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NDAP vence Benfica e apura para a Fase Final

No ano em que a representatividade da AB Leiria, nas provas nacionais femininas, passou para a Zona Sul, a equipa liderada por Celso Casinha lançou-se num longo desafio de tentar contrariar o poderio expresso nos últimos anos por parte das equipas representantes da AB Lisboa e AB Setúbal.Com uma geração de atletas com enorme potencial, a equipa de Pombal tentará agora bater-se prontamente com Carnide, Desportivo da Póvoa e CPN. A Fase Final disputar-se-á nos próximos dias 6,7 e 8 de Junho, no Pavilhão Municipal de Ermesinde.Ao agentes desportivos do NDAP, à sua equipa técnica e , particularmente a todas as jogadoras, deseja a AB Leiria que esta Fase Final seja altamente gratificante e enriquecedora do processo de formação desportiva de todas as atletas. O historial deste clube sai enriquecido com esta presença, dignificando as suas cores, a cidade de Pombal e a Associação distrital que representam.Bons cestos!


Preparação prossegue em Almada com treinos bidiários

A preparação tendo em vista a participação na fase de qualificação do EuroBasket 2015, com a competição a ter início a 8 de Junho na Letónia (Riga) para terminar a 25 do mesmo mês contra a Estónia (em Carcavelos), com os 6 jogos a serem efectuados num período extremamente curto (18 dias de calendário), o mesmo é dizer que se joga de 3 em 3 dias (fora ao domingo e em casa à 4ª feira). Será uma maratona de viagens a Riga, Tallin (Estónia) e Ragusa (Itália), a saltitar de aeroporto em aeroporto e com escalas em todos os percursos.Face às lesões contraídas no estágio da Eslovénia (Michélle Brandão, Aurélie Pinto e Lavínia Silva) o seleccionador Ricardo Vasconcelos não teve outra alternativa senão convocar mais duas jogadoras para completar o grupo de 12 (mínimo para se poder trabalhar visando jogos competitivos e duros como serão os que nos esperam).Lista das convocadas (14):Ana Oliveira (AD Vagos)Aurélie Pinto (Brive Correze/França)Carla Nascimento (CB Al -Qazáres/Espanha)Chelsea Guimarães (Algés)Daniela Domingues (AD Vagos)Dora Duarte (Algés)Francisca Braga (Lousada AC)Inês Faustino (Algés)Jessica Almeida (Cochise College Athletics/EUA)Joana Canastra (Algés)Laura Ferreira (GDESSA)Lavínia Silva (Algés) Michélle Brandão (Univ. Old Dominion/EUA)Sofia Carolina (Cadi ICG S./Espanha)Responsáveis:Ricardo Vasconcelos (seleccionador)José Araújo (treinador-adjunto)Nuno Manaia (secretário)Bárbara Rola (fisioterapeuta)José Tolentino (dirigente)O programa inclui treinos bidiários (de manhã e de tarde), com excepção do último dia (6ª feira) em que só se treina de manhã, regressando as jogadoras a suas casas, após o almoço, para gozarem a última folga, antes do início da competição. Voltarão a concentrar-se no domingo (dia 1), véspera da partida para o Luxemburgo (2ª feira), onde a selecção lusa fará os 2 últimos jogos de preparação (a 3 e 4 de Junho), com a congénere luxemburguesa, no caminho para a Letónia, só viajando para a capital (Riga) no dia 6 (6ª feira).


Eugénio Rodrigues: «Vou ficar na Dinamarca»

Mas o clube decidiu não continuar com a equipa sénior e propôs-lhe outro projeto, que declinou, por pretender continuar a trabalhar no setor feminino. Por isso aceitou o convite do BMS – Falcon, onde vai trabalhar na próxima época. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.

Balanço positivo desta sua primeira época na Dinamarca?Estou bastante satisfeito com esta primeira época fora de portas. Como devem calcular, eram mais as dúvidas do que as certezas e basicamente não tinha um único ponto de referência ou comparação que não fossem as minhas convicções ou ideias sobre o basquetebol. Pessoalmente, creio que foi bastante construtivo a todos os níveis e os feedbacks que obtive de terceiros foram igualmente nesse sentido.Os resultados desportivos ficaram aquém das suas expectativas ou do clube?Não, muito pelo contrário. Ficamos em 6.º lugar, tendo atingido os quartos de final da competição. O Vaerlose BBK tinha como objetivos exclusivos a manutenção, sendo que atingir o playoff era uma miragem, quase uma utopia, mais até como fator de motivação para o grupo de trabalho, do que para a própria Direção. Inicialmente conseguimos fugir aos lugares de despromoção para depois ultrapassar outros adversários de modo a atingir o playoff. Já no playoff, lográmos vencer mais dois adversários, teoricamente mais fortes e competitivos do que nós e assim atingir os já referidos quartos de final. O resultado foi de tal forma surpreendente que “obrigámos” o Clube a alterar jogos marcados para o pavilhão para realizarmos a última fase da competição…Na sua opinião, o que faltou para que a equipa conseguisse ser ainda mais competitiva?Faltou sobretudo atletas. O clube iniciou o projeto baseado em fatores que não existiam ainda que estivessem convictos de que fosse possível entre Julho e Setembro de 2013, dar a volta à situação. Porém, isso não aconteceu e vivemos “dias difíceis”. Como devem imaginar, o trabalho diário foi permanentemente influenciado por essa situação, e não tanto em função do que seria o ideal. Condicionou filosofias, sistemas, convicções e estratégias para “o jogo” o que, mais tarde ou mais cedo, traz uma fatura a pagar. Acredito que podíamos ter ido mais longe se as condições fossem outras. Quanto ao mais, nada me faltou e o Vaerlose BBK foi, e é, um clube que honrou todos os compromissos. Dirigentes, pais e atletas foram inexcedíveis para comigo pelo que nada tenho a apontar-lhes.Sente que, numa perspetiva de continuidade de trabalho, o clube está mais bem preparado para enfrentar a próxima época?Não, o Vaerlose BBK não vai continuar na Liga Feminina, tendo decidido terminar o projeto sénior. Na linha da seriedade de que falava, a cultura nórdica não é compatível com “meios projetos” ou “esperanças”. Ou têm as condições à partida ou pura e simplesmente não avançam. O Clube não tinha atletas seniores suficientes para compor um plantel e as sub-18 não eram suficientemente competitivas para realizarem, na sua totalidade, uma época na liga feminina. Assim, propuseram-me outro projeto no clube, que declinei, pois entendo que devo continuar no setor feminino e com uma equipa sénior.O campeonato dinamarquês é suficientemente competitivo e desafiante de forma a poder-se sentir realizado do ponto de vista profissional?Esta pergunta não tem uma resposta fácil pois é muito subjetiva. A Liga Dinamarquesa, sendo muito competitiva é ainda assim inferior à Portuguesa, não tanto pela qualidade das jogadoras dinamarquesas, mas pelo menor numero de praticantes e sobretudo pelo não investimento em jogadoras estrangeiras do mesmo nível das que jogam em Portugal. Isso somado confere a tal qualidade inferior, mas desenganem-se aqueles que por isso consideram o campeonato menos competitivo ou desafiante. Por outro lado, as diferenças de cultura social e desportiva, tornam o trabalho do treinador estrangeiro muito mais difícil mas muito mais desafiante. A tarefa de tentar obter o melhor dos “dois mundos” é complicada mas ao mesmo tempo aliciante. Na minha opinião, só se afirma e granjeia respeito além fronteiras, aquele treinador que consegue “revoluções” tranquilas, aquele treinador que é capaz de importar a sua filosofia para a sua equipa, sem descaracterizar as jogadoras. Por esse facto, estou muito realizado pela experiência que estou a viver fora de portas e considero-me hoje, um treinador mais completo e “mais adulto” do que saí.Quais as principais diferenças que apontaria entre uma jogadora portuguesa e uma dinamarquesa?A diferença é grande e está enraizada na cultura nórdica, como é óbvio. O cidadão nórdico, grosso modo, pratica hobbies na condição “sine qua non” de que isso o faça feliz. Se porventura isso não acontece, pura e simplesmente não o faz. Ora o basquetebol, para 90% das praticantes, é um hobby e a necessidade de essa atividade ser um motivo de felicidade para a atleta, está sempre presente. Por aqui já podes ver o quão difícil é encontrar o ponto de equilíbrio entre o fator lúdico e o fator competitivo. A dimensão social e cívica que o basquetebol tem para o praticante, por vezes, é esmagadora e torna o trabalho de um treinador latino complicado. O “team building” e o “mental coaching” são a ementa do dia-a-dia. Diria que em Portugal se dá uma menor importância a esses aspectos e o nível de sacrifício empregue pelas atletas portuguesas é normalmente superior. Existem outras pequenas diferenças mas esta é de facto, a mais importante.O futuro passa por continuar pela Dinamarca? E em caso afirmativo, se já pensou o que pretende fazer na próxima temporada?Sim, irei permanecer na Dinamarca. Em função do que acima explanei, aceitei o desafio proposto pelo BMS – Falcon e irei mudar de Clube, continuando a treinar uma equipa sénior feminina na Liga. É um desafio muito interessante, que resulta de uma joint venture entre dois clubes, com muita gente e gente muito jovem. Pelo que pude já verificar, existe talento nessa lote de jogadoras, muitas delas a competir igualmente nas Seleções jovens dinamarquesas. Por ora ainda não traçamos objetivos competitivos para a próxima época, o que só irá acontecer depois de iniciar a época e sentir o “pulso” à equipa e ao Clube. Mas motivação não me falta e estou ávido de continuar o meu projeto como treinador além fronteiras.


O BASQUETEBOL NO FACEBOOK

Servindo-se das novas plataformas disponíveis, nomeadamente as on-line (Portal, Facebook, Livestream), sem descurar naturalmente as tradicionais e sem aumento dos recursos humanos que lhe estão internamente afetos, a FPB tem vindo a ultrapassar constrangimentos que se lhe deparam neste âmbito, designadamente a cada vez maior mercantilização e afunilamento da “cultura desportiva” à volta do futebol ou da clubite, por parte da generalidade dos órgãos de comunicação social.

A Comunicação assume-se como um fator decisivo na informação/promoção de qualquer atividade e assim também do Basquetebol, pelo que a FPB tem, também nesta vertente e como lhe compete, melhorado o que faz e a forma como o faz.Servindo-se das novas plataformas disponíveis, nomeadamente as on-line (Portal, Facebook, Livestream), sem descorar naturalmente as tradicionais e sem aumento dos recursos humanos que lhe estão internamente afetos, a FPB tem vindo a ultrapassar constrangimentos que se lhe deparam neste âmbito, designadamente a cada vez maior mercantilização e afunilamento da “cultura desportiva” à volta do futebol ou da clubite, por parte da generalidade dos órgãos de comunicação social.Vem isto a propósito da página do Facebook da FPB (https://www.facebook.com/fpbasquetebol?ref=hl) ter chegado aos 10.000 “gostos”, meta que a FPB se propôs alcançar esta época desportiva e que agora vê atingida, diga-se, com a colaboração de muitos amantes da modalidade e também utilizadores desta rede social que a este propósito se juntaram. Com um alcance que já chegou a atingir cerca de 90.000 facebokianos, o Facebook assume-se assim como plataforma a continuar a privilegiar em termos comunicacionais pela FPB.Por definição sempre inacabada, noutros como neste âmbito, novos desafios, novas motivações, novas ambições, novos objetivos se juntam a justificar a necessária ação e intervenção da FPB num caminho que só será possível percorrer com êxito com a participação de todos quantos, na estrutura federada ou simples adeptos, têm o basquetebol como a “sua” modalidade.


José Araújo: «Ultrapassámos os objetivos»

O treinador português só lamenta não ter conseguido vencer o campeonato, mas de qualquer forma recebeu uma proposta para continuar e aceitou. Leia tudo, nos detalhes desta notícia.

A época de José Araújo na Roménia acabou por ser extremamente gratificante para o treinador português, já que, não tendo sido perfeita, o balanço é muito favorável. “A primeira época como treinador no estrangeiro acabou com um sabor agridoce, mas com a certeza de que foi uma época formidável a título pessoal. Como em qualquer país, em qualquer equipa , com altos e baixos mas com um saldo claramente positivo.”O título de campeão nacional ficou por conquistar, o que não significa que a equipa não tenha correspondido às expetativas. “Foi um desafio enorme e, apesar de termos falhado a conquista do campeonato, ultrapassámos de forma clara os objetivos traçados no inicio da época.”No arranque da temporada o técnico nacional teve de contornar diversos obstáculos, sendo que alguns deles poderiam comprometer seriamente o sucesso da temporada. “Cheguei a Arad com o clube a tentar manter a equipa no topo, num ano delicado em termos orçamentais, com uma pré-época muito reduzida e com a necessidade de construir o grupo praticamente do zero.”Uma época longa, desgastante, que obrigou a muitos sacrifícios, mas em que José Araújo foi capaz de conduzir a equipa ao sucesso. “Foram mais de cinquenta jogos, os quilómetros na estrada, nem sou capaz de contabilizar (mas foram muitas horas passadas no autocarro), muito trabalho e muitos obstáculos ultrapassados.”Sobre o grupo de trabalho, treinador só tem palavras elogiosas, já que foi exemplar na forma como todos contribuíram para que se aproximassem o mais possível da perfeição. “Um clube muito organizado com um excelente Presidente, fundamental o seu trabalho para o sucesso da equipa, e um grupo de jogadoras motivado para o trabalho diário, esta foi a fórmula que fez equipa crescer durante toda a temporada.”O treinador nacional marcou presença na final de todas as provas em que o clube esteve envolvido, o que por si só, demonstra bem a competitividade relevada pela equipa ao longo da temporada. “Jogámos as finais de todas as provas em que participámos, vitória na taça romena e infelizmente não fomos capazes de repetir o êxito na CEWL e na final do campeonato.”O playoff decisivo não teve o final José Araújo gostaria, o que não significa que a equipa tenha ficado muito longe de alcançar esse objetivo. “A final do campeonato foi muito equilibrada com diferenças mínimas no marcador, com prolongamentos, com emoção e incerteza em cada jogo, com transmissão televisiva em todos os jogos e com os pavilhões completamente cheios. Foi realmente uma ótima experiência estar envolvido nestes momentos.”A capacidade de trabalho, empenho e qualidade do técnico foi reconhecida pelo clube romeno, já que José Araújo foi prontamente abordado para prolongar a sua ligação ao clube por mais uma temporada. “No final, tive de imediato uma nova proposta para continuar mais uma época, que aceitei com grande satisfação.”Mas o orgulho e o prazer de servir o País continua bem presente, uma vez que José Araújo apenas quer recarregar baterias para se dedicar de corpo e alma aos trabalhos das Seleções. “Agora é tempo de regressar, motivado para começar o trabalho com as nossas seleções.”


Benfica campeão

Os encarnados foram uns justíssimos vencedores, porque provaram dentro do campo o favoritismo assumido no inicio da temporada, diante um Vitória que dignificou ainda mais a conquista da equipa benfiquista. Os comandados de Carlos Lisboa cedo controlaram a marcha do marcador, e apesar de uma boa reação dos vimaranenses no 2º período, o domínio das tabelas, a superioridade física e, porque não dizer, as individualidades nos momentos decisivos, acabaram por fazer a diferença. Uma nota para o ambiente vivido nesta final, fazendo com que fosse a forma perfeita de terminar uma temporada de basquetebol. Parabéns ao Benfica por mais um titulo conquistado, parabéns ao Vitória por tudo aquilo com que tem contribuído para o basquetebol nacional.

Apesar de ter começado da melhor forma, triplo de Meier, o Vitória revelou enormes dificuldades em parar as situações de bloqueio direto, com Mário Fernandes (10 pontos, 6 assistências, 3 roubos de bola e 2 ressaltos) a interpretar com eficácia as várias soluções possíveis dessa situação ofensiva, e o Benfica rapidamente chegou aos 12-5. A equipa da casa lutava para que os encarnados não fugissem no marcador, mas o contra-ataque benfiquista mostrava-se mortífero, fazendo com que rapidamente a diferença disparasse para a casa das dezenas (24-10). O Vitória revelava enormes dificuldades, mérito para a defesa encarnada na forma física e intensa como se aplicava, em conseguir situações confortáveis de lançamento, pelo que o final do 1º período chegava com o Benfica a dobrar a marcação do seu adversário (28-14).Os comandados de Carlos Lisboa não abrandaram no arranque do segundo quarto, já que continuaram a revelar eficácia ofensiva, bem como determinação na forma como pressionaram os jogadores do Vitória. E bastaram pouco mais de dois minutos para que a vantagem chegasse muito perto dos vinte pontos (35-16). Apesar de desperdiçar alguns cestos fáceis perto do cesto, o Vitória conseguia finalmente equilibrar o jogo, muito por culpa do apoio fantástico e incondicional dos adeptos do Vitória, que se mostravam incansáveis, independentemente do resultado no marcador, no apoio à sua equipa. Empurrada pelo público, a equipa da casa, fruto de uma boa reação, conseguiu anular a desvantagem, e obrigar Carlos Lisboa a interromper o jogo, quando o resultado registava 41-30 favorável ao Benfica. Miguel Toreia (5 pontos e 6 assistências) continuava bem, o Vitória mostrava-se bem mais fluído nas suas movimentações ofensivas, o tiro de longa distância funcionava, e aproveitava com grande eficiência os erros ofensivos do adversário para somar pontos em contra-ataque. Nos últimos minutos da 1ª parte, os jogadores encarnados baixaram imenso sua eficácia ofensiva, sobretudo nos lançamentos em áreas mais próximas do cesto. Os vimaranenses começavam a controlar a sua tabela defensiva, e de uma forma progressiva o resultado foi-se aproximando, sendo que ao intervalo estava perfeitamente relançado, uma vez que o Benfica vencia por seis pontos de diferença (46-40).O Benfica entrou melhor no segundo tempo (6-0), mas um triplo de Meier trouxe de novo alguma tranquilidade ao Vitória (52-43). Os triplos sucediam-se nos dois lados do campo, Carreira e Meier em destaque, com o Benfica a conseguir manter a vantagem acima dos dez pontos (60-49). Diogo (12 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) começava a abrir o livro, Toreia acusava algum cansaço, e os extremos do Benfica, nomeadamente Betinho, faziam a diferença na tabela ofensiva, bem como na conquista de pontos em áreas próximas do cesto (69-51). Um triplo de Balseiro cortava o bom momento dos encarnados, se bem que nos últimos três minutos do período a diferença pontual que separava as duas equipas tenha estabilizado (74-58), com o Benfica sempre na frente.O título estava mais perto, os jogadores encarnados sentiam isso mesmo, e entravam a todo gás o último período. Com três triplos consecutivos, o Benfica disparava para uns 83-58, colocando a equipa lisboeta mais próxima do seu objetivo. Jobey Thomas continuava a somar triplos (3), e o tempo, mais do que nunca, começava a correr a favor do conjunto lisboeta. Apesar do Vitória, mesmo sem José Silva por lesão, nunca desistiu de correr atrás do prejuízo, mas uma diferença pontual superior a vinte pontos, era uma tarefa muito complicada de ser atingida. O Benfica, ao prolongar ao máximo os suas ações ofensivas, jogava com o cronómetro, percebendo-se que já sentia mais o desejo que o jogo terminasse do que propriamente manter a intensidade no encontro. Uma palavra final para o fantástico ambiente que rodeou este jogo. O público vimaranense foi exemplar na forma como apoiou e soube aceitar a derrota, e inacreditável na forma como no final, depois de perder um título, soube acarinhar a sua equipa e reconhecer o trabalho desenvolvido durante a temporada.O norte-americano Jobey Thomas (23 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências) voltou a ser letal nos tiros de três pontos (5/7), e foram das suas mãos que saíram os triplos que sentenciaram em definitivo o jogo. João Betinho, MVP o jogo com 24.5 de valorização, ficou muito perto do duplo-duplo (19 pontos e 9 ressaltos), e foi um elemento decisivo no domínio exibido pelos benfiquistas na luta das tabelas (34/18). Doliboa (14 pontos e 7 ressaltos), tal como em toda a temporada, foi um pêndulo nesta equipa encarnada, assumindo-se sempre nos momentos em que a equipa mais precisa dele. Nesta final, David Weaver (11 pontos, 4 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) confirmou a sua subida de forma, tendo sido decisivo no período em que o Benfica fugiu no marcador, acabando por provar a sua utilidade na equipa.Na equipa do Vitória, Anthony Meier foi o melhor marcador com 21 pontos, e Balseiro teve uma prestação bastante completa ao anotar 11 pontos, 6 roubos de bola, 5 ressaltos e 3 assistências. José Silva terminou o encontro com 10 pontos, menos um que o poste espanhol Ismael Torres (11 pontos).


CAR vence dois encontros

Três jogos efetuados, em que o saldo foi positivo. Derrota frente à equipa de Sub 20 do SL Benfica (52-65), e vitórias diante das equipas de Sub 18 do GDEMAM (57-39) e de Sub 20 do Estoril (56-55).

O jogo com a formação encarnada, tal como seria de esperar, foi de grau de dificuldade elevado. O nervosismo e a forma encolhida como a equipa do CAR iniciou o jogo, obrigou-a a ter que correr sempre atrás do prejuízo. O triunfo dos encarnados nunca foi colocado em causa, se bem que a réplica oferecida pelos jovens atletas do Jamor foi muito boa. A formação do CAR, tirando os inúmeros, e por vezes infantis, turnovers, teve momentos de grande qualidade, a confirmar o seu crescimento do ponto de vista tático, bem como do conhecimento do jogo. A forma como a equipa conseguiu dar resposta do ponto de vista defensivo, e procurou soluções ofensivas para ter sucesso, vem comprovar que o grupo está mais preparado e evoluído para jogar perante qualquer cenário.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes (9), Guilherme Oliveira, Carlos Cardoso (8), Pedro Costa, Nuno Sá (7), Miguel Ferrão (6), Jorge Pires (4), Tomás Domingos (7), Rui Saraiva, David Dias (2) e Pedro Teixeira (4) e André Ketterer (5).O resultado foi o mais positivo do jogoO jogo com o GDEMAM não foi muito bem conseguido. Muito mérito por parte do adversário, pela forma como se bateu, pelas dificuldades criadas através da sua agressividade ofensiva, a porem a nu alguns dos problemas defensivos que têm sido trabalhados desde o inicio do ano. Com algum relaxamento à mistura, a equipa do CAR deixou-se levar pela diferença no resultado, começou a acumular erros de palmatória, pelo que não foi o melhor exemplo de como abordar um jogo de basquetebol. Mas nem tudo foi negativo, sobretudo na forma como a equipa tentou explorar o jogo interior, quer através de situações de 1×1, como também das continuidades após passe interior. Excelente comportamento da equipa de Algueirão, que inclusive venceu a segunda parte do jogo.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes (8), Guilherme Oliveira (6), Carlos Cardoso, João Ramos (4), Pedro Dias (15), João Fernandes (3), Tomás Domingos (4), Rui Saraiva, David Dias (7) e André Ketterer (10).CAR foi mais feliz frente ao EstorilTal como tem sido habitual, o jogo com o Estoril foi muito equilibrado, com a vitória a poder cair para qualquer uma das equipas. A formação do CAR mostrou-se determinada na forma como defendeu, embora cometendo alguns erros, nomeadamente na defesa da bola, assim como como nas posições de ajuda de lado contrário da bola e respetivas rotações defensivas. Poderia ter estado igualmente mais agressiva na luta das tabelas, mas isso não retira competência na forma como procurou condicionar o ataque da equipa adversária. Melhor nas leituras ofensivas, tanto nas saídas bloqueadas, como nos bloqueios diretos, melhor circulação de bola, melhor a penetrar e a assistir, faltou apenas a eficácia do lançamento, para traduzir em pontos as boas movimentações coletivas que a equipa do Jamor conseguiu realizar durante o encontro. O jogo acabou por ser um excelente teste para as ambas as equipas, pois para além da oposição, a forma equilibrada como foi disputado, obrigou as duas equipas a ter que executar e ter sucesso com a pressão extra de não poder falhar. O Estoril causou problemas através da exploração do seu jogo interior, bem como através do uso do drible para penetrar para o cesto. A vitória pela diferença mínima espelha bem o que se passou dentro do campo, com a equipa forasteira a dispor de um último lançamento para poder vencer o encontro.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes (5), Guilherme Oliveira (2), Carlos Cardoso (14), Pedro Dias (4), Nuno Sá (16), João Ramos (4), Tomás Domingos (4), Rui Saraiva (4), David Dias, João Fernandes e André Ketterer (3).


Atlético apurado para a final

Venceu este sábado, em Grândola, na meia-final do sul do Campeonato Nacional da 1ª Divisão Masculina, a equipa do Imortal Basket/IMEEX, por 76-70. O adversário da final, para o histórico clube de Alcântara, irá ser o vencedor do encontro que colocará frente a frente, o Vasco da Gama e a Sanjoanense. A meia-final do Norte será disputada na próxima quarta-feira, com o Pavilhão do GRIB a ser novamente palco de um grande espetáculo de basquetebol.


Circuito Mário Lemos

próxima etapa do Circuito Prof. Mário Lemos, para minis 10, terá lugar no domingo dia 25 no Complexo Desportivo do Sangalhos.

Em “competição” estarão minibasquetebolistas de quatro clubes históricos do basquetebol nacional: Sangalhos Desporto Clube, Galitos de Aveiro, Olivais Futebol Clube de Coimbra e F.C. Porto – Dragon-Force. Para quem ainda não conhece, é uma excelente oportunidade de visitar o Complexo Desportivo de Sangalhos, inaugurado à menos de um ano e que reúne excelentes condições para a prática do minibasquete.


«Temos de jogar no limite»

Mas os erros cometidos nessas duas primeiras partidas já foram devidamente escalpelizados e a equipa vimaranense só pensa em vencer, contando, para tal, com o forte apoio do seu público.

Certamente que a formação vimaranense tinha a ambição de vencer pelo menos um jogo em Lisboa. Mas tendo em conta a forma como os encontros foram disputados, o base não esconde que esperava ter conseguido estar mais na discussão do resultado nos dois jogos. “Sabíamos que iam ser jogos extremamente difíceis e complicados. Nenhum dos dois jogos correu como esperávamos e não conseguimos ser competitivos, mas sabemos que podemos fazer melhor e é com essa mentalidade que vamos disputar os jogos em nossa casa.”A equipa do Vitória foi pouco consistente durante os 40 minutos e teve períodos em que permitiu parciais que a colocaram fora da discussão dos jogos. Pedro Pinto reconhece que isso foi fatal, especialmente quando se defronta um adversário com a qualidade do Benfica. “Tivemos falhas de concentração em alguns períodos do jogo e, quando isso acontece contra equipas como o Benfica, é difícil ir buscar o jogo. Queremos mudar esses erros para podermos ser consistentes ofensivamente e principalmente defensivamente.”Jobey Thomas foi um elemento desequilibrador nos dois jogos. Não só pelos pontos que conseguiu, como também nas alturas decisivas em que foram apontados. Mais do que falhas defensivas, Pedro atribui mérito do norte-americano do Benfica pelo seu desempenho na dupla jornada do último fim-de-semana. “Ter um jogador como ele é sempre uma mais valia, é um atleta muito eficiente e com uma percentagem de lançamento muito alta, mas todos os jogadores do Benfica podem desequilibrar.”A pressão aumentou agora para a equipa do Vitória, uma vez que se vê obrigado a ter que vencer o Benfica por três vezes consecutivas. Mas esse não será na opinião do jogador vitoriano, o principal problema a ultrapassar nos próximos encontros da série. “O nosso principal obstáculo é conseguir sermos consistentes e mantermos a concentração durante os 40 minutos. Vamos pensar jogo a jogo, e com o pavilhão cheio, com o apoio dos nossos grandes adeptos, será mais fácil conseguir a vitória já na sexta-feira.”Apesar de ter estado melhor no encontro de domingo, Pedro não tem dúvidas que o Vitória esteve abaixo daquilo que pode fazer. A equipa revelou alguns problemas, mas que já foram identificados, e cujo objetivo será não voltar a repeti-los. “Penso que melhoramos do primeiro para o segundo jogo, mas com uma equipa como o Benfica não é suficiente. Temos de jogar no nosso limite e sempre focados no objetivo. Defensivamente não podemos cometer falhas, bastam pequenos erros da nossa parte para o Benfica conseguir vantagens.”O jogador continua a acreditar que é possível discutir o titulo, sendo que o factor casa será determinante para fazer com que este playoff seja decidido na negra. “Sei que os nossos adeptos vão ser uma grande ajuda e vão estar no pavilhão em peso para nos apoiar. Nós vamos fazer tudo para poder levar a eliminatória de volta para Lisboa. Sei que a equipa vai dar o máximo para isso acontecer, e estamos bastante motivados.”


Dr. Danilson Cotú recebido na FPB

Com o firme objectivo de incrementar o Basquetebol e a sua prática naquele país lusófono foram abordados diversos assuntos desde a formação, ao intercâmbio desportivo e melhoria de condições e infraestruturas, condições fundamentais para a melhoria qualitativa e quantitativa da modalidade em S. Tomé e Principe.
Sempre empenhado no estreitamento de relações entre a comunidade lusófona, no que ao Basquetebol diz respeito, Mário Saldanha fez questão de frisar isso mesmo com o anterior desenvolvimento de outras iniciativas em Países de Lingua Oficial Portuguesa, não deixando de sublinhar a sua total disponibilidade para futuras colaborações.


BASQUETEBOL SOLIDÁRIO

Os 2-3 dias de chuvas equivaleram à quantidade da água de todo o ano passado na região. Para já muitas vidas foram salvas, outras delas sempre quanto possível. Os relatórios dizem que há aproximadamente 50.000 pessoas que ficaram sem as suas casas, carros, roupas … sem nada! Muitas cidades não têm nem eletricidade, nem água, nem muito menos telefone…

Os maiores problemas vão surgir depois da água desaparecer, onde serão necessários meses para recuperar tamanhos estragos, para limpar e desinfestar locais necessários para prevenir possíveis problemas de saúde, especialmente porque dentro das águas existem muitos animais mortos.Nos locais onde as pessoas receberam abrigo (pavilhões desportivos) para já alojam e garantem condições mínimas a pessoas idosas e mulheres com crianças para poderem descansar e poderem ter pelo menos 1-2 refeições por dia.Como é óbvio com tão elevado número de pessoas que ficaram sem o seu lar, há muitas coisas em falta principalmente água para beber, comida em latas e leite em pó para os bebés e crianças, produtos de higiene pessoal, produtos de desinfestação entre outras coisas (http://www.lisbon.mfa.gov.rs/por/index.php).Por tudo a cima mencionado e como sou um Sérvio-Português que conhece muito bem o “coração dos tugas” porque senti isso diariamente durante os últimos 15 anos na própria pele, venho por este meio SOLICITAR A TODAS AS PESSOAS QUE TÊM POSSIBILIDADE DE AJUDAR COM UM DONATIVO PELO MENOS NO VALOR DE 1€ para podermos através deste gesto de solidariedade comprar e enviar para Sérvia uma contribuição e ajuda necessária.Aproveito também nesta carta para solicitar a todos os que têm conhecimentos dentro de empresas que produzem os produtos em cima mencionados que se juntem a esta iniciativa com o seu donativo, quer seja de alimentos quer seja de outros artigos necessários.Grato em nome de povo sérvio pela sua atenção e donativo de 1€ PARA UMA ESPERANÇA! A donação pode ser feita na seguinte conta Bancária:Nome : EMBAIXADA REPUBLICA SERVIAMorada : R ALCOLENA 11, 1400-004 LISBOAConta Nº : 45450294781NIB: 0033 – 0000 – 45450294781 – 05IBAN: PT50 – 0033 – 0000 – 45450294781 – 05BIC / SWIFT: BCOMPTPL OBRIGADO


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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