Artigos da Federaçãooo
«Temos noção do nosso valor»
As açorianas, que têm contado com forte apoio em casa, preparam-se ser colocadas mais uma vez à prova, numa jornada dupla frente a Torres Novas e Olivais, no seu recinto.
Está de alguma forma surpreendida com a realidade que foi encontrar no clube União Sportiva?Eu já tinha acompanhado a equipa do União Sportiva o ano passado na 2ª volta do campeonato. Estava em S. Miguel e acompanhei o playoff e a final. Sabia que jogadoras locais iriam ser minhas colegas de equipa e o seu talento. A surpresa não foi total, mas não nego que o Clube superou em larga escala as minhas expectativas.A que se deve este começo de campeonato tão positivo, ao ponto de serem a equipa sensação do momento da Liga Feminina?Este começo frenético de campeonato deve-se em muito ao facto de termos defrontado o Sintra logo no primeiro jogo, e conquistado lá uma vitória importantíssima. Temos perfeita noção do nosso valor e sabemos que todos os jogos são renhidos, por isso, iniciar o campeonato de forma vitoriosa numa deslocação foi, sem dúvida, algo que nos marcou e nos deu o incentivo para trabalharmos cada vez mais e melhor nos treinos.As duas últimas vitórias colocam de alguma forma mais responsabilidade e pressão sobre a equipa?As duas últimas vitórias frente ao GDESSA e ao campeão em título Algés, só vieram demonstrar que afinal somos capazes de nos debater de forma equitativa com qualquer equipa deste campeonato. Acho que ainda estamos muito longe de atingir a forma plena no seio da equipa e que podemos fazer uma fase regular muito engraçada. Não sentimos, de forma alguma, o peso da responsabilidade, mas não negamos nunca que estas vitórias nos abriram horizontes para uma realidade que talvez estivesse um pouco tímida no início – falo, claro, de um lugar no playoff e a subsequente conquista do título.Qual é a sensação de jogar ao lado de uma atleta que tem a qualidade para fazer mais de 40 pontos em dois jogos consecutivos?A Jhasmin é uma excelente jogadora. Eu já a conhecia pessoalmente aquando da sua passagem pelo Olivais onde foi a melhor marcadora da Liga, por isso, para mim, não foi uma total surpresa vê-la marcar tantos pontos. Como colega de equipa, é verdadeiramente estimulante poder partilhar o mesmo campo de treino que ela. Treina com uma intensidade que contagia e só temos a aprender com todo o trabalho técnico que dela emana.Vão ter, em casa, uma jornada dupla, Torres Novas e Olivais, no próximo fim-de-semana. Sente que a equipa é mais forte quando joga em S. Miguel com o apoio do público? E o que dizer dos dois adversários?O público micaelense é extremamente efusivo e gosta de apoiar a equipa. São incansáveis e transformam o basquetebol num jogo bonito, é muito bom para nós sentir esse apreço e esse carinho. Este fim de semana é mais uma prova de fogo. São duas equipas que já defrontámos esta época, sendo que derrotámos o Torres Novas e perdemos com o Olivais, mas desta feita queremos inverter o segundo resultado e continuar invictas em casa.Por falar em público, qual tem sido a reação das pessoas de S. Miguel a este sucesso da equipa na Liga Feminina? Tem merecido a atenção da comunicação social da ilha?As pessoas ligadas à modalidade têm demonstrado grande apreço pelo trabalho desenvolvido, e o pavilhão está sempre cheio, por isso acho que posso dizer que a reação não poderia ter sido mais positiva. Tanto a televisão como os jornais locais têm, respetivamente, transmitido os resumos dos nossos jogos e apresentado os resultados.
«Um sonho tornado realidade»
Nesta entrevista o jogador elogia o desempenho da equipa no recente triunfo frente à Ovarense (num jogo onde estiveram 1700 pessoas…) e lança os próximos duelos, com o Barcelos e o Dragon Force. Não perca, nos detalhes desta notícia.
O período que esteve a jogar em Espanha faz com que se sinta neste momento mais preparado para competir na Liga?Jogar em Espanha deu-me mais experiência, ajudou-me a melhorar vários aspetos do meu jogo e a tornar-me num jogador mais completo. Sinto que estou preparado nesta fase da minha carreira para competir a um nível elevado no nosso campeonato.O papel que atualmente desempenha na equipa da Oliveirense corresponde às suas expetativas nesta fase da carreira?Sim, não poderia sentir-me mais feliz neste momento. Voltar a ser treinado pelo Prof. Rui Alves mas agora na nossa principal competição foi um sonho tornado realidade, fazer parte deste grupo de trabalho que é uma autêntica família, numa cidade que respira basquetebol e nos apoia sempre da melhor maneira posso dizer que estou bem realizado neste momento. Sinto que nesta equipa vamos poder fazer bons resultados, praticar bom basquetebol e que as pessoas gostam do tipo de jogo que fazemos.A vitória frente à Ovarense foi importante para o grupo de trabalho?Foi mais uma vitória para atingirmos os nossos objetivos. Mas claro que teve um sabor especial, um derby é sempre um derby. E depois de a Oliveirense estar tantos anos fora da principal competição de basquetebol do nosso país, todos nós queríamos ganhar este jogo e dar este presente aos nossos adeptos. Ficámos orgulhosos do nosso trabalho mas não iludidos. Ainda nos falta um longo caminho para jogarmos da maneira que temos que jogar, e para chegarmos aos objetivos que queremos atingir.Estavam cerca de 1700 pessoas a assistir ao jogo. Sentiu que o encontro era especial para os adeptos da Oliveirense? O apoio deles foi importante em algum momento do jogo?Esteve um ambiente fantástico e que nos ajudou imenso para chegar á vitória final. Os adeptos apoiaram e tiveram connosco todo jogo, foi um encontro incrível. Sentia que as pessoas estavam felizes pela Oliveirense estar de volta aos grandes jogos do basquetebol português. E nos fizemos o nosso papel e demos um excelente espetáculo de basquetebol a todas as pessoas que tiveram naquele pavilhão.Na próxima jornada voltam a jogar em casa, frente ao Barcelos que ainda não perdeu em jogos a contar para o campeonato. Onde terão que ser fortes de modo a poderem repetir a recente vitória obtida na Azeméis Cup?Temos que estar bastantes fortes na defesa, no ressalto defensivo e manter uma grande intensidade no jogo durante os 40 minutos. Só assim podemos repetir a vitória que aconteceu na Azeméis Cup.Vai ser fácil abstraírem-se do jogo que irão disputar no dia seguinte frente ao Dragon Force relativo aos 1/16 avos de final da Taça de Portugal? O cansaço ou a preparação do jogo poderão constituir-se problemas?São dois jogos completamente diferentes. Primeiro vamos estar focados em fazer o nosso trabalho contra o Barcelos e só depois desse jogo pensaremos em descansar e nos mentalizarmos para o jogo contra o Dragon Force. Durante a semana vamos ter tempo para preparar os dois jogos e chegarmos a cada um deles da melhor forma possível.Duas competições diferentes, sendo que o jogo da Taça será frente a uma equipa do escalão inferior. Ainda assim, acha que esta equipa do Dragon Force está ao nível das equipas da LPB? E que pontos fortes destacaria deste adversário?O Dragon Force tem uma equipa cheia de jovens talentos comandados por um grande treinador que consegue tirar o melhor de cada um para formar uma equipa coesa e difícil de bater. Colocam grande intensidade durante todo o jogo, correm muito rápido para o contra ataque e lançam bem de três pontos, são esses os seus pontos fortes. Teremos que estar a um bom nível durante todo o jogo para conseguirmos ganhar este jogo, e por experiência de quando estive do outro lado sei que não é fácil ir ganhar jogos ao Dragão Caixa.
Chave do êxito esteve nas tabelas e na eficácia de lançamento
Os números finais (71-52) reflectem a superioridade do colectivo de Kostourkova na luta das tabelas e também a sua maior eficácia nos lançamentos de campo.
O CAR Jamor comandou desde o apito inicial optando por transições rápidas e por isso chegou com relativa facilidade a 10-2 (minuto 5). As pupilas de André Cardoso reagiram e sob a batuta de Sofia Ramalho (que não entrou no cinco) reduziram para 12-8, obrigando Mariyana Kostourkova a pedir o seu 1º desconto de tempo (minuto 9). Uma assistência de Catarina Cavaco permitiu a Maria Kostourkova fixar o resultado do 1º período (16-9), em cima da buzina.No 2º quarto (21-14) um triplo de Mafalda Borges logo no minuto 11 a fazer 16-12, não desorientou as anfitriãs que responderam com um parcial de 12-0 (28-12 no minuto 15), sendo que Sara Moreira foi a protagonista ao marcar 3 duplos em 4 minutos. A meio desse parcial o treinador benfiquista parou o cronómetro (aos 22-12, no minuto 13) sem resultados práticos de imediato. Porém as forasteiras voltaram a reagir (29-21), como lhes competia, mas a dupla Maria Kostourkova e Maianca Umabano, cada uma com 2 duplos protagonizou nova arrancada do CAR Jamor (37-21 no minuto 19). Em cima da buzina para o intervalo, Bárbara Bilro reduziu para 37-23. No 3º período (19-15) houve equilíbrio até ao minuto 25 (43-33), com a experiência de Sofia Ramalho e Andreia Teixeira a fazer mossa e mantendo a fasquia na dezena de pontos. A partir daí o CAR Jamor acelerou impondo um parcial de 11-1, com a jovem Mariana Silva a fazer o 54-34 (minuto 29), o que obrigou André Cardoso a pedir novo desconto de tempo. Sara Tavares, em duas iniciativas individuais, fixou o resultado em 56-38, ao cabo de 30 minutos de jogo.No derradeiro quarto (15-14) as comandadas de Kostourkova alcançaram a maior diferença (24 pontos aos 68-44) no minuto 38, mas na ponta final a equipa visitante provocando faltas conseguiu um parcial de 3-8 em menos de 2 minutos, marcando um duplo e 6 lances livres em 7 tentados. Foi aliás já com o tempo esgotado que Catarina Murteira converteu os 3 lances livres a que teve direito, por ter sofrido falta em lançamento da linha dos 3 pontos, selando o resultado (71-52). Resultado final: CAR Jamor 71-52 SL Benfica Destaque nas vencedoras para a actuação da poste Maria Kostourkova, MVP da partida (28,0 de valorização) ao contabilizar 20 pontos, 7/8 nos duplos (87,5%), 7 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas com 6/9 nos lances livres. Seguiram-se-lhe a extremo Maianca Umabano (15,0 de valorização) ao somar 8 pontos, 3/3 nos duplos, 9 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 2/5 nos lances livres, a extremo/poste Beatriz Jordão (8 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) e Sara Moreira (6 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 1 roubo). A base Susana Lopes tem que demonstrar mais confiança no controlo da posse da bola, ontem de novo a sua pecha.Na equipa do SL Benfica a mais valiosa foi a experiente Sofia Ramalho, ainda a melhor marcadora (8 pontos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Bons contributos de Mafalda Borges (7 pontos, 2/3 nos duplos, 1/3 nos triplos, 1 ressalto ofensivo e 1 roubo), Marcela Cossermelli (3 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada), Andreia Teixeira (5 pontos, uma assistência, 3 roubos e 1 desarme de lançamento) e Paula Couto (6 pontos, 4 ressaltos defensivos, 2 roubos e 1 desarme de lançamento). O segundo êxito do CAR Jamor assentou fundamentalmente na supremacia patenteada na luta das tabelas (39-27 ressaltos), nomeadamente na tabela defensiva (33-19 ressaltos) e na maior eficácia nos lançamentos de campo (52%-33%), repartidos pelos duplos (54%-39%) e pelos triplos (25%-9%) ainda que ambas as equipas só tenham convertido um lançamento do perímetro, por ter sido mais colectiva (13-7 assistências) e por ter provocado mais faltas (21-17)., com melhor aproveitamento da linha de lance livre (64%-59%) ao desperdiçar 10 em 28 tentativas, enquanto o adversário falhou 9 em 22 tentados.Por seu turno o SL Benfica cometeu menos erros (23-16 turnovers), conseguiu mais roubos de bola (5-12 roubos) e fez mais desarmes de lançamento (0-2). Ficha de jogoPavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana), na Cruz QuebradaCAR Jamor (71) – Susana Lopes (7), Mª Inês Santos (6), Maianca Umabano (8), Beatriz Jordão (8) e Maria Kostourkova (20); Catarina Cavaco, Catarina Miranda (5), Sara Moreira (6), Mariana Silva (4), Andreia Peixoto (4), Eliana Cabral (3) e Ana Rute Queta SL Benfica (52) – Inês Cruz (1), Mafalda Borges (7), Paula Couto (6), Andreia Teixeira (5) e Joana Alves (4); Sofia Ramalho (8), Bárbara Bilro (2), Rita Alves (4), Catarina Murteira (3), Sara Tavares (4), Marcela Cossermelli (3) e Marta Silva (3)Por períodos: 16-9, 21-14, 19-15, 15-14Árbitros: Daniel Pereira e João SaraivaO próximo jogo do CAR Jamor será no dia 20 de Novembro (4ª feira) no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, a partir das 21H30, para defrontar o GDEMA Menéres.
Dragon Force volta a vencer
O encontro teve duas partes distintas, melhor a Academia durante a 1ª metade, com os comandados de Moncho Lopez a darem a volta ao resultado durante a etapa complementar.
A primeira nota vai para o bom espetáculo proporcionado pelas duas equipas, e para o número de pessoas que se deslocou para acompanhar este encontro. Os primeiros 20 minutos foram dominados pela Academia, sobretudo pela intensidade colocada pelos seus jogadores em todos os momentos do jogo. Uma atitude que lhe permitia dominar a luta das tabelas, impedir cestos fáceis ao adversário, motivando-a para ter uma eficácia elevada nas suas ações ofensivas. Sem surpresa, e a justificar plenamente, a Academia vencia ao intervalo por 38-26. O intervalo permitiu à equipa portista retificar a forma como se estava a entregar ao jogo, passou a equilibrou a batalha do ressalto e aumentou a sua agressividade defensiva. As alternâncias defensivas tiveram o efeito desejado, já que desregularam o ataque da Academia. Facto que se tornou mais evidente quando Moncho Lopez se manteve na zona, com a formação lisboeta a precipitar os seus movimentos ofensivos, optando quase sempre pelo lançamento de três pontos, que contrariamente ao que tinha sucedido na 1ª parte, teimava em não cair.A equipa portista soube tirar partido dessa ineficácia, e da perda de rigor tático, para somar contra-ataques, e quando era obrigada a jogar em meio campo, revelava maior paciência ofensiva, na procura de situações de vantagem nas áreas próximas do cesto, bem como das constante trocas defensivas que tanto sucesso tinham tido na 1ª parte. Se não eram os jogadores interiores a finalizar, libertavam os atiradores, que na etapa complementar estiveram com a pontaria bem mais afinada.
«Temos potencial»
Segue-se a sempre difícil Ovarense que, apesar de vir de uma derrota (frente à Oliveirense), Miguel Minhava conta que seja igual a si própria, ou seja, “a defender bem e a jogar como equipa no ataque”.
A vitória em Algés surgiu no momento exato? Ou o grupo não sentia qualquer tipo de ansiedade ou pressão? Qualquer vitória surge num bom momento, mas penso que depois do resultado da jornada anterior era importante dar uma boa resposta. Sentíamos que este era um jogo importante e talvez existisse alguma ansiedade. Penso que alcançámos uma excelente vitória, num campo onde acredito que muitas equipas possam perder, pois o Algés é uma equipa muito agressiva (no bom sentido) e que sabe aquilo que faz no jogo.Acha que já mereciam um resultado positivo como este? Temos trabalhado imenso, e julgo que quem trabalha assim, mais tarde ou mais cedo é recompensado. Como tal, julgo que tivemos muito mérito, que sai ainda mais reforçado pela equipa que defrontámos. No entanto, sabemos que este foi o segundo jogo do campeonato, e se queremos alcançar mais vitórias, temos no mínimo que continuar a trabalhar da mesma forma, e se possível melhor ainda.O último reforço estrangeiro veio equilibrar a equipa e torná-la mais competitiva? Espero que sim. E para já as primeiras impressões vão nesse sentido. Sabemos também que só poderemos ter sucesso se todos conseguirmos dar um contributo significativo para a equipa. Se por um lado é importante a equipa consiga acolher os novos jogadores da melhor forma e ajudar na sua adaptação, por outro eles têm que se “encaixar” da melhor forma, e saber o que o grupo espera deles.Este triunfo reflete uma evolução da equipa em alguns aspetos do jogo?Claro que sim e isso agrada-me bastante. Preocupante seria se nós não sentíssemos essa evolução. Considero que estamos a melhorar o nosso jogo, e que temos potencial para atingir outro patamar. Tanto a nível defensivo como ofensivo temos vindo a progredir, e há muito espaço para melhorarmos. Gostei acima de tudo da forma como reagimos aos momentos menos bons, e isso é fundamental numa equipa como a nossa. Voltam a jogar fora, sendo que o próximo adversário é a Ovarense, que vem de uma derrota na última jornada. Que opinião tem da equipa da Ovarense? E se acha que o Galitos se encaixa bem no estilo de jogo e atletas da equipa de Ovar? Penso que a Ovarense é um exemplo a todos os níveis. Como equipa funciona como talvez mais nenhuma outra o consegue. Cada jogador sabe exatamente qual é o seu papel e executam ao milímetro aquilo que lhes é pedido. Para combater isso, temos que ser mais equipa, e explorar os seus pontos menos fortes. A forma como vamos encaixar penso que é difícil de prever. O facto de terem perdido o último jogo não terá grande influência, pois espero uma Ovarense igual a si própria, ou seja, a defender bem e a jogar como equipa no ataque.
Fuller eleito MVP
Prova disso é a nomeação de quatro deles para o 5 ideal da ronda, sendo que Nuno Marçal foi o que mais se destacou, razão pela qual é o MVP Nacional da 2ª jornada da LPB.
MVP Global – Aaron Fuller, UD Oliveirense, 36 de valorizaçãoVoltou a exibir-se a grande nível, tendo sido decisivo na vitória da Oliveirense frente à Ovarense. É a principal referência interior no jogo ofensivo da equipa, bom ressaltador, com a particularidade de participar no ressalto ofensivo, assim como revelou neste jogo que também é capaz de passar bem a bola. Os seus 19 pontos, 14 ressaltos, repete os oito ofensivos, e 4 assistências confirmam tudo aquilo que dissemos anteriormente sobre este jogador, ao mesmo tempo que começa a dar provas de ser um atleta de rendimento regular.MVP Nacional – Nuno Marçal, Maia Basket, 33 de valorizaçãoO ex-internacional português soube adaptar-se muito bem a um estilo de jogo que lhe proporcionasse mais sucesso com o avançar dos anos. Logicamente que com a idade se vai perdendo algumas qualidades, mas mesmo sendo um jogador bem mais interior, Marçal não perdeu a qualidade do tiro exterior, assim como a facilidade de colocar a bola no chão e atacar o cesto. Sendo um jogador alto, é sempre útil na luta das tabelas, pelo não admira que continue a somar boas exibições e com qualidade acima da média. No jogo com o Barcelos, os 28 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento, não foram suficientes para garantir a vitória, mas provam que continua a ser um jogador temível.5 IDEALPosição 1: Miguel Minhava, Galitos Barreiro Tley, 29 de valorizaçãoDomingo perfeito para o base português, que à boa prestação conseguida frente ao Algés juntou a primeira vitória da equipa no campeonato. O internacional português assumiu que procurava mais tempo de jogo e o facto é que, com mais minutos, Minhava consegue exibir domínio em diferentes aspectos do jogo. Os 14 pontos, 9 assistências, 7 ressaltos e 3 roubos de bola demonstram que fez um jogo muito completo frente aos algesinos, e foi sempre um problema para conseguir pará-lo defensivamente (9 faltas provocadas).Posição 2: João Soares, UD Oliveirense, 28.5 de valorizaçãoNão sendo um atirador puro, pode perfeitamente preencher esta posição, com a vantagem de ser extremamente possante fisicamente. Foi igualmente decisivo no triunfo frente à Ovarense, não só pelos pontos que marcou (22), alguns deles em momentos cruciais, como também pelo trabalho realizado na luta das tabelas, já que conquistou 10 ressaltos. Conseguiu ainda realizar 1 assistência, roubar 1 bola e desarmar 1 lançamento. Neste regresso a Portugal, o jovem jogador da Oliveirense parece estar mais preparado para ter maior protagonismo dentro de uma equipa da Liga.Posição 3: Fernando Sousa, Académica de Coimbra, 30 de valorizaçãoO capitão da Académica foi uma das poucas referências que se manteve na equipa de Coimbra esta temporada. Se no passado Fernando já tinha era obrigado a desempenhar vários papéis dentro do campo, este ano ainda se torna mais evidente essa necessidade. As opções são poucas, pelo que o base/extremo/poste da Académica tem de fazer de tudo um pouco na equipa liderada por Jacinto Silva. A estreia não foi positiva, ao contrário da exibição de Fernando Sousa, que terminou o encontro com o Vitória com 30 pontos, 4 ressaltos, 4 roubos de bola e foi sempre um quebra-cabeças para a defesa vitoriana (10 faltas provocadas).Posição 4: Nuno Marçal, Maia Basket, 33 de valorizaçãoÉ o MVP Nacional da jornada. Um quatro moderno que consegue jogar de frente para o cesto, e, como cada vez mais é desejável nesta posição, com capacidade para atirar de fora e bom passador.Posição 5: Aaron Fuller, UD Oliveirense, 36 de valorizaçãoContinua a dominar a Liga Portuguesa, e pelo segundo fim-de-semana consecutivo, o norte-americano da Oliveirense é distinguido como o MVP Global da ronda
«Confiança levou-nos à vitória»
As equipas voltam a defrontar-se este fim-de-semana, mas agora para o campeonato, e a jogadora espera que as algesinas consigam voltar a vencer.
Não se pode dizer que tenha sido fácil ao Algés conquistar a Supertaça feminina, até porque o final do encontro foi marcado por enorme emoção. Mas existiu um aspeto do jogo em que as algesinas foram superiores. “A nossa vitória deveu-se ao facto de termos tido maior eficácia nos lançamentos interiores e exteriores.”Inês reconhece que o técnico Manolo Povea, embora tenha alertado de onde poderia vir o maior perigo, não definiu nenhuma estratégia especial para este jogo. O ênfase na preparação desta final foi dado àquilo que a equipa tinha de cumprir durante o encontro. “Foi um jogo em que tínhamos consciência clara do potencial interior das adversárias, no entanto focámos a nossa preparação na potenciação daquilo que sabemos fazer melhor.”Quando o jogo se equilibrou nos momentos finais, Inês não sentiu qualquer tipo de receio que se pudesse repetir os finais infelizes do fim-de-semana anterior. “Na parte final estivemos empatadas, mas os nossos níveis de confiança, resultado do trabalho semanal e do decorrer do jogo, levaram-nos a aumentar o resultado e chegar à vitória.”Um triunfo, que na opinião de Inês Faustino, beneficiará o rendimento e confiança da equipa para os jogos da fase regular do campeonato. “Claro que esta vitória vai ter repercussões para futuros jogos. Estamos cientes de que temos muito para crescer e muito potencial para nos impormos noutros jogos, uma vez que somos uma equipa muito jovem e com muitas expetativas pessoais.”A jogadora mudou-se este ano para Lisboa, e apesar de “ainda ser prematuro fazer um balanço” desta nova aventura, “de momento está a corresponder às expectativas.”A internacional portuguesa acredita num futuro risonho para este grupo de trabalho, que considera ter muita qualidade e uma margem muito elevada para poder progredir. “Este é um grupo muito jovem, e o facto de todas as atletas terem estado em trabalho de seleção, no passado verão, faz com que cada jogadora tenha elevadas expetativas individuais. Por seu turno, toda esta ambição, leva-nos a produzir melhores treinos, com maior nível de empenhamento para atingir os objetivos.”O Algés volta a defrontar o CAB no próximo sábado em jogo a contar para o campeonato. O conhecimento mútuo será naturalmente maior, o que cria um desafio ainda maior a quem queira sair vitorioso. “Cada jogo é um jogo. O próximo, irá obrigar cada equipa a superiorizar a adversária na suas estratégias, pelo que será necessário prepará-lo com afinco, dado que ambas querem ganhar.”
Algés conquista a sua 4ª Supertaça Feminina
Deste modo as algesinas arrecadaram o seu quarto triunfo na competição, sendo agora a terceira equipa no ranking, que ainda é liderado pelo CAB Madeira (6 vitórias), seguido do Estrelas da Avenida com 5.
A partida valeu pela incerteza nos momentos finais em que as madeirenses, correndo atrás do prejuízo (terminaram o 3º período com 12 pontos de desvantagem) chegaram à igualdade (56-56) no minuto 37. Depois foi o tiro exterior do Algés, ontem em tarde de acerto (52% com 11 triplos convertidos em 21 tentativas) que arrumou com a questão, com Dora Duarte a acertar duas bombas, uma a fazer 61-56 à entrada do minuto 38 e outra já depois do treinador insular ter parado o cronómetro, quando bisou ao ampliar para 64-56 (quase a expirar o minuto 39). Foi efectivamente a eficácia da linha dos 3 pontos que fez a diferença, a favor do Algés, particularmente na 1ª metade, quando já tinha 7 triplos em 13 tentados (54%) contra 0/9 do adversário, com realce para Joana Bernardeco e Inês Faustino, ambas com a mão quente (3/4). Equilibrado foi o quarto inicial (15-15), numa toada de parada e resposta, com as pupilas de Manolo Povea a mostrarem que estavam de pontaria afinada. No 2º período (21-12) manteve-se o acerto das algesinas nos tiros do perímetro, factor decisivo para a diferença pontual que se verificava ao intervalo (36-27). O desacerto total das madeirenses da linha dos 3 pontos (0 em 9 tentativas) inviabilizava a aproximação, pese a boa eficácia nos duplos (50%), contra 37% das adversárias.No 3º quarto (18-15) o Algés geriu o pecúlio amealhado, com o único triplo de Joana Soeiro a cair em cima da buzina, a elevar para 12 pontos ao cabo dos 30 minutos (54-42).No último período (14-20) as comandadas de João Pedro Vieira, com Mª João Correia a ser a mais inconformada, fizeram o que lhes competia, reagindo com entusiasmo e determinação. No minuto 35 a desvantagem já tinha sido reduzida para um cesto apenas (56-54) e dois minutos volvidos surgia o empate (56-56), após um parcial de 0-10. O Algés deu uma sapatada (5-0) através de 1 duplo de Inês Faustino seguido de um triplo de Dora Duarte, este à entrada do minuto 38, obrigando de imediato o técnico madeirense a pedir um desconto de tempo. Sem efeitos práticos pois a mesma Dora Duarte acertou a sua 3ª bomba elevando a contagem para 64-56, ainda no minuto 39. Com pouco mais de um minuto para jogar, a tarefa das madeirenses antevia-se difícil para fazer perigar a vantagem adversária e foi o que aconteceu. Resultado final: Algés 68-62 CAB Madeira Destaque nas vencedoras para a prestação da base Inês Faustino (27,5 de valorização) ao somar 24 pontos (melhor marcadora da partida) com 62% nos lançamentos de campo (8/13), repartidos por 57% nos duplos (4/7) e 67% nos triplos (4/6), 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres, bem acompanhada por Dora Duarte (14 pontos, 2/3 nos duplos, 3/6 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas), Joana Bernardeco (9 pontos, 3/4 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Chelsea Guimarães (6 pontos, 3/5 nos duplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência e 2 desarmes de lançamento). Bons contributos ainda de Joana Soeiro (5 assistências) e Vitória Pacheco (5 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 assistências).Na equipa do CAB Madeira o maior protagonismo foi para a MVP do jogo (29,5 de valorização), a nigeriana Justina Udenize, que fez um duplo duplo ao contabilizar 13 pontos, 14 ressaltos sendo 6 ofensivos, 6 assistências, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres. Foi bem secundada por Carolina Escórcio, que também conseguiu um duplo duplo (11 pontos, 5/7 nos duplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e uma falta provocada), Catarina Freitas (11 pontos, 3/4 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres) e Mª João Correia (20 pontos, 2/6 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo e 5 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres).Em termos globais a vitória algesina baseou-se na elevada eficácia do tiro exterior (52%-28%), no maior colectivismo (14-12 assistências), no menor número de erros (14-19 turnovers) e ainda por ter roubado mais bolas (8-7 roubos). Por seu turno as madeirenses foram mais eficazes nos duplos (40%-46%), tiveram ligeira supremacia nas tabelas (35-36 ressaltos) com realce na tabela ofensiva (10-13 ressaltos) e provocaram mais faltas (12-17), embora com pior eficácia da linha de lance livre (83%-65%), ao desperdiçarem 6 em 17 tentativas ao invés das suas opositoras que apenas falharam um em 6 lançamentos tentados. Ficha de jogo Pavilhão Desportivo dos Lombos Algés (68) – Inês Faustino (24), Joana Bernardeco (9), Dora Duarte (14), Lavínia Silva (4) e Chelsea Guimarães (6); Vitória Pacheco (2), Joana Soeiro (3), Simone Costa (4) e Carolina Gonçalves (2) CAB Madeira (62) – Catarina Freitas (11), Mª João Correia (20), Christian Shelter (4), Carolina Escórcio (11) e Justina Udenize (13); Marta Bravo (3) e Cíntia França Por períodos: 15-15, 21-12, 18-15, 14-20Árbitros: João Veiga e Inês Freire
Oliveirense vence derby
Nos minutos finais, a equipa de Oliveira de Azeméis parecia ter o jogo controlado, ainda que por curtas vantagens pontuais, mas um triplo de José Barbosa, trouxe de novo a incerteza ao resultado, vendo-se obrigada a sofrer até ao último segundo para saborear uma preciosa vitória.
Este provavelmente seria um dos cenários mais perfeitos para a Oliveirense regressar em casa aos jogos da Liga, com uma recepção à Ovarense. O jogo não defraudou as expectativas, pelo equilíbrio e final entusiasmante que teve.Nos primeiros 10 minutos as duas equipas estiveram muito iguais, um pouco melhor a Ovarense (20-18), situação que se alteraria até ao intervalo. No segundo quarto, a equipa liderada pelo técnico Rui Alves chegou a estar a vencer perto da dezena de pontos (41-32), mas nos instantes finais da 1ª parte, pela conquista de várias idas para a linha de lance-livre, a Ovarense amenizou a diferença pontual (41-36).O começo da etapa complementar foi uma réplica do quarto anterior, com a Oliveirense sempre no comando do marcador, mas incapaz de passar a barreira psicológica dos 10 pontos de vantagem, muito por culpa da serenidade e disciplina que caracteriza a equipa de Ovar. No entanto, no final do 3º período a Oliveirense continuava no comando do marcador, somando mais um ponto à vantagem que tinha ao intervalo (60-54).No derradeiro quarto, a Oliveirense suportou bem o facto de ter o adversário sempre por perto no marcador, mantendo-se sempre em vantagem até 3 minutos do final, altura em que se registou um empate a 65 pontos. Percebia-se que era o momento do jogo, pelo que os 4 pontos consecutivos por parte da equipa da casa foram fundamentais para voltar a estabilizar a Oliveirense (69-65).A 32 segundos do final o conjunto de Oliveira de Azeméis vencia por cinco pontos de diferença (72-67), mas José Barbosa com um triplo, trazia à memória o final memorável da Ovarense na ronda anterior. O mesmo atleta, após um turnover de um atleta da Oliveirense, ainda dispôs de um lançamento triplo para vencer o jogo, mas a bola não entrou, pelo que os adeptos da Oliveirense puderam respirar de alivio e celebrar uma vitória sempre especial.O norte-americano Aaron Fuller (19 pontos, 14 ressaltos e 4 assistências), novamente MVP do jogo com 36 de valorização, para além de mais uma boa exibição, foi determinante nos momentos decisivos, assim como João Soares, melhor marcador com 22 pontos, a que somou 10 ressaltos.A equipa de Ovar não esteve particularmente feliz nos lançamentos de longa distância e perdeu a luta das tabelas. Embora tenha conseguido muitos mais lances-livres, desperdiçou 10 pontos por falta de eficácia (18/28 – 64%), aspeto que num jogo equilibrado… A Ovarense teve quatro jogadores a terminar o jogo com 10 ou mais pontos, sendo que o melhor foi Miguel Miranda que ficou muito perto do duplo-duplo (12 pontos e 9 ressaltos). Logo seguido de Fernando Neves com 11 pontos, que ainda conquistou 7 ressaltos.
Barcelos vence jogo equilibrado
Um jogo marcado pelo equilíbrio, com vários momentos em que cada umas das equipas revelou ligeira superioridade, mas nos momentos de decisão acabou por ser mais forte a formação comandada pelo técnico José Ricardo.
Os primeiros 20 minutos foram de domínio repartido, melhor a dformação maiata nos primeiros 10 minutos (20-15), com a equipa da casa a responder até ao intervalo, altura em que já vencia por dois pontos de diferença (37-35).O intervalo não fez alterar o equilíbrio que se tinha registado, mas ainda assim foi a equipa da Maia a revelar-se melhor no recomeço da etapa complementar. Mesmo a jogar fora de casa, o conjunto liderado pelo técnico espanhol Vicente Gonzalez entrava no quarto decisivo no comando do marcador (54-52).Uma vantagem pontual que viria a revelar-se insuficiente, visto que nos 10 minutos finais, no parcial mais produtivo da equipa minhota (23 pontos), o Barcelos conseguiria a reviravolta no marcador. O controlo da posse de bola por parte do Barcelos, apenas 9 turnovers contra os 20 cometidos pelo Maia Basket, bem como os 17 roubos de bola efectuados contribuíram decisivamente para mais um sucesso dos barcelenses. Marko Loncovic (18 pontos e 11 ressaltos) registou mais um duplo-duplo, num encontro em que David Gomes (5 pontos, 9 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola) e Mathew Adekponya (10 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) deram sinais positivos que podem ser mais-valias para esta equipa de Barcelos.A grande exibição de Nuno Marçal (28 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências), MVP do jogo com 33 de valorização, foi ofuscada pela derrota da equipa.
Galitos supera Algés
Mesmo a jogar fora de casa, a equipa liderada por António Paulo Ferreira assumiu a liderança desde o quarto inicial, controlando depois até final, apesar da aproximação do adversário no último período.
A equipa do Algés teve de correr sempre atrás do prejuízo, já que nos primeiros 10 minuto a equipa da margem sul fugiu no marcador (22-13). Uma almofada pontual, sem ser grande, que permitiu os visitantes gerir a liderança até ao intervalo, ainda que o Algés tenha encurtado distâncias (41-36).O intervalo acabaria por servir melhor os interesses do Galitos, uma vez que cortou o ascendente revelado pelos algesinos no final da 1ª parte, aproveitando os visitantes para repor a diferença pontual que se registava no final dos primeiros 10 minutos (50-41).O Algés, num último quarto marcado por uma elevada pontuação (26-23), fez o que lhe competia, lutou para tentar alterar o resultado, mas o Galitos segurou bem uma importante vitória conquistada fora de portas.A estreia de Quinton Doggett (14 pontos e 8 ressaltos) na equipa do Galitos foi promissora, ainda que o grande desempenho tenha pertencido a Miguel Minhava (14 pontos, 9 assistências, 7 ressaltos e 3 roubos de bola), MVP do jogo com 29 de valorização. Andrew Bachanov (16 pontos e 5 ressaltos) começa a revelar que é um jogador regular.Foram cinco os jogadores do Algés que conseguiram mais de 10 pontos, Diogo Correia foi o melhor com 14 pontos, Henrique Piedade (11 pontos e 8 ressaltos) foi o mais valorizado, com Rui Quintino (12 pontos e 6 ressaltos) a ficar muito perto.
Benfica chega à centena
Os comandados de Carlos Lisboa tinham praticamente resolvido o jogo ao intervalo, mercê de um bom segundo período.
Se do ponto de vista ofensivo o Benfica esteve muito bem durante a 1ª parte, 57 pontos apontados, o desempenho defensivo da equipa durante o 1º período não foi o mais famoso (31-23). Até ao intervalo, os açorianos encontraram muitas mais dificuldades para encontrarem o caminho do cesto, baixaram abruptamente a sua eficácia ofensiva, vendo reduzido para 6 pontos a sua produção atacante nos segundos 10 minutos. Ao intervalo o Benfica já vencia por vinte seis pontos de diferença (57-31), e apesar de ter dado melhor réplica durante a etapa complementar, o Lusitânia já tinha comprometido a possibilidade de poder discutir o jogo.O norte-americano Jobey Thomas (27 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola) voltou a ser o atirador de serviço do Benfica, já David Weaver (12 pontos e 10 ressaltos) se impôs no jogo interior. O base Diogo carreira (11 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos) aproveitou bem os minutos em que esteve em jogo.Augusto Sobrinho, com 25 pontos, foi o melhor marcador dos açorianos, mais um do que o seu companheiro James Smith (24 pontos), que deixou boas indicações de poder vir a ser um jogador útil para o técnico Nuno Barroso.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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