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Ricardo Rosa: «Jogar com os nossos ídolos»

Apesar de os resultados não estarm a ser os mais desejados, o jogador acredita que a equipa encarnada vai crescer. O próximo adversário é o Illiabum.

O projeto da equipa B do Benfica preenche a necessidade de competição dos atletas mais jovens do Benfica?Claro que sim, ter criado uma equipa B foi uma grande iniciativa por parte do Benfica, obviamente que o sonho e o objetivo de cada jogador do Benfica é jogar na equipa A, mas tendo uma equipa tão jovem como a nossa ,acho que fazer parte da B já é um excelente começo.O nível da competição da Proliga prepara-vos para entrarem na Liga?As equipas da Proliga de ano para ano ficam cada vez melhores, é uma competição que está mais renhida que nunca, recheada com grandes equipas e com grandes jogadores. Mas da Proliga para a Liga ainda existe uma diferença, não tão grande como muita gente pensa, e isso pode ver-se através dos resultados da Taça.O facto de verem companheiros vossos a jogar na equipa principal é um estímulo para trabalharem ainda mais?Claro que sim. É ótimo ver jogadores na equipa principal com um/dois anos a mais que nós, e há sempre aquela motivação extra que se trabalharmos tanto como eles, os próximos podemos ser nós. Num clube com tantos bons jogadores como o Benfica, outro grande estímulo é poder vir a jogar com os nossos ídolos.Que balanço faz dos resultados da equipa até ao momento?Os resultados obviamente que não são os desejados, de momento estamos em 7º lugar com 2 vitórias e 5 derrotas. Temos deixado escapar alguns jogos que podíamos ter ganho e aí estaríamos no topo da tabela, que são os lugares desejados. Mas jogo após jogo estamos a crescer e acredito que iremos acabar bem classificados.Quais as principais dificuldades que têm sentido nos jogos?Como já disse, a Proliga está recheada de excelentes equipas e excelentes jogadores. As grandes dificuldades que temos encontrado nas outras equipas são os seus excelentes jogadores, a sua enorme experiência e o grande conhecimento que tem de basquetebol. Mas nós também temos tido muitos problemas com concentração e com oscilações de boas decisões que nos têm custado caro nos momentos decisivos.Na próxima jornada deslocam-se a Ílhavo, para defrontarem, muito provavelmente, um dos candidatos à subida. Pontos fortes a ter em atenção nesta equipa do Illiabum?A equipa do Illiabum é um excelente exemplo do que é a Proliga. Uma equipa muito forte, definitivamente uma das candidatas à subida. É muito bem organizada, reforçou-se este ano com grandes jogadores, como o Jaime Silva e o Mário Gonçalves que são antigos jogadores da Liga. O Illiabum joga muito bem em casa, sobem bastante na defesa e abrem bem para o contra-ataque, isto tudo juntamente com o tiro exterior são os pontos fortes deles que nós vamos ter que ter uma atenção extra.


«Acreditamos nas nossas capacidades»

Segue-se o Lousada, a equipa sensação da Liga Feminina, cujo desempenho não surpreende Vera Correia. A jogadora acredita que o GDESSA vai conseguir fazer um bom jogo e que o encontro deverá ser bastante competitivo, sobretudo ao nível do ressalto.

A equipa tem neste momento 50% de vitórias. Três derrotas, todas elas por margens muito curtas. Sentem que podiam estar numa posição bem mais confortável na tabela classificativa?Todas as equipas gostam obviamente de estar bem posicionadas, visto que ninguém gosta de perder! Mas relativamente à nossa equipa, acredito que a nossa posição seja temporária porque acreditamos nas nossas capacidades e sabemos que esta não é de facto a nossa real posição. Queremos sempre ir mais além do pretendido. O que falhou nessas derrotas? Acha que isso já foi corrigido ou melhorado?Foram três derrotas com “sabor a amargo”, visto que a diferença foi de apenas de um cesto. O que realmente falhou foi sem dúvida a consistência no momento crucial do jogo. Contudo, nada como trabalhar para melhorar e, como somos uma equipa extremamente lutadora, continuaremos a dar o nosso melhor. Mas com uma “ajuda extra”, da nossa nova estrangeira que é uma mais valia para nós.A equipa dá sinais de estar a atravessar um bom momento. A defesa foi a base do triunfo em Vagos?Apesar de estarmos a atravessar um bom momento, duas vitórias consecutivas com duas equipas extremamente fortes, sabemos perfeitamente que não nos podemos iludir, porque há muito ainda para trabalhar. É verdade que no jogo em questão defendemos bem, e essa também foi uma das nossas armas para a motivação e êxito para alcançar a vitória.Ainda assim, o sucesso da equipa depende muito do rendimento de um núcleo de jogadoras. Concorda com esta leitura da equipa do GDESSA?Somos uma equipa muito unida, pois temos um núcleo extremamente forte e a meu ver todas são importantes, independentemente da sua posição ou nacionalidade.Surpreendida com os resultados do Lousada? O que espera desta equipa para o jogo do próximo domingo?Confesso que não me tem surpreendido, esta equipa tem portuguesas internacionais com algum prestigio e valor, e uma americana muito forte, a qual conhecemos muito bem, porque já tivemos a oportunidade de tê-la na nossa equipa em épocas anteriores. Acredito que será um jogo muito competitivo, principalmente na luta dos ressaltos.O que terão de continuar a fazer bem de modo a que possam continuar a ganhar? Para obter bons resultados teremos que continuar a trabalhar arduamente como sempre o fazemos e ter mais consistência, concentração e sem dúvida cometer poucos erros.


“Uma equipa ainda em formação”

Patricia Martins não tem dúvidas que a equipa está no rumo certo, e apesar da muita inexperiência e falta de rotatividade que existe no grupo de trabalho, acredita que a equipa só pode evoluir até final da temporada.

Ainda assim, e apesar do balanço não ser positivo, a vitória alcançada pela equipa torrejana frente ao GDEMAM, as duas equipas que se encontram na cauda da classificação, demonstra que a equipa está unida e quer ser competitiva.“Penso que, embora os resultados não mostrem, estamos a ir na direção certa. Esta vitória mostra que estamos unidas e temos vontade de ganhar.”Já pelo quarto ano consecutivo de Liga, no CDTorres Novas/Seven o plantel do clube é constituído na sua maioria por jogadoras oriundas da sua formação e da região. “Temos sentido bastante dificuldade neste sentido, porque muitas de nós nunca jogámos na Liga, por isso para nós é um começo. Já defrontámos as equipas mais fortes, todos jogos fora, o que também não joga a nosso favor, e já vimos que o nível é muito superior ao nosso. Mas é um desafio enorme e está a fazer-nos crescer enquanto jogadoras e equipa.”Os resultados negativos do CDTorres Novas/Seven fazem sentir-se especialmente na segunda parte. “Penso que isto se deve a duas coisas, a primeira é o facto do nosso plantel ser curto, porque se apostou nas jogadoras da casa, o que faz com algumas de nós tenham de jogar 40 minutos, chegando ao fim de 30 já bastante esgotadas e a segunda a nossa inexperiência neste tipo de competição. Estes jogos são muito físicos e intensos e a maioria de nós é sub-19, muitas de primeiro ano, a diferença é enorme.”O CDTorres Novas/Seven conseguiu a época passada estar nos oito primeiros, sendo que na presente época está a lutar jogo a jogo para se manter nesta competição. “Já mostrámos que estamos a evoluir, somos uma equipa ainda em formação, como já referi somos muito jovens, sem experiência de liga e sentimos uma enorme responsabilidade em cima. Eu sou a 1ª base da equipa, tenho 15 anos e 1, 50m de altura, o que não tem sido fácil, é muita responsabilidade ter de “conduzir” a equipa. Jogar praticamente 40 minutos em todos os jogos, manter o mesmo ritmo e pensar rapidamente nas várias hipóteses frente às melhores bases do país, que nas suas equipas têm ainda a vantagem de poder ir trocando com 2ª e às vezes 3ª bases, é cansativo. Mas sabemos que os treinadores esperam o melhor de nós e por isso vamos lutar até ao fim para alcançar o objetivo de manter a equipa na Liga.”


Daniel Brandão: «Comportamento fantástico»

A eliminação na Taça de Portugal, assegura, não vai causar mossa no moral da formação insular, que não quer afastar-se “um milímetro” do objetivo principal da época – a permanência na Proliga. Leia a entrevista nos detalhes desta notícia.

A passagem de adjunto a principal foi uma escolha natural por parte do clube?Na minha opinião, depois da saída do treinador principal, o clube tinha duas opções: ou rompia com o ciclo iniciado na época transata ou continuava esse mesmo ciclo. Dado que o clube optou por continuar o ciclo já iniciado, julgo que fui uma escolha natural, até pelo meu percurso como adjunto e treinador nos escalões de formação do clube.Teve de alterar muito a sua forma de se relacionar com os atletas? Sentiu alguma dificuldade de aceitação nesse novo papel dentro da equipa?Os jogadores aceitaram muito bem a minha promoção a treinador principal da equipa e não tive qualquer dificuldade em que eles me vissem e me respeitassem como o novo líder. Conversámos no início da época, clarificámos regras e objetivos, e dessa forma não tive que alterar a forma como me relaciono com o grupo nem com os jogadores individualmente. Introduziu grandes alterações na forma de jogar do Terceira Basket? Está satisfeito com os reforços recrutados para esta temporada?O trabalho que temos vindo a desenvolver esta época surge numa linha de continuidade com o bom trabalho desenvolvido na época passada. Esta época não partimos do zero, tendo sido deixadas boas bases de trabalho na época transata. Obviamente, foram feitos alguns ajustes no modelo de jogo da equipa, devido ao facto dos jogadores que vieram reforçar a equipa terem caraterísticas algo diferentes daqueles que saíram. Estou muito satisfeito não só com os reforços, mas com todos os jogadores. Temos um plantel jovem, trabalhador, solidário e com grande espírito coletivo a todos os níveis, desde o jogador mais jovem até ao mais experiente.Que balanço faz do comportamento, até ao momento, da equipa?Na minha opinião, o comportamento da equipa tem sido fantástico. O mérito em grande parte é dos jogadores que têm desenvolvido um excelente trabalho nos treinos e na interpretação e aplicação dos planos de jogo. Mais do que o lugar que ocupamos na classificação, a equipa vem solidificando o seu modelo de jogo ofensivo e defensivo, e tem sido competitiva em todos os jogos, mesmo nas derrotas que tivemos até agora. Existe uma crença muito grande dentro do grupo de que fazendo as nossas coisas bem, podemos ganhar a qualquer equipa do nosso campeonato. No entanto, também sabemos que se não formos competentes, podemos perder. Temos investido muito tempo de trabalho na melhoria dos nossos jogadores, a nível individual e coletivo. Acredito que com a melhoria dos jogadores a equipa jogará naturalmente melhor de jogo para jogo.A eliminação da Taça de Portugal já foi ultrapassada?A nossa prioridade em termos competitivos é o Campeonato da Proliga. No entanto, o jogo que disputámos para a Taça de Portugal era um encontro que queríamos ganhar. Infelizmente, não o conseguimos, com muito mérito do nosso adversário e com algum demérito nosso. No entanto, essa derrota não influenciou em nada o nosso percurso no Campeonato e serviu de motivação para nos jogos seguintes darmos um passo em frente e corrigir os aspetos em que não estivemos bem no jogo da Taça.Revê na equipa consistência e qualidade de modo a que possam estar a este nível até final do campeonato?O nosso objetivo competitivo primordial é a permanência no Campeonato da Proliga e não nos vamos afastar um milímetro desse objetivo até o conseguirmos alcançar. Temos que ser humildes e ter os pés bem assentes na Terra, sabendo que o campeonato é longo e que nem sempre as equipas que começam bem, também acabam bem a competição. A nossa filosofia passa por ganhar o próximo jogo e é nesse sentido que abordaremos a restante competição, sabendo que tudo daremos para o conseguir semana a semana. Temos sempre o “handicap” de quando jogamos em casa termos que realizar dois jogos em cada fim de semana. Não temos conseguido ser tão competitivos no 2º jogo, como somos geralmente no 1º, o que nos condiciona um pouco, fruto do pouco tempo de recuperação entre os jogos. Aliás, contando com o Troféu António Pratas e com a Taça de Portugal, 4 das 5 derrotas que temos esta época em jogos oficiais foram no 2º jogo no mesmo fim de semana. Com exceção da outra equipa açoriana do nosso campeonato, este facto não acontece com mais nenhuma equipa, o que não me parece justo em termos desportivos. No entanto, prometo que tudo daremos para criar dificuldades a todos os nossos adversários e para sermos consistentes e competitivos até final. A foto é da autoria de Pedro Alves/DI.


Mini 10 na Arena de Ovar

No primeiro jogo contra a Ovarense, a equipa entrou bem, o jogo desenrolou-se bem, defendeu e atacou bem, tendo sido um jogo sempre disputado.Contra o Brandoense começou menos bem, com os Lobos sempre na brincadeira e desatentos, pelo que foi muito mais fácil à equipa adversária, muito mais concentrada, chegar facilmente ao cesto adversário.No terceiro jogo contra a equipa de Vale de Cambra, sempre equilibrado, voltaram a estar mais atentos, atacaram e defenderam bem.Entre vitórias, empates e derrotas, é necessário não desanimar em primeiro lugar. Continuar, como Lobos, a trabalhar com garra, corrigir os erros para melhorar sempre.Atletas participantes: Rafael, Marta. Rafael, Samuel, Gabriel, Eduarda, Ruben, Sara, Diogo, Edgar.Treinador Principal: Nuno Pinto; Treinador Adjunto: Sérgio Valente.


Meninas no Pavilhão do Olivais

Nesta manhã as meninas participantes realizaram jogos de minibasquete
em 4×4, em modelo de todos contra todos. Todas se debateram
aguerridamente em todas os jogos, num ambiente de grande
companheirismo.

As mini atletas puderam ainda participar numa competição delançamentos, com o objetivo de concretizar o máximo de lançamentos em 5 posições, nas 5 tentativas. Depois de uma primeira ronda entre asatletas de cada uma da equipa, apurou-se a que mais concretizou paradisputar uma ronda final. A atleta que mais concretizou, neste momentofinal foi a atleta olivanense Ana João.As grandes vencedoras deste torneio, foram todas as atletas quemarcaram presença, pela sua forma exemplar que participaram.Agradecemos por isso a participação de todas e a colaboração de pais,diretores e treinadores olivanenses para que esta manhã decorressepelo melhor.A próxima organização do Olivais Coimbra, será na manhã de 15 deDezembro, para o escalão de Minis 8, com um torneio distritalnatalício, associado a uma causa solidária com o Banco Alimentar.


Torneio da Castanha

Foi um convívio divertido, onde no final houve um Magusto.

O Torneio da Castanha foi o 1ºconvívio da época 2013-2014 do CAD Coimbra. Este torneio teve a participação de equipas Mini 10 e Mini 12.Foi notório a dedicação dos Pais presentes no Pavilhão Multidesportos, tornando o Torneio especial.Com o fim dos jogos, realizamos o convívio do Magusto entre as equipas e os Pais.


«Gerir melhor a posse de bola»

Segue-se, em casa, o Vitória de Guimarães, uma “equipa muito talentosa e seguramente uma das melhores da Liga”, na opinião do técnico.

Esperava que esta primeira vitória tivesse surgido mais cedo? Sinceramente, contava que a primeira vitória surgisse mais cedo.Encontra explicações para que a primeira vitória do Lusitânia só tenha sucedido à 4ª jornada?Nem sempre é fácil encontrar explicação para os desvios no nosso planeamento e expectativas, mas penso que houve dois fatores que contribuíram para este arranque de campeonato, nomeadamente a substituição do base e, sobretudo, a escassa competição no período preparatório. É na competição em período preparatório que podemos esclarecer muitas coisas quanto ao rumo que a preparação da equipa está a levar, tanto nas questões técnico/tácticas, como físicas e isso só foi verdadeiramente testado já em competição.Quando já perto do final, a Ovarense passou para o comando, chegou a temer que o ciclo negativo da equipa fosse prolongar-se?Sim, temi que isso pudesse acontecer pois estávamos a sentir bastante dificuldade em atacar contra a defesa zona da Ovarense. Contudo, ao contrário dos jogos anteriores, mesmo nos momentos mais difíceis todos nós acreditámos que a vitória não iria fugir. O recrutamento continua a ser um problema? Gostava de ter visto preenchida alguma lacuna no grupo de trabalho?Continua a ser um problema, agora muito agravado tempos de escassez de recursos financeiros em que vivemos. Longe vão os tempos em que o clube tinha capacidade para recrutar com um pouco mais de qualidade. Hoje as condições de recrutamento são de uma exigência extrema, com recursos muito baixos e margem de erro quase nula. Mas também não posso deixar de dizer que trabalhar em condições de restrição muito severas e ver os nossos jovens crescer com alguma consistência, independentemente dos resultados desportivos, dá-nos um prazer muito especial. Ver jogadores como Miguel Freitas, David Tavares, Pedro Matos ou Fernando Ferreira a dar um contributo regular em competição é qualquer coisa de fantástico e que nos orgulha a todos.Quanto ao preenchimento de lacunas no plantel, sem dúvida que o recrutamento de mais um jogador seria muito importante por diversas razões, mas, para já, essa possibilidade não se coloca.Depois de uma vitória fora de casa, acha que é altura para ganhar em casa? Embora reconheça que não irá ser tarefa fácil derrotar o Vitória?Ganhar em casa é muito importante para cativar os adeptos e envolvê-los na dinâmica da equipa. É isso que vamos tentar fazer no próximo sábado, sabendo que vamos jogar com uma equipa muito talentosa e seguramente uma das melhores da Liga. Não será tarefa fácil, mas sei que tudo faremos para o conseguir.O que esteve bem no jogo de Ovar e que terá ser mantido para o encontro do próximo fim-de-semana?A coesão da equipa e a capacidade de sofrimento reveladas pela equipa até ao último instante do jogo. Defendemos muito bem em largos períodos do jogo.Naturalmente que uma equipa pode sempre evoluir. Mas para este jogo em concreto, e tendo em conta as caraterísticas do adversário, onde gostaria que os seus jogadores fossem melhores?Como somos uma equipa muito jovem e inexperiente, mesmo no que aos estrangeiros diz respeito, gostaria que fossemos capazes de gerir algumas posses de bola, alguns momentos do jogo, com maior maturidade. Sei que isso vai acontecer!


Illiabum segue em frente na Taça

Os ilhavenses vão agora defrontar na próxima eliminatória a equipa da Académica de Coimbra, clube que continua a viver um período conturbado. Mesmo a jogar em casa do adversário, os comandados de Pedro Nuno Monteiro controlaram sempre a marcha do marcador, pelo que a passagem à fase seguinte nunca esteve em causa.


Maria Kostourkova ganhou o duelo com as norte-americanas

Os números finais (52-54) são prova evidente do equilíbrio manifestado ao longo dos 40 minutos, com as maiores diferenças a serem de 5 pontos (46-51) para o CAR Jamor no minuto 37 e de 4 pontos (43-39) a favor das anfitriãs no minuto 30, além de várias situações de igualdade.

O CAR Jamor entrou bem na partida, sem receios, ante uma formação que conseguiu o primeiro êxito na Liga Feminina, no passado fim-de-semana. Cedo se viu que Maria Kostourkova estava em noite de grande acerto, batendo-se bem com as duas jogadoras interiores adversárias, as norte-americanas India Hairston e Kirsten Olowinski. Depois de ser chamada a jogo (não entrou no cinco por estar ligeiramente tocada) a jovem poste Beatriz Jordão fez jus à sua envergadura, ajudando a fechar os caminhos para o cesto e no ataque mostrou a sua melhoria em termos de eficácia de lançamento ao utilizar com a propósito o lançamento à tabela (45º) e demonstrando melhor entrosamento com a sua companheira da área pintada. O equilíbrio foi desde logo a nota mais saliente, conforme explica a igualdade ao cabo dos 10 minutos iniciais (15-15).No 2º período (14-14) a toada não se alterou, com cesto cá cesto lá e as diferenças pontuais a oscilarem entre 1 (aos 20-19 e 23-22) quando a torrejana Mariana Pinheiro converteu os seus 2 triplos (50% de eficácia) e 4 pontos (apenas aos 25-29), à entrada do minuto 19, quando Beatriz Jordão acertou mais um dos seus tiros à tabela. Foi da linha de lance livre, fruto de as forasteiras já terem ultrapassado as 4 faltas, que as comandadas de José Monteiro empataram a partida por intermédio da dupla norte-americana (Hairston e Olowinski) quando se atingiu o intervalo (29-29).No 3º quarto (14-10) foi o colectivo de Kostourkova que se voltou a adiantar no marcador logo no minuto 21 quando a melhor triplista do Europeu de Sub-16 realizado em Agosto passado em Matosinhos, Maianca Umabano converteu o seu 2º triplo da noite (29-32), para terminar com 50% (3 em 6 tentativas). Novo triplo desta feita a cargo da base Susana Lopes, que reapareceu após ter estado ausente no jogo da semana passada, devido a ligeira lesão num joelho, tornou a colocar o CAR Jamor na liderança, à entrada do minuto 26 (35-39). A 3ª falta de Maria Kostourkova no minuto 29, com a consequente ida para o banco, enfraqueceu naturalmente os argumentos das forasteiras, situação bem aproveitada pela equipa anfitriã, que em minuto e meio conseguiu um parcial de 8-0, para chegar ao final dos 30 minutos em vantagem (43-39). No último período (9-15) a reentrada de Maria Kostourkova foi decisiva. Neste derradeiro parcial a jovem poste juntou à sua conta pessoal mais 9 pontos, para terminar com 21, sendo a melhor marcadora do encontro. Logo no minuto 31 conseguiu encurtar o prejuízo para a diferença mínima (43-42), numa jogada de 2+1, convertendo o lance livre depois de ter sido travada em falta. A passagem de novo para o comando por parte do CAR Jamor (43-44) num lançamento de meia distância de Mª Inês Santos, no minuto 34, implicou a paragem do cronómetro pela primeira vez, por José Monteiro ainda no mesmo minuto, mas sem grandes resultados práticos, porque Maria Kostorkova ainda ampliou a vantagem para 43-46. Foi já no minuto 36, depois de estarem 5 minutos sem marcar pontos, que a possante India Hairston chegou ao empate (46-46). A última bomba de Maianca Umabano (46-51), a expirar o minuto 37, que assinalou a maior diferença pontual registada ao longo de todo o encontro, acabou por ser decisiva para o êxito do CAR Jamor, pese embora a pronta reacção das torrejanas, com Olowinski a assumir as despesas no ataque, acrescentado mais 6 pontos aos seu bornal, para terminar com 20, a segunda anotadora da partida. Nos derradeiros 46 segundos ainda houve dois descontos de tempo (um para cada lado), mas o resultado estava feito. Resultado final: CD Torres Novas 52-54 CAR Jamor FemininoDestaque nas vencedoras para a excelente prestação da poste Maria Kostourkova, MVP do jogo (40,5 de valorização), que fez um duplo-duplo ao contabilizar 21 pontos, 8/10 (80%) nos duplos, 14 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 3 roubos, 2 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas com 5/6 (83%) nos lances livres. Foi muito bem acompanhada pela extremo Maianca Umabano (12 pontos, 3/6 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada). Viu a sua valorização ser penalizada pela fraca eficácia nos duplos (1/8). Outros bons contributos a cargo de Beatriz Jordão (8 pontos, 4/10 nos duplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo e 1 desarme de lançamento) e Mariana Silva (2 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e duas faltas provocadas). No CD Torres Novas saliência como seria expectável para o trabalho da dupla interior de norte-americanas, que jogaram os 40 minutos. A mais valiosa acabou por ser Kirsten Olowinski (33,5 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo ao anotar 20 pontos, 7/14 nos duplos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, 4 assistências, 5 roubos, 2 desarmes de lançamento e 5 faltas provocadas com 6/8 nos lances livres, logo seguida de India Hairston (28,0 de valorização), que também fez um duplo-duplo ao conseguir 18 pontos, 7/14 nos duplos, 15 ressaltos sendo 4 ofensivos, 3 assistências, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres. Referências ainda para a atiradora Mariana Pinheiro (6 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e 1 roubo), Leonor Cruz (4 pontos, 2 ressaltos ofensivos e duas assistências) e a jovem (apenas 15 anos) Patrícia Martins (2 roubos e 6 faltas provocadas), a jogadora mais nova a actuar na Liga Feminina, com a fraca eficácia e inexperiência a serem ainda muito penalizadoras em termos de valorização.O êxito do CAR Jamor Feminino assentou basicamente no ganho da luta das tabelas (36-39 ressaltos), tanto na tabela defensiva (23-25) como na ofensiva (13-14), na maior eficácia nos tiros do perímetro (20%-31%), com 4 triplos convertidos em 13 tentados contra apenas 2 em 10 tentativas e no menor número de erros cometidos (18-16 turnovers). Isto fez com que tivesse mais posses de bola (60 lançamentos de campo tentados contra 54).Por seu turno o CD Torres Novas, que defendeu zona os 40 minutos, foi mais eficaz nos lançamentos de 2 pontos (39%-36%), foi mais colectivo (12-4 assistências), roubou mais bolas (9-6 roubos) e provocou mais faltas (19-13), revelando melhor aproveitamento da linha de lance livre (71%-57%) ao falhar 5 das 17 tentativas de que dispôs, enquanto as adversárias desperdiçaram 6 em 14 lançamentos tentados. Ficha de jogoPavilhão de Desportos de Torres Novas CD Torres Novas (52) – Patrícia Martins (1), Ana Marques, Mariana Pinheiro (6), Kirsten Olowinski (20) e India Hairston (18); Leonor Cruz (4), Maria Cotrim (3), Daniela Pascoal e Maria SousaCAR Jamor Feminino (54) – Susana Lopes (5), Mª Inês Santos (3), Maianca Umabano (12), Sara Moreira e Maria Kostourkova (21); Catarina Cavaco (1), Beatriz Jordão (8), Mariana Silva (2), Eliana Cabral (2), Ana Rute Queta, Andreia Peixoto e Rita CruzPor períodos: 15-15, 14-14, 14-10, 9-15Árbitros: Tiago Agudo e Filipe Carvalho, de SantarémO próximo compromisso do CAR Jamor está agendado para dia 4 de Dezembro (4ª feira) no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana) aquando da recepção ao GDESSA, a partir das 21H00.


«Temos feito um bom campeoato»

Na próxima jornada da Liga a equipa mede forças com o Galitos FC, adversário que tem um bom grupo, que não depende apenas de Miguel Minhava.

O Sampaense tem neste momento um registo positivo, pelo que Diogo Gonçalves não concorda que a equipa tenha apresentado inconsistência no seu rendimento. “Na minha opinião temos feito um bom campeonato.” Os resultados obtidos pela equipa têm correspondido às expectativas, razão pela qual não pensa que “haja mérito nem demérito de ninguém” nas derrotas do Sampaense. O atleta até considera que o “Sampaense nunca teve um inicio de época tão bom como este.”A eliminação da Taça de Portugal hipotecou uma das metas estabelecidas pelo grupo de trabalho. “Um dos nossos objetivos desta época era chegar à final-four”. Sem retirar valor ao apuramento garantido pelo adversário, existiram fatores que contribuíram para que a equipa não se tivesse apresentado ao melhor nível. “Foi uma semana atípica, com muitas lesões, e em que no dia anterior tivemos uma deslocação difícil à Luz, o que não tira o mérito ao Maia Basket.”A equipa continua a demonstrar que gosta de ser agressiva a defender, se bem que este ano o grupo tenha mais condições para interpretar este tipo de estratégias defensivas. “O ano passado já tínhamos várias defesas deste tipo. A diferença é que este ano temos uma equipa com características diferentes que nos possibilitam uma maior agressividade.”Diogo partilha da opinião que a equipa do Galitos do Barreiro tem sido uma das agradáveis surpresas da Liga, isto porque “tem um excelente grupo e estão muito bem organizados.”Sem querer retirar peso ao base Miguel Minhava dentro da equipa, o jogador não reduz a qualidade ofensiva do Galitos a um só jogador. “Como já referi anteriormente, o Galitos tem um excelente grupo e não depende apenas do Miguel que é um grande profissional, visto que tem outras boas soluções.”As duas equipas têm o mesmo registo (3 vitórias e 2 derrotas), sendo que vencedor deste jogo ficará numa posição bem mais previligiada na tabela classificativa. “Obviamente que quem ganhar este jogo fica mais confortável, mas ainda é muito precoce falar disto visto que ainda vamos na 6ª jornada.”


CDTN recebe CAR JAMOR


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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