Artigos da Federaçãooo
Grande prestação coletiva vale triunfo ao Servigest Burgos
Na rubrica “Portugueses lá fora”, mantém-se o foco exclusivamente em Luís Domingos (2.5) e Helder da Silva (2.0), ao serviço do Servigest Burgos, na División de Honor, máximo escalão espanhol. Christophe da Silva (1.0), do CAPSAAA Paris, 2.ª divisão francesa, e Yuri Fernandes (2.5), 1.ª divisão francesa, permanecem num impasse, com as competições suspensas por tempo indeterminado. Em Itália, Ismael de Sousa (4.0), do Santa Lucia Basket Roma, tem arranque previsto para março, na Série B.
Fundación Vital Zuzenak 50-79 Servigest Burgos
Na viagem ao País Basco, o Servigest Burgos alcançou a segunda vitória mais dilatada da época, fruto de uma excelente prestação coletiva, na semana em que veio a público a cisão com o internacional espanhol Roberto Mena (4.0).
Mesmo sem aquele que fora uma das referências até à data, a formação de Castela e Leão não demorou para lá de um quarto a descolar dos anfitriões, que detêm a marca do número mais elevado de jogadores da cantera. Ruben Viso (4.0) – 16pts, 8ast, 3res – encabeçou a réplica dos da casa, mas os polacos Mateusz Filipski (4.0) – 26pts, 9res, 8ast, 2rb – e Andrzej Macek (1.5) – 18pts, 2ast -, e o internacional britânico Sub22 Lee Fryer (4.0) – 18pts, 10ast, 9res – aplacaram as intenções do conjunto de Vitoria. O internacional A e sub22 Luís Domingos (2.5) amealhou 4 ressaltos e 1 assistência em 34 minutos, de sacrifício notório no trabalho de man-out e bloqueio para as classes altas, enquanto o capitão Helder da Silva (2.0) foi aposta de Rodrigo Escudero por 2 minutos. Segue-se a receção ao campeão espanhol CD Ilunión, no sábado, 20 de fevereiro.
Parciais: 14-18 / 12-21 / 14-25 / 10-15
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Servigest Burgos
“A sociedade alemã respeita esta modalidade Paralímpica”
No final de 2011, ano sem provas no basquetebol em cadeira de rodas nacional (BCR), a crise económica levou Paulo Soeiro a fazer as malas para se fixar no Luxemburgo, onde, afirma, era “fácil sentir-se em casa”, dado o extenso contingente de cidadãos lusos. Encantado com as condições encontradas, em particular pela existência e facilidade logística dos apoios para as pessoas com deficiência, desde a cadeira de rodas de rodas quotidiana à adaptação de carro ou da casa, o antigo jogador do GDD Alcoitão não abdicou da possibilidade de continuar a jogar BCR.
Nos Lux Rollers, formação luxemburguesa inserida nas provas alemãs, Paulo Soeiro começou por integrar a equipa B, ensaio coroado com o convite para acumular o cargo de treinador. A rápida evolução e recuperação da forma física motivaram a promoção à equipa principal, ao serviço da qual disputou a Bundesliga 2, segundo escalão germânico – profissional -, desempenho novamente louvado, de tal forma que surgiu a proposta para atuar nos Dolphins Trier, da Bundesliga 1, uma das ligas mais competitivas do mundo.
Parado devido à pandemia, o campeão da Europa da divisão C em 2007, peça importante no “xadrez” do então selecionador Jose Maria Cristo, aborda a carreira de quase duas décadas e afiança a vontade de prosseguir na próxima época. “Preciso disto!”, afirma Soeiro.
Como é que surgiu a tua ligação ao BCR?
Tive o meu acidente em dezembro de 2001 e comecei a jogar na época 2002/03, no GDD Alcoitão. Antes do acidente, sempre fiz parte de equipas de desporto, portanto foi muito fácil procurar alguma coisa que me mantivesse ativo. Na altura em que estive internado, era uma coisa que procurava saber, porque os médicos só me diziam o que eu não podia fazer e eu também queria saber o que podia fazer. Os médicos ficaram um bocado ofendidos, se calhar fui um bocado arrogante, mas já estava cansado de ouvir sempre a mesma lavagem ao cérebro. Nunca me deram resposta. Felizmente, moro muito perto da escola onde eles [GDD Alcoitão] treinavam. Isto é um bicho que facilmente nos vicia. Bastou ver, sentar, jogar um pouco e automaticamente fiquei viciado nisto até hoje.
Que jogos recordas em particular?
Gostava de fazer um parêntesis. Nós não éramos uma equipa de topo, andávamos ali sempre pelos lugares cimeiros, mas não o suficiente para lutar pelo título. De maneira que o nosso grande rival era a APD Lisboa. Lembro-me de dois jogos com eles, em que, no primeiro, praticamente no final, faço uma falta ao Luís Oliveira, ele vai para a linha de lance livre, marca os dois e perdemos por um ponto. Nessa mesma época, no jogo em Lisboa, no último segundo, em contra-ataque, fui eu que marquei e ganhámos por um ponto.
Tiveste um trajeto marcante na Seleção. Quando surgiu a primeira convocatória e que momentos destacas?
Creio que foi em 2005 quando o selecionador nacional, Jose Maria Cristo, foi ver um jogo. Ele tinha uma ideia muito simples, pois, na altura, não tínhamos muitos jogadores de nível europeu. Tínhamos três que marcavam a diferença para todos os outros: o Hugo Lourenço, o Pedro Gonçalves – referências para todos – e, muito jovem, o Cláudio [Batista]. Os três juntos somavam 12 pontos, faltavam 2. A ideia dele era muito simples – “preciso de arranjar vários jogadores de 1.0”. Eu sou 1.0 e muito por isto abriu-se a porta para eu ser chamado tão cedo, após estar a jogar apenas há duas épocas. Além do Europeu C de 2007, que vencemos e nos permitiu subir de divisão, também tenho que fazer referência ao Europeu B de 2008, um nível diferente, mais exigente. Fizemos um Europeu muito bom. Lembro-me do jogo contra a Bélgica, vencedora da prova e promovida à divisão A, em que perdemos por 2 ou 4 pontos. Não houve nenhum jogo em que tivesse ficado presente em campo no qual tenha sentido que a outra equipa era melhor do que nós.
De uma forma inesperada, chegas a um campeonato estrangeiro. Quais as primeiras grandes diferenças que constataste?
Se a [primeira] liga alemã não é a mais forte do mundo, anda lá perto. A quantidade de jogadores, equipas, a maneira como promovem o BCR… é fantástico. Basta ver que nas últimas Champions, as equipas alemãs, se não ganham, chegam sempre à final. Todas as equipas profissionais na Alemanha têm equipas B e C. Apesar de serem equipas B e C, puxam por aqueles miúdos e dão-lhes todas as condições para chegarem à equipa A e serem atletas de elite mundial. Vindo de uma época em que não havia nada, de repente deparei-me com esta realidade; tudo tão bem promovido, organizado, uma coisa incrível. Os alemães são muito humildes e valorizam qualquer trabalho, profissão, respeitam muito o próximo. E em termos de desporto a mesma coisa. A sociedade alemã respeita esta modalidade Paralímpica. Depois, trabalham com espírito de cooperação. Fazem conferências conjuntas, partilham jogadores, ideias. Temos uma equipa muito forte aqui perto do Luxemburgo, os Dolphins Trier, com quem por vezes treinamos e fazemos workshops. Quando querem pôr a rodar jogadores da equipa B, mandam-nos para a nossa equipa. Há esta troca de informação, partilha, que é obviamente uma mais-valia. Procuram não ter excesso em nada. Se houver uma equipa que tem carência de jogadores ou patrocínios, a própria equipa vizinha procura dar apoio nesse sentido.
Quando chegaste ao Luxemburgo, sentiste um impacto na aprendizagem do jogo? A qualidade do treino é superior?
Temos um velho ditado que diz “quem não sabe, inventa”. O alemão não sabe o que é isso. Estudam, planeiam, trabalham imenso. Têm muita cultura de jogo, um dicionário de jogadas, táticas, movimentos com a cadeira. Para eles tudo tem de ser pensado do início ao fim.
Encaras a possibilidade de vir a ser treinador?
Quando cheguei, havia a barreira linguística. E aprender uma língua como o alemão é difícil. Vinha em baixo de forma, sem competição e puseram-me na equipa B, que jogava na 4.ª divisão da Alemanha (de um total de 7). Correu muito bem, cheguei a ser o melhor marcador de jogadores de um ponto, gostaram muito de mim e convidaram-me a ser treinador-jogador da equipa B durante duas épocas. Gostei muito, porque, apesar de faltar muita coisa na equipa, procurava ter sempre um objetivo. Disse “nós temos de ser os melhores em algo” e conseguimos ser a melhor defesa do campeonato. Passados três anos, fui para a equipa A e, na última época, tive um convite para me juntar aos Dolphins Trier. Acabei por recusar, pois cheguei a uma fase da minha vida em que as prioridades são outras. Quero jogar sim, mas não podia andar naquele ritmo intenso que as equipas profissionais na Alemanha têm.
Vitória SC e Sportiva somam novos triunfos na Liga Skoiy
Na Liga Skoiy, Vitória SC e União Sportiva voltaram a ganhar, e assim continuam de olhos postos na liderança. A formação minhota ultrapassou o CAB Madeira, enquanto a turma açoriana superou o Guifões SC.
Numa partida antecipada da 21.ª ronda, o Vitória SC, que não perde desde 8 de dezembro, bateu o CAB Madeira por 64-58, graças a uma excelente recuperação no derradeiro quarto, diante de um adversário que voltou a dar indicações muito positivas, poucos dias após o regresso à competição. Com parciais de 19-17, 14-9 e 15-13, o emblema insular chegou aos últimos dez minutos com uma vantagem de nove pontos (48-39), mas as “conquistadoras” aplicaram de imediato oito pontos seguidos sem resposta, que foram o tónico para o “agarrar” dos dois pontos. O Vitória SC perdeu no capítulo dos ressaltos (39-53), mas beneficiou dos 18 turnovers do CAB, tendo como melhores em campo Barbara Souza (15pts, 10res, 1ast, 1rb), Sara Ressurreição (15pts, 4res, 5ast, 2rb, 1dl), Catarina Mateus (15pts, 3res, 4ast, 2rb) e o reforço “Alexy” Mollenhauer (11res). Já lado madeirense sobressaíram Nike McClure (16pts, 16res, 1ast, 1rb, 1dl), Jelena Nikpaljevic (15pts, 9res, 3ast, 3rb, 2dl) e Paige Cannon (11res).
No encontro em atraso que fechou a 2.ª jornada, o Sportiva alcançou a quarta vitória consecutiva, depois de ultrapassar o Guifões por 89-53. Desde cedo as anfitriãs controlaram as operações, e com parciais de 23-16, 22-17, 22-5 e 22-15 obtiveram uma vantagem que não deixa margem para dúvidas. O emblema açoriano revelou-se particularmente eficiente na luta das tabelas (51-24 em ressaltos) e teve como maiores protagonistas Vânia Sengo (24pts, 9res, 3ast), Aliyah Mazyck (20pts, 10res, 4ast, 4rb), Nausia Woofolk (18pts, 6res, 3ast, 2rb) e Gabriela Guimarães (10pts, 6res). Por seu turno, no adversário matosinhense, destaque para a exibição de Filipa Barros (19pts, 3res, 2ast, 2rb, 1dl).
“Na Primeira Pessoa” com Pedro Bártolo
A rubrica “Na Primeira Pessoa” voltou ao norte para revisitar o percurso de Pedro Bártolo, treinador-jogador do BC Gaia e subcapitão da Seleção Nacional de BCR, com uma das carreiras internacionais mais ricas entre os atletas nacionais. O base/extremo de 29 anos é indissociável das duas únicas subidas ao máximo escalão espanhol dos galegos Basketmi Ferrol, representou o Mideba Extremadura e o BSR Valladolid, precisamente na principal liga do país vizinho, e atingiu plena afirmação europeia ao serviço do HS Varese, na Série A italiana. Regressou a Portugal, na presente época, para envergar as cores do Basket Clube de Gaia, equipa que ajudou a erguer em 2016 e se estreia na 1.ª Divisão.
Nota: Fotografia de Ana Morais
Temidayo Yussuf arrebata mais um título de MVP Tissot
Na hora de olhar para a estatística individual da 18.ª jornada da Liga Placard, o destaque vai para Temidayo Yussuf, poste do Lusitânia Expert e jogador com mais valorização na prova. O atleta afro-americano obteve uma valorização de 38.5 (31pts, 10res, 5ast, 1rb, 1dl) na derrota (86-82) diante do FC Porto.
Quanto ao cinco ideal, Yussuf tem a companhia de Gustavo Teixeira (valorização de 32 – 23pts, 5res, 10ast, 3rb) e Aaron Bowen (valorização de 28 – 21pts, 9res, 5rb, 1dl), ambos do Esgueira/Aveiro/OLI, Paul Jorgensen (valorização de 26 – 23pts, 4res, 4ast), do CAB Madeira SAD, e Tyere Marshall (valorização de 33.5 – 22pts, 6res, 2ast, 4rb), do Imortal LUZiGÁS.
Paige Cannon de gala na Liga Skoiy
O regresso do CAB Madeira à Liga Skoiy foi amplamente positivo, porque para além do triunfo (77-52) no reduto do CPN Imopartner, o emblema insular contou ainda com a MVP Tissot da 18.ª jornada. Paige Cannon, extremo norte-americana, registou uma valorização de 34 (23pts, 11res, 2ast, 1rb).
Além de Cannon, também fazem parte do cinco ideal Jade Phillips (valorização de 29.5 – 22pts, 11res, 2ast), da Quinta dos Lombos, Daniela Domingues (valorização de 25.5 – 15pts, 7res, 5ast, 2dl), do Galitos/Clínica Dr. Semblano, Chelsie Schweers (valorização de 24.5 – 22pts, 4res, 2ast, 2rb, 1dl), da AD Vagos, e Kendrian Elliot (valorização de 25 – 19pts, 12res, 1ast, 2rb), do Olivais FC.
Sporting reencontra-se com os bons resultados na Liga Placard
O Sporting CP, comandante da Liga Placard, voltou às vitórias depois de ultrapassar a Académica Efapel por 82-47. Nos restantes encontros deste sábado, o SL Benfica, UD Oliveirense, CAB Madeira SAD, Ovarense Gavex e Esgueira/Aveiro/OLI também conquistaram dois pontos.
No Pavilhão João Rocha, o Sporting não permitiu veleidades à Académica, o que se traduziu numa vantagem de 31 pontos (50-19) logo ao intervalo, numa partida em que os “leões” registaram 13 triplos contra um do adversário. Nos “verde e brancos”, também superiores na luta das tabelas (49-30 em ressaltos), sobressaíram Travante Williams (15pts, 5res, 5ast, 2rb, 1dl), João Fernandes (11pts, 7res, 3ast, 1rb) e Diogo Araújo (11pts, 3res, 2ast, 1rb), enquanto nos “estudantes” assumiram destaque Joshua McNair (15pts, 5res, 1ast, 2rb, 1dl) e Daniel Relvão (12pts, 6res, 2ast).
Mais a norte, no duelo mais emocionante do dia, o Esgueira levou a melhor sobre o Vitória SC por 97-88, após dois prolongamentos. Os anfitriões, à entrada para o derradeiro quarto, tinham 13 pontos de desvantagem (44-57), mas com um parcial de 26-17 levaram a questão para tempo extra, onde o equilíbrio foi total. Já no segundo prolongamento, o conjunto aveirense aplicou um parcial de 16-7 e garantiu um saboroso triunfo, para o qual contribuíram os seus 11 triplos e as exibições de Gustavo Teixeira (23pts, 5res, 10ast, 3rb), Aaron Bowen (21pts, 9res, 5rb, 1dl), Kareem Brewton (19pts, 3res, 5ast, 4rb), Cuyler Mosley (14pts, 4res, 1rb) e Ben Drake (13pts, 9res). Do lado minhoto, cuja equipa averbou a quarta derrota consecutiva, salientaram-se Jaron Hopkins (23pts, 9res, 6ast, 4rb), André Bessa (17pts, 5res, 8ast, 4rb), Coreontae DeBerry (16pts, 5res, 2ast, 1rb) e Alfred Parrish (16pts, 2res, 1ast, 1dl).
Na Luz, o Benfica suplantou (112-68) o FC Barreirense, num jogo que até começou equilibrado, mas que a partir do meio do primeiro quarto, sensivelmente, começou a pendar para as “águias”. Com parciais de 31-18, 26-9, 25-18 e 30-23, o Benfica garantiu um avanço confortável, numa tarde em que apontou 17 triplos, tendo como melhores em campo Fábio Lima (17pts, 4res, 5ast, 1rb), João “Betinho” Gomes (16pts, 6res, 3ast, 1rb), Bryce Alford (14pts, 4ast, 1rb), Eric Coleman (13pts, 9res, 2ast, 1rb, 1dl), Arnette Hallman (12pts, 5res, 1ast, 1dl), Quincy Miller (10pts, 4res, 1ast, 1rb, 3dl) e Cameron Jackson (10pts, 3res, 1ast, 2rb, 1dl). Já no Barreirense assumiram as despesas Tony Lewis Jr. (19pts, 9res, 1rb), KJ James (16pts, 3res, 2ast, 2rb), Efosa Osayande (14pts, 8res, 1ast, 1rb, 1dl) e Miguel Correia (10ast).
A Oliveirense venceu o Imortal LUZiGÁS por 84-71 e ultrapassou o adversário, embora tenha mais um jogo. A formação algarvia só conseguiu comandar o resultado em determinadas fases do quarto inaugural, para depois o bicampeão nacional tomar conta dos acontecimentos, sendo que pelas suas cores se destacaram Larry Austin Jr. (21pts, 3res, 2ast, 3rb), Travis Munnings (19pts, 10res, 3ast, 1rb) e José Barbosa (12pts, 3res, 6ast, 3rb), enquanto no Imortal os jogadores mais influentes foram Tyere Marshall (22pts, 6res, 2ast, 4rb), Ty Toney (14pts, 2res, 7ast, 1rb) e Nuno Morais (12pts, 1res).
No primeiro jogo do dia, o CAB Madeira superiorizou-se ao Galitos Barreiro por 102-87, num duelo entre formações que tinham os mesmos pontos. Uma primeira parte inspirada revelou-se fundamental para os insulares, visto que até ao intervalo se adiantaram por 22 pontos (58-36). No CAB, autor de 14 triplos, sobressaíram Paul Jorgensen (23pts, 4res, 4ast), Arvydas Gydra (20pts, 5res), Robertas Grabauskas (17pts, 5res, 1ast, 2rb, 1dl), Diogo Gameiro (14pts, 1res, 10ast, 1rb) e Justin Gray (10pts, 4res, 1ast, 1rb), ao passo que no Galitos há que mencionar as prestações de Daniel Machado (25pts, 4res, 3ast, 2rb), Feliciano Neto (20pts, 10res, 2dl) e Ricardo Guerreiro (15pts, 1res, 1ast).
Por último, a Ovarense Gavex venceu (81-71) o Maia Basket, mas teve de suar bastante para tal, já que perdia por seis pontos (55-61) no início do último quarto. Mas a turma vareira puxou dos galões e encetou um parcial de 26-10, num jogo em que revelou acerto no tiro exterior (14 triplos), tendo como maiores obreiros do triunfo Marcus Lovett Jr. (23pts, 4res, 3ast, 2rb), Christopher Knight (13pts, 8res, 2ast, 3rb, 1dl), Pedro Bastos (12pts, 1ast, 3rb) e Brock Gardner (11res), enquanto no opositor maiato deram nas vistas Lamar Morgan (21pts, 21pts, 6res, 3ast, 1rb, 1dl), Bright Mensah (16pts, 6res, 4ast, 1dl), Theophilus Johnson (13pts, 6res, 1rb, 1dl) e Jakob Lowrance (10pts, 9res, 1ast).
Vagos volta aos triunfos
Num jogo relativo à 16.ª jornada da Liga Skoiy, a AD Vagos superou o CPN Imopartner por 84-62, e quebrou assim uma série de três derrotas consecutivas. Já o emblema de Ermesinde não ganha desde a primeira ronda.
As donas da casa estiveram quase sempre na frente do marcador, mas só no último quarto dispararam em definitivo, graças a um parcial de 18-6.
O Vagos cavou maior diferença na eficácia da linha de dois pontos (47&-28%), nos ressaltos (51-40) e tirou partido dos 22 turnovers do adversário, numa partida em que contou com a inspiração de Chelsie Schweers (32pts, 6res, 6ast, 3rb), Susana Carvalheira (15pts, 9res, 5ast, 2rb, 2dl) e Rita Oliveira (13pts, 4res, 2ast).
Por seu turno, no CPN as maiores protagonistas foram Martha Burse (20pts, 3res, 2ast, 4rb), Mariana Pereira (16pts, 7res, 1ast, 2rb) e Beatriz Santos (14pts, 6res, 1ast).
“Melhora o teu jogo” #2
Esta semana, no “Melhora o teu jogo”, apresentamos três rotinas de drible, com diferentes graus de complexidade, mas facilmente praticáveis em casa (ou pavilhão), dada a natureza específica do fundamento técnico em causa, um dos mais negligenciados na aprendizagem do basquetebol em cadeira de rodas (BCR).
Como “professores”, temos novamente Doug Garner, treinador dos Movin’ Mavs, equipa masculina da UTA – Universidade do Texas em Arlington -, Courtney Ryan (2.0), treinadora da Universidade do Arizona, internacional pelos EUA no Mundial de 2014, e Patrick Anderson (4.5), consensualmente apontado como o melhor jogador de BCR de sempre, vencedor de três medalhas de ouro e uma de prata em Jogos Paralímpicos, que nos oferece a sessão de trabalho mais desafiante.
Courtney Ryan
Doug Garner
Patrick Anderson
Nota: Foto de Carlos Lezama / Lima 2019 – Jogos Parapan-Americanos
Neemias Queta entre a elite da NCAA
No regresso da rubrica dos portugueses nos EUA destaque para as duas nomeações de Neemias Queta, que se encontra entre os 10 finalistas ao “Kareem Abdul-Jabbar Award”, que distingue o melhor poste da NCAA e ainda para a inclusão do jovem português na corrida para vencer o “Naismith Defensive Player if the Year”, que destaca o melhor defensor do basquetebol universitário norte-americano. Dentro das quatro linhas, Queta foi fundamental no regresso aos resultados positivos dos Aggies já que contribuiu com 14 pontos e foi novamente uma presença dominante na tabela defensiva da formação de Utah.
Luana Serranho (Campbell) esteve em plena evidência nos três triunfos conquistados perante Charleston e Gardner-Webb, assim como Maria Carvalho (Utah Valley), Tess Santos (Presbyterian) e Marta Rodrigues (Tusculum) que se apresentaram em bom plano ao serviço das respetivas equipas.
Neemias Queta (Utah State, NCAA 1 – EUA):
8pts, 11res, 3ast, 6dl (33min) na derrota frente a UNLV (56-59)
14pts, 5res, 1ast, 5dl (21min) na vitória frente a Fresno State (69-53)
Hugo Ferreira (Cleveland State, NCAA 1 – EUA):
Não jogou na vitória frente a Oakland (80-72)
Não jogou na vitória frente a Oakland (80-78)
Beatriz Jordão (South Florida, NCAA 1 – EUA):
Não teve jogos esta semana.
Sara Barata (South Florida, NCAA 1 – EUA):
Não teve jogos esta semana.
Luana Serranho (Campbell, NCAA 1 – EUA):
18pts, 7res, 2ast, 2rb (40min) na vitória frente a Charleston So. (57-35)
6pts, 4res, 2ast (27min) na vitória frente a Charleston So. (66-51)
11pts, 2res, 1ast, 1rb, 1dl (33min) na vitória frente a Gardner-Webb (80-57)
Maria Carvalho (Utah Valley, NCAA 1 – EUA):
10pts, 6res, 4ast (37min) na vitória frente a Chicago State (61-53)
12pts, 3res, 1ast, 1rb (28min) na vitória frente a Chicago State (56-46)
Marta Vargas (Rhode Island, NCAA 1 – EUA):
12pts, 1res, 3ast (34min) na vitória frente a George Mason (63-27)
6pts, 1res, 3ast, 2rb (35min) na derrota frente a Fordham (56-53)
Tess Santos (Presbyterian College, NCAA – EUA):
12pts, 3res, 1ast, 2rb, 3dl (36min) na vitória frente a UNC Asheville (82-64)
Marta Rodrigues (Tusculum, NCAA 2 – EUA):
11pts, 2res, 2ast, 3rb (40min) na derrota frente a Anderson (S.C.) (50-66)
5pts, 2res, 8ast, 2rb (38min) na vitória frente a Queens (N.C.) (85-54)
11pts, 3res, 9ast, 3rb, 1dl (34min) na vitória frente a Mars Hill (111-59)
Eliana Cabral (New Mexico, NJCAA 1 – EUA):
Não jogou esta semana.
Ana Teresa Faustino (Oregon State, NCAA 1 – EUA):
Não jogou na vitória frente a Colorado (72-64)
Não jogou na vitória frente a Utah (84-74)
Ana Carolina Jesus (Northwest Florida Raiders, NJCAA 1 – EUA):
Não jogou esta semana.
Andressa Nascimento (Keiser Univeristy, NAIA – EUA):
5pts, 7res, 1ast, 2rb (20min) na derrota frente a Southeastern (Fla.) (46-60)
6pts, 7res, 2ast, 1rb, 1dl (30min) na derrota frente a Webber International (49-51)
8pts, 2res, 1ast, 1rb (24min) na vitória frente a Ave Maria (55-46)
Bicampeão nacional recebe moralizado Imortal este sábado
UD Oliveirense e Imortal LUZiGÁS defrontam-se este sábado, a partir das 16 horas, numa partida da 18.ª jornada da Liga Placard que tem transmissão na RTP2 e FPBtv.
João Balseiro e Nuno Morais, bases-extremo do bicampeão nacional e da turma algarvia, respetivamente, anteviram este encontro.
Do lado oliveirense, João Balseiro tece elogios ao Imortal e à sua carreira nesta Liga, não se focando no seu recente triunfo diante do Sporting CP: “O Imortal é uma equipa com jogadores que fazem a diferença. Tem estrangeiros de grande qualidade e excelentes marcadores de pontos. Não acho que sua a vitória sobre o sporting sirva de aviso, porque já conhecemos o nosso adversário. Sabemos que vai ser uma partida difícil pela época que o Imortal está a fazer”, afirma.
O internacional português dá a receita para que a sua equipa se torne mais regular: “Penso que, defensivamente, temos de estar mais regulares. Mas temos trabalhado muito bem e acredito que nos momentos decisivos vamos estar lá”, deixa a nota.
Apesar da Oliveirense ocupar o quinto lugar, Balseiro não hesita na hora de apontar à principal meta: “A conquista do tricampeonato continua a ser o grande objetivo. Trabalhamos todos os dias para isso. E sinceramente acredito que podemos fazer coisas bonitas esta época, o nosso grupo é ótimo”, vinca.
O jogador, de 33 anos, voltou há pouco à competição depois de ultrapassada uma complicada lesão, e diz-se preparado para as grandes decisões: “Regressei há pouco de lesão, estou a trabalhar para regressar à minha melhor forma. Sinto-me bem e sempre pronto para ajudar a minha equipa. Aquilo de que mais gosto são os momentos decisivos, é para estarmos lá que trabalhamos”, garante.
Em Albufeira mora a equipa-sensação da Liga Placard 2020/21 e Nuno Morais reconhece que o Imortal já olha de outra forma para o campeonato: “Sem dúvida de que vimos de três vitórias muitos importantes para o campeonato e que nos sentimos confiantes! Mas não nos podemos esquecer de que iremos defrontar o atual bicampeão nacional. Sabemos que temos quase cumprido o grande objetivo da época, a permanência na Liga Placard. No entanto, tanto a primeira volta como estes últimos jogos deram-nos sensações de que podemos ambicionar algo maior, como uma entrada nos playoffs numa posição mais confortável. Não vamos fugir às nossas responsabilidades e, neste momento, é para isso que a nossa equipa está a trabalhar”, enfatiza.
Na sua segunda época no Imortal, Nuno Morais explica o sucesso do clube: ” A nossa campanha explica-se pelo projeto coeso e bem estruturado da época passada, que nos permitiu a continuidade do “núcleo duro”, aliada à aquisição de novos estrangeiros que se integraram facilmente e que, sem dúvida, trouxeram mais qualidade à equipa, assim como todas as condições que o clube nos proporciona diariamente. Considero que sejam as razões fulcrais para o nosso sucesso, até ao momento”, avalia.
O atleta, de 31 anos, tem assumido importância na manobra do conjunto, mas mostra-se apenas interessado no coletivo: “É verdade que tenho conseguido contribuir mais nestes últimos jogos e que tem corrido bem! Mas para mim, o mais importante é saber qual o meu papel dentro da equipa e continuar a trabalhar todos os dias, e da mesma maneira, para o nosso sucesso coletivo”, aponta.
Quanto à Oliveirense, Nuno Morais deixa claro o seu poderio: “Penso que a Oliveirense é uma das equipas mais bem orientadas do nosso campeonato, sendo comandada dentro de campo pela qualidade inequívoca do seu base principal. É uma equipa muito coletiva que procura sempre a melhor solução ofensiva”, analisa.
Portugueses pelo Mundo
A rubrica dos portugueses pelo mundo está de regresso com Miguel Maria Cardoso a ser o principal destaque depois de três jogos consecutivos a marcar 15 ou mais pontos, nomeadamente o último onde ultrapassou a barreira dos 30 pontos. Sasa Borovnjak chegou ao duplo-duplo em mais uma vitória do Palencia Basket que garante o apuramento para a “fase de ascenso” à ACB. Jeremiah Wilson fez os dois primeiros jogos no regresso ao principal campeonato italiano, desta vez para representar o Germani Brescia Leonessa.
Quem também continua em grande forma é a base Joana Ferreira, ao serviço dos Maristas Coruna. Antes de se apresentar no estágio para a última janela de qualificação para o EuroBasket feminino 2021, Joana Alves também em bom plano no triunfo do Basket Clube Bolzano.
Miguel Maria Cardoso (Valur Reikjavýk, Dominos League – Islândia):
20pts, 5res, 6ast, 1rb (30min) na derrota frente Thor AK (89-98)
16pts, 7res, 3ast (31min) na derrota frente a Thor Thorl (67-86)
32pts, 3res, 5ast, 1rb (38min) na derrota frente a Haukar (78-85)
Sasa Borovnjak (Palencia Basket, LEB Oro – Espanha):
12pts, 10res (28min) na vitória frente a Burgos (86-79)
Jeremiah Wilson (Germani Brescia Leonessa, LegaBasket – Itália):
3pts, 1res, 3ast (8min) na derrota frente a Treviso (91-94)
2pts, 2res (4min) na vitória frente a Trieste (81-78)
Diogo Brito (Club Ourense Baloncesto, LEB Oro – Espanha):
1res (4min) na vitória frente a Burgos (89-70)
2pts, 1res, 1rb (10min) na derrota frente a Coruna (75-86)
Gonçalo Delgado (Zentro Basket Madrid, LEB Plata – Espanha):
8pts, 4res, 2ast, 1rb, 1dl (23min) na derrota frente a Gijon (85-90)
João Gallina (Bodegas Rioja Veja Clavijo, LEB Plata – Espanha):
(9min) na vitória frente a Zamorano (67-63)
Bruno Fernando (CB Puerto Sagunto, Liga EBA – Espanha):
16pts, 5res (26min) na derrota frente a Valencia 2 (64-100)
Ruben Prey (Joventut Badalona, Liga EBA – Espanha):
12pts, 7res (25min) na vitória frente a Azulejos Moncayo CBZ (72-52)
Diogo Seixas (Real Betis Baloncesto, Liga EBA – Espanha):
10pts, 3res (17min) na derrota frente a Ciudad de Huelva (65-71)
Maria Kostourkova (CBD Clarinos Ciudad de Los Adelantados, Liga Femenina Endesa – Espanha):
Não teve jogos esta semana.
Maria João Correia (CBD Clarinos Ciudad de Los Adelantados, Liga Femenina Endesa – Espanha):
Não teve jogos esta semana.
Sofia da Silva (Movistar Estudiantes, Liga Fememina Endesa – Espanha):
9pts, 3res, 1ast, 2rb (17min) na derrota frente a Cadi La Seu (61-64)
Joana Alves (Basket Clube Bolzano, Serie A2 – Itália):
16pts, 2res, 1rb (27min) na vitória frente a San Martino (78-64)
Marcy Gonçalves (Agrupacion Deportiva Baloncesto Aviles, Liga Femenina 2 – Espanha):
5pts, 1res, 1ast, 1rb (17min) na derrota frente a GDKO Bizkaia (42-54)
Márcia Carvalho (Agrupacion Deportiva Baloncesto Aviles, Liga Femenina 2 – Espanha):
5pts, 2res, 1ast, 1rb (27min) na derrota frente a GDKO Bizkaia (42-54)
Josephine Filipe (Fundación Navarra Baloncesto Ardoi, Liga Feminina 2 – Espanha):
4pts, 5res, 2ast, 1rb (39min) na vitória frente a Barakaldo (57-47)
Joana Ferreira (Maristas Coruna, Liga Femenina 2 – Espanha):
12pts, 4res, 2ast, 2rb (30min) na derrota frente a Adareva (66-69)
19pts, 6res, 4ast, 3rb, 1dl (36min) na derrota frente a Rioja (65-70)
Simone Costa (Nottingham Wildcats, WBBL – Reino Unido):
6pts, 4res, 2ast, 1dl (31min) na derrota frente a BA London Lions (74-94)
Lavínia da Silva (Sevenoaks Suns, WBBL – Reino Unido):
Não teve jogos esta semana.
Inês Viana (Namur Capitale, Top Division 1 – Bélgica):
Não teve jogos esta semana.
Sara Djassi (Fjolnir Reikjavýk, Dominos League – Islândia):
9pts, 16res, 3ast, 1dl (34min) na derrota frente a Keflavik (60-72)
10pts, 4res, 3ast, 2rb (29min) na vitória frente a KR (75-68)
12pts, 10res, 4ast, 6rb (34min) na vitória frente a Skallagrimur (76-74)
4pts, 8res, 1ast, 1rb (33min) na vitória frente a Snaefell (74-66)
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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