Artigos da Federaçãooo
Entrada em grande
Dragon Force e Illiabum entraram com o pé direito na segunda fase da Proliga. Os portistas travaram um duro combate, mas acabaram por sair vitoriosos do confronto com os vizinhos do Vasco da Gama, enquanto a equipa de Ílhavo deu, diante do Sangalhos, continuidade à sua série invencível.
No Porto houve emoção a rodos no duelo que opôs Vasco da Gama e Dragon Force. Os vascaínos, a jogarem em casa, começaram por ver os dragões adiantarem-se no marcador, mas uma segunda parte de luxo permitiu-lhes sonhar com o triunfo até aos últimos instantes. Acabou por vencer o Dragon Force, por 68-66.
Com efeito, se no primeiro período tudo indicava que o Dragon Force ia ter um encontro relativamente tranquilo (27-16), no segundo os vascaínos esboçaram uma reação, mas mesmo assim chegaram ao intervalo em desvantagem, por 9 pontos (43-34).
Com o intervalo veio o apagão ofensivo dos portistas, que marcaram apenas 9 pontos, contra os 18 do Vasco da Gama, o que deu grande alento à equipa da casa, que tudo fez para alcançar o triunfo. O último período foi muito emotivo, sendo que a 2 minutos do final o marcador registava um empate (64-64), antevendo-se uma luta acesa até final. Na realidade, o jogo passou a disputar-se praticamente da linha de lance livre e aí os portistas foram mais eficazes, acabando por vencer o encontro.
Bons desempenhos de João Gallina (5 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências), Pedro Oliveira (18 pontos e 4 ressaltos) e Ferran Pedreno (17 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) no Dragon Force, enquanto no Vasco da Gama Paulo Oliveira (16 pontos e 11 ressaltos), P Ferreira (11 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) e Miguel Toreia (15 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) fizeram de tudo para que o resultado fosse outro.
Illiabum não desarma
O Illiabum iniciou a segunda fase do campeonato da Proliga precisamente como concluiu a anterior, ou seja, a vencer. A equipa de Ílhavo visitou o Sangalhos e ganhou, por 73-49, uma partida onde andou quase sempre na frente (a exceção aconteceu apenas nos primeiros minuto) e mostrou, uma vez mais, que é um sério candidato à subida.
O domínio dos ilhavenses começou a desenhar-se bem cedo. O acerto ofensivo (da linha de lance livre, por exemplo, foi de 100 por cento) dos visitantes contrastava com as dificuldades da formação da casa, que não conseguia esgrimir argumentos suficientes para contrariar uma equipa que ainda não perdeu esta época.
Destaque no Illiabum para as atuações de Augusto Sobrinho (20 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola), Sérgio Correira (18 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento) e de Rafael Wildner (10 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento), um trio que marcou mais de metade dos pontos da equipa.
Pelo Sangalhos, há que salientar o esforço de Luís Fonte (7 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências, 4 roubos de bola e 1 desarme de lançamento).
Terceira Basket supera Atlético
Num fim de semana de jornada dupla nos Açores para o Atlético, a formação da Tapadinha começou com o pé esquerdo a segunda fase da competição da Proliga, uma vez que foi batida pelo Terceira Basket por 73-68. Se na fase anterior o conjunto açoriano tinha perdido os dois embates frente ao conjunto lisboeta, desta vez foram os terceirenses que levaram a melhor. O Atlético volta a entrar em ação este domingo diante do AngraBasket, num jogo agendado para as 16h30.
Vitória reforça-se
E com esse objetivo em vista, o técnico Fernando Sá decidiu-se por fazer ajustes no plantel vimaranense, que passam pela contratação do jogador húngaro Nebojsa Dukity, e a dispensa (já acertou com o clube a desvinculação) de Marcel Momplaisir. Certamente que o técnico vitoriano procura uma referência interior que valha mais pontos e mais soluções ofensivas, sem perder a capacidade de ajudar na luta das tabelas e que permita que a formação seja intimidatória.
Nebojsa Dukity, conhecido por Dukic, é um atleta húngaro, de 27 anos, joga nas posições 4 e 5 e chega a Guimarães depois de ter representado o Jaszberenvi, da Divisão A da Hungria. Apesar dos seus 2.06 metros, tem facilidade em atirar de três pontos, tendo percentagens bastante interessantes nesse capítulo (38.4% de carreira).
O Vitória regressa a casa, bem como tentará que isso aconteça nos triunfos, já que os vimaranenses perderam na última jornada, no Barreiro, frente ao Galitos. O clube de Guimarães está a duas vitórias de distância do 6º lugar, sendo que nesta ronda defronta um adversário, o CAB Madeira – jogo agendado para as 19h30 – igualmente necessitado de pontos, pressionado pelos resultados, e que luta pelos mesmos objetivos, ainda que em pior posição (4V).
Portugueses lá fora
O base/extremo Nuno Neves, internacional luso que veste as cores do Meylan Grenoble Handibasket, da primeira divisão francesa, atuou os 40 minutos diante do Thonon CH. Os visitantes acabariam por levar a melhor, impondo-se por 57-63, tendo o atleta nacional ficado um pouco aquém a nível ofensivo, ao converter apenas 2 pontos.
Na segunda liga espanhola, Márcio Dias (poste 4.5), do Servigest Burgos, liderou a sua equipa numa vitória cómoda, em Saragoça, frente ao CAI – 28-54 -, destacando-se como máximo marcador do encontro com 20 pontos. O atleta internacional português vive um dos melhores momentos da carreira, numa época em que o Servigest Burgos venceu todos os seus compromissos e tem praticamente garantida a entrada na final a 4 que decidirá o Campeão e conjunto promovido à División de Honor. Hélder Silva (2.0), também internacional por Portugal, companheiro de Márcio e capitão do Servigest Burgos, contribuiu com dois pontos.
No próximo sábado, 30 de Janeiro, regressa a referida División de Honor, a primeira liga espanhola (uma das mais conceituadas do mundo), onde atuam três internacionais portugueses. CP Mideba, de Hugo Lourenço (poste 4.0), Fundación Grupo Norte BSR Valladolid, de Pedro Bártolo (base 2.5), e Clínicas Rincón Amivel, de Cláudio Batista (poste 4.5), disputam a Fase do Título, uma “liguilha” que reúne os 4 primeiros classificados de dois grupos iniciais com 6 e 5 equipas.
Significa isto que os três conjuntos com atletas lusos terão missão difícil para lograr o apuramento para a final-four que decidirá o Campeão espanhol, uma vez que no grupo 1, Fundación Grupo Norte obteve a quarta e última vaga de acesso à Fase do Título, e no grupo 2, CP Mideba e Clínicas Rincón Amivel alcançaram o terceiro e quarto postos respectivamente.
Nesta primeira jornada da segunda fase, o CP Mideba enfrenta o Bidaideak Bilbao, um confronto que se perspetiva complicado para os estremenhos, atendendo ao poderio do adversário, na qual militam, entre outros, os internacionais espanhóis David Mouriz (base 2.5), Asier Garcia (base 4.0) e Amadou Tijane (poste/extremo 3.0), ou o norte-americano Joshua Turek (base/extremo 3.5), melhor marcador da liga com a impressionante média de 25.7 pontos. O português Hugo Lourenço poderá ser particularmente decisivo para contrariar a capacidade ofensiva e a altura do quinteto da equipa basca, ele que se distingue há vários anos como um dos melhores ressaltadores da liga e um pilar no CP Mideba.
O Fundación Grupo Norte tem pela frente um teste tão ou mais duro, já que recebe o primeiro classificado do Grupo 2, BSR Amiab Albacete, que dispõe de um plantel com vários nomes de topo, sobressaindo o internacional espanhol Roberto Mena (poste 4.0) e cinco (!) internacionais pela Grã-Bretanha: Wayne Boardman (extremo 1.0), Kyle Marsh (base 2.0), Harry Brown (base/extremo 2.5), Ade Orogbemi (base/extremo 2.5) e Lee Manning (poste 4.5). Pedro Bártolo, que desfrutou de mais minutos nos últimos compromissos de Valladolid, precisamente pela velocidade e lançamento exterior, representa uma solução potencial para ajudar a conter o ímpeto ofensivo dos visitantes e oferecer ritmo no ataque.
Por último, o Clinicas Rincón Amivel desloca-se a Madrid, onde mora o Campeão espanhol e vice-campeão da Europa, CD Ilunion, que não consente derrotas há vários anos a nível doméstico. Os internacionais Terry Bywater (Inglaterra, base, 4.5), Rodney Hawkins (Colômbia, poste, 4.0) ou os gémeos Zarzuela (Espanha, postes, 3.0) são as figuras de proa de uma equipa dominadora. Apesar de gozar atualmente de poucos minutos, a experiência de Cláudio Batista, há vários anos em Espanha, aumenta as possibilidades da equipa para conter a intensidade do seu oponente.
«Lutar pela vitória»
Trata-se do FC Porto, que ocupa os primeiros lugares na Liga, porém a formação de Oliveira de Azeméis apresenta-se na partida com objetivos claros, que passam por lutar pelos dois pontos.
Estava à espera de um convite que lhe proporcionasse regressar à Liga? O facto do mesmo ter vindo do treinador José Ricardo contribuiu para aceitar a proposta da Oliveirense?
Não estava à espera que isso acontecesse, pois tinha decidido terminar o meu ciclo como jogador. E só mesmo um projeto aliciante, e o facto de voltar a ter a possibilidade de trabalhar com o José Ricardo me fez mudar de ideias.
Chegou com a época em andamento e para uma posição em que tem a responsabilidade de comandar a equipa. É um conjunto disciplinado taticamente? E quais as suas principais preocupações na função de 1º base?
É uma equipa que está a trabalhar para ser cada vez mais disciplinada tática e defensivamente, no sentido de sermos mais consistentes ao longo do jogo, quer ofensivamente, permitindo com isso que as individualidades possam aparecer nos locais e nos momentos certos para pôr em campo toda a sua qualidade e ajudar a equipa a ser cada vez mais forte. As minhas preocupações vão no sentido de tornar possível aquilo que referi anteriormente, escolhendo as melhores opções e gerindo os ritmos de jogo de forma a termos o controlo do mesmo. Defensivamente procuro condicionar ao máximo a ação do base contrário, perturbando com isso a organização coletiva da formação adversária.
A vitória frente ao Maia Basket interrompeu um ciclo menos positivo da Oliveirense. Consegue apontar explicações que justifiquem o ciclo de resultados negativos que a equipa registou nas últimas jornadas?
Penso que se pode explicar esse ciclo menos positivo com o facto de a equipa ter sofrido com algumas lesões e com isso ter levado a um menor rendimento quer individual, quer coletivo. Adicionando a isto a entrada de 2 jogadores (eu e o Sergi), mais a contínua adaptação que a equipa está a fazer a uma nova forma de estar e de trabalhar, ajudam a explicar esta oscilação no nosso rendimento. Neste momento, sinto que já estamos todos mais adaptados e capazes.
Esta deslocação para defrontar o FC Porto será mais um duro teste para a Oliveirense. No jogo da 1ª volta os turnovers foram o principal problema. Concorda que a linha de 3 pontos tem retirado eficácia e equilíbrio ao ataque da Oliveirense?
Será mais um adversário difícil de ultrapassar e que nos vai colocar muitas dificuldades, mas temos capacidade para fazer um bom jogo e lutar pela vitória. Não me parece que seja só por aí, mas é uma área importante e na qual já estivemos melhor no último desafio, melhorando com isso a relação do jogo interior com o exterior.
Equilibrar a luta das tabelas e controlar o ritmo da partida são as chaves para condicionar o FC Porto? Ou destacaria outras áreas do jogo ou individualidades na equipa dos dragões?
Concordo com essa análise, são pontos-chave para sermos competitivos ao longo do jogo mas vai ser a forma como reagimos ao erro a determinar se conseguimos ser consistentes o suficiente para nos permitir lutar pela vitória. A equipa do FC Porto vale pelo seu todo e pela forma intensa como joga em ambos os lados do campo.
«Intensidade e rigor»
Os resultados obtidos na fase anterior contam, o que faz com que a equipa do Atlético se desloque aos Açores para disputar uma jornada dupla ainda mais pressionada e sem grande margem para erro. João Manuel reconhece essa necessidade de vencer e aposta no rigor, disciplina tática e plano de jogo como forma de bater o Terceira Basket e o AngraBasket, dois adversários melhores classificados à partida para este Grupo A.
O apuramento para o Grupo A foi alcançado com algum sofrimento. Acha que a equipa poderia ter feito mais e melhor durante a 1ª fase?
Foi um desafio enorme. Analisando os planteis das 8 equipas participantes previa um maior desequilíbrio entre os 4 primeiros e os 4 últimos. Prova do equilíbrio é o facto de só termos ganho os 2 jogos a duas das 8 equipas, uma das quais a vencedora desta fase. Com todos os desafios e condicionantes com que nos deparamos semanalmente, creio que era difícil fazer melhor.
O facto de a equipa se dar melhor com as equipas teoricamente mais fortes poderá ser um fator positivo para esta 2ª fase?
Não acredito que seja um fator. Não conhecendo em pormenor as equipas do Norte, posso afirmar que entramos em todos os jogos desta segunda fase com reais hipóteses de vencê-los. Consegui-lo dependerá somente de sermos capazes de jogar com intensidade e de sermos rigorosos.
Partem com alguma desvantagem. Concorda que esta jornada dupla, não sendo obviamente decisiva, ajudará a determinar para que objetivos jogarão até final deste Grupo A?
Aproveito a pergunta para dizer que não me parece aceitável que se alterem as regras de uma competição em curso.
Posto isto, cada jogo tornou-se decisivo para nós. Independentemente dos resultados deste fim de semana e até que seja matematicamente impossível, mantemos o mesmo objetivo que foi definido no inicio da época.
Na fase que agora terminou venceram os dois jogos frente ao Terceira Basket. Achas que é possível repetir esse resultado? E com as alterações verificadas no plantel do Terceira, mudou muita coisa? E onde continua a ser forte?
Entre os dois jogos da primeira fase, as duas equipas apresentaram algumas alterações nos convocados. O mesmo vai acontecer este sábado, sendo imprevisível como as equipas vão "encaixar". O Terceira Basket provou ser a equipa mais forte da primeira fase. Individualmente, destaco o papel do base, contribui em todos os aspectos do jogo e fá-lo com muita qualidade. É o "motor" da equipa.
Já frente ao AngraBasket as coisas nunca correram bem. Dificuldades em encaixar no estilo de jogo ou características dos jogadores? Ou destacarias alguma área do jogo m que foram sempre superados, o que acabou por ditar a derrota?
Foram ambos jogos muito equilibrados e decididos nos pormenores, onde o Angra Basket foi melhor. No domingo, para vencer, temos de seguir o plano de jogo durante os 40 minutos.
2ª FASE – GRUPO A
1º – Illiabum 12 pts
2º – Terceira Basket 10 pts
3º – SL Benfica B 9 pts
4º – AngraBasket 9 pts
5º – Dragon Force 9 pts
6º – Atlético CP 9 pts
7º – Vasco da Gama 8 pts
8º – Sangalhos DC 7 pts
APD Braga e APD Sintra saem vitoriosas
No grande clássico da jornada, a APD Braga recebeu e venceu a campeã nacional APD Leiria, por esclarecedores 53-37. Embora fosse expectável maior equilíbrio, a equipa bracarense descolou no marcador a terminar o 2º período, gerindo a vantagem alcançada até final. Deste modo, a APD Braga mantém-se líder e invicta, na zona norte, sendo que o seu próximo compromisso será em Paredes, a 7 de Fevereiro.
Parciais do encontro: 13-10 / 14-07 / 10-12 / 16-08
No outro encontro da jornada, a APD Sintra fez uma curta deslocação para superar a APD Lisboa em sua casa, por 40-58, continuando líder isolada, na zona sul, e sem conhecer o sabor da derrota ao cabo de três jogos realizados.
Neste fim de semana só terá lugar um embate, no domingo, 31 de Janeiro, entre o GDD Alcoitão e a APD Sintra, que se espera pautado pelo equilíbrio. De um lado a irreverência, juventude e o vasto leque de opções do conjunto de Cascais, que conta com os internacionais portugueses Marco Gonçalves (extremo 1.5*), Hugo Maia (base/extremo 2.5) e Emanuel Alonso (extremo 2.0), em contraponto com a experiência da APD Sintra, equipa com mais títulos nacionais e onde actuam os internacionais João Cardoso (poste 4.0), Rui Lourenço (base/extremo 4.0), Paulo Taborda (poste 4.0) e o capitão da Seleção Nacional, Pedro Gonçalves (base 3.5), de regresso após nova experiência no CP Mideba, em Espanha.
Callan Taylor foi a MVP da LFB
Já a atleta portuguesa mais valiosa foi Gabriela Raimundo, jogadora da AD Ovarense, ao passo que a jovem que mais se destacou foi Vânia Sengo, atleta do CD Torres Novas. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.
Nova ronda da Liga
Confira o que pode esperar de cada uma das partidas.
16 horas – Ovarense Dolce Vita x Eléctrico FC
A equipa de Ovar vem de duas vitórias consecutivas, a últimas quais obtida nos Açores, que lhe permite ter neste momento um registo de 10 triunfos. Depois de uma jornada sem competição, a formação de Ponte de Sor tenta colocar para trás das costas duas derrotas, duras, pela diferença mínima. Os alentejanos estão a 3 vitórias de distância do playoff, embora a manutenção tenha que ser nesta fase a sua prioridade.
16 horas – SL Benfica x Lusitânia
Os atuais campeões nacionais defendem a liderança e têm como aviso as dificuldades sentidas na ilha Terceira no jogo da 1ª volta, em que triunfaram por dois pontos de diferença. Os açorianos foram surpreendidos em casa na ronda anterior, se bem que tenham vencido os seus dois últimos confrontos na condição de visitante.
19.30 horas – Vitória SC x CAB Madeira
Os vimaranenses venceram o último encontro que disputaram em casa, e tentam, para já, segurar o 8º lugar na tabela classificativa. O CAB tem neste momento 4 vitórias e procura chegar ao playoff. Este jogo acaba por ser um confronto direto entre duas equipas que lutam pelos mesmos objetivos, com o Vitória numa situação um pouco mais favorável, embora a época não esteja a correr tão bem nesta edição da Liga.
21.30 horas – Maia Basket x Galitos – Barreiro
Os maiatos já não vencem há seis jornadas e a lesão de Nuno Marçal teve impacto no desempenho da equipa. O factor casa e a possibilidade de terem trabalhado mais tempo coletivamente pode ajudar a equipa da Maia a regressar às vitórias. O Galitos mantém em aberto a possibilidade de se poder isolar no 3º lugar, e para que isso aconteça, sem depender de terceiros, está obrigado a vencer este jogo. Um objetivo ambicioso e que revela a época muito positiva que o conjunto do Barreiro tem vindo a realizar.
Domingo 31 de janeiro
17 horas – FC Porto x UD Oliveirense
Os azuis e brancos mantêm a perseguição ao líder, continuam invictos no Dragão Caixa e atravessam um ciclo positivo de resultados. A formação de Oliveira de Azeméis procura encarrilar nas vitórias, dando no fundo continuidade ao resultado positivo registado na ronda anterior, e inverter o ciclo menos positivo que a equipa viveu recentemente. Um triunfo no Porto poderia catapultar a Oliveirense para patamares revelados no início desta fase regular.
«Fui bem recebida»
E não se arrepende. Diz que foi muito bem recebida na formação que lidera a Liga Feminina e aprecia de sobremaneira a forma como o grupo trabalha. Sábado, às 16h30, as insulares recebem o Benfica em mais uma partida para o campeonato, com o objetivo de somar mais uma vitória na prova.
O regresso a Portugal estava nos seus planos? E porquê a escolha do CAB Madeira?
Tinha muito interesse em experimentar outra liga europeia, por isso o regresso a Portugal não estava nos meus planos. Infelizmente não gostei do método de trabalho da equipa onde estava a jogar em Espanha. Como recebi um convite do CAB Madeira no final da época passada, e como mantivemos sempre contacto, surgiu a oportunidade de voltar para Portugal. A escolha para vir para o CAB Madeira teve na base o facto de ser uma equipa muito competitiva, daí a minha vontade de trabalhar com eles.
Como descreve a equipa que foi encontrar na Madeira?
A minha equipa é muito homogénea e exigente no trabalho. A característica maior da nossa equipa é sermos muito competitivas nos jogos, mas também nos treinos, o que nos permite evoluir individualmente e como equipa.
Como decorreu a integração no grupo de trabalho? E qual o papel que lhe foi pedido para desempenhar na equipa?
A integração foi fácil, pois já conhecia quase todas as jogadoras. Algumas delas foram minhas colegas de equipa nos trabalhos da Seleção. A equipa toda recebeu-me muito bem e apoiaram-me em tudo que precisei. Quanto ao meu papel, considero que sou uma mais-valia na posição 4, assim como julgo ter muita energia e uma boa atitude defensiva.
Na sua opinião, e pelo que já pôde observar, o que faz da equipa do CAB líder da Liga e imbatível há muito tempo?
Até agora o método de trabalho foi a chave para os bons resultados. Nos treinos, a preocupação com a defesa tem sido uma constante, assim como o foco nos nossos detalhes ofensivos de maneira a tirar partido das melhores vantagens, o que tem sido importante para nos mantermos competitivas. Para além disso, a preparação detalhada de cada jogo dá-nos mais confiança para os mesmos.
O SL Benfica reforçou-se e está a atravessar um momento positivo. Na sua opinião, quais serão os pontos fortes a anular ou condicionar no jogo do próximo fim de semana?
É de salientar o novo reforço do Benfica, na posição interior, o que nos leva a ter uma atenção reforçada. O Benfica também apresenta um bom plantel na posição exterior, que com a sua dinâmica de jogo consegue tirar partido dos contra-ataques e lançamentos exteriores.
Jaime Silva eleito MVP
Confira os restantes elementos do cinco ideal dominado por jogadores portugueses.
MVP Global e Nacional: Jaime Silva, Ovarense Dolce Vita – 33.5 de valorização
O experiente jogador português continua a somar prestações positivas, dando provas de que continua a ser um atleta de eleição. O extremo vareiro realizou uma exibição bastante completa, mas foi nos tiros de três pontos que se evidenciou. Jaime esteve com a mão quente ao converter 9 dos 11 triplos que tentou durante o encontro frente ao Lusitânia. Terminou o jogo com 30 pontos, aos quais somou 3 assistências, 3 roubos de bola e 2 ressaltos, números que contribuíram para que a Ovarense registasse mais um resultado positivo e para que continuasse numa posição extremamente confortável na tabela classificativa.
Posição 1: Pedro Pinto, Vitória SC – 29.5 de valorização.
A sua subida de rendimento não tem coincidido com uma recuperação da formação de Guimarães na tabela classificativa. Pedro Pinto mostrou que é um base com capacidade para marcar pontos, sendo que no entanto, frente ao Galitos conseguiu juntar a esse talento a visão para descobrir companheiros em boa posição para pontuar. Anotou 27 pontos, 7 assistências, 3 roubos de bola e 1 ressalto, números que fizeram do Vitória um adversário competitivo mas não vencedor na última jornada.
Posição 2: Tomás Barroso, SL Benfica – 31 de valorização
Mais um base português que esteve em evidência na ronda do passado fim de semana, sendo que este pôde festejar no final a vitória da equipa. No triunfo alcançado na Madeira, frente ao CAB, Barroso assumiu a liderança da equipa e do jogo nos momentos mais importantes. Acabou por realizar uma exibição muito interessante, contribuindo em várias áreas do jogo, o que mostra a sua influência na equipa. Contabilizou 15 pontos, 9 assistências, 4 roubos de bola e 4 ressaltos, tendo apenas falhado um lançamento de campo (5/6) – um triplo – durante toda a partida.
Posição 3: Jaime Silva, Ovarense Dolce Vita – 33.5 de valorização
É o MVP Global e Nacional da jornada do último fim de semana da Liga Portuguesa de Basquetebol.
Posição 4: Jordan Baker, Barreiro – Galitos – 23.5 de valorização
Não foi uma das melhores prestações desta época do jogador da equipa do Barreiro, mas os números comprovam que continua a ser um jogador extremamente útil nos dois lados do campo. Especialmente como referencia ofensiva (12 pontos) da equipa e como elemento fundamental na luta das tabelas (12 ressaltos). Continua a revelar que é interventivo em todas as áreas do jogo (4 assistências, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento), beneficiando dessa versatilidade o Galitos para continuar a somar resultados positivos.
Posição 5: Raven Barber, Ovarense Dolce Vita – 23.5 de valorização
Segundo elemento da equipa de Ovar que integra o cinco ideal da jornada, o que revela que está a atravessar um bom momento de forma, refletindo-se isso nos resultados. Raven tem ganho consistência nas suas exibições, cotando-se como o jogador interior de referência na formação de Ovar. No triunfo diante do Lusitânia voltou a mostrar qualidades para somar pontos (24 pontos), bem como demonstrou utilidade para ajudar a garantir a tabela defensiva (7 ressaltos).
Gafanha surpreende em dupla jornada da I Divisão Feminina
Confira aqui também outros resultados.
Em jogo a contar para a 11ª Jornada, o GD Gafanha somou uma preciosa vitória, após prolongamento, diante do Coimbrões, por 62-61. No dia seguinte a equipa aveirense voltou a vencer, desta feita na receção ao Guifões, por 61-42, em jogo referente à 4ª Jornada, depois de na véspera o mesmo Guifões ter batido, no seu reduto, o Galitos por 63-42.
A viagem da Escola da Amadora à Madeira foi lucrativa, já que a equipa do continente, vinda de uma derrota em casa na jornada anterior, arrecadou mais um triunfo por 66-70, contra o Marítimo.
Na deslocação do CPN a Algés, depois de uma primeira parte equilibrada, a formação visitante disparou no resultado, tendo assim a equipa da linha de Oeiras andado atrás do prejuízo ate ao final da partida, da qual a equipa nortenha saiu vitoriosa por 53-76.
Já o CD Póvoa continua a surpreender pela positiva, tendo somado, frente ao Académico FC(41-51), a sua nona vitória da temporada.
Por seu turno, em partida antecipada da 22ª Jornada, a equipa da Simecq deslocou-se ao pavilhão da Juvemaia para obter mais uma vitória, no caso após prolongamento, por 60-66, sendo de referir que o encontro entre o conjunto maiato e o Académico FC, que estava agendado para a última sexta-feira, não se realizou por falta de condições do recinto.
Jogos da Próxima semana
30 de Janeiro
Marítimo Vs Coimbrões às 14h30, no Pavilhão do CAB
Algés Vs Guifões às 16h00, no Pavilhão Gomes Pereira
Simecq Vs Póvoa às 16h30, no Pavilhão Carlos Alberto Carvalho
31 de Janeiro
Gafanha Vs Juvemaia às 18h30, no Pavilhão da Gafanha da Nazaré
Shaqwedia Wallace no Hall of Fame do seu antigo liceu
O seu número ja havia sido retirado e a sua camisola está pendurada ao lado da de Michael Jordan, para muitos considerado o melhor basquetebolista de sempre.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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