Artigos da Federaçãooo
Vitória (56-50) e derrota (46-47) nos jogos com a Holanda
Com o apoio da autarquia de Terras do Bouro, foi possível a realização de um estágio naquela região minhota, que incluiu dois jogos particulares com a congénere da Holanda (selecção que milita na Divisão A), além de um primeiro com o SC Braga, 3º classificado na fase final do Nacional da 2ª Divisão Feminina. Depois do triunfo folgado sobre a equipa bracarense (75-34), a selecção lusa bateu as holandesas (56-50), tendo a Holanda rectificado no dia seguinte ao vencer tangencialmente (46-47).
As portuguesas lideraram sempre a partida desde o início chegando inclusive a dilatar o resultado para 11 pontos de diferença a meio do 2º período (27-16). Nessa altura a Holanda mudou a sua estratégia defensiva para zona voltando a reequilibrar o jogo, zona essa que não mais alteraria até final. Ao intervalo Portugal saía a vencer por 7 pontos (32-25). No segundo tempo a toada foi sempre a mesma, com muito equilíbrio, tendo a Holanda encostado no marcador aos 47 e aos 50 pontos. No final as lusas foram física e animicamente mais fortes, sagrando-se justas vencedoras. Parciais (16-14, 16-11, 11-17 e 13-8). Derrota pela diferença mínima no 2º jogoNo 2º jogo realizado pelas Sub 20 femininas portuguesas, esta sábado, contra a Holanda, o conjunto luso já não conseguiu repetir a façanha do dia anterior, perdendo desta feita pela margem mínima (46-47). Portugal até começou bem a partida chegando ao final do 1º período a vencer por 10 pontos (18-8), porém, inexplicavelmente realizou de imediato um parcial desastroso (2-21) que viria a condicionar todo o jogo. Falhando inúmeras situações de cesto fácil brilhantemente construídas, ia dando alguma motivação ao adversário que estava controlado enquanto que aumentava os seus níveis de frustração. Corrigindo a situação no 3º período (10-9) e passando para a frente do jogo a partir do minuto 37 (44-42), viria no entanto a pagar caro o esforço realizado permitindo que a Holanda passasse para a frente com um lançamento triplo, a 2,6 segundos do final ao qual, mesmo após desconto de tempo pedido, já não viria a conseguir reagir. Fica a reação das sub-20 portuguesas e a ideia segura de que podem fazer bem mais tal foi a garra e atitude demonstrada perante os momentos menos conseguidos. Os parciais foram 18-8, 2-21, 10-9 e 16-9 tendo jogado todas as 12 convocadas. Domingo jogam novamente com a Holanda pelas 11h.O seleccionador Eugénio Rodrigues contou com as seguintes 15 jogadoras:Ana Granja Santos (Olivais FC) Cesária Ucalam (Martigny/Suiça) Inês Veiga (Olivais FC) Inês Viana (CRCQ Lombos) Jessica Costa (Montijo BB) Joana Canastra (Algés) Joana Cortinhas (Académico FC) Joana Soeiro (Algés) Joséphine Filipe (Olivais FC) Leonor Cruz (CD Torres Novas) Mafalda Guerreiro (CRCQ Lombos) Nádia Fernandes (GDEMA Menéres) Raquel Jamanca (Montijo BB) Sara Dias (Académico FC) Sofia Pinheiro (AD Ovarense)ResponsáveisVítor Duarte (dirigente)Eugénio Rodrigues (seleccionador)Pedro Leite (secretário)Rita Mansilha (fisioterapeuta)
Sub-18 preparam Europeu A
A equipa treinada por Mariyana Kostourkova iniciou este sábado, na Cruz Quebrada, a sua preparação, num estágio que se prolonga até ao próximo dia 22 de Junho. Nos documentos relacionados desta notícia poderá ficar a saber quais as 15 atletas convocadas para esta 2ª ação.
Uma vez mais, a capacidade e rigor organizativo demonstrados por todos aqueles que, direta ou indiretamente, estiveram ligados ao sucesso do último Europeu de Sub-16 feminino, disputado em Matosinhos, levaram a que a FIBA Europe voltasse a confiar na FPB para organizar mais um Europeu, desta vez no escalão de Sub-18 Femininos.Entre os 17 e 27, os adeptos portugueses terão a oportunidade de acompanhar ao vivo as melhores seleções europeias desta categoria, e onde estarão presentes as futuras estrelas do basquetebol feminino do velho continente.Portugal está incluído no Grupo D, juntamente com a Itália, República Checa e Suécia, e o jogo de estreia da equipa portuguesa está marcado para o dia 17, às 21.15 horas, frente à seleção sueca. Espera-se que este evento volte a impressionar toda a Europa, não só do ponto de vista da organização, bem como no entusiasmo e multidões que arrastará aos jogos. Será inevitavelmente mais um momento histórico na curta carreira das jovens atletas que fizerem parte do grupo final, que tudo irão fazer para corresponder às expectativas e esperanças dos adeptos portugueses.
Não podemos criar a ilusão de que a Estónia é fácil de bater
Ontem quando chegámos, à saída do Aeroporto de Tallinn, chovia e a temperatura não era nada parecida com a que suportámos no último dia passado em Portugal, bastante acima dos 20ºC. Hoje quando saímos ao final da manhã em direcção ao Audentes Sport Hall, para a equipa nacional fazer um treino de duas horas (12H00/14H00), não chovia mas sabia bem um agasalho (temperatura a rondar os 12ºC).
A Estónia pertence à Comunidade Económica Europeia (CEE) e julgamos que já este ano aderiu à moeda única, tal como a sua vizinha Letónia, pois constatámos isso há uma semana quando estivemos em Riga, a propósito do Letónia-Portugal, referente à 1ª jornada do EuroBasket Feminino. O preço dos combustíveis é muito mais barato do que no nosso país. Ainda hoje quando íamos a caminho do treino vimos anunciado gasolina 95 octanas a 1,309 €/l e gasóleo a 1,279 €/l, valores abaixo dos praticados em Portugal. Do que nos foi dado perceber numa ida a um supermercado ontem a meio da tarde, localizado mesmo ao lado do hotel (100 metros), os preços dos alimentos não são mais caros do que aí. O nosso adversário de amanhã é daqueles que se tem cruzado mais vezes connosco, nos últimos anos, ainda que desde 2009 as duas selecções, a nível sénior, não se tenham encontrado, em jogos a contar para os Campeonatos da Europa. Mas já sob o comando de Ricardo Vasconcelos, no ciclo de jogos de preparação para o Europeu de 2011, a selecção nacional sénior esteve aqui em Tallinn, no verão de 2010, para fazer 2 jogos de controlo com a Estónia, tendo viajado desde Londres, onde tinha ido jogar com as inglesas, na altura já em preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. Perdemos um e ganhámos outro, já jogavam algumas das estonianas que amanhã irão estar no Audentes Sport Hall, a partir das 18H00 locais (16H00 em Portugal), para o encontro da 3ª jornada da fase de qualificação do EuroBasket Feminino, Grupo C. Estamo-nos a referir concretamente a Pirgit Püü (base, 1,70m), Merike Anderson (base/extremo, 1,80m), Vive-Kai Rebane (extremo/poste, 1,83m) e Valeria Kast (poste, 2,01m). Feita esta introdução, importava auscultar a opinião do seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos, que fez a sua habitual antevisão ao jogo com a Estónia: «Temos pela frente uma equipa que acima de tudo faz do contacto físico a sua arma mais forte. Se é verdade que ainda não ganhou nenhum jogo, também é verdade que é o segundo jogo consecutivo em casa, ou seja não têm o desgaste das viagens que nós temos tido de 3 em 3 dias. Penso que é um adversário possível de bater, mas não podemos criar a ilusão de que é uma equipa fácil de ganhar.». Quanto à estratégia a utilizar para conseguir alcançar os nossos objectivos, o nosso interlocutor foi breve, mas claro: «O controlo da tabela, o controlo do ritmo do jogo e a forma como vamos atacar o bloqueio directo, serão decisivos para o desfecho do encontro.».Recordar apenas que a Estónia soma duas derrotas: com a Itália por 58-66 (em Lucca) e com a Letónia por 56-74 (aqui em Tallinn). Por sua vez Portugal baqueou em Riga (61-71), com a Letónia e superou a Itália em Coimbra (54-52).
Dia para recuperar energias e ajustar hábitos
A viagem correu bem mas as duas horas de diferença horária (aqui são mais duas horas que em Portugal) fazem sempre mossa, nos hábitos do quotidiano de cada um. É nas horas de sono, nas horas das refeições, enfim é todo um balanço de tempos diário que fica alterado. Saímos de Lisboa às 07H25 no voo LH 1173 com destino a Frankfurt, onde aterrámos uns 20 minutos antes da hora prevista (11H30). A ligação para Tallinn atrasou, pois em vez de o voo LH 882 ter partido às 12H55, saiu com 25 minutos de atraso. Chegámos assim à capital da Estónia já passava das 16H30 locais (mais duas horas que em Portugal). Recolhidas as bagagens sem qualquer contratempo, tínhamos um elemento da Federação Estoniana à nossa espera e poucos minutos decorridos estávamos num autocarro a caminho do hotel, onde ficaremos instalados até à próxima 2ª feira, dia do regresso a Portugal. É já a 3ª vez que estamos em Tallinn, sempre com a selecção sénior. Se não nos falha a memória as estadias anteriores aconteceram em 2006 (Europeu 2007) e 2008 (Europeu 2009), ainda com Carlos Portugal como seleccionador, em que a 1ª volta era num ano e a 2ª volta no ano seguinte. Das duas vezes ficámos no Hotel Orhu, em que a alimentação era para esquecer, particularmente na quantidade. Vencemos de ambas as vezes, em qualquer delas por margens mínimas, após jogos muito disputados e complicados. Eram os tempos de Susana Soares, Gilda Correia, Fátima Silva, Sofia Ramalho, Carla Freitas, Joana Lopes, Sónia Reis, Paula Muxiri, Sara Filipe,Tamara Milovac, etc. e começava a afirmar-se a actual capitã lusa, Carla Nascimento. Isto para dizer que em jogos relativos aos Europeus de Seniores Femininos, na altura ainda havia Divisão A e Divisão B (onde Portugal militava), nunca perdemos com a Estónia, nesse tempo já sob o comando de Janus Lenkoi, treinador estoniano ligado há largos anos à Universidade local (Audentes) onde é professor. A primeira vez que nos cruzámos foi no verão de 2006, no Campeonato da Europa de Sub-18 femininos, Divisão B, em Chietti (Itália), ele como treinador principal da Estónia e nós como chefiando a delegação portuguesa, sendo o ano da estreia de Mariyana Kostourkova como seleccionadora de Sub-18. Nesse campeonato Portugal só perdeu um jogo (precisamente contra a Estónia) e ficou fora dos 8 primeiros, num desempate a três (Estónia, Bósnia e Herzegovina e Portugal), por um ponto. Mariyana Kostourkova lembra-se bem disso, porque são coisas que deixam marcas. Depois ganhámos os jogos todos da série dos últimos, ficando em 9º lugar na classificação geral.Esta sexta a equipa não treinou, por opção do seleccionador. Amanhã fará 2 treinos, o primeiro ao final da manhã (12H00/14H00) e o segundo ao final da tarde/início da noite (19H00/20H00), para cumprir o preceituado na regulamentação FIBA (a equipa forasteira tem direito a treinar na véspera do jogo, num horário que apanhe a hora do jogo).No domingo (dia do encontro) haverá apenas um treino de uma hora, de manhã (10H00/11H00). Na comitiva portuguesa acabou por se integrar a base/extremo madeirense Mª João Correia (CAB Madeira), contrariamente ao que estava previsto (só faria os 3 jogos da 2ª volta). Mais uma solução à disposição de Ricardo Vasconcelos, que entrará na rotação das jogadoras exteriores.Hoje é dia para recuperar energias, que serão bem precisas para o compromisso com a Estónia, adversário que até ao momento ainda não venceu (derrotas com a Itália, em Lucca, por 58-66 e com a Letónia, aqui em Tallinn, por 56-74), ocupando por isso a cauda da tabela classificativa. A liderança pertence à Letónia que soma duas vitórias em outros tantos jogos. Portugal é segundo (uma vitória com a Itália, por 54-52 e uma derrota com a Letónia, por 61-71), em igualdade pontual com as italianas, que estão na 3ª posição.
Treinadores em formação na Amadora
Vinte e cinco treinadores estarão reunidos durante três dias para cumprirem a primeira fase do curso.
Este será o primeiro de três momentos do segundo Curso de Treinadores de Grau 3 realizado no âmbito do Novo Plano Nacional de Formação de Treinadores. O professor Olímpio Coelho será novamente o Director de Curso, cumprindo este ano 40 anos ligado à Formação. Estará acompanhado de António Paulo, formador residente habitual e de José Ricardo Rodrigues que este ano se irá estrear como formador de Grau 3, sendo anteriormente um dos professores residentes dos Cursos de Grau 2. Dimas Pinto, Mário Gomes, Rui Alves, Moncho Lopez farão igualmente parte do corpo de formadores.Na abertura do curso, estiveram presentes Mário Saldanha (presidente da FPB), Rui Saldanha (Vice-presidente da FPB), Rui Fontinha (Director da ESSCP) e Miguel Pereira (Presidente da ANTB).Mário Saldanha enalteceu o trabalho realizado pela Escola Nacional do Basquetebol e o esforço feito para disponibilizar variados momentos de formação aos treinadores. Relembrou ainda que este será o último curso onde estará presente nas funções que actualmente ocupa.Já Rui Fontinha, dando as boas-vindas, desejou a melhor sorte aos formandos enaltecendo a qualidade das novas instalações.Já a intervenção de Miguel Pereira foi no sentido de incutir nestes novos formandos de Grau 3 o espírito de entreajuda e a necessidade de “remar todos no mesmo sentido” para podermos melhorar o nosso basquetebol.Para finalizar, Jorge Fernandes, Diretor da Escola Nacional do Basquetebol agradeceu o apoio dado pela Escola Seomara da Costa Primo, mas focou igualmente as escolas dos restantes formadores que disponibilizaram os seus professores para estarem presentes em mais um momento de formação.A Escola Nacional de Basquetebol deseja um bom curso a todos os formandos e formadores!
Conselho de Arbitragem da ABC conta com 23 novos juízes para a época 2014/2015
O novo curso de juízes de basquetebol teve inicio a 22 de Fevereiro e terminou no fim-de-semana 07 e 08 de Junho, na Figueira da Foz, no âmbito da 9ª Edição do Torneio de Basquetebol Rui Roxo.
No decorrer do torneio os juízes tiveram oportunidade de assistir a preleções de diferentes temáticas e de atuar em jogos do referido torneio.No final ficaram aprovados 23 juízes que irão integrar o quadro de juízes regionais na época 2014/2015.O CAD Coimbra congratula-se com incorporação de gente nova no seio da arbitragem, desejando a todos uma carreira cheia de sucessos.Um agradecimento ao Ginásio Clube Figueirense pela forma cordial como receberam esta iniciativa.
Dia do Minibásquete
Este ano a atividade contou com a presença do Presidente do Comité Nacional de Minibasquete, Sr Mário Batista, tendo no final do evento, além da distribuição das camisolas alusivas à data, foram também entregues as bolas das Escolas Portuguesas de Minibasquete a todos os clubes presentes.Mais uma vez agradecer a todos os envolvidos, desde encarregados de educação, dirigentes, e voluntários que colaboraram nas funções de arbitragem.Até para o ano!!
Torneio 24 Horas
Nos próximos dias 14 e 15 de Junho de 2014, irá realizar-se um Torneio de 24 Horas no Ginásio Sede do FC Barreirense, estando o mesmo inserido nas comemorações do “50º Aniversário dos Jogos Juvenis do Barreiro”.Estão programados diversos jogos, desde os escalões mais jovens até aos veteranos, tanto masculinos como femininos.Contar-se-à com a presença do FC Barreirense, GD ESSA, Galitos FC, Seixal FC e CAD Setúbal.
A força do colectivo no cumprimento do plano traçado
Depois de termos comandado durante quase 31 minutos (30:40), à entrada do minuto 40, perdíamos por um ponto (51-52). Mas numa clara demonstração de grande confiança a veterana da selecção lusa, Ana Oliveira, selou a sua atuação com a sua 3ª bomba, a 42 segundos da buzina. Estava feito o 54-52 que viria a ser o resultado final. Portugal liderou o marcador logo desde o apito inicial.
Na sua primeira actuação em solo luso, a selecção nacional feminina recebeu em Coimbra a forte e credenciada congénere de Itália, em jogo referente à 2ª jornada da fase de qualificação do EuroBasket 2015, Grupo C.A realização deste compromisso, pese o empenho de Luís Santarino, presidente da AB Coimbra e da sua equipa, acabou por se traduzir em custos para a FPB que não estavam previstos. Apenas foi possível a utilização gratuita do pavilhão para treinos e jogo, naturalmente cedido pela autarquia local, a quem agradecemos na pessoa do vereador do pelouro do Desporto, Carlos Cidade. Um agradecimento ao líder associativo que conseguiu garantir a logística dos transportes internos para as duas selecções, dos respectivos hotéis para o pavilhão tanto para os treinos como para o jogo, sem custos para a FPB. Foi uma vitória histórica pois nunca havíamos ganho à Itália. A última vez que nos havíamos defrontado, em seniores femininos, tinha sido na fase de qualificação disputada em Limerick (Irlanda) em Maio de 2001 e a selecção transalpina venceu folgadamente. No 1º quarto (16-8) a superioridade das comandadas de Ricardo Vasconcelos começou a desenhar-se logo nos primeiros ataques (8-2 no minuto 3), graças a 2 triplos consecutivos de Ana Oliveira (foram dela os primeiros 5 pontos da equipa) e Daniela Domingues, obrigando o treinador italiano a parar o jogo (minuto 3). As nossas representantes jogando com bastante concentração e eficácia chegaram a 16-5, com novo triplo, desta feita da autoria de Inês Faustino, no minuto 8. A rotação imprimida pelo treinador luso permitia jogar-se a um ritmo intenso, com transições rápidas. No 2º período (8-18) a Itália fez o que lhe competia. Melhorou a sua eficácia de lançamento, particularmente nos duplos (passou de 14% para 44%), manteve a supremacia nas tabelas (14-17 ressaltos) e Giorgia Sottana confirmava os seus dotes de atiradora (2/3 nos triplos), com Lavinia Santucci a fazer estragos na área pintada (4/5 nos duplos). Foi assim que as italianas passaram para a frente no minuto 18 (22-23) por intermédio de Santucci, com Ricardo Vasconcelos a pedir novo desconto de tempo. Mas num contra-ataque Sottana triplou para os 22-26 (minuto 19) e foi da linha de lance livre que Portugal reduziu para 24-26, resultado que se verificava ao intervalo, mas não espelhava a superioridade da nossa equipa, que esteve na frente durante 16 minutos e meio. No 3º quarto (16-7) o seleccionado luso voltou a imprimir uma toada forte, aliado a uma defesa mais eficaz. Passámos a dominar as tabelas (22-21 ressaltos), não permitindo qualquer ressalto ofensivo ao adversário neste parcial e aumentámos a percentagem nos tiros do perímetro (de 27% para 36%), com 5 triplos em 14 tentativas. Igualando o marcador (32-32) no minuto 24, com um triplo de Carla Nascimento, a esgotar o tempo de ataque, Portugal recuperou a liderança logo no minuto seguinte, através de Sofia Carolina. Acto contínuo o treinador transalpino parou de novo o cronómetro (minuto 25), mas Laura Ferreira, da linha de lance livre após ter provocado uma falta anti-desportiva fazia 36-32 (3ª falta de Raffaella Masciadri) e Ana Oliveira, com duas entradas decididas elevava para 40-33 (minuto 29), resultado ao cabo de 30 minutos de jogo.No último período (14-19) as pupilas de Ricardo Vasconcelos tiveram o jogo perfeitamente controlado até ao minuto 37 (51-42), quando alcançaram pela 3ª vez a vantagem de 9 pontos, depois de 42-33 (minuto 31) e 47-38 (minuto 34). Ainda para mais com duas jogadoras importantes de Itália (Masciadri e Sottana já com 4 faltas desde o minuto 34), nada fazia prever a quebra lusa. Alguns erros defensivos e pouca iniciativa em termos ofensivos permitiram que as italianas se aproximassem perigosamente, com 3 triplos consecutivos: Spreafico (51-46, no minuto 37, numa jogada de 4 pontos, com falta convertida), Masciadri (51-49, à entrada do minuto 38) e novamente Masciadri (a virar o resultado para 51-52, ainda no minuto 38). Até que aconteceu o momento de inspiração de Ana Oliveira a fazer o 54-52, com um triplo do meio da rua, proporcionando uma vitória histórica para as cores lusas. Resultado: Portugal 54-52 Itália No final do encontro registámos o habitual comentário do seleccionador Ricardo Vasconcelos: «Esta vitória histórica enche-nos de orgulho e satisfação e tenho a percepção de que o grupo a merecia. Preparámos o jogo conscientes de que era possível ganhá-lo, mesmo sabendo que era difícil e penso que cumprimos o plano traçado de forma bastante regular. Foi fundamental o aumento da percentagem de 3 pontos, como já tínhamos referido, aliado à qualidade defensiva que apresentámos ao longo do jogo. Entrámos nesta qualificação como outsiders e não é uma vitória contra a Itália que nos faz iludir ou mudar a forma como trabalhamos.».Destaque na selecção portuguesa para o colectivo, que voltou a fazer um jogo de sacrifício. De qualquer forma cumpre-nos salientar a prestação de Ana Oliveira, MVP da partida (17,0 de valorização) ao contabilizar 15 pontos, 5/10 nos lançamentos de campo repartidos por 2/4 nos duplos e 3/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres. Além de ter sido também a melhor marcadora do encontro, alguns dos seus cestos foram obtidos em momentos cruciais, nomeadamente os 2 triplos do 4º período (a fazer 45-38 e 54-52, a selar o resultado), sem esquecer os 2 duplos no 3º quarto (38-32 e 40-33), com entradas decididas a atacar o cesto. Foi muito bem acompanhada por Carla Nascimento (7 pontos, 1/3 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e 4 roubos), Sofia Carolina (9 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres) e Daniela Domingues (8 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e duas faltas provocadas). Bons contributos ainda de Laura Ferreira (5 ressaltos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Lavínia Silva (2/2 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Inês Faustino (7 pontos, 1/1 nos triplos, 2 ressaltos defensivos e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres). Na selecção italiana a mais valiosa foi a extremo Giorgia Sottana (8 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 7 assistências, 1 roubo e uma falta provocada), seguida de Lavinia Santucci (9 pontos, 4/7 nos duplos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres), Chiara Consolini (7 pontos, 3/3 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres), Laura Spreafico (9 pontos, 2/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres) e Raffaella Masciadri (8 pontos, 2/8 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas). Em termos globais Portugal foi mais eficaz nos triplos (37%-30%), ganhou a luta das tabelas (29-26 ressaltos) particularmente na tabela defensiva (23-19), cometeu menos erros (18-19 turnovers), roubou mais bolas (12-6) e provocou mais faltas (18-17), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (69%-67%) ao converter 11 das 16 tentativas contra 8 em 12 tentados do adversário. Por seu turno a Itália teve maior eficácia nos lançamentos de campo (37,5%-38%) e nos duplos (38%-43%), foi ligeiramente mais colectiva (15-16 assistências) e ganhou a tabela ofensiva (6-7 ressaltos). Ficha de jogoPavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em CoimbraPortugal (54) – Carla Nascimento (7), Daniela Domingues (8), Ana Oliveira (15), Lavínia Silva (5) e Sofia Carolina (9); Laura Ferreira (3), Inês Faustino (7), Mª João Correia e Michélle BrandãoItália (52) – Francesca Dotto (6), Chiara Consolini (7), Martina Fassina, Raffaella Masciadri (8) e Maria Laterza; Martina Crippa, Lavinia Santucci (9), Giorgia Sottana (8), Cecilia Zandalasini (3), Chiara Pastore (2) e Laura Spreafico (9)Por períodos: 16-8, 8-18, 16-7, 14-19Árbitros: Keith Williams (Inglaterra), Tomislav Vovk (Croácia) e Eric Bertrand (Suiça) No intervalo do encontro a capitã Carla Nascimento recebeu das mãos do presidente da FPB, Mário Saldanha, uma singela lembrança relativa à sua 100ª internacionalização, atingida na campanha europeia de 2013, mais precisamente no jogo com Alemanha, disputado na fase de qualificação em Ramla (Israel). Completou ontem 109 internacionalizações. No outro jogo da 2ª jornada, Grupo C, a Letónia venceu a Estónia, em Tallin, por 74-56, isolando-se no comando da classificação, com duas vitórias.A comitiva portuguesa parte hoje (5ª feira) para Lisboa, após o pequeno-almoço, almoçando já na capital. Ao final da tarde a equipa treina no Pavilhão LORD da FMH, na Cruz Quebrada e depois pernoitará numa unidade hoteleira em Carnaxide. A alvorada na 6ª feira será bem cedo pois o voo LH1173 que nos levará até Frankfurt tem a partida marcada para as 07H25. Naquele aeroporto alemão apanharemos a ligação para Tallin, onde está prevista a chegada às 16H15 locais. Na capital da Estónia, a comitiva lusa ficará instalada no Hotel Shnelli, nosso poiso até à próxima 2ª feira, já que defrontaremos a selecção anfitriã no domingo (dia 15), a partir das 18H00, no Audentes Sports Arena, em jogo da 3ª jornada que assinala o final da 1ª volta.
UD Vilafranquense Sub 12 vence Título Regional de Lisboa
O jogo de atribuição do 1° e 2° lugar terminou com a vitória da UDV sobre o Sport Algés e Dafundo por 62-54.
Já a ansiar pela próxima época
Mais uma vez estiveram presentes equipas de diferentes associações: Basket Calvão, C.P. Esgueira e Illiabum Clube (A.B. Aveiro), ATC (A.B. Braga), Juvemaia e S.C. Coimbrões 1 e 2 (A.B. Porto), para além da além da equipa da casa, Olivais Coimbra (A.B. Coimbra).Ao contrário dos anos anteriores, a Etapa que encerra este Circuito exclusivamente feminino, foi apenas de um dia. Apesar de preferirem o formato de dois dias, as nossas atletas tiveram uma agenda totalmente preenchida, com 6 jogos ao longo do dia. Na parte da manhã, as equipas estavam divididas em dois grupos, tendo a nossa equipa defrontado as equipas do Colégio Calvão, S.C. Coimbrões 1 e Juvemaia. Após o almoço e, em função da classificação, as equipas foram reagrupadas e na parte da tarde foi vez de defrontar as equipas do Illiabum, S.C. Coimbrões 2 e ATC.Antes do almoço foi tempo de tirar uma fotografia de equipa, que nos foi oferecida num pequeno diploma de participação na cerimónia de encerramento, bem como os autocolantes da etapa e uma bola de minibasquete.Chegava assim ao fim mais uma Etapa, mais uma edição do Circuito Ticha Penicheiro, com a presença da nossa equipa de Minis 12 Femininos. O balanço foi muito positivo, sendo uma excelente oportunidade para as mini atletas do Oivais defrontarem equipas exclusivamente femininas e de outros pontos do país, divertindo-se com esta excelente modalidade.Esperamos poder repetir para a próxima época.Resta agradecer aos pais que acompanharam as equipas ao longo de todas as Etapas, pelo apoio constante e pela possibilidade de transporte para estes grandes eventos. Muito obrigado a todos, serão sempre uma peça fundamental e indispensável para o sucesso da participação da equipa.
3ª Ação – Jogos de Preparação
Depois de um curto estágio no Jamor, Eugénio Rodrigues vai ter a oportunidade de observar as atletas convocadas em competição, já que nesta 3ª ação estão previstos a realização de 4 jogos de preparação. Nos detalhes desta noticia poderá saber o calendário dos jogos, bem como as eleitas que integram este estágio.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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