Artigos da Federaçãooo
Poole eleito MVP
Já entre os portugueses, o destaque foi para o benfiquista Carlos Andrade.
MVP Global: Blake Poole, SC Lusitânia – 35.5 de valorização
A equipa açoriana terminou a fase regular com uma vitória em S. Paio de Gramaços, um resultado que não foi suficiente para a equipa chegar ao 4º lugar. Mas serviu para conformar a subida de rendimento deste poderoso jogador interior, claramente a grande referência no jogo interior do Lusitânia. Para além das suas qualidades ofensivas (17 pontos), já provou que é muito útil na luta em ambas as tabelas (13 ressaltos 9+4), bem como em outras áreas do jogo (2 assistências, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento). Será certamente uma das principais armas do técnico Nuno Barroso para o playoff frente à Ovarense Dolce Vita.
MVP Nacional: Carlos Andrade, Sport Lisboa Benfica – 29 de valorização
O atleta português somou mais uma boa exibição, no jogo frente à Oliveirense, confirmando que a sua regularidade na segunda metade da fase regular. Os benfiquistas são os campeões da fase regular, estão por isso bem posicionados para defender o título conquistado na última temporada, e contam com um Carlos Andrade em boa forma, a contribuir em muitas áreas do jogo de forma a que o Benfica possa ser mais forte que os seus adversários. Foi o que aconteceu em Oliveira de Azeméis, num jogo em que Andrade contabilizou 19 pontos, 8 ressaltos, 1 assistências e provocou 8 faltas. Números conseguidos com uma enorme eficácia, já que apenas falhou um lançamento triplo durante todo o jogo: 4 de 2 pontos, 1 em 2 de 3 pontos e perfeito da linha de lance-livre(8).
Posição 1: Doug Wiggins, Vitória Sport Clube – 35 de valorização
A equipa vimaranense iniciou a temporada disposta a interromper a hegemonia encarnada, e para que isso aconteça vai precisar deste norte-americano ao seu melhor nível. Provou ao longo da fase regular que poderá tornar-se num match-up complicado para qualquer base adversário, sobretudo pela sua capacidade física, explosividade e facilidade em desequilibrar no 1×1. Frente ao Maia Basket, Wiggins foi decisivo em mais um triunfo do Vitória ao registar 21 pontos, 9 assistências, 4 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.
Posição 2: Filip Djuran, Barcelos HotelTerçoGiv – 29 de valorização
A formação de Barcelos está a realizar uma época muito positiva, tendo já dado sinais que consegue ser extremamente competitiva frente a qualquer adversário. Muito desse sucesso fica a dever-se à qualidade do jogo exterior do Barcelos, onde naturalmente Filip Djuran tem um papel importante. No triunfo caseiro frente ao CAB Madeira, Djuran registou um duplo-duplo (22 pontos e 10 ressaltos), que somou 2 assistências e 2 roubos de bola, o que prova que pode ajudar em mais que uma área do jogo.
Posição 3: Mohamed Camara, SC Lusitânia – 34.5 de valorização
Segundo elemento da equipa açoriana a integrar o cinco ideal da jornada. O regresso de Camara à ilha Terceira tem se revelado um sucesso, já que o atleta é um dos jogadores fulcrais no cinco orientado pelo técnico Nuno Barroso. Como é seu hábito, voltou mostrar-se muito ativo na luta do ressalto (14), 7 em cada uma das tabelas, isto sem perder sentido de cesto, uma vez que somou 16 pontos, tendo assim somado mais um duplo-duplo à sua contabilidade individual.
Posição 4: Darren Townes, Algés/UAL – 30 de valorização
Mostrou-se acertada a troca de estrangeiros efetuada pelo técnico André Martins, já que desde a sua chegada, este norte-americano tem pautado as suas exibições pela regularidade e qualidade. Acabou por ser um elemento facilitador para a brilhante 2ª volta efetuada pelo Algés, sobretudo porque acrescentou capacidade ofensiva e de ressalto à equipa. A vitória frente ao Galitos Barreiro Tley permitiu que o Algés subisse ao 6º lugar, e os 16 pontos, 8 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo de bola contribuíram para que a equipa fosse bem sucedida.
Posição 5: Blake Poole, SC Lusitânia – 35.5 de valorização
É o MVP Global da 22ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol
«Olham-nos como favoritos»
Nesta entrevista explica por que aceitou o desafio das insulares e os objectivos a que a equipa se propõe na prova.
Um balanço da última temporada em Espanha? Conseguiu atingir todos os objetivos individuais por si estabelecidos?
Esta temporada foi bastante positiva, se compararmos com a época anterior. À imagem do que sucedeu na temporada passada, tive que trabalhar para ganhar o meu lugar na equipa. E consegui, dessa forma posso dizer que, no que diz respeito aos objetivos individuais, os alcancei. Mas posso e devo fazer mais futuramente onde quer que esteja.
Como surgiu o convite de vir terminar a época ao CAB Madeira? E os motivos que a levaram a aceitar?
O CAB Madeira chegou a mim através da minha agente no inicio de Fevereiro. Ainda estava em competição, mas era impensável chegar ao playoff, uma vez que só vão 4 equipas, e nesse momento estávamos em 8º lugar. Já tinha para mim que no final da temporada necessitava de um desafio… neste caso jogar uma fase final, e pelo percurso do CAB esta época percebi que era um clube que me poderia possibilitar o que eu pretendia. Logicamente outras equipas ‘lembraram-se’ de mim, mas já era um pouco tarde. Outro fator que me atraiu foi o facto de poder trabalhar com as estrangeiras que cá estão, porque estou numa fase, sobretudo, de aprendizagem. Isto porque já conhecia as atletas portuguesas e sei bem que têm muita qualidade. Por fim, foi importante a motivação e a vontade que o treinador tinha/tem para que eu me unisse a este projeto.
Quais as principais diferenças que destacaria entre a competição espanhola e portuguesa?
Claramente a competitividade. Logicamente uma Liga que tem 14 equipas e apenas 4 vão ao playoff faz-te estar ainda mais focado. Cada vitória ou derrota é importante para os objetivos da equipa. Se tens 8 equipas a disputar o playoff o equilíbrio e a luta é muito grande, até porque a vantagem de poderes jogar em casa a final já te foi retirada… Outra fator, seria o ritmo de jogo. Em Espanha, jogar em contra-ataque é fundamental, aqui o jogo é bastante mais estático. Por fim, diria que é bastante mais físico e já tive essa experiência. Infelizmente não podes jogar aqui com a mesma intensidade defensiva. Mas por motivos, não só monetários, ambas as Ligas já tiveram melhores dias.
O que mais a impressionou na equipa do CAB? E de que forma poderá ajudar a equipa a ainda tornar-se mais forte?
A versatilidade da equipa. Serei mais um ponto de versatilidade. A Sofia que jogava em Portugal há três anos tinha pouca maturidade, e era um 5 puro. Por por várias circunstâncias tinha de o ser e gostava bastante desse papel. Contudo, vejo-me uma jogadora diferente, que pode jogar tanto a 4 como a 5, porque nestes últimos três anos tive/tenho oportunidade de melhorar o meu jogo, e a confiança dos treinadores da seleção sénior e das equipas onde estive para o fazer.
Quais os principais problemas que poderão ser causados pelo Vagos no jogo inaugural da Final Four?
O Vagos sempre foi aquela equipa que está presente nas finais das taças e que te faz trabalhar. Tem jogadoras novas mas já experientes nestas andanças e duas estrangeiras que podem fazer estragos, principalmente a interior. Contudo, sabemos perfeitamente o que vamos fazer para travar os seus pontos fortes e explorar as suas lacunas. Seria um erro grave mudar muita coisa numa temporada isenta de derrotas.
Tendo em conta os resultados obtidos pelo CAB durante esta temporada, concorda que é o principal candidato ao título de campeão nacional? E das outras três quem poderá ser o adversário mais complicado?
Penso que todos nos olham como favoritos. Tenho para mim, como novata na equipa, que somos o alvo a abater. Não temos que provar nada nesta fase, este momento é para disfrutar ao máximo. Não há dor, cansaço, desculpas… apenas vontade de seguir invicto! Quanto às outras equipas, se chegaram também até aqui têm o seu mérito, e isso não deve ser discutido. Serão três dias em que quem tiver o melhor "mindest" ganha. Que seja o CAB.
PNAFC – Árbitros em formação por todo o país!
Os preletores escolhidos pelo CA são os árbitros internacionais FIBA, Fernando Rocha, a Norte, e Sérgio Silva, a Sul, sendo que até ao momento e durante o mês em curso já se realizaram as respetivas ações de formação em Braga, Santarém, Terceira e Viana do Castelo.
A próxima intervenção terá lugar em Setúbal, mas várias outras regiões estão pré-agendadas para os meses de Maio e Junho.
É objetivo primordial deste plano, a uniformização de procedimentos e de critérios e daí o facto da mesma apresentação e os mesmos vídeos percorrerem o país de lés a lés pela mão dos preletores indigitados para o PNAFC, neste caso em concreto sobre temas como mecânica de arbitragem, handchecking e "passos". Só assim é possível que todos tenham acesso às mesmas matérias, transmitidas pelas mesmas pessoas, o que naturalmente é uma importante mais valia, em especial para as regiões mais desfavorecidas.
A participação dos juízes nestas sessões de formação tem sido muito significativa, antevendo o Conselho de Arbitragem federativo que, em conjunto com os Conselhos Distritais, seja possível incrementar uma nova dinâmica na formação da arbitragem nacional que, recorde-se, bem cotada está a nível internacional.
O próximo grande passo será a criação de uma plataforma informática específica para a arbitragem, mas que permita igualmente acesso livre a alguns módulos a todos quantos se interessem por conhecer melhor as regras e interpretações do jogo, assim como as dificuldades dos homens (e mulheres) do apito. Esse é agora o grande desafio!
Ação de Formação realizada por Fernando Rocha
A ABVC agradece a disponibilidade do Fernando Rocha e colaboração do CA da FPB.
«Causar uma surpresa»
A tarefa do Guifões não se adivinha fácil, mas o treinador garante que não lidera uma equipa conformista e acredita que é possível passar à eliminatória seguinte.
Que balanço faz do desempenho da equipa durante a fase regular?
No início da época desportiva, sabíamos que a nossa tarefa não seria fácil, e que todos os jogos seriam duras batalhas. Com um plantel sénior mais curto, comparativamente à época passada (7 seniores e 10 juniores), a manutenção seria o objetivo competitivo da época. No entanto, assumimos um forte compromisso ao nível do trabalho diário, para que com o decorrer da época, a nossa competitividade no campeonato fosse cada vez mais eficiente. A verdade é que se na primeira volta conseguimos um score de 4 vitórias e 7 derrotas, e na segunda, invertemos para 7-4. É importante referir também, que a equipa alcançou 4 vitórias nas últimas 4 jornadas, sendo duas destas por 1 ponto de diferença.
Analisando estes factos, podemos dizer que o balanço é claramente positivo, não só porque alcançamos os objetivos referidos, como também os superámos.
Por fim, não posso deixar passar em claro, a forte componente formativa deste projeto que se iniciou em Agosto, no qual existe jogadoras com 17 e 18 anos, a competir neste campeonato.
Coisas a melhorar ou a corrigir para esta 1ª ronda do playoff? O que há a manter e que pode contribuir para o sucesso da equipa nesta fase mais adiantada da temporada?
Sabemos de todo o potencial da AD Ovarense e claramente temos em mente que, para discutirmos a eliminatória, teremos que estar ao nosso melhor nível. Curiosamente, a equipa referida foi a única que não conseguimos vencer na fase regular. Em primeiro lugar, perceber que nesta fase, teremos que ser capazes de jogar a um bom nível durante os 40 minutos de jogo, algo que não fizemos por diversas situações, na fase regular. Depois e mais especificamente contra a ADO, se por um lado tivemos alguma consistência defensiva, a nível ofensivo não produzimos o desejado. Elevar um pouco mais o ritmo de jogo, para produzir melhores lançamentos, será claramente um ponto que teremos de trabalhar.
Coisas a manter para esta fase da competição? Algo que nós podemos controlar, a nossa entrega e as reações que temos durante o jogo!
Áreas do jogo que no seu entender poderão ser determinantes para o desfecho desta eliminatória? Pontos fortes do adversário?
Haverá claramente situações que serão determinantes nesta eliminatória. Sabendo dos ritmos pausados e constantes que joga a Ovarense, aliado às boas rotinas de jogo que têm, a forma como iremos defender o 1×1 será decisivo, pois não podemos permitir que o adversário tenha a oportunidade de lançar confortavelmente. Acrescentando a este ponto, destacaria a qualidade das jogadoras exteriores, nomeadamente nas leituras de jogo que fazem. Iremos trabalhar com rigor na preparação do jogo, para que dentro dos possíveis, consigamos diminuir a eficiência destes aspetos.
Expetativas para esta 1ª ronda do playoff?
Devo referir que pessoalmente acho que este playoff é o mais equilibrado dos últimos anos, em que nenhuma das equipas, independentemente da posição alcançada na fase regular, é declaradamente favorita. Poderá claramente existir surpresas. Quanto a nós, competir com qualidade, percebendo que os nossos objetivos estão alcançados, e que a pressão de vencer não está do nosso lado, será uma boa motivação. No entanto também definimos internamente, que o conformismo não faz parte dos nossos conceitos, como tal iremos trabalhar durante duas semanas, motivadas e com a ambição que podemos causar uma surpresa, e se essa surpresa passar por avançar a eliminatória, fantástico!
Portimonense S.C. e Ginásio C. Olhanense lideram nas Taças Nacionais Sub 16
Na Taça Nacional de Sub 16 femininos existem ainda excelentes perspectivas do C.B. Quarteira “Tubarões” acompanhar a equipa portimonense à fase seguinte que tem início agendado para o primeiro fim de semana do mês de maio.
A nível das equipas algarvias nas provas nacionais dos escalões de formação destaque também para a vitória das Sub 14 do Portimonense S.C., na 2.ª jornada da 2.ª fase do Campeonato Nacional de Sub 14 Femininos, frente à GDESSA (Barreiro) por 55-47, que permite continuar a acreditar no apuramento para a final nacional agendada para o distrito de Castelo Branco (19 a 21 junho).
Casino Ginásio adianta-se na Luz
O conjunto da Figueira da Foz inverteu o ciclo negativo registado durante a fase regular, ainda não tinha conseguido vencer os encarnados, e conseguiu-o no momento mais importante da temporada. O Casino Ginásio dispõe agora de dois jogos, em casa, para tentar fechar a série a seu favor e assim avançar para as meias-finais da prova.
A 1ª parte teve ligeiro ascendente da equipa visitante, que venceu os dois períodos (16-15 e 20-14), ainda que por diferenças curtas, mas que permitia ao Casino Ginásio ir para o descanso na frente do marcador (36-29).
Uma liderança que foi mantida até aos 11 minutos da 2ª parte, altura em que a equipa benfiquista passou para a frente do marcador (52-51). Resposta imediata dos forasteiros, que com um parcial de 7-0, voltava a afastar-se no resultado (58-52). Faltavam 5 minutos para terminar o encontro, e equipa encarnada recusava-se a entregar o jogo. Bastaram pouco mais de 3 minutos para que o Benfica voltasse a empatar o encontro a 62 pontos, chegando mesmo ao comando a 40 segundos do fim, depois de Artur Castela converter um lance-livre (65-64).
Eis que surge no jogo Marco Gonçalves, que com quatro lances-livres consecutivos, os últimos dois convertidos a 8 segundos do termo do jogo, coloca de novo o Ginásio na frente do marcador (68-65). O poste da equipa da Figueira da Foz foi preponderante no sucesso da equipa, ao contabilizar 18 pontos e 16 ressaltos. Os experientes José Costa (16 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências), Bruno Costa (11 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) e Joaquim Soares (11 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) desempenharam igualmente um papel importante.
Os benfiquistas venceram a luta das tabelas (45-36), 19 dos quais na tabela adversária, mas a linha de três pontos (6/32 – 18.8%) não ajudou a equipa encarnada. O extremo Sérgio Silva (14 pontos e 7 ressaltos) foi melhor marcador do Benfica, seguido de perto por Aljaz Sultej e Stankovic , ambos com 12 pontos.
Eléctrico ganha em Sangalhos
Mas foi a formação de Ponte de Sor a ser mais feliz, já que nos últimos minutos do encontro conseguiu dar a volta ao marcador, e vencer pela margem mínima (54-53) a formação da Bairrada. Com este triunfo, os comandados de Andry Melnychuk deram um importante passo para marcarem presença na ronda seguinte da competição.
Nos primeiros 10 minutos, nenhum dos conjuntos se conseguiu destacar, com o marcador a registar 17-16, favorável ao Sangalhos. Até ao intervalo, os visitantes melhoraram a sua prestação defensiva, 7 pontos sofridos no quarto, facto que lhes permitiu recolher aos balneários a vencer por 33-24.
Uma diferença pontual que seria praticamente anulada pela equipa da casa durante o 3º período, já que à entrada do quarto de todas as decisões, as duas equipas estavam separadas por um ponto apenas (44-43), ainda com o Elétrico na frente.
O Sangalhos estava por cima no jogo, e a 2.51 minutos do final, parecia muito bem encaminhado para somar a primeira vitória na eliminatória, já que vencia por quatro pontos de diferença (53-49). Um triplo de Tiago Pinto, e um cesto de dois de Aylton Medeiros davam a volta ao marcador, isto em apenas de pouco mais de 30 segundos.
Diogo Simões em duas ações diferentes teve nas suas mãos a hipótese de passar para o comando a sua equipa, e Jorge Anjos, depois de um comprometedor turnover de Tiago Pinto, ainda tentou um triplo no último segundo da partida.
A equipa do Eléctrico foi demolidora na luta da tabelas (45-28), capturou 19 ressaltos ofensivos, que proporcionaram segundos lançamentos, uma excelente forma de compensar a falta de inspiração nos tiros de longa distância (2/20 – 20%). Aylton Medeiros (24 pontos e 9 ressaltos) foi determinante nos dois lados do campo, mas o MVP do jogo acabaria por ser Mário Neves, 27 de valorização, sobretudo pelo seu desempenho nas tabelas (7 pontos e 20 ressaltos).
Num jogo em que as defesas se superiorizaram aos ataques, Nuno Bizarro (15 pontos e 8 ressaltos) foi o mais concretizador na equipa do Sangalhos, seguido de perto por André Duarte (14 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) e Luís Fonte (13 pontos e 6 ressaltos).
Terceira adianta-se no playoff
A equipa açoriana, embora tenha dominado durante quase todo o encontro, viu a equipa da casa aproximar-se no marcador durante o último período. Nos dois minutos finais seria um lance-livre, da autoria de David Tavares, que desfez o empate a 65 pontos que se registava no resultado.
A equipa terceirense começou melhor o encontro (19-11), embora no 2º quarto a superioridade dos açorianos não se tenha prolongado, acabando mesmo por ser a equipa da casa a vencer o quarto pela vantagem mínima (16-15).
O recomeço da etapa complementar voltou a ser marcado pelo equilíbrio, desta vez a serem os forasteiros a vencerem o quarto por um ponto de diferença (54-46). Uma diferença curta, mas que dava alguma margem de erro à formação da Terceira, que a soube gerir até ao limite. Isso não impediu que a boa reação da Academia empatasse o encontro a 65 pontos, quando faltavam sensivelmente dois minutos para o final do encontro.
Lançamentos falhados de ambas as partes, e acabaria por ser da linha de lance-livre, a 20 segundos do fim, que David Tavares fixava o resultado final ao converteu um dos dois a que teve direito.
Campeão da LFB definido nos Açores
A Federação Portuguesa de Basquetebol já confirmou a realização desta fase decisiva da temporada, em Ponta Delgada, numa arrojada candidatura da Associação de Basquetebol de S. Miguel. Pelo que o União Sportiva, uma das equipas concorrentes ao título, jogará perante o seu público a hipótese de atingir a final. O horário dos jogos também já está definido, sendo que, a 24 de Abril (6ª feira), jogam CAB Madeira x AD Vagos (jogo 1) (19h00), seguindo-se, pelas 21h00, o encontro entre a Quinta dos Lombos e União Sportiva.
No dia 25 de Abril (Sábado) jogam pelas 15h00 o vencido do jogo 1 defronta o vencedor do jogo 2, e duas horas depois será a vez de jogarem vencedor do jogo 1 com o vencido do jogo 2.
Finalmente, no Domingo, 26 de Abril, jogam os vencidos dos jogos 1 e do jogo 2 (14h30), atuando pelas 16h30 os vencedores dos jogos 1 e 2. Todos os jogos terão lugar no pavilhão Sidónio Serpa, em Ponta Delgada.
Nesta época, o modelo da fase final é diferente, sendo abandonado o sistema de playoff na parte final da competição. Uma nova forma de disputa, que reúne as 4 equipas que se apuraram depois de uma ronda de playoff disputada à melhor de 3 jogos. A margem para erro passa a ser muito mais reduzida, pelo que este sistema de apuramento de campeão é mais propício a surpresas. Basta um dia de menor inspiração, um resultado mais desnivelado, para comprometer seriamente as aspirações de qualquer um dos quatro candidatos em conquistar o troféu.
Se bem que, concentrar no mesmo local as quatro equipas, em três dias de competição, promove ainda mais o espetáculo, faz subir a emoção e foca de sobremaneira a atenção dos amantes da modalidade, e da própria imprensa.
CREF Hola na luta pela subida
Em Itália, o Napoli de Mery Andrade perdeu os dois jogos das meias-finais do playoff e despediu-se da competição.
Em Espanha, o Andorra de Betinho Gomes é 14º (está fora dos lugares de acesso ao playoff) mas este fim de semana derrotou o Estudiantes, por 81-76, na 29ª jornada da Liga ACB, o principal campeonato do país. O português foi titular e em 21 minutos somou 3 pontos, 4 ressaltos e 1 assistência.
Em França, o La Rochelle levou a melhor sobre o Quimper de Miguel Cardoso, por 93-89, na 32ª ronda da NM1, equivalente à 3ª Divisão. Miguel registou 2 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola. O Quimper ocupa o 14º lugar.
Na mesma competição, Arnette Hallman marcou 8 pontos, capturou 9 ressaltos, distribuiu 6 assistências e fez um roubo de bola na vitória do Avignon-Sorgues sobre o Bordeaux, por 90-75. A equipa é 11ª na geral.
Em Espanha, terminada a primeira fase da Liga Feminina 2, o Badajoz de Larisse Lima e o Celta Selmak de Inês Faustino ficaram fora do grupo de equipas que vão lutar pela subida à Liga Feminina. Entre os 8 qualificados está o CREF Hola, de Carla Nascimento e Maria Correira. A prova vai ter lugar entre os dias 23 e 26 de abril, em Lugo. O facto de a equipa ter liderado a liga Feminina 2B durante grande parte da temporada permite-lhe encarar esta segunda fase com muito otimismo.
Em Itália, o Napoli de Mery Andrade não consegui o apuramento para a final do playoff do principal campeonato de senhoras do país. Na meia-final, a equipa perdeu os dois encontros que realizou diante do Regusa, em casa por 52-55; depois fora por 51-58. A portuguesa foi titular em ambos, sendo que no primeiro somou 2 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 35 minutos; no segundo registou 4 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 27 minutos.
Rui Gomes “reuniu” 140 treinadores no Dragão Caixa
Desta feita, mais de 140 treinadores, oriundos de várias associações regionais do norte e centro do país, disponibilizaram a noite 2ª feira para viajarem até á cidade invicta e aprenderem um pouco mais da modalidade da sua eleição.
Nesta iniciativa a preleção esteve a cargo de Rui Gomes, treinador adjunto da equipa sénior Dragon Force, que disputa a PROLIGA, na qual foram apresentados os conceitos que orientam o relacionamento entre o jogo exterior e o jogo interior na transição defesa/ataque. A crescente complexidade das regras estabelecidas e a sua articulação com os graus de liberdade nas tomadas de decisão juntamente com a importância do rigor posicional e conceptual, foram apresentados de forma eminentemente prática, contando com a importante participação dos atletas do clube que, melhor do que ninguém, “ilustraram” na perfeição o pretendido.
A Associação de Basquetebol do Porto congratula-se com o êxito que vem caracterizando este importante projeto de formação de treinadores e manifesta publicamente o seu agradecimento à Dragon Force Basquetebol e aos treinadores/preletores convidados, pelos decisivos contributos prestados a esta causa.
Considerando a importância e o sucesso do projeto, a sua edição 2015/2016 está, desde logo, a merecer todo o cuidado na sua projeção temporal e conceptual.
No início da próxima época desportiva serão divulgadas todas as novidades.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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