Artigos da Federaçãooo
Matosinhos e a Nossa Seleção esperam por ti – VIDEO
Para já deixamos aqui um “cesto” de grandes imagens. Entra na notícia e vê o video!
Contamos contigo!
Vais faltar?
«Queremos ser competitivos»
Nestas idades é complicado ter um conhecimento profundo dos adversários, apesar de muitos destes países terem boas tradições na nossa modalidade. Seja como for, uma coisa garante o selecionador: nenhuma destas seleções terá mais espírito de equipa ou um grupo mais unido que Portugal!. Pode ler nos anexos desta noticia a entrevista do técnico nacional.
Homenagem em Matosinhos
O Campeonato da Europa realizado em Lisboa resultou de uma organização conjunta da FPB, da Anddemot – Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores e da FPDD – Federação Portuguesa de Desporto para pessoas com Deficiência.
Recorde-se que Portugal teve um comportamento inexcedível do Europeu, realizado no pavilhão municipal do Casal Vistoso, em Lisboa, cedendo na final para a invicta Bósnia.
Portugal fez tremer a França
A formação treinada por Mariyana Kostoukova cedeu frente à equipa de França, por 50-44, na 1ª jornada do Grupo E. A 2ª parte de bom nível faz antever boas prestações para os jogos decisivos que se avizinham
As portuguesas entraram mal na partida, ao invés do que tinha vindo a acontecer nos últimos jogos, deixando a França distanciar-se no marcador logo nos primeiros minutos do encontro. No final do 1º periodo Portugal perdia por 6-15, mostrando alguns problemas ofensivos, também por mérito das francesas que conseguiram impor uma defesa extremamente agressiva.
No 2º quarto, a seleção nacional voltou a não conseguir explanar o seu jogo, não conseguindo melhor do que perder por 11-16, indo para o intervalo com uma desvantagem de 14 pontos (17-31).
No recomeço a equipa veio transformada, para melhor, e começando a procurar mais o jogo interior, Portugal começou a aproximar-se no marcador. No final do 3º periodo o resultado era de 33-43 para a França. Beatriz Jordão marcou 10 dos 16 pontos da equipa neste período. A equipa nacional tinha conseguido chegar por duas vezes aos 5 pontos de diferença (28-33 e 30-35), mas deixou fugir outra vez as francesas para a dezena de pontos.
Entravamos no 4º e decisivo período, e após 2:10 minutos sem nenhuma equipa marcar pontos, foi a França que fez andar o marcador, colocando em 12 a diferença pontual a 7:50 do final da partida.
As portuguesas responderam com determinação, fazendo um parcial de 8 pontos sem resposta, que colocava o resultado em 41-45 a 4:43 do final do jogo.
Daí para a frente, o jogo ficou ainda mais físico, com pouco acerto de parte a parte, conseguindo as francesas guardar a vantagem, embora Portugal tudo tenha feito para vencer esta partida.
Resultado final: 44-50 para a França
Por periodos: 6-15; 11-16; 16-12; 11-7
Destaques na equipa portuguesa para mais um duplo-duplo de Maria Kostourkova (15 pontos e 11 ressaltos) e também para os 12 pontos de Beatriz Jordão.
Portugal entra agora numa das fases decisivas do Europeu, tendo pela frente amanhã a seleção de Israel e depois a Itália na 4ª feira. As portuguesas dependem apenas de si para ficar entre as 8 melhores equipas da competição e garantir assim automaticamente a manutenção na Divisão A. Para isso têm que ganhar este próximos 2 encontros.
Portugal levou Espanha a prolongamento
Mesmo assim, Portugal apurou-se para a segunda fase. A equipa portuguesa voltou a realizar um fantástico jogo, batendo-se de igual para igual com a poderosíssima seleção espanhola.
A equipa das quinas voltou a entrar bem na partida, num inicio de jogo, em que apesar de algumas alternâncias no marcador, Portugal esteve mais vezes na frente. No final do 1º periodo as portuguesas estavam a vencer por 14-12.
Na primeira metade do 2º quarto, Portugal conseguiu manter-se na frente do jogo, chegando mesmo à máxima vantagem de 6 pontos (21-15) após 1 lance-livre de Maianca Umabano. Depois veio a reação espanhola que nos últimos 5 minutos deste quarto fez um parcial de 14-5, que levou a partida para o intervalo com o resultado em 31-26 para Espanha.
No inicio da 2ª parte assistiu-se a algum desacerto de parte a parte, com a Espanha a falhar alguns lançamentos fáceis e Portugal com 4 "turnovers" nos primeiros 3 minutos, conseguindo as lusas o seu 1º cesto quando faltavam 6:36 para o fim do periodo. A Espanha ia conseguindo manter-se na frente mas as portuguesas sempre muito próximo no marcador. No final do 3º periodo as espanholas ganhavam por 5 pontos (39-34), num jogo com baixa eficácia de parte a parte, mas muita vontade de ganhar da equipa portuguesa.
No 4º periodo, Portugal continuou sempre muito perto, até que Maianca Umabano arrancou um triplo que empatou a partida. A equipa portuguesa estava num bom momento, mas melhor ficou quando Catarina Miranda arrancou outro triplo, quando faltavam 4:05 para jogar, e que colocava o resultado em 45-50 para Portugal. A Espanha respondeu de imediato com 2 pontos, mas Isabel Costa não se ficou atrás, pois marcou mais 2 pontos que colocaram o jogo novamente a 5 pontos de diferença, a 3:25 do fim. Daí para a frente Portugal nunca mais voltaria a encontrar o caminho do cesto. A base espanhola Raventos acabou por marcar primeiro um duplo e depois um triplo que empatou a partida a 2:18 do fim. Nos últimos segundos a treinadora Mariyana Kostourkova ainda pediu um desconto de tempo para organizar a última posse de bola, mas o lançamento de Carolina Bernardeco acabou por não entrar.
No prolongamento Portugal ainda esteve empatado por duas vezes (57-57 e 59-59), a última das quais a 1:49 do fim, mas as espanholas fizeram 3 duplos consecutivos que acabaram por deitar por terra as esperanças lusas.
No final da partida: Espanha 66 – 61 Portugal
Por periodos: 12-14; 19-12; 8-8; 13-18; 14-9
Destaque nas portuguesas para Maianca Umabano com 23 pontos, 5 ressaltos e 3/3 dos 3pts e para Maria Kostourkova que voltou a fazer um bom jogo (13 pts e 14 ressaltos). Carolina Bernadeco fez 11 pontos e 5 assistências.
Domingo é dia de folga para todas as equipas, aguardando-se ainda o desenrolar dos jogos de hoje à tarde/noite para clarificar a classificação dos diferentes grupos.
O que faltou em eficácia de lançamento, sobrou em atitude
Agora vai lutar pelo 11º lugar, frente à Holanda, este domingo, por volta das 16h15 portuguesas.
Portugal começou bem a partida, ganhando um ascendente inicial, fruto da determinação e vontade demonstrada em ganhar. A Seleção Nacional trazia a lição bem estudada e havia que contrariar os pontos fortes da Bélgica, assentes num mortífero contra-ataque, na forte penetração e no jogo de 1 contra 1 dos seus bases, para além de outros aspetos, pois a Bélgica tem uma boa seleção, com bons valores individuais.
Mas Portugal soube no início interpretar e materializar o plano traçado pela equipa técnica. A jogar concentrada, a nossa equipa ganhou nesta fase inicial uma vantagem de 7 pontos (11-4).
Contudo, a Bélgica começou a criar-nos dificuldades no ataque, com os seus bases a penetrarem e a assistirem ou finalizarem com sucesso, a carregarem no ressalto ofensivo e a ganharem a bola para segundos lançamentos. E Portugal, ao invés, teve um período menos conseguido, com menor clarividência no ataque e com baixa eficácia nos lançamentos de campo, mormente no lançamento de 3 pontos. No final do segundo período tinha 11 tentados para um único concretizado, porDiogo Brito, com uma percentagem de 9,1%. Sem concretizar os lançamentos de campo, muitos tentados com pouca oposição, torna-se mais complicado garantir vitórias.
O resultado ao intervalo cifrava-se em 40-30 para a Bélgica, com um parcial no segundo período de 23-14 para o adversário . Por outro lado e bem, tinha parado o contra-ataque belga, só permitindo concretizar 4 pontos. Esteve também bem da linha de lance-livre, concretizando 5 em 6 (83,3%).
No terceiro período, o jogo iniciou-se com a mesma toada e aos 25 minutos de jogo o resultado era de 48-36 para a Bélgica. E foi então que Portugal assumiu uma grande atitude, quer na defesa quer no ataque, pressionando a bola, condicionando fortemente os lançamentos, ganhando ressaltos defensivos, recuperando bolas divididas e no ataque decidindo melhor, ainda que a percentagem de lançamentos de 3 pontos continuasse muito baixa.
Depois de uma desvantagem de 12 pontos, fez um parcial neste período de 22-13, encostando o resultado a 53-52 para os belgas. Via-se que Portugal estava em crescendo e a 8 minutos e 52 segundos do fim, virou o resultado para 54-53 a seu favor, mantendo a vantagem no marcador até 2 minutos do final da partida, em que vencia por 61-60.
Daí até ao final do encontro, apesar de várias tentativas de lançamento, não conseguiu converter. A 46 segundos do fim, com o resultado em 64-61, teve boa oportunidade para igualar a partida e não concretizou. Resultado final 67-61 para a Bélgica .
Portugal demonstrou boa atitude e capacidade para dar a volta ao resultado, frente a uma equipa com qualidade para se posicionar noutros lugares. Infelizmente este sábado esteve num dia não no capítulo dos lançamentos de 3 pontos, convertendo apenas 3 em 25 tentados (12%).
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (8p); Pedro Oliveira (2p); Francisco Albergaria ; Daniel Caetano (3p); Filipe Rodrigues (6p); Carlos Cardoso (1p); Diogo Brito (17p); Gonçalo Delgado; Diogo Araújo (6p); Ricardo Monteiro (18p) e Jorge Pires.
Portugal faz o seu ultimo jogo este domingo frente à Holanda, pelas 16h15 hora portuguesa, para o 11º e 12º lugares.
A Seleção Nacional de Sub 16 masculinos já está na Bulgária
A viagem foi cansativa, mas a comitiva foi bem recebida e está bem instalada. Dando sequência ao trabalho muito intenso e empenhado realizado em Portugal, em que foi possível realizar 4 jogos de preparação com as congéneres da Irlanda e Bélgica, a Selecção Nacional vai prosseguir a sua preparação na Bulgária, num dos pavilhões em que se realizará o europeu, cedido pela Federação Búlgara.
Este sábado realizam-se 2 treinos e domingo, após um treino matinal, haverá às 18h30 locais um jogo de preparação com a Selecção de Sub 16 da Bulgária. Nos dias seguintes a equipa realiza treinos diários até ao início do Campeonato Europeu, no dia 6.
Os adversários de Portugal, no grupo D, são Islândia, Macedónia, Estónia, Ucrânia e Suécia, por esta ordem e em dias consecutivos até dia 10. Os jogos decorrerão em 3 pavilhões da cidade de Sofia.
Esta será a estreia internacional em competições oficiais de quase todos os jovens jogadores, exceptuando o atleta Vladislav Voytso que já participou no campeonato de 2014.
Os jogadores que compõem a Selecção Nacional de Sub 16 masculinos são:
Pedro Lança – Benfica
Paulo Caldeira – Odisseia
Francisco Amarante – Gafanha
Tiago Oliveira – CAB
João Guerreiro – Barreirense
Henrique Barros – Drafon Force
Alexandre Fatuda – Benfica
João Machado – Benfica
Vladislav Voytso – Ginásio
Diogo Oliveira – Galitos
João Marçal – Maia Basket
Miguel Moriés – Galitos
A equipa técnica e o staff da é composto por:
Seleccionador Nacional – António Paulo Ferreira
Treinador Adjunto – Helder Evangelista
Fisioterapeuta – António Loio
Gestor da Equipa – Mário Tenório
Vice-Presidente – Miguel Pereira.
Árbitro – Sérgio Silva
Portugal fez a “vida negra” à Rússia
A equipa treinada por Mariyana Kostourkova perdeu com a Rússia, por 83-71, na segunda jornada do Grupo B. Bom jogo da equipa nacional que esteve 28 minutos na frente do marcador, chegando mesmo a ter, na 1ª parte do encontro, 16 pontos de vantagem. A boa percentagem de lançamento no último quarto da equipa russa acabou por ser decisiva no desfecho da partida.
Excelente entrada de Portugal, com a dupla de postes Maria Kostourkova e Beatriz Jordão em bom plano, bem lideradas por Carolina Bernardeco que marcou 11 pontos seguidos nesta fase inicial do encontro. No final do 1º periodo as portuguesas lideravam por 8 pontos (14-22).
No inicio do 2º quarto, 2 triplos de Bernardeco acompanhados por 2 duplos de Jordão, deram à equipa nacional aquela que seria a maior vantagem do encontro (32-16).
Seguiu-se depois a reação russa, que paulatinamente foi entrando no jogo, conseguindo ir para as cabines ao intervalo com apenas 3 pontos de diferença (37-40 para Portugal).
Com algumas limitações de Maria Kostourkova (3 faltas) e após a reação da Rússia no final da 1ª parte, a tarefa não se previa fácil para Portugal.
Mas quando se esperava que o jogo pudesse mudar, as jovens portuguesas responderam bem e conseguiram manter a curta vantagem, nunca deixando as adversárias aproximarem-se mais do que 3 pontos. No final do 3º período, Portugal conseguia mesmo aumentar a vantagem para 4 pontos (51-55).
Nos últimos 10 minutos, a Rússia entrou fortíssima e com um parcial de 12-0 virou a partida. Portugal ainda reagiu, mas já não voltou a conseguir encostar no marcador. A percentagem de lançamentos da equipa adversária, aliada à capacidade de ressalto ofensivo, conquistanto 16 ressaltos ofensivos dos 33 lançamentos falhados durante todo o jogo, acabou por ser mais evidente nesta parte final do jogo.
No final: Rússia 83 – 71 Portugal
Por períodos: 14-22; 23-18; 14-15; 32-16
Destaque nas portuguesas para Carolina Bernardeco com 28 pontos, 4 em 8 de 3pts e 5 faltas provocadas. Beatriz Jordão com um duplo-duplo (22 pts e 10 res) fez um grande jogo. Maria Kostourkova com 15 pontos e 8 ressaltos também esteve em bom plano.
Portugal volta a jogar este sábado, por volta das 13 horas, diante da Espanha, na última jornada desta primeira fase de grupos.
Maia Sreetbasket 3×3
Prize-money em todos os escalões: Sub14, Sub16, Sub19 e Seniores.
Inscrições abertas!
Até 29 de Julho – 24€ / equipa
Até 5 de Agosto – 30€ / equipa
Site do 3×3:
Evento do Facebook:
www.facebook.com/events/407862832755985
Formulário de Inscrição:
http://goo.gl/forms/lW9oqlQOSw
E-mail:
ABA – Clube do ano minibásquete
A Associação de Basquetebol Albicastrense gostaria de dedicar este prémio, a:
– todos os atletas, pais e treinadores, que durante toda a época se esforçaram e empenharam;
– a todas as entidades que acreditam no nosso projeto, nomeadamente à Câmara Municipal de Castelo Branco, Junta de Freguesia de Castelo Branco, Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains, Politécnico de Castelo Branco, Escola Superior de Educação de Castelo Branco; Comité Nacional de Minibasquete e Federacción Extremenã de Baloncesto.
– e finalmente a todos os clubes nacionais e espanhóis que participaram nos nossos torneios de minibasquete, e a todos os que nos deram a possibilidade de participar nos seus.
A TODOS O NOSSO BEM HAJAM E MUITOS PARABENS
Derrota com sabor amargo
Não soubemos com paciência gerir a vantagem no marcador, permitindo oscilações ciclicas no resultado, que terminou em 82-77.
Este bom começo depressa se desvanesceu e no inicio do segundo período, pouco concentrados e determinados nas tarefas chave a executar, permitimos rapidamente que o adversário passasse para a frente (22-20), com vários pontos sofridos de contra-ataque, facilitados pela nossa má recuperação defensiva.
Fomos corrigindo alguns aspetos, melhoramos a percentagem de lance-livres (78%, 7/9) chegando ao intervalo a vencer por 3 pontos (38-35).
No recomeço da partida, fizemos um triplo, passando para 41-35, para de seguida passarmos de novo por uma fase de desnorte, possibilitando que a Dinamarca fizesse um parcial de 11-0, passando a vencer por 46-41.
Foi um período de bolas perdidas, ineficácia no lançamento de 3 pontos e erros defensivos, a permitir segundos lançamentos e bolas perdidas. O jogo foi evoluindo, com diferenças mínimas no marcador. Aos 30 minutos o resultado era favorável à Dinamarca, por 66-60, e aos 35 minutos por 72-67.
Portugal à medida que o jogo se aproximava do final foi-se colando no marcador e a 10 segundos do fim, com o resultado em 80-77 favorável à Dinamarca, pediu um desconto de tempo, para preparar o último lance, para um lançamento de 3 pontos. Só que ao repor a bola em jogo, esta foi parar às mãos de um jogador da Dinamarca, que aproveitou para em contra-ataque converter mais dois pontos, fixando o resultado final em 82-77, favorável à Dinamarca.
Derrota amarga para Portugal, que poderia ter feito melhor, chegando a demonstrar em vários momentos do jogo capacidade para levar de vencida este adversario.
Portugal fez uma boa percentagem de lance-livres (84%, com 21/25); fez uma baixa percentagem de lançamentos de 3 pontos (23%, com 8/35); permitiu 21 pontos de contra-ataque; e dos 82 pontos da Dinamarca, 54 foram marcados no interior da área restritiva.
Por Portugal jogaram e marcaram;
Nuno Sá (2p); Pedro Oliveira (8p); Daniel Caetano (5p); Filipe Rodrigues (7p); Carlos Cardoso (3p); Diogo Brito (20p); Gonçalo Delgado (4p); Diogo Araújo (19p); Ricardo Monteiro (9p); Jorge Pires;
A seleção faz o próximo jogo no sábado contra a Bélgica, às 19h15 hora portuguesa.
Vitória difícil e muito suada
Partida difícil e muito física nos minutos iniciais, com a equipa de arbitragem a permitir muitos contactos, mas em abono da verdade, a formação austríaca parecia querer mais que a nossa seleção, recuperando as bolas divididas e sendo mais intensa e agressiva, permitindo-lhe chegar em vantagem aos 5 (11-9) e aos 10 minutos (22-18).
Para termos uma ideia dos critérios de arbitragem nesta fase, Portugal com 3 minutos jogados no segundo período já tinha atingido 5 faltas, contra uma marcada à seleção da Áustria. A pouco e pouco as coisas foram-se recompondo, Portugal foi assumindo o seu modelo de jogo, aumentou a agressividade defensiva que lhe permitiu roubar bolas e empreender situações de vantagem numérica com cestos fáceis, catapultando o marcador ao intervalo para uns 34-31 a nosso favor.
Mesmo assim continuamos a fazer percentagens de lance-livre que estão longe do desejável (3/6) , contra 8/10 do adversário .
No terceiro período houve uma fase menos boa da nossa seleção, com ascendente da Áustria, que lhe permitiu chegar no final do terceiro período a ganhar por 50-42. Portugal reentrou bem no quarto período, fazendo um parcial de 10-2, equilibrando a partida a 52 pontos.
Portugal manteve a pressão à saída da bola e conseguiu com mérito condicionar o ataque do adversário, que em duas situações consecutivas não conseguiu pôr a bola em jogo. Portugal também cometeu alguns erros no ataque e o jogo foi evoluindo até ao final com equilíbrio no marcador.
Nos instantes finais com o marcador em 67-64 para a Áustria, Portugal teve posse de bola , preparou o seu ataque, lançou, não converteu e Gonçalo Delgado teve 2 ações fundamentais para levar o jogo para prolongamento, a 2 segundos do final. Ganhou o ressalto ofensivo, fez 2 pontos, sofreu falta e foi para a linha de lance-livre, convertendo mais 1 ponto. Foi mais uma reação de sucesso da nossa equipa.
No prolongamento Portugal foi superior, ganhando no início uma vantagem de 6 pontos, que foi gerindo até ao final partida.
Mais uma vez boa atitude de toda a equipa, utilizando quase todos os jogadores, que deram boa conta de si.
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (16p); Pedro Oliveira (13p); Francisco Albergaria; Daniel Caetano (2p); Filipe Rodrigues (4p); Carlos Cardoso (2p); Diogo Brito (22p); Gonçalo Delgado (7p); Diogo Araújo (8p); Ricardo Monteiro (2p); Jorge Pires (2p);
Portugal volta a jogar quinta-feira, dia 30, contra a Dinamarca, pelas 19h15, hora portuguesa.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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