Artigos da Federaçãooo
Algés volta a vencer
Num jogo em que o resultado não dilatava para além da casa das dezenas, a equipa forasteira conseguiu chegar a uma diferença de dois pontos no 3º Período (46-44), mas uma boa reação da equipa da casa fez com que a vitória sorrisse em Algés.
O SC Coimbrões deslocou-se ao CD Póvoa, que vinha de uma série de 5 vitórias consecutivas, impondo o primeiro desaire da equipa da casa por 53-66. O conjunto do Académico voltou a mostrar-se um adversário difícil de ultrapassar perante o seu público e derrotou a formação da Simecq por claros 77-55.
No encontro realizado em Ermesinde, o CPN continua na sua boa prestação na 1ª Divisão, sem qualquer derrota, arrecadando mais um precioso êxito sobre a Escola da Amadora, por 74-63. Mantém-se assim isolado, pela primeira vez, no topo da tabela. No confronto entre o Galitos e o Juvemaia, a equipa da casa levou a melhor perante o plantel da Maia, por 57-51.
Próximos Jogos:
5 De Dezembro
CSM/Marítimo Vs Algés as 16h00 no Pav. CAB
ESA Vs Guifões S.C as 16h30 no Mun. José Caeiro
SC Coimbrões/Rebau Vs CP Natação as 16h30 no Mun. Coimbrões
Simecq Vs Galitos as 16h30 no Pav. Carlos Alberto Carvalho
Juvemaia ACDC Vs CD Povoa as 18h30 no Mun. Nogueira Maia
GD Gafanha Vs Académico FC as 21h no Pav. Gafanha da Nazaré
Alana Cesarz foi a MVP da semana 7
Já a atleta portuguesa mais valiosa, foi Joana Ferreira, igualmente atleta do clube da ilha Terceira, e a que se destacou entre as mais jovens foi Mariana Silva, que representa o CDTorres Novas. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.
FC Porto sofre mas vence
Os dragões não cederam na perseguição ao líder, já o conjunto do margem sul viu interrompida uma série de duas vitórias consecutivas, mas a confirmação que a equipa, à imagem do que sucede com o seu adversário, está a evoluir e cada vez mais competitiva.
Os visitantes surgiram muito bem no jogo, chegaram a liderar por dez pontos (24-14), mas um parcial de 13-0, favorável ao FC Porto, rapidamente inverteu o cariz do jogo (27-24). Até final da 1ª parte os portistas continuaram a revelar fraca pontaria (29%), mas valeram-se do seu desempenho na tabela ofensiva (9 ressaltos) para conseguir mais posses de bola e mais lançamentos. O Galitos tinha em Jarred Jackman (11 pontos) a sua principal arma ofensiva, a linha de três pontos era a principal arma atacante do Galitos (5/11 – 46%), e soube aproveitar muito bem as situações de contra-ataque (9 pontos) para liderar em tempo de intervalo (34-33).
No final do 3º período, aproveitando uma fase em que os visitantes perderam a sua disciplina tática e serenidade nas tomadas de decisão, os dragões conseguiram abrir no marcador (52-42). Jarred Jackman voltava a pegar no jogo, fosse para criar os seus próprios lançamentos ou para os seus companheiros, e o conjunto do Barreiro voltava a encostar a quatro pontos (54-58). Moncho López continuava a apostar na constante rotação da equipa, e um triplo de Ferran Ventura (10 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) permitia ao FC Porto respirar um pouco mais de alivio (63-57).
Dois triplos de Jackman e uma tapinha de Pedro Belo (6 pontos e 4 ressaltos) colocavam o conjunto da margem sul à distância de dois pontos (62-64) a menos de dois minutos do final. Os azuis e brancos continuavam a mostrar-se pouco certeiros a atirar ao cesto, mas valiam-se da forma agressiva como carregavam no ressalto ofensivo e garantiram segundas posses de bola. Pedro Bastos (8 pontos) e Arnett Hallman (9 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências), depois de dois cestos fáceis desperdiçados pelos visitantes, não tremeram e acabaram por selar a vitória da linha de lance-livre.
Os azuis e brancos, apesar dos 29.6% de lançamentos de campo, acabaram por vencer o encontro, fruto da sua supremacia na tabelas (47-34), 20 ressaltos ofensivos conquistados, e os 19 pontos somados da linha de lance-livre (70.4%). Nick Washburn (6 pontos e 14 ressaltos) e Albert Fontet (9 pontos e 10 ressaltos) muito contribuíram para esse domínio portista.
Certamente que a ausência de Jordan Baker na formação do Galitos tornou mais complicada a tarefa da equipa, se bem que se tenha mostrado competitiva até ao final do jogo. Jarred Jackman (25 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) assumiu a liderança da equipa, bem secundado por Artur Castela (6 pontos e 10 ressaltos).
Dragon Force impõe-se em casa
Levou a melhor a equipa da casa, o Dragon Force, que assim infligiu a primeira derrota nesta 1ª fase da prova à equipa do Sangalhos (79-62). Com este triunfo, os azuis e brancos elevaram para quatro o número de vitórias consecutivas.
O resultado final não revela minimamente o equilíbrio e as dificuldades sentidas pelos portistas para chegarem à vitória. Isto porque, à entrada do último quarto, a equipa de Sangalhos vencia por sete pontos de vantagem (54-47). Mas doze pontos consecutivos dos dragões colocavam a equipa da casa no comando do jogo a meio do 4º período (59-54). Foi o inicio do domínio absoluto do Dragon Force nos últimos 10 minutos do encontro, bem expresso na parcial de 32-10 registado durante esse período.
No último quarto, a formação de Sangalhos cometeu demasiados turnovers, utilizou, e não foram poucas as vezes, sem sucesso, o tiro de três pontos como solução ofensiva (4/23 – 17%), bem como se descontrolou emocionalmente. Os dragões mostraram-se bem mais certeiros nos lançamentos triplos (10/24 – 42%), converteram cinco neste período, bem como aproveitaram para somar alguns contra-ataques (19 no total).
Destaque para o duplo-duplo (14 pontos, 11 ressaltos e 4 roubos de bola) registado por Nuno Sá, à semelhança do que conseguiu Diogo Araújo (12 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências), bem secundados por Pedro Oliveira, melhor marcador do Dragon Force com 16 pontos, a que somou 5 assistências e 3 ressaltos.
Passadas seis jornadas chegou ao fim a invencibilidade do Sangalhos, ainda que Gonçalo Catarino (16 pontos e 5 ressaltos), Nuno Bizarro (10 pontos, 8 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) e Luís Fonte (14 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) bem se esforçaram para prolongar um inicio de temporada perfeito.
Atlético supera Barreirense
Nada que impedisse a formação de Alcântara vencer o encontro, interrompendo um ciclo negativo de três jogos sem vencer. O conjunto do Barreiro pagou caro a fatura do seu mau desempenho durante o 2º período do encontro, ficando quase irremediavelmente afastado da discussão do jogo.
Apesar de um ligeiro ascende dos visitados durante o 1º período (17-12), seria no segundo quarto que o Atlético conseguiu fazer a diferença. O melhor acerto da linha de três pontos (5/11 – 46%), bem como o domínio no jogo interior, 16 pontos no pintado, foram a base de um período de enorme êxito (24-7). Se a isto juntarmos o facto de o Barreirense ter estado sete minutos sem fazer qualquer ponto, não surpreende que ao intervalo o Atlético já vencia por 41-19.
O recomeço da etapa complementar não trouxe nada de novo no comando do jogo, bem como o derradeiro período, com a diferença pontual que separava as duas equipa a manter-se sempre estável nas duas dezenas de pontos.
A dupla formada por Sérgio Ramos (21 pontos e 11 ressaltos) e João Manuel (20 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 3 roubos de bola) foi preponderante no período em que o Atlético disparou no marcador. O jovem Jorge Pires (6 pontos e 12 ressaltos) foi importante para que o conjunto de Alcântara tivesse ganho a luta das tabelas (41-29).
O Barreirense não esteve feliz a lançar ao cesto, 30% de lançamentos de campo, cometeu demasiados turnovers 22, o que explica em parte, sem querer tirar mérito à defesa, as dificuldades ofensivas reveladas pelo conjunto do Barreiro neste encontro. A lesão de Kevin Coronel, e a falta do seu treinador no banco, é evidente que também não ajudou ao sucesso do Barreirense. Daniel Margarido (21 pontos, 7 ressaltos e 2 roubos de bola) foi o mais inspirado na equipa da margem sul.
Belenenses vence fora
Os primeiros 20 minutos tiveram o ascendente da equipa da casa, que chegou a estar a vencer por doze pontos de diferença (22-10). Uma diferença encurtada para sete (35-28) ao intervalo, e a três minutos do final do 3º período o marcador já registava um empate a 40 pontos. O bom momento do conjunto do Restelo prolongou-se até final do período, já que à entrada do quarto de todas as decisões já comandava o jogo (45-42).
Nos minutos finais, a equipa de Belém esteve sempre no comando, ainda que sempre por curtas vantagens, embora nunca tenha permitido que a equipa da casa desse a volta ao marcador. A Academia conquistou 14 ressaltos ofensivos, pelo que não surpreende que tenha somado 32 pontos no pintado e beneficiado de 10 pontos de segundos lançamentos. Contrapunha o Belenenses com uma melhor eficácia no capitulo do lançamento (43% vs 33%).
Marcelo Pires, autor de 22 pontos, foi o melhor marcador do encontro, mas não foi o único a brilhar na equipa do Belenenses. Carlos Dias esteve igualmente bem, e registou um duplo-duplo (16 pontos, 11 ressaltos). O duo composto por Benedito Suca (21 pontos e 5 ressaltos) e Carlos Tavares (12 pontos, 16 ressaltos e 3 assistências).
Eficácia trama Portugal
Mas tendo em conta a valia do adversário, em teoria o mais complicado do grupo, a fraca eficácia no capítulo do lançamento da nossa Seleção, e o facto de termos empatado a 2ª parte, o técnico Ricardo Vasconcelos teve a confirmação que a equipa está cada vez mais competitiva para continuar a lutar pelo apuramento.
Não começou bem a Seleção portuguesa, sobretudo no capítulo ofensivo, 6 pontos marcados no 1º período, facto que contribuiu para que se visse obrigada a ter que correr atrás do prejuízo no final dos primeiros 10 minutos (18-6).
Se do ponto de vista do seu desempenho defensivo a equipa melhorou até ao intervalo, as fracas percentagens de lançamento de campo, 30.8% de 2 pontos e 11.8% de 3 pontos, continuavam a condicionar o sucesso ofensivo do conjunto luso. A Eslováquia apostava em alternâncias defensivas, quase sempre zona em reposições de bola fora, a que faltou alguma paciência ofensiva por parte de Portugal, sobretudo na procura do jogo interior, onde Sofia Silva era a principal referencia ofensiva.
Ao intervalo, Portugal perdia por treze pontos (28-15), uma diferença não muito significativa, mas tendo em conta a baixa pontuação do encontro não deixava de ser significativa.
Apesar de ter perdido claramente a luta das tabelas (27-41), e ter permitido que o adversário conquistasse 15 ressaltos na sua tabela, Portugal conseguiu equilibrar a etapa complementar. O que não deixa de ser extraordinário já que são muitas mais posses de bola e oportunidades de lançamento. As comandadas de Ricardo Vasconcelos durante o segundo tempo mostraram-se mais seletivas nas tomadas de decisão, mostraram-se muito mais agressivas no ataque, e a prova disso mesmo são os 16 lances-livres conquistados, dos quais converteu 13 (81.3%).
A equipa nacional acabou por sofrer 28 pontos em casa uma das partes, um registo, sem ser famoso, bastante aceitável, até porque o adversário teve muitas mais posses de bola. O problema esteve na pontaria ao cesto, já que não tendo muita presença na tabela ofensiva, e poucas oportunidades para jogar em contra-ataque, fica curto para qualquer seleção portuguesa ter sucesso ofensivo com percentagens de lançamento tão baixas (12/39 de 2 pontos e 2/17 de 3 pontos).
Sofia Silva registou um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos), números que comprovam a sua combatividade nos dois lados do campo. O selecionador nacional utilizou as 12 atletas, proporcionando ao grupo todo experiência e competição internacional.
Lusitânia vence em Guimarães
O Vitória SC voltou a ceder perante o seu público, segundo desaire caseiro consecutivo, pelo que continua a revelar sinais de inconsistência no seu rendimento desportivo.
Naturalmente motivado pelo triunfo obtido na Madeira na última jornada, o Vitória iniciou o jogo com vontade de prolongar o seu bom momento. E os vimaranenses estavam bem encaminhados já bem perto do final da 1ª parte, altura em que venciam por doze de diferença (43-31). Reação imediata dos açorianos, parcial de 11-0, que não precisaram de muito tempo para encostar de novo o resultado (42-43).
Os comandados de Fernando Sá tudo faziam para conseguirem fugir novamente no resultado, mas uma nova fase negra da equipa voltava a comprometer esse objetivo. Novo parcial de 11-0, favorável aos visitantes, motivava nova alternância no comando do jogo (64-57), sensivelmente a meio do 4º período.
Um triplo de Pedro Pinto, já dentro do último minuto, reduziu a vantagem da equipa da ilha Terceira para um (69-70), mas um ressalto ofensivo conquistado pelos açorianos após um lance-livre falhado, e um comprometedor turnover do conjunto de Guimarães, ditaram o desfecho do jogo. Foram demasiados erros nos momentos decisivos, para uma equipa que pretendesse vencer o encontro.
O Lusitânia não esteve muito bem a lançar da linha de três pontos (2/12 – 16.7%), mas esteve bastante mais certeiro a lançar de dois pontos (60.5%), e soube tirar partido das idas para a linha de lance-livre (23/29 – 79.3%). Sasa Borovnjak (25 pontos e 11 ressaltos) somou mais uma bela exibição, tal como o norte-americano Devante Chance (19 pontos, 4 roubos de bola e 2 ressaltos).
O Vitória lançou 31 triplos durante o encontro, dos quais converteu apenas 7 (22.6%), o que prova que foi quase a principal solução ofensiva utilizada pela equipa. João Balseiro, com 15 pontos, foi o melhor marcador da equipa, seguido de perto por Ervin Kiley (13 pontos e 7 ressaltos).
BC Barcelos continua forte em casa
O mau momento da formação de Oliveira de Azeméis prolonga-se, já que a equipa não vence há três jornadas.
Ao longo de todo o jogo nenhuma das equipas conseguiu uma vantagem nos dois dígitos, ainda que o domínio tivesse sido repartido. Mais tempo os barcelenses no comando, ainda que a sete minutos do final o resultado registasse um empate a 48 pontos. Mérito para a formação treinada por João Tiago, pela forma como soube construir e segurar uma curta vantagem durante os minutos finais do encontro.
A grande diferença entre as duas equipas ao longo do encontro esteve na maior eficácia revelada pelo Barcelos nos tiros de curta e média distância (54% vs 45), já que nos restantes dados estatísticos os dois conjuntos quase se equivaleram.
A dupla dos balcãs, formada por Igor Dukovic (22 pontos e 8 ressaltos) e Dejan Pejic (9 pontos, 8 ressaltos e 5 assistências), teve papel importante em mais um sucesso do conjunto de minhoto. José Ricardo Rodrigues não foi feliz neste seu regresso a Barcelos, e apesar de voltar a não contar com Abreu e Obrenovic, teve James Ellisor (18 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências) e Elvis Évora (10 pontos e 11 ressaltos) a bom nível.
Maia Basket volta a vencer
Num jogo em que o CAB Madeira chegou a dispor de uma vantagem de 27 pontos já perto do final do 3º período. A boa reação dos maiatos culminaria com um triplo em cima da buzina, consumando assim uma fantástica reviravolta no comando do marcador. O Eléctrico FC cruzou-se com o SL Benfica na ressaca de um desaire europeu e teve pela frente um campeão nacional ferido no orgulho que não lhe deu hipóteses de discutir a vitória no jogo (102-56).
A equipa madeirense, depois do empate a 7 pontos, tomou conta da marcha do marcador, vencia por quatro (21-17) no final do 1º período, uma vantagem que aumentou para números ainda mais expressivos em tempo de intervalo (48-32). À passagem do 27º minuto, os insulares chegaram à vantagem máxima do encontro (69-42), e tudo parecia correr de feição aos visitantes.
Os minutos finais do 3º período (52-71) deram sinais evidentes da boa reação da equipa da casa, algo que se confirmaria durante o derradeiro período. Com um parcial de 23-2, os maiatos reduziam para seis pontos, ainda com seis minutos para jogar, a diferença que separava as duas equipas (65-71). Ainda assim, a 3 minutos do final, o CAB dispunha dessa mesma vantagem (78-72), mas cinco pontos consecutivos de Marçal (afundanço e triplo) reduziam para um a desvantagem a 1.27 do final. E seria um triplo de Rui Costa, mesmo no final do jogo, a consumar a cambalhota no marcador.
O Maia Basket, apesar de ter cometido o dobro dos turnovers (22-11), compensou com a supremacia na luta das tabelas (47-35) e melhores percentagens de lançamento , especialmente de 3 pontos (42.9% – 9/21). Nuno Marçal (33 pontos e 11 ressaltos) voltou a ser determinante nos momentos decisivos, tendo sido bem acompanhado por Latham Lexter (15 pontos e 14 ressaltos).
O regresso de Jovonni Shuler (13 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) não coincidiu com mais um triunfo do CAB, mesmo com a ajuda de Fábio Lima (14 pontos, 12 ressaltos e 4 assistências) e Jackman Michael (25 pontos e 6 ressaltos).
3º período acabou com as dúvidas
Com Carlos Lisboa a continuar a fazer a gestão física de Daequan Cook, voltou a não jogar, o técnico utilizou os 12 jogadores disponíveis sendo que 11 deles contribuíram com pontos. Aliás foram 49 os pontos vindos do banco, um dos factores que marcou a diferença neste encontro.
O conjunto de Ponte de Sor ainda esteve no comando aos 13-12, mas um parcial de 11-0 favorável aos encarnados deu o mote para um triunfo tranquilo do líder da competição. Se ao intervalo (48-32) os alentejanos ainda poderiam pensar reentrar na discussão do jogo o 3º período, parcial de 31-5, dissipou por completo a incerteza quanto ao vencedor.
Na equipa encarnada, Nuno Oliveira (16 pontos, 10 ressaltos e 5 assistências) fez um jogo muito completo, o mesmo sucedeu com o norte-americano Jonathan Morse (15 pontos, 9 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências) no conjunto de Ponte de Sor
Boa Viagem dá sinais de melhorias
A formação da ilha Terceira continua a subir na tabela classificativa, fruto do registo positivo que a equipa já possui. Nem o facto de jogar em casa, permitiu que o conjunto de Torres Novas interrompesse o ciclo negativo que atravessa, com três jornadas sem vencer.
Entrou melhor a formação açoriana, com um parcial de 8-0, tendo sido a equipa que liderou sempre a marcha do marcador. No inicio do 2º quarto, o Boa Viagem já dispunha de uma vantagem de dezoito pontos (28-10), a mesma que se verificava à entrada do derradeiro período (61-43).
A equipa da casa recusava-se a baixar os braços, e bastaram cinco minutos para se colocar a cinco pontos de distância (60-65). A 1.16 minutos do final do jogo, as insulares pareciam ter o jogo perfeitamente controlado (72-64), mas um triplo de Fipps e um turnover do ataque açoriano colocava as duas equipas a uma distância de três pontos, passados 24 segundos. As perdas de bola sem lançamento obrigaram o conjunto da lha Terceira a ter que passar alguns calafrios nos instantes finais do jogo, já que o CDTorres Novas ainda dispôs de um triplo para empatar o encontro.
O trio composto por Alana Cesarz (30 pontos, 12 ressaltos e 3 assistências), Merissa Quick (13 pontos e 14 ressaltos) e Aurea Mendes (15 pontos e 5 ressaltos) foi o grande responsável por mais um sucesso do Boa Viagem, sinal que a equipa açoriana está a subir de forma e de rendimento desportivo.
Shanice Steenholdt (20 pontos e 19 ressaltos), Ezzine Kalu (17 pontos, 7 ressaltos e 7 assistências) e Mariana Silva (12 pontos e 2 ressaltos) ainda conseguiram que a equipa de Torres Novas reentrasse na discussão do jogo, mas não impediram que somasse o segundo desaire caseiro consecutivo.
Dragon Force e Guifões vencem fora
O SC Vasco da Gama, após duas jornadas negativas, regressou aos triunfos diante do Sampaense Basket (74-63), e o mesmo sucedeu com o Guifões SC, que bateu, fora de portas, o Esgueira/OLI pela diferença mínima (60-59).
No encontro realizado na Figueira da Foz, os azuis e brancos abriram o jogo com um parcial de 19-0, sendo que o Casino Ginásio não somou qualquer ponto nos primeiros 6.24 minutos do jogo. No inicio da 2ª parte, a vantagem dos portistas chegou a ser superior a vinte pontos (55-34). Mas o facto da formação azul e branca não ter somado qualquer ponto nos últimos 3.30 minutos da partida, permitiu que o resultado final tivesse uma expressão bastante mais equilibrada.
Na equipa do Dragon Force, Diogo Araújo somou um duplo-duplo (20 pontos e 10 ressaltos), e o base Pedro Oliveira registou 16 pontos e 3 assistências. Bernardo Neves (21 pontos e 4 assistências) e Marco Gonçalves (18 pontos e 11 ressaltos) estiveram bem, mas não conseguiram evitar mais um desaire do Casino Ginásio.
Vasco fugiu no 3º período
Apesar das curtas vantagens obtidas pelo Vasco da Gama, o jogo foi marcado por um grande equilíbrio durante os primeiros 23 minutos, altura em que o marcador registava um empate a 38 pontos. Um parcial de 9-0, permite que a equipa da casa se afaste no resultado (47-38), uma diferença pontual que atingiu o seu máximo no inicio do 4º período (64-45).
O Sampaense Basket procurava somar a sua segunda vitória consecutiva, mas os 21 turnovers cometidos durante o encontro, bem como a falta de eficácia da linha de três pontos (2/14 – 14.3%), contribuiu decisivamente para que tal não sucedesse.
O duo composto por Paulo Vieira (16 pontos e 9 ressaltos) e João Veludo (16 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) esteve a bom nível na equipa vencedora. As boas exibições de Hélder Carvalho (11 pontos e 16 ressaltos), Diogo Gonçalves (17 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) e Ricardo Barbosa (17 pontos) não chegaram para que o Sampaense garantisse a vitória.
Guifões decide no 4º período
O domínio do jogo foi repartido até ao começo do derradeiro quarto. Melhor o Guifões durante grande parte do 1º tempo, embora ao intervalo perdesse por seis pontos (29-35). Depois do empate a 50 pontos, seguiu-se um curto período de domínio dos esgueirenses, que a pouco mais de 4 minutos do final vencia por 58-51. A poucos segundos do final, a equipa da casa continuava na frente do marcador (59-54), mas dois cestos de Pedro Teixeira quase em cima do final do jogo consumaram a reviravolta no marcador.
O Esgueira dominou no pintado (34 vs 14 pontos), soube aproveitar muito bem os erros do adversário para somar pontos (22 pontos), obrigou mesmo o Guifões a cometer 29 turnovers e roubou 19 bolas. Mas os triplos do Guifões, 10 durante todo o encontro, acabaram por equilibrar o jogo, acima de tudo pela eficácia revelada (48%).
Com este triunfo, o Guifões passou a ter um registo positivo (4V e 3D), e para que isso acontecesse muito contribuiu a prestação de Simonas Januskis (24 pontos e 11 ressaltos). André Occhialini (13 pontos e 8 ressaltos) foi mais produtivo entre os esgueirenses.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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