Artigos da Federaçãooo
Academia alcança 1ª vitória
O fim de semana foi muito proveitoso para a equipa do Angrabasket que somou este domingo a sua segunda vitória frente ao SL Benfica B por 60-57. Os açorianos comandaram sempre a marcha do marcador, embora na parte final os encarnados ainda tenham causado alguns calafrios.
A formação do Lumiar mostrou-se mais forte durante a 1ª parte (42-30), tendo mesmo construído uma almofada pontual que viria a revelar-se importante e suficiente para gerir na etapa complementar. Perto do final do 3º período, a equipa da Tapadinha ainda foi capaz de encostar a dois pontos (44-46), mas nos três minutos finais do quarto a equipa da Academia repôs a diferença na casa das dezenas (59-49). Sensivelmente a meio do derradeiro quarto, a vantagem subiu para muito próximo dos vinte pontos (81-62), pelo que se antevia que a equipa da casa iria somar a sua primeira vitória na zona sul do campeonato da Proliga.
A Academia soube tirar partido dos tiros de longa distância como solução ofensiva (12/29 – 41%), bem como teve um contributo importante do seu banco que valeu 28 pontos. Benedito Suca registou um duplo-duplo (22 pontos e 11 ressaltos), Denis Neves (22 pontos e 7 ressaltos) esteve igualmente bem, o mesmo sucedeu com Nuno Monteiro (19 pontos e 6 assistências).
O Atlético esteve bem no ressalto ofensivo (16), controlou muito bem a posse de bola (8 turnovers), mas esteve perdulário da linha de lance-livre (10/20 – 50%), e pouco certeira da linha de 3 pontos (5/23 – 21.7%). O poste Hugo Aurélio (28 pontos e 5 ressaltos) teve uma bela prestação, tal como Jorge Pires, autor de 12 pontos e 10 ressaltos).
Equipas repetiram resultados do dia anterior
Os açorianos lideraram o encontro desde o cesto inicial, e cedo fugiram no marcador. Os benfiquistas entraram muito mal no encontro (9-26), e chegaram mesmo a estar a perder por vinte um pontos de diferença (42-21) no inicio do 2º tempo. Uma almofada pontual gerida pela formação açoriana quase até ao limite, já que a 24 segundos do final do encontro apenas três pontos separavam as duas equipas (57-54). Hugo Pola não tremeu da linha de lance-livre (59-54) e foi decisivo já que colocou os encarnados à distância de duas posse de bola. Sérgio Silva, com um triplo, ainda reduziu para dois (57-59), mas faltavam 4 segundos para o termo do encontro.
Com este resultado, o AngraBasket passou a contar com um registo de 50% de vitórias, menos uma que o seu adversário, embora tenha um jogo a menos. Destaque na equipa açoriana para o duplo-duplo (18 pontos e 15 ressaltos) conseguido por Rick Cardoso, bem secundado por Jarvis Davis (13 pontos, 6 ressaltos, 5 assistências e 4 roubos de bola).
Sérgio Silva, com 13 pontos, foi o melhor marcador dos benfiquistas, mais um do que Ricardo Rosa (12), com Ricardo Monteiro (6 pontos q 12 ressaltos) a evidenciar-se no capítulo do ressalto.
Triunfo sofrido em Ovar
Os encarnados dominaram na parte inicial do encontro, mas depois tiveram que lidar com a boa reação dos vareiros, tendo sido mesmo obrigados a ter que correr atrás do prejuízo. Só no derradeiro período, os campeões em título confirmaram o seu favoritismo e garantiram o triunfo.
Apesar de ter somado os dois primeiros pontos do encontro, o facto de a Ovarense ter estado praticamente sete minutos sem fazer qualquer cesto colocou a equipa numa situação desfavorável no final do 1º quarto. Se a isto juntarmos os quatro triplos consecutivos registados pelo Benfica nos últimos 3 minutos do período, não surpreende que os encarnados vencessem por onze pontos (18-7) de diferença.
Reagiram bem os vareiros, parcial de 6-0 a abrir o 2º quarto, tirando partido dos sucessivos turnovers cometidos pelos benfiquistas. Ainda assim, os campeões nacionais conseguiam segurar a liderança, e a 2.30 minutos do final da 1ª parte venciam por seis pontos (34-28). Um triplo de Fernando Neves foi o culminar de um bom período da equipa da casa, que até ao intervalo foi capaz de dar a volta ao marcador (35-34).
O recomeço da etapa complementar foi marcado por um maior equilíbrio, sem que nenhuma as equipas tenha conseguido vantagens expressivas. A equipa da casa chegou a liderar por 53-48, um triplo de Mário Fernandes voltou a reduzir distâncias, e nova bomba de João Soares fixaria o resultado final do 3º período em 59-57 favorável ao Benfica.
Não demorou muito para que se assistisse a nova alternância no comando do jogo, com a Ovarense a aproveitar bem os erros ofensivos do Benfica (62-59). A eficácia ofensiva das duas equipas decaiu, muitos lançamentos falhados, mas doze pontos consecutivos, dois triplos de Tomás Barroso e de João Soares, el a quatro minutos do termo do encontro (73-64). A Ovarenscolocavam de novo o Benfica na frente por uma diferença mais confortáve voltou finalmente a acertar da linha dos 6.75 metros, triplos de Jaime Silva e Novak e passados dois minutos já só perdia por cinco (70-75). Nada que destabilizasse o campeão nacional que geriu sem sobressaltos até final a curta mais importante vantagem de que dispunha.
Os encarnados dominaram a luta das tabelas (37-26), e estiveram muito ativos no ressalto ofensivo (14). João Soares, autor de 21 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola, foi o melhor marcador, seguido de perto por Daequan Cook (17 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola), e destaque ainda para o duplo-duplo (12 pontos e 14 ressaltos) registado por Ivica Radic.
A Ovarense esteve bastante bem da linha de três pontos (9/21 – 42.9%), e melhor ainda da linha de lance-livre (20/22 – 90.9%). Jaime Silva (21 pontos) foi o mais concretizador e com elevada eficácia, na equipa de Ovar, que contou ainda com Nick Novak (16 pontos, 3 assistências e 2 ressaltos) e Raven Barber (10 pontos e 7 ressaltos) a bom nível.
FC Porto ganha na Madeira
Ainda não foi desta que os insulares se estrearam a vencer em casa, um desempenho que em nada contribui para a uma situação mais confortável na tabela classificativa.
O equilíbrio entre as duas equipas apenas se verificou até ao empate a 7 pontos, já que depois disso foram sempre os portistas a controlarem a marcha do marcador. No final do 3º período, a formação comandada por João Paulo Silva conseguiu encostar um pouco mais no marcador (47-53), mais um parcial de 8-0, favorável aos azuis e brancos, fez subir de novo a diferença pontual para os dois dígitos (61-47).
As melhores percentagens de lançamentos de campo, bem como a superioridade na luta das tabelas (36-28), contribuíram para que os dragões tivessem somado a sua 5ª vitória consecutiva. O base André Bessa, autor de 11 pontos, foi o melhor marcador, dos portistas, mais um do que o trio formado por António Monteiro, Ferran Ventura e Brad Tinsley, num jogo em que os 12 jogadores utilizados somaram pontos.
O CAB esteve bem da linha de lance-livre (20/25 – 60%), mas menos eficaz da linha de 3 pontos (4/21 – 19%). O regressado Jovonni Shuler (23 pontos e 4 ressaltos) começa a mostrar novamente serviço.
Lombos volta aos triunfos
Só depois de um início de 4º período muito positivo a formação de Carcavelos conseguiu respirar um pouco mais de alívio, diante de um conjunto açoriano que se mostrou muito competitivo.
Embora tenha sido, quase sempre, a equipa da casa a comandar a marcha do marcador, a verdade é que a formação da ilha Terceira manteve sempre o jogo fechado. De tal forma que à entrada do quarto de todas as decisões, apenas três pontos separavam as duas equipas (44-41).
Mas um parcial de 8-0, favorável aos Lombos, deu uma maior tranquilidade à equipa da casa (52-41), uma vantagem mais folgada e que se verificava a meio do quarto (55-44).
A formação lisboeta conquistou mais idas para a linha de lance-livre (15/22 – 68%), mostrou-se mais segura no controlo da posse de bola (9 vs 16 turnovers), bem como intimidadora próxima do cesto (7 desarmes de lançamento). As insulares bateram-se muito bem na luta das tabelas (37-30) e foi satisfatoriamente eficaz nos lançamentos de dois pontos (20/37 – 54.1%).
A norte-americana Latifah Coleman (27 pontos e 7 ressaltos) foi a principal referencia ofensiva da equipa da Quinta dos Lombos. O mesmo aconteceu com a sua compatriota, Merissa Quick, autora de 20 pontos e 12 ressaltos.
Dragon Force foi a prolongamento
Mas só no prolongamento, empate a 67 pontos no final do tempo regulamentar, os azuis e brancos somaram a sua 5ª vitória consecutiva e ascenderam ao 2º lugar da zona norte do campeonato da Proliga.
Depois de um domínio expressivo, em que chegou a comandar por vinte pontos de diferença (36-16), o Dragon Force teve que lidar com a excelente recuperação da equipa de Sangalhos. De tal forma, que a três minutos do final do encontro o marcador já registava um empate a 62 pontos. Quando Nuno Bizarro (11 pontos e 6 ressaltos), a 30 segundos do final, colocou o Sangalhos na frente por 66-62, o cenário ficou muito negro para o lado dos dragões.
Gonçalo Catarino (27 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola) teve a possibilidade de fechar o jogo da linha de lance livre, converteu apenas um (67-64) e deu a possibilidade a Diogo Araújo (16 pontos, 8 ressaltos e 32 assistências) de levar o jogo para prolongamento com um triplo sobre a buzina (67-67).
A 1.14 minutos do final do tempo extra as duas equipas continuavas empatadas, desta vez a 73 pontos, mas seria novo triplo, este da autoria de José Miranda (12 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências), que colocaria o Dragon Force mais perto da vitória. Do lado do conjunto da Bairrada os tiros de longa distância não caiam, e Filipe Ferreira (10 pontos e 3 ressaltos) fixaria o resultado final da linha de lance-livre.
A grande diferença neste encontro esteve no comportamento das duas equipas da linha de três pontos. O Dragon Force somou 30 pontos (10/25 – 40%), já a equipa da casa esteve pouco certeira, uma vez que converteu apenas 2 dos 18 que tentou durante todo o encontro (11.1%).
Esgueira volta a vencer
Vitória importante do Esgueira/OLI frente ao Vasco da Gama (83-47) para se aproximar do meio da tabela da zona norte do campeonato da Proliga. Cinco jornadas depois os esgueirenses voltam a festejar e vingam simultaneamente a derrota sofrida no Parque das Camélias pela diferença mínima. Os vascaínos comprometeram em definitivo durante o 2º período do encontro, já que ao intervalo perdiam por 20-49. Após este desaire a formação de Esgueira somou o seu segundo triunfo e fica a apenas uma vitória de distância do seu adversário.
Terceira segue na liderança
Os encarnados bateram-se bem, discutiram o jogo até ao último período, ameaçaram a liderança, tendo mesmo encostado a dois pontos de distância.
Os primeiros 20 minutos foram marcados por um ligeiro ascendente dos terceirenses, algumas alternâncias no comando do marcador, mas ao intervalo era a equipa da casa que liderava por seis pontos de vantagem (43-37). Começou melhor o 2º tempo a formação açoriana, que passados três minutos aumentava a vantagem para nove (54-45). Boa reação dos benfiquistas, parcial de 9-2, e seria uma jogada de 3 pontos (cesto e falta) de Tiago Raimundo que permitiria aos açorianos respirar um pouco mais de alivio (69-65).
O Terceira Basket manteve-se sempre na frente, embora por curtas vantagens, e a 2.16 minutos do final vencia por apenas dois pontos (69-67). Altura para surgir no jogo Fernando Ferreira, que com um triplo importante (72-67), deu o mote para final mais forte por parte do Terceira, com os encarnados a não marcarem mais qualquer ponto.
Mesmo tendo perdido a luta do ressalto (30/40), e a fraca eficácia da linha de lance-livre (3/10), o Terceira beneficiou dos 11 triplos convertidos (34.4%) e dos poucos erros cometidos no ataque (8 turnovers). O base Luis Tomassi (9 pontos, 9 ressaltos e 8 assistências) fez um jogo muito completo, Fernando Ferreira (15 pontos e 6 ressaltos) foi útil em todos os momentos do jogo, e Filipe Pinheiro (13 pontos e 4 assistências) foi decisivo nos momentos finais.
O jogo exterior dos benfiquistas esteve muito bem, com a dupla composta por Ricardo Rosa (14 pontos e 11 ressaltos) e Aljaz Slutej (13 pontos, 6 assistências e 5 ressaltos) a ser protagonista.
Belenenses resolve da linha de lance-livre
No Restelo, e depois de uma 2ª parte muito equilibrada e disputada, Carlos Dias da linha de lance-livre, ao converter um de dois a um segundo do final do jogo, deu uma importante vitória ao Belenenses sobre o Barreirense (65-64). Este triunfo permite à formação de Belém somar a sua segunda vitória consecutiva e faz com que o conjunto de Barreiro se atrase ainda mais na perseguição ao líder Terceira Basket.
Final de jogo emocionante nos Açores
Os açorianos do Angrabasket vencerem, em casa, pela diferença mínima (78-77) o Estoril Basket e passaram a integrar um grupo de três equipas da zona sul com três vitórias, embora tenha um jogo a menos. Ao intervalo a equipa do Estoril vencia por vinte pontos de diferença (54-34), mas em 16 minutos essa vantagem pontual tinha-se esfumado (74-74). Gonçalo Pais dispôs da oportunidade, a 2 segundos do final e quando o resultado estava em 78-76 favorável à equipa da casa, de resolver o jogo a seu favor, caso convertesse os três lances-livres.
Galitos mostra consistência
Ainda não foi desta que os barcelenses conquistaram a sua primeira vitória fora de Barcelos. Os comandados de André Martins assumiram em definitivo o comando do jogo no início do 2º período e, apesar de algumas ameaças do adversário, o conjunto da margem do Tejo mostrou-se sempre consistente na liderança.
Tudo parecia correr de feição à equipa de Barcelos, que a dois minutos do final do 1º período vencia por seis pontos de diferença. Seguiu-se uma seca de pontos para os visitantes, quase oito minutos sem somarem pontos, situação bem aproveitada pelo Galitos para dar a volta ao resultado (24-19). Só no final do 3º período a equipa da casa conseguiu uma vantagem nos dois dígitos (50-40), tendo chegado à vantagem máxima (64-50) sensivelmente a meio do derradeiro período.
O melhor controlo da posse de bola (9 vs 18 turnovers) por parte do Galitos, os pontos conseguidos da linha de lance-livre (19/31 – 61.3%), e o bom aproveitamento dos tiros de curta e média distância (23/39 – 59%) acabaram por fazer a diferença no jogo. O base Jarred Jackson (19 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) voltou a estar muito bem e Jordan Baker (14 pontos e 6 ressaltos) regressou à competição com uma exibição positiva.
O norte-americano Andrew Ferry (24 pontos) revelou novamente os seus dotes de marcador de pontos e foi bem secundado por Igor Dukovic (17 pontos e 6 ressaltos), um dos principais responsáveis pelo muito bom desempenho da equipa minhota nos lançamentos de dois pontos (18/30 – 60%).
Ginásio acaba com jejum
A equipa da Figueira da Foz liderou o encontro desde o cesto inicial, nunca permitindo que o conjunto de S. Paio de Gramaços ameaçasse a liderança. O líder da Zona Norte, Illiabum Clube, continua a dominar esta 1ª fase, tendo somado, em Guifões, a sua 7ª vitória consecutiva (68-57), permanecendo invicto na prova.
A superioridade da equipa da casa fez-se sentir desde o quarto inicial (22-13) e atingiria a sua expressão máxima a 7.30 minutos do final, altura em que ultrapassou os vinte pontos (71-50). O Sampaense Basket cometeu muitos erros no ataque (26 turnovers), bem como permitiu que o adversário tivesse somado muitos pontos de finalizações fáceis (21 pontos de contra-ataque).
O jovem Bernardo Neves (24 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) esteve em grande na equipa do Ginásio, tal como o poste Marco Gonçalves (11 pontos e 10 ressaltos), importante nas áreas mais próximas do cesto.
O jogador do Sampaense Basket, Eugénio Silva, foi o melhor marcador do jogo com 28 pontos, mas nem com o contributo, mais um, de Hélder Carvalho (18 pontos e 14 ressaltos) conseguiu garantir o segundo triunfo da temporada.
Superioridade do Illiabum acentuou-se no 4º período
Mesmo a jogar perante o líder invicto, a equipa do Guifões voltou a mostrar-se muito competitiva, chegando mesmo a comandar o jogo durante os primeiros 20 minutos do encontro. A meio do 2º período as duas equipas estavam empatas a 19 pontos, mas nos minutos finais do 1º tempo os visitantes conseguiram fugir um pouco no marcador (29-22).
O jogo manteve-se fechado até ao final do 3º período (52-44), sem que nunca a equipa da casa permitisse que os ilhavenses fugissem no marcador. Só nos últimos três minutos do encontro o resultado ganhou maior expressão, pelo que será justo realçar a boa réplica oferecida pelos visitados, valorizando ainda mais a vitória dos comandados de Ricardo Vasconcelos.
Augusto Sobrinho (24 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) esteve a muito bom nível, o mesmo sucedeu com Robert Crawford (17 pontos e 11 ressaltos) e Rafael Wildner (8 pontos e 14 ressaltos), dois jogadores importantes para que o Illiabum levasse a melhor na luta das tabelas (48-35), 16 ressaltos ofensivos, e tivesse sucesso no jogo interior.
Destaque ainda para as prestações muito positivas de Pedro Meireles (23 pontos e 9 ressaltos) e Paulo Sereno (10 pontos e 7 ressaltos) na equipa do Guifões.
Lusitânia soma novo êxito
Com este desaire, os maiatos viram-se ultrapassados pelo seu adversário na tabela classificativa e continuam em busca do seu primeiro êxito fora de portas.
Depois de um ligeiro ascendente dos visitantes nos minutos iniciais do encontro, lideraram o jogo até aos 28-27, a equipa da casa assumiu em definitivo o controlo do jogo. A diferença pontual entre os dois conjuntos atingiu o seu máximo à entrada do último minuto do 3º período (61-48), se bem que o conjunto da Maia ainda se tenha aproximado até aos quatro pontos com apenas três minutos jogados no 4º período (57-61). Um parcial de 11-0 colocou um ponto final na resistência do conjunto da Maia (72-57), muito prejudicada pelos 24 turnovers cometidos ao longo do encontro.
A formação da ilha Terceira soube tirar partido desses erros, somou 25 pontos, bem como conseguiu 17 roubos de bola durante a partida. Sasa Borovnjak somou mais um duplo-duplo (22 pontos e 13 ressaltos), tendo sido bem acompanhado por Stefan Djukic (17 pontos e 12 ressaltos) e Quinton Upsher (22 pontos e 3 ressaltos).
No Maia Basket, Nuno Marçal contabilizou 20 pontos e 6 ressaltos, e Latham Lexter (11 pontos e 13 ressaltos) registou mais uma prestação interessante.
Vitória impõe-se no Alentejo
Os alentejanos continuam sem vencer em casa, algo que complica a tarefa de escapar à cauda da tabela classificativa.
O triunfo dos vimaranenses começou a ganhar forma nos primeiros 10 minutos, período durante o qual construíram uma vantagem de treze pontos (20-7). Voltariam a entrar mal os alentejanos no recomeço da etapa complementar, parcial de 17-32, dando novamente sinais de grandes dificuldades para travar ou condicionar o sucesso atacante do adversário.
Mas para que tal sucedesse, muito contribuiu a fantástica percentagem de 76% registada pelo Vitória nos lançamentos de 2 pontos (25/33). Uma eficiência que em parte está relacionada com as 18 assistências conseguidas pelos visitantes. João Balseiro (27 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos) esteve com a mão quente, João Guerreiro (13 pontos, 7 ressaltos) voltou às boas exibições, e o banco do Vitória contribuiu com 32 pontos.
O norte-americano Jonathan Morse (12 pontos e 14 ressaltos) bateu-se bem nos dois lados do campo, já o base Tiago Pinto (14 pontos) foi o melhor marcador do Eléctrico FC.
«Muita garra e determinação»
Um balanço destas primeiras seis jornadas da 1ª fase da competição da Proliga? Em algum desses jogos a equipa poderia ter feito mais e melhor?
De um modo geral, temos um balanço positivo , sendo que levamos 2 derrotas e 4 vitórias. Temos sempre aspetos a melhorar e não é por ganhar que devemos pensar que está tudo resolvido, temos de continuar a trabalhar porque ainda falta a 2ª volta e sabemos que não vai ser tarefa fácil. Logo no primeiro jogo, contra o Guifões, sinto que podíamos ter dado mais devido ao facto de termos estado quase sempre a ganhar e que só nos últimos 2 minutos não conseguimos controlar o jogo, porque ainda não éramos uma equipa madura, com alguma falta de experiência.
Existe algum tipo de ligação com a equipa principal? Quem integra a equipa do Dragon Force sente que está mais próximo de conseguir esse objetivo?
Devido a ligação existente com as duas equipas, tanto do staff técnico como nos treinos, sentimo-nos cada vez mais próximos de estar na equipa principal. Qualquer um de nós trabalha diariamente para alcançar esse objectivo, e devido ao facto de estarmos tão próximos deles, faz com que o sonho esteja cada vez mais perto de ser possível.
A equipa começou esta fase de grupos com dois desaires, mas levam já quatro vitórias consecutivas. Mudou alguma coisa na forma de jogar da equipa? Ou aponta outro tipo de explicação?
Começar logo com duas derrotas no arranque do campeonato fez-nos perceber que nada nos ia ser dado e que se queríamos algo tínhamos de trabalhar arduamente para o conseguir. Temos sempre que ter uma mentalidade vencedora, mas às vezes não é o que basta para ganhar jogos.
Uma semana depois voltam a defrontar o Sangalhos, uma das equipas sensação neste arranque de temporada. O que determinou a reviravolta no marcador e o domínio absoluto do Dragon Force no último período do jogo do passado fim de semana?
Devido ao facto de termos feito uma pressão que levou a equipa do Sangalhos fizesse turnovers e assim conseguindo concretizar vários pontos de contra-ataque somando a isso uma boa percentagem de tiro exterior, muita garra e dedicação.
O Sangalhos provou nos primeiros três períodos o porquê de ter estado invicto durante cinco jornadas. Pontos fortes ou aspetos do jogo que merecem a vossa atenção para poderem repetir um resultado positivo?
Sabendo de antemão que a equipa do Sangalhos ia ser muito forte, com muita experiência e tendo tanto um bom jogo interior com postes fortes e possantes, como uma boa percentagem de tiro exterior, para nós não era novidade o facto de estarem invictos e que estaríamos preparados para as dificuldades de os defrontar
«Estamos a crescer»
O treinador-adjunto recorda o nível das equipas que o BC Barcelos defrontou e espera que esse registo negativo mude já este fim-de-semana, na visita ao Barreiro, onde a equipa vai defrontar o Galitos.
Após oito jornadas disputadas, o Basquete de Barcelos soma quatro vitórias, todas elas alcançadas na condição de visitado. “Faz sentido falar em fator casa para todos os clubes. Nós em Barcelos trabalhamos para dificultar ao máximo a tarefa de quem nos visita. Jogar em Barcelos, perante os nossos adeptos, tem que ser um fator que nos ajude a alcançar vitórias. Temos encarado todos os jogos com esse espírito, construindo uma cultura de vitória em casa, que queremos alargar aos jogos fora.”
O oposto também é verdade, já que os minhotos ainda não conseguiram vencer fora de Barcelos. Ainda assim, André Matos destaca que a equipa se mostrou competitiva e trabalha para alcançar essa meta. “Entramos sempre com o objetivo de lutar pela vitória. Nos jogos realizados fora ainda não o conseguimos fazer, apesar de termos tido momentos bons. Nos três jogos realizados defrontamos Ovarense, Guimarães e FC Porto, três adversários com muito potencial e que normalmente fazem valer o fator casa que atrás falámos. Estamos a crescer e esse crescimento passa também por conseguir ganhar jogos fora.”
Analisando as estatísticas, poder-se-á concluir que o desempenho defensivo da equipa varia consoante a condição em que joga, se bem que o técnico recorde o valor dos opositores. “Para ganhar ajuda sempre sofrer menos pontos. É verdade que sofremos mais pontos fora, em média cerca de 80. Todos na equipa têm a noção que é muito complicado ganhar sofrendo tantos pontos. Mas não podemos esquecer os adversários que defrontámos.”
A boa exibição do Galitos no Dragão Caixa, onde não contou com a sua principal referência ofensiva Jordan Baker, reforçou a ideia que o próximo adversário do Barcelos tem muitas armas e soluções ofensivas para castigar os seus adversários. “O Galitos tem uma equipa com muita qualidade. Um plantel cheio de opções e argumentos tácticos e papéis muito bem definidos. Sabem perfeitamente o que querem em ataque. Estão muito bem orientados e o destaque tem que ser repartido por todos.”
Sem apontar qualquer tipo de plano de jogo definido, André Matos não esconde que o adversário naturalmente já foi estudado, basta agora replicar dento do campo os princípios definidos a utilizar nos dois lados do campo, e em todos os momentos do jogo. “Vamos ser iguais a nós mesmos. Temos características como equipa que têm que ser aproveitadas e conhecemos bem a forma como o Galitos tem abordado os jogos. A estratégia passa por potenciar as nossas e condicionar as do Galitos.”
Foto: Cláudio Gomes
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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