Artigos da Federaçãooo

Sampaense ganha na Madeira

Um triunfo apenas garantido no último período, já que à entrada do derradeiro quarto a equipa do Sampaense perdia por três pontos de diferença.

Desde o seu arranque, o jogo teve um ritmo elevado, o que permitia prever que, independentemente do resultado, sairia beneficiado o espetáculo. Entrou melhor o Sampaense, que soube impor-se nas áreas próximas do cesto, o que fez com que garantisse superioridade ao nível do jogo interior e dos ressaltos. O CAB tentou responder, mas nem sempre com eficácia. A equipa liderada pelo técnico João Freitas acumulava erros, especialmente no capítulo defensivo, facto que explica a vantagem conquistada pelos visitantes no final do 1º período (24-18). No segundo período, o CAB melhorou coletivamente, os lançamentos de longa distância passaram a ser uma arma ofensiva válida, já que surgiram em maior número e com melhor eficácia. Contudo, o Sampaense estava determinado a não deixar a partida fugir ao seu controle e acompanhou o CAB nos pontos e na atitude dentro de campo.O intervalo chegou com o marcados a assinalar, favorável ao Samapaense. Tudo estava em aberto para a segunda parte. Seria o CAB capaz de dar a volta e passar para a frente? Ou continuaria o Sampaense a dominar, com o seu poder atlético, a equipa dos Amigos?No regresso dos balneários a equipa madeirense apresentou-se mais solta, mais agressiva, mais atenta nos aspetos defensivos e particularmente eficaz no ataque. Os triplos voltaram a ser a sua arma favorita. À entrada do derradeiro, a equipa insular já tinha conseguido a reviravolta no marcador (52-49), um resultado que deixava tudo em aberto para os últimos 10 minutos, e a curiosidade em se perceber como iriam as duas equipas reagir à alternância de comando do jogo.Tal como aconteceu em jogos anteriores na presente temporada, os comandados de José Calabote souberam responder à desvantagem no marcador, revelando determinação e rigor tático para explorar com precisão as vantagens ofensivas que tinha relativamente ao seu adversário. A formação insular pagou caro algumas desconcentrações defensivas, se bem que haja muito mérito da parte do Sampaense nesta vitória num campo sempre complicada de jogar.


Vitória decide jogo na 1ª parte

A superioridade exibida pelos vitorianos durante os primeiros 20 minutos foi notória, com o resultado ao intervalo, 58-29 favorável ao Vitória, a expressar bem a diferença entre as duas equipas.

A 2ª parte foi bem mais equilibrada, a Académica venceu por um ponto de diferença, algo sempre positivo e motivador, se bem que nunca tenha sido colocada em causa a liderança da equipa liderada pelo técnico Fernando Sá.O Vitória dobrou o adversário na luta dos ressaltos (36/18), João Balseiro (12 pontos) foi o melhor ressaltador dos vimaranenses, com 8, logo seguido por João Guerreiro (4 pontos, 3 assistências e 2 roubos de bola). Mas o grande destaque vai para José Silva, autor de 29 pontos, bem como para a subida de rendimento de Temidayo Adebayo (17 pontos e 5 ressaltos).O capitão da Académica, Fernando Sousa (30 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola), MVP do jogo com 30 de valorização, foi exemplar na forma como se bateu, tendo sido bem acompanhado por Bruno Costa (16 pontos, 7 ressaltos e 5 roubos de bola).


Filipe da Silva soma 5º desaire seguido

O Rouen somou este fim-de-semana a quinta derrota consecutiva, diante do Boulogne, por 77-79, na 10ª jornada da prova. Na divisão inferior, o Chartres de Arnette Hallman teve melhor sorte, já que derrotou o La Rochelle, fora, por 67-60.

Filipe foi titular e, nos 16 minutos que esteve em campo, marcou 6 pontos, capturou 2 ressaltos, distribuiu 6 assistências e fez 6 roubos de bola. Hallman, por seu turno, jogou 19 minutos, somando 8 pontos, 3 ressaltos e 1 assistência.Em Espanha, as duas portuguesas que atuam na Liga Feminina não foram bem-sucedidas este fim-de-semana. O Cadi, de Sofia Carolina, sofreu a segunda derrota da época, em quatro jogos, diante do Bembibre, em casa (59-62). A portuguesa começou no banco mas acabou por jogar 8 minutos, somando 3 pontos e 2 ressaltos.Já o Bizkaia GDKO de Carla Freitas cedeu fora de portas diante do Gipuzko (51-69), com a internacional lusa a obter um roubo de bola, em 10 minutos de utilização. A equipa venceu apenas um jogo esta temporada.


CAR Jamor volta a vencer

André Resende por 60-54. Um jogo equilibrado e que colocou problemas pouco habituais aos jovens atletas do CAR. A evolução continua a ser notória, e este encontro em particular exigiu mais maturidade e paciência ofensiva aos atletas.

A equipa de Évora, com a alternância defensiva de vários tipos de zona, colocou imensos problemas do ponto de vista ofensivo. Aos poucos, a formação do Jamor soube lidar com essa estratégia defensiva, começou a procurar os pontos fortes de qualquer ataque contra uma defesa zona, e acima de tudo preocupou-se mais em jogar por princípios do que propriamente estar amarrada a um sistema tático.No entanto, nem tudo foi positivo uma vez que a recuperação defensiva não foi a melhor, parar a bola na transição defensiva nem sempre foi conseguido, e na defesa em meio campo, as penetrações continuam a causar desiquilibrios. A defesa dos postes causou igualmente alguma mossa, já que a diferença de peso em alguns casos fosse notória, o que não invalida falta de agressividade na luta pelo ganho de posições perto do cesto.No ataque, o jogo foi excelente para ilustrar o quanto importante é circular rápido a bola entre os jogadores, que a eficácia do lançamento ainda deixa muito a desejar, e que o drible também é uma arma ofensiva.Mas são claros alguns sinais positivos, maior segurança em bater pressão, melhor compreensão dos ritmos do jogo, maior preocupação com o controlo da posse de bola, maior facilidade em abrir linhas de passe, um conjunto de fundamentos essenciais para estar em campo com qualidadeAlinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes (3), Jorge Pires (15), David Dias, Pedro Costa (5), Nuno Sá (5), Carlos Cardoso (4), Guilherme Oliveira (4), Pedro Dias (6), Rui Saraiva (6), Diogo Carvalho, João Pedro Fernandes (3) e Pedro Teixeira (9).


AD Vagos permanece invicta

Um jogo que teve domínio repartido, melhor a equipa da casa durante a 1ª parte, mas na etapa complementar as vaguenses deram a volta ao resultado.

O encontro de Lousada teve duas partes distintas. Depois de um início liderado pelo Vagos, as comandadas de Raul Santos dominaram o 2º período, sobretudo pelo seu bom desempenho defensivo já que permitiram que o Vagos apenas marcasse 2 pontos durante 10 minutos. Ao intervalo, o Lousada liderava o marcador com uma vantagem de cinco pontos (19-14). Mas o intervalo que veio mudar o rumo do jogo. O Vagos surgiu determinado a fazer o que não tinha feito até então. Depois de recuperar a desvantagem, passou a liderar o jogo, chegando mesmo a uma vantagem superior à dezena de pontos. Não mais permitindo que a equipa do Lousada se aproximasse do marcador até final do encontro.Num jogo marcado por uma baixa pontuação, na equipa do Vagos as melhores marcadoras foram: Daniela Domingues (10 pontos), Ana Oliveira (11 pontos), eficaz nos lançamentos de longa distância (3/4) e Janae Fulcher (10 pontos).Na equipa da casa, a dupla de norte-americanas formada por Stefanie Gilbreath (13 pontos) e Elisa Beagle (14 pontos), MVP do encontro, esteve em bom plano, já Francisca Braga (7 pontos) foi a que mais se evidenciou entre as portuguesas.Por períodos: 8-12; 11-2; 10-18 e 15-18


Diogo Ventura: «Não vou relaxar»

Apesar de muito novo, o base tem merecido a confiança do técnico André Martins para liderar a equipa do Algés. O jogo inaugural do campeonato não teve um final, mas o atleta, eleito para o melhor 5 da ronda, acredita que isso já faz parte do passado. Para o jogo do próximo domingo, Ventura acredita que a forma como a equipa tem trabalhado, e a força do coletivo, irá suficiente para levar de vencida a equipa do Galitos.

Como está a lidar com o facto de estar a ser o base mais utilizado na equipa do Algés?Só me traz mais responsabilidades e dá-me vontade de trabalhar. Penso que o pior que se pode fazer quando um jogador é o mais utilizado na sua posição é relaxar e achar que se tem esses minutos garantidos. No entanto, o maior foco tem de ser a equipa e não os minutos que cada um joga ou deixa de jogar. O facto de ter integrado o 5 ideal da jornada é motivo para trabalhar ainda mais? Claro que sim, penso que, no seguimento da questão anterior, estes fatores só podem e devem motivar mais um jogador a dar ainda mais do que estava a dar. A estreia na Liga esteve muito perto de ser positiva. A forma quase inacreditável como perderam em Ovar já faz parte do passado? Sim, realmente a forma como perdemos foi quase inacreditável e muito dura para todos. Perdemos por culpa própria, mas aprendemos muito também. Esta primeira jornada já passou e penso que serviu para acreditarmos que, com muito trabalho e exigência, podemos discutir todos os jogos. Agora não pensamos em mais nada a não ser no próximo jogo. Uma vitória no jogo do próximo domingo frente ao Galitos, duas equipas que provavelmente lutam pelos mesmos objetivos, seria importante nesta fase do campeonato? Sim, as vitórias são sempre importantes, e vamos lutar e dar tudo para que no final a vitória seja do Algés em todos os jogos. Quanto aos objetivos, por enquanto, é treinar intensamente dia a dia e pensar jogo a jogo para que possamos ser competitivos e discutir todos os jogos. Ainda estamos numa fase muito precoce do campeonato para definir metas. No entanto, as equipas que forem mais regulares vão ter mais sucesso. Reconhece que o Galitos tem jogadores que podem desequilibrar um jogo? Sim o Galitos tem uma boa equipa com 2 ou 3 jogadores que podem desequilibrar, mas a equipa vale pelo colectivo e temos de estar atentos a todos os jogadores da equipa do Galitos. Acredita que o Algés está preparado para vencer? E quais os pontos fortes que vos podem conduzir ao triunfo? O Algés, só pelo grande clube que é, e com a tradição que tem, está sempre preparado para vencer! A vontade de ganhar é enorme e nós trabalhamos todos os dias no máximo para que os jogos corram da melhor forma. O nosso ponto forte é, sem qualquer dúvida, a equipa como um todo e o facto de todos os jogadores, sem exceção, serem muito importantes para a equipa.


«Pôr estratégia em prática e ganhar»

O encontro disputa-se domingo, frente ao CAB Madeira, em Carcavelos

O Algés ainda está à procura da sua melhor forma desportiva, ou simplesmente ainda não é uma “equipa”?O Algés é uma equipa muito jovem, com jogadoras talentosas mas que precisam de experiência para ganhar mais consistência. Portanto, apesar de já sermos uma equipa, temos muito para trabalhar e melhorar para conseguirmos a nossa melhor forma desportiva. Encontra grandes diferenças entre a equipa deste ano e a que conquistou o título na última época?É logico que sim. Em primeiro lugar o facto de não termos estrangeiras de grande nível como tínhamos o ano passado. Depois, algumas das jogadoras mais experientes também já não estão connosco. Contudo, apesar de a equipa ser diferente da do ano passado, é igualmente um grupo trabalhador, com aspirações e objetivos. E, acredito que iremos terminar a época a jogar igualmente um basquete de bom nível.Como tem sido capitanear um grupo com tanta juventude?É para mim um desafio. Sinto que as jogadoras jovens talentosas precisam de equilíbrio, moderação e confiança, e nós, jogadoras mais experientes podemos ajudar nesse sentido. Apesar de saber que ao longo do ano vamos ter de trabalhar conjuntamente em muitas questões, também estou certa que vai ser gratificante sentir a evolução do grupo. O duplo desaire dos Açores poderá deixar marcas na equipa para o jogo de domingo? E o que falhou nesses dois jogos?Concordo. Deixa marcas, desde logo positivas! Todos sabemos, quem anda no Desporto, que se aprende mais nas derrotas do que nas vitorias. Estas só tem que ser encaradas como um alerta de aspetos que temos que trabalhar e melhorar e a melhor resposta a esta situação, é a forma como estamos a treinar esta semana. As duas equipas perderam os últimos jogos por diferenças mínimas. A questão mental vai ser determinante para este jogo da Supertaça?A questão mental é sempre determinante numa final. Mas, tal como referi é uma final, portanto não tem nada a ver com os jogos do fim de semana passado. Vão estar duas equipas dentro de campo que de certeza só pensam em ganhar, e aquela que demonstrar maiores níveis de concentração e confiança vai com certeza errar menos e aumentar a possibilidade de sair vitoriosa. É nisso que estamos focadas, adquirir uma estratégia, pô-la em pratica e ganhar! O CAB está mais forte do que na época passada? E quais os principais cuidados a ter durante o jogo desta final?Ainda não jogamos com o CAB esta época, portanto ainda não consigo estabelecer uma comparação com a época passada. No entanto, o CAB tem jogadoras que podem criar bastantes desequilíbrios, como a Maria Joao Correia. Ainda assim acredito que o segredo da vitoria no Domingo passa pela preocupação com a nossa própria equipa, em fazermos as coisas que nos são pedidas, e de forma coletiva encontrarmos soluções que nos permitam trazer a Supertaça para Algés.


CPN vence Torneio das Estrelas de Montgermont (França)

Trata-se de um torneio onde prevalece o espírito de fraternidade, amizade, desportivismo, convívio, e intercâmbio cultural entre as participantes e os acompanhantes, mais do que a competição em si mesmo.

No certame deste ano participaram equipas oriundas de França, Espanha, Bélgica, Suíça, Itália, e Portugal, tendo o CPN sido representado pelas atletas Beatriz Brito, Carolina Coelho, Daniela Aranha, Érica Manuel, Inês Rosas, Margarida Fonseca, Mariana Pereira, Mariana Silva, Marta Afonso, Marta Fernandes, Marta Leite, Natália Santos, Patrícia Correia, Rita Lino, Rita Sá, Rita Santos, Sofia Fonseca e Vanessa Ferreira, distribuídas por duas equipas. Este ano além da sua equipa de sub-14 (iniciadas) o CPN levou uma equipa mais nova de sub-12, que igualmente participou no torneio, a qual seria denominada de Ermesinde. Para esta jovem equipa esta participação foi uma espécie de preparação para o próximo torneio. Mesmo assim deram uma excelente resposta e conseguiram vencer a equipa da Bélgica, o Bonine, ficando em 7º lugar.Quanto ao principal conjunto do CPN (na imagem) esse levaria a melhor sobre a concorrência, já que saiu vencedor do torneio! Na fase de grupos as ermesindenses arrasaram por completo. Bateram a Selection 35 por concludentes 25-08, o Saint Melo também por expressivos 22-04, e as belgas do Bonine por 36-03. Numa segunda fase derrotariam o Lancy Geneve (Suiça) por 29-06, alcançando assim a final, onde iriam derrotar o Saint Malo por 14-09. Refira-se que os jogos do Torneio de Montgermont são de curta duração, como se pode comprovar pelos baixos resultados, com o intuito de poderem ser realizados o maior número de jogos possível durante os dois dias de competição.O CPN além de vencer o torneio ganhou o prémio de melhor ataque, e viu ainda duas das suas atletas ficarem no “cinco ideal”, sendo elas Margarida Fonseca e Marta Afonso. Esta última jogadora foi ainda considerada a melhor jogadora – MVP – do torneio.


Olivais continua invicto

Com este triunfo, a equipa de Coimbra somou a sua terceira vitória, mantendo-se invicta na competição. Já o conjunto de Torres Novas ainda não foi desta que conseguiu por fim ao ciclo negativo que atravessa, já que continua à procura do primeiro êxito da temporada.

O jogo começou a decidir-se no primeiro período, com a equipa da casa a construir uma confortável vantagem de quinze pontos passados os primeiros 10 minutos de jogo (26-11). Uma diferença pontual que se dilatou até ao intervalo (42-23) para números que colocavam o Olivais muito bem posicionado para vencer o encontro.Se dúvidas existiam, o recomeço da etapa complementar dissipou-as por completo, uma vez que o conjunto de Torres Novas não foi capaz de se aproximar no resultado. Bem pelo contrário, viu o Olivais fugir ainda mais no marcador (61-35).Uma vitória que assentou num bom controlo da posse de bola (apenas 5 turnovers), agressividade defensiva, refletida nos 24 roubos de bola, e nas boas exibições de Marcy Gonçalves (16 pontos, 7 roubos de bola, 6 ressaltos e 2 assistências), Daniela Jesus (18 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências) e Ana Fonseca (14 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências).Na equipa de Torres Novas, a dupla formada por Kirsten Olowinski (17 pontos e 9 ressaltos) e Mariana Pinheiro (14 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) foi a que mais se destacou.


Ana Oliveira: «Sinto-me em casa»

A equipa ainda não perdeu na Liga Feminina e prepara-se para defrontar o Lousada, formação de valor, que levou, inclusivamente, a melhor sobre o CAB. Não perca a entrevista nos detalhes desta notícia.

Depois de um período de sucesso vivido em Algés, o que a fez mudar de clube e escolher o Vagos?Adorei os 3 anos que passei no Algés, porém os anos passam e nós temos que seguir a vida e a minha está no norte. A minha prioridade não era continuar a jogar basquetebol mas, por falta de emprego, tive a sorte de o Vagos me dar esta oportunidade de jogar na minha cidade que é um grande prazer. Como tem corrido a adaptação a esta nova experiência na sua carreira?Ao longo da minha carreira tive a oportunidade de jogar em vários clubes criando experiência em adaptar-me a novas equipas, novos treinadores, e novas ideias e este caso não é diferente, mas o Vagos é um clube que tem pessoas muito acolhedoras e não tem sido nada difícil adaptar-me! O engraçado é que pela primeira vez em muitos anos, sinto-me como se estivesse em casa.Já defrontaram o Lousada esta época, num jogo em que foram bastante superiores. Acha que neste momento prevalece a diferença entre as duas equipas?O primeiro jogo contra o Lousada não vai ter qualquer termo de comparação com o deste sábado simplesmente porque as equipas que jogaram para a Taça de Vítor Hugo não são as equipas que vão jogar este sábado. Dois jogos duas vitórias, é registo do Vagos até ao momento. Com a sua vasta experiência de Liga, acha que a equipa do Vagos tem qualidade para discutir títulos?Acho que é muito cedo para avaliar como vai ser a nossa prestação durante o campeonato pelo simples facto que ainda não conseguimos ter 1 semana onde toda a gente estivesse a 100% para treinar e jogar. Porém, a equipa tem muito talento e acredito que tem todas as capacidades de estar nas finais mas vamos levar uma semana de cada vez. A vitória caseira do Lousada frente ao CAB é um bom aviso para a vossa deslocação do próximo sábado?O Lousada tem um bom núcleo e bom basquetebol e acredito que este ano elas vão fazer muito melhor época e consequentemente jogar contra o Lousada vai implicar ter que jogar bem, cometer menos erros do que elas e ser muito ofensivas para sair sempre com uma vitória.


Norberto Alves: «Quero evoluir como líder»

A experiência está a correr bem, já ganhou a Taça Victorino Cunha, prova onde participam os quatro clubes mais bem classificados na época anterior, mas não considera a sua equipa favorita ao título. Nesta entrevista Norberto Alves aborda ainda o atual momento da Académica. Não perca, nos detalhes desta notícia.

Esta sua ida para Angola já esteve para acontecer mais cedo?Sim, estive muito próximo de treinar em Angola, outro clube de topo na época de 2011/12. À última da hora as coisas não se concretizaram e fiquei sem treinar nesse ano, apesar de ter feito um 3º lugar, atrás do FC Porto e do Benfica. Na altura, a melhor época de há mais de 40 anos. Os dirigentes da Académica que iniciaram funções resolveram ter outro treinador, que passado pouco tempo foi substituído por outro treinador, apesar de eu estar disponível para treinar a Académica… nunca entendi isso. Quais foram os motivos que o levaram a ir treinar para Angola?Depois do problema de saúde que tive no final da época passada, tinha de tomar uma opção: ou só treinava basquetebol ou só estava na escola como professor de Educação Física. Em termos de esforço físico não queria fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Sabendo que a Académica não tem condições financeiras para ter um treinador a tempo inteiro – eu teria que sair. Assim, quando os dirigentes do Libolo vieram a Coimbra falar comigo resolvi aceitar o convite. Treinar e liderar equipas são competências que fui desenvolvendo ao longo de anos de experiência. Dediquei a minha vida a isso e não quis perder esta oportunidade de continuar a treinar. Nesta atividade é fundamental sair da nossa zona de conforto para poder evoluir e eu quero sempre evoluir como líder. Tinha de sair de Portugal. No nosso país não havia nenhum projeto que me proporcionasse essa evolução. Está satisfeito com as condições de trabalho proporcionadas pelo Recreativo do Libolo?Os dirigentes da equipa receberam-me muito bem e têm procurado dar-me tudo o que é possível para desenvolver o meu trabalho. Um agradecimento muito especial ao Vice-Presidente Nelson Oliveira, por proporcionar as melhores condições possíveis para que a equipa tenha possibilidades de discutir todas as provas. Os jogadores também têm sido fantásticos na minha integração noutra realidade. Penso que eles já perceberam o que eu posso fazer para que tudo nos corra como merecemos.Principais diferenças entre o basquete africano e Europeu?De uma forma muito geral, podemos dizer que o Jogo é mais físico, tem mais contacto e joga-se a uma maior velocidade – ou seja o ritmo é maior por haver mais posses de bola. Defensivamente existe uma maior pressão defensiva, quer sobre o portador da bola, quer sobre as linhas de passe. Penso que quando pensamos na intensidade com que se joga um jogo de playoff em Portugal percebemos melhor este contexto de que estou a falar. Recentemente conquistou a Taça Victorino Cunha, onde participaram os melhores 4 classificados da época anterior. Isso significa que têm condições para lutar pelo título?Foi muito importante para a confiança da equipa termos ganho esse troféu. Acho que pouca gente estava à espera, com exceção de todos os que fazemos parte da equipa – dirigentes, treinadores e jogadores. Para o campeonato sabemos que não somos os favoritos – a equipa mais forte é o atual campeão (1º de Agosto), mas temos as nossas hipóteses e com trabalho e compromisso de todos vamos, jogo a jogo, estar em condições de poder ganhar. Não prometi vitórias aos meus dirigentes quando me vieram contratar mas prometi dar tudo para as conseguir atingir. É isso que vou fazer – dar o meu melhor e ter, como sempre, a consciência de que o fiz.O campeonato é competitivo, ou resume-se a uma luta a quatro?O campeonato tem quatro equipas mais fortes do que as outras. Essas têm mais condições de disputar o título – mas o campeonato é mais competitivo que o português que tem apenas um grande candidato olhando para a diferença de potencial das equipas.A Liga dos Campeões Africanos é outro objetivo definido pelo clube?Essa é uma competição bastante difícil de conquistar, mas primeiro vamos lutar por nos apurarmos para a sua fase final e depois sim pensar nisso.Embora à distância, como vê o atual momento da Académica, clube que tanto lhe diz?Fui treinador da Académica 8 anos em 3 ciclos diferentes, trouxe o clube da 3ª divisão até ser Vice-Campeão Nacional. O Clube faz parte da minha vida como treinador e está no meu coração. Por isto tudo, eu lamento muito a situação que, fundamentalmente, a época de 2011/2012 provocou e que ainda tem repercussões – eu não percebi o que se passou: não estava lá nessa época, não me quiseram… Parece importante perguntar a quem lá estava na altura. Agora uma coisa eu sei, o ano passado sem aumentar o passivo que se encontrou, a Académica foi vice-campeã devido à presidência meritória do Carlos Gonçalves, que se baseou numa coisa: falar pouco, trabalhar muito e saber sofrer ainda mais. E como sofremos…Para o futuro é fundamental ter uma visão clara do que se tem de fazer e procurar pessoas que tenham essa visão.Eu desejo o melhor a todos os que estão ou que venham a estar na condução dos destinos do clube, desde que sejam pessoas de bem, que honrem a instituição e também os compromissos com quem a serviu e se dedicou de alma e coração. Um grande abraço aos jogadores, em especial ao Fernando Sousa e Bruno Costa e aos treinadores Jacinto Silva e Paulo Santos. Merecem o melhor. Que quem queira dirigir ponha os olhos neles. Aí vai descobrir, pelo seu exemplo, a atitude certa para o futuro da instituição. Se acham que não conseguem dirigir nas atuais condições difíceis então deixem o lugar a outros e parem de se vitimizar. Toda a gente agradece.


«Fomos muito eficazes»

24 pontos! O jogador elogia a estrutura do clube e não esconde que a ambição passa por voltar ao principal escalão.

O que mudou da 1ª para a 2ª parte para que tenham conseguido recuperar 24 pontos de diferença frente a um adversário como o Eléctrico?Em primeiro lugar devemos ser justos e destacar a excelente primeira parte da equipa do Eléctrico que dominou por completo o jogo. Na segunda parte mudou… tudo! Fomos mais coesos e coletivos a defender, criámos mais dificuldade ao Eléctrico e no 4º período fomos extremamente eficazes a lançar ao cesto. Para além disso tivemos, como vem sendo hábito, um apoio fantástico do nosso público, que nos empurrou para esta vitória importante e por todo o esforço, penso que justa.Duas vitórias em três jogos até agora realizados. Depois da vossa boa prestação no Troféu António Pratas, ficaram com expetativas altas para esta fase regular?As nossas expetativas são as mesmas desde o início de época. Sabemos das nossas limitações, sobretudo em termos físicos, mas não deixaremos de dar o máximo para atingir aquele que é o principal objectivo do clube que é a presença no playoff. Mas é claro que estamos contentes com o início de época que estamos a realizar.Não deixa de ser curioso que as duas vitórias que obtiveram foram por margens curtas. Sendo este o vosso ano de estreia a este nível, como explica que tenham conseguido ser mais fortes nos momentos decisivos desses jogos?Não considero que a equipa seja inexperiente. Antes da extinção da equipa sénior alguns de nós já estavam no clube, tendo participado em várias edições da Proliga. Os restantes também já passaram por este campeonato noutros clubes, por isso, no total o número de jogos dos nossos atletas neste campeonato não será muito inferior ao dos nossos adversários. Nos jogos em que ganhámos por margens curtas fomos mais felizes nos momentos finais, sobretudo no último jogo em casa, em que o apoio do nosso público foi fundamental.Acha que o sucesso que estão a ter neste momento é o resultado de um trabalho que já vem de trás?Sim. A equipa está junta, na sua maioria há 2 anos, como tal os hábitos e as ideias mantêm-se de uma época para a outra.Sendo capitão de equipa, e com vários anos de clube, sente que o clube tem condições e vontade de voltar ao escalão principal?A vontade existe porque quem está no clube tem ambição. O Esgueira pela sua história no basquetebol português tem de certeza lugar na principal competição. Mas também sabemos das dificuldades que o Desporto Português, no geral, atravessa e temos que nos recordar das dificuldades que o clube atravessou recentemente. Felizmente neste momento o Esgueira é um clube estável e acima de tudo extremamente dinâmico e organizado, como tal se a oportunidade surgir as pessoas responsáveis decidirão bem.Por aquilo que já pode observar das equipas que participam este ano no campeonato da Proliga, como perspetiva a competição? Consegue apontar candidatos? Inclui o Esgueira no lote de equipas que pode disputar a subida?Penso que vai ser uma competição equilibrada, com duas equipas a um nível superior, como são o caso do Dragon Force e do Illiabum Clube. As restantes equipas penso que são bastante equilibradas e a luta pelos lugares de playoff vai, de certeza, ser bastante animada. Nós temos como objetivo desde o início de época apurarmo-nos para o playoff, e aí chegados baralhar a luta dos candidatos.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.