Artigos da Federaçãooo
Guifões perde em Guimarães e averba primeira derrota na competição
Ainda não foi nesta jornada que as jogadoras da formação do Juvemaia conseguiram arrecadar a primeira vitória no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Feminina. Ao caírem frente ao Clube Galitos por uma diferença ainda significativa (70-45), as jovens da Maia já contam, agora, com cinco derrotas. Em contrapartida, a formação do Vitória SC impôs a primeira derrota às guifonenses, por uma margem de 10 pontos (63-53).
As jovens jogadoras do CPN e do Algés, que vinham invictas da jornada anterior, conseguiram somar mais uma vitória nas suas deslocações e bateram, respetivamente, a SIMECQ (65-92) e a Escola Secundária da Amadora (44-82) por uma larga diferença pontual.
Desta forma, a tabela classificativa continua a ser liderada pelo CPN/SABSEG SEGUROS, sendo que, neste momento, o SC Coimbrões ocupa o 2.º lugar, depois de ter saído vitorioso na deslocação feita até à Póvoa (48-53). Em 3.º lugar surge, então, a formação do Algés, com menos uma partida realizada.
No próximo dia 26, sábado, a competição continua com as líderes do campeonato a visitarem o Guifões SC e o Vitória SC e com o SC Coimbrões, Algés e Juvemaia a receberem, em casa, o Clube Galitos, SIMECQ, CD Póvoa e o Carnide, respetivamente.
Portugueses lá fora
Sortes diferentes para os portugueses na Nationale 2, em França. Assim o ditava a matemática, já que o Lyon Métropole de Valter Mendes recebeu o Meylan Grenoble de Nuno Neves, que derrotou por renhidos 54-50. O equilíbrio reinou de tal modo que só a 5 minutos do final do encontro o Lyon Métropole soube o que era liderar e pela margem mínima – 43-42 -, mas vamos às incidências iniciais. Neste dérbi regional de Ródano-Alpes, os visitantes impuseram-se no período inaugural, 10-17, construindo uma vantagem significativa, que os lioneses conseguiram encurtar gradualmente e chegar ao intervalo 3 pontos abaixo no marcador – 22-25. No reatar do encontro, pouco ou nada mudou, e persistiu o domínio do jogo interior da equipa de Grenoble, que se revelava intransponível na defesa, e por isso voltou a ver espelhada a sua superioridade no marcador de forma mais vincada, terminando o 3.º quarto com o resultado de 33-41. O 4.º período não se avizinhava fácil, mas a alteração da estratégia defensiva, que passou a contemplar uma pressão a campo inteiro, rendeu vários roubos de bola, o que aliado ao maior acerto na concretização levou o Lyon Métropole à liderança. A agressividade caraterística dos últimos minutos de um jogo em aberto provocou várias idas à linha de lance livre de parte a parte, mas quem resistiu foram mesmo os anfitriões lioneses que assim somam a quinta vitória em seis jogos. Do lado do Lyon Métropole Valter Mendes atuou 13 minutos, durante os quais averbou 3 ressaltos e 1 roubo de bola, enquanto por Meylan, Nuno Neves marcou 9 pontos.
Ainda em França, Yuri Fernandes esteve em plano de evidência, na vitória do seu Mulhouse na deslocação à Alsácia frente ao Illkirch por 34-57. O extremo luso, ex-Trovões do Barreiro, jogou durante 20 minutos e registou 14 pontos, 9 dos quais no 1.º período, 5 ressaltos e 4 assistências.
Em Espanha, o CP Mideba de Pedro Bártolo perdeu pela 3.ª vez consecutiva, numa autêntica debacle em casa perante o último classificado, Zuzenak Vitoria, por 45-48. À letargia ofensiva, entrecortada por breves períodos de acerto no lançamento exterior, juntou-se a permissividade na defesa que proporcionou ataques cómodos na área pintada a Pablo Miguel Lopez “Piti”, melhor marcador do encontro com 19 pontos, e a Ruben Viso, letal a 4 metros, tendo sido responsável por outros 15 pontos. O base português Pedro Bártolo foi mais um com pontaria desafinada (3/12), apesar dos 3 lançamentos exteriores quase consecutivos no 3.º período e que permitiram aos estremenhos entrar para o quarto derradeiro com uma vantagem de 7 pontos. Aí, inexplicavelmente, Mideba consentiu penetrações fáceis a Vitoria e no ataque continuou a falta de ideias, disfarçada até então pelos contra-ataques e lançamentos exteriores bem sucedidos.
Na Alemanha, Paulo Soeiro atuou os 80 minutos na jornada dupla do Lux Rollers, na liga regional, onde permanece invicto depois de somar mais duas vitórias. A primeira aconteceu contra os Hot Wheelers, de Karlsruhe, que não conheciam até então o sabor da derrota, e dificultaram muito a missão dos luxemburgueses. Ao intervalo, o marcador assinalava 19-26 favorável aos Lux Rollers, que só depois escaparam definitivamente no marcador e arrecadaram os 2 pontos graças ao resultado de 35-56. O extremo português marcou 4 pontos. No segundo encontro, de menor grau de exigência, a vitória pendeu novamente para os Lux Rollers, que abordaram com tranquilidade o conjunto Team´99 Aschaffenburg. Dado que ao intervalo a vantagem já ascendia a quase 30 pontos – 47-18 -, o 2.º tempo serviu para testar diversas soluções de ataque e defesa, chegando ao fim o encontro com 79-41. Desta feita, Paulo Soeiro apontou 8 pontos.
Por fim, em Itália, na Série A, Santa Lucia estreou-se a vencer na visita ao Special Sport Bergamo Montello, por 44-59. Nota mais para Marco Stupenengo, base internacional italiano que se mostrou com mão “quente”. O poste Ismael de Sousa jogou os últimos 3 minutos.
“Temos condições para lutar pelo título”
Estivemos à conversa com o jogador, que nos deu conta do seu sentido coletivo e da convicção de que o Vitória tem uma palavra a dizer nas contas do título.
Nem a forte influência de Pedro Pinto no rendimento vitoriano, neste campeonato, retira o foco total do base/extremo no sentido coletivo: “A equipa toda é que tem sido responsável. No global as coisas têm corrido bem”, afirmou o internacional luso.
Na última jornada, em que o Vitória SC bateu o FC Porto, Pedro Pinto sobressaiu com dez assistências em 23 minutos jogados, mas o atleta até nos confidenciou que não entrou bem na partida: “No jogo com o FC Porto as coisas nem me estavam a correr bem em termos de concretização, ao contrário dos meus colegas, mas a minha missão passa mais por assistir e não marcar, como base que sou”, adiantou.
Depois de um início de temporada algo aquém das expectativas, a turma da cidade-berço tem melhorado de produção, e de que forma, como se provou também pelo triunfo de há duas rondas, face à UD Oliveirense. Sinal de força por parte do Vitória SC? Pedro Pinto pensa que sim e mostra ambição: “Nós acreditamos que temos condições para lutar pelo título, temos confiança nisso, ainda para mais depois destes resultados”, vincou.
E para terminar, mais uma vez, os objetivos do clube em prol de metas individuais: “Quero ajudar sempre a equipa a ganhar. Espero que as coisas corram bem a nível individual, mas principalmente em termos coletivos”, projetou uma das figuras da nossa Liga.
Terceira Basket Club vence dérbi de Angra do Heroísmo
Já na Zona Norte, Dragon Force FC Porto e SC Vasco da Gama, guias da prova, também saíram por cima, tendo encontro marcado na jornada do próximo fim de semana.Num duelo entre equipas de Angra do Heroísmo, cidade açoriana, o Terceira Basket Club bateu o Angra Basket, por 63-83, continuando assim no comando da Zona Sul da Proliga, com os mesmos pontos do Barreirense, que regressou aos triunfos.
Nota: Foto a cargo de Pedro Alves/Diário Insular
Zona Sul
O Terceira Basket Club somou o segundo triunfo consecutivo na Proliga, ao bater o Angra Basket por 63-83, num dérbi da cidade de Angra do Heroísmo.
Do lado da formação vencedora, destaque para Mohamed Camara (11 pontos, 22 ressaltos e 4 assistências), ao passo que na equipa da casa foi Carlos Dias quem mais sobressaiu (8 pontos e 10 ressaltos).
Também o Barreirense, apenas com um desaire na prova, tal como o Terceira Basket, não vacilou, derrotando na Margem Sul do Tejo a Física de Torres Vedras (93-80).
Por seu turno, noutro dérbi, mas de Lisboa, o SL Benfica B levou a melhor diante da Academia do Lumiar (89-60), enquanto o Belenenses, no penúltimo lugar da classificação, bateu o pé (57-52) a um Estoril Basket que vinha de vitórias frente as dois primeiros da tabela.
Zona Norte
De forma similar, na Zona Norte o duo que lidera a competição, apenas com uma derrota, saiu com motivos para sorrir desta sétima jornada.
O Dragon Force FC Porto superiorizou-se em casa ao Casino Ginásio (63-59), tendo o SC Vasco da Gama triunfado na deslocação a Guifões por 55-79.
Já o Académico FC sobressaiu com uma importante vitória (37-54) no reduto do Esgueira/OLI, enquanto a A.D. Sanjoanense se reencontrou com o rumo do êxito, algo que não conseguia desde 19 de outubro, ao bater, em São João da Madeira, o Aliança Sangalhos por 59-52.
Galitos Barreiro vence Ovarense e sobe ao terceiro lugar
Com este resultado, a formação da Margem Sul do Tejo subiu ao terceiro lugar da classificação, quebrando a boa série vareira, que vinha em três triunfos consecutivos.
Durante muito tempo o equilíbrio foi a nota dominante do desafio, sendo que ao intervalo a Ovarense até comandava o marcador (35-39).
No terceiro período, o Galitos passou para a liderança, acabando por se afastar no último quarto, fixando assim uma vantagem superior à dezena de pontos (82-71).
Num duelo no qual houve uma interessante eficácia a partir da linha de três pontos, há a destacar em termos individuais, no conjunto barreirense, Jarred Jackson (24 pontos e 5 assistências), Josimar Cardoso (17 pontos) e Stephen Grosey (13 pontos), ao passo que do lado vareiro sobressaíram Jaime Silva (23 pontos), Nicholas Novak (22 pontos) e Bryce Douvier (10 pontos e 8 ressaltos).
Cinco diferenças em relação ao basquetebol a “pé”
1 – A pontuação funcional de cada jogador, que abordámos noutro artigo determina na esmagadora maioria das vezes a posição que assume em campo. O facto do atleta de maior funcionalidade se poder sentar mais alto na cadeira, com pouco apoio de costas, e sem que isso comprometa o seu equilíbrio, faz com que aqueles pontuados com 3.5, 4.0 ou 4.5 tenham reservadas de antemão as funções de poste – não invalidando que se perfilem como jogadores mais “exteriores” ou bases. Pelo contrário, o atleta de pontuação funcional 1 desempenha quase sempre as tarefas do extremo, uma vez que carece de mobilidade quer para atuar nas posições interiores, quer na distribuição de jogo. Ainda assim, assiste-se a uma tendência para que o base também possa ser um atleta de pontuação 1, sobretudo se o mesmo for bom atirador. Isto porque prevalecem as defesas zona 1-2-2 e o defensor do meio é o responsável pelas “ajudas”, libertando o atleta adversário da posição 1 para lançar ou passar com maior comodidade;
2 – O “Man Out” constitui uma pedra basilar do bcr. Na elite, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de bcr, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária;
3 – A hegemonia do jogo interior. Atendendo ao explanado anteriormente, ou seja, ao espaço significativo ocupado pelas cadeiras e à dificuldade consequente de recuperar a posição, assim como devido à maior mobilidade e altura dos jogadores de elevada funcionalidade, uma vez que estes penetram na “área pintada”, torna-se espinhoso desarmá-los, inclusive por outros de igual funcionalidade e altura. Há que lembrar que saltar não é possível, apesar de o “tilting” o ser – ação de colocar a cadeira apoiada numa só roda, ora com o objetivo de limitar o adversário com bola, ora com o intuito de ganhar espaço para o lançamento -, o que massifica uma outra prática no bcr: a utilização do “Mismatch”. Tal obriga a trocas constantes na defesa entre jogadores de elevada e baixa funcionalidade de modo a que se equiparem aos seus homólogos adversários;
4 – A menor preponderância do bloqueio direto. O desafio inerente a controlar a cadeira e a bola em simultâneo diminui significativamente a frequência do bloqueio direto no bcr. Porém, não significa que o mesmo esteja “interdito”, dado que são muitos os jogadores com agilidade e capacidade de drible para se desembaraçarem de um adversário através do bloqueio direto. Essa circunstância dá-se mais amiúde nos momentos de transição rápida para o ataque ou até em ataque organizado se houver um espaço amplo para o desenrolar da jogada no “pós-bloqueio” e o portador da bola for competente na rotação da cadeira;
5 – Predominam as defesas em zona fechadas por essencialmente duas razões: o espaço que as cadeiras ocupam fazem de qualquer bloqueio “letal”, forçando maior resguardo para evitar o jogo interior, que impera no bcr; o lançamento exterior, sobretudo o de 3 pontos, regista-se com menor frequência, facto facilmente explicável pela exigência física que comporta lançar de uma cadeira de rodas, sem saltar, e à custa da força de braços, mais desgastados, uma vez que são não só responsáveis pelas ações técnicas de passe, lançamento e drible, como também pela mobilidade do atleta. Paradoxalmente, numa situação de grande disparidade física e/ou de velocidade entre as duas equipas, apesar da eficácia do bloqueio, assiste-se a defesas homem a homem a todo o campo regularmente ou em “banana”, posicionando-se os defensores ao longo da linha dos 3 pontos.
UD Oliveirense quebra invencibilidade benfiquista
Os comandados de José Ricardo redimiram-se assim do desaire sofrido em Guimarães, provando que são uma das equipas a ter em conta, e de que forma, neste campeonato.
Também em relação a esta jornada, de salientar o segundo triunfo da competição para o Eléctrico F.C., no reduto do Lusitânia, nos Açores, por 62-75.
Curiosamente, em Oliveira de Azeméis até foi o Benfica que entrou melhor no desafio, chegando a dispor de um avanço de nove pontos (9-18), margem que foi atenuada até ao segundo período (18-23).
Os donos da casa foram-se aproximando no marcador, numa clara subida de rendimento, acabando por chegar à vantagem (34-33) a 1:57 do intervalo, resultado que se manteve até lá.
No reatar da partida, os “encarnados” até pareciam lançados em readquirir a dianteira das operações, mas a partir da segunda metade do terceiro quarto a Oliveirense voltou à mó de cima, chegando aos derradeiros dez minutos com um avanço de seis pontos (55-49).
A turma de Oliveira de Azeméis, já no último período, parecia estar definitivamente no trilho da vitória, alcançando um resultado de 72-62 a 2:09 do soar da buzina, mas na reta final do desafio as “’águias” deram um ar da sua graça, conseguindo um parcial de 0-4 em apenas seis segundos, o que deixava tudo em aberto com o 76-74 verificado a 12 segundo do término da partida.
Mas a Oliveirense acabou mesmo por arrancar um precioso triunfo (78-75), beneficiando, e muito, do número muito elevado de turnovers do clube da Luz (27).
No que toca à estatística, do lado do conjunto visitado, há a ressalvar as prestações de James Ellissor (24 pontos e 4 ressaltos), Elvis Évora (13 pontos) e Arnette Hallman (11 pontos e 4 ressaltos), ao passo que nos vice-campeões nacionais estiveram em evidência Damian Hollis (22 pontos e 8 ressaltos), Raven Barber (12 pontos e 8 ressaltos) e Derek Raivio (15 pontos).
Eléctrico F.C. volta a sorrir
Com um triunfo nos Açores diante do Lusitânia, por 62-75, o Eléctrico F.C. regressou aos bons resultados, após um jejum que durava desde 15 de outubro.
Depois de uma primeira parte equilibrada, o conjunto alentejano colocou-se no rumo do êxito graças a um bom terceiro período.
Quanto à estatística, na equipa do Lusitânia, destacaram-se Christopher Matagrano (28 pontos e 8 ressaltos), António Monteiro (9 pontos e 9 ressaltos) e Garrius Holloman (9 pontos e 8 ressaltos), sendo que no Eléctrico assumiram o papel principal Diogo Ventura (21 pontos, 5 ressaltos e 7 assistências), João Torrié (17 pontos e 9 ressaltos) e João Lanzinha (11 pontos e 5 ressaltos).
“Conquistadores” batem FC Porto na cidade-berço
Os “conquistadores” efetuaram uma primeira parte de grande nível, começando assim a construir um resultado extremamente moralizador.
Por seu turno, na Madeira, o CAB regressou às vitórias, com a vítima a ser o Maia Basket/Escape Forte (93-77).
Depois de bater a UD Oliveirense na última semana, o Vitória SC reafirmou o seu estatuto no campeonato, obtendo uma importante vitória frente ao FC Porto, forte candidato ao título.
E o sucesso minhoto começou a desenhar-se, e de que forma, na primeira parte, durante a qual os comandados de Fernando Sá revelaram uma grande eficácia, que se traduziu num 21-14 após o quarto inicial e num avanço de 15 pontos ao intervalo (43-28), após um parcial de 11-0 no segundo período.
O descanso parece ter feito bem aos ‘dragões’, que então despertaram e recuperaram distâncias, ao ponto de à entrada para o derradeiro quarto a desvantagem se situar em três pontos (55-52).
Até ao soar da buzina, o Vitória SC resistiu na liderança, embora o FC Porto chegasse a estar pertíssimo da formação da cidade-berço (73-71), a 11 segundos do fim, mas estava escrito que os donos da casa venceriam, consumando-se o resultado de 74-71.
Em termos individuais, num desafio com dados estatísticos muito equilibrados, há a destacar na turma vitoriana Paulo Cunha (10 pontos, 12 ressaltos e 4 assistências), Andrew Ferry (17 pontos e 3 ressaltos) e Pedro Pinto (7 pontos e 10 assistências), ao passo que na formação “azul e branca” salientaram-se José Silva (21 pontos e 6 ressaltos), Nicholas Washburn (8 pontos e 8 ressaltos) e Pedro Bastos (13 pontos e 3 assistências).
CAB Madeira supera Maia Basket
O CAB regressou aos resultados positivos (93-77) face a um Maia Basket/Escape Forte que havia triunfado na ronda anterior.
A equipa orientada por João Paulo Silva “pegou” no jogo a partir do segundo período, acabando por controlar as operações até final.
No conjunto insular sobressaíram Fábio Lima (17 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências), Frederick Gentry (18 pontos e 4 ressaltos) e Alex Marzette (21 pontos), enquanto no adversário maiato tiverem um melhor desempenho Antonio Robinson (18 pontos, 8 ressaltos e 6 assistências), Nuno Marçal (20 pontos e 6 ressaltos) e Troy Brewer (18 pontos).
“Vamos dar tudo para vencer o Benfica”
A formação de Oliveira de Azeméis ocupa o quarto lugar da classificação e vem de uma derrota frente ao Vitória SC, defrontando nesta sétima jornada o líder invicto da Liga Placard, moralizado também pela excelente campanha europeia.
Portanto, certamente que não faltará emoção no Pavilhão Doutor Salvador Machado entre dois históricos do nosso campeonato.
Do lado da Oliveirense há a noção do poderio benfiquista, mas a ambição é grande, a avaliar pelas palavras de Arnette Hallman, extremo-poste dos donos da casa, que esta temporada reforçou o clube: "Vamos dar tudo para vencer o Benfica. Não temos tanto talento, mas acho que em termos de equipa somos melhores. A Oliveirense está a apostar forte no basquetebol e por isso queremos mostrar que temos plantel para ganhar", afirmou.
Para o atleta de 28 anos, as "águias" são uma equipa muito forte que ele conhece muito bem, até pelo seu passado na formação do Benfica e pelas amizades que lá deixou: "Esperamos um jogo difícil diante de um Benfica que é uma das equipas mais difíceis. Tenho carinho pelo Benfica, até porque sou de Lisboa e tenho muitos amigos na Luz, sendo que o Carlos Andrade é mesmo um dos meus melhores amigos", confessou Arnette.
Por seu turno, nas hostes "encarnadas", a vontade de vencer é a de sempre, mas com toda a cautela face à qualidade da Oliveirense, como se pode constatar pelas palavras de Nuno Ferreira, treinador-adjunto do Benfica, proferidas à BTV: "É mais um importante jogo para o campeonato, uma prova que é muito importante. Vamos defrontar a Oliveirense e estamos avisados, porque a época passada passámos por um mau bocado. É uma equipa que se reforçou muito bem, não esperamos um jogo fácil”, analisoo o treinador.
A habitual força oliveirense nos jogos em casa não passou despercebida a Nuno Ferreira, pese o favoritismo do conjunto da Luz: "O Benfica é favorito em todos os jogos. Agora temos que demonstrar este favoritismo dentro de campo, começando por respeitar sempre os adversários, neste caso, a Oliveirense. Sabemos que do outro lado está uma excelente equipa, uma equipa que faz do seu coletivo o ponto forte. É uma equipa forte em casa”, considerou.
Ovarense em bom momento visita Barreiro
A jornada 7 da Liga Placard ficará completa no domingo com a realização do Galitos Barreiro vs Ovarense Dolce Vita, com início marcado para as 18 horas, num duelo que se prevê intenso.
O conjunto vareiro visita a Margem Sul do Tejo em busca do quarto triunfo consecutivo, mas terá pela frente um Galitos que é o atual terceiro classificado, apenas com duas derrotas.
“Temos vindo a crescer”
E um deles será o Vitória SC vs FC Porto, com transmissão direta na FPB TV a partir das 18 horas, num duelo que reunirá equipas com aspirações na prova.
Paulo Cunha, extremo do emblema vimaranense que durante 10 anos alinhou pela equipa sénior dos “dragões”, anteviu este encontro em declarações prestadas à FPB.
É um dos desafios mais aguardados da sétima jornada da Liga Placard, aquele que oporá o VItória SC ao FC Porto, em Guimarães.
Atualmente no meio da tabela, a equipa da casa espera derrotar os campeões nacionais, embora a tarefa não se afigure fácil, conforme nos disse Paulo Cunha, extremo vitoriano, que disse ainda não se tratar de um jogo especial este, diante da sua anterior equipa: "Espero uma partida renhida, complicada, tanto para nós como para eles, sendo que o FC Porto é forte, é o atual campeão nacional, mas nós queremos continuar no rumo das vitórias", afirmou.
O atleta de 36 anos deu-nos conta da evolução do conjunto da cidade-berço: "Temos vindo a crescer, estamos mais consistentes em termos defensivos, o ataque está mais organizado. Por isso mesmo não podemos permitir que o FC Porto marque muitos pontos", avançou Paulo Cunha.
Após um início de temporada algo irregular, o Vitória SC bateu a UD Oliveirense na semana passada, resultado que poderá ter sido o impulsionador para um futuro positivo, segundo Cunha: "Começámos mal a época, vínhamos de duas derrotas consecutivas, portanto foi muito importante vencer uma equipa bastante forte como a Oliveirense. Foi muito motivador para os jogadores e para a equipa técnico", assumiu o extremo.
Por seu turno, em relação à formação "azul e branca", que apenas averbou um desaire até agora e que tem um jogo em atraso, há o desejo de triunfar, até porque esse é o ADN do "dragão", adiantou Sasa Borovnjak, reforço do FC Porto para esta temporada, em declarações prestadas ao site oficial do clube e ao Porto Canal: “Penso que somos favoritos para este jogo. Somos campeões e jogamos sempre para ganhar, não fugindo este desafio à regra. Temos, no entanto, que estar muito concentrados e muito bem preparados para conseguir a vitória.”
O poste sérvio deixou elogios ao adversário minhoto: "O Vitória SC é uma boa equipa, com bons executantes, que considero estar melhor do que ano passado, porque mantém a mesma base", referiu Borovnjak, que ainda salientou a "força e a união" trazidas pela campanha europeia, apesar dos resultados.
Sétima ronda também passa pela Madeira e Açores
Este sábado teremos ainda um CAB Madeira vs Maia Basket/Escape Forte (14h30), que colocará frente a frente equipas vindas de sensações diferentes: os donos da casa saíram derrotados há uma semana, diante da Ovarense Dolce Vita, enquanto a turma maiata se superiorizou ao Sampaense Basket, sendo que ambos os conjuntos somam duas vitórias na competição.
Mais tarde, às 16h45 (17h45 em Portugal Continental e na Madeira), irão defrontar-se Lusitânia e Eléctrico F.C., que na anterior jornada averbaram desaires frente ao Iliabum Clube e SL Benfica, respetivamente, com o objetivo em mente de fugir à segunda metade da tabela classificativa.
Lista de convocados da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas
Na sua primeira etapa enquanto Selecionador Nacional de basquetebol em cadeira de rodas, o técnico incluiu muitas caras novas e inaugurou ainda o grupo de Potenciais Talentos, um grupo composto essencialmente por jovens jogadores e outros em fase de evolução.
A Seleção Nacional irá concentrar-se pela primeira vez desde o Campeonato da Europa, que se realizou na Bósnia-Herzegovina, em julho, no qual foi despromovido ao Grupo C, para iniciar a preparação para o Europeu de categoria a disputar no próximo verão. Os eleitos por Marco Galego foram: Henrique Sousa 1.0, Filipe Carneiro 2.0, José Miguel Gonçalves 3.0 e Márcio Dias 4.5 (APD Braga); Carlos Cardoso 1.0 e Hélder Freitas 3.5 (APD Paredes), Nelson Oliveira 1.0 e Iderlindo Gomes 4.0 (APD Leiria); Christophe da Silva 1.0 (Meaux – França); Rui Nicolau 1.0, Pedro Gonçalves 3.5, Hugo Lourenço 4.0 e Paulo Taborda 4.5 (APD Sintra/Sporting Clube de Portugal); Marco Gonçalves 1.5 e Hugo Maia 2.5 (GDD Alcoitão); Pedro Bártolo (CP Mideba – Espanha)
O estágio prevê ainda uma novidade, que será a participação de um outro grupo de atletas designados “Potenciais Talentos”, onde se inserem essencialmente jogadores jovens, assim como outros com margem de progressão. As escolhas da equipa técnica nacional recaíram em: Sílvio Nogueira 2.5 (APD Braga); Paulo Araújo 1.0 e Luís Ribeiro – pontuação por atribuir – (APD Paredes); Rafael Andrino 1.5 e João Pedro 2.5 (APD Leiria); Daniel Tristão 1.5, Emanuel Soares 2.5 e Ângelo Pereira 2.0 (APD Lisboa); Lassana Indjai 1.0 e Rui Nascimento 4.0 (GDD Alcoitão); Carlos Passos 1.5 e Humberto Miranda 4.0 (APD Sintra/Sporting Clube de Portugal); Jaime Nascimento 1.5 (CD Os Especiais).
Estão previstas para ambos os grupos 4 sessões de trabalhos, nos dois dias de estágio, que terá lugar no Pavilhão da Escola Básica de Cascais.
Além de Marco Galego, Selecionador Nacional, a equipa técnica compõe-se por Ricardo Vieira, treinador-adjunto, Nuno Fonseca, Osteopata, e Augusto Pinto, Team Manager.
Portugueses lá fora
Em Itália, ainda não foi desta que Ismael de Sousa somou a primeira vitória, já que o Santa Lucia perdeu frente aos atuais campeões, Briantea 84 Cantù, por expressivos 46-77.
Nota: Jogo do CP Mideba Extremadura na foto
Exibição de gala do CP Mideba, no campo do todo-poderoso CD Ilunion, atual campeão espanhol e da Europa, que conta nas suas fileiras com 7 atletas que marcaram presença nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro. Apesar da derrota, os estremenhos, que se deslocaram a Madrid com apenas 7 jogadores, tendo somente sido utilizados 6, demonstraram que a derrota no fim de semana transato com Clinicas Rincon Amivel de Málaga não espelha o seu potencial. O conjunto comandado por Jorge Borba Cintas entrou determinado no encontro, imprimiu agressividade na defesa, consentindo poucas facilidades no jogo interior aos irmãos Zarzuela, e revelou-se incisivo no ataque, ao intercalar lançamentos exteriores com transições rápidas e contra-ataques. O 1.º período fechava com 16-20 favoráveis aos visitantes, pouco depois de Pedro Bártolo ampliar a vantagem da equipa de Badajoz com um triplo. Numa exibição coletiva sólida, o base português foi mais um em bom plano, ao registar 10 pontos (2 lançamentos de 2 pt e 2 triplos), 3 assistências, 1 ressalto e 1 roubo de bola. Porém, como seria previsível, a reação do CD Ilunion não se fez esperar e rapidamente a equipa orientada por Jose Artacho, que acumula as funções de selecionador espanhol, assumiu a liderança. Os madrilenos apertaram na defesa, carregaram no jogo interior e gradualmente afastaram-se no marcador, indo para o último quarto com vantagem de 15 pontos. A qualidade dos campeões em título, aliada ao cansaço dos estremenhos, forçados a um enorme desgaste face à escassez de banco, determinaram o vencedor da partida, ilustrando um desequilíbrio que na realidade não existiu de modo tão acentuado. 74-55 no final.
Em Itália, Ismael de Sousa voltou a gozar de alguns minutos com a camisola de Santa Lucia e estreou-se a marcar (3 pontos), na receção aos atuais campeões, UnipolSai Briantea 84 Cantù, donos de um plantel invejável, onde sobressaem nomes como o medalhista de ouro norte-americano Brian Bell, o argentino ex-Santa Lucia, Adolfo Berdun, o espanhol Jordi Ruiz – prata no Rio de Janeiro – ou o italiano Ahmed Raourahi. Sem surpresa, os visitantes impuseram-se de forma peremptória, alcançado um triunfo com uma vantagem de mais de 30 pontos – 46-77.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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