Artigos da Federaçãooo
Esgueira bate Galitos e ascende ao topo da Liga Betclic Feminina; Sanjoanense e Quinta dos Lombos também vencem
Terceira jornada da Liga Betclic Feminina, com o Esgueira Aveiro a bater os Galitos FFonseca num jogo de muita rivalidade, já que estava em causa precisamente a liderança da tabela classificativa. 61-57 para “As Bicudas” que, a jogar em casa, vão passar a noite no primeiro lugar, visto que, das equipas com três partidas efetuadas, são as únicas que ainda não conheceram o sabor da derrota nesta temporada da principal divisão do Basquetebol nacional.
Com estes resultados, o Galitos FFonseca, a AD Sanjoanense e o CRC Quinta dos Lombos são também as únicas equipas com apenas um derrota (tendo realizado três jogos), assumindo, ex-aequo, o 2.º posto da tabela.
De recordar que, neste Outubro Rosa, cada lançamento de três pontos convertido reverte em 10€ para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Neste primeiro dia de jogos, são já 350 euros (35 triplos) para apoiar a causa.
Esgueira Aveiro – Galitos FFonseca
A partida começou bastante equilibrada, com boas iniciativas de parte a parte, e foi o Galitos FFonseca que gradualmente tomou controlo do jogo. Ao intervalo o marcador ditava 25-33, mas as comandadas de André Janicas não queriam deixar escapar a oportunidade de assumir isoladas a liderença da Liga e o terceiro quarto foi do Esgueira Aveiro (21-15), com excelentes parciais de cada lado e respostas de parte a parte, e jogou-se até ao fim.
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CAB Madeira – CRC Quinta dos Lombos
Jogar na Madeira nunca é fácil, mas o coletivo de Cascais mostrou-se bem preparado e contou com um jogo muito inspirado de Maddi Utti. A norte-americana da Quinta dos Lombos apontou 19 pontos, sete ressaltos e sete assistências, num vislumbre do que podia ser o primeiro triplo-duplo da temporada. Conclusão: foi MVP do encontro (27,5val), acompanhada a rigor pelos 15 pontos de Chanaya Pinto.
Nas madeirenses, Khadijah Brown, em estreia absoluta, foi a mais afinada, com 14 pontos e 8 ressaltos (22val). Marta Vargas (15pts) e Maria Lopes (13pts, 4res) também estiveram bem, mas nenhuma foi capaz de contrariar o 2.º quarto da Quinta dos Lombos (12-21), que cavou o maior fosso diferencial, perpetuando a liderança da equipa de José Leite para o resto da partida, terminando 54-77.
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AD Sanjoanense – CPN
Caso para dizer que Carolina Anacleto foi a jogadora mais solidária desta partida. Foram 14 assistências para a base da AD Sanjoanense (ADS), na vitória frente a um jovem CPN, por 80-68, e só não é a jogadora com maior valorização porque, do outro lado, Carolina Silva apontou 31 pontos, 10 ressaltos e 5 desarmes de lançamento e é até agora a MVP da jornada (34.5val).
Ambas foram peças fundamentais num jogo onde a ADS se distanciou desde cedo (24-8 no primeiro quarto), mas que viu também uma excelente réplica da equipa de Ermesinde na segunda parte, tendo vencido os dois últimos quartos, embora tal não tenha sido suficiente para parar o coletivo de Inês Peres.
Mele Finau (21pts, 3res, 3ast – 20val), Schekinah Bimpa (12pts, 14res – 24val) e Genesis Correa (20pts, 4res, 4ast, 4rb – 18val) estiveram todas igualmente em grande plano pela ADS. No CPN, Mariana Garrido apontou 15 pontos e também esteve muito eficaz no capítulo das assistências, com oito.
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Acreditações abertas para o Portugal x Eslovénia
Os órgãos de comunicação social e/ou profissionais de audiovisual que queiram estar presentes no encontro entre Portugal e a Eslovénia, a contar para a fase de qualificação para o EuroBasket 2025, e que vai decorrer no Complexo Municipal dos Desportos Cidade de Almada, a 22 de novembro, já podem pedir acreditação junto da FPB.
O endereço reservado para o efeito é acreditacoes@fpb.pt, enviando os seguintes dados:
- Nome
- Meio de Comunicação (Se aplicável)
- Nr. de Carteira Profissional (Se aplicável)
- Contacto telefónico
De recordar que a Seleção Nacional está em vias de se qualificar para o terceiro EuroBasket da sua história, estando integrada no Grupo A, quando ainda tem quatro jogos por disputar.
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Sporting enfrentou o BC Dnipro pela segunda vez consecutiva na FIBA Europe Cup
O Sporting CP realizou hoje o terceiro jogo da fase regular do FIBA Europe Cup. Os “leões” enfrentaram novamente a equipa ucraniana, o BC Dnipro, a quem ganharam por 57-68 na passada quarta-feira, dia 16 de outubro. Desta vez, o destino não foi o mesmo terminando a partida a 70-78.
Nesta partida, os “verdes e brancos” abriram o jogo com um parcial relativamente equilibrado face ao do adversário (17-20). Ao longo do segundo quarto, a equipa portuguesa deparou-se com uma distância negativa, na casa das dezenas, a 14 pontos da turma ucraniana. Até ao momento do descanso aos balneários, os comandados por Luís Magalhães reduziram a diferença para 2 pontos (41-43), com os parciais 24-23.
Após o intervalo, o Sporting passa pela primeira vez para a dianteira no marcador, mas a eficácia da equipa ucraniana volta a deixar o jogo em aberto, a 59-60. Neste terceiro quarto, a equipa de Alvalade volta a estar na frente nos parciais com 18-17, no entanto, nos 10 minutos finais os parciais ficaram do lado dos visitantes (11-18) que ganharam o duelo.
Neste jogo destacaram-se os atletas Nicholas Ward com 14 pontos, oito ressaltos, uma assistência e três desarmes de lançamentos, que culminaram numa valorização de 18 pontos, e ainda, Ludgy Debaut (10pts, 4res, 1dl) e Jeremiah Bailey (4pts, 11res, 2ast, 2rb) ambos com uma valorização de 10 pontos.
A próxima partida europeia do Sporting CP está marcada para dia 23 de outubro, quarta-feira, frente ao Anwil Wloclawek, na Polónia.
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EUA continuam a ser casa de jovens internacionais portugueses
Portugal tem vários atletas a representar inúmeras competições por todo o mundo. De entre os tantos países, os EUA são uma das principais escolhas dos nossos jovens internacionais. Alguns lusos que honraram a camisola portuguesa este verão já se encontram nos seus novos clubes, onde irão dar o seu contributo na temporada 24/25.
No feminino, algumas atletas internacionais já atuaram na NCAA DI em épocas anteriores, como é o exemplo da Sara Barata Guerreiro (Cleveland State), Inês Vieira (Utah), Leonor Paisana (Winthrop), Ana Furtado (Northeastern Oklahoma A&M College) e Leonor Ferreira (West Virginia University). Outras jogadoras, que representaram Portugal no Campeonato Europeu de Sub20 na Lituânia, também já se encontravam a atuar na NCAA como é o caso de Gabriela Falcão (Albany) e Inês Bettencourt (Gonzaga University). A jogadora Filipa Barros, também a frequentar a universidade nos EUA (California Baptist), não integrou a convocatória para o Europeu devido a uma lesão. Fatumata Djaló (Ole Miss) e Ana Pinheiro (Idaho) vão integrar a competição esta época.
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A estas atletas irá juntar-se Clara Silva (Kentucky Wildcats) que, além de ter estado com as Sub20 em Villnius e Klaipeda, integrou também o cinco Ideal no mais recente Campeonato Europeu que se disputou de 3 a 11 de agosto. Ainda no leque das atletas Sub18, que conquistaram o 5º lugar em Matosinhos, e que também irão disputar a DI, encontramos Ema Karim (Hofstra), Maria Andorinho (St. Peter’s), Magda Freire Silva (Queens) e Rita Nazário (Saint Louis). Para finalizar a lista feminina nesta competição, contamos ainda com Ana Barreto (Queens) e Joana Magalhães (New Mexico). Também Andrea Chiquemba (Bellarmine University), que se encontra a recuperar de lesão, atua nesta divisão.
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Sobre os internacionais masculinos, para além de Rúben Prey (ST. John University), atleta de 19 anos que se estreou este ano na Seleção Nacional de Seniores, os internacionais Sub20 Diogo Seixas (Central Arkansas) e Pedro Santos (Tennessee-Martin) também irão disputar este campeonato. A estes atletas juntam-se ainda nomes como Iago Stanback (Missouri State) e Stanley Borden (Duke).
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Mas o talento luso não fica só por esta divisão. O leque de portugueses internacionais a jogar nos EUA é bastante extenso e divide-se por diversos campeonatos e suas respetivas divisões. Na DII da NCAA contamos com Daniel Figueira (Dallas Baptist University) e João Costa (Davis and Elkins College men´s basketball). Já na DIII atuam André Palavra (Luther College – Iowa), atleta Sub20, Lucas Tovar (Bard College) e Nathan Noronha (Claremont Mudd Scripps), atletas Sub18.
Na NJCAA (National Junior College Athletic Association), joga na primeira divisão a portuguesa Marta Vieira (Eastern Florida State) que esteve ao serviço da Seleção de Sub18, e ainda Anita Pereira (Northwest Florida State). Fábio Rocha (Parkland College Athletics) disputa o mesmo campeonato mas, neste caso, na segunda divisão.
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Resta nomear os jogadores que irão integrar equipas no ensino secundário (High School), também nos EUA, que serão os atletas Sub18 Vasco Rosa (IMG Academy), Apolo Caetano (Balboa School Roughriders) e Andrew Figueira (Winston Salem Christian School). Por fim, Miguel Sousa, que integrou a convocatória dos Sub16 que rumaram à Macedónia, está também nos EUA ao serviço dos West Oaks Academy. Em adição, na Central Point Christian Academy, atua mais um internacional português, Cleiton Azevedo.
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Daniel Vieira-Tuck tinha como plano inicial integrar o plantel dos Memphis Tigers (NCAA DI) esta época. No entanto, uma pequena alteração ditou que o internacional irá atuar esta temporada pela Overtime Elite (liga para atletas dos 16 aos 19 anos) e apenas em 2025/2026 é que se irá juntar aos Memphis Tigers.
Por último, o jovem internacional Ricardo Neves também se encontra na América do Norte a disputar a OUA Conference (Ontario University Athletics conference), onde atua pela Nipissing University, no Canadá.
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SL Benfica visitou o Besiktas JK e não levou a melhor
Em noite de jogo a contar para a EuroCup Women, as atletas do SL Benfica viajaram até à Turquia para enfrentar o Besiktas JK, num jogo que terminou 90-55.
O primeiro quarto terminou com uma desvantagem de apenas nove pontos para a equipa portuguesa (20-11). Já no segundo tempo, a equipa da casa distanciou-se no marcador e foi para o intervalo a vencer 50-25.
Após o regresso dos balneários, o jogo manteve-se a uma distância confortável para o Besiktas, apesar de ter vencido o terceiro quarto por apenas três pontos (75-47). Nos últimos 10 minutos o ritmo foi o mesmo, o que culminou na vitória da equipa visitada por 90-55.
Nas “benfiquistas” foi Raphaella Monteiro que teve a melhor prestação ao ter somado 12 pontos, 10 ressaltos, cinco assistências e três roubos de bola (29 minutos), conseguindo uma valorização de 27 pontos. Inês Viana foi a outra jogadora em destaque com dois pontos, dois ressaltos e três assistências.
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Joana Soeiro: “Quero mostrar o que realmente sou capaz de fazer”
Numa conversa franca, a internacional portuguesa Joana Soeiro fala sobre a experiência difícil na Liga Endesa, na última temporada, e a ambição de crescer tecnicamente na sua nova fase no Zamarat, em Espanha. A base revela que o reencontro com o treinador Ricardo Vasconcelos foi um fator decisivo na escolha da equipa e fala da busca constante por evolução, partilha a expectativa de lutar pela subida ao principal escalão espanhol e reflete sobre o impacto emocional de querer alcançar grandes feitos com a seleção nacional.
Como estava a Gafanha da Nazaré este verão?
Muito calor, o que não é assim tão normal. Mas, depois da seleção, tive uns dias em que ainda deu para descansar, fiz uma boa praia… Desapareci, apaguei as apps das redes sociais, tudo!
Depois da época passada, estavas mesmo a precisar de férias.
Foi uma temporada muito difícil em Espanha, muita coisa nova para mim, em todos os sentidos, o bom e o mau.
Estiveste no Bembibre, foi a tua estreia na Liga Endesa. Provavelmente, quando foste contratada, não antecipavas uma época assim. Em que momento é que percebeste que o Bembibre ia ter uma época muito difícil?
Comecei a perceber lá para outubro, fim de outubro, mais ou menos. No início, há sempre aquele mês de adaptação. Aquele período de “trial”. Mas depois de um mês, mês e meio, as coisas não estavam a encaixar.
E não houve uma evolução?
Não, nós não saíamos daquele momento, e depois de dois meses o treinador já não conseguia passar os sistemas para a equipa. A equipa começou a desacreditar muito cedo.
Tinham muitas jogadoras de diferentes países e experiências diferentes.
Sim, havia jogadoras que vinham de ligas muito distintas. Tínhamos desde uma rookie que jogava em Duke até uma jogadora da EuroCup Women. Era como se tivessem feito um puzzle, mas com peças que não encaixavam.
Isso deve ter sido muito frustrante…
Muito. Depois ainda despediram o treinador em novembro ou dezembro, mandaram embora várias jogadoras… foi uma confusão.
E para ti, que estiveste em projetos vencedores ao longo da tua carreira, como foi lidar com uma época assim, do ponto de vista mental?
Foi muito difícil. Mas eu tenho essa minha personalidade positiva. Era a primeira, no balneário, a dizer: “Bora, isto vai virar!” Mas lá para o fim da época, até eu comecei a desacreditar.
As tuas colegas perceberam isso?
Sim, uma delas até me disse: “Se tu já não acreditas, então podemos fazer as malas e ir embora.”
E o que te fez ficar? Por que não saíste?
Foi o compromisso. Eu assinei um contrato, e para mim, isso significa algo. Seria fácil, sim, mas eu preferi ser fiel aos meus valores e ficar até ao fim, mesmo sendo difícil.
Deve ter havido momentos em que já não tinhas palavras para motivar a equipa, não?
Tantas vezes. Especialmente nos intervalos, quando já estávamos a perder por 20 ou 30 pontos. Era frustrante porque muitas vezes íamos para o intervalo a competir taco-a-taco com equipas da Euroliga e, mesmo assim, a mentalidade da equipa era de desistir.
E como é que te mantinhas motivada, a nível individual?
Eu agarrava-me às poucas jogadoras que ainda tinham energia e tentava puxá-las. Essas eram as pequenas vitórias que me davam alguma satisfação.
E tu também precisavas de encontrar algo positivo numa época assim, certo?
Sim. Eu saí dali com a sensação de que provei a mim mesma que consigo jogar a esse nível, independentemente de como a equipa estava. Eu trazia sempre os meus 300%, e isso só dependia de mim.
Mesmo com a equipa a não acompanhar, conseguiste manter o teu nível?
Sim, claro que houve jogos em que estava super frustrada, mas eu continuava a dar o meu melhor. Mesmo com as poucas condições de treino, eu tentava fazer tudo o que podia.
Então não viste a época passada como uma perda total?
Não, de maneira nenhuma. Apesar de tudo, consegui tirar algo de positivo, principalmente a nível individual.
E os teus objetivos pessoais? Mantiveste-os mesmo com a equipa a não corresponder?
Sim, claro. A minha posição como base exigia que eu tentasse organizar a equipa, mas quando percebi que isso não ia acontecer, concentrei-me nas jogadoras que ainda estavam ali a competir e tentei puxar por elas.
Essas eram as tuas pequenas vitórias?
Sim, agarrava-me a isso. Quando uma delas marcava um triplo, era uma pequena vitória que me dava força para continuar.
E o que é que tiraste de positivo, no fim de contas?
Que consigo competir a esse nível. Mesmo com todas as dificuldades, provei a mim mesma que sou capaz.
Vamos virar de página. Esta época estás no Zamarat, da LF Challenge. É um passo atrás para dar dois à frente daqui a uns tempos, numa equipa treinada por alguém que tu conheces bem, o selecionador nacional Ricardo Vasconcelos. Foi essa a principal razão para aceitares este projeto?
Foi uma forte razão, sim. Eu venho de um ano em que, sinceramente, não aprendi nada a nível técnico ou tático. E eu não tenho problemas em dizer isso, porque nem sempre é tudo brilhante e incrível. Parece que é difícil de acreditar, mas é possível não aprender nada na Liga Endesa. Só porque jogas numa liga top, não quer dizer que saias uma “máquina” no final. Eu estava constantemente acima do nível dos treinos, e isso foi uma desilusão muito grande para mim. Queria sair da minha zona de conforto, mas acabei por não crescer como queria.
Então, ao aceitar o projeto de Zamora, foste à procura de quê?
Estou à procura de me tornar melhor. Não estou em busca de dinheiro, de prestígio ou de “spotlight”. Quero um desafio que me faça crescer, que me mostre as minhas fraquezas e me faça trabalhar nelas. E ninguém melhor do que o Ricardo para isso. Ele sabe onde eu sou fraca e vai-me massacrar até eu melhorar. É isso que procuro.
Não te vais fartar do Ricardo, entre Zamora e a Seleção?
Epá, espero que não! (risos) Já nos conhecemos há quase 15 anos. Se não nos fartámos até agora, não vai ser em oito meses que isso vai acontecer!
Vocês já se conhecem desde o Algés.
Sim, apanhei-o na formação. Ele estava mais com as camadas jovens. Fiz alguns treinos com as juniores, mas não era muito frequente.
E agora, voltas a trabalhar com ele num contexto de clube.
O Ricardo não pode ser o mesmo na seleção e no clube, tal como eu não sou a mesma jogadora. Na seleção, temos uma janela de uma semana para preparar dois jogos. No clube, é um dia-a-dia mais constante. Mas o que é certo é que ele continua com os seus ideais e eu também vou dar o meu máximo para crescer.
A Liga Challenge é uma boa liga. Achas que vais conseguir aprender mais do que no último ano?
Sim, sem dúvida. A Liga Challenge é super competitiva. Não tens aquelas equipas que ganham tudo por 20 ou 30 pontos. Todos os fins de semana tens de trazer o teu melhor jogo. Isso, aliado ao facto de eu já conhecer o estilo do Ricardo, vai-me ajudar a crescer imenso. Vai depender de mim, claro, mas sei que estou no caminho certo.
O clube tem ambição de subir para a Liga Endesa?
Sim, isso foi uma das primeiras coisas que falámos. Antes de dizer que sim ao Zamora, o clube já tinha esse objetivo claro. Lutar para subir, seja na fase regular ou nos playoffs. Quando vi essa ambição, fez todo o sentido para mim. O Ricardo tem feito um trabalho excelente nos últimos anos, e isso dá-me segurança.
Achas que este projeto pode ser uma forma de mostrar que a última época não refletiu o teu verdadeiro potencial?
Sim, sem dúvida. Acho que, se conseguirmos subir ou ganhar a Challenge, e eu sendo a base principal da equipa, vai dar uma nova perspetiva sobre mim. No último ano, as coisas não correram bem, e muitos treinadores até perguntaram sobre mim, mas acabaram por não fazer propostas porque a equipa não ganhava. Foi injusto, mas é o que é. Agora quero mostrar o que realmente sou capaz de fazer.
E na seleção, a motivação continua a ser a de levar o país a uma grande competição? Por quem, para além de ti?
Muito por eles, pela Sofia da Silva, pelo Ricardo, por todos… Há um jogo em particular que foi muito doloroso para todos. Sentimos que estávamos tão perto e não conseguimos. Eu fiquei com medo de perder essas pessoas, por desgaste. Isso fez com que eu me agarrasse ainda mais a este objetivo. Claro que também o faço por mim, mas é muito por eles.
É um privilégio fazer parte de um grupo assim?
Sem dúvida. É algo que dinheiro nenhum pode comprar. Na seleção, estamos todos lá por um sonho e uma ambição que vai muito além do dinheiro.
Também jogas 3×3. É difícil mudar o “chip” entre os dois estilos?
Um pouco, sim. O 3×3 é um jogo muito diferente, exige muito mais de ti fisicamente. Tens de fazer coisas que no 5×5 nem sempre tens de fazer. Estás sempre a trocar defensivamente, a defender jogadoras muito mais rápidas e pequenas. É muito desgastante, mas também adoro o desafio.
E com o 3×3 nos Jogos Olímpicos, imaginas-te a representar Portugal em Los Angeles 2028?
Imagino, claro! Já ganhámos a muitas das equipas que estiveram nos Jogos Olímpicos deste verão. Já sentimos o cheirinho de que é possível. Vamos ver, pode ser que aconteça.
Como tens visto a evolução do basquete feminino em Portugal nos últimos anos?
Tenho visto uma evolução brutal. A liga está cada vez mais competitiva, com equipas fortes e jogos disputados. A federação tem feito um grande trabalho na projeção da modalidade, nos últimos 10 anos, e agora mais recentemente com a ajuda da Betclic. E o Benfica também ajudou muito a trazer mais visibilidade para o campeonato.
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Sporting alcança primeira vitória na Europe Cup; Porto não ultrapassa PAOK
Sortes diferentes para o Sporting CP e para o FC Porto na segunda jornada da Fase de Grupos da FIBA Europe Cup: os leões venceram “fora”, mas a jogar no Pavilhão João Rocha, os ucranianos do BC Dnipro, por 57-68; os dragões perderam frente ao PAOK mateco, na Grécia, por 89-70.
O Sporting disputa, aliás, o primeiro de dois encontros quase consecutivos, já que na sexta-feira voltam a receber o BC Dnipro, desta feita para cumprir a jornada “em casa”. Quem sabe não se repetirão as boas prestações de Ludgy Debaut (17pts, 12res, 2rb, 2dl – 28val), do internacional português André Cruz (12pts, 6res, 4rb – 19val) e do reforço para esta época Nick Ward, com 11 pontos e um ressalto abaixo do duplo-duplo. Do jogo, de salientar o grande equílibrio em todos os quartos (estava 31-32 ao intervalo), um excelente duelo e que se espera novamente na sexta-feira, dia 18, pelas 19h30. Com transmissão FPBtv.

Sérgio Silva e Nick Ward
Já o FC Porto não conseguiu ultrapassar os gregos do PAOK, apesar do resultado enganar: os azuis e brancos equilibram toda a partida, chegaram ao último quarto a perder por cinco pontos (68-63), mas não conseguiram passar para a frente. Muito tenha lutado Tanner Omlid, “dragão” com melhor valorização (22val), por culpa também dos seus cinco roubos de bola, a juntar aos 14 pontos e 5 ressaltos em pouco mais de 21 minutos de utilização. Max Landis marcou 17 pontos e Toney Douglas 12.
Os azuis e brancos ocupam o 3.º lugar do Grupo I, e jogam na Dragão Arena a 23 de outubro a 3.ª jornada da FIBA Europe Cup, frente ao Hubo Limburg United. Novamente com transmissão FPBtv.

Toney Douglas
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SL Benfica incapaz de parar alemães de Chemnitz na Champions
Vindo de uma derrota, frente ao Baxi Manresa, na jornada inaugural da Liga dos Campeões de Basquetebol, o SL Benfica precisava de vencer para subir na classificação do Grupo G da prova, mas não foi capaz de superar o NINERS Chemnitz, da Alemanha. Ao fim dos 40 minutos, o marcador ditava 103-75 para os germânicos.
O reforço das “águias” Tyler Stone esteve em evidência, com 28 pontos (24val), Diogo Gameiro e Trey
Drechsel, com 12 e 10 pontos, respetivamente, também se acentuaram na partida, ainda que sem conseguirem mudar o rumo do jogo. O NINERS Chemnitz distanciou-se no primeiro e no segundo quarto (32-17 e 25-16) e, embora o coletivo liderado por Norberto Alves tenha equilibrado o resto da partida (22-21; 24-21), o coletivo alemão manteve o controlo do encontro, e empurra o SL Benfica para o fundo do Grupo G, com duas jornadas jogadas.

Os encarnados só regressam agora ao palco da Champions League no dia 29 de outubro, frente ao Bertram Derthona Basket, em casa, no Pavilhão Fidelidade, pelas 20h30.
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Sportiva cai na Turquia no seu segundo jogo na EuroCup Women
Longa noite para as equipas portugueses a jogar competições internacionais, com quatro jogos em três provas diferentes. O Sportiva Azoris Hotels abriu as hostilidades, na Turquia, tendo caído perante uma poderosa equipa do Galatasary, por 84-52, em jogo a contar para a EuroCup Women, o seu segundo na prova esta temporada, depois da derrota com o KP Brno na passada semana.
As açorianas sofreram desde os primeiros dez minutos (28-11) e ainda tentaram parar o coletivo turco com um bom 3.º quarto (16-20), mas não foi suficiente. Isabel Mbomio foi a melhor da equipa de Ricardo Botelho, com um duplo-duplo de 15 pontos e 10 ressaltos (14val), bem secundada pelos 17 pontos de Bre Scott.

O Sportiva Azoris Hotels encontra-se portanto no último lugar do Grupo J, com dois pontos. O seguinte jogo das açorianas tem lugar na próxima quarta-feira, 23 de outubro, frente ao BAXI Ferrol, em Espanha, e com transmissão FIBA.
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Treinadores portugueses com boas prestações esta jornada
Mais um fim-de-semana passou e mais uma jornada foi jogada pelos internacionais portugueses que se encontram espalhados pelas diversas partes do mundo.
Relativamente aos resultados dos treinadores portugueses, os técnicos que venceram esta jornada foram Ricardo Vasconcelos (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha), que venceu o Lima-Horta Barcelona por 64-67; João Janeiro e Beatriz Jordão (BC Mess, Nationale 2 – Luxemburgo), que venceram os Black Frogs por 73-72; Daniel Brandão (Amicale Steinsel, LBBL – Luxemburgo), que levou a melhor perante Arantia por 97-85; Alexandre Pires e José Costa (Heffingen, LBBL – Luxemburgo) que receberam e venceram o Musel Pikes por 86-81; Rui Costa (Treinador-adjunto Maderas Sorlí Benicarló, Segunda FEB – Espanha) que enfrentou e ganhou ao Godella por 84-83 e, por último, Vasco Curado (Mas Basketball Officiel – Marrocos) venceu por 76-66 frente aos Al-Watiya Youth Tan.
Por outro lado, a jornada não correu tão bem a Philippe da Silva (Nanterre 92, LNB – França), que foi derrotado pelo Le Mans por 94-87; a Hugo Salgado (Kriol Star, CBL – Cabo Verde), que também foi derrotado por 77-100 frente ao Al Ahli SC e, ainda, Dinis Amaral (Treinador-adjunto Evreux Basketball, Pro B – França), que visitou o Aix Maurienne e perdeu por 101-73.

Estatísticas individuais dos internacionais portugueses:
Anthony da Silva (ALM Evreux Basket, Pro B – França):
15pts, 5res, 1ast (30min) na derrota por 101-73 frente ao Aix Maurienne
Carolina Cruz (Polisportiva Galli, Serie A2 – Itália):
3pts, 7res (21min) na vitória por 75-63 diante o Empoli
Carolina Rodrigues (Kangaroes Basket Mechelen, EuroCup Women– Bélgica):
5pts, 2res, 4ast (26min) na derrota por 88-55 diante Sosnowiec
Candido Sá (Cáceres, Segunda FEB – Espanha):
5pts, 5res, 2ast (25min) na vitória por 80-68 diante o Caja 87
Diogo Brito (Club Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha):
9pts, 3res, 9ast (28min) na vitória por 93-65 sobre o GA Cantabria
Edson de Sousa (Arantia Larochette, LBBL – Luxemburgo):
Não jogou esta semana.
David Nogal Pinheiro (Estudiantes Lugo Rio De Galicia, Tercera FEB – Espanha):
2pts, 1res (17min) na derrota por 84-63 frente ao C.B. Chantada
Gonçalo Morais (Estudiantes Lugo Rio De Galicia, Tercera FEB – Espanha):
Não jogou esta semana.
Rafael Lisboa (Club Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha):
Não jogou esta semana.
Vladyslav Voytso (Grupo Alega Cantabria, Primera FEB – Espanha):
9pts, 1res (17min) na derrota por 93-65 frente ao Club Ourense Baloncesto
Eva Carregosa (Barça CBS, LF Challenge – Espanha):
10pts, 3res, 1ast (21min) na vitória por 59-53 diante o NBF Castello
Francisco Amarante (Alimerka Oviedo Baloncesto, Primera FEB – Espanha):
13pts, 6res (20min) na vitória por 89-84 frente ao Moron
Joana Soeiro (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha):
Não jogou esta semana.
João Prado (Sheffield Elite Academy, Division Three – Reino Unido):
Não jogou esta semana.
Josephine Filipe (Alter Enersun Al-Qazeres Extremadura, LF Challenge – Espanha):
Não jogou esta semana.
Laura Ferreira (La Tronche Meylan´s, LF2 – França):
18pts, 6res, 5ast, 2rb, 1dl (36min) na derrota por 69-84 frente ao Feytiat
Lavínia da Silva (Oaklands Wolves Women, Betty Codona Trophy Women – Reino Unido):
17pts, 7res, 2ast (22min) na vitória por 35-106 frente ao Cardiff Met Archers
Márcia Costa (Royal Castors Braine, – Bélgica):
Não jogou esta semana.
Maria João Correia (Ensino Lugo, LF Endesa – Espanha):
6pts, 1res (16min) na derrota por 60-77 com o Valencia
Maria Kostourkova (Sosnowiec, Orlen Basket Liga Kobiet – Polónia):
Não jogou esta semana.
Raquel Laneiro (CB Arxil, LF Challenge – Espanha):
16pts, 3res, 2ast (29min) na vitória por 63-56 diante Real Canoe
Sasa Borovnjak (Olympique Antibes, Pro B – França):
14pts, 5res, 2ast (21min) na vitória por 87-79 frente a Roanne
Simone Costa (Girolive Panthers Osnabrueck, DBBL – Alemanha):
Não jogou esta semana.
Sofia da Silva (AzulMarino Mallorca Palma, LF Challenge – Espanha):
10pts, 6res (23min) na derrota por 68-71 com o Melilla
Tiago Dias (Fibwi Palma Bàsque, Segunda FEB – Espanha):
8pts, 2res, 2ast (14min) na vitória por 88-55 frente ao Salou
Travante Williams (Oradea, Divisão A – Roménia):
5pts, 4res, 4ast, 1rb, 1dl (26min) na vitória por 77-75 frente ao Spójnia Sargard para a FIBA Europe Cup
7pts, 1res, 3ast (21min) na vitória por 93-66 frente ao Voluntari
Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote Contra la Violencia de Género, LF2 – Espanha):
13pts, 5res, 6ast (40min) na vitória por 69-73 diante o C.B. Terralfàs Delfín Natura Sr F Groc
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Comunicado | Liga Betclic Masculina com início a 19 de outubro
A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) e os 12 clubes da Liga Betclic Masculina informam que a competição terá início no dia 19 de outubro.
Apesar de a nova lei de estrangeiros, com impacto no desporto e, em particular, no basquetebol, continuar a ser uma fonte de preocupação, as partes envolvidas consideram que não é benéfico prolongar a suspensão da competição. Esta decisão é tomada em respeito pelos atletas, adeptos, patrocinadores e todos os parceiros.
Para mitigar as dificuldades previstas na marcação dos jogos adiados, o modelo competitivo da Taça Hugo dos Santos será ajustado para a presente época. A fase de grupos sofrerá uma redução no número de jogos, permitindo a marcação dos jogos em atraso nas seguintes datas:
· 26 de outubro de 2024 – 1.ª jornada
· 30 de novembro de 2024 – 2.ª jornada
A FPB e os clubes mantêm o seu compromisso de continuar a trabalhar conjuntamente com o Governo, em busca de soluções que permitam acomodar as necessidades específicas do basquetebol no contexto da nova lei de estrangeiros.
Lisboa, 16 de outubro de 2024
Federação Portuguesa de Basquetebol
Associação Desportiva Galomar
Associação Desportiva Ovarense
Clube Atlético de Queluz
Clube Desportivo Póvoa
Clube do Povo de Esgueira
Futebol Clube do Porto
Galitos Futebol Clube
Imortal Basket Clube
Sport Lisboa e Benfica
Sporting Clube de Portugal
União Desportiva Oliveirense
Vitória Sport Clube
CN 2ª Divisão Masculina: trinta e sete jogos realizados no arranque da prova
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Masculina, tomou lugar a ronda inaugural da competição, que conta, este ano, com 85 equipas inscritas. No “tiro de partida”, disputaram-se 35 encontros.
1ª Fase – Norte A
O BC Valença/Intermarché reclamou os dois pontos, no terreno do Famalicense AC Sub23 – 59-68. Em encontro equilibrado, o BC Limiense ditou leis, na receção ao GD André Soares Sub23 – 58-56. No frente a frente a opor SC Braga Sub23 e Basquete Barcelos Sub23, prevaleceram os visitantes pela margem mínima – 64-65. Enzo Dias (22pts, 1res) guiou os barcelenses, ao passo que, nos bracarenses, emergiu a figura de Adriano Ferreira (16pts, 3res, 4ast, 1rb, 1dl). A nota de equilíbrio também dominou o confronto entre Monção BC Coura e Famabasket – 60-61.
1ª Fase – Norte B
O SC Vasco da Gama Sub23 abriu a temporada a ganhar, no terreno do Maia BC Zoo da Maia Sub23 – 61-74. O Guifões SC Sub23 ultrapassou, fora de portas, a UAA Aroso – 59-64. A Juvemaia ACDC recebeu e venceu o GDB Leça por 68-66. Em Vila do Conde, o Académico FC Sub23 foi mais forte, diante do CD José Régio – 78-81.
1ª Fase – Norte C
Na condição de visitante, o Fides Gondobasket vergou, por margem expressiva, o Mirandela BC O Cerdoura – 57-87. Já o CBP “imitou” a façanha e, a jogar fora, bateu a AAUTAD – 60-87 -, tendência acompanhada pelo Club 5Basket Sub23, no reduto do CD Aves 1930 – 37-52. Em Lousada, o LAC Basquetebol Clube capitalizou o fator casa ante o Estrelas Brigantinas – 69-55.
1ª Fase – Norte D
No Porto, o CAA Salesianos Pad. Ribeiro levou a melhor sobre a Esc. Mod. SL Benfica OAZ – 61-51. Ao clube dos vencedores, juntou-se a UD Oliveirense Sub23, vitoriosa em Paços de Brandão, contra o GRIB – 48-54 -, e o Basket Clube de Gaia, que se superiorizou ao “vizinho” GD Bolacesto – 74-78.
1ª Fase – Norte E
A Ovarense Sub23 construiu o triunfo mais folgado na série, ao derrubar a oposição do Illiabum Clube Sub23 – 80-44. Segue-se o Anadia FC/Sunlive Group, soberano, em casa, perante o Sangalhos DC Sub23 – 76-50. O SC Beira-Mar Sub23 derrotou o ACR Vale Cambra por 54-44.
1ª Fase – Norte F
No único jogo do grupo, a AAC – Sub23 aplacou as intenções do Olivais FC Sub23 – 49-54.
1ª Fase – Sul A
O Stella Maris/Profresco teve uma entrada avassaladora na temporada, ao ultrapassar, por dígitos expressivos, o C.R. Casal do Grilo – 45-86. A SIMECQ passou o teste diante do Unidos Universalis – 68-57. No jogo de marcador mais aproximado, o A.C. Moscavide mostrou-se superior à União de Leiria – 72-66.
1ª Fase – Sul B
A Física Torres Vedras acolheu, no seu pavilhão, a partida inaugural da época, saldada por uma vitória categórica frente ao Paço de Arcos Clube Sub 23 – 77-40. Gonçalo Esteves (18pts, 3res, 4ast, 2rb) e Mario Popp (9pts, 8res, 4ast, 1rb) lideraram as hostes locais. Nos vencidos, sobressaiu Diogo Cabral (10pts, 1res, 2ast, 3rb). O GDEMAM teve a mesma “sorte”, no compromisso com o Carnide Clube Sub23 – 64-47 -, muito por culpa do desempenho de Rodrigo Jorge (20pts, 12res, 1ast, 2rb), em despique individual com Jorge Albino (9pts, 9res, 1ast, 2rb). O Salesianos Lisboa trouxe os dois pontos da visita ao Alenquer Basket Clube – 64-73. A U.D. Vilafranquense suplantou o Basket de Loures – 59-66.
1ª Fase – Sul C
O Sporting CP Sub23 obteve o triunfo mais conclusivo da ronda, na sua série, ao bater o Sport Algés e Dafundo por 85-51. A Academia do Lumiar transpôs a concorrência do Belenenses Sub23 – 74-59. No encontro com um marcador de maior incerteza, o Odivelas Basket sorriu, na deslocação ao CNN – 63-65.
1ª Fase – Sul D
O Seixal Superveda rubricou uma exibição dominadora, no duelo com a AJES – Pasto Alentejano – 108-33. Em Elvas, o GDRAR Remax Évora afirmou-se, no campo do Clube Elvense de Natação – 48-97. O Real Clube Vale Cavala contornou o Montijo Basket Associação – 75-77.
1ª Fase – Sul E
Em Olhão, o Ginásio Ibéricafrio Sub23 levou de vencida o Gaviões de São Brás Clube, por números elucidativos – 92-44. O Beja Basket Clube superiorizou-se, no Algarve, ao ACD Ferragudo por 37-71. A jogar em casa, Os Bonjoanenses impuseram-se ao CAB Grândola – Os Javalis – 80-66. Por último, o Quarteiro Tubarões conquistou a vitória, face ao ASC/BVRM/T. Del Rei – 60-70.
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Foto de capa: LAC – Basquetebol/DR
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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