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“Vamos conseguir ultrapassar este jogo difícil com sucesso!”

 

O Esgueira/Casa dos Diamantes, em termos de resultados, não atravessa um bom momento e no sábado recebe o líder. Quais são as expectativas para o jogo?

 

A equipa do Ovarense é muito forte e experiente em termos coletivos, pelo que iremos ter um jogo muito difícil pela frente. No entanto, para mim, a expetativa passa por continuar a fazer o trabalho que temos vindo a efetuar nos últimos jogos, lutando sempre pelo aumento da qualidade do jogo, transformando as jogadas individuais num trabalho de equipa. A excelente atitude que temos tido, tanto em campo como fora dele, leva-me a acreditar que vamos conseguir ultrapassar este jogo difícil com sucesso!



O que é que, em relação aos últimos jogos, será preciso mudar para ter sucesso frente à Ovarense?

 

Estar na 1.ª Divisão obriga-nos a jogar a um ritmo muito elevado, o que nos leva a cometer alguns erros que têm que ser corrigidos rapidamente. Nos últimos jogos temos sentido alguma dificuldade em meter a bola no cesto, o que nos faz baixar os braços com alguma facilidade e começar a pensar só por nós e não pela equipa, o que nos leva muitas das vezes a ter um jogo descontrolado, onde temos períodos muito bons, mas outros com muitos erros.
Devemos lutar por uma defesa muito forte e em equipa como elemento chave para este jogo difícil, no qual poderemos ultrapassar as dificuldades através de uma defesa consistente. Tudo isto não deixando de lado a concentração, que, para mim, é a essência para superarmos os obstáculos. Penso que cada uma de nós tem de acreditar nas suas capacidades e qualidades, aproveitando-as para um trabalho em equipa cada vez melhor e mais forte.

 

Sendo um "derby", o apoio do público pode ser decisivo…

 

Sim, o apoio do público é essencial em todos os jogos. Jogar em casa e com o pavilhão cheio, além de nos fazer sentir mais confiantes, leva-nos a carregar uma grande responsabilidade – não desiludir os adeptos que nos apoiam –, tentando assim elevar a qualidade de jogo, para que os adeptos confiem na nossa equipa e venham até ao pavilhão. Ser referência para muitos dos atletas do clube aumenta-nos a confiança enquanto equipa, levando a um fortalecimento ainda maior da nossa atitude enquanto equipa e atletas de um clube tão grande e familiar como é o Clube do Povo de Esgueira. Venham encher as bancadas, venham gritar por nós, venham Ser Esgueira!


«Vitórias trazem confiança»

Este fim de semana a equipa será submetida a um duro teste – no sábado defronta o Maia Basket, na Liga, e no domingo o Galitos, na Taça de Portugal – dois embates que o jogador considera difíceis, frente a adversários perigosos.

 

Quais são as suas primeiras impressões desta mudança para Oliveira de Azeméis?

 

São muito positivas, como é evidente! É uma confirmação do que já sabia há muito tempo: clube sério, organizado e que quer vencer. A Oliveirense é um histórico do basquetebol nacional e chegará o momento de ligar o passado do clube com o presente. A minha vinda para a Oliveirense é algo que já era para ter acontecido há muitos anos, mas a minha carreira seguiu noutro sentido. Se aconteceu agora é porque este é o momento certo.

 

A equipa tem demonstrado alguma inconsistência nos resultados. Apenas faltam vitórias para dar seguimento ao trabalho que têm vindo a realizar desde o inicio da época?

 

As vitórias trazem sempre a confiança necessária para rumar ao sucesso. É uma equipa com muitas caras novas e estamos numa fase de entrosamento e de aplicação das ideias do treinador. Ainda é muito cedo para falar em “inconsistência de resultados”, estão decorridos apenas 5 jogos…. acredito que as coisas podem melhorar com o trabalho de cada dia. É preciso dar tudo porque a Liga está muito competitiva e todos os jogos são difíceis. Convém ter presente que nos falta um jogador muito importante, o João Abreu, que está lesionado.

 

Estão confiantes que vão somar na Maia pela primeira vez esta temporada duas vitórias consecutivas? Acredita, depois de um arranque muito positivo, o Maia Basket está a começar a ter um rendimento menos positivo?

 

O Maia está a ter um arranque surpreendente. Não será fruto do acaso. Eles estão no 3º lugar! Será um jogo difícil para nós, mas acredito que podemos vencer, temos argumentos para isso. Apesar do bom arranque do Maia, nós vamos dar tudo para trazer a vitória. Sabemos da importância do Marçal na liderança da equipa. É evidente que o seu desempenho influencia muito toda a equipa. Se ele está em baixo, o Maia não joga tão bem, mas se está para meter tudo, toda a equipa joga bem! As duas recentes derrotas que tiveram podem não dizer nada. Nós esperamos um Maia forte e perigoso.

 

Concorda que condicionar a influência ofensiva do Nuno Marçal é meio caminho andado para saírem da Maia com um resultado positivo?

 

O Maia tem várias soluções ofensivas! O Nuno Marçal é uma delas. Parar o Marçal não é fácil, se o conseguirmos fazer, apenas uma pequena parte do nosso problema ficará resolvido. Se conseguirmos condicioná-lo, pode ajudar, mas não será suficiente para vencermos o Maia. 

 

Domingo voltam a jogar, desta vez no Barreiro, em jogo a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal. O cansaço poderá ser um fator determinante para a decisão desta eliminatória?

 

A gestão do esforço/cansaço e as lesões dos jogadores são uma dor de cabeça para qualquer treinador. Não há tempo de recuperação, mas não há alternativa! Temos de jogar. Claro que quem estiver mais fresco poderá vencer.

 

A equipa do Galitos está a atravessar uma crise de resultados. Isso não fará com que encarem esta competição de uma forma ainda mais decisiva?

 

Na primeira jornada o Galitos venceu o Benfica! A vitória não terá caído do céu de certeza! Simplesmente as coisas não têm saído tão bem nos últimos jogos, mas acredito que a essência está lá. É um jogo a eliminar, é decisivo para nós e para eles, é assim a Taça de Portugal.


«Unidos do início ao fim»

Este fim de semana recebe o Benfica, a equipa que, segundo o jogador, “tem o plantel mais consistente deste campeonato”, mas os insulares vão jogar de “igual para igual” e lutar pela vitória.

 

A vitória no Barreiro é um sinal de consistência da equipa do Lusitânia?

 

O Lusitânia trabalha todos os dias para que a equipa se sinta mais preparada para as adversidades que nos coloca o adversário. Estamos mais consistentes que no inicio do campeonato.

 

Na última jornada iniciaram o jogo com os três estrangeiros no banco. Um sinal que este ano o Lusitânia vai ter uma rotatividade maior e mais soluções?

 

Foi uma situação relacionada com documentação que se encontra resolvida. Temos jogadores no plantel que nos dão boas soluções e rotatividade na equipa. Trabalhamos arduamente e diariamente para obter bons resultados.

 

Acredita que no próximo encontro frente ao Benfica o ritmo e o desgaste que os campeões nacionais habitualmente impõem aos adversários poderá ser decisivo no desfecho do jogo?

 

O Benfica tem o plantel mais consistente deste campeonato. Vamos tentar bater-nos de igual para igual e cumprir com o trabalho que nos é pedido. Temos noção que desgastam muito os adversários, mas vamos estar preparados para que seja diferente em nossa casa.

 

A equipa leva três vitórias consecutivas, um registo que pressupõe que esteja a atravessar um bom momento. Em que aspetos do jogo o Lusitânia se tem mostrado forte nas últimas jornadas?

 

Temos vindo a melhor em alguns aspetos jogo a jogo. A defesa que temos imposto aos adversários, o contra ataque e os ressaltos ofensivos. São de momento os aspetos mais positivos que resultaram nos últimos bons resultados. 

 

É indiscutível que o Benfica é forte em muitas áreas do jogo. Consegue ainda assim destacar alguns pontos fortes da equipa do Benfica?

 

O Benfica tem bons jogadores em todas as posições, uns mais ofensivos que outros e outros mais fortes do ponto de vista defensivo. Mas onde são muito decisivos é no lançamento de 3 pontos, aproveitamento do pick-roll e ressalto ofensivo.

 

Consegue apontar pontos em que o Benfica seja mais débil e possíveis de serem explorados pelo Lusitânia?

 

Estamos a fazer um ótimo trabalho esta semana, para conseguirmos mais um bom resultado. Vamos explorar o contra-ataque, que me parece um ponto débil do Benfica. Lutaremos até ao último minuto, depois veremos quem sairá vencedor.

 

O que se pode esperar da equipa do Lusitânia neste confronto frente aos atuais campeões nacionais?

 

É um jogo complicado e sem muita margem de erro. Temos noção disso. O Lusitânia estará focado no seu trabalho e pronto para as grandes dificuldades que o Benfica vai impor. Estaremos unidos do inicio ao fim para conseguirmos mais uma vitória.


“Oferecer uma vitória aos nossos apoiantes”

O versátil jogador, sem dúvida um dos em maior destaque da competição, assume não esperar facilidades frente à formação sulista, que considera que pode vir a ser a grande sensação da prova. António Gaioso, que não foi parco nos elogios aos adeptos e ao ambiente que se vive em Esgueira em dia de jogo – “o melhor de Portugal”, disse mesmo –, assume que, quer nosso de sábado, como no de domingo, para a Taça de Portugal, o Esgueira/OLI vai  “lutar até ao limite para conseguir sair vitorioso”.

 

No sábado recebem o Academia de Lumiar. Quais sãos as expectativas para esse encontro?


Na minha opinião, a Academia tem uma das melhores equipas da Proliga, aliando uma capacidade física tremenda com um jogo exterior forte,  reforçado este ano com jogadores de muita qualidade. Pessoalmente, sou da opinião que poderão ser a grande surpresa da competição. No entanto, o nosso grupo entra em todos os jogos com o intuito de lutar até ao limite para conseguir sair vitorioso, e, jogando em casa, vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para oferecer uma vitória aos nossos apoiantes.


O Esgueira ainda não venceu fora, mas também não perdeu em casa. Numa prova tão equilibrada, sente que os jogos em Esgueira serão decisivos para alcançar o play-off?


O facto de não termos conseguido ganhar fora é algo para o qual não tenho grande explicação. O mérito dos nossos adversários é incontornável, mas, na minha opinião, dois dos jogos perdidos poderiam muito bem ter tido um desfecho favorável para a nossa equipa, embora o que fique para a história seja o resultado. Eu considero que todos os jogos são importantes para a luta pelo play-off e não podemos partir do princípio de que os jogos em casa serão a chave para atingirmos esse objetivo. Temos de procurar ganhar todos os jogos, quer sejam em casa ou fora, e no final logo se verá a classificação.



O apoio que têm em casa é único. A equipa sente isso e esse mesmo apoio tem influência no vosso jogo?

 

O ambiente que se vive em Esgueira é maravilhoso e penso que se transmite a todos os jogadores. Muitas vezes quando as coisas correm menos bem pensamos naquelas pessoas que se deslocam todos os fins de semana para nos apoiar e às quais temos a obrigação de  retribuir com o máximo do nosso esforço e dedicação.
Aproveito este espaço para agradecer profundamente a todas as pessoas que nos apoiam incondicionalmente e tornam o ambiente em Esgueira, sem dúvida, o melhor de Portugal, transmitindo que o prazer que sentimos em jogar perante o nosso público é enorme.

 

No domingo, jogam na Tapadinha, com o Atlético, para a Taça de Portugal. Estar na próxima ronda da prova está no vosso horizonte?

 

Vamos a Lisboa defrontar o Atlético com o objetivo de ganhar. Sabemos que vai ser uma tarefa complicada, mas iremos lutar para conseguir marcar presença na próxima fase da Taça de Portugal.


Vitória elimina Guifões

Os comandados de Fernando Sá não facilitaram, e cedo começaram a resolver o jogo a seu favor.

 

Sendo um jogo sem margem para erro, os vimaranenses entraram determinados a não alimentar esperanças ao adversário quanto a uma possibilidade de discutirem a eliminatória. Com um parcial de 23-5, o Vitória rapidamente disparou no resultado, tornando ainda mais complicada a tarefa da equipa do Guifões.

 

De uma forma natural o resultado foi se desnivelando, com os dois treinadores a aproveitarem para rodarem os respetivos bancos. Quem beneficiou mais desse facto foi o internacional João Guerreiro (19 pontos, 13 ressaltos e 3 assistências), MVP do jogo com 35.5 de valorização, bem como a dupla composta por Doug Wiggins (17 pontos, 6 assistências, 2 ressaltos e 2 roubos de bola) e Hugo Sotta (16 pontos e 9 ressaltos).

 

O Guifões sentiu enormes dificuldades na luta da tabelas(22/40), e não esteve numa noite particularmente feliz a atirar ao cesto. Se a isto somarmos os problemas que teve em controlar a posse da bola (20 turnovers) fica explicado o desaire de Guimarães. Ainda assim, Miguel Coelho, com 10 pontos, foi o melhor marcador, e Fernando Ramos registou 7 pontos e 7 ressaltos.

 

 

Restantes jogos dos 16 avos de final:

 

Dia 27 de Novembro

21.30h – Salesianos O.S.J./VILT x A. E. I.S.Técnico

 

Dia 30 de Novembro

15h – Illiabum Clube x Vasco da Gama

15.30h Galitos Barreiro Tley x U.D. Oliveirense

16h – Eléctrico F.C. x B.C. Barcelos

16.30h – Académico F.C. x Dragon Force

17h – C. D. Póvoa x Casino Ginásio

17h – Atlético-MNExpresso x Esgueira/OLI

18.30h – C. Galitos x Academia do Lumiar

 

Dia 7 de Dezembro

16h – A.D. Sanjoanense x S.C. Lusitânia

 

Dia 8 de Dezembro

17h – Ovarense Dolce Vita x CAB Madeira SAD

 

Dia 16 de Dezembro

21.315h – C.F. Belenenses X Algés/UAL

 

Dia 22 de Dezembro

15.30h – Terceira Basket Clube X Sangalhos D.C.

 

Dia 8 de Feveiro

Maia Basket x S.L. Benfica

 

Isentos:

Sampaense Basket

F.C. Barreirense


«Enfrentá-los sem qualquer receio»

José Barbosa confia no trabalho e está esperançado que o jogo frente ao Basquete de Barcelos confirme o ponto de viragem da equipa de Ovar. O base considera fundamental que a Ovarense surja no Minho destemida, com ambição de vencer e sobretudo inteligente na forma como deve jogar no ataque.

 

Que significado teve a vitória alcançada na última jornada? Colocou um ponto final nalgum tipo de mini crise dentro da equipa? 

 

Não lhe chamaria mini crise mas, de facto, estávamos numa situação incómoda e muito frustrante, porque treinámos muito durante a semana e não estávamos a colher frutos disso nos jogos. Se esta vitória foi decisiva e marcou um ponto de viragem, quero acreditar que sim e quero confiar que o trabalho, mais tarde ou mais cedo, compensa sempre. 

 

Olhando para o resultado final do jogo destacam-se os 50 pontos sofridos. A grande mudança da Ovarense neste último jogo foi o seu desempenho defensivo? Que aspetos foram melhorados nessa área do jogo?

 

A defesa nem sempre tem a ver com questões tácticas. Aliás, tem muito mais a ver com atitude do que outra coisa qualquer e penso que essa foi a diferença. Fomos consistentes a partir do 2º período, condicionando o ataque do Maia, dominando a tabela defensiva e apostando no contra-ataque.

 

A rotatividade da equipa é muito maior este ano. Acredita que vão tirar dividendos desse facto? Nota que existem cada vez mais jogadores preparados para dar contributos importantes à equipa quando são chamados ao jogo?

 

Todos têm capacidade de ajudar, todos sabem o seu papel na equipa e se soubermos conciliar o melhor de cada um,  de certeza que esses dividendos aparecem.

 

Na próxima jornada defrontam o líder invicto. Perguntava-lhe se este teste chega na melhor altura? E se a luta do ressalto e o 1×1 na defesa, irão ser os dois aspetos mais decisivos para terem sucesso frente ao Basquete de Barcelos?

 

É sempre desafiante jogar contra o primeiro classificado pois é lá que todos gostariam de estar e penso que uma vitória neste jogo com tanta importância seria muito bom para a moral da equipa. Quanto aos aspetos mais decisivos, considero que em jogos como este, não será o 1×1 e a luta dos ressaltos os únicos aspectos a ter em conta, não deixando de ser importante. Espero um jogo muito equilibrado onde os pormenores farão a diferença.

 

De que forma terá de se apresentar a Ovarense em Barcelos para continuar no caminho das vitórias?

 

Temos que enfrentá-los sem qualquer receio e dúvida do que somos capazes, mesmo jogando em casa deles, uma deslocação que é sempre complicada. Se fizermos um jogo simples e inteligente, teremos boas probabilidades de sair de Barcelos com a vitória.


«Muita dedicação e esforço»

O objectivo é “presentear os adeptos” com uma vitória.

 

Neste momento são líderes invictos (4 vitórias) do Grupo Norte da Zona Norte do Campeonato da 1ª Divisão Masculina. Sinal que a época está a correr bem e dentro das expetativas? 

 

Posso dizer que está correr bem. Com todas as dificuldades que temos tido para ter jogadores disponíveis para treinar, uns devido a lesão outros pela vida profissional. Mas temos colmatado bem isso recorrendo atletas do escalão sub 20. 

 

Olhando para os resultados, nota-se que o Póvoa tem conseguido marcar muitos pontos. Isso significa que a equipa tem talento ofensivo? 

 

Sim o Póvoa tem jogadores que podem marcar pontos de qualquer posição. Treinamos para isso e tem saído muito bem essa eficácia ofensiva. Mas o jogo coletivo é peça fundamental para que tal aconteça. 

 

No jogo da Taça frente ao Casino Ginásio, muito provavelmente, as dificuldades vão ser maiores. Beneficiando do fator casa, está convicto que conseguirão discutir a eliminatória do próximo domingo?

 

O fator casa ajuda imenso, e sendo um jogo a eliminar os jogadores iram dar tudo para presentear os nossos adeptos com uma vitória. Embora vá ser difícil mas não impossível. 

 

Quais julga que poderão vir a ser as principais diferenças entre as duas equipas?

 

Sem dúvida que o ritmo de jogo. A equipa do Casino Ginásio tem jogadores muito experientes  e que podem resolver um encontro de um momento para o outro. Mas iremos tentar travar esse ritmo ofensivo.

 

O que esperar da equipa do Póvoa para esta eliminatória da Taça de Portugal?  

 

Muita dedicação e esforço. Não temos pressão para ganhar, vamos jogar como jogamos todos os fim de semana.  Se ganharmos melhor, mas se perdermos só temos que dar os parabéns ao adversário. 

 

Não há muito tempo o Póvoa disputava o campeonato da Proliga. Estão reunidas condições, e existe o desejo para que, a curto prazo, o clube possa regressar ao escalão superior? 

 

O desejo  é enorme. A competição é bem diferente. Iria ser sem dúvida uma mais valia para os jogadores mais novos e para o povo da Póvoa que tanto nos apoia. Mas não me cabe a mim dizer se há ou não condições. Primeiro temos de chegar lá e ter esse direito, depois caberá ao clube essa responsabilidade.


Braga discute apuramento com o Coimbrões

O Sporting Clube de Braga lidera o Campeonato Nacional da IIª Divisão com 3 vitórias e apresenta uma equipa jovem que integra 5 atletas juniores (Ana Filipa Noivo, Ana Gabriela Noivo, Ana Margarida Marques, Filipa Reis e Inês Torres). A equipa é ainda constituída por atletas seniores experientes (Ana Sofia Noivo, Cristina Cruzinha, Letícia Fonseca, Mariana Azevedo e Sílvia Xavier).

 

A Equipa do Sporting Clube de Coimbrões encontra-se em 2º lugar no Campeonato Nacional de Iª Divisão, e na 2ª Eliminatória da Taça de Portugal venceu na Póvoa de Varzim o CD Póvoa por 44 x 51.

 

O Sporting Clube de Braga vai defrontar uma equipa da Iª Divisão com grande tradição, o que constitui uma oportunidade única de assistir na cidade de Braga a um desafio de Basquetebol Feminino de tão alto nível.


“Equipa tem potencial”

 

A derrota do passado fim de semana, até pela forma como aconteceu, poderá deixar marcas na equipa? Consegue apontar o que fez a diferença nos momentos decisivos?

 

Não creio que deixe alguma marca pela forma como aconteceu, até porque estivemos a perder por 14 pontos já na 2ª parte e conseguimos voltar a "entrar" no jogo nos últimos minutos. Penso que o fator decisivo foi andarmos 33 minutos atrás no resultado, sempre em superação, o que nos criou um enorme desgaste, sobretudo emocional. Assim que passámos 1 ponto para a frente deixámos de jogar como o tínhamos feito até então, e o Sportiva, como equipa experiente que é, aproveitou para retomar a liderança e ganhar a partida. 

 

O facto de ter sido obrigado a reconstruir quase toda a equipa tem tido influência neste inicio de campeonato?

 

Nós perdemos duas "peças" importantíssimas, a Laura e a Vera, jogadoras chave no nosso grupo, mas não podemos pensar muito nisso, temos que andar para a frente e arranjar a soluções mais adequadas para este grupo, pois temos talento. Não estamos a fazer uma má época, mas também é verdade que não estamos satisfeitos com o nosso desempenho.

 

Está confiante que o grupo tem potencial para fazer ainda muito mais?

 

Sim, sem dúvida. Como já disse a nossa equipa tem potencial mas ainda andamos à procura de como podemos render mais.  

 

A juventude e inexperiência volta a ser o principal problema da equipa?

 

Não o vejo como um problema, vejo sim como um desafio. Esta equipa ainda vai fazer muito melhor, não tenho dúvidas.

 

No próximo fim de semana voltam a defrontar uma equipa açoriana, o Boa Viagem que tem um registo de 5v e 2d, e que ainda só perdeu frente às duas equipas invictas da prova. Concorda que o ponto forte da equipa é o seu cinco base?

 

Concordo, pois as 5 jogadoras do Boa Viagem que são mais utilizadas são jogadoras experientes. A equipa entrou bem na Liga Feminina depois de uma Taça Vítor Hugo um pouco abaixo das suas possibilidades. Penso que a 2ª estrangeira veio dar a estabilidade que procuravam.

 

Algum aspeto que terá de ser melhorado ou corrigido para que o GDESSA possa ainda ser mais forte na próxima jornada?

 

Queremos jogar rápido como temos feito até aqui, é a nossa marca, mas não nos podemos precipitar quando chegamos à zona ofensiva.  Acima de tudo temos que nos controlar mais nas chegadas ao ataque e selecionar melhor os lançamentos. 


João Paulo Silva: “Transformar as nossas fraquezas em forças”

Destacou-se no clube como atleta e como treinador, conquistou vários títulos nacionais, e aceitou o desafio de voltar a comandar os destinos de uma equipa sénior do CAB. Os madeirenses dão sinais de estar a melhorar o seu rendimento desportivo, alguns ajustes foram feitos no plantel, e muito embora a equipa ainda esteja em construção, João Paulo Silva quer cada vez ser mais competitivo e não esconde que gostaria de oferecer um titulo ao clube como prenda.

 

Após um começo menos conseguido, as vitórias sobre o Galitos e o Illiabum trouxeram novo alento à equipa?

 

As vitórias são um “alimento” determinante no equilíbrio emocional das equipas, e como tal, a nossa equipa começa a ver razões que justificam a intensidade do trabalho que temos realizado. Os resultados servem como referência avaliativa, determinam muitas vezes a maior ou menor evolução do programa utilizado na equipa. Vamos sempre estar atentos ao desenvolvimento do nosso comportamento, e sobretudo, que se consiga retirar de cada vitória a motivação suficiente para encarar o jogo seguinte numa perspetiva mais otimista.

 

Como é que o grupo está a lidar com os altos e baixos, que são naturais na competição?

 

Todo o grupo de trabalho sabe que iniciamos um processo de construção gradual da equipa. Esta construção estende-se a vários âmbitos: em primeiro lugar à necessidade de assimilação de novas formas de trabalho com uma equipa técnica diferente; a substituição de alguns jogadores que não conseguiram adaptar-se à nossa filosofia; entrada de muitos jogadores novos e natural criação de uma boa coesão coletiva e ainda, a implementação de um novo programa de trabalho. Estes aspetos, juntamente com outros que vão surgindo no decurso da nossa preparação, são responsáveis por essa oscilação comportamental.

O fundamental é sabermos lidar com essa variação e ir eliminando os períodos menos bons. Como atrás referi, as vitórias ajudam muito a superar esses momentos menos bons e faz com que os jogadores participem com determinação para ultrapassar situações de insucesso competitivo. Aparentemente estamos a conseguir lidar com esse facto.   

 

Quais são os adjetivos que melhor definem esta equipa do CAB?

 

A primeira ideia que deve ligar todos os elementos da equipa é percebermos, claramente, que não existe espaço para nos lamentarmos. A valorização do nosso coletivo passa sobretudo pelo reforço constante das qualidades que podemos produzir. Não desejamos ser iguais a ninguém, queremos construir o nosso caminho competitivo assente em valores que devem identificar a nossa equipa: DETERMINAÇÂO; ORGULHO e ALEGRIA. No entanto, estamos focados naquela que é a ideia central da equipa: O resultado do nosso trabalho deve refletir sempre um valor substancialmente superior à simples soma de cada individualidade.

 

Que impacto têm tido, ou poderão ter, as integrações do Tommie Eddie e do Nuno Pedroso na equipa?

 

Desde logo vão poder colaborar no processo de construção da equipa através da sua experiência, do seu conhecimento do jogo. Permitem facilitar a participação de jogadores mais novos e aliviar alguma tensão em momentos decisivos. Paralelamente, conseguimos reforçar a nossa capacidade ao nível do jogo interior com a entrada do Tommie e, em função desse facto, conseguimos libertamos mais os lançadores exteriores.

Começamos a perceber a forte ligação entre o Jorge Coelho e o Tommie que, certamente nos vão garantir muita qualidade. O Tommie é um jogador de equipa que se enquadra perfeitamente na nossa dinâmica competitiva. O Nuno é também um jogador muito experiente e já conseguiu demonstrar isso mesmo no primeiro jogo. Garante serenidade nos momentos decisivos. Além de ser um jogador de equipa, tem uma excelente capacidade de lançamento exterior e consegue selecionar muito bem os momentos para o fazer. Garantidamente terão um papel crescente e decisivo na nossa equipa.

 

Todos os anos, fala-se muito da participação de atletas madeirenses na equipa senior masculina. Os madeirenses que integram o plantel desta época estão a corresponder às expectativas?

 

Este é um assunto incontornável, pela importância que representa para a equipa e, sobretudo para que o futuro do clube seja continuadamente assegurado de forma sustentada. Quando atrás falava em construção de equipa, referia-me também à inclusão de atletas com formação no CAB. Não podemos nem devemos ignorar um assunto tão importante. Não é mais aceitável, e acreditem que não está só relacionado com a necessidade de gerir menos recursos financeiros, insistirmos no discurso ignóbil de que não é rentável apoiarmos processos de formação desportiva. De que é mais prático e confortável contratarmos jogadores já formados.

Enquanto treinador procurarei colaborar com a formação de atletas, porque eles garantem o retorno de uma qualidade fundamental: ORGULHO. Embora pareça simples, a verdade é que a inclusão destes atletas requer uma grande dedicação a esta causa. Não devemos incluir só pelo facto de serem atletas do CAB mas, principalmente, porque demonstram ambição no seu comportamento diário. O fundamental é conseguirmos uma convergência, um equilíbrio entre a nossa qualidade formativa e as contratações efetuadas.

Desculpem a abordagem aparentemente fora do contexto da pergunta mas que em tudo está relacionada. A utilização cada vez maior destes atletas e o facto de ter sido um desses atletas que assumiu um lançamento decisivo na nossa vitória frente ao Illiabum, responde de forma muito concreta à questão.

 

Há algum atleta do plantel que, por alguma razão, te tenha surpreendido ou que, na tua ótica, mereça um destaque especial?  

 

Existe neste momento um conjunto de circunstâncias e de jogadores que têm, através do seu empenhamento, avivado esta sensação aprazível de ser treinador. O clima em que temos desenvolvido o nosso trabalho é bem prova da satisfação que impera no seio da equipa. No entanto, sem qualquer desconsideração por todos os que diariamente comigo têm trabalhado, permitir-me-ão destacar o trabalho do nosso capitão: o Jorge Coelho.

O Jorge, além de ser um atleta com umas capacidades técnicas extraordinárias, tem assumido de forma exemplar a condição de capitão, cooperando com a equipa técnica em tudo o que é solicitado, apoiando todos os restantes jogadores na sua integração e demonstrando uma experiência distinta ao nível da sua capacidade de liderança. É percetível o destaque que tem conquistado ao nível estatístico tornando-o num dos melhores jogadores da Liga.

Mas, o que o torna especial é a sua condição para assegurar o cumprimento de uma atitude séria no trabalho desenvolvido e, ao mesmo tempo, depositar uma alegria enorme nas suas tarefas. É contagiante essa satisfação. Pela minha parte continuo a acreditar numa liderança técnica que admite a participação racional dos atletas no processo competitivo.      

 

És o técnico principal de uma equipa que, ao longo dos últimos anos, tem passado por muito. Como tem sido lidar com a pressão de orientar um grupo sobre o qual recaem muitas atenções?

 

Um dos estímulos de ser treinador é precisamente a necessidade constante e exigente de lidarmos com situações de grande pressão. Somos permanentemente forçados a fazer escolhas e, tal como refere o psicoterapeuta e grande escritor Augusto Cury no seu romance “Armadilhas da mente”, As escolhas implicam consciência crítica, e consciência gera atitudes, atitudes formam hábitos, hábitos constroem mudanças de comportamento.

 

É precisamente onde incide mais o trabalho de um treinador: mudar comportamentos. Adequar as atitudes que se geram no decurso do trabalho aos comportamentos que pretendemos construir para que a equipa possa produzir um determinado resultado. Naturalmente que estou preparado para que isso seja executado sempre na presença das exigências inerentes a essa eventual pressão.

Manter a concentração focada nos objetivos que formam o nosso compromisso é uma das melhores formas de minimizar a provável influência negativa que essa pressão possa gerar. Outra forma de lidar com essa pressão é orientar o grupo de trabalho através do envolvimento de cada um nas tarefas solicitadas, responsabilizando-os pelo resultado do seu empenhamento nas mesmas. Criar um compromisso coletivo.

 

És treinador há muitos anos e tens, por mérito próprio, um currículo notável de vitórias e conquistas… O que é que continua a te motivar a dares tanto de ti, dia após dia, à missão de treinador? 

 

 O primeiro motivo é decididamente continuar a sentir uma grande paixão por esta modalidade, e a par da minha profissão de professor, adoro interferir na formação de pessoas enquanto treinador. Paralelamente, muito mais significativo do que o currículo que construi, é sentir o reconhecimento de muitos atletas que trabalharam comigo. Alguns em circunstâncias de elevada exigência, de relação tensa, mas que mais tarde souberam autenticar a minha dedicação à sua evolução enquanto atletas e pessoas. Nada faria sentido se no final de um ciclo apenas restassem troféus. As amizades são significativamente superiores.

 

Em semana de aniversário, que 'prenda' gostarias de dar ao clube este ano?

 

Seria muito previsível se respondesse que gostaria de oferecer um título. Naturalmente que essa é uma grande vontade e ambição. No entanto, prefiro optar pela prudência racional de prometer muita dedicação e empenho a essa causa nobre de trabalhar, juntamente com os jogadores, para sempre dignificar o nome e a boa reputação deste grandioso CLUBE. Se assim for, acredito que os resultados surgirão como natural consequência dessa atitude.

 

E, porque estamos também em vésperas da quadra natalícia, que prenda gostavas de receber dos teus atletas?

 

 Sem querer ser repetitivo, vou arriscar responder a esta questão com uma nova frase de Augusto Cury: Um Eu maduro é um Eu desarmado, que não tem a necessidade neurótica de ser perfeito; portanto, tem maior capacidade de reconhecer erros, pedir desculpa, transformar dificuldades em crescimento.

 

Desejaria que os meus atletas tentassem sempre transformar as nossas fraquezas em forças que nos permitam alcançar resultados coletivos. Além das capacidades técnicas, se cada um contribuir com dedicação, determinação, superação, paixão pelo trabalho realizado então, certamente seremos muito mais fortes e iremos crescer com desenvolvimento. 


Vitória e Guifões discutem passagem

O encontro disputa-se, em Guimarães, pelas 21 horas, e será frente ao Guifões SC, atual décimo classificado do campeonato da Proliga. 



 

Os vimaranenses têm boas memórias desta competição, uma vez que ainda recentemente conquistaram o troféu, e são uma equipa talhada para este tipo de prova com jogos a eliminar. Para chegar à fase seguinte, os comandados de Fernando Sá defrontam um adversário do escalão inferior, são favoritos, mas em jogos com estas características, as surpresas são mais propícias de acontecer.

 

Já o conjunto de Guifões desloca-se ao Minho sem a pressão de ter que vencer o encontro, embora saiba que tem pela frente uma difícil missão. O duro teste que a equipa teve na última jornada do campeonato frente ao Dragon Force, muito provavelmente, terá servido de preparação para uma eliminatória com este grau de dificuldade.

 

 

Dia 27 de Novembro

21.30h – Salesianos O.S.J. x A. E. I.S.Técnico

 

Dia 30 de Novembro

15h – Illiabum Clube x Vasco da Gama

15.30h Galitos Barreiro Tley x U.D. Oliveirense

16h – Eléctrico F.C. x B.C. Barcelos

16.30h – Académico F.C. x Dragon Force

17h – C. D. Póvoa x Casino Ginásio

17h – Maia Basket x S.L. Benfica

17h – Atlético-MNExpresso x Esgueira/OLI

18.30h – C. Galitos x Academia do Lumiar

 

Dia 7 de Dezembro

16h – A.D. Sanjoanense x S.C. Lusitânia

 

Dia 8 de Dezembro

17h – Ovarense Dolce Vita x CAB Madeira SAD

 

Dia 16 de Dezembro

21.315h – C.F. Belenenses X Algés/UAL

 

Dia 22 de Dezembro

15.30h – Terceira Basket Clube X Sangalhos D.C.

 

 

Isentos:

Sampaense Basket

F.C. Barreirense


Portugueses no estrangeiro

O mesmo aconteceu com Fábio Lima, na LEB Ouro. Mas houve quem tivesse sido mais afortunado, conforme pode conferir no texto…

 

Em Espanha, o Andorra de Betinho Gomes não conseguiu superar o Ibersostar, na 8ª jornada da Liga ACB e perdeu, fora de casa, por 56-83, somando a 5ª derrota na prova. O português começou no banco e, nos 21 minutos que esteve em jogo, somou 4 pontos, capturando, ainda, 3 ressaltos.

 

Na LEB Ouro, o Cocinas de Fábio Lima também perdeu e voltou ao último lugar da classificação, posição que tinha deixado na ronda anterior… A equipa cedeu na receção ao Lleida, por 69-80, com Fábio a somar 12 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 23 minutos.

 

Em França, na NM1 (a 3ª divisão) os dois jogadores portugueses que atuam neste campeonato tiveram sortes distintas. Arnette Hallman ajudou o Avignon-Sorges a bater o LFBB, fora, por 77-62, com 3 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola (jogou 19 minutos), enquanto Miguel Maria, com os seus dois pontos (em dois minutos) não conseguiu evitar o desaire do Quimper na visita ao Blois, por 71-78, igualmente na 10ª jornada da prova. O Avignon-Sorges subiu ao 10º lugar; o Quimper manteve o 13º posto.

 

Nas senhoras, na Liga Feminina de Espanha, Sofia Carolina e Carla Nascimento não tiveram motivos para comemorar. A primeira, ao serviço do Zamora, perdeu em casa diante do Perfurmarias, por 62-89, e jogou 19 minutos, durante os quais somou 6 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento. A segunda, que alinha pelo Al-Qazares, marcou 2 pontos, capturou outros tantos ressaltos e fez um desarme de lançamento (em 38 minutos) sem conseguir evitar o desaire frente ao Gernika, por 60-78. O Zamora é 7º e o Al-Qazares penúltimo.

 

Na divisão abaixo, a Liga Feminina 2, Inês Faustino também não teve motivos para sorrir. O Celta Selmak perdeu em casa frente ao Cortegada, por  61-63, com a portuguesa a registar 7 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências, em 33 minutos.

 

Já o CREF Hola levou a melhor sobre o UCAM Jairis, por 91-78, e contou com a inspiração de Maria Correia, autora de 19 pontos, 4 ressaltos, 8 assistências e 2 roubos de bola, em 33 minutos. A equipa está na 3ª posição da liga B.

 

O Café Barco de Larisse Lima também ganhou. Deslocou-se ao recinto do Araski AES e venceu por 55-52, com Larisse a contribuir com 10 pontos, 9 ressaltos e 1 roubo de bola, em 32 minutos.

 

Nos EUA, a Laura Ferreira voltou a integrar o cinco inicial da universidade de South Florida, e contribuiu para uma vitória fácil sobre UNC Asheville (97-53). A portuguesa atuou durante 21 minutos, mas não esteve particularmente feliz a atirar ao cesto. Laura terminou o encontro com 3 pontos, todos da linha de lance-livre, 4 assistências e 1 desarme de lançamento. A meio da semana a equipa tinha perdido a sua invencibilidade, já que tinha perdido frente à universidade de Maryland, nº 8 dos EUA. Num jogo em que o domínio no jogo interior e a eficácia do lançamento por parte do adversário não permitiram que South Florida tivesse sido capaz de discutir a vitória. Ainda assim, Laura não esteve nada mal, como provam os 28 minutos que esteve dentro de campo e contribuiu com 10 pontos, 3 ressaltos e 1 assistência.

 

Quem continua sem vencer é a Luiana Livulo uma vez que UCLA voltou a perder este fim de semana frente à universidade do Texas (65-75). A poste portuguesa voltou a integrar o cinco inicial, mas esteve muito discreta. Apesar de não ter somado qualquer ponto, também seria impossível uma vez que não lançou ao cesto, destacou-se a assistir (3) para as suas companheiras, e provocou 4 faltas, para além de ter conquistado 1 ressalto.

 

Embora já tenha o seu futuro decidido, Daniel Relvão, também nos EUA, continua a trabalhar para surgir em Valparaíso o mais bem preparado possível para enfrentar o competitivo campeonato americano universitário NCAA. No triunfo deste fim de semana de Mountain Mission frente a Rock (52-42), o português foi determinante ao registar 15 pontos, 8 ressaltos, dois deles ofensivos, 5 desarmes de lançamento, uma das suas especialidades, e ainda ter distribuído 2 assistências. Os 11 pontos da linha de lance-livre revelam que a defesa adversária sentiu dificuldades para parar o atleta português nas suas ações ofensivas, que voltou a demonstrar a sua enorme utilidade nas tarefas defensivas, como são o ressalto e capacidade de intimidação.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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