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CAB volta a superar Lombos

Mas tal como nos jogos mais recentes a vitória caiu para o lado das madeirenses, embora só no prolongamento. Se é verdade que o CAB garantiu a vitória na fase regular, a formação de Carcavelos voltou a mostrar que continua a ser extremamente competitiva e uma forte candidata à renovação do título.

 

No final dos primeiros 10 minutos o jogo dava a sensação que se poderia tornar fácil para a equipa do CAB já que vencia por dezassete pontos de diferença (28-11). Poderia pensar-se que o regresso ao pavilhão onde uma semana antes tinha perdido a Taça de Portugal estava a tornar-se num pesadelo para as atuais campeãs nacionais.

 

E o cenário não melhorou nada para a equipa dos Lombos no inicio do 2º quarto, isto porque o ataque do CAB continuava a evidenciar uma enorme eficácia. Com ainda sete minutos para se jogarem até ao intervalo, as madeirenses já tinham 34 pontos, contra os 13 do adversário. As forasteiras começaram a defender um pouco melhor, no ataque as coisas corriam um pouco melhor, e em tempo de intervalo o resultado era favorável ao  CAB por 43-29.

 

O recomeço da etapa complementar não trouxe grandes novidades quanto á tendência do jogo, prolongando-se a recuperação pontual da equipa de Carcavelos, já que eram nove os pontos que tinha que anular no 4º período (59-50).

 

O CAB acabaria por ver esfumar-se a vantagem inicial já no decorrer do último período, uma vez que a pouco mais de dois minutos do final, o marcador registava um empate a 70 pontos. Daí até final, o jogo ganhou contornos de incerteza, mas os dois lances-livres convertidos por Lloyd, a 20 segundos do termo do encontro, colocavam a Quinta dos Lombos numa posição muito favorável de poder vencer o jogo, já que vencia por três pontos de diferença (78-75). Márcia Costa, com 14 segundos para jogar, teve nas suas mãos a oportunidade de selar em definitivo a vitória, mas desperdiçou dois lances-livres. A 5 segundos do fim, Marta Bravo convertia o triplo que levava o jogo para o prolongamento.

 

Muito provavelmente motivadas pela forma como tempo regulamentar tinha terminado, foi o CAB a começar melhor o tempo extra, e com um minuto jogado vencia por quatro (82-78). Uma diferença que se mantinha a 2 minutos do fim (84-80), mas bastaram 30 segundos para a Quinta dos Lombos dar a volta ao resultado (85-84). Marta Bravo voltava a mostrar-se decisiva, primeiro com um triplo e depois a converter dois lances livres, com cinco pontos consecutivos voltava a colocar o CAB na frente por 89-86. Djassi ainda tentou um lançamento que daria o empate no último segundo do prolongamento.

 

A equipa madeirense conseguiu vencer a batalha dos ressaltos (49-38) mas cometeu demasiados turnovers (26). Mas a pontaria revelada pelas madeirenses nos triplos foi determinante na vitória, já que converteu 9 das 14 tentativas (9/14 – 64.3%) durante os 45 minutos de jogo.

 

Marta Bravo (25 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) acabou por ser decisiva no triunfo do CAB, não pelos pontos que anotou, mas também pelos momentos em que os conseguiu. Destaque ainda para as exibições protagonizadas por Ashley Bruner (30 pontos e 17 ressaltos) e Joana Lopes (14 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola).

 

A norte-americana Diesha Lloyd (43 pontos, 7 ressaltos e 2 roubos de bola) bem lutou por um resultado diferente, tal como Márcia Costa (8 pontos, 4 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências).

 


Illiabum aproveita fator casa

Na luta pela permanência levaram a melhor os ilhavenses que, a jogarem em casa, bateram a formação de S. Paio de Gramaços por 91-84.

 

 

A pressão pesava sobre as duas equipas já que ambas tinham consciência da obrigatoriedade de ter que vencer este duelo de aflitos. Mas isso não impediu que ambas se mostrassem inspiradas ofensivamente, já que no final do 1º período o Illiabum vencia por 30-22. Ao ligeiro ascendente mostrado pelos ilhavenses nos primeiros 10 minutos, seguiu-se uma igualdade no 2º quarto (17-17), pelo que ao intervalo mantinha-se a diferença que separava as duas equipas (47-39).

 

O recomeço da etapa complementar manteve o equilíbrio registado no final da 1ª parte, embora tenha sido a equipa da casa a aumentar ligeiramente a sua vantagem pontual, tendo mesmo chegado à casa das dezenas (70-60). O Sampaense jogava neste jogo muito do seu futuro nesta competição, reagiu e lutou como lhe competia, venceu o período (24-21), mas por um parcial que não lhe permitiu inverter o resultado.

 

O Illiabum finalmente regressava às vitórias, num encontro em que nem sempre tomou muito bem conta da bola (20 turnovers), mas em que soube circular muito bem a bola no ataque (25 assistências) e teve uma presença ativa na tabela adversária (15 ressaltos ofensivos). A prestação das duas equipas da linha de três pontos foi outro capitulo do jogo que marcou a diferença neste encontro. O Illiabum converteu 13 triplos em 27 tentativas (48%), já o Sampaense esteve bem menos eficaz, uma vez que apenas converteu 4 triplos em 12 tentativas (33%).

 

Os bons desempenhos de Kamren Belin (13 pontos, 10 ressaltos e 5 assistências), Bogdan Riznic (17 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), João Reveles (14 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) e Stephen Nwaukoni (16 pontos e 11 ressaltos) ajudaram a equipa neste momento tão importante para o clube.

 

O norte-americano Kendall Timmons (21 pontos e 9 ressaltos) foi o mais concretizador na equipa de S. Paio de Gramaços, seguido de perto por Diogo Ventura (20 pontos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Max Jacobsen (20 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos), números que não foram suficientes para alcançar a tão desejada vitória. 


Calabote estreia-se com vitória

No jogo de estreia de José Calabote no comando técnico da equipa, a formação do Barreiro derrotou, com o apoio dos seus adeptos, O Barcelos HotelTerçoGiv pela diferença mínima (69-68). Com este sucesso, o Galitos continua a salvo de uma descida e tem agora o Illiabum a uma vitória de distância e o Sampaense Basket a duas.

 

 

Quase sem margem para erro, José Calabote e a equipa do Galitos recebiam a visita do Barcelos, um adversário que ocupa uma posição bem mais tranquila na tabela classificativa. E se no final do 1º período (21-20) não existiam razões para alarme, no final da primeira parte a tarefa do Galitos complicava-se. Dez pontos (43-33) separavam as duas equipas, com a produção ofensiva das equipa da casa a decair no 2º quarto (12 pontos).

 

Caso não queira correr riscos desnecessários, ou depender de terceiros, uma vitória manteria a equipa da casa a salvo desses cenários. Um objetivo pelo qual começou a lutar no 3º período, já que no final do quarto a diferença entre as duas equipas já só era de seis pontos (56-50). A 1.27 do final os barcelenses continuavam no comando do jogo, e por uma diferença possível de gerir (65-60). Mas uma falta em ato de lançamento de três pontos, e consequentes três lances-livres aproveitados por Miguel Minhava, precipitaram a reviravolta no marcador. Um cesto com falta, após a conquista de um ressalto ofensivo, permitiu que Benjamin Gresmer somasse os três pontos necessários para que o Galitos festejasse no final do jogo (69-68).

 

A prestação de Miguel Minhava fica associada a um triplo-duplo (19 pontos, 15 assistências e 13 ressaltos) de enorme qualidade, e obviamente Benjamin Gresmer (12 pontos e 4 ressaltos) associado ao lance da vitória.

 

Marko Loncovic, com 21 pontos, foi o melhor marcador dos minhotos, seguido de muito perto por Filip Duram que conseguiu apenas menos um (20 pontos).


U. Sportiva ganha em Vagos

A formação da ilha de S. Miguel saiu vitoriosa na deslocação a Vagos (74-61), e beneficiou da derrota do Boa Viagem, em Coimbra, frente ao Olivais UrgiCentro-SAN por 51-70, para se isolar no 3º lugar da tabela classificativa. 

Em Coimbra, começou a desenhar-se cedo a vitória do Olivais no encontro. Com um 1º período muito bom, sobretudo no capitulo defensivo (20-4), o Olivais colocou-se em excelente posição para alcançar o êxito. As açorianas reagiram até ao intervalo, e em tempo de descanso o Boa Viagem já só perdia por uma diferença na casa das unidades (28-39). O recomeço da etapa complementar manteve a tendência das insulares em se aproximarem no resultado, e à entrada dos últimos 10 minutos já só perdiam por seis pontos de diferença (40-46). A equipa da casa chegou a ter o seu adversário a quatro pontos de diferença (50-46), mas depois desse momento arrancou para um final de partida dominador, com uma parcial de 20-5 nos últimos sete minutos e meio do jogo.

 

Os triplos (9/19 – 47.4%) contribuíram para o sucesso do Olivais, num jogo em que as conimbricenses cometeram poucos turnovers (11). A capitã Ana Fonseca (15 pontos e 6 assistências) foi a melhor marcadora das conimbricenses, seguida de perto por Elizabeth Beynnon (13 pontos e 6 ressaltos) e da dupla Marcy Gonçalves e Joana Bernardeco, ambas com 12 pontos.

 

A norte-americana Myneshia McKenzie (17 pontos e 14 ressaltos) evidenciou-se na equipa açoriana, bem como Vitória Pacheco (14 pontos e 4 ressaltos) e Célia Simões (13 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola).

 

União Sportiva isola-se no 3º lugar

 

Embora sem nunca dominar em absoluto o seu adversário, a equipa da ilha de S. Miguel, exceção feita aos primeiros cinco minutos do jogo, foi sempre superior às vaguenses, acabando por vencer todos os parciais por vantagens curtas. O inicio do jogo ficou marcado por mudanças na liderança, mas a partir do meio do quarto, as açorianas assumiram em definitivo o comando do resultado. No final do 1º período, o Sportiva vencia por 20-16, uma diferença que manteve-se praticamente estável até ao intervalo (37-32).

 

As forasteiras mostraram-se mais fortes no regresso dos balneários, e chegaram mesmo a uma vantagem de catorze pontos (50-36) a meio do 3º período. Um triplo cortou este ascendente das visitantes e deu o mote para que o Vagos encostasse de novo o resultado até final do período (51-58). Nos últimos 10 minutos, a formação do União Sportiva geriu confortavelmente a vantagem de que dispunha e em momento algum sentiu o perigo do aproximar no marcador.

 

A norte-americana Shaqwedia Wallace, com 22 pontos, foi a melhor marcadora do União Sportiva, num jogo em que Felicité Mendes (11 pontos, 9 assistências e 8 ressaltos) ficou muito próxima de um triplo-duplo. Rosinha Rosário (17 pontos e 12 ressaltos) e Tamara Milovac (13 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências) tiveram igualmente prestações muito positivas.

 

Boa exibição de Daniela Domingues (22 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências) na equipa do Vagos, bem como de Brandie Hoskins (17 pontos e 8 ressaltos).


SL Benfica supera vizinho Algés

Quem também venceu foi a equipa do SL Benfica, na recepção ao vizinho Algés/UAL (61-54). Com este triunfo, as encarnadas mantêm-se no 7º lugar, mas com legitimas aspirações de ainda conseguirem subir na tabela classificativa.

 

Apesar da boa réplica oferecida pela formação algesina, o Benfica foi sempre ligeiramente superior em todos os períodos do jogo. Ao intervalo, as encarnadas venciam por oito pontos de diferença (36-28), uma vantagem que já era na casa das dezenas no final do 3º período (48-37). As visitantes bem tentaram a reviravolta no marcador durante o 4º período, mas o melhor que conseguiu foi chegar aos cinco pontos de diferença (54-59), já perto do final.

 

As forasteiras estiveram muito bem da linha de três pontos (5/10 – 50%), mas muito perdulárias nos tiros de curta e média distância (16/60 – 26.7%). E, foi neste capitulo que o Benfica esteve melhor (41.9%), bem como nos pontos conquistados da linha de lance livre (13/18 – 72.2%).

 

Inês Cruz foi a melhor marcador das benfiquistas com 11 pontos, Joana Ramos (5 pontos, 11 ressaltos e 4 assistências), tal como Maria Andrade, autora de 9 pontos e 7 ressaltos.

 

No Algés, Dora Duarte registou um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos), Chelsea Guimarães bateu-se muito bem na luta das tabelas (7 pontos e 12 ressaltos) e Carolina Gonçalves (15 pontos e 3 ressaltos) esteve bem nas ações ofensivas.

 

Torres Novas decidiu nos 5 minutos finais

 

O encontro que colocou frente a frente CD Torres Novas e Académico FC foi muito disputado, emotivo, e com o resultado em aberto até aos minutos finais do jogo. Depois do empate a 14 pontos, a equipa da casa tomou em definitivo a liderança do jogo, embora por mais que uma vez, o Académico encostou até à diferença mínima. A última das quais, a seis minutos do final (48-49), isto depois de nunca ter estado a perder durante a segunda parte por uma diferença superior a cinco pontos. O Torres Novas respondeu com um parcial de 6-0, que colocou o resultado em 55-48, contudo o Académico respondeu com um triplo (55-51), mas as visitadas dispararam em definitivo no marcador, para os 63-51, com um minuto para jogar.

 

A norte-americana Jade Barber (23 pontos e 24 ressaltos) dominou nos dois lados do campo, tendo sido bem acompanhada na equipa do Torres Novas por Vânia Sengo (15 pontos e 14 ressaltos), e pela sua compatriota Rachel Story (19 pontos e 4 ressaltos).

 

Ana Paula Silva (16 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) foi a jogadora que mais se evidenciou na formação do Porto, com Francisca Braga (12 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências) a ser a outra atleta a terminar o jogo na casa das dezenas, em pontos marcados. 


Benfica soma e segue

Vitória indiscutível dos atuais campeões nacionais, a dobrarem a pontuação do seu adversário (108-54), um resultado que mantém o SL Benfica isolado no comando da fase regular da LPB.

 

Atentos aos bom momento que o adversário atravessava, os benfiquistas não permitiram que o Maia Basket sentisse que era possível vencer na Luz. Com um parcial de 25-9 nos primeiros dez minutos, os comandados de Carlos Lisboa marcaram de imediato uma posição quanto às suas intenções para este encontro.

 

A diferença pontual continuou a avolumar-se até ao intervalo, sobretudo pela eficácia ofensiva demonstrada pela equipa da casa durante o 2º período (33 pontos convertidos). Ao intervalo o Benfica vencia por mais de trinta pontos (58-25), com os maiatos a sentirem enormes dificuldades para somarem pontos no ataque.

 

A supremacia do líder da prova prolongou-se durante toda a etapa complementar, acabando mesmo por chegar à marca dos cem pontos. O Benfica mostrou-se muito coletivo nas suas ações ofensivas (27 assistências), controlou muito bem a posse de bola (apenas 9 turnovers) e revelou-se muito eficaz a lançar ao cesto.

 

Foram cinco os atletas do Benfica a chegar à casa das dezenas em pontos marcados, sendo que a dupla composta por João Soares (5 ressaltos e 2 assistências) e Carlos Andrade (9 ressaltos e 5 assistências) foi a mais concretizador com 17 pontos cada.

 

Os maiatos não contaram com Nuno Marçal, e Elvis Évora (12 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) acabaria por ser o jogador em maior destaque. Paulo Diamantino e Pedro Catarino, ambos com 10 pontos, seguiram-se nos melhores marcadores na equipa nortenha.


Lusitânia triunfa na Madeira

Mas foram os açorianos a mostrarem-se mais fortes (76-62), e com este resultado positivo igualaram o seu adversário na tabela classificativa, passando a dispor de vantagem no confronto direto entre as duas equipas.

 

O jogo começou da melhor para a equipa da ilha Terceira, que explorou, com sucesso, as fragilidades defensivas evidenciadas pela formação madeirense. No ataque, o CAB também estava a demonstrar muitas dificuldades em partilhar a bola de forma a encontrar um lançamento da equipa. Tudo somado, o Lusitânia construiu uma assinalável vantagem pontual, tendo chegado ao fim do primeiro período a vencer por 21-10.

 

Os açorianos continuavam a mostrar-se muito mais inspirados, e, como tal, aumentaram a sua vantagem, que chegou a ser de 15 pontos. A equipa da casa parecia apática, e embora tentasse dar a volta ao marcador, a equipa forasteira defendia a vantagem pontual amealhada nos primeiros 10 minutos. O empate a  14 pontos registado no 2º período, fazia com que a diferença pontual entre as duas equipas se mantivesse em tempo de intervalo (35-24).

 

No regresso dos balneários, os talentos individuais do CAB estavam largos furos abaixo do seu rendimento normal, colectivamente, os madeirenses também não estavam a funcionar. Do lado oposto, a dupla composta por Blake Poole e Willis Hall dominava a luta das tabelas (36-25), como se mostrava mais forte no jogo interior. Sem muita surpresa, os visitantes venceram o 3º quarto por 25-17 e dilataram a vantagem pontual para muito perto dos vinte de pontos (60-41).

 

No derradeiro período, a toada favorável ao Lusitânia não se alterou. O CAB não teve armas para virar o rumo dos acontecimentos e os açorianos mantiveram o controlo do jogo. Nos últimos minutos do encontro, o CAB ainda esboçou o desejo de alterar o rumo dos acontecimentos, mas com todo o mérito, o Lusitânia preservou a superioridade e acabou por vencer o jogo por 76-62. 

 

O poste açoriano, Blake Poole (22 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências e 2 desarmes de lançamento), somou mais um duplo-duplo, e voltou a ser preponderante nos dois lados do campo. O seus compatriotas Willis Hall (20 pontos e 7 ressaltos) e Cavel Witter (15 pontos e 4 ressaltos) foram um importante complemento para o sucesso obtido pelo Lusitânia no Funchal.

 

O CAB apresentou-se em campo sem Jorge Coelho,  e Jovonni Shuler estava ainda a recuperar de problema que afetaram o seu sistema digestivo nos últimos dias. Stefan Djukic (20 pontos, 8 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) esteve em bom plano, e Tommie Eddie (14 pontos, 9 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) ficou muito perto de um duplo-duplo. 


GDESSA precisou de tempo extra

Com este desaire, o objetivo de atingir os playoffs fica bastante mais complicado para a formação de Lousada, já a equipa do Barreiro pode continuar a sonhar com a possibilidade de ter vantagem casa na 1ª ronda dos playoffs.

 

Os primeiros 20 minutos tiveram ascendente da equipa visitante que chegou a dispor de uma vantagem de onze pontos (23-12) no inicio do 2º quarto. Bastaram cinco minutos para que o GDESSA conseguisse dar a volta ao marcador (26-25), mas seria a equipa visitante a terminar melhor o 1º tempo (38-34). O segundo tempo, e apesar das escolares liderarem por cinco pontos de vantagem (46-41), foi de enorme equilíbrio, marcado por alternâncias no comando do marcador. Joana Cruz empatou o jogo a 70 pontos a 28 segundos do final do encontro e Catarina Neves dispôs ainda de um triplo para decidir o jogo a favor da equipa da margem sul.

 

Com dois minutos jogados no prolongamento, o Lousada perdia pela diferença mínima (73-74), mas um parcial de 4-0, permitia ao conjunto da casa fugir um pouco no marcador (78-73). A 1.22 minutos do final o jogo mantinha-se em aberto, 78-75 para o GDESSA, mas até final as visitantes não marcaram qualquer ponto.

 

A dupla de estrangeiras do GDESSA, composta por Megan Nipe (28 pontos e 13 ressaltos) e Ladondra Johnson (25 pontos e 15 ressaltos) foi decisiva neste triunfo apertado da equipa do Barreiro.

 

O Lousada perdeu claramente a luta das tabelas (36/52), como permitiu 20 na sua tabela. Destaques individuais para Joana Cruz, autora de 19 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências, Joana Ferreira em tudo igual menos dois pontos, mas principalmente para a exibição da norte-americana Alexandra Wilkinson que registou 19 pontos e 17 ressaltos.


Terceira surpreende Eléctrico

Num jogo importante para as duas equipas, embora por objetivos diferentes, o Benfica B reagiu bem à derrota sofrida a meio da semana e foi vencer a Guifões (78-67). Sem surpresa, o Dragon Force prolongou frente ao Vasco da Gama a sua série de vitórias consecutivas, passaram a ser dezoito, num jogo em que voltou a demonstrar uma enorme superioridade e atingiu a marca da centena de pontos (108-53). O triunfo caseiro do Atlético MNExpresso frente a Academia do Lumiar (85-72), coloca a formação da Tapadinha cada vez mais a salvo de uma hipotética descida de divisão, bem como a aproxima da luta por um lugar nos playoffs. O Casino Ginásio não cedeu na luta pelo 3º lugar, tendo ido vencer, em Esgueira, a equipa da casa por 64-58.

 

Depois de ter perdido o 1º período por 18-23, a equipa encarnada deu a volta ao marcador durante o 2º quarto (43-36). O bom momento dos benfiquistas prolongou-se no inicio da etapa complementar, e à entrada do último período o conjunto lisboeta vencia por uma diferença já na casa das dezenas (60-47). Os últimos 10 minutos foram de equilíbrio (20-18), facto que naturalmente favoreceu a equipa que seguia na frente.

 

Aljaz Slutej, com 22 pontos, foi o melhor marcador do benfiquista, seguido depois por Sérgio Silva, autor de 17 pontos. Veljko Stankovic ficou muito perto de um duplo-duplo (12 pontos e 9 ressaltos).

 

O Guifões não cometeu muitos turnovers (11), bateu-se bem na luta das tabelas, conseguiu 12 roubos de bola, mas esteve pouco eficaz a lançar aos cesto. O extremo Fábio Fernandes (16 pontos, 5 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento), MVP do jogo com 23 de valorização, foi o que mais se destacou na equipa da casa. 

 

Ginásio tirou partido do bom final de 1ª parte

 

No final dos primeiros 10 minutos as duas equipas continuavam empatadas (14 pontos), mas até ao intervalo os forasteiros conseguiram fugir no marcador (38-29). No segundo tempo, o Esgueira foi ligeiramente superior, mas não o suficiente para dar a volta ao resultado.

 

Apesar de ter cometido metade dos turnovers do adversário (11/22), e roubado 16 bolas, o Esgueira pagou caro a falta de pontaria a atirar ao cesto.

 

O poste Marco Gonçalves registou um duplo-duplo (16 pontos e 19 ressaltos) de grande qualidade, embora Joaquim Soares (19 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências) e Pedro Marques (17 pontos e 4 roubos de bola) tenham conseguido mais pontos.

 

António Gaioso (26 pontos, 9 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências) acabou por ser o MVP do jogo com 35 de valorização, mas isso não chegou para que o Esgueira tivesse saído vitorioso.

 

Dragon Force começou a resolver no quarto inicial

 

O domínio da equipa portista fez-se sentir logo no primeiro período, já que bastaram 10 minutos para que a diferença entre as duas equipas fosse de dezassete pontos (31-14). O Vasco da Gama equilibrou depois o jogo, e ao intervalo a vantagem tinha apenas aumentado em dois pontos (47-27). Mas no regresso dos balneários, os dragões mostraram-se demolidores, e com um parcial de 30-10 resolveram em definitivo o jogo a seu favor (77-37). Nem o facto de ter o jogo já decidido, fez diminuir a eficácia ofensiva dos azuis e brancos nos últimos dez minutos, pelo que naturalmente a equipa chegou aos cem pontos (108-53).

 

Foram seis os atletas do Dragon Force a chegar à dezena de pontos, sendo que o mais concretizador foi António Monteiro (17 pontos e 8 ressaltos), simultaneamente o MVP do jogo com 24 de valorização.

 

O jovem João Oliveira (12 pontos e 3 roubos de bola) foi o atleta com melhor valorização na formação do Vasco da Gama. 


XIII Torneio Internacional Eurocidade

O encontro está marcado para o Pavilhão Municipal e irá receber 30 equipas dos dois países vizinhos, Portugal e Espanha. Vamos apoiar o minibasquete e fazê-lo crescer com eventos como este!

 

 


«Equipa tem qualidade»

Estreia-se este fim de semana, diante do BC Barcelos.

 

Como surgiu este convite? Concorda que é uma aposta de risco?

 

Este convite surgiu esta segunda-feira a noite através de um telefonema do presidente do Galitos, Carlos Guerreiro, devido ao treinador Luís Valente se encontrar hospitalizado. Foi pedida a minha colaboração até ao final da época. É sem dúvida uma aposta de risco, mas não podia deixar de colaborar devido a ser uma situação deveras complicada , mexendo com a saúde de um amigo e colega. Estando eu disponível, assumo perfeitamente esse risco .

 

Provavelmente já teve oportunidade de observar esta temporada jogos do Galitos. Perguntava-lhe o que é mais urgente corrigir ou mudar, de acordo com a sua filosofia de jogo?

 

Esta época observei vários jogos de Norte a Sul  das mais diversas divisões e escalões, visto estar sem clube foi uma forma de estar por dentro do que se vai passando no panorama do basquetebol nacional. Cada treinador tem uma filosofia própria e eu tenho a minha.

 

Acha que a equipa tem qualidade e soluções para sair da situação complicada em que se encontra?

 

A equipa tem qualidade para responder de uma forma mais consistente ,mas nem sempre é possível fazê-lo. Espero conseguir dar o melhor seguimento ao trabalho realizado até a este momento. Sendo sem dúvida um trabalho árduo.

 

Faltam apenas quatro jogos para o final da fase regular. Os dois jogos em casa assumem, mais do que nunca, caráter decisivo?

 

Neste momento todos os jogos são de caráter decisivo, não existindo margem de erro. É nesse sentido que quero ajudar. Acho que para o  basquetebol nacional não seria nada positivo se uma cidade do basquetebol como é a cidade do Barreiro, deixa-se de ter representante na LPB.

 

O Barcelos é uma das equipas da Liga que há mais tempo mantém o seu núcleo duro. Concorda que é um adversário muito complicado para apadrinhar a sua estreia?

 

A equipa do Barcelos é um dos adversários mais difíceis de se defrontar , excelentemente trabalhada pelo seu treinador José Ricardo, sendo um grupo, com bastante experiência no que respeita ao seu núcleo duro. Vamos tentar ser mais consistentes para conseguirmos explorar os pontos menos fortes do adversário.

 

Que capítulos do jogo acha que irão ser decisivos para decidir quem irá vencer no próximo sábado?

 

Um dos pontos de maior relevo tem a ver com a capacidade em cometer menos erros tanto a nível defensivo, bem como na questão ofensiva. A responsabilidade individual e colectiva, assim como a concentração nos momentos críticos do jogo vão ditar o sucesso no final. A minha equipa está a reagir bem às adversidades, o que me deixa bastante satisfeito.


Eléctrico supera Benfica B

O conjunto de Ponte de Sor já garantiu o segundo lugar da fase regular, já os encarnados ocupam agora a 8ª posição, embora com o mesmo número de vitórias que Aliança Sangalhos e Esgueira/OLI, mas com dois jogos a menos.

 

A primeira parte foi quase toda dominada pela equipa forasteira, que chegou a dispor de uma vantagem de doze pontos (29-17). Foi o melhor período da equipa de Ponte de Sor, já que não marcaria mais qualquer ponto até ao intervalo. Foram sete minutos e meio de ascendente benfiquista, durante o qual conseguiu um de 9-0, encostando o marcador a 26-29.

 

Voltaria a ser o Eléctrico a começar melhor o segundo tempo (36-28), mas nova seca de pontos, permitiu que os encarnados empatassem a partida a 36 pontos. Foram cinco minutos sem converter qualquer ponto, e apesar de terem somado mais seis até final do período, isso não impediu que o Benfica liderasse à entrada do derradeiro período (46-42).

 

A meio do 4º período a equipa da casa permanecia na liderança (52-48), mas bastou pouco mais de um minuto para que o Elétrico anulasse a desvantagem, empate a 52 pontos. Seguiu-se um parcial de 8-0, favorável aos visitantes (60-52), que praticamente sentenciou o encontro já que faltavam 39 segundos para o final do encontro.

 

Destaque na equipa vencedora para o duplo-duplo (22 pontos e 11 ressaltos) registado por Aylton Medeiros, tendo sido bem secundado por Tiago Pinto, autor de 19 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências.

 

A dupla formada por Sérgio Silva (10 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências) e Carlos Salamanca (11 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências) esteve em evidência no conjunto benfiquista.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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