Artigos da Federaçãooo
«Sem ansiedades seremos campeões»
O adversário será o Dragon Force, frente a quem a formação de Ílhavo claudicou em alguns momentos decisivos desta época, mas o ambiente é de otimismo e João garante que o grupo está a postos.
Acha que pelo facto de já terem garantido a subida à Liga se tornará mais fácil de bater o Dragon Force? Mais fácil não direi, mas depois de conseguirmos o principal objetivo, que era a promoção ao principal escalão de basquetebol, certamente esse facto irá libertar-nos de alguma da ansiedade e tensão que revelámos no último jogo.Em dois momentos decisivos da temporada não conseguiram ser superiores ao Dragon Force. O que esteve menos bem na equipa do Illiabum nesses dois jogos? Sem servir de desculpa para as derrotas, em nenhum desses jogos nos apresentámos a 100 por cento. Na Taça, devido a lesões, não tivemos todos os jogadores disponíveis, e para o campeonato tínhamos 4 jogadores que jogaram muito condicionados e com poucos ou nenhuns treinos nas duas semanas que antecederam o encontro. Além deste fator, não conseguimos ser consistentes e mais efetivos em termos ofensivos, e defensivamente não fomos tão agressivos como mostrámos ser toda a época. Foram claramente superiores nas duas eliminatórias anteriores. Na sua opinião, o Illiabum chega a esta final no melhor momento de forma da época? Atravessámos uma excelente fase entre dezembro e fevereiro, depois é verdade que se notou um decréscimo no ritmo e intensidade do nosso jogo, mas acho que voltámos a subir nas últimas semanas. Não sei se é o melhor momento de forma da equipa, mas é um facto que estamos fortes novamente. A equipa do Dragon Force é quase sempre associada a um grupo de jovens jogadores. Será que é caso para se dizer que o Illiabum poderá beneficiar da maior experiência do seu grupo de trabalho para abordar os jogos desta final? Considero que a experiência muitas vezes é um mito, ser mais velho nada significa, se é mais fraco tecnicamente e tacticamente que o adversário. Obviamente temos bons executantes, mais velhos que os jogadores adversários, mas que acima de tudo continuam a provar diariamente o seu valor. A experiência só tem algum peso naqueles que continuam a mostrar que são bons jogadores. Encontra alguns pontos que distingam as duas equipas na sua forma de jogar? Ambas as equipas durante a época mostraram um ritmo de jogo muito mais elevado dos que os adversários, e uma agressividade e intensidade defensiva superior, mas quando nos confrontamos é engraçado observar que o Dragon Force tem sempre intenção de diminuir o ritmo de jogo, procura muito menos as transições rápidas, em prol de baixar o ritmo e jogar com os 24 segundos. Pelo contrário nós queremos sempre ter um ritmo muito elevado. O tiro exterior é a principal arma ofensiva dos dragões que terão de ter em conta?São a equipa mais eficaz a lançar de três pontos, e a equipa que mais lançamentos faz. Mas acho que um aspeto que temos que melhorar em relação aos últimos dois jogos, é o nosso ressalto defensivo, demos muitas posses de bola ao adversário.Individualmente aponta um ou mais jogadores do Dragon Force que possam fazer a diferença durante esta final? Acho que o Dragon Force vale essencialmente pelo coletivo, cada jogador tem e aceita o papel definido pelo treinador , mas na minha opinião o André Bessa e o Miguel Queiroz têm um peso significativo no jogo do Dragon Force. Como líder da sua equipa, o que espera dela durante este playoff final?Espero acima de tudo que todos os jogadores consigam demonstrar em campo as razões do sucesso que obtivemos, libertando-se das ansiedades que por vezes podem afetar o rendimento. Se assim for iremos ser campeões!
«Queremos estar na final»
O jogador antevê uma eliminatória difícil, até porque os encarnados são “uma super-equipa”, mas o grupo não se sente pressionado e “o que tiver de acontecer, acontecerá”.
Apesar de a eliminatória ter sido decidia em quatro jogos, Hélder Carvalho reconhece que o playoff frente ao algesinos foi extremamente disputado, com todos os jogos a serem decididos no final. “Nada fácil mesmo, o Algés é uma excelente equipa, com bons jogadores e muito bem orientada.”Mas quando aquilo que se conquista foi fruto de muito trabalho e sofrimento, naturalmente que é mais valorizado e saboroso. Nada que faça o experiente jogador embandeirar em arco pelo que já foi alcançado. “Obviamente saímos mais reforçados mas com a mesma humildade e espírito de sacrifício.”Este playoff revelou que mais jogadores do grupo de trabalho estão em condição de dar contributos importantes para que a equipa possa ter sucesso. “Para mim não é novidade, qualquer jogador da nossa equipa está apto para jogar e contribuir com coisas boas para o grupo, toda a gente sabe o papel preponderante que tem neste plantel.”Chegar às meias-finais é apenas mais uma etapa até chegar ao grande objetivo, já que o grupo de trabalho, embora saiba que é difícil, sonha com a presença na final. “Depois de vencer o Algés o objetivo do Sampaense é estar na final. Não podemos pensar de outra forma neste momento. Sabemos que teremos que nos superar para isso acontecer pois o Benfica é uma super-equipa.”Vencer pelo menos um dos dois jogos do próximo fim-de-semana em Lisboa seria um importante passo para discutir a presença na final. “O que tiver de acontecer, acontecerá. Não temos qualquer tipo de pressão. Nós queremos e vamos desfrutar da emoção do jogo. Estar aqui já é uma vitória para nós. É evidente que pelo historial, pela dimensão e pelo fortíssimo plantel, julgo que será uma surpresa se o Benfica não vencer os 2 jogos deste fim-de-semana.” Foi muito difícil chegar até aqui, mas o Calabote sabe como tirar o máximo proveito de cada jogador. O trabalho dele é muito difícil porque o plantel é pequeno, mas vejam o que ele fez com esta equipa nos últimos dois anos. Atendendo à nossa dimensão e realidade, fizemos coisas fantásticas com ele e agora chegamos à meia-final.” Hélder prefere não destacar algum jogador do Benfica em particular, preferindo realçar a homogeneidade da qualidade do plantel encarnado. “O Benfica vale pelo seu todo. Uma equipa com várias soluções para a mesma posição, recheada de jogadores muito experientes e internacionais e com estrangeiros também experientes e de enorme qualidade.
«Lutar muito e defender forte»
O objetivo do campeão nacional é, claramente, carimbar a passagem à final, mas o jogador alerta que a formação de São Paio de Gramaços não é um conujunto fácil e que não vale apenas pelos estrangeiros. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.
Decidir a série em três jogos frente ao Barcelos é sinal que a equipa está comprometida e focada em renovar o título de campeão nacional?A equipa esta focada em conseguir o tricampeonato, mas desde o inicio da época pensamos vencer todos os jogos, embora seja uma vantagem acabar as séries o mais cedo possível para descansar mais e preparar já os próximos jogos.Concorda que o Benfica está mais forte nesta fase da temporada, já que tem mais jogadores prontos para ajudar a decidir jogos?A nossa equipa tem jogadores habituados a ganhar e com muita experiência e a nossa força deve ser o coletivo, onde depois e em cada jogo aparecem as individualidades. Mas é na defesa que acreditamos que se ganham os campeonatos e estamos todos unidos e concentrados em melhorar e ser cada jogo mais fortes nesse aspeto do jogo pois no ataque temos muitas soluções.O favoritismo que têm para esta eliminatória poderá vir a ser um problema?Não será um problema pois assumimos isso embora seja no campo onde teremos que provar esse favoritismos. Quem joga no Benfica tem de saber viver com essa pressão positiva pois só o 1º lugar nos interessa!Nos confrontos anteriores conseguiram sempre muitos pontos. Acredita que neste playoff se manterá a tendência de jogos com um elevado ritmo e muitas posses de bola?Queremos ser nós a impor o ritmo de jogo proporcionando bons jogos, embora com as decisões a aproximarem-se poderá ser importante também saber ganhar jogando às vezes não tão bem mas lutando muito e defendendo forte, como é a nossa imagem de marca.Concorda que o perigo da equipa do Sampaense não vem só dos jogadores estrangeiros?Concordo, pois o Sampaense fez um excelente campeonato e vale pelo seu conjunto tendo não só qualidade nos seus estrangeiros como nos portugueses que conhecemos bem, como é o caso do Eky Viana, que dá sempre o máximo em cada jogo. Mas que queremos ultrapassar com a nossa qualidade de jogo também.Definir bem os ritmos de jogo, lidar bem com os vários tipos de defesa do Sampaense, irão ser aspetos decisivos para passarem à final?Estaremos preparados até porque nesta fase do campeonato já não há muitas surpresas ,estudaremos o adversário mas preocupamo-nos mais connosco, pois sabemos que se estivermos fortes na defesa e com as soluções de ataque que temos iremos chegar ao nosso objetivo, respeitando sempre o adversário.
«Casa cheia e muito barulho»
Pedro conta ter casa cheia nas duas partidas com os açorianos e um público entusiasta, que empurre a equipa rumo à final do playoff.
Neste momento ainda não perderam nos confrontos desta época frente ao Lusitânia. Sinal que são favoritos para chegarem à final?Sabemos que temos qualidade suficiente para sairmos vitoriosos, mas os jogos já realizados não significam nada, quando chega a altura do playoff tudo é diferente. Vamos ter de estar bastante concentrados e focados nos nossos objetivos. O fator casa, uma vez que se têm revelado muito fortes a jogar em Guimarães, poderá ser decisivo? Creio que sim, os nossos adeptos têm sido fabulosos. Uma das razões pelo qual temos sido tão fortes em casa é o apoio recebido por parte dos adeptos em todos os jogos, criando um ambiente espetacular. E este fim de semana tenho a certeza que iremos ter casa cheia e muito barulho. Nos confrontos anteriores as duas equipas conseguiram sempre muitos pontos. Acredita que neste playoff se manterá a tendência de jogos com um ritmo elevado e muitas posses de bola? Penso que sim, vão ser jogos com um elevado ritmo e bastante disputados. Teremos de ter atenção à recuperação defensiva, pois o Lusitânia é uma equipa que gosta de jogar rápido e com bons finalizadores em contra-ataque.Concorda que o maior perigo da equipa do Lusitânia vem fundamentalmente dos seus jogadores estrangeiros? Grande parte do jogo ofensivo do Lusitânia passa por jogadores estrangeiros, mas penso que têm uma equipa com bastante qualidade em cada posição. Todos eles são bons no 1×1 e teremos de estar bastante sólidos defensivamente. Onde terão que ser fortes de forma a contrariar o sucesso ofensivo do Lusitânia? Teremos de ser fortes em todos os aspectos defensivos. Temos de estar bastante concentrados durante 40 minutos e nunca relaxar. Se mantivermos a nossa defesa coletiva e bastante focados as coisas vão nos correr bem defensivamente e ofensivamente. Depois da melhor fase regular de sempre, chegar à final seria um justo prémio para esta época de trabalho?Sabemos quais são os nossos objetivos e é para isso que estamos bastante concentrados e motivados. Foi muito bom ter ficado na história do clube atingindo a melhor classificação de sempre na fase regular, mas podemos e queremos ainda fazer mais história.
Abertura dos Cursos de Treinadores de Grau 2
Mais informações nos detalhes desta notícia.
No ano 2014, a ENB vai realizar dois cursos de Grau II. Ponte de Lima e Covilhã são os locais de acolhimento da formação de treinadores.
Convívio de Minibásquete do NDAP
O evento, direcionado para o escalão sub12 em ambos os géneros, teve como principal objetivo fomentar uma participação desportiva e lúdica, e proporcionar um grande volume de jogos a todas as equipas, com 8 campos e 60 jogos ininterruptos ao longo de todo o dia. Os mini-atletas tiveram também a oportunidade de realizar uma aula de fitness, jogar na área das atividades expressivas, brincar nos insufláveis e participar numa competição de lançamentos (jogo do tchau).
Estiveram presentes 22 equipas, representadas por 16 clubes, provenientes de 7 distritos: o Maia Basket Clube, da ABPorto; o Clube Basket 2011-esbm; Olivais Futebol Clube, o CAD Coimbra Basquete, da ABCoimbra; da AB Leiria, os anfitriões Núcleo do Desporto Amador de Pombal, o Clube Basquetebol de Leiria, o Núcleo Sportinguista de Leiria, a Sociedade Instrução e Recreio “Os Pimpões” e o Clube Stella Maris; Associação Basquetebol Albicastrense, da AB Castelo Branco; o Santarém Basket Clube, da ABSantarém; o Carnide Clube, da ABLisboa; e a Associação Desportiva e Cultural da Escola Diogo Cão, da AB Vila Real. A Expocentro de Pombal contou com cerca de 400 participantes, entre atletas, treinadores e staff da organização, recebendo uma vez mais um evento que se vai assumindo como uma referência a nível nacional no panorama do Minibasquete. Para além de congratular o elevado número de participantes e a organização da atividade, é também de enaltecer a motivação e empenho por parte dos clubes e dos Pais dos atletas, que num panorama nacional de alguma dificuldade financeira, realizaram longas viagens até Pombal. Um dos pontos altos da atividade foi a realização do “Jogo do Tchau” entre mães de atletas presentes, como forma de reconhecimento da sua presença.Até à edição de 2015! Lá estaremos novamente!
Emoção em Algés
O conjunto de S. Paio de Gramaços defronta agora na meia final o campeão em título, SL Benfica, enquanto que na outra meia-final, Vitória e Lusitânia vão medir forças para marcarem presença na final do playoff.
As duas equipas voltaram a proporcionar um emotivo jogo de basquetebol, como muita incerteza quanto ao vencedor, e apenas decidida no tempo extra e nos instantes finais do prolongamento.Durante os primeiros 30 minutos foi a equipa visitante quase sempre a liderar o encontro, ainda que sempre por curtas vantagens, nunca superiores a oito pontos (44-36). Mas com o Algés a conseguir sempre correr atrás do prejuízo, conseguindo empatar o encontro no final do 3º período a 49 pontos com um triplo de Pedro Rocha. Nos 10 minutos finais o Algés mais vezes perto do triunfo, já liderou que liderou durante mais tempo, se bem que os visitantes tenham recuperado o comando do marcador a menos de 3 minutos do final (58-57). Novo triplo de Henrique Piedade voltava a colocar o Algés na frente, situação que se mantinha a 4 segundos do final quando vencia por 63-60.Uma falta assinalada em ato de lançamento colocou Chris Dowe na linha de lance-livre com a possibilidade de empatar o jogo. O norte-americano não tremeu e o jogo foi mesmo para prolongamento. Os cinco minutos extra foram fantásticos, com as duas equipas a revelarem uma enorme eficácia, os triplos sucediam-se nas duas tabelas, as alternâncias no comando eram constantes, mantendo em suspense todos aqueles que acompanhavam o jogo. Nos momentos finais, o jogo acabou por cair para o lado do Sampaense, mérito na forma agressiva como atacou a zona do Algés em drible, isto sem que os algesinos tenham tido a oportunidade de poder alterar o desfecho do jogo. O atleta Diogo Gonçalves (22 pontos e 3 ressaltos) foi melhor marcador do Sampaense, com alguns dos pontos anotados a surgirem em momentos cruciais do jogo. O norte-americano Jovonni Shuler (21 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) fez mais um jogo muito completo, tal como o seu compatriota Chris Dowe (17 pontos, 7 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências). Eki Viana (15 pontos e 12 ressaltos) continua a ser a alma desta equipa e protagonizou mais uma bela exibição, tendo sido importante no dois lados do campo.O poste Josimar Cardoso, com 19 pontos foi o melhor marcador do Algés, seguido depois pelo jovem base Diogo Ventura (14 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) que esteve em muito bom plano. João Santos ficou a um ponto de um duplo-duplo (9 pontos e 12 ressaltos), num jogo em que os algesinos estiveram pouco eficazes nos lançamentos de curta e média distância (11/31 – 35%). A equipa do Algés esteve muito próxima de forçar o quinto e decisivo jogo da série, que caso tivesse acontecido seria um justo reconhecimento do trabalho da equipa.
CAB apura-se para a final
Na discussão pelo apuramento para final da Liga Feminina, o CAB, a jogar em casa, foi mais forte que o GDESSA no jogo da negra (74-68). As madeirenses vão agora defrontar a equipa da Quinta dos Lombos, finalista já apurado depois de eliminar o União Sportiva (2-0).
Duas equipas que lutavam para manter o sonho de conseguir chegar ao título de campeão nacional, pelo que o desejo e a entrega de ambas não poderia ser maior neste decisivo encontro. Foram as madeirense a lidar melhor com a ansiedade que rodeava este jogo tão especial, já que no final do 1º período venciam por 16-10. No segundo período, reação natural das barreirenses, a utilizarem o tiro de longa distância como solução ofensiva para encurtar a diferença pontual, embora sem a eficácia revelada nos jogos anteriores. Nada que desmotivasse as visitantes, uma vez que se conseguiram manter-se na discussão do jogo até ao intervalo. O CAB mantinha o adversário distante no marcador, facto que denotava muita concentração e coesão para liderar por uma curta vantagem (34-27).No regresso do descanso, começou melhor o GDESSA, denotando uma enorme determinação em querer inverter a marcha do marcador. O CAB reagiu, bem comandado por Maria João, que, no final do 3º período já contabilizava 30 pontos, contagiou a equipa com as suas ações ofensivas. À entrada do derradeiro período, a equipa insular vencia por uma diferença na casa das dezenas (56-46), que sem ser irrecuperável, não deixava de ser uma apreciada almofada pontual para equipa liderada por João Pedro Vieira.No quarto período, o GDESSA utilizou várias formas de atacar para conseguir aproximar no resultado, mas seria a sua defesa a causar alguns sobressaltos à disciplinada equipa madeirense, que durante um período revelou dificuldades em definir os ritmos do jogo. Ultrapassado que foi esse mau momento, o CAB retornou à sua estabilidade ofensiva, o que fez com que recuperasse a confiança que vinha a exibir, atributos decisivos para enfrentar os momentos finais do encontro. Mesmo tendo perdido o período (18-22), o CAB festejava a passagem à final, num triunfo suado, e depois de uma eliminatória muito sofrida, em que teve de dar a volta.Uma nota para a equipa do GDESSA, pela forma incansável como se bateu, pondo à prova o domínio que o CAB vinha demonstrando nos últimos meses, e só um adversário ao seu melhor nível foi capaz de impedir que a formação do Barreiro conseguisse atingir a grande final.A norte-americana Taj McWilliams (21 pontos, 13 ressaltos) voltou a provar toda a utilidade para disputar estes momentos, tal como Schera Sampson (16 pontos, 6 ressaltos). Mas a grande figura do jogo acabaria por ser a jovem Maria João (34 pontos, 8 ressaltos, 8 assistências), MVP do encontro com uma fantástica valorização de 39.5, a assumir a responsabilidade de levar a equipa até á final.Laura Ferreira (29 pontos, 7 assistências e 6 ressaltos) foi brilhante na forma como se bateu por um resultado diferente, mas nem com os contributos de Lydia Bauer (13 pontos, 6 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) e Stephanie Sension (9 pontos, 14 ressaltos e 2 roubos de bola), esta última mais interventiva na luta das tabelas. O CAB recebe no próximo sábado, às 17 horas, a Quinta dos Lombos, naquele que será o primeiro jogo de uma final disputada à melhor de três. Os dois jogos seguintes, se necessário, serão jogados em Carcavelos, no fim-de-semana seguinte.
Vitória segue em frente
Depois do empate a 63 pontos no final do 3º período, a equipa liderada por Fernando Sá foi mais forte nos momentos finais, isto depois de muitos empates e curtas vantagens durante o derradeiro quarto.
Domínio repartido durante a 1ª parte, com os forasteiros a serem melhores nos primeiros 10 minutos (25-17), com os vareiros a darem a volta ao marcador até se atingir o intervalo (42-39).No inicio do segundo tempo a equipa de Ovar voltou a não estar tão bem nas tarefas defensivas, se bem que a sua eficácia ofensiva lhe permitia estar na discussão do jogo no final do 3º período, empate a 63 pontos.O derradeiro quarto foi disputado a cada posse de bola, já que a 3 minutos do final s duas equipas mantinham-se iguais (73 pontos), e muito embora o Vitória tenha comandado quase sempre a marcha do marcador, a vantagem maior do que dispôs foi de três pontos. Um triplo de Pedro Pinto (81-77), à entrada do último minuto, ajudou a decidir para que lado iria cair o triunfo neste encontro. A Ovarense ainda chegou à diferença de dois pontos (79-81), mas João Balseiro não tremeu da linha de lance-livre quando faltavam 20 segundos para o fim do jogo (83-79).O base vitoriano, Pedro Pinto, foi o melhor marcador da equipa com 24 pontos, seguido depois de João Balseiro com 19 pontos, alcançados com uma enorme eficácia, já que apenas falhou um lançamento de campo. José Silva e Paulo Cunha, ambos com 14 pontos, também contribuíram para o sucesso da equipa.A equipa de Ovar ficou muito perto de forçar a negra, objetivo proposto pela equipa antes destes dois jogos em casa. Os vareiros estiveram muito eficientes da linha de lance-livre (23/28 – 82%), equilibraram a luta das tabelas, tendo sido apenas ligeiramente inferiores nos tiros de longa distância, cometido mais 4 turnovers (11/7) e roubado menos 3 bolas (5/8).Foram cinco os atletas da Ovarense a terminar o jogo na casa das dezenas em pontos marcados, com o base José Barbosa (6 assistências 3 ressaltos e 2 roubos de bola) a ser o mais concretizador com 15 pontos. Miguel Miranda (6 ressaltos e 2 assistências) e André Pinto (7 ressaltos), ambos com 13 pontos, foram depois os melhores marcadores da formação de Ovar.
Al-Qazares promovido
O ADBA de Débora Escórcio não teve tanta sorte.
Num fim-de-semana concentrado, as oito equipas lutavam por duas vagas, que acabaram por ser ocupadas pelo Al-Qazares e pelo Gernika.No primeiro encontro, a equipa de Carla Nascimento venceu o Ensino, por 63-52, com a portuguesa a somar 10 pontos, 3 ressaltos e 6 assistências, seguindo-se novo triunfo, desta feita frente ao CREF Hola, por 62-52, uma partida onde Carla, que voltou a ser titular, contribuindo com 9 pontos, 5 ressaltos, 6 assistências e 1 roubo de bola.Na terceira partida, diante do Gernika, a equipa perdeu, por 48-63 (a internacional lusa registou 2 pontos, 1 ressalto e 3 assistências), mas a presença nas meias-finais estava já assegurada.E nas meias-finais o triunfo diante do Promete, por 68-55, levou a que o Al-Qazares pudesse fazer a festa da promoção. Nesta partida Carla esteve 25 minutos em campo, somando 2 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola.Já o ADBA de Débora Escórcio não teve um percurso tão bom em Logroño, pois perdeu os três primeiros jogos e ficou logo fora da luta pela promoção. No primeiro, frente ao Ferrol, cedeu por 45-77, com a madeirense a obter 12 pontos, 7 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola, ao que se seguiu novo desaire, diante do Promete (65-75), jogo onde Débora somou 8 pontos e 8 ressaltos, 1 roubo de bola e 3 desarmes de lançamento. A finalizar, claudicou frente ao Alcobendas (43-79) e a jogadora portuguesa marcou 5 pontos e capturou 9 ressaltos.Em França, tanto na Pro B como na NM1 disputou-se este fim-de-semana a penúltima jornada da fase regular, mas as equipas dos portugueses já não conseguem qualificar-se para o playoff.Na Pro B, o Rouen de Filipe da Silva perdeu com o Le Portel, no prolongamento, por 81-89, e ocupa a 14ª posição. O base somou 5 pontos, 3 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola, em 34 minutos.Na divisão abaixo, a NM1, o Chartres também cedeu no prolongamento (73-74) diante do Lourdes, e está no 13º posto. Arnette Hallman totalizou 6 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências.
Benfica nas “meias”
Caso para dizer que os barcelenses terminam a época de cabeça bem erguida, já que foram uns dignos vencidos, pela forma como se bateram e obrigaram o Benfica a ter que dar o seu melhor.
O inicio do jogo parecia indicar que os comandados de Carlos Lisboa conseguiriam sem grandes problemas fechar a série. Mas depois de um 1º período em que o resultado foi 28-19, favorável ao Benfica, o Barcelos reagiu de forma enérgica. Graças a um notável parcial de 27-11, a equipa liderada por José Ricardo foi para o descanso na frente do marcador (46-39).Uma curta vantagem, que viria a diminuir durante o 3º período (60-57), mas ainda assim, eram os minhotos que comandavam o marcador, resistindo ao poderio ofensivo do adversário. Intensidade defensiva que se manteve até final do encontro, obrigando a equipa encarnada a ter que trabalhar muito para conquistar pontos.Nos últimos 10 minutos a equipa da casa soube lidar muito bem com a pressão de comandar por curtas vantagens, e chegou mesmo a estar na frente aos 66-62 e 68-65. Mas dois triplos do Benfica, da autoria de Andrade (6 pontos, 3 assistências e 3 ressaltos) e Doliboa (16 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências), devolviam a liderança ao conjunto lisboeta. Nos momentos finais, David Gomes (4 pontos, 7 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola) ainda teve um triplo que colocaria o Barcelos de novo no comando, do ressalto ofensivo conquistado resultaria um turnover numa penetração para o cesto, e seria Seth Doliboa a sentenciar a partida da linha de lance-livre.O duo formado por Fred Gentry (15 pontos, 6 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) e João Betinho Gomes (16 pontos e 8 ressaltos) voltou a dar provas que está a um bom nível para ajudar a equipa nesta fase decisiva da prova.O MVP do jogo foi Marko Loncovic com 29.5 de valorização, isto porque revelou uma enorme eficácia a lançar ao cesto (9/11 de 2 pontos e 1/2 de 3 pontos). Aos 23 pontos que anotou, somou ainda 7 ressaltos. Nuno Oliveira foi o outro atleta do Barcelos a terminar o jogo na casa das dezenas em pontos marcados (12), tendo dado uma preciosa ajuda na área do ressalto, luta ganha pelos minhotos (39/30 sendo que 13 foram ofensivos), ao capturar 12. Estatística do Jogo:http://www.fpb.pt/fpb_portal/!fpb.go?s=33108800&p=fpb.203040&k_id_jogo=175896&co2=B1&bl2=LAYOUT-1
CAB empata eliminatória
O triunfo deste sábado das madeirenses (69-63) coloca agora as duas equipas em pé de igualdade, se bem que o CAB joga em casa, tendo demonstrado nos últimos tempos uma enorme superioridade quando jogo nessa condição.
A equipa da casa começou o encontro a tentar impor um ritmo forte no ataque e a pressionar em termos defensivos. Uma estratégia que deu resultado até ao momento em que o tiro exterior da formação do Barreiro começou a funcionar. As barreirenses voltavam a exibir a sua principal arma ofensiva e no final do período conseguiam inverter o resultado a seu favor (19-18).No segundo período, a equipa liderada por João Pedro melhorou o seu desempenho defensivo, forçou o adversário a cometer turnovers, conseguindo baixar a eficácia ofensiva das forasteiras. Nada que fizesse o GDESSA perder a sua disciplina tática ou controlo emocional. O intervalo chegava com as insulares a comandarem o jogo por 30-28, um resultado que deixava tudo em aberto para a segunda parte do jogo. No regresso dos balneários, a equipa do GDESSA voltou a ter algum sucesso nos lançamentos de longa distância, facto que causou algum desnorte na equipa da casa. Mas o jogo continuava muito disputado sem que nenhuma das equipas conseguisse fugir no marcador, sendo que no final do 3º período estava tudo empatado a 45 pontos.No derradeiro período, o CAB executou melhor em ataque, esteve melhor na luta dos ressaltos (34/26 sendo que 12 foram ofensivos), bem como conseguiu ser mais intensa na forma como defendia. Tudo somado fez com que a vitória sorrisse à formação da Madeira, que assim mantém vivas as aspirações de marcar presença na grande final. O GDESSA demonstrou que pode discutir esta eliminatória, pelo que será fundamental como irão reagir as duas equipas à pressão e carga emocional que envolve um jogo com estas caraterísticas. A norte-americana Taj McWilliams (20 pontos, 12 ressaltos) foi a MVP do encontro, distinção que não retira brilho às exibições de Maria João (20 pontos, 4 assistências) e Schera Sampson (17 pontos e 9 ressaltos) na equipa do CAB Madeira.A jovem Laura Ferreira, com 15 pontos, foi a melhor marcadora do GDESSA, seguida de perto pela dupla de estrangeiras da equipa Stephanie Sension (14 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) e Lydia Bauer (12 pontos e 6 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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