Artigos da Federaçãooo

Médicos ligados ao basquetebol na luta contra a COVID-19

Através de videochamada, a FPB esteve à conversa com Pedro Pereira e Carla Ribeiro, dois médicos ligados ao basquetebol que se encontram “no terreno” no que diz respeito à luta contra a COVID-19.

Pedro Pereira é médico gastroenterologista no Hospital de São João, no Porto, e diretor clínico da Ovarense, enquanto Carla Ribeiro é médica na Unidade de Saúde Familiar Portas do Arade, em Portimão, e uma antiga jogadora internacional.
Vejam aqui as entrevistas:
https://www.youtube.com/watch?v=jKvqPcIRXIg

Manuel Fernandes na Edição da Manhã da SIC Notícias

O Presidente da FPB, Manuel Fernandes, esteve presente na Edição da Manhã, bloco noticioso da SIC Notícias, onde abordou o cancelamento dos campeonatos nacionais de Andebol, Basquetebol, Hóquei em Patins e Voleibol, assim como as medidas a ter em conta para o futuro das modalidades.


“Não pares em casa”

Bruno Silva, treinador-adjunto da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas (BCR) e do Basket Clube de Gaia, e licenciado em Educação Física, preparou um treino de resistência muscular local dirigido a atletas de BCR.
Para ver aqui o vídeo com todas as indicações. Em anexo está o documento escrito com os vários pontos do treino.


2007 e 2011: Europeus para a eternidade (parte II)

Luís Avelãs e Pedro Belo da Fonseca, jornalistas do Jornal “Record” e da Agência “Lusa”, respetivamente, têm duas coisas em comum: uma enorme paixão pelo basquetebol (ambos já praticaram a modalidade) e viveram de perto as participações de Portugal nos Europeus de 2007 e 2011.

Podemos dizer que Luís Avelãs é um privilegiado, pois seguiu no terreno as Seleções Nacionais em Espanha e na Lituânia. O experiente jornalista lembra todos os anos em que acompanhou Portugal, até que o sonho se tornou realidade: “Ao longo dos anos marquei presença em muitos jogos da Seleção e lembro-me de estar em várias fases iniciais de apuramento para o Europeu, concentradas, onde invariavelmente Portugal era qualificado para a segunda fase, mas em que depois, sem surpresa, não conseguia seguir em frente. Passou muito tempo, mas a verdade é que esse desejo cumpriu-se. É sempre especial estar numa competição dessas e ver lá o nosso país”, afirma.
No Europeu de 2011 a tarefa portuguesa revelou-se mais complicada por diversos fatores, segundo Luís Avelãs: “Em 2011 a equipa tinha menos poderio atlético, alguns elemento pouco rodados ao mais alto nível, menos entrosamento, não fez uma preparação tão forte e não apareceu na sua máxima força. Ainda assim, Mário Palma conseguiu “inventar” soluções e não ficámos assim tão longe de poder ganhar jogos, nomeadamente diante da Polónia”, recorda.
Avelãs reconhece que o Europeu de 2007 foi particularmente “especial” para si, visto que acompanhou quase toda a preparação, e elenca os pontos fortes da turma lusitana: “A defesa aguerrida, sem receio de enfrentar os gigantes adversários, era um dos seus principais trunfos. Isso e a confiança que os jogadores adquiriram por parte do Valentyn Melnychuk, que “mexia” na cabeça dos jogadores, sem esquecer uma preparação muito bem delineada e um grupo de atletas dispostos a tudo para conseguir algo numa oportunidade que ninguém sabia se voltaria a aparecer nas suas carreiras. João Santos e “Betinho” surgiram muito bem no Europeu, mas Philippe da Silva raramente esteve ao seu melhor nível (bastaria perto do que fez na preparação para tudo ser melhor) e Sérgio Ramos pouco ou nada contou (por razões que já não interessa debater) quando ainda podia ajudar imenso”, analisa.
Igualmente em Espanha esteve Pedro Belo da Fonseca, que não esconde o entusiasmo quando relembra a quantidade de craques na grande competição: “Foi uma sensação incrível poder acompanhar a Seleção portuguesa numa fase final, junto aos melhores jogadores da Europa, a uma série de estrelas da NBA (Nowitzki, Gasol, Parker, Kirilenko, Belinelli, Calderón…), e num país que “respira” basquetebol”, refere.
O jornalista de 50 anos explica a receita do sucesso: “Penso que o segredo para o sucesso foi a união que existia entre jogadores, técnicos e também dirigentes. Portugal não tinha grandes talentos, não tinha nenhum jogador a alinhar ao mais alto nível, mas conseguiu criar um conjunto sólido, que, muito bem conduzido por Valentyn Melnychuk (a quem envio um grande abraço), acreditou que poderia surpreender e mostrar, num grande palco, que também sabia jogar basquetebol”, salienta.
Pedro Belo da Fonseca faz questão de recordar a histórica passagem à 2.ª fase, que culminaria na obtenmção do 9.º lugar: “Portugal parecia condenado à eliminação, pois era preciso que a Croácia, que tinha perdido com a Letónia, vencesse a Espanha. O jogo foi depois do de Portugal e acho que ninguém acreditava (eu tinha dito à minha mulher que ia para casa no dia seguinte…), mas o “milagre” aconteceu, com os croatas a vencerem a equipa da casa por um ponto. Portugal estava na segunda fase, em Madrid, no palco principal e, ainda mais desinibido, aproveitou para brilhar e conseguir nova grande vitória, face a Israel, com o “Betinho”, Jordão, Philippe da Silva e o João Santos em grande, entre derrotas com a Rússia e a Grécia. Melhor era impossível. Espero que um dia se repita”, deixa o desejo.

Comunicado da Direção da FPB | 29 abril 2020

A Direção da Federação Portuguesa de Basquetebol emitiu um comunicado sobre as competições e títulos nacionais 2019/2020, as descidas e subidas de divisão, a validade das inscrições e as competições europeias 2020/2021.

 

Este comunicado da FPB, que está em anexo nesta notícia, surge no seguimento das decisões já publicadas no Comunicado no 143-2019/2020, de 8 de abril de 2020, depois de ouvidos todos os clubes participantes nas cinco principais competições de seniores, as Associações Distritais/Regionais e as associações de agentes, e em estreita articulação com a Federação de Andebol de Portugal, a Federação de Patinagem de Portugal e a Federação Portuguesa de Voleibol.

 


Comunicado conjunto FAP, FPB, FPP e FPV

Após um conjunto alargado de reuniões com as respetivas estruturas – clubes, associações e demais representantes dos agentes desportivos -, a Federação de Andebol de Portugal, a Federação Portuguesa de Basquetebol, a Federação de Patinagem de Portugal e a Federação Portuguesa de Voleibol, decidiram emitir um comunicado conjunto relativo às competições nacionais, fortemente afetadas pela pandemia de COVID-19.

 

O comunicado conjunto das quatro federações, que pode ser consultado no anexo desta notícia, aborda o quadro competitivo 2019/2020, a atribuição de títulos nacionais na época 2019/2020, as descidas e subidas de divisão, a validade das inscrições e as competições europeias 2020/2021.

 

Remete-se para o comunicado oficial de cada uma das Federações qualquer outro detalhe específico sobre as respetivas competições.


“Em Linha” com Marco Galego

Treinador desde 1996, abraçou a vertente sobre rodas da modalidade em 2014, para orientar o colosso espanhol, Mideba Extremadura. Chegou ao cargo de selecionador nacional de BCR na época 2016-17, função que acumula com a de treinador na formação da ABA – Associação Basquetebol Albicastrense. O técnico elvense Marco Galego é o protagonista da segunda edição do “Em Linha”. 

Ano de iniciação como treinador (Basquetebol a pé e/ou BCR): Basquetebol a pé – 1996; BCR – 2014
Clubes/seleções orientados: Portugal – Clube Elvense de Natação, O Elvas CAD, Eléctrico Futebol Clube (na Liga Placard), Associação de Basquetebol Albicastrense, Seleções Regionais do Alentejo, Seleção Nacional de BCR; Espanha – Baloncesto Femenino Badajoz, Asociación Baloncesto Pacense, Guadalupe Baloncesto Pacense, Mideba Extremadura (BCR), Baloncesto Badajoz, Seleção Zonal da Extremadura
Palmarés: Campeão do Alentejo de juniores femininos; Campeão da Extremadura de juniores femininos; Subida à Liga feminina (Espanha); Subida à Liga feminina 2 (Espanha); Campeão da 1.ª Divisão feminina (Espanha).
Jogo(s) da tua vida (e porquê): o jogo de subida à Liga Feminina, em que levámos toda a noite a prepará-lo. De todos os rivais que havia, era o que tínhamos menos conhecimento; começa o jogo e aos 4 minutos estamos a perder 24-2. Sem descontos de tempo já, até ao fim foi um “step by step” até à vitória. O jogo da  Final Four da Taça do Rei em BCR, que começou com uma dura homenagem ao nosso falecido atleta, Luis Blancas. Claramente o jogo mais duro da minha vida.
Que mensagem dirigias a um treinador hesitante em treinar BCR?
É a experiencia mais incrível que alguma vez vais poder experimentar, com atletas simplesmente incríveis e sem limites. Se no basquetebol a pé houvesse 20% do espírito de superação do BCR, teríamos atletas nas melhores ligas da europa.
Quais os treinadores que exercem maior fascínio sobre ti e porquê? 
José Pedrosa, pessoa com quem aprendi o bê-a-bá do basquetebol; Fernando Mendez, com ele aprendi a ser treinador; Norberto Alves, a minha referência em Portugal, desde que foi meu preletor do curso de grau 2; Jota Cuspinera, pela sua forma simples e direta na comunicação; Ricardo Vieira, pela pessoa que é e pelo muito, mas mesmo muito, que sabe de BCR.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por treinar BCR. 
Esse momento era com o jogador Paco, do Mideba, já que nunca jogava com cintos, logo, cada vez que havia um choque, lá ia ele voar.
Quais as competências que consideras essenciais para ser um treinador de sucesso?
Seguir sempre os nossos princípios, não treinar, não colocar a jogar um atleta só para agradar alguém. Ter sempre na mente que o mais importante é a equipa.
Em linha, a defesa que todos os treinadores querem, mas poucos conseguem. Qual a receita para lá chegar? 
Muita comunicação entre os atletas, forte domínio da cadeira e, obviamente, uma boa capacidade física.
Nota: A defesa em linha é a mais cobiçada pelos treinadores de BCR. Consiste em dispor os atletas ao longo da linha dos três pontos, limitando o raio de ação e tempo de ataque da equipa adversária.

Reunião de juízes e comissários técnicos

Este sábado (17 horas), 2 de maio, o Conselho de Arbitragem vai promover uma reunião de juízes nacionais e comissários técnicos por videoconferência, através do Portal de Arbitragem.


2007 e 2011: Europeus para a eternidade

As participações de Portugal nos Europeus masculinos de 2007 e 2011 estarão perpetuadas na história do basquetebol nacional. Valentyn Melnychuk, que comandou a Seleção em Espanha, e Mário Palma e Mário Gomes, selecionador nacional e seu adjunto na Lituânia, quatro anos depois, falaram sobre as façanhas lusas.

Foi em 2011 que Portugal marcou presença pela última vez numa grande competição, no caso o EuroBasket, na Lituânia, e logo no chamado “grupo da morte”, o que tornou muito difíceis as nossas contas. “Se tivéssemos vencido a Finlândia, no apuramento, estou convencido de que teríamos passado à 2.ª Fase do Europeu”, atira Mário Palma.
Já Mário Gomes enaltece a proeza, apesar das dificuldades: “A presença no EuroBasket 2011 teve o significado que julgo que terá para qualquer treinador. Foi, e é, uma honra e um privilégio fazer parte daquela equipa. Por outro lado, conseguirmos a qualificação constituiu uma enorme alegria e um prémio merecido para todos quantos ajudaram a concretizá-la, tanto mais que a mesma foi bastante difícil”, realça.
Mário Palma mostra o seu total reconhecimento para com a formação que orientou: “Foi o fim de uma grande era do basquetebol português. Esta Seleção merece a nossa admiração. Os jogadores foram extraordinários, adaptaram-se a toda a exigência”, aplaude.
O treinador de 69 anos, dono de um currículo invejável, prossegue nos elogios: “Não esqueço os desempenhos de jogadores como Philippe da Silva, António Tavares ou Miguel Miranda”, ressalva, antes de assumir que se tratou de “uma etapa boa” da sua vida.
Quatro anos antes, no Europeu 2007, em Espanha, a Seleção Nacional conquistou a melhor posição de sempre, depois de se classificar no 9.º lugar. Valentyn Melnychuk não esconde a felicidade: “Estar ligado ao maior momento da história do basquetebol sénior português é um grande orgulho para o país, para a modalidade, para os jogadores e treinadores, sem esquecer os seus clubes e famílias!”, frisa.
O carismático técnico ucraniano não esquece o apoio dado ao longo do apuramento para a prova do país vizinho: “Cada jogo da qualificação foi importante e decisivo. Muito daquilo que fizemos deveu-se à Federação, que nos apoiou totalmente com uma grande preparação”, lembra.
Já no Europeu, Portugal logrou alcançar duas vitórias, num feito notável, mas Melnychuk recorda a confiança que imperava na equipa: “Depois de nos apurarmos para o Europeu, sempre acreditámos que podíamos ganhar alguns jogos. Entrávamos em campo com uma enorme vontade. Foi um grande orgulho seguir para a 2.ª Fase, porque fomos para Madrid defrontar as melhores equipas da Europa e mostrar que os portugueses sabem jogar basquetebol!”, vinca.
Melnychuk, atualmente com 80 anos, faz questão de referir sempre o lado dos atletas “As melhores memórias que guardo passam pelo orgulho que sinto do nosso trabalho. A Europa ficou a saber que os portugueses poderiam jogar nos melhores clubes”, para depois assumir que este foi o “maior momento da sua carreira”.

“Man Out” a Manuel Sousa

Carismático, cortês e um exemplo que atravessa gerações. A caminho dos 67 anos, Manuel Sousa ainda não perdeu o fulgor competitivo e continua a somar minutos na APD Leiria, “casa” a que se dedica incessantemente, dentro e fora do campo. No emblema do centro do país venceu três Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal e uma Supertaça. Representou a Seleção Nacional no Campeonato da Europa C, em 2005, realizado em Lisboa. 

Data de nascimento: 17/11/1953
Ano de iniciação: 1980, na equipa de Alcoitão
Posição: Extremo
Clube: APD Leiria
Palmarés: 3 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal, 1 Supertaça
O jogo da tua vida: Sem dúvida nenhuma, quando ganhámos pela primeira vez o Campeonato Nacional (2008-2009)
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” o basquetebol em cadeira de rodas?
Em qualquer desporto, tens que gostar do que fazes. Diria que o BCR é um jogo colectivo e em que jogador e cadeira de rodas passam a ser um único elemento. Todos são de igual valor dentro da equipa. Requer muita preparação física, sacrifício, entrega e atitude. Uma equipa é uma família que deve compartilhar as suas preocupações e dificuldades, tal como respeitar todos os elementos envolventes.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
O jogador que tenho como referência é um elemento da minha equipa. Chegou, quase não falava. Esteve muito tempo no banco sem contestação. Mais tarde, veio a revelar-se um jogador exemplar. Respeitador, humilde e educado. Tem um enorme potencial físico e visão de jogo. É o nosso Iderlindo, “Éder”.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Tive alguns e assisti a outros. Depois de terminar a Meia-Maratona de Lisboa, fui trocar de cadeira de rodas e jogar BCR em Alcântara, no pavilhão da Academia de Polícia. Noutra situação, o árbitro parou o jogo, dirigiu-se a um jogador e mandou-o colocar uma maçã no caixote do lixo, que andava a comer durante o jogo.
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito?
O movimento que mais me caracteriza: tentar bloquear o adversário e desbloquear os colegas de equipa.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”?
Gostaria de fazer “Man Out” a um jogador que gosto particularmente. Fomos colegas de seleção há alguns anos. Se conseguisse fazer isso, era sinal de que estaria muito bem fisicamente. O meu  amigo Hugo Lourenço.
O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.

Um momento para a história

O basquetebol português viveu um momento de grande fulgor marcada na primeira década deste século, com a presença no Europeu masculino de 2011, na Lituânia, a ser um dos grandes destaques.

 

Dedicamos esta semana a essa Seleção Nacional, e por isso poderão recordar três dos jogos de há nove anos, esta segunda, quarta e sexta-feira, a partir das 21h30.


TAB com diretrizes sobre a COVID-19

O Tribunal Arbitral do Basquetebol (TAB), órgão oficialmente reconhecido pela FIBA, emitiu um comunicado com diretrizes sobre a atual situação pandémica. 

Em anexo podem consultar toda a informação, que se destina a ser partilhada por todos os agentes da modalidade, entre clubes, jogadores, treinadores e juízes.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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