Artigos da Federaçãooo

Festa do Minibásquete

Muitas são as melhorias, ano após ano, verificadas na Festa do Minibásquete. As duas principais novidades são o apoio da Radelfe, que vai montar um posto médico no pavilhão com a permanência de dois fisioterapeutas a tempo inteiro e a introdução do calendário de jogos no sistema administrativo da FPB.


O Torneio saíu à rua!…

Sendo assim, no período da manhã, as muitas centenas de atletas que compõe a massa do torneio tomaram parte num torneio de 3×3. O evento decorreu na Praça do Mar, tendo como pano de fundo a bonita linha da costa sul madeirense. Com esta paisagem belíssima e com o magnífico clima da ilha a ajudar, disputaram-se jogos competitivos, nos quais foram evidentes não só a qualidade técnica elevada dos participantes neste torneio, como também o bom entendimento e espírito de camaradagem entre os mesmos, ou não fossem as equipas do 3×3 formadas por elementos de clubes todos diferentes. Na parte da tarde, os atletas do torneio foram divididos em dez grupos diferentes, os quais, com a ajuda preciosa dos fantásticos membros do Staff do Torneio, andaram pela cidade do Funchal à ‘caça’ dos tesouros culturais da capital da região. Pode dizer-se que uma ‘onda de basquetebol’ envolveu a cidade do Funchal e as suas principais atracções turísticas, com os participantes no Torneio a moverem-se de marco para marco até chegarem ao ponto final da ‘caça ao tesouro’. Sem dúvida, um os momentos altos do XVI Torneio do CAB. Já o período após o jantar foi de aprendizagem, pois centenas de jovens atletas tiveram a oportunidade de se sentarem à conversa com Zé Costa e Faty Freitas, dois dos mais internacionais basquetebolistas portugueses de todos os tempos. Os bases das equipas séniores do CAB partilharam com os mais novos os segredos do que é preciso para ‘vingar’ no basquetebol, transmitindo para a audiência lições de vida e palavras de encorajamento. Foi um momento mais calmo e mais íntimo do Torneio, mas, sem dúvida, com grande valor. Amanhã, o Torneio prossegue com as meias-finais dos diferentes escalões em competição. Irão, por isso, apurar-se os finalistas do Torneio do CAB e ninguém quer ficar para trás. Serão jogos disputados, competitivos e a não perder.


XVI Torneio do CAB – Dia 3

No campo 1, o Algés, equipa campeã nacional de sub-16 femininos, defrontou a equipa da casa, orientada por Zé costa. Num jogo com muito ritmo e incertezas no marcador, a boa prestação das visitantes, especialmente no capítulo da selecção do lançamento, determinou a vitória por 49-55. Apesar de defenderem bem, as ‘Amigas’ não conseguiram contrariar as adversárias, que venceram com toda a justiça.No campo 2, CAB ‘A’ e Gaia, no escalão de sub-16 masculinos, viveram um jogo físico e competitivo, que acabou empatado a 71 pontos. Veio o prolongamento, com a equipa do CAB a ser verdadeiramente arrasadora, marcando 7 pontos sem resposta do adversário. O jogo acabou com a vitória dos homens da casa por 78-71.No campo 3, o Clube Ana, dos Açores, e a Ovarense mediram forças. Entre estas duas equipas de sub-16 femininos, levou à melhor a formação de Ovar, que venceu o jogo por 28-38. Sem dúvida, uma merecida, ainda que esforçada, vitória da equipa continental.No período da tarde, o Pavilhão do CAB vibrou, uma vez mais, com a realização de três jogos em simultâneo. No campo 1, CAB e SIMECQ de sub-14 masculinos defrontaram-se, com a vitória a sorrir ao SIMECQ por 52-55. Já no campo 2, a disputa foi entre as equipas do CAB e do Gaia “B” de sub-14 masculinos. Desta feita, a vitória foi do clube anfitrião, pelo resultado expressivo de 96-14. No campo 3, as atletas do Galomar e da Francisco Franco de sub-14 femininas ofereceram um jogo bem disputado, mas com a vitória a cair para as orientadas por Paulo Lourenço por 55-31.Após esta ronda de três jogos, seguiu-se uma nova ronda, novamente de três partidas. O Pavilhão do CAB estava ao rubro e apinhado de atletas e encarregados de educação a torcerem pelas suas equipas favoritas. No campo 1, as sub-16 femininas do SIMECQ e do Algés mediram forças, com a vitória a sair para o lado do Algés pelo resultado de 48-60. No campo 2, os sub-16 masculinos do CAB e da Francisco Franco também se defrontaram, com os vencedores a serem os rapazes do CAB, com o marcador a assinalar 60-55. Já no campo 3, as sub-16 femininas do CAB e do Clube Ana jogaram, sendo que a vitória no embate insular foi para o clube da casa pelo resultado de 71-43.Nos últimos jogos do dia, o CAB “B” e o Gaia, de sub-16 masculinos, mediram forças no campo 1. A vitória foi para o lado do CAB, que venceu o jogo por 64-48. Já no campo 3, no escalão de sub-14 masculinos, a Escola Francisco Franco e o Gaia “A” tiveram um frente-a-frente competitivo e muito interessante, com o jogo a ir para o lado do clube-escola, que venceu a partida pelo resultado de 74-6.No final do dia, e após o período do almoço, rapazes e raparigas de todas as cores clubísticas testaram os seus dotes de dança ao som dos maiores êxitos do momento. No cair da noite, e tendo como pano de fundo a bonita linha da costa sul da Madeira, a noite explodiu com alegria, com ritmo, e, acima de tudo, com muita camaradagem, ao bom estilo do Torneio do CAB. Lindo de ver…Amanhã, é dia de actividades fora do Pavilhão. Na parte da manhã, o Torneio muda-se para a Praça do Mar, onde vai ser disputado um excitante torneio de 3×3 de basquetebol de rua, que testará o talento dos basquetebolistas do torneio no asfalto. De destaque o facto das equipas do torneio serem formadas por atletas de equipas diferentes, numa verdadeira ‘festa’ de amizade inter-clubística. Na parte da tarde, os atletas, treinadores e staff do Torneio do CAB vão tomar parte num jogo de orientação chamado ‘Descobrir os Tesouros do Funchal’. Prevê-se que uma ‘onda vermelha’ encha a cidade do Funchal, projectando o dinamismo do Torneio e a alegria dos seus participantes para a bonita cidade do Funchal.À noite, e de volta ao Pavilhão, os atletas do Torneio terão a oportunidade de falar com dois dos mais internacionais basquetebolistas portugueses, nomeadamente Zé costa, base da equipa masculina do CAB, e Faty Freitas, base da equipa feminina dos Amigos. Numa conversa aberta com dois astros da modalidade, os atletas do Torneio do CAB poderão ‘aprender’ os ‘segredos’ da modalidade com aqueles que jogam ao mais alto nível. Sem dúvida, uma oportunidade única e a não perder!


14 jogadoras convocadas pela seleccionadora

As 14 jogadoras convocadas pela seleccionadora Ana Catarina Neves concentraram-se ontem a meio da tarde, iniciando assim a preparação final tendo em vista a participação no Campeonato da Europa do respectivo escalão, Divisão B, competição organizada pela FPB e que terá lugar de 1 a 11 de Agosto, em Matosinhos.

Deste lote de 14 jogadoras sairá o grupo final de 12 que representará as cores nacionais.Convocadas:Beatriz Jordão (NDA Pombal), Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres), Carolina Gonçalves (Algés), Catarina Miranda (CPN), Catarina Rolo (CPN), Chelsea Guimarães (Algés), Constança Neto (SIMECQ), Inês Brandão (Club Basquet Cornella – Espanha), Isabel Costa (BC Barcelos), Joana Fernandes (AD Vagos), Leonor Serralheiro (GDESSA), Maianca Umabano (NCR Valongo), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Sofia Almeida (CPN). Do programa de preparação até ao próximo dia 12 (6ª feira) constam treinos bi-diários no Complexo dos Desportos e Congressos de Matosinhos e no Pavilhão Municipal de Guifões, recintos que serão utilizados durante a competição. Staff de Responsáveis:Manuel Barbosa (Dirigente)Ana Catarina Neves (Seleccionadora)Agostinho Pinto (Treinador Adjunto)João Janeiro (Secretário)Nádia Palongo (Fisioterapeuta)


Trabalho árduo em Paços de Ferreira

A equipa portuguesa mantém o esquema de treinos bidiários, onde as imprescindíveis 5 horas de treino são aproveitadas para introduzir e automatizar as habituais rotinas defensivas e ofensivas.

O Pavilhão de Modelos tem sido o local onde Portugal tem realizado os seus treinos, bem como será o palco do primeiro de dois jogos de preparação, na próxima sexta-feira, às 20.15 horas, frente à seleção da Áustria.No dia seguinte, no sábado, pelas 14 horas, integrado na 3ª Festa Nacional de Minibasquete, as duas seleções voltarão a defrontar-se, mas desta vez no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira. Logo após o final do encontro, será comunicado aos atletas quais os eleitos que vão representar Portugal, em Strumica, na Macedónia, no próximo Campeonato da Europa – Divisão B. Dos 15 jogadores que compõem o grupo de trabalho, três deles terão que ficar pelo caminho, um momento sempre difícil e de grande carga emocional.Na segunda-feira a equipa parte para a Sérvia, onde prosseguirá a sua preparação, com a realização de mais quatro jogos. Tudo programado, de modo a que Portugal se possa apresentar na competição o mais bem preparado possível.


VI Torneio Internacional A. D. Ovarense

O evento destinou-se a atletas nascidos de 2001 a 2006 e contou com apresença de 7 clubes.Com 15 equipas e cerca de 170 atletas divididos pelos diversos escalões,Minis 8, 10 e 12, mais treinadores e ajudantes, a iniciativa reuniu um totalde aproximadamente 210 envolvidos.Todas as equipas tiveram a oportunidade de disputar jogos nos camposinteriores da Arena Dolce Vita e também no espaço envolvente do ShoppingDolce Vita Ovar.De referir que em ambos os dias da competição, além dos jogos, serealizaram concursos de gestos técnicos para todos os atletas, um Torneiomisto, em que as equipas eram compostas por jogadores de todos os clubese uma dança realizada por atletas e pais em conjunto com as Cheerleader’sda Ovarense Basquetebol.Além da vertente desportiva o Torneio, que pretendeu ser acima de tudouma festa do basquetebol, privilegiou o convívio entre atletas, treinadores,dirigentes e pais oriundos dos mais diversos locais e Associações deBasquetebol do país.


Um grande sucesso

Valdemar Pinho, para todos os escalões de
Minibasquete. Este evento é um momento alto da nossa época desportiva,
que homenageia o nome de um dos principais impulsionadores do
basquetebol no nosso clube e que veiculou a ideia da importância do
Minibasquete olivanense.

urante os dois dias de competição participaram equipas de Espanha, daAssociação de Basquetebol de Porto, de Aveiro e de Coimbra. Assim,para além de duas equipas olivanenses em em cada um dos escalões,estiveram presentes os clubes do Maia Basket (em Minis 12 Masculinos),do C. P. Esgueira (em Minis 10 e Minis 8 Misto), do Basquete de Calvão(em Minis 12 Femininos), da Esc. Sec. Bernardino Machado (em Minis 12Masculinos e Minis 10), do B. C. Condeixa (em Minis 8 Misto), daA.A.C. (em Minis 12 Masculinos e Femininos e Minis 10) e do clubegalego Muebles Victoria O Barco (em Minis 12 Masculinos).O dia de Sábado, 22 de Junho, contou, na parte da manhã, com asequipas de Minis 12 Femininos e Masculinos e, na parte da tarde, comas equipas de Minis 10 e 8 Misto. Todos tiveram a oportunidade departicipar em 2 jogos de minibasquete, com quatro periodos de 8minutos corridos. No campo exterior de minibasquete, as equipas foramdesafiadas a testar as suas habilidades, num circuito técnico dedrible, passe, lançamento e de coordenação. Esta competição tinha porobjectivo concretizar, por equipa, o máximo de lançamentos com omínimo de penalizações, durante os 5 minutos cronometrados. Osvencedores deste desafio foram, no escalão de Minis 12 Masculinos, aequipa da Esc. Sec. Bernardino Machado, no escalão de Minis 12Femininos, a equipa do Basquete de Calvão, no escalão de Minis 10Misto, a equipa da A.A.C. e no escalão de Minis 8 Misto, o B.C.Condeixa.Para além dos jogos e do circuito técnico, as equipas ainda disputaramuma competição técnica de lançamento, realizada no intervalo dos jogosde minibasquete. Cada uma das equipas tinha que concretizar 7lançamentos (5, nos escalões de Minis 10 e Minis 8), de 5 posiçõesdiferentes, no menor tempo possível e com um máximo de 5 minutos.Neste momento as equipas vencedoras foram: o Maia Basket (Minis 12Masculinos), a A.A.C. (Minis 12 Femininos), Olivais Coimbra 1 (Minis10 Misto) e B.C. Condeixa (Minis 8 Misto).Na manhã de 23 de Junho, domingo, todas as equipas, de todos osescalões juntaram-se no pavilhão do Olivais, para o último dia donosso torneio. Quatro campos estiveram em plena actividade com jogosde Minibasquete. Mais uma vez, todos puderam disputar 2 jogos, com 4períodos, de 8 minutos corridos e, nos momentos de descanso, puderamdesfrutar de actividades lúdicas e realizar uma pequena atividadeartística.No intervalo da atividade houve, pois, tempo de tirar uma grandefotografia do evento, para recordar estes dois grandes dias.A actividade do XIII Torneio Internacional de Minibasquete Dr.Valdemar Pinho terminou com o tradicional jogo “Já Fui Mini”. Estejogo é disputado pelos atletas olivanenses que deixaram de ser atletasminis na época anterior, e os que terminam esta época o seu percursono Minibasquete e iniciam um novo, nos escalões de basquetebol doclube. É pois, um momento simbólico de acolhimento dos atletas “maisvelhos” aos “mais novos”.O nosso torneio chegava ao fim, sendo, assim, tempo de, formalmente,encerrar o evento. A sessão de encerramento contou com a ilustrepresença do representante da Câmara Municipal de Coimbra e Vereador daEducação, o Dr. José Belo, do Presidente da Associação de Basquetebolde Coimbra, o Eng. Emídio Fidalgo e do Presidente do Comité Distritalde Minibasquete, o Sr. José Manuel Almeida.Neste momento findo, agradeceu-se a presença dos clubes, dos pais e detodos os que colaboraram para a realização do evento. Entregaram-secertificados às equipas vencedoras do circuito técnico e da competiçãode lançamentos e fez-se a entrega de prémios das rifas do evento.Depois cada equipa recebeu prémios de participação que,simbolicamente, agradeceram o facto de terem aceite o nosso desafio deestarem presentes no nosso torneio. Por fim, cada atleta recebeu umamedalha e uma lembrança, para recordarem os dois dias do XIII TorneioInternacional de Minibasquete Dr. Valdemar Pinho.Findadas as actividades e formalidades do torneio, seguiu-se o almoço”Churrascão” , que decorreu num óptimo ambiente de convívio.O XIII Torneio Internacional de Minibasquete Dr. Valdemar Pinho foiuma grande festa de Minibasquete edo Olivais Coimbra. Um verdadeiro sucesso que nos deixa muitoorgulhosos, numa época que se mostrou, mais uma vez, fantástica.Assim, não é de mais voltar a agradecer a todos os clubes pelaparticipação no nosso evento, os quais recebemos com muito gosto eprazer, bem como aos pais que acompanharam atentamente todas asactividades dos mais novos.Para além disso, todo o sucesso deste fim-de-semana não seria possívelsem o trabalho e dedicação dos directores, seccionistas e amigos doOlivais Coimbra, nos momentos e meses antecedentes, em toda apreparação, para que os participantes tivessem as melhores condições emelhores actividades.Durante o dia de Sábado e Domingo foram também muitos os treinadores eatletas do Olivais Coimbra que prestaram um apoio fundamental nas maisvariadas tarefas, possibilitando que todo o programa decorre-se comoprevisto, para além de, claro os pais olivanenses, directores,seccionistas e amigos do clube. A todos queremos reforçar oagradecimento.Por fim, alguns apoios de entidades possibilitaram-nos realizar muitasdas actividades, às quais também deixamos o nosso muito obrigada, comoa Câmara Municipal de Cantanhede (com a cedência do piso exterior), aCâmara Municipal de Coimbra e o Multidesportos de Coimbra (com acedência do marcador electrónico), os Serviços Sociais da Universidadede Coimbra, a Escola Martim de Freitas, a Associação de Basquetebol deCoimbra, o Comité Distrital de Minibasquete de Coimbra, as Águas deCoimbra, as Águas de Penacova, Padaria TostaRica, Pastelaria Monte dosOlivais, Pastelaria Zizânia, Pastelaria Vasco da Gama, Pastelaria dosOlivais, Dancake, Padaria da Luísa (Mercado), Café Capri, Café Nora,Bar dos Olivais-Adelino Henriques, Supermercado Américo Bernardino,Farturas da Tânia, Restaurante A Gruta, Restaurante Compostu,Restaurante Antologia dos Sabores, Bicicletas Leivil, Auto Garagem deCoimbra, Sr José Domingos e Sr Veríssimo Teixeira.O Minibasquete do Olivais Coimbra termina, assim, em festa, mais umagrande época de Minibasquete. Proporcionámos às nossas crianças muitosmomentos de treinos, outros tantos de convívio e de competição e fomosconsiderados Clube do Ano de Minibasquete de Coimbra em 2012/2013.Todo este percurso apenas foi possível, por termos uma Equipa deTreinadores dedicados e muito empenhados, bem como directores,seccionistas e pais sempre colaborantes.O sucesso do XIII Torneio Internacional de Minibasquete Dr. ValdemarPinho é pois, a melhor forma de terminar todo o nosso percurso de2012/13. Alguns dos escalões, no entanto, ainda participarão nospróximos dias em actividades para as quais foram convidados.O Departamento de Minibasquete aproveita, assim, para desejar a todosumas óptimas férias de Verão e relembrar que dia 4 de Setembro 2013regressaremos para mais uma época de sucessos.


Isto já não pode ser apenas um sonho… mas um objectivo

No momento em que estamos a escrever estas linhas, a equipa já efectuou mais dois jogos de preparação, em Varna e Albena, ante a congénere búlgara, que se saldaram por uma derrota (50-55) e uma vitória (53-45), completando-se assim o plano de jogos programados (7).

P (JT) – Depois da odisseia que foi a participação no Europeu do ano passado em Debrecen (Divisão A), como encaras (e qual é o estado de espírito da equipa) o regresso à Divisão B?R (ER) – “Encaramos o regresso com toda a normalidade pois na realidade Portugal é nesta altura um país que no feminino se coloca entre os melhores da Divisão B e os menos bons da Divisão A. Acaba por isso por ser o nosso patamar competitivo e continuar a lamentar o que passámos no ano transacto não seria por certo o melhor caminho para realizarmos o melhor trabalho possível. “P (JT) – O modelo competitivo, diferente do habitual (é uma poule, jogando todos contra todos) pode trazer dificuldades acrescidas para a equipa que montaste e que naturalmente tem a tua imagem de marca (muita agressividade, muita luta, dar o litro, em suma)? R (ER) – “É difícil nesta altura pesar todos os prós e contras deste formato competitivo. A favor joga o facto de ser agora possível ter deslizes ao longo do campeonato e recuperar do ponto de vista classificativo mas por outro lado, perdemos o factor surpresa que normalmente gozávamos contra as equipas mais fortes. Diria que neste formato, as mais fortes serão muito provavelmente as melhores classificadas ao passo que no modelo antigo isso nem sempre acontecia.”P (JT) – Quais são as candidatas se é que podemos assim chamar à subida de Divisão? Possuis elementos sobre as outras 8 selecções adversárias ressalvando naturalmente o caso específico da República Checa com quem nos cruzámos já este Verão por três vezes?R (ER) – “Não temos por esta altura nenhum dado específico sobre as adversárias que não seja o roster e as classificações em Europeus anteriores de Sub-18 e Sub-16 desta geração. As mais fortes deverão ser a República Checa, Bélgica e Roménia, mas o equilíbrio será talvez a nota mais dominante.”P (JT) – Como será a estratégia que pensas implementar para colmatar a lacuna biométrica existente no plantel luso? A geração 93/94 não é pródiga em jogadoras vocacionadas para jogar na área pintada, pelo que será preciso alguma imaginação e muita transpiração para conseguirmos minorar esse aspecto?R (ER) – “Primeiro tivemos de ir buscar algumas Sub-18 que em termos biométricos poderão dar uma ajuda mas procurando não afectar o trabalho daquela selecção. Depois, ir ainda mais longe na filosofia de jogo que já trazemos de alguns anos a esta parte, passando por buscar muito do nosso jogo às jogadoras exteriores. Paralelamente investir muito do nosso trabalho na componente defensiva de molde a esconder as nossas lacunas.”P (JT) – Em termos de preparação conseguiste fazer até agora 5 jogos com selecções fortes (França e Holanda, ambas da Divisão A além de mais 3 com a República Checa). Faltam ainda mais dois, estes já na Bulgária, contra a congénere anfitriã. É suficiente ou é apenas a preparação possível? Perspectivas para a selecção das quinas, é possível sonhar com a subida?R (ER) – “Nós realizamos 7 jogos até ao Europeu que são efectivamente um bom plano de preparação. Infelizmente os cortes orçamentais levaram a que tivéssemos de cancelar alguns estágios e com isso reduzir bastante o número de treinos. Até ao 1º jogo do Campeonato da Europa realizamos 34 treinos e nem sempre com todas as convocadas por causa dos exames e outras competições em curso. Não sendo por isso uma boa preparação, é a possível e é com isto que iremos a jogo com todas as aspirações intactas. Para quem já subiu de divisão, isto já não pode ser um sonho mas um objectivo, mesmo que no final tal se venha a constatar como impossível. Até lá, tudo é possível.”


Eugénio Rodrigues: «Temos vontade de subir»

Não perca nos detalhes desta notícia a entrevista com o selecionador.

Dentro das limitações orçamentais, a preparação programada, não sendo certamente a ideal, permitirá que a equipa se apresente a bom nível no Europeu?Creio que sim. É um facto que os cortes neste ano foram substanciais e tivemos inclusivamente de ajustar o planeamento já em plena preparação, o que é evidentemente negativo, mas não deixámos de ter uma programação digna e, sobretudo, de acreditar que do pouco faremos muito. É o “fado” deste país e nós não fugimos à regra.Acha que o facto de a grande maioria das atletas convocadas terem experiência da competição sénior, faz com que estejam mais preparadas para uma competição com este nível?Todas as atletas têm efetivamente experiência de competição sénior e se isso é algo de muito positivo, sobretudo se compararmos os dias de hoje à realidade da década anterior, porém, tal argumento acaba por se diluir e não ser uma vantagem pois defrontamos atletas que estão exatamente no mesmo plano ou até num plano superior, uma vez que competem em campeonatos mais competitivos e disputam nalguns casos até competições europeias. Ainda assim, é claro que é mais confortável ter no plantel das-Sub 20 apenas atletas “seniores”. Se assim não fosse, seria impossível competir com as seleções congéneres.Que opinião tem sobre o novo modelo competitivo deste Campeonato da Europa?Este novo modelo prende-se com o facto de termos menos equipas que o habitual no Campeonato Europeu pelo que jogarem todas contra todas, como se de uma fase regular de um campeonato nacional se tratasse, é a única solução possível. Naturalmente tem prós e contras. Ainda que este raciocínio seja um exercício meramente teórico, acho que, como contra, joga o facto de perdemos um pouco o fator surpresa que sempre tínhamos sobretudo no inicio dos Europeus ou na fase dos jogos cruzados a eliminar. A favor, creio que claramente permite ter um ou outro deslize sem que isso seja imediatamente impeditivo de se disputar os lugares cimeiros da classificação. Diria que a regularidade premeia normalmente os mais fortes e Portugal não é ainda consistentemente um país que se posiciona sempre entre os melhores. Mas veremos.Depois da frustração e tremenda injustiça que marcou a vossa participação na Divisão A o ano passado, como encara este regresso à Divisão B?Encaro com total normalidade e sobretudo de uma forma positiva e construtiva. O que lá vai lá vai e o“ontem” não nos faz vencer jogos. No staff e nas atletas que ficam do ano transato existe aquela pontinha de revolta que pode ser uma alavanca importante na ambição e nas ganas e procuraremos contagiar as restantes atletas com esse “aditivo”. A divisão B é atualmente uma divisão igualmente competitiva, onde teremos por certo jogos muito equilibrados e complicados pelo que não destoa em nada competir nesta divisão. Se dividirmos o basquetebol europeu em 3 níveis (nas seleções jovens), deixamos de estar no 3º para subir ao 2.º nível, aquele em que se flutua entre as melhores da Divisão B e as menos boas da Divisão A. Por isso não é nenhum drama.Sem querer entrar em comparações, este grupo tem a qualidade necessária para poder lutar pela subida?Esta geração (93-94) tem problemas de difícil resolução. É um grupo de talento inquestionável mas sem centímetros. Temos um handicap enorme no que toca a biometrias e vimo-nos da necessidade de recorrer a atletas sub-18 para tentar superá-lo. Por ora, é realmente muito difícil de aquilatar quais as nossas reais possibilidades, mas sim, o sonho comanda vida e o desejo de voltar a subir, esse está lá, intacto.Quais os principais candidatos à subida de Divisão?Desconhecendo que atletas irão apresentar as nossas congéneres, no plano meramente teórico creio que os favoritos serão a Rep. Checa e a Bélgica. Depois, creio que o equilíbrio será a nota dominante não havendo equipas “para deitar fora”. Ou seja, acredito num campeonato muito duro, renhido, onde todos os pequenos detalhes irão pesar.


Luta nas tabelas e agressividade defensiva foram determinantes

As comandadas de Eugénio Rodrigues entraram determinadas a controlar o jogo logo desde o apito inicial e chegaram a 1-5 com naturalidade. Todavia a Bulgária não baixou os braços, reagiu e terminou o 1º quarto na frente (13-7).No 2º período (8-15) uma série de turnovers cometidos pelas nossas representantes permitiu que as anfitriãs aumentassem a vantagem para 19-10, mas a partir daí Portugal passou a exercer uma pressão mais alta obrigando o adversário a cometer erros e assim consumou-se a reviravolta quando se atingiu o intervalo (21-22).O 3º quarto (14-15) foi muito equilibrado, com o seleccionado luso a jogar confiante no seu valor, a despeito de não contar ainda com Laura Ferreira, por opção da equipa técnica. Um triplo (35-39) a abrir os derradeiros 10 minutos foi a pedra de toque para que a selecção portuguesa acreditasse. Agressivas a defender e atacando o cesto com determinação, as jogadoras lusas obrigaram as suas opositoras a carregarem-se de faltas, motivando mesmo a exclusão de Radostina Dimitrova. Mesmo assim a Bulgária reagiu e encostou o resultado (45-46), mas com 1minuto e 50 segundos para jogar Portugal acelerou e cavou a diferença que lhe permitiu vencer com justiça. Resultado final: Bulgária 45-53 PortugalNas vencedoras a mais valiosa foi a extremo/poste Inês Pinto (13,0 de valorização) ao anotar 5 pontos, 2 ressaltos defensivos, 3 roubos e 5 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Jessica Almeida (13 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 3 faltas provocadas) e Inês Viana (6 pontos, 1/1 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 9 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres). Bons contributos também de Joana Canastra (7 pontos, 3/4 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 2 roubos) e Mafalda Guerreiro (9 pontos, 1/1 nos triplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 roubos).Na selecção da Bulgária destaque para a MVP da partida (19,0 de valorização), a poste Gabriela Kostova (9 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 5/7 nos lances livres). Foi bem secundada pela atiradora Iva Kostova (13 pontos, 3/8 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e 7 roubos) e por Radostina Dimitrova (4 pontos, 6 ressaltos defensivos e 3 roubos). A vitória lusa assentou basicamente no equilibrar das tabelas (31 ressaltos para cada lado), mas com a particularidade de voltarmos a ganhar mais ressaltos ofensivos (17) que defensivos (14), no maior número de roubos (16-28) e por temos cometido menos erros (35-29 turnovers). Também se registou uma ligeira melhoria na eficácia de lançamentos de campo (37%-33%). O elevado número de roubos (28) e os 17 ressaltos ofensivos deram-nos muito mais posses de bola, disso sendo reflexo os 58 lançamentos de campo que dispusemos, contra apenas 38 das búlgaras. Ficha de jogoHall Sports, em Albena Bulgária (45) – Borislava Hristova (4), Iva Kostova (13), Svetoslavova (2), Tutundgieva (4) e Gabriela Kostova (9); Radostina Dimitrova (4), Kalina Aksentyeva (6), Yana Kozumarova (1), Iva Georgieva, Zlatina Dimitrova (2) e Martina Nikolova Portugal (53) – Jessica Almeida (13), Inês Viana (6), Joana Jesus (9), Inês Pinto (5) e Nádia Fernandes; Joana Canastra (7), Mafalda Guerreiro (9), Jessica Costa (2), Raquel Jamanca e Joana Alves (2)Por períodos: 13-7, 8-15, 14-15, 10-17 Árbitros: Stanimir Rusev e Petar PetrovA equipa portuguesa tem agora mais dois dias para acertar as agulhas tendo em vista o primeiro adversário (Israel), em jogo marcado para 5ª feira às 15H00 locais (13H00 portuguesas).


Clinic Internacional de Formação

As expectativas foram ultrapassadas…

Foram ultrapassadas as expectativas relativamente ao número de presenças no Clinic Internacional de Formação 2013! Com um recorde de assistências dos últimos anos, o Clinic contou com a presença de mais de 250 treinadores!Apesar das altas temperaturas que se fizeram sentir durante o fim de semana, o Clinic decorreu da melhor maneira, com um excelente leque de preletores que partilharam o seu conhecimento com os presentes.Foram interessantes e diversas as temáticas abordadas nos dois dias da formação, desde questões de técnica individual básica, passando por situações de tomadas de decisão até situações táticas mais complexas, indo de encontro aos diferentes anseios dos treinadores.No final, o Clinic contou com a presença do Diretor Técnico Nacional, prof. Manuel Fernandes que entregou as lembranças aos preletores David Conrady, Marco Ramondino, Mário Gomes, Rui Alves e Tony Jasick, aos quais estamos gratos pela presença e contributos, tal como à AB Coimbra e à CM Cantanhede.Embora inicialmente previsto, António Perez não pôde comparecer no Clinic devido ao falecimento repentino do seu pai, deixando a ENB as suas sentidas condolências.A Escola Nacional do Basquetebol e a Federação Portuguesa de Basquetebol agradecem à da Câmara Municipal de Cantanhede; à Associação de Basquetebol de Coimbra; à organização Palavra da Vida; e aos clubes Olivais de Coimbra e Académica de Coimbra, pela colaboração e disponibilidade que foram essenciais para o sucesso de mais um Clinic de Formação. Por outro lado, gostaríamos também de agradecer a colaboração de Sérgio Ramos e Mário Delgado como tradutores; de Sara Cardoso, fisioterapeuta que deu apoio aos atletas do clinic, de Isabel Lemos, Diretora Técnica de Coimbra, dos funcionários do pavilhão ‘Os Marialvas’ e, finalmente, de Maria Eduarda Lopes da CMCantanhede pela dedicação e contributo para o êxito do Clinic ao longo destes 12 anos.


Derrota com as anfitriãs (55-50) no 1º jogo de preparação

A chegada a Albena, onde se realiza o Europeu, verificou-se no sábado depois de uma viagem algo cansativa, que teve duas escalas (Munique e Sofia) antes de se aterrar em Varna. Daqui a Albena o percurso de 30 quilómetros foi feito de autocarro, tendo a comitiva lusa chegado ao hotel às 20H30 locais.

Ontem a equipa fez um treino de manhã e ao final da tarde teve lugar em Varna o primeiro dos 2 jogos de preparação agendados com a congénere búlgara. O resultado favorável à selecção anfitriã (55-50) acabou por não surpreender, com as nossas representantes a revelarem muita ansiedade logo no início da partida. Isso foi visível particularmente no carregar de faltas, com Joana Alves a ser penalizada com a 3ª falta decorria o minuto 6. Mesmo assim o quarto inicial (15-16) foi favorável às comandadas de Eugénio Rodrigues, com as anfitriãs a provocarem muitas faltas com direito a lançamento, marcando 10 dos 15 pontos de lance livre.No 2º período (13-4) o seleccionado luso denotou muitas dificuldades em acertar com o cesto, revelando pouca confiança nos lançamentos de curta e longa distância. O intervalo chegou com a Bulgária na frente (28-20).No 3º quarto (10-12) a equipa soltou-se mais começando a criar mais problemas ao adversário.Entrando no 4º período (17-18) a perder por 6 (38-32), naquele que foi o melhor período das lusas, com uma defesa HH, a selecção portuguesa teve a infelicidade de ter visto Laura Ferreira lesionar-se (sem gravidade) logo no início deste parcial, com Eugénio Rodrigues a optar por não voltar a utilizá-la, por precaução. Todavia a equipa reagiu bem a esta contrariedade e chegou mesmo a encostar o resultado (48-46). Destaque nas vencedoras para o trio constituído por Tutundgieva, MVP da partida (22,0 de valorização) ao contabilizar 9 pontos, 11 ressaltos e 6 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres, Iva Kostova (14 pontos, 2/5 nos triplos e 5 roubos) e Borislava Hristova (10 pontos).No seleccionado luso as mais valiosas foram Joana Jesus (15 pontos, 3/9 nos triplos e 5 roubos), Raquel Jamanca (9 pontos, 3/3 nos duplos e 1/1 nos triplos) e Laura Ferreira (7 pontos e 3/4 nos duplos). As bases Jessica Almeida e Inês Viana, respectivamente com 5 e 4 assistências, foram penalizadas na sua valorização pela fraca eficácia de lançamento.Ficha de jogoBulgária (55) – Borislava Hristova (10), Iva Kostova (14), Svetoslavova, Tutundgieva (9) e Gabriela Kostova (4); Kalina Aksentyeva (3), Martina Nikolova (3), Iva Georgieva (6), Zlatina Dimitrova (6), Radostina Dimitrova e Yana Kozumarova Portugal (50) – Jessica Almeida (4), Joana Jesus (15), Laura Ferreira (7), Inês Pinto (4) e Joana Alves; Inês Viana (4), Jessica Costa (2), Joana Canastra (3), Raquel Jamanca (9), Nádia Fernandes, Mafalda Guerreiro (2) e Leonor CruzPor períodos: 15-16, 13-4, 10-12, 17-18Árbitros: Stanimir Rusev e Peter PetrovAs duas selecções voltam a defrontar-se hoje, à mesma hora (18H15 locais), mais duas horas que em Portugal, mas desta feita em Albena.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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