A 5 de julho de 1990, há 30 anos, ocorria um trágico acidente de viação que vitimou cinco dos ocupantes do veículo que transportava a equipa de iniciados da então AB Faro, que regressava de uma fase final inter-seleções, em Aveiro.
Homenageamos, com saudade, João Horta, na altura Diretor-Técnico Regional da Associação, e os atletas João Sabbo, Paulo Vinhas e Valter Dias.
Foi um dia que não se esquece, e que este domingo é recordado por quem de perto privou com as vítimas. Caso de Eduardo Cruz, atual presidente da AB Algarve, que lembra as profundas marcas deixadas pelo acidente: “O Professor João Horta e esta geração de jovens atletas, que espelhava o potencial desportivo, superiormente treinada pelo Tito Real, tinham sido vencedores do torneio inter-seleções realizado em Aveiro. Existiam justificadas expectativas futuras para esta geração. O acidente retrai a participação dos jovens e faz nascer um receio dos pais. Foi um período difícil”, afirma.
Tito Real, treinador da talentosa equipa, descreve João Horta como “um dos melhores Diretores-Técnicos Regionais que passaram pela AB Algarve, gerador de consensos assertivo, conhecedor e competente”. Para os jogadores são também muitos os elogios, apelidando João Sabbo como “o mais humilde”, Paulo Vinhas de “o abnegado, um leão do Farense” e Valter Dias de “o indomável, com um nível técnico fantástico”.
Tiago Torégão, atual presidente da mesa da Assembleia Geral da AB Algarve, e que fazia parte da comitiva enquanto jogador, tem tudo bem presente: “O percurso que fizemos nas competições inter-seleções, com esta equipa de iniciados, foi um percurso que nos encheu de orgulho porque tínhamos uma equipa com atletas muito altos, evoluídos tecnicamente, e que foi muito bem orientada, o que foi fundamental para a criação de uma grande auto-estima entre todos. O regresso a casa, depois da cerimónia de entrega de prémios, foi feito com muita felicidade apesar do cansaço, pois ganhámos o torneio e tivemos três jogadores no cinco ideal. O momento do acidente ficará para sempre na memória – lembro-me de tudo como se fosse hoje. O Professor João Horta, o João Sabbo, o Paulo Vinhas e o Valter Dias serão para sempre recordados por mim como homens e atletas de eleição, pois era isso que eram”, vinca.
Outra testemunha do acidente e que se notabilizou nessa equipa foi João Rocha, antigo internacional português. O ex-jogador do FC Porto, entre outros, refere que se tratou de “um momento muito triste, muito duro, e que envolveu pessoas fantásticas, que tinham grande futuro e uma vida brilhante à sua frente”.
Esta quinta-feira ficou marcada por uma reunião entre a FPB e os clubes da Liga Placard e respetivas Associações, com atenções centradas na temporada 2020/21. Seguem-se reuniões relativas às restantes competições seniores.
Na intervenção inicial, o presidente da FPB, Manuel Fernandes, saudou o regresso do Imortal e a presença de todas as Associações e clubes, incluindo CD Póvoa e Académica, que vão disputar a 14.ª e última vaga na Liga Placard.
José Pinto Alberto, diretor executivo da prova, fez ponto de situação do conjunto de reuniões com as outras Federações coletivas de pavilhão e a Direção-Geral da Saúde, com vista à retoma da atividade. Nuno Manaia, diretor técnico nacional, apresentou ainda o modelo competitivo, a calendarização da nova época e os planos alternativos.
Foram divulgados os dados do projeto “Valorizar” relativamente à época 2019/20 e lançado o projecto para 2020/21, assim como foi apresentado o balanço do ano da área da Comunicação na temporada anterior e anunciadas novidades no que se refere à presença no digital. A reunião, que decorreu sob o signo da união e cordialidade, terminou com a recolha de opiniões e perguntas dos clubes e Associações presentes.
Depois de 42 anos afastado das competições europeias, o Sporting CP está de regresso à Europa do basquetebol para disputar as rondas de qualificação para a Liga dos Campeões da temporada 2020/21.
A formação de Alvalade é uma das 16 equipas que vai lutar por um lugar na fase de grupos da prova, tendo pela frente duas rondas de qualificação que se iniciam a 15 de setembro. Dois meses antes, a 15 de julho, os leões conhecem o primeiro adversário. Eis as 16 equipas presentes nas rondas qualificativas da Liga dos Campeões:
⚔🔥 16 teams ➡ 4 will join the #BasketballCL Regular Season!
— Basketball Champions League (@BasketballCL) July 3, 2020
Depois de na semana passada dedicarmos as nossas transmissões aos melhores jogos da Liga Feminina, esta semana iniciamos um novo ciclo de transmissões dedicado ao masculino. No Youtube ou na página de Facebook da FPB podem acompanhar, segunda, quarta e sexta-feira, pelas 21h30, os melhores encontros da Liga Placard 2019/20.
O Famalicense Atlético Clube (FAC) faz um balanço positivo da época 2019/20, apesar das competições terem sido interrompidas definitivamente no início do mês de março. Os seniores do FAC lutavam pelo apuramento ao Playoff do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão. Depois de uma primeira volta menos conseguida, o FAC estava a realizar uma segunda volta de luxo. Na formação, o grande objetivo – aumentar o número de atletas – também estava a ser alcançado.
Miguel Correia, diretor da secção de basquetebol do FAC, em entrevista à Associação de Basquetebol de Braga fala das razões que levaram a equipa sénior a fazer uma primeira volta menos conseguida e como deu a volta e se recolocou na luta pelo apuramento para o Playoff.
Miguel Correia fala ainda da formação e do grande objetivo que é colocar atletas jovens nos séniores.
Armando Andrade vai continuar à frente da equipa técnica dos seniores do Famalicense AC, clube que milita no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Masculina.
Armando Andrade vai para a sua terceira época à frente do clube famalicense. “A aposta é claramente na continuidade do bom trabalho das épocas anteriores” começou por referir o diretor da secção de basquetebol do Famalicense, Miguel Correia, que adiantou “e na vontade de continuar a praticar um basquetebol atrativo”.
De referir que Armando Andrade chegou ao Famalicense AC na época de 2018/19, ano em que o conjunto de Famalicão esteve na luta pelo acesso à subida à Proliga, tendo sido afastado nas meias-finais do Playoff pelo CD Póvoa. Na temporada finda, interrompida abruptamente devido à Covid-19, o FAC estava na luta pelo apuramento para o Playoff, ocupando a nona posição com 30 pontos.
Esta semana, na “Área Restritiva”, contamos com a presença de Nuno Marçal. O ex-internacional português falou-nos da longa carreira, sobretudo dos 25 anos em que representou o FC Porto.
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!
O prazo para inscrições na Basketball Champions League terminou esta sexta-feira com o Sporting CP a ser a única equipa portuguesa a inscrever-se na prova.
Depois de 24 anos afastado da modalidade a formação verde e branca regressou ao escalão máximo do basquetebol português e devido à posição cimeira na Liga Placard, à data da paragem (11 de março), teve prioridade de inscrição para a temporada 2020/21.
Em declarações ao jornal A Bola, Luís Magalhães, timoneiro do Sporting, não deixou de referir que vê este regresso às competições europeias como “mais um desafio e motivação extra”. O experiente treinador de 62 anos vincou ainda a vontade em triunfar fora de portas, “com certeza que não iremos entrar apenas para jogar, mas também para tentar vencer jogos e procurar passar uma ou outra fase. O objetivo será ir o mais longe possível”, afirmou.
Os “leões” querem regressar à “Europa” do basquetebol 42 anos depois de terem participado pela última vez na fase de apuramento da Taça dos Campeões Europeus, em 1978. Ficam a aguardar validação necessária através da divulgação oficial das equipas participantes na BCL. As inscrições para as competições europeias não ficam por aqui, sendo ainda possível o ingresso na FIBA Europe Cup.
Na “Área Restritiva” desta semana tivemos o prazer de receber Philippe da Silva. O ex-internacional português trouxe-nos uma série de histórias únicas de uma carreira recheada de conquistas coletivas e individuais.
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!
Pai de uma das maiores esperanças do basquetebol em cadeira de rodas nacional, o internacional A e Sub22 Ângelo Pereira, Daniel Pereira viu o acesso privilegiado ao pavilhão despertar-lhe o interesse de se testar nos bancos, aguçado pelo convívio próximo com Jorge Almeida, que nomeia como referência. Na presente época, passou a conciliar o cargo de técnico-adjunto da APD Lisboa com iguais funções na Seleção Sub22.
Ano de iniciação como treinador: 2015
Clubes/Seleções orientados: APD Lisboa e Seleção Nacional Sub22 (adjunto)
Palmarés: Um jovem atleta, recentemente, quando questionado sobre isso, respondeu “em construção, volte daqui a uns anos”. Sem dúvida, a melhor resposta.
Jogos da minha vida: GDD Alcoitão vs. APD Lisboa – 51.-49. Após uma entrada forte, o GDD Alcoitão passou para a frente, mas graças a 3 triplos da nossa parte mantivemos o jogo em aberto até ao fim. No último segundo, com uma falta a nosso favor, após tentativa de triplo, o atleta acusou pressão e falhou 3 lances livres. Assistiu-se à alegria de uns e tristeza de outros. Saliento o fair-play do GDD Alcoitão que, liderado pelo seu técnico Fernando Lemos, veio confortar os meus jovens atletas; APD Lisboa vs. APD Sintra – 53-45. Significou para os mais novos a primeira vitória desde que jogam BCR. Pela oportunidade de manifestarem alegria e prazer de celebrar uma vitória, este jogo merece destaque; Portugal vs. Grécia – 57-61 – Europeu C 2019. Causou-me um misto de sentimentos, mas foi com orgulho que representei o meu país. Não esqueço o que senti ao cantar “A Portuguesa”, o grupo incansável do CNBCR, o apoio da FPB, a equipa técnica, o grupo de atletas que deu tudo e um quarto: #420. Estará para sempre nos jogos da minha vida e eu era só o mecânico.
Atleta: ex-praticante de natação. Treinador: 2002-2012 – infantis, iniciados, juvenis e seniores femininos do ADB (Bobadela) – Futebol;
Primeiro contacto com o BCR em 2013, na APD Lisboa, por intermédio de Jorge Almeida, atual técnico do Sporting CP-APD Sintra, ex-APD Lisboa e Seleção Nacional A;
Classificador de BCR.
Que mensagem dirigias a um treinador hesitante em treinar BCR?
Atreve-te, desafia-te e descobre-te como pessoa e treinador.
Quais os treinadores que exercem maior fascínio sobre ti e porquê?
Jorge Almeida – apresentou-me a modalidade e fez-me ficar fascinado por ela com o grande conhecimento que detém. Tive o privilégio de o ver jogar. Andou afastado por um tempo, mas ainda bem que voltou; Ricardo Vieira – aprendi a conhecer, depois a admirar e a considerar amigo. Um líder, com um conhecimento vasto, uma grande pessoa e um excelente treinador, sem tabus em partilhar o seu conhecimento.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por treinar BCR.
Menciono dois. Uma ida a Barcelona de autocarro para fazer 4 jogos, voltar de autocarro e no dia seguinte ir trabalhar. Nessa viagem, de 16 horas, cada vez que se parava, eram necessárias 4 pessoas só para tirar os atletas, mas o caricato disso é que, se fosse para ir amanhã com o mesmo grupo de atletas e staff, era o primeiro. E depois, num jogo para o Campeonato Nacional, agendado para as 15 horas, a funcionária do pavilhão andava a fazer tempo, porque pensava que bastava abrir o pavilhão 5 minutos antes.
Quais as competências que consideras essenciais para ser um treinador de sucesso?
Conheço alguém que diria “define sucesso”. Convencer alguém que se acha incapaz por ter uma deficiência e fazer com que volte a sonhar, porque descobriu que afinal pode ser atleta, é um pouco do teu sucesso. Se daqui a uns anos vir os meus atletas felizes e me reconhecerem como alguém importante no seu percurso, tive sucesso.
Em linha, a defesa que todos os treinadores querem, mas poucos conseguem. Qual a receita para lá chegar?
Requer um leque de jogadores com boa capacidade física, excelente técnica de cadeira e capacidade de comunicação. Treinar exaustivamente estes parâmetros é a receita.
Às 76 internacionalizações pela equipa das quinas, João “Betinho” Gomes juntou nova distinção ao vasto currículo e, na época de regresso à Liga Placard, destacou-se como o português mais valioso do campeonato. Sem privilegiar os feitos individuais, o extremo de 35 anos olhou para a atípica temporada de 2019/20 e realçou os feitos alcançados pelo coletivo que encontrou no regresso ao Sport Lisboa e Benfica.
É precisamente o regresso à Luz que o #15 das águias começa por referir, justificando a aposta no clube que representou entre 2011 e 2014 como o único caminho a seguir para voltar a conquistar títulos: «Decidi voltar e tinha de ser para o Benfica, onde se faz um trabalho sério, com muitas boas condições. Sabia que aqui podia continuar a lutar por títulos. Quando jogava em Trento fui duas vezes à final e não ganhei o campeonato, aqui no Benfica sabia que isso era possível, apesar da infelicidade do cancelamento da época», explica.
No global da temporada, mesmo que esta não tenha chegado ao fim, “Betinho” fez um balanço positivo da época que ficou marcada pela boa campanha europeia dos vice-campeões nacionais: «Tivemos um ano muito positivo. Estivemos a pouco de conseguirmos algo inédito, que seria passarmos a segunda fase de grupos da FIBA Europe Cup, mas nunca é fácil jogar no campeonato e nas competições europeia em simultâneo», afirmou.
Sem destacar nenhum momento em específico vivido durante o ano, o ex-internacional luso optou por salientar o espírito resiliente que encontrou no plantel: «não destaco nada em particular deste ano, no entanto mesmo com as provas europeias e com as lesões, a equipa acabou por se manter unida e sempre na luta pelo primeiro lugar do campeonato. Isso define esta equipa. Mesmo com dificuldades, demos sempre um passo em frente», conta.
Peça fundamental na manobra de Carlos Lisboa, dentro e fora das quatro linhas, “Betinho” explicou como faz sentir a sua influência no conjunto encarnado: «Sou uma pessoa bastante tranquila, muito calmo. Tento transmitir essas sensações à equipa nos momentos complicados dos jogos. Não lidero pelo que digo, mas sim pelo exemplo. A forma como trabalho é que me define. Sou o primeiro a chegar ao pavilhão e o último a sair», refere.
Desafiado a nomear o jogador mais complicado de travar durante a temporada e a equipa mais difícil de defrontar, o MVP Nacional não se coibiu em apontar dois nomes: «Há muitos bons jogadores, mas escolhendo um optava pelo Marqueze Coleman do Vitória SC. Causou-me alguns problemas, foi o jogador mais difícil de defrontar esta época. No que diz respeito ao coletivo, a equipa mais desafiante diria que foi a UD Oliveirense. Tenho muito respeito pelos jogadores que eles têm no plantel e realço o José Barbosa que é um jogador espetacular, que sabe por a equipa a jogar. A ajuda do treinador Norberto Alves, que é dos melhores da nossa Liga, fazem deles um excelente adversário», finaliza.
Márcio Dias e Jorge Palmeira construíram a sua própria tabela. Os internacionais A de basquetebol em cadeira de rodas (BCR), atletas da APD Braga, fintaram o desgaste do confinamento e, sem perspetivas de regresso aos pavilhões ou de utilizar os campos ao ar livre, puseram, literalmente, mãos à obra. Até lá, vão calibrando a pontaria, em casa.
A interrupção das competições e treinos solicita à criatividade soluções rebuscadas para a manutenção da forma e do rendimento, mas longe do grau de investimento pessoal das encontradas por Márcio Dias e Jorge Palmeira. “Mal me deu o clique de fazer a tabela, lembrei-me logo que já tinha em casa um cesto e a parte da madeira onde prende o aro, que me tinham sido oferecidos por um amigo há uns anos. Também tínhamos alguns ferros cá em casa para fazer a estrutura da tabela”, narra o capitão da Seleção Nacional e da APD Braga, que viu ali meio caminho andado para fazer nascer a obra. Já Jorge Palmeira, quis capitalizar o “algum espaço disponível” e prontificou-se a adquirir o material necessário. “Comprei o aro e o ferro. O acrílico já tinha. Peguei na máquina de furar, aparelho de soldar e rebarbadora… um pneu velho, cimento e está no ar”, descreve.
No caso de Márcio Dias, o esforço improvisado de compensar a longa ausência dos campos de basquetebol contou com uma colaboração valiosa. “O meu pai sempre teve jeito para construir as próprias coisas, como alfaias agrícolas ou até jaulas para a criação de coelhos. Eu ajudei na medição e corte dos ferros, ele tratava de soldar todas as peças de forma a estrutura ficar mais sólida”, comenta o #4 da APD Braga e da Seleção Nacional, que enaltece o engenho do parceiro de construção. “Sou sincero, se fosse eu a soldar, certamente que a tabela não aguentava muito tempo em pé”, admite.
Colegas de equipa e de Seleção, tetracampeões nacionais pela APD Braga, mantêm-se, como suposto, à distância, mas coincidiram na vontade de não adiar mais o contacto com a essência do jogo. Por isso, afirma Jorge Palmeira, “sempre que o tempo permite, lança-se umas bolas”.
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