Artigos da Federaçãooo
Seleção Nacional Sub-16 Masc.
De 26 a 30 de Março, Rui Alves e Hugo Matos concentram a equipa nacional na região do Caramulo, tendo já convocado 12 jogadores para o efeito. Contudo, os restantes elementos serão notificados durante a Festa, em Albufeira. É com certeza uma motivação extra para as centenas de jovens que vão pisar os palcos do maior evento juvenil do país.
Staff:Vice-Presidente: Vítor FerreiraSeleccionador: Rui AlvesTreinador-Adjunto: Hugo MatosSecretário: Carlos BorgesFisioterapeuta: Guilherme Barreto
Lisboa espera êxito
A Festa do Basquetebol Juvenil é, por isso, fundamental no calendário da Associação.
Carlos Roque, Presidente da AssociaçãoApesar das dificuldades, nomeadamente financeiras, a Festa do Basquetebol Juvenil vai ser mais uma vez uma realidade com o determinante apoio de todas as Associações. O que significa este evento para a vossa Associação? Os Campeonatos de Portugal/Festas do Basquetebol Juvenil enquadram‐se no espírito dos jovens atletas que desde o início da época se preparam para participar no Evento aguardando com ansiedade a convocatória final.Em período de dificuldades, as Associações marcam presença, não obstante os elevados custos que suportam, não só pelo trabalho prévio como ainda a obrigação do pagamento de uma quota de presença. Contudo, cumprem a sua missão principal de apoio à prática e desenvolvimento desportivo dos jovens, obrigando‐as (as Associações) a ultrapassar todas estas situações relativa a custos. Esperamos mais um ÊXITO com a participação de todos e em especial os e as jovens praticantes.Esta é já a 7ª edição da Festa. Daquilo que lhe tem sido dado observar qual a sua opinião sobre a preponderância que este evento tem tido no desenvolvimento da modalidade no âmbito da associação a que preside? As Festas do Basquetebol Juvenil e os Inter Associações são forte componente no desenvolvimento sendo de destacar o sistema atual /Festas que proporciona aos e ás jovens um enquadramento diferente e de Festa do Basquetebol onde se obtém um conhecimento alargado de convívio e de jogos.Esta Associação, desde que a ação ou evento se destine a jovens praticantes, estará sempre na linha da frente, atendendo à sua missão principal “prática e desenvolvimento desportivo” de todos e todas jovens.Considerando a abrangência do programa desta iniciativa, onde além da competição existem atividades paralelas como os clinics de árbitros e treinadores, atividades sociais e de solidariedade, qual considera ser o aspeto mais importante deste evento? Todos são importantes desde que sejam aproveitados e, posteriormente, praticados pelos participantes. Pensamos ser esse o espírito das ações quer desportivo e ou social.Diretor Técnico Regional, Mário SilvaPara além da festa que sempre constitui a Festa do Basquetebol Juvenil, que expetativas tem em relação à próxima edição a Festa do Basquetebol Juvenil? As expetativas são positivas. A ABL recuperou nos últimos 5 anos o seu estatuto de Associação de referência no basquetebol Nacional, fruto do trabalho desenvolvido pelo GT, pela Direcção e fundamentalmente pelos Clubes. Este ponto Alto da atividade é na nossa opinião o mais significativo da FPB e que mais gente mobiliza .Temos naturalmente a expetativa que o evento tenha continuidade no futuro. A crise que a todos assola não podeservir de justificação para acabar com o que tem qualidade. Ajustes no seu formato são aceitáveis, mas a grande Festa do basquetebol jovem não pode acabar…O que mudou ou tem evoluído em relação ao trabalho efetuado nas seleções distritais na sua associação desde que a Festa se tornou uma realidade? O GT da ABL sempre entendeu que as seleções Distritais e a Festa são fator decisivo para quem quer um basquetebol melhor. A aposta nas seleções distritais tem servido para motivar jovens e Clubes promovendo a melhoria dos praticantes.A ABL deixou claramente de ser mais uma Associação que participava nos últimos anos sem objetivos claros para passar a ser o que o seu estatuto de grande Associação justifica .O trabalho com as seleções é ocorolário de muitos outros projetos complementares, a saber: os torneios Sub-10 e Sub-8, o campeonato Sub-12 , o campeonato Sub-13 e as seleções ímpares (Sub-15 e Sub-13) e a formação de quadros. Num dos últimos Clinics das Festas tivemos oportunidade de mostrar o nosso modelo de trabalho. Não descobrimos nada de novo, mas acreditamos neste caminho.A Festa do Basquetebol Juvenil constitui o momento mais alto da atividade do basquetebol federado para jovens. Do ponto de vista técnico quais os objetivos julga este evento dever corresponder? Quais as expetativas em relação à participação das seleções da sua Associação? É uma oportunidade única de avaliarmos o nosso trabalho e testarmos as capacidades dos nossos jovens. Temos felizmente cada vez mais e melhores praticantes em Lisboa. As expetativas são altas já que acreditamos no nosso trabalho e no trabalho dos nossos filiados. Sabemos contudo que estamos a falar de uma competição com jovens e muito exigente. Temos adversários de valor que trabalharam tanto como nós e ambicionam o mesmo: ganhar. As nossas certezas são: temos jovens talentos que muito podem vir a darno futuro ao basquetebol nacional e jogamos sempre para ganhar.EvoluirPara Raquel Laneiro (Sub-14) a Festa do Basquetebol Juvenil não é propriamente uma novidade, até porque esteve na II Festa Nacional do Minibasquete, em Paços de Ferreira. Apesar da tenra idade, Raquel encara o evento com muita seriedade e com uma perspetiva de futuro. “Participar na festa de basquetebol juvenil significa para mim poder evoluir como jogadora e crescer como pessoa, pois dá‐me a possibilidade de continuar a conhecer mais e melhor a minha equipa, de jogar e competir com as melhores jogadoras do meu escalão e, ao mesmo tempo também me dá a oportunidade de fazer novas amizades. Poder representar a AB Lisboa nas festas do basquetebol juvenil é para mim um motivo de orgulho, o concretizar deum sonho e uma experiência única”, refere.Carolina Gonçalves (Sub-16) também é experiente nestas andanças. “Tive a oportunidade de participar o ano passado pela primeira vez, foi uma experiência única e inesquecível!”, conta. “Para mim significa a oportunidade de jogar com as melhores do País e interagir com novas pessoas, trocar experiências e amizades.”
Olivais Coimbra surpreende lider da Liga Feminina
Depois de uma má entrada no jogo com 7-0 para o adversário, a turma olivanense recompôs-se e conseguiu passar para a frente no marcador ainda antes do final do primeiro período. A Quinta dos Lombos teve melhor percentagem de concretização no segundo período, sem que as conimbricenses conseguissem manter o nível exibicional evidenciado no primeiro parcial, chegando ao intervalo a perder (29-24).Após o descanso o Olivais Coimbra fez um período de muito bom nível, com defesa muito agressiva e boa eficácia no ataque, aproveitando bem as idas à linha de lance livre e os segundos lançamentos, passando para a frente no marcador e conseguindo uma vantagem que soube gerir até final.Foi uma vitória difícil, numa partida antecipada a pedido do adversário, em que o treinador Paulo Silva teve de gerir o cansaço das jogadoras devido ao desgaste do jogo do dia anterior num plantel curto como o do Olivais.Na equipa da casa destaque para as exibições de Márcia Costa e Dora Duarte, enquanto que no Olivais as duas jogadoras norte-americanas Mattilyn Mcintyre e Dalila Eshe, e a internacional angolana Artémis Afonso foram as que mais se evidenciaram. Dalila Eshe fez um duplo-duplo ao marcar 18 pontos e ganhar 12 ressaltos (6 ofensivos).O Olivais equilibrou a luta das tabelas com 35 ressaltos ganhos contra 32 dos Lombos, tendo ficando as percas de bola também equilibradas 14-13. Onde o Olivais conseguiu alguma superioridade na eficácia dos lançamentos de campo com 34% de eficácia global contra 30% dos lombos, sobretudo nos lançamentos de 2 pontos com 44% contra 33% dos Lombos. O Olivais superiorizou-se claramente nos lances livres ao obter uma percentagem de 73% contra 58% dos Lombos, uma vantagem importante sobretudo se pensarmos que o Olivais beneficiou de 26 lances livres contra apenas 19 do Lombos.Pavilhão Desportivo dos Lombos, Carcavelos17 de março de 2013, 17h 15mÁrbitros: Pedro Rodrigues e Inês Freire.Quinta dos Lombos (53)Félicité Mendes (5), Hailey Dunham (10), Ashley Daniels (8), Maria Kostourkova (2), Márcia Costa (14) Banco: Dora Duarte (10), Inês Viana, Filipa Bernardeco, Mafalda Barcelos, Inês Aragão (2), Marinela Pinheiro (2), Helga Gonçalves.Treinador: José LeiteOlivais Coimbra (57)Artémis Afonso (7), Dalila Eshe (16), Ana Fonseca (6), Maria Andrade(4), Mattilyn Mcintyre (18). Banco: Marcy Gonçalves (2), Josephine Filipe (2), Carsidália Silva (2), Adriana Batista, Ana Antunes.Treinador: Paulo SilvaParciais: 14-16; 15-08; 12-21; 12-12.
Clinic de Juízes
Mais detalhes na notícia.
Vão ser 5 dias muito preenchidos, para a centena de Juízes de Basquetebol, que mais uma vez colaboram no maior Evento Desportivo Jovem realizado em Portugal.A Associação Nacional de Juízes de Basquetebol, criada em 16 de Agosto de 1990, colabora desde a 1ª edição nas Festas do Basquetebol Juvenil, evento que é de extrema importância no Panorama Basquetebolístico Nacional, onde permite uma interação permanente em todos os Jogos realizados nas Festas, cerca de 200, com todos os Juízes presentes das 21 regiões do País. É um momento global de intervenção, entre Colaboradores de campo e Juízes jovens, onde a aprendizagem, o conhecimento e o convívio têm uma vertente única na evolução da Arbitragem e do Basquetebol em Geral. Além dos Jogos que se realizam entre as 9:00 e as 20:00h, todas as noites os Juízes estarão em trabalho de sala e pavilhão, ouvindo palestras e temas tão importantes como por exemplo uma Psicóloga abordando “comportamentos geram comportamentos”, um Selecionador Nacional “conhecer a táctica para uma interpretação eficaz do jogo”, um Árbitro FIBA “Técnica de Arbitragem” e uma AG da ANJB. Queremos proporcionar aos Jovens Juízes momentos importantes da sua aprendizagem, como Pessoas e como Agentes imprescindíveis na modalidade.José CassapoPresidente da ANJB
CAB sofre para vencer Lousada
Sem dúvida, foi uma partida extremamente emotiva e imprópria para cardíacos. As alternâncias no marcador foram constantes e o resultado manteve-se indefinido até ao fim. No final, o jogo ‘pendeu’ para o lado das insulares, ainda que no final do 1º tempo a formação da casa vencesse pela diferença mínima (43-42).Num comentário à partida, o treinador Paulo Freitas realçou a “capacidade de superação das suas atletas e a forma determinada e motivada como estão a responder a todas as contingências que o grupo de trabalho tem enfrentado e que geram situações como as jornadas triplas eu a equipa tem feito.” Relativamente ao jogo em si, o treinador das Amigas refere como factores que contribuíram de forma mais determinante para a vitória a “capacidade de acreditar até ao fim e a entrega total das atletas à partida.”A evolução do marcador foi a seguinte: Lousada 22 – CAB 22 (1P), Lousada 43 – CAB 42 (2P), Lousada 54 – CAB 59 (3P) e Lousada 71 – CAB 72 (final).
Momento alto para São Miguel
O presidente da Associação, Paulo Silva, lembra que muitos dos açorianos participam fazem-nos com grandes “sacrifício pessoal e profissional”, mas garante que vale a pena.
Paulo Silva, Presidente da AssociaçãoApesar das dificuldades, nomeadamente financeiras, a Festa do Basquetebol Juvenil vai ser mais uma vez uma realidade com o determinante apoio de todas as Associações. O que significa este evento para a vossa Associação? É um dos momentos altos da vida da nossa associação. Envolve o trabalho e dedicação de muita gente, atletas, treinadores e dirigentes. Muitas pessoas para estarem presentes fazem-no com grande sacrifício pessoal e profissional. No entanto, a alegria e o entusiasmo com que participam os nossos atletas ultrapassa todas as dificuldades.Esta é já a 7ª. edição da Festa. Daquilo que lhe tem sido dado observar qual a sua opinião sobre a preponderância que este evento tem tido no desenvolvimento da modalidade no âmbito da associação a que preside? A festa tem sido importante no desenvolvimento do basquetebol em São Miguel, porque os atletas têm gostado muito da experiência e permite-lhes a eles e aos treinadores conheceram melhor o nível do basquete que se pratica fora da região na formação.Considerando a abrangência do programa desta iniciativa, onde além da competição existem actividades paralelas como os clinics de árbitros e treinadores, actividades sociais e de solidariedade, qual considera ser o aspecto mais importante deste evento? Todos os aspetos no meu entender são relevantes, no entanto dado a nossa insularidade e distância das restantes associações, a competição é de facto o aspeto preponderante, pois os jogos e o nível de competição que se verifica durante as festas é essencial para o desenvolvimento da modalidade em São Miguel, permite-nos aferir melhor o nosso trabalho, saber o que está bem, o que está menos bem e o que temos de melhorar. Pedro Rico, Diretor Técnico RegionalPara além da festa que sempre constitui a Festa do Basquetebol Juvenil, que expetativas tem em relação à próxima edição a Festa do Basquetebol Juvenil? Que os nossos atletas possam melhorar do ponto de vista desportivo, visto que é neste evento que estarão os melhores jogadores nacionais em cada um dos escalões. Que os nossos atletas aproveitem a oportunidade para evoluir e saborear um momento que certamente ficará para sempre nas suas memórias e no seu coração.O que mudou ou tem evoluído em relação ao trabalho efectuado nas selecções distritais na sua associação desde que a Festa se tornou uma realidade? Ao longo dos anos, tem havido a preocupação de trabalhar melhor, com maior intensidade, concentração e empenho, de modo a dignificar a nossa região e demonstrar a evolução que o basquetebol dos açores tem registado. Em termos de planeamento, devido à nossa localização geográfica, é muito complicado efetuar mais do que um estágio de preparação, o qual se realiza na semana anterior à festa, basicamente cada uma das seleções dos açores tem no máximo 6 a 7 treinos antes de partir.A Festa do Basquetebol Juvenil constitui o momento mais alto da actividade do basquetebol federado para jovens. Do ponto de vista técnico quais os objectivos julga este evento dever corresponder? Quais as expectativas em relação à participação das selecções da sua Associação? Penso que do ponto de vista técnico este evento deverá corresponder a um elevado nível de desempenho dos atletas participantes, visto estarem presentes os melhores jogadores nacionais de cada escalão, possibilitando bons espetáculos e demonstrando que o basquetebol em Portugal e apesar das dificuldades tem vindo a melhores. No que concerne à expetativas da nossa associação relativamente às nossas seleções, estes passam por dignificar ao máximo a nossa região, lutar pela vitória nos jogos em que participamos obtendo a melhores classificação possível, além de aproveitar a competição para permitir a evolução técnica, tática e mental dos nossos jogadores.Oportunidade para evoluirDiogo Cabral (Sub-14) vai estrear-se este ano na Festa do Basquetebol Juvenil. O jovem açoriano encara o evento com grande seriedade do ponto de vista desportivo. “É como se fosse mais uma competição em que os jogadores porderão evoluir. É como se fosse um teste para mim em termos técnicos e defensivos.”Já Letícia Câmara (Sub-14) é uma repetente. “A Festa do Basquetebol é um grande evento nacional, colocando nos jovens desportistas uma futura esperança que concebe o desenvolvimento da modalidade em Portugal. Na minha opinião, este acontecimento, para além de ser um dos momentos mais importantes na época desportiva de cada atleta, permite uma grande motivação e desempenho interpessoal. É, igualmente, um agradável convívio entre seleções de várias regiões do país, admitindo a criação de novas amizades, o que possibilita o conhecimento de diferentes opiniões em relação à prática desportiva. Esta ocorrência favorece-nos também a aprendizagem com jogadores de grande qualidade, principalmente em relação ao empenho cedido por cada atleta, motivando o aperfeiçoamento da nossa entrega nos diferentes jogos.”
Perspetiva de futuro
Mas não descura a vertente humana do evento…
Para além da festa que sempre constitui a Festa do Basquetebol Juvenil, que expetativas tem em relação à próxima edição a Festa do Basquetebol Juvenil? A Festa do Basquetebol é uma causa comum a todos os que de uma forma direta ou indireta estão ligados ao Basquetebol. Daí que tenha grandes expectativas que a mobilização e espírito de sacrifício de todos os que se envolveram para viabilizar esta Festa possibilite em anos futuros continuar a realizá-la com grande vitalidade.O que mudou ou tem evoluído em relação ao trabalho efetuado nas selecções distritais na sua associação desde que a Festa se tornou uma realidade? Ao longo destas sete edições temos sentido que cada vez mais o projeto das seleções distritais constitui uma bandeira do esforço e dedicação dos treinadores dos clubes aqui representados, que nos responsabiliza para, mais do que simplesmente ganhar, desenvolver a química e a organização necessárias para que o potencial de todos os jogadores possa emergir. Por outro lado, este projeto reconhece a capacidade de mobilização dos dirigentes e pais dos atletas, pois sem eles não conseguiríamos ter desenvolvido o nosso trabalho de acordo com a nossa filosofia.A Festa do Basquetebol Juvenil constitui o momento mais alto da atividade do basquetebol federado para jovens. Do ponto de vista técnico quais os objetivos julga este evento dever corresponder? Quais as expetativas em relação à participação das seleções da sua Associação? Este evento constitui uma montra de luxo para atletas com potencial. Uns, com potencial e condições de evolução, outros com potencial e expectantes de uma oportunidade para que as condições melhorem no que ao seu processo de formação diz respeito. Este evento, se considerarmos existir uma carreira desportiva no Basquetebol, significa o início de um processo de formação desportiva com progressiva especialização, não devendo ser o fim do investimento numa modalidade desportiva. Para alguns atletas, que eventualmente não atinjam a excelência desportiva constitui uma marco importante no seu desenvolvimento como pessoas. Quanto aos nossos objetivos, são os de sempre: o melhor desempenho possível em coerência com a natureza do nosso potencial humano. Sub-14 feminino – LúciaJá participaste em alguma Festa do Basquetebol Juvenil?NãoDurante uma semana vais ter a oportunidade de conhecer pessoas de todo o país, para além de ter contacto com todos os(as) melhores jogadores(as) nacionais do teu escalão. O que significa para ti participar na Festa do Basquetebol Juvenil?É um orgulho participar num evento destes. E, talvez, seja uma recompensa de todo o trabalho que tenho feito até agora. Estou muito contente por ser , pela primeira vez, uma das escolhidas para participar neste evento.Pedro Nobre – Sub-16 m,asculinoJá participaste em alguma Festa do Basquetebol Juvenil?JáDurante uma semana vais ter a oportunidade de conhecer pessoas de todo o país, para além de ter contacto com todos os(as) melhores jogadores(as) nacionais do teu escalão. O que significa para ti participar na Festa do Basquetebol Juvenil?É uma honra para mim poder participar neste evento. A experiência de conviver com os melhor jogadores de basquetebol do país e poder aprender mais é incrivel. É o evento ideal para quem gosta deste desporto.
O orgulho de Santarém
Por isso era impensável a AB Santarém não se associar a esta festa… Para os atletas, para além da vertente desportiva há a componente social. Fazem-se amizades, conhecem-se novas realidades, pessoas de outros distritos… A experiência, referem, é fantástica!
Luís Sousa, Presidente da AssociaçãoApesar das dificuldades, nomeadamente financeiras, a Festa do Basquetebol Juvenil vai ser mais uma vez uma realidade com o determinante apoio de todas as Associações. O que significa este evento para a vossa Associação? A Associação de Basquetebol de Santarém congratula-se com a realização, apesar das dificuldades financeiras, da Festa do Basquetebol Juvenil. A AB Santarém orgulha-se de ter sido uma das primeiras a manifestar o interesse em participar, apesar do acrescido impacto financeiro este ano. Foi também uma das primeiras Associações a apoiar a forma encontrada de minimizar o impacto financeiro que a organização da Festa tem nas contas da Federação Portuguesa de Basquetebol.A vontade demonstrada em participar advém do significado que este evento tem para os seus atletas, treinadores, clubes, dirigentes e demais comunidade desportiva no âmbito da Associação. Em primeiro lugar, e sempre em primeiro lugar, não descurando ou desrespeitando os restantes, vem sempre o interesse dos atletas, considerados por nós o verdadeiro veículo do desporto. Em função desta convicção, colocamos sempre as suas expetativas em primeiro lugar.Para os nossos atletas, este evento é o corolário da sua preparação, nalguns casos diária. Tendo perfeita noção que os interesses dos seus clubes virão em primeiro lugar, existe a consciência que a motivação particular para poder representar os (considerados) melhores 12 atletas do escalão num evento de âmbito tão alargado, torna os nossos atletas melhores desportistas, melhores seres humanos. Consequentemente, aumenta a qualidade desportiva das equipas que representam. Este evento permite aos nossos atletas fazerem, com verdadeira alegria, o que realmente gostam. Existirão, naturalmente objetivos individuais ainda mais grandiosos, mas nesta fase da sua aprendizagem, a Festa do Basquetebol Juvenil permite uma aquisição de experiências desportivas, pessoais e sociais que farão parte do caráter destes jovens.Esta é já a 7ª edição da Festa. Daquilo que lhe tem sido dado observar, qual a sua opinião sobre a preponderância que este evento tem tido no desenvolvimento da modalidade no âmbito da associação a que preside? Esta será, no meu caso particular, a primeira participação na Festa do Basquetebol Juvenil, fruto de estar a viver o primeiro ano do mandato para o qual fui eleito.De qualquer forma, pelas experiências recolhidas de participantes em edições anteriores, verifico que a importância do evento no desenvolvimento, principalmente desportivo, dos atletas e treinadores (sempre atletas em primeiro lugar) é demasiadamente elevada para ponderar, sequer, uma não participação.Pelo que me foi dado perceber, o empenho demonstrado na Festa do Basquetebol Juvenil excede as expetativas dos treinadores, pais e dirigentes.As experiências vividas, e por sua vez transmitidas a outros jovens, motivam um maior empenho e, de igual importância, motivam o gosto pela prática do desporto, levando à captação de novos praticantes.Os atletas e treinadores vivem práticas desportivas diversas, enriquecendo o potencial e conhecimento desportivo de cada um, contribuindo para o aprimorar das componentes individuais que contribuem para a prática desportiva como um todo.Considerando a abrangência do programa desta iniciativa, onde além da competição existem atividades paralelas como os clinics de árbitros e treinadores, atividades sociais e de solidariedade, qual considera ser o aspeto mais importante deste evento? Eleger o aspeto mais importante, de entre vários, todos eles importantes para a prática desportiva e para o crescimento humano de todos, é tarefa árdua.Não obstante, e mantendo a coerência de colocar como primordial o desenvolvimento dos atletas, considero que o principal aspeto é precisamente as vivências, a todos os níveis, proporcionadas a todos os atletas. O mais curioso é que são os atletas os principais veículos dessas vivências. O intercâmbio desportivo e social revestem-se de uma importância relevante.Repetir experiênciasBernardo Vidal (Sub-14) vai participar na Festa do Basquetebol Juvenil pelo segundo ano consecutivo enquanto atleta, mas acompanha o evento há muito mais tempo… “Participei como jogador em 2012. Também acompanhei a Festa de 2006 a 2009 como espetador, pois o meu irmão esteve como jogador da seleção de Santarém”, conta.A experiência, considera, é bastante enriquecedora: “Considero importante participar na Festa do Basquetebol Juvenil porque vou ter oportunidade de estar com os melhores jogadores de Portugal, vou desenvolver as minhas capacidades e experiência de jogo. Neste encontro vou ter a possibilidade de fazer novas amizades e espero que esta venha a ser mais uma experiência fantástica e inesquecível, como foi o ano passado.”Para Luís Tanoeiro (Sub-16) esta também não será a primeira experiência, até porque participou na edição de 2011. Por isso sabe que se trata de “um acontecimento muito especial”. “Convivemos com jovens de outras zonas do país, mas ao mesmo tempo trata-se de uma responsabilidade individual e coletiva para cada jogador e para a zona do país que representa. Não é só conviver com os melhores treinadores e jogadores nacionais. É também defender o Basquetebol do nosso distrito com a melhor dignidade e qualidade que for possível”, salienta.Estreia absolutaJá para Maria Sousa (Sub-16) trata-se de uma estreia absoluta. “Nunca participei. Infelizmente comecei a jogar basquetebol tarde, e só este ano, no último ano em que posso ir à seleção distrital, é que me dediquei realmente a este desporto e trabalhei muito para alcançar este objetivo. Claro que sem a dedicação e o empenho do nosso treinador, que nos incentiva e mantém um trabalho rigoroso com toda a equipa, este sonho não era alcançável.”E para quem começou tarde, estar entre as 12 melhores só pode ser “fantástico. “Para mim, participar na Festa do Basquetebol Juvenil é uma honra. Ser considerada uma das melhores 12 do distrito seria fantástico, e espero, se participar, passar por uma experiência incrível, como todos os que já participaram dizem que é. Com estes jogos, ganhamos mais experiência e aprendemos mais. Jogar com os melhores torna o jogo mais rico e competitivo. Acho magnífico sermos convidados a fazer amizade com pessoas fora da nossa cidade, e mesmo fora do nosso distrito. Juntar o basquetebol aos amigos é como juntar o útil ao agradável! Seriam uns dias inesquecíveis!”
O fim de um ciclo
Em Itália, o Lucca de Mery Andrade já esqueceu a final da Taça perdida e regressou em grande ao campeonato. Confira nos detalhes desta notícia o desempenho dos restantes jogadores portugueses a atuar no estrangeiro.
Em França terminou o ciclo de vitórias consecutivas do Rouen. A equipa de Filipe da Silva ia já em 4 triunfos seguidos na Divisão Pro B, mas este fim-de-semana foi derrotada em casa pelo Boulogne, por 84-86, na 27ª jornada da prova. O base português somou 2 ressaltos e 1 assistência, em 19 minutos.Em Espanha, o Planasa não conseguiu fazer frente ao Lobe Huesca e cedeu, por 67-74, na 22ª jornada da LEB Ouro, ocupando agora a 12ª posição. João Soares, em 8 minutos, totalizou 3 pontos e 1 ressalto.Igual sorte teve o Ávila de Joanh Callenbach na LEB Prata. A equipa visitou o Palma e cedeu, por 64-68, na 22ª jornada da prova, com o português a somar 5 pontos, 1 assistência e 1 roubo de bola, em 15 minutos. O Ávila está no 9º lugar.Na EBA, João Grosso esteve em particular destaque este fim-de-semana. O português somou 15 pontos, 1 ressalto, 1 assistência, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento no triunfo do Arteixo, em casa, diante do Baloncesto Leon (85-74) e a equipa está na 6ª posição.Na mesma prova, o Estudiantes Lugo de Rafael Wildner perdeu na visita ao Marin Peixegalego (42-73), mas o português, com 8 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, tudo fez para que o desfecho fosse outro.Nas senhoras, o Irún de Sónia Reis não entrou em prova este fim-de-semana em Espanha e o Al-Qazares de Carla Nascimento perdeu, ao cabo de 10 vitórias seguidas! Foi na visita ao pavilhão do Ferrol, por 72-77, com a portuguesa a somar 12 pontos, 6 ressaltos e 1 assistência, em 40 minutos. De qualquer forma, a equipa manteve-se na 2ª posição da Liga Feminina 2A.Na Liga Feminina 2B, o Orion GDKO de Carla Nascimento levou a melhor sobre o Las Rozas (63-49) e subiu à quarta posição na geral. Carla totalizou 5 pontos, 7 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 27 minutos.Em Itália, o Lucca de Mery Andrade já deitou para trás das costas a derrota na final da Taça, na semana passada, e superou o Orviet, por 62-39, no campeonato. A portuguesa contribuiu com 9 pontos, 6 ressaltos, 2 assistências e 3 roubos de bola.
Algés bate CAB
Com este triunfo as algesinas, com um jogo a menos, não perdem terreno na perseguição ao líder, Quinta dos Lombos, que nesta jornada foi vencer ao Montijo (60-53). Quem se atrasou na frente foi o GDESSA, já que foi surpreendido, perante o seu público, pela formação de Vagos (74-70).
As atuais campeãs nacionais e a Quinta dos Lombos começam a perfilar-se como as grandes candidatas a terminar na frente a fase regular. Ambos os conjuntos têm apenas 3 derrotas, se bem que o Algés tenha um jogo a menos. Uma luta que poderá decidir-se na última jornada com o confronto entre estas duas equipas.CAB e GDESSA depois das derrotas deste sábado ficaram praticamente afastadas da luta pelo 1º lugar, pelo que agora a corrida centra-se sobre quem será 3º ou 4º nesta fase. Estes dois conjuntos defrontam-se, no Barreiro, esta segunda-feira, num encontro que promete muita luta e muita emoção. Se bem que pelo meio, as madeirenses ainda se desloquem, este domingo, a Lousada, para defrontar a equipa local.A vitória do Lousada em Ovar (76-63), associada à derrota do CD Torres Novas nos Açores (50-67), aproximou ainda mais a equipa nortenha da última vaga para o playoff, muito embora ainda tenha uma derrota a mais e um jogo ainda por disputar. Em teoria, o calendário é mais favorável à formação de Torres Novas, ficando a expetativa se o duelo entre as duas equipa na última jornada poderá ser decisivo para marcar presença na fase seguinte da competição.
“Regresso aos Fundamentos é Urgente”
Dia 23, pelas 21 horas terão lugar as preleções do Selecionador Nacional Mário Palma e dos coordenadores das seleções femininas e masculinas respetivamente Ricardo Vasconcelos e Mário Gomes.
O Clinic da Festa é, por norma, um momento de reflexão dos treinadores presentes na Festa e aberto a todo o público que queira assistir.O tema a debater pretende conduzir esta reflexão a um patamar superior, tendo como objetivo fazer crer aos treinadores que a evolução dos nossos jogadores passará sempre pelo domínio dos fundamentos.Muitos dirão que é consensual e não necessitam de uma nova afirmação dessa vontade e desejo, em que acreditam.Se efectivamente acreditamos, será que existe tradução prática no treino das nossas equipas, adequando o volume treino de acordo com a importância do tema e com o nível dos nossos jogadores/as?Será que a metodologia aplicada está de acordo com as necessidades do jogo atual, cada vez mais rápido, e a obrigar os jogadores a terem uma leitura adequada e tão rápida quanto possível (aprendizagem por conceitos e inteligente)?Em suma este é o desafio que pretendemos debater com o selecionador nacional sénior Mário Palma e os coordenadores das seleções femininas e masculinas respetivamente Ricardo Vasconcelos e Mário Gomes.Jorge Fernandes Diretor da ENB
Dois jogos difíceis para o GDESSA
No próximo Sábado, dia 16 de Março, o GDESSA recebe a equipa do Vagos que já conta com 7 derrotas na fase regular do campeonato (11 vitórias). Apesar das comandadas de Nuno Manaia terem menos 3 derrotas, têm consciência do valor da equipa adversária, que nunca baixou os braços, tendo em conta algumas adversidades.Dois dias depois, na próxima Segunda-Feira (18 de Março), o GDESSA volta a jogar em casa, desta vez contra a equipa do CAB Madeira, que vem ao continente realizar 3 jogos (Sábado com o Algés e Domingo com o Lousada). A equipa insular tem o mesmo número de derrotas que a equipa do Barreiro e perdeu em casa no primeiro confronto entre estas duas equipas por 63-69.Depois do desaire com a Quinta dos Lombos, por 70-61, o GDESSA alcançou duas vitórias frente à Ovarense e ao Torres Novas, por 85-40 e 72-90 respectivamente. Apesar da dificuldade dos próximos jogos, equipa técnica e jogadoras assumem que “Nada será fácil contra o GDESSA”, facto que se tem verificado em todas as competições desta época.Sábado, 16 de Março:GDESSA x Vagos 15h15Segunda-Feira, 18 de Março:GDESSA x CAB 21h
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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