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«Estamos confiantes»

Mesmo com um grupo renovado, após as saídas de Mery Andrade e Sónia Reis, a formação de Carcavelos não esconde as ambições e está a postos para o jogo deste fim-de-semana, diante do CAB.

 

Apesar de algumas saídas, entre reforços que chegaram e soluções que já existiam no grupo, a equipa, na sua opinião, não perdeu qualidade?

 

É óbvio que algumas alterações, como a saída da Mery Andrade e a ausência da Sónia Reis, fazem a diferença, não podemos ser presunçosos ao ponto de negar os factos.

Mas a verdade é que, atualmente, a equipa constitui um grupo equilibrado, com soluções que pretendem colmatar essa diferença da época passada.

Na minha opinião, a equipa teve que se adaptar ao conjunto de jogadoras que apresenta, exibindo um sistema de jogo diferente que com o trabalho árduo que tem sido feito não permitirá que a qualidade diminua.   

 

A 1ª fase foi competitiva ao ponto de a equipa se apresentar com mais ritmo no jogo do próximo sábado?

 

A 1ª fase não foi consistente ao nível da competitividade, pois o primeiro jogo contra a GDESSA foi mais exigente do que o jogo contra o Boa Viagem. No entanto, visto estarmos na fase final da pré-época e na fase de arranque para o campeonato, penso que tenha sido uma fase que nos permitiu ganhar mais ritmo competitivo para a que se aproxima, sim.

 

O CAB não sofreu grandes alterações no núcleo das jogadoras portuguesas. Saiu a Maria João e regressou a Joana Lopes. Continua a ser uma das equipas mais fortes da Liga Feminina?

 

Um dos aspetos que todas as equipas da Liga Feminina deste ano devem ter em atenção é nunca subestimarem o adversário. Mediante este raciocínio, considero que o CAB é um forte candidato ao título, mas também não se deve tirar conclusões numa fase tão inicial da competição, até porque no Basquetebol, nem sempre as equipas que apresentam o melhor conjunto de jogadoras são as que vencem.

 

Sendo o treinador do CAB o mesmo, e partindo do pressuposto que existirá um trabalho de continuidade, quais as maiores dificuldades que terão pela frente no jogo de sábado?

 

Apesar de o treinador ser o mesmo, a equipa não o é, assim como acontece com a Qta dos Lombos. Como já referi anteriormente, estamos numa fase muito inicial da competição e nem sempre os treinadores querem mostrar todos os trunfos, por isso não tenho muito a dizer sobre quais as maiores dificuldades relativamente ao adversário, mas apenas referir que a equipa irá estar preocupada com as dificuldades conforme as situações reais de jogo, em que a luta nas tabelas poderá ser uma a ter em conta contra o CAB.

 

A equipa assume-se como candidata à conquista de mais uma Taça Vítor Hugo?

 

Sim. Estamos confiantes e ao mesmo tempo conscientes dos aspetos que temos que melhorar, por isso embora a conquista da taça não tenha sido um dos principais objetivos delineados para esta época, caso isso aconteça, é sempre uma mais-valia para continuarmos a acreditar no nosso trabalho.


“Criaremos dinâmica difícil de bater”

O objetivo primordial é a permanência,  mas a formação de Ílhavo quer mais do que isso. Quer provar que o seu lugar é em definitivo na Liga.

 

Depois de tantos anos a treinar feminino, achou que era altura de aceitar um desafio novo?

 

Em primeiro lugar considero-me um treinador de basquetebol! Sem género ou escalão associado. Contudo, apesar de ter feito muito mais tempo de carreira no feminino, quando apareceu a proposta do Illiabum para treinar a Liga Masculina mssculina senti que era um desafio sério e estimulante. 

 

Acha que o tipo de trabalho que durante vários anos desenvolveu no CNT feminino se enquadra numa equipa sénior masculina?

 

Eu comecei a ser "treinador" aos 16 anos, quando me iniciei no mini-basquetebol do SAD. Desde então estive sempre ligado a um ou mais projetos por época desportiva (foram vários anos a treinar mais do que um escalão), o que me fez treinar todos os escalões etários de clube, seleções distritais e seleções nacionais. São portanto 20 anos a treinar basquetebol, e assim sendo tenho a certeza que todos (CNT incluídos) os segundos que passei a tentar desenvolver o jogo me vão ajudar neste novo projeto!

 

Está confiante que o Illiabum terá capacidade para ser competitiva neste regresso à Liga?

 

O Illiabum entra nesta Liga Masculina com o objetivo de atingir a permanência. 

Temos um grupo sério, equilibrado e trabalhador. Estou seguro que criaremos uma dinâmica coletiva difícil de bater, e que seremos muito competitivos na grande maioria dos jogos. O Illiabum é um clube de basquetebol, onde todos temos claro, e vamos provar, que o nosso lugar é na Liga Masculina.

 

Como caraterizaria o grupo de trabalho que tem à sua disposição?

 

Grupo é jovem, tem talento, é inexperiente mas equilibrado, e tem boa dinâmica de trabalho. Foram poucos os jogadores que já jogaram na Liga, e por isso o inicio da competição poderá ser uma fase mais difícil, mas acredito que só até  existir uma adaptação aos ritmos.

 

De que forma espera que a equipa se distinga na competição?

 

Por ser uma equipa que gosta de defender e sair rápido no contra-ataque. Acima de tudo queremos um coletivo dinâmico e versátil. 

 

Foram definidos objetivos a curto e médio prazo para o clube?

 

A curto prazo o objetivo é claramente a manutenção na Liga. A médio prazo dotar e criar um grupo de trabalho de  que possa permanecer no clube por alguns anos sempre no topo da competição, onde todos os atletas da formação tenham como meta a equipa sénior! 


“Vou confiante”

Vai poder conciliar o basquetebol com os estudos num clube que tem a ambição de subir ao principal escalão.  Não perca a entrevista.

 

 

 

 

Como surgiu este convite para jogar em Espanha?

 

Após ter demonstrado interesse em sair de Portugal e de haver a hipótese de poder estudar na faculdade em Madrid e de poder acabar lá o meu curso.

 

Esta não foi a primeira proposta que recebeu para jogar fora de Portugal. O que a levou a aceitar esta em particular?

 

Decidi aceitar esta proposta por se tratar de um clube ambicioso e que estava a formar uma equipa jovem e com objetivos que se enquadravam dentro das minhas perspetivas. É uma equipa com objetivo de subir a Liga 1, o que se torna um grande desafio.  Acho que para quem quer dar um primeiro passo fora do basquetebol português é sem dúvida um grande começo. Por outro lado, era das poucas propostas que me permitia conciliar os estudos com o basquetebol, o que era fundamental para mim.

 

A Liga portuguesa começou a ser demasiada pequena para a tua ambição como jogadora?

 

Em termos de ambição e objetivos pessoais, posso dizer que a Liga Portuguesa começava a ser limitada. Já são alguns anos a jogar nesta liga, e com o passar do tempo começou a aparecer uma certa necessidade de mudança, na tentativa de evoluir como jogadora, jogar outro basquetebol, outro nível. Mas creio que se continuasse por mais um ano, tudo dependeria do meu trabalho para continuar a evoluir. 

 

Já recolheu alguma informação sobre a equipa e a competição em que vai participar?

 

Como já referi anteriormente, é uma equipa jovem, ambiciosa com objetivos muito interessantes. Quanto à competição, ou à liga em si, tenho algumas referências e informações mas acho que é tudo muito relativo, nada melhor que a experiência para poder conhecer as coisas.

 

Vai confiante que irá conseguir um papel importante dentro da equipa?

 

Vou confiante nas minhas capacidades e pronta para trabalhar, é a única certeza que levo. Sei que se trabalhar, naturalmente vou poder ajudar a equipa e conquistar quem sabe um papel determinante dentro da mesma. 

 

Já teve alguma conversa com o treinador da equipa? Pediu-lhe alguma coisa em particular, algum conselho ou aspeto que tenha dito que seria necessário melhorar?

 

Foi das primeiras coisas quando cá cheguei, é um treinador que me conhece melhor do que eu pensava, que viu muitos jogos meus, sabe muito bem o meu tipo de jogo e a forma como gosto de jogar. No entanto com o decorrer dos treinos já foi corrigindo alguns aspetos e eu própria tive que me ir adaptando. Pediu-me sobretudo para correr e colocar a equipa a correr, mas quanto a isso penso que não tenho grandes problemas (ahah). 

 

São já várias as atletas portuguesas a jogar e Espanha. Que interpretação faz deste recrutamento feito em Portugal por equipas espanholas?

 

Cada vez mais formam-se melhores atletas em Portugal e o espelho disso são as nossas seleções dos últimos anos, o que só demonstra que esse recrutamento é uma forma de valorizar o trabalho e o talento das atletas portuguesas


Alterações Aprovadas

 

Com a aprovação das alterações por unanimidade, numa assembleia muito concorrida onde estiveram presentes quase todas as associações distritais, estão criadas as condições para o Presidente da Mesa da Assembleia Geral agendar a data definitiva das eleições aos corpos sociais da FPB.


Sampaense renovado

A começar pelo treinador, o espanhol Félix Alonso Garcia, que assumiu o comando de uma formação que, na última temporada, ficou no 3º lugar da Liga. O grupo de trabalho está já a ganhar forma e com muita juventude para despontar na Liga Portuguesa. As últimas caras novas no grupo de S. Paio de Gramaços são o três norte-americanos que prometem dar bastante “luta” nas tabelas. Kendall Timmons é base/extremo , tem 24 anos, mede 1,95m e atuava no UMF Trindavik (Islândia). Javarris Barnett também é extremo/poste, tem 25 anos, mede 2,02m e estava no basquetebol mexicano, ao serviço do Gigantes Toluca. Max Jacobsen atua na posição de poste, mede 2,06m e aos 24 anos tem uma nova experiência na sua carreira depois de atuar no Northern Arizona University, da Liga Universitária norte-americana.

 

 

 

Os três reforços juntam-se, deste modo, a Diogo Gonçalves (único atleta que transita da época passada), Diogo Ventura (ex-Algés), André Miguens (ex Eléctrico), José Miranda (ex-Dragon Force) e Rafael Wildner (ex-Estudiantes, Espanha). O próximo atleta a ser apresentado será um jogador para a posição de base, sendo que o plantel ficará completo com os jovens provenientes da formação do clube.

 

 

Objetivo: permanência

 

Pedro Veloso justifica tantas alterações no grupo com várias razões, tais como «o acentuado corte no orçamento, o tempo que demorou para o Sampaense garantir a presença na Liga e os jogadores optaram por outras soluções» e, em consonância com o treinador Felix Alonso Garcia, o clube «resolveu mudar o rumo e a sua estrutura no basquetebol», trabalhando com «uma empresa de agenciamento espanhola».

 

«Tendo em conta a excelente época que tivemos no ano passado e tendo o atual cenário, o primeiro objetivo é sem dúvida a permanência na Liga e depois, com um pouco de calma, veremos até onde podemos ir», definiu o presidente do clube. Que escalpeliza a ideia de que «para esta nova estrutura, a ambição não é fazer melhor, mas sim solidificar o novo projeto e isso só se consegue conseguindo a manutenção».

 

Tantas mexidas e tantas caras jovens não preocupam o líder. «É um grupo jovem, não são jogadores rodados na Liga, muitos inclusivamente vão estrear-se, mas quase todos são internacionais jovens. Têm cultura de basquetebol e querem ganhar a experiência que só os minutos de competição lhes dão e nós vamos dar-lhes esse tempo e espaço para ganharem experiência», garantiu Pedro Veloso.


Federação reúne com ANJB

Foi uma reunião construtiva com convergência de posições e, embora ainda não tenha sido possível chegar a um acordo final, as partes ficaram de dialogar até quarta feira ficando a convicção que, até lá, se chegará a um entendimento final de forma a não prejudicar o arranque das provas agendadas para os próximos fins de semana. 


Barcelos vence espanhóis do Cambados

 

Este jogo serviu essencialmente para treinar as rotinas da equipa, integrar os novos jogadores, já que apesar de ter mantido o núcleo duro da última temporada, o técnico José Ricardo conta com alguns jogadores novos para esta época.


«Vamos agarrar esta oportunidade»

Há limitações, até porque o clube recusa-se a entrar em euforias no momento de contratar, mas Manuel Romão acredita que o Maia Basket pode fazer uma boa temporada.

 

A permanência na LPB foi sempre um desejo do clube?

 

Claro, todos os Clubes querem estar nas melhores competições e o Maia Basket não é exceção. Infelizmente não conseguimos garantir esse direito pela via desportiva no ano passado, estando nós na Liga por desistência do Dragon Force, mas agora que tivemos esta oportunidade vamos agarrá-la com todas as nossas forças para nos mantermos neste nível competitivo, mas sempre com os pés bem assentes na terra, conscientes das nossas limitações.

 

O facto de disputarem a LPB mudou muita coisa na estrutura da equipa? Ou pelo contrário, o planeamento desta temporada já estava definido independentemente da competição em que participassem?

 

Ao nível da estrutura do Clube houve uma melhoria significativa com a chegada do Jorge Gonçalves para Diretor Desportivo, o que permitiu uma melhoria na organização do Clube. Quanto à estrutura da equipa, não houve alterações significativas, transitando quase todos os jogadores da época passada.

O planeamento foi feito conjuntamente por mim e o Jorge Gonçalves, e nas suas linhas gerais estava definido independentemente da competição em que fôssemos participar, havendo depois pequenos ajustes quando ficou definida a competição em que iriamos participar, jogar na Pro Liga ou na Liga necessariamente que existem diferenças, no entanto foi feito um planeamento tranquilo e objetivo.  

 

Na última temporada pegou na equipa já com a temporada a decorrer. Sentiu que poderia ter ajudado ou feito algo mais se tivesse tido mais tempo para desenvolver o seu trabalho?

 

Não devo fazer esse tipo de juízo de valor por respeito a um companheiro treinador, podia estar a correr o risco de avaliar o trabalho realizado pelo Vicente que com certeza fez o seu melhor. No entanto, independentemente disso, se a mudança tivesse sido feita antes do Natal, aí na minha opinião teria sido mais benéfico para mim e para a equipa porque nos dava tempo de trabalhar com a equipa aproveitando a paragem do campeonato. Os acontecimento precipitaram-se muito rápido e praticamente tive 3 treinos com a equipa antes do jogo com a Ovarense. Para mim foi muito difícil porque estava fora das rotinas da equipa, já é difícil pegar numa equipa nestas condições e ainda incutir novas rotinas é sempre complicado, é um processo que demora o seu tempo.

Mas fazendo uma análise pessoal, estou convicto que realizei um bom trabalho, para isso contei sempre com a solidariedade e colaboração dos jogadores que é sempre um aspeto fundamental para o êxito de uma equipa.

 

Aspetos do jogo que identificou como sendo necessários melhorar este ano?

 

Prendem-se fundamentalmente com a forma como gosto que joguem as minhas equipas. No ano passado praticamente fiz a gestão do que já estava definido quanto à forma de jogar da equipa como manda o bom senso; este ano posso fazer um trabalho desde o inicio.

No entanto penso que a equipa terá que melhorar o seu jogo ao nível das transições ofensivas e defensivas, aspetos que já estamos a trabalhar logo desde o início da época.

 

O plantel deste ano oferece mais qualidade e opções?

 

Claro que nós treinadores gostamos de ter várias opções mas o Maia Basket não pode hipotecar o Clube entrando em loucuras para depois não poder pagar aquilo que oferece e nesse aspeto o nosso Diretor Desportivo tem sido de um rigor extremo, deixando claro desde o início que essa seria a política de contratações: só oferecemos aquilo que podemos dar de forma que o Clube consiga honrar as suas obrigações.

Quanto ao plantel é quase o mesmo, saíram 4 jogadores: os Estrangeiros, o Ricardo Pinto e o João Diamantino. Neste momento o plantel ainda não está fechado, estamos a estudar algumas possibilidades no sentido de colmatar as lacunas por nós detetadas, vamos ver se é possível o Clube proporcionar-nos aquilo que pretendemos.

Quanto aos reforços fomos buscar 4 jovens jogadores sub 20 sendo um deles internacional que participou recentemente no europeu o Pedro Meireles, são jovens com qualidade que na minha perspetiva num futuro próximo podem acrescentar algo à equipa. Temos também na equipa o André Carvalho que jogava na Oliveirense, um jogador com qualidade que vem dar-nos mais opções para a posição 3 e 4.

Mas como já referi, a equipa não está fechada, estamos a tentar encontrar soluções para o jogo interior que neste momento está deficitário.

 

Chegar ao playoff seria um feito que teria repercussões no projeto do Maia Basket?

 

O projeto do Maia Basket é um projeto a médio prazo, passa essencialmente por consolidar primeiro a sua continuidade na Liga, se conseguirmos mais alguma coisa ótimo, mas temos consciência das dificuldades que vamos enfrentar, as equipas na sua generalidade reforçaram-se com qualidade. Tirando o Benfica, penso que o campeonato vai ser muito equilibrado e competitivo.

Sabemos que temos um caminho muito difícil pela frente, estamos conscientes disso, mas “o caminho faz-se caminhando” e todos os dias vamos trabalhar cada vez mais e melhor para podermos atingir os nossos objetivos.

 

O que se pode esperar de uma equipa treinada por si?

 

Uma equipa treinada por mim defende bem (aspeto a que dou bastante importância), com agressividade e intensidade para depois partir em transições rápidas, que no ataque procura circular a bola assente num jogo coletivo tirando partido das características dos jogadores.

Pretendo uma equipa solidaria com grande espirito de equipa e que trabalhe nos limites todos os dias para podermos enfrentar juntos a época que vai começar.


Willis Hall assina pelo Lusitânia

O Sport Club Lusitânia continua a reforçar a sua equipa de basquetebol,  já que confirmou a aquisição do norte-americano Willis Hall, atleta proveniente do Charleston Atlethics, da competitiva NCAA, e que, com 1.98 metros de altura, vem, sobretudo, reforçar o jogo interior da formação insular. 

 


Oliveirense contrata Miles Walker

Walker é um poste de 24 anos (2,03 metros e 113 kg), nascido em Houston (Texas), e que, em 2013, jogou no Cader de Montevideo, equipa da Liga Metro do Uruguai, alinhando em 14 jogos, tendo alcançado médias de 16 pontos e 11,3 ressaltos.

 

Depois de a época terminar em Julho, Miles Walker pretendia regressar à liga Uruguaia mas o falecimento de um familiar determinou a sua permanência nos Estados Unidos da América, tendo em Maio deste ano participado num “tour” na China.

 

O jogador tem a particularidade de, um ano antes (2012), ter interrompido a carreira de basquetebolista para jogar numa equipa de futebol americano da sua universidade.

 

Com o ingresso de Miles Walker, a Oliveirense assegura a sétima aquisição para a segunda época consecutiva na Liga Portuguesa de Basquetebol.

 

Para além do também norte- americano McNeail, o técnico Rui Alves conta ainda com os reforços Hélder Carvalho (ex- Sampaense), Eduardo Guimarães (ex-Dragon Force), Augusto Sobrinho (ex-Lusitãnia dos Açores), David Gomes (ex- Basquete de Barcelos) e Pedro Soares (ex-Illiabum).

 

A equipa de Oliveira de Azeméis apresenta-se aos adeptos no próximo domingo, às 17.30 horas, num jogo frente ao Basquete de Barcelos 


Tanisha MC Tiller reforça Boa Viagem

Mas não é a única atleta a integrar o plantel açoriano, já que a também norte-americana Myneshia McKenzie, proveniente da Rider University, e a lusa Vitória Pacheco, que na última temporada representou o Algés, chegaram igualmente a acordo com a formação da cidade da ilha Terceira 


Blake Poole é reforço para o Lusitânia

Antes de rumar à Alemanha, o atleta representava o St. Martins College da NCAA2. Blake tem 1.98 metros e vem reforçar o jogo interior  da equipa açoriana.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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