dos mais marcantes foi aquele jogo decidido no prolongamento, com um lançamento de meio campo. Mas lembro-me sobretudo do arranque da tua terceira época, em novembro de 2023: lideravas vários rankings de assistências, assist/turnover ratio… Chegaste a estar no 3.º lugar nacional em assistências — com mais de 350 universidades na Division I — e uma das duas atletas que estava à tua frente era a Caitlin Clark. Que significado teve para ti aparecer nesses rankings? Sentiste que essa passou a ser uma das tuas imagens de marca?
Sim… embora eu tente não pensar muito nisso. Nunca fui de olhar para estatísticas, porque depois entras demasiado na tua cabeça e deixas de jogar solta. O meu pai é que me dizia — eu nem fazia ideia de algumas dessas coisas. Mas claro que é incrível. No meio de tantas jogadoras, é mesmo especial. E acho que tem tudo a ver com a forma como jogo. Gosto de criar, de passar. Quando passo a bola, faço duas pessoas felizes.
Atingiste uma marca muito bonita: as 500 assistências na tua carreira NCAA.
Sim… na altura nem sabia! [risos] Eu não ligo muito a isso. Claro que tenho objetivos em cada jogo, mas são coisas que guardo para mim. Se começo a falar sobre isso, perde um bocado o sentido.
Defines objetivos em cada jogo?
Sim, visualizo muito antes dos jogos. Gosto de passar algum tempo sozinha e pensar nisso, mas guardo para mim. Não comento com ninguém, nem com os meus pais. Não sei explicar, sou assim.
Dentro de campo, o que te dá mais gozo?
Roubar uma bola! [risos] Tenho mesmo orgulho no meu lado defensivo. Se estou bem na defesa, sinto que o ataque vem naturalmente. E dá-me gozo ver a frustração da adversária. Ver que está a stressar. Os treinadores diziam muito: “Nunca faças duas más jogadas seguidas”. Se o ataque não está a sair, foco-me na defesa. Tenho que roubar uma bola.
Disseste há pouco que a tua visão de jogo foi uma das coisas que mais melhoraste na NCAA. Como trabalhaste isso?
Ver jogos. Rever os jogos. As nossas treinadoras sempre nos incentivaram a fazer isso. Lá é tudo muito baseado em scouting, estratégias. Eu via os jogos outra vez, às vezes logo a seguir, para perceber o que podia ter feito diferente. Tirava notas. E com o tempo, ganhas mais experiência.
No arranque desta última época, foste nomeada para a lista de observação do Nancy Lieberman Award, que distingue a melhor base da Division I. Ver o teu nome entre as melhores bases da NCAA foi especial?
Sim, foi surreal. Nem fazia ideia.
Há um ano viste a tua colega Alissa Pili ser escolhida no draft da WNBA. Este ano, algumas equipas da WNBA seguiram os teus jogos. Quando chegou o draft, sentiste algum nervosismo ou esperança secreta de ouvir o teu nome?
Para ser sincera, sabia que era muito difícil. Há poucas equipas, e mesmo jogadoras muito boas estão a ser cortadas. É um mundo à parte, é negócio. Agora fala-se em expandir para mais quatro equipas nos próximos anos, e aí pode mudar. Mas eu própria sinto que ainda não estou ao nível delas. Estou agora a começar a minha carreira na Europa, e vai ser muito bom ver essa evolução. Jogar com atletas mais maduras, em ligas muito competitivas. Acho que o jogo europeu é o melhor: rápido, jogado em equipa, completo.
Mas a WNBA continua no horizonte?
Sim, continua. É um objetivo difícil, mas não é impossível.
Uma das tuas grandes referências é a Ticha Penicheiro. E tiveste a oportunidade de estar com ela no All-Star da NBA, em Salt Lake City, perto da tua universidade. Como foi esse momento?
Foi incrível. Surreal mesmo. Nunca tinha falado com ela cara a cara. Ela é o ídolo de quase todas as jogadoras portuguesas. Tinha chegado de um jogo nessa noite, e fui lá ter. Ver todas aquelas figuras — Carlos Barroca, Mery Andrade, Neemias Queta, Rúben Prey — foi mesmo especial. E depois ver celebridades da NBA, o LeBron James… Foi “uau”.
Agora viras a página. Vem aí a Europa, a tua estreia profissional. Vais jogar na LF Challenge, em Espanha — uma liga dura e muito competitiva, onde têm jogado várias portuguesas. Como surgiu essa oportunidade?
Terminei a faculdade e consegui um agente — o Daniel Prince — que já conhecia o meu pai há algum tempo. A partir daí foi tudo natural. Eles trataram de tudo. O Iraurgi contactou a agência, e pronto… foi isso. Não há grande história por trás.
Há quem diga que o basquetebol espanhol é o melhor da Europa. Também tens essa ideia?
Sim. Quando eu era pequena, vivemos um ano em Espanha, porque o meu pai era treinador-adjunto no Perfumarias Avenida. Eu tinha uma jogadora preferida na altura e fiquei com esse sonho. Sonhava jogar em Espanha desde criança. É perto de Portugal, sim, mas o que me atrai mesmo é a qualidade do jogo.
O que é que te prende ao basquetebol espanhol?
A habilidade das jogadoras. Todas sabem fazer tudo. Lançamento, técnica, visão de jogo… E jogam rápido. Eu gosto de jogo rápido.
Acreditas que o teu estilo encaixa bem lá?
Acho que sim. Vamos ver.
Tens falado com outras portuguesas que estão ou estiveram nessa liga?
Sim, falei com a Eva Carregosa, com a Josephine Filipe, com o Ricardo Vasconcelos… Fiz perguntas, estava curiosa. Como funciona o calendário, como é a equipa, quem era o meu treinador. A Josephine falou-me da ética de trabalho e isso deixou-me mais descansada. O primeiro treino é sempre um momento especial e eu já passei por isso antes. Agora quero estar ainda mais preparada.
Já te imaginas no teu primeiro jogo profissional?
Sim. Vai ser diferente, mas muito fixe. Vou para o País Basco, e apesar da língua, eles falam espanhol e inglês. Estou tranquila.
Como gostas de definir objetivos… já tens algum para esta época?
Já. Mas só partilho com a minha família. [risos]
Em relação ao EuroBasket, estiveste na pré-convocatória. Esse reconhecimento deve ter sabido bem.
Sim, claro.
Vês esta geração NCAA, de que fizeste parte, como uma mais-valia para a Seleção?
Acho que sim. A experiência de estar fora, de jogar num estilo diferente.
Quando pensas no teu futuro na seleção nacional, que papel te imaginas a ter?
Quero trazer o que já é meu — visão de jogo, defesa, lançamento — e aplicá-lo na seleção.
E ser líder também na seleção sénior.
Sim, chegará esse dia.
Arrancou a campanha de Portugal no EuroBasket Sub16 Feminino
A Seleção Nacional Sub16 Feminina iniciou esta quarta-feira a sua participação no FIBA U16 Women’s EuroBasket 2025 – Divisão B, frente à seleção da Bósnia-Herzegovina, num encontro marcado pela entrega, espírito de grupo e várias notas de qualidade por parte das jovens portuguesas, que terminaram com um resultado de 52-58.
A partida, disputada no Basketball Development Centre, em Istambul, foi equilibrada e demonstrou a ambição da formação orientada por Mariyana Kostourkova em estrear-se com uma exibição competitiva e madura. Portugal entrou em campo com intensidade e capacidade de resposta aos desafios colocados pelo adversário, lutando até ao último segundo por inverter o desfecho do jogo.
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O próximo desafio está marcado para quinta-feira, 22 de agosto, às 16h00 (hora de Portugal Continental), frente à Noruega, novamente em Istambul. A equipa lusa parte com confiança renovada, determinada a traduzir o bom trabalho realizado em campo num resultado positivo.
Entre as prestações individuais, merece especial destaque Inês Coelho, que assinou uma exibição de grande nível ao serviço de Portugal. A atleta registou 17 pontos, quatro ressaltos, três assistências, um roubo de bola e dois desarmes de lançamento, totalizando uma valorização de 16, que espelha o seu impacto nos dois lados do campo.
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Portugal encerra época 2025 na Women’s Series 3×3 em Bordéus
A Seleção Nacional 3×3 de Seniores Femininos concluiu hoje a sua participação na última etapa da época 2025 da FIBA 3×3 Women’s Series, disputada em Bordéus, França.
Integrada no Qualifying Draw A, a equipa portuguesa, composta por Alice Martins (CP Esgueira), Gabriela Raimundo (CP Esgueira), Maria Marinho (SC Coimbrões) e Márcia da Costa (Royal Castors Braine, Bélgica), teve pela frente duas formações de elevado nível competitivo.
No primeiro encontro da tarde, realizado às 14h35, Portugal defrontou a Grã-Bretanha, acabando por ceder por 21-11. Seguiu-se, às 15h25, o embate frente à Tailândia, onde a seleção asiática se revelou vencedora por 21-16.
Apesar dos resultados não permitirem o apuramento para a fase seguinte, esta participação em Bordéus encerra uma época internacional importante para a equipa nacional, que continua a consolidar a sua experiência e competitividade no panorama do basquetebol 3×3 feminino.
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Falta um dia para Portugal iniciar a campanha no Europeu Sub16 Feminino em Istambul
A Seleção Nacional Sub16 Feminina já tem lista definida para o Campeonato da Europa – Divisão B, competição que decorrerá entre 20 e 29 de agosto, em Istambul, Turquia. Sob a liderança da selecionadora Mariyana Kostourkova, a equipa das quinas parte para esta missão com ambição e um grupo de atletas em crescimento, determinado em deixar a sua marca no palco europeu.
Portugal integra o Grupo C, ao lado das seleções da Bósnia-Herzegovina, Noruega e Dinamarca, com estreia marcada para 20 de agosto, às 13h30, frente à Bósnia-Herzegovina. Seguem-se os encontros diante da Noruega (22 de agosto, às 16h00) e da Dinamarca (25 de agosto, às 11h00), com todos os jogos a realizarem-se no Basketball Development Centre, em Istambul. Os horários referem-se à hora de Portugal Continental.
Convocadas para o Campeonato da Europa Sub16 Feminino:
- Ariel Vicente (Paço de Arcos Clube / CAR Jamor)
- Beatriz Garcia (Sporting CP)
- Catarina Gonçalves (Sporting CP)
- Inês Borgiotti (Cavigal – França)
- Inês Coelho (Portimonense SC / CAR Jamor)
- Margarida Postiga (CLIP Teams)
- Maria Fidalgo (Santarém BC / CAR Jamor)
- Maria Marcelino (CLIP Teams)
- Maria Rebelo (A Académica de Coimbra)
- Matilde Lopes (Sporting CP / CAR Jamor)
- Rita Pechincha (GDR André Resende)
- Sofia Mota (Guifões SC / CAR Jamor)
Equipa Técnica:
- Selecionadora Nacional: Mariyana Kostourkova
- Treinador-adjunto: Adriano Cerdeira
- Fisioterapeuta: Joana Andrade
- Team Manager: Luís Oliveira
- Vice-presidente FPB: Helena Aires
A comitiva nacional viaja para a Turquia no dia 18 de agosto.
Mais informações e calendário completo no site oficial da FIBA: FIBA U16 Women’s EuroBasket 2025 – Divisão B
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Seleção Nacional 3×3 Seniores Femininos convocada para etapa da Women’s Series em Bordéus
A Seleção Nacional 3×3 de Seniores Femininos prepara-se para representar Portugal em mais uma etapa internacional de elevado nível competitivo, desta vez na FIBA 3×3 Women’s Series – Bordéus 2025, a realizar-se em França, entre os dias 20 e 21 de agosto.
Antes da viagem, a equipa nacional realizou um estágio de preparação a 18 de agosto, no Campo 3×3 BasketArt, Os Físicos, em Matosinhos.
Para esta convocatória, o Selecionador Nacional Francisco Costa chamou quatro atletas com experiência no circuito nacional e internacional:
- Alice Martins (CP Esgueira)
- Márcia da Costa (Royal Castors Braine – Bélgica)
- Gabriela Raimundo (CP Esgueira)
- Maria Marinho (SC Coimbrões)
A comitiva será acompanhada pelo Vice-Presidente da FPB, João Leitão, pela Fisioterapeuta Ângela Vieira e pelo Team Manager Luís Neto Oliveira.
Portugal entra em ação no dia 20 de agosto, com dois encontros já definidos na fase inicial da competição:
- Portugal x Grã-Bretanha – 14h35
- Tailândia x Portugal – 15h25
A participação da equipa nas fases seguintes dependerá dos resultados obtidos nos primeiros jogos, estando as restantes partidas da fase de grupos e possíveis eliminatórias previstas para os dias 20 e 21 de agosto. Toda a competição pode ser acompanhada no site oficial da FIBA 3×3 Women’s Series:
https://womensseries.fiba3x3.com/2025/bordeaux
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Já se conhecem as 12 convocadas para o Campeonato da Europa de sub16 femininos
A convocatória está cá fora: já se conhecessem as 12 atletas na lista de Mariyana Kostourkova para que vão disputar o Campeonato da Europa – divisão B, que se joga de 20 a 29 de agosto, em Istambul, na Turquia. Assim, a Selecionadora Nacional de Sub16 Femininos chamou:
| Nome | Clube |
|---|---|
| Ariel Vicente | Paço de Arcos Clube / CAR Jamor |
| Beatriz Garcia | Sporting CP |
| Catarina Gonçalves | Sporting CP |
| Inês Borgiotti | Cavigal (França) |
| Inês Coelho | Portimonense SC / CAR Jamor |
| Margarida Postiga | CLIP Teams |
| Maria Fidalgo | Santarém BC / CAR Jamor |
| Maria Marcelino | CLIP Teams |
| Maria Rebelo | A Académica Coimbra |
| Matilde Lopes | Sporting CP / CAR Jamor |
| Rita Pechinha | GDR André Resende |
| Sofia Mota | Guifões SC / CAR Jamor |
As portuguesas vão disputar a primeira fase da competição integrando o grupo C, ao lado de seleções como a Dinamarca, a Bósnia e a Noruega.
Eis o calendário da fase de grupos:
- 20 agosto | 13h30 – PORTUGAL x Bósnia
- 22 agosto | 16h – Noruega x PORTUGAL
- 25 agosto | 11h – Dinamarca x PORTUGAL
Todos os jogos terão transmissão em direto no canal oficial de YouTube da FIBA.
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008 | SELEÇÃO NACIONAL SUB16 FEMININOS
Convocatória para o Campeonato da Europa, Divisão B, da Seleção Nacional Sub16 Femininos.
Portugal vence à Lituânia em jogo internacional
A Seleção Nacional de Sub16 Femininos encontra-se numa série de três jogos frente à seleção da Lituânia, na região de Rio Maior.
No dia 10 de agosto, as portuguesas disputaram o primeiro jogo com a seleção convidada, num duelo que terminou 60-68 para as visitantes. Apesar da primeira parte sólida para a equipa das quinas (25-15 e 18-21), foi na segunda parte que o jogo ficou decidido, com os parciais finais de 8-12 e 9-21.
Nesta partida, Inês Coelho destacou-se com uma valorização de 14,5 pontos onde concretizou 15 pontos, oito ressaltos e um roubo de bola.
Já esta segunda-feira, dia 11 de agosto, as comandadas por Mariana Kostourkova venceram a turma lituana por 75-70. Desta vez, com um início de partida renhido (17-19, 19-21 e 19-19) foram os 10 minutos finais que deram a vitória à Seleção Nacional, com o incrível parcial de 20-12.
A melhor atleta em campo foi Ariel Vicente, com oito pontos, oito ressaltos, cinco assistências, dois roubos de bola e dois desarmes de lançamento, alcançando uma valorização de 22,5 pontos.
No próximo dia 12 de agosto, as portuguesas disputam o último jogo frente à Lituânia às 11h30.
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EuroBasket Sub20 Feminino: Último dia de competição
A Seleção Nacional disputou este domingo a última partida no EuroBasket Sub20 Feminino, desta feita frente a França, equipa que já tinha defrontado no jogo inaugural do torneio. Apesar do grande esforço coletivo e também da bancada do CDC de Matosinhos, Portugal não conseguiu derrotar as gaulesas e o desfecho final (65-72) ditou a descida de divisão para as lusas.
No primeiro período reinou o equilíbrio entre os dois conjuntos, com ambas as equipas a não se conseguirem superiorizar uma à outra (15-15). Porém, o segundo quarto foi de maior eficácia ofensiva para as adversárias, que conseguiram um parcial de 12-24, significando uma diferença de 12 pontos entre as duas formações.
À saída dos balneários, Portugal entrou com grande motivação e confiança, conseguindo reduzir a desvantagem para quatro pontos após um parcial de 19-11 no terceiro período. Contudo, nos derradeiros últimos dez minutos, foi a França a conseguir impor-se e a alcançar a vitória por uma diferença de sete pontos (65-72).
Destaque para a prestação de Leonor Peixinho, que registou 11 pontos, sete ressaltos e um desarme de lançamento (15 valorização).
A Seleção Nacional desce assim para a Divisão B na próxima época desportiva mas note-se o esforço, a dedicação e a garra que as atletas demonstraram ao longo de toda a competição, mesmo quando o resultado não sorria a favor das lusas, estas nunca baixaram a cabeça e deram sempre o seu melhor para honrar o seu país.
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No decorrer da partida de Portugal, ao intervalo, foi homenageada a Seleção Sub16 Feminina de 2015, que conseguiu ser vice-campeã europeia e apurar-se pela primeira vez para o Mundial Sub-17, celebrando os dez anos deste marco histórico. Estiveram presentes as atletas Ana Ramos, Maryam Chermiti, Ana Margarida Gonçalves, Mariana Silva, Marta Vargas, Tess Santos, Beatriz Jordão, Luana Serranho. Esteve também presente o dirigente Manuel Albano, o Seleccionador Agostinho Pinto, a treinadora-adjunta Teresa Barata, o secretário João Janeiro e o Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Manuel Fernandes.
No intervalo da final, entre a Lituânia e a Espanha, foi realizada uma homenagem em honra à Seleção Nacional Sub19 Feminina, que conquistou o 5.º lugar no campeonato da Europa em 2024 e o 7.º lugar na estreia no Mundial Sub19 Feminino, na Chéquia. Foram destacadas as jogadoras da equipa, faltando apenas a comparência de Clara Silva e Marta Vieira, que prontamente foram recordadas pelas colegas de equipa que trouxeram a camisola de cada uma. Além disso, foram também destacados os membros da equipa técnica, médica e comunicação, assim com o Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, e o Presidente da FPB, Manuel Fernandes.
Marina Mata foi a MVP da final, com uma grande prestação individual ao registar 14 pontos, nove ressaltos e cinco assistências, sem falhar qualquer lançamento de campo (26 valorização).
Joanna Scheu realizou uma ótima prestação individual e ajudou a Alemanha a garantir o 9.º lugar na competição após marcar 16 pontos, três ressaltos, sete assistências e dois roubos de bola (24 valorização).
A Turquia garantiu o 7.º lugar na competição após uma exibição sólida de Azra Ercelik que registou 16 pontos, quatro ressaltos, uma assistência, um roubo de bola e um desarme de lançamento (22 valorização).
As italianas conquistaram o terceiro lugar na competição depois de mais uma grande exibição coletiva, com foco para Carlotta Zanardi, que marcou oito pontos, sete ressaltos e seis assistências (16 valorização).
Os Países Baixos e a Chéquia enfrentaram-se no duelo entre as duas equipas que já têm confirmada a descida de divisão. Foram as holandesas a vencer a partida após uma grande prestação de Keona Douwstra, que marcou 18 pontos, seis ressaltos, quatro assistências e dois roubos de bola (20 valorização).
A Letónia garantiu o 11.º lugar na competição após uma exibição de luxo da atleta Madara Smite, que registou 21 pontos, seis ressaltos, cinco assistências e seis roubos de bola (29 valorização).
As belgas garantiram o 5.º lugar na competição ao vencerem Israel. Destaque para a partida de Alicia Courthiau, que apontou 21 pontos, seis ressaltos e um roubo de bola (23 valorização).
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(Em atualização)
Portugal e Espanha Sub 14 femininos fecham série de jogos internacionais
No último jogo da série internacional de dois jogos em Íscar, a Seleção Portuguesa Sub 14 femininos defrontou este domingo, 10 de agosto, Espanha, que venceu o encontro por 81-55.
Portugal entrou determinado, vencendo o primeiro quarto por 20-22. Nos segundos dez minutos, a seleção de Espanha reagiu e conseguiu inverter o marcador, fechando a primeira parte com vantagem de 22-16 no parcial e 42-38 no acumulado.
O regresso dos balneários foi determinante: as anfitriãs impuseram um parcial de 21-7, ampliando a diferença no marcador. No último quarto, a Espanha manteve o ritmo e consolidou o triunfo com mais um parcial favorável de 18-10.
O destaque da equipa portuguesa foi Matilde Coelho, que somou 20 pontos, 8 ressaltos e duas assistências, terminando com 16 de valorização.
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Seleção Nacional Sub 14 femininos enfrenta Espanha
A Seleção Nacional Sub 14 femininos iniciou este sábado, dia 9 de agosto, a sua participação numa série de dois jogos internacionais frente à seleção espanhola, com um desaire frente à equipa da casa por 66-55.
O primeiro quarto foi marcado pelo equilíbrio, com a Espanha a fechar ligeiramente na frente (19-13). Nos segundos dez minutos, Portugal manteve a pressão, mas as espanholas fecharam o parcial a 18-12, levando o resultado ao intervalo para 37-25.
A reação lusa surgiu no terceiro período, com um parcial favorável de 11-17 que encurtou distâncias e relançou a esperança no resultado. No entanto, no derradeiro quarto, a Espanha voltou a assumir o controlo, vencendo o jogo (18-13).
Destaque para Maria Souza, MVP portuguesa, que assinou 17 pontos, seis ressaltos e uma assistências, alcançando 15 pontos de valorização.
Amanhã, dia 10 de agosto, as equipas voltam-se a encontrar às 8h30 com transmissão em direto.
Portugal triunfa perante os Países Baixos e vai disputar com a França a manutenção
Portugal venceu este sábado os Países Baixos num jogo determinante para evitar a descida para a Divisão B. Apoiados pelo público do Pavilhão Municipal de Guifões e pelo grande espirito de equipa que apresentaram, as jogadoras fizeram um jogo muito competente e garantiram a vitória por 58-49.
No primeiro período do encontro, as duas formações equipararam-se, com um parcial de 15-15 a não separar os dois conjuntos. Porém, no 2.º quarto, as atletas portuguesas apresentaram um grande nível defensivo e com um parcial de 18-6 partiram para o intervalo com uma vantagem de 12 pontos.
Assim, com as equipas de regresso do balneário e com uma vantagem na casa das dezenas, restava à Seleção Nacional conseguir manter essa vantagem para confirmar o triunfo. Com um parcial de 14-14 no 3.º período, a vantagem mantinha-se e as comandadas de José Araújo conseguiram mesmo finalizar a partida por cima no resultado e com grandes festejos por parte das atletas e dos fãs que as apoiaram até à buzina final.
Destaque-se a prestação de Leonor Peixinho, que foi a jogadora com mais valorização na partida (17), ao registar nove pontos, oito ressaltos, uma assistência e um roubo de bola.
A próxima e última partida de Portugal no EuroBasket Sub20 Feminino está marcada para as 15h30, frente à França, num encontro que irá decidir quem é a terceira equipa a descer para a Divisão B da competição.
Ao longo da competição, que teve início no dia 2 de agosto, estiveram presentes várias entidades que deixaram o seu comentário e voto de força à equipa, tais como, o Secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias; a Presidente da Câmara Municipal, Luísa Salgueiro; a Vice-Presidente da IPDJ, Clara Silva; o treinador adjunto da Seleção Nacional de Sub19 Femininas, Marco Rodrigues e o Selecionador Nacional Sénior Feminino, Ricardo Vasconcelos.
Entrevistas completas aqui:
A Seleção Belga vai agora lutar pelo 5.º lugar na última partida da competição, após vencer a Islândia depois de uma exibição sólida de Ella Declercq, que registou 15 pontos, dois ressaltos, três assistências e dois roubos de bola (18 valorização).
Marianna Byvatov voltou a destacar-se na vitória da Alemanha, após marcar 12 pontos, 14 ressaltos, seis assistências, cinco roubos de bola e um desarme de lançamento (21 valorização).
Israel vai disputar o 5.º lugar com a Bélgica após uma vitória com um cesto no último segundo de Gal Raviv, que foi a MVP do encontro com 19 pontos, dois ressaltos, três assistências e dois roubos de bola (19 valorização).
A França está a um passo de evitar a descida de divisão após vencer a Chéquia graças a uma boa prestação de equipa com foco individual em Lou Bobst, que marcou 18 pontos, dois ressaltos e cinco assistências (19 valorização).
Daniele Paunksnyte liderou a sua equipa à final com 21 pontos, nove ressaltos, quatro assistências e dois roubos de bola (19 valorização).
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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