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«Ganhar esta taça é ótimo»

A jovem jogadora da formação de Carcavelos mostra-se confiante na realização de uma grande época e não acredita que a sua equipa vá ser penalizada pela saída de jogadoras importantes como Mery Andrade e Sónia Reis.

 

A Quinta dos Lombos começa a época como acabou a última, a vencer. Sinal que a equipa não perdeu ambição?

 

A nossa equipa continua a trabalhar tanto ou mais que no ano passado sempre com a ambição de ganhar. Com a diferença de que este ano temos as competições europeias que é mais um objetivo para nós.

 

Na sua opinião, o que ditou a vossa vitória no jogo da final frente à AD Vagos?

 

A equipa do AD Vagos é forte. Mas nós fizemos o nosso trabalho, o que tínhamos treinado, aproveitámos as vantagens que tínhamos e correu-nos bem.

 

Este título, tendo em conta a participação que teve no jogo, teve um sabor especial?

 

Ganhar esta taça e ótimo quer para mim quer para qualquer outra pessoa da equipa.  Mas claro que poder contribuir e ajudar a alcançar este objetivo sabe muito bem.

 

Sente que este ano, até pela forma como a equipa foi estruturada, irá ser a época da sua afirmação na Liga Feminina?

 

Trabalho diariamente para evoluir como atleta e ter cada vez um papel mais importante na minha equipa.

 

Na sua opinião, a equipa este ano apresenta grandes diferenças na sua forma de jogar?

 

Este ano não temos as mesmas vantagens que tínhamos no ano passado, mas não ficámos mais fracas por isso, porque temos outras jogadoras para assumir o jogo.

 

Pelo que pode observar nesta Taça Vítor Hugo, existirá mais competição este ano na Liga Feminina? E quais considera serem os principais candidatos à conquista de títulos?

 

Acho que ainda é cedo para falar em campeãs nacionais, porque ainda está a começar a época e as equipas ainda podem mudar muito. Há várias equipas que nos podem fazer frente, mas nós vamos trabalhar para superar qualquer dificuldade.

 

Acredita que mais atletas das seleções jovens irão afirmar-se este ano na Liga Feminina?

 

Na minha opinião as seleções femininas têm melhorado imenso nos últimos anos, prova disto é que todos os escalões de formação estão na divisão A. Portanto qualquer equipa da Liga irá ganhar em ter uma destas jogadoras no seu plantel.


«Não estamos obcecados»

A receita passa por “condicionar os pontos fortes” do campeão nacional e “e esperar que estejam em dia não”.

 

O comportamento da equipa nesta 1ª fase do Troféu António Pratas é revelador que a equipa está no bom caminho?

 

O comportamento da equipa tem sido bom, mas não tão bom quanto pretendemos. Temos fases do jogo em que nos aproximamos do nosso real valor, mas também temos períodos em que não conseguimos impor os nossos princípios. O principal objetivo passa por corrigir isso, ser constante o máximo de tempo possível.

 

Acha que a equipa esta época está mais apetrechada e com mais soluções para ser ainda mais competitiva?

 

Sim, sem dúvida. Para além de todos os que transitaram da época passada, as entradas do Jaime, do Júlio e do Massine vieram colmatar algumas lacunas que a equipa tinha. Agora só nos resta integrá-los o mais rápido possível.

 

Tal como aconteceu na última temporada, o facto de a Ovarense não ser favorita para chegar à final, pode jogar a vosso favor?

 

É muito difícil afirmar isso porque cada equipa reage de maneira diferente ao facto de ser ou não ser favorita e penso que não será um fator decisivo para chegar à final.

 

Na sua opinião, a equipa do Benfica está mais ou menos forte do que na última temporada?

 

Sei que pelo menos está diferente, se para melhor ou para pior já não sei. Ainda não nos confrontámos portanto é difícil fazer avaliações em tão pouco tempo de época decorrida. Seria fácil responder que sem o Betinho são pior equipa mas isso, na minha opinião, não é verdade pois, em sentido inverso, entrou o João Soares e não nos podemos esquecer que o Carlos Andrade se mantém, portanto, será um erro fatal pensar que estão piores.

 

Atribui alguma importância, ou acha que seja revelador de algo, o facto de o Benfica ter sentido algumas dificuldades nos dois jogos da fase de grupos?

 

Acho que é completamente irrelevante. Tenho acompanhado a pré-época deles, inclusive o mais recente torneio internacional, e, depois de um mau jogo contra o Obradoiro, souberam reagir e superar as expectativas nos dois seguintes. O que demonstra a capacidade de reação da equipa e será o que nos espera nesta meia-final.

 

O facto de serem os detentores do troféu é um fator extra de motivação para o próximo fim-de-semana?

 

O grande fator extra de motivação para o jogo contra o Benfica é saber que, ao ganharmos, estamos presentes na final e esse sim, é o nosso objetivo. É público que os objetivos para esta época passam por marcar presença nas finais de todas as competições que participarmos portanto nem pensamos no troféu da época passada nem estamos obcecados em ganhar o troféu esta época. É lógico que quando se vai a uma final, ninguém quer perder, independentemente do favoritismo que se tenha mas isso são preocupações extra.

 

O Benfica não alterou muito para esta temporada. Aspetos importantes, ou jogadores chave, a ter conta no jogo do próximo sábado?

 

Dizer quais os jogadores chave da equipa do Benfica é o mesmo que relatar o plantel completo deles! São fortes no ressalto, eficazes no tiro exterior, inteligentes a aproveitar vantagens, rápidos para contra-atacar, entre outros aspetos. Só nos resta condicionar ao máximo todos esses pontos fortes e esperar que estejam em dia não!


«Confiamos nas nossas capacidades»

O jogador antevê um encontro equilibrado e, apesar de garantir que a estratégia dos nortenhos é “pensar jogo a jogo”, não deixa de admitir que a equipa sonha estar na final.

 

O 1º lugar no Grupo do Norte é revelador que o Barcelos está a beneficiar de um trabalho de continuidade?

 

O 1° lugar no grupo é revelador de um trabalho de continuidade mas não só,  fizemos uma boa pré época e desde cedo com o grupo completo o que é muito importante para o entrosamento entre todos. Mas sem dúvida que manter grande parte do grupo ajuda ao sucesso.

 

A continuidade de Marko Loncovic traduziu-se numa mais-valia importante para o Barcelos?

 

Sem dúvida. O Marko é um excelente jogador, trabalha muito, já é o terceiro ano que está connosco e tudo isto traduz-se numa significativa mais valia para a equipa e para o clube.

 

O jogo das meias-finais abre boas perspetivas para uma presença na final?

 

Sem estar a tentar prever o futuro, creio que este jogo da meia-final será mais um jogo equilibrado. Entre duas equipas que vão entrar para ganhar e com o objetivo de marcar presença na final. Será sem dúvida um bom jogo de basket, intenso e que no final quem cometer menos erros sairá vencedor.

 

Concorda que o grande perigo da equipa do Lusitânia vem do seu trio de estrangeiros?

 

O perigo do Lusitânia vem do grupo todo, sem dúvida que os três estrangeiros são um acrescento de qualidade à equipa, mas tem jogadores portugueses de qualidade também. Teremos de ter atenção às caraterísticas de todos.

 

A equipa do Barcelos já ameaçou por diversas estar presente numa final de uma competição. Acha que a equipa está mais preparada esta temporada para conseguir esses objetivo? Razões pelas quais o Barcelos está a fase um inicio de temporada tão positivo?

 

Neste momento estamos perto de uma final, mas ainda há um jogo para vencer e não será fácil. De resto não pensamos em finais, pensamos jogo a jogo e no fim, se o nosso trabalho trouxer como consequência uma final, melhor. Somos um grupo unido, sabemos as nossas dificuldades mas confiamos muito nas nossas capacidades. Pensamos só jogo a jogo, e preparamos o melhor que sabemos cada um. Temos a ambição de, como sempre, fazer uma boa época.


Troféu António Pratas/Proliga 2014/2015

Uma prova em que a forma de disputa é em tudo igual à da Liga, com as 11 equipas, única diferença no número de participantes, a serem divididas em quatro grupos, de acordo com a sua localização geográfica. O Grupo Centro/Sul será apenas formado pelas equipas do Casino Ginásio e Eléctrico FC. A primeira jornada disputa-se já esta sexta-feira, de onde sairão os respetivos vencedores dos grupos desta 1ª fase, a que se seguirá uma final-four para apurar quem sucede ao Eléctrico FC na conquista do troféu.

 

Grupo Norte

Dragon Force

Vasco da Gama

Guifões S. C.

 

Grupo Centro/Norte:

Aliança Sangalhos

Esgueira/OLI

Terceira Basket Clube

 

Grupo Centro/Sul

Casino Ginásio

Eléctrico F. C.

 

Grupo Sul

Academia do Lumiar

SL Benfica 'B'

Atlético-MNExpresso

 

 

1ª jornada, sexta feira 10 de outubro:

 

Grupo Norte

21.45 horas – Guifões x Vasco da Gama

 

Grupo Centro Norte

21.30 horas – Aliança Sangalhos x Esgueira/OLI

 

Grupo Sul

21.30 horas – SL Benfica B– x Atlético MNExpresso


Troféu António Pratas/LPB

No troféu vão participar quatro melhores equipas nacionais da modalidade: Benfica, Lusitânia dos Açores, Barcelos e Ovarense. Na conferência de imprensa de apresentação deste troféu, Pedro Mouro, vice-presidente do Município sampedrense mostrou-se convicto que este evento “vai mais uma vez dignificar o concelho, sendo muito importante a realização de acontecimentos desportivos importantes em S. Pedro do Sul”.

 

O autarca garantiu também que "em termos de impacto na economia local, esperam-se bons resultados, na linha do que já aconteceu em acontecimentos desportivos importantes que se realizaram no concelho e que o Município apenas vai contribuir com a cedência de infraestruturas desportivas e o apoio logístico, sem custos adicionais".

 

Relativamente à FPB e à ABV, as expetativas também são altas, no interesse da promoção e da descentralização do basquetebol e, também, do despertar do interesse dos jovens pela modalidade, uma vez que em S. Pedro do Sul vão estar quatro melhores formações portuguesas.

 

Uma ideia também partilhada pelo presidente do Bolabasket, Rui Chã Madeira, que considerou que "este troféu é muito importante para os novos jogadores sampedrenses verem as técnicas dos melhores jogadores e aplicá-las". O dirigente também salientou que "este troféu insere-se na estratégia definida pela atual direção do clube e irá ter muitas atividades em paralelo, com os jogos principais do torneio".

 

No próximo sábado, às 16h00, vão encontrar-se Lusitânia dos Açores e Barcelos, e às 18h00, o Benfica com o Ovarense, estando a final (a disputar entre os vencedores dos jogos de sábado) e a entrega de prémios marcada para domingo, a partir das 14h30. 


“Vamos passo a passo”

 

O que o levou a regressar à Ilha Terceira e ao Lusitânia?

 

Os motivos do meu regresso foram pessoais, bem como pelo facto de conhecer bem este clube e as pessoas que aqui trabalham. Já tenho uma história aqui no clube, desde o tempo em que subimos à Liga. Por isso regressar foi algo que encarei com naturalidade.

 

A equipa sofreu muitas alterações mas mantém a dinâmica de vitória. O Lusitânia tem condições para continuar a ter protagonismo no basquetebol nacional?

 

Creio que temos condições para fazer uma boa época. Há  muitos jogadores novos mas a adaptação não tem sido difícil. A maioria já se conhecia, e já conhecem a realidade da Liga portuguesa. Com trabalho e dedicação, acredito sempre que é possível atingir os nossos objetivos.

 

Dois jogos uma vitória e uma derrota. Que balanço faz desta jornada dupla relativa à 1ª fase do Troféu António Pratas?

 

O balanço é positivo, até porque atingimos um momento alto da época que era nosso objetivo. Para nós o importante é jogar, porque estando na ilha Terceira não temos muitas oportunidades de competir com equipas da Liga. Assim podemos ver melhor o nível em que a equipa está, e prepararmo-nos melhor para a o início do campeonato.

 

Defrontar o Barcelos na meia-final da competição abre boas perspetivas para que o Lusitânia possa estar na final da primeira prova oficial da temporada?

 

O jogo contra o Barcelos será certamente difícil, até pela pré-época que tem feito. Será uma eliminatória onde ambas as equipas vão querer estar na final com toda a certeza. Vamos trabalhar esta semana com esse objetivo em mente.

 

No entanto, um adversário que já deu mostras de estar forte neste inicio de campeonato. Que pontos fortes apontaria à equipa do Barcelos?

 

Pontos fortes do Barcelos: uma equipa com jogadores que estão juntos há muitos anos, o treinador é o mesmo, por isso conhecem-se muito bem. Desde que subiram a Liga sempre foram a equipa de muita garra, acredito que esse seja o ponto mais forte do Barcelos, a equipa no seu todo.

 

Já trabalhou com o técnico Nuno Barroso e conhece bem o clube. Na sua opinião, que características fazem do Lusitânia um clube com pretensões a lutar pela Troféu António Pratas?

 

O Lusitânia no seu passado recente tem se pautado por épocas de bom nível. Sempre presente nos playoffs, e isso cria sempre algumas expetativas para cada época, e este ano não será diferente. Nós vamos para o António Pratas passo a passo, jogamos com o Barcelos no sábado e estamos apenas focados nisso.


Ginásio e Sporting juntos nas escolas

A primeira acção foi na EB1 do Castelo (Agrupamento de Escolas Figueira Mar), repartida entre terça e quinta-feira, e constituiu um sucesso. Foram dois fins de tarde diferentes, em que os alunos puderam interagir com os treinadores João Pedro Gonçalves  (Ginásio) e Joana França  (Sporting Figueirense) e com os jogadores seniores do Ginásio, José Costa, Josimar Vieira, Garcia Destino e Nuno Pereira. Na próxima semana, a visita será à EB1 do Serrado.


Atletas Ginasistas em destaque na Gala ABC

Os atletas do Ginásio estiveram em grande evidência, arrecadando 12 prémios individuais em 19 possíveis nas categorias do basquetebol masculino. Os prémios de atleta mais valioso (MVP) foram todos para atletas do Ginásio, com João Marques em sub-14, Gonçalo Barbosa em sub-16 e Bernardo Neves em sub-18.

 

Também no cinco ideal o Ginásio foi muito bem representado por Frederico Simões, Guilherme Quaresma, João Marques (sub-14), Gonçalo Barbosa, Vladyslav Voytso (sub-16), André Silva, Bernardo Neves e Nuno Bonfim (sub-18).

Para finalizar em grande, o galardão de Atleta Masculino do Ano foi para o ginasista Gonçalo Barbosa. 


Colectivo das campeãs nacionais foi mais forte na 8ª edição do troféu

O duelo entre os dois últimos vencedores do troféu foi bem disputado, com as campeãs nacionais a arrancarem para a vitória, após o descanso, quando impuseram um parcial de 10-0 no início do 3º quarto, aumentando a vantagem de 3 (34-31) para 13 pontos (44-31). Foi a partir daí que se começou a desenhar o êxito das comandadas de José Leite.

 

Embora a equipa de João Janeiro tenha reagido após um desconto de tempo pedido pelo seu técnico, no minuto 25, o conjunto de Carcavelos soube gerir a vantagem até ao final do 3º período (53-41), com Brandie Hoskins a responder, em cima da buzina, ao 1º triplo de Filipa Bernardeco, convertido 14 segundos antes (53-39). No início do último quarto (21-25) Filipa Bernardeco manteve a mão quente, acertando mais duas bombas, a última das quais dava a maior vantagem até ao momento (60-43), no minuto 33. Mas Daniela Domingues dava o mote para a reacção vaguense com 2 cestos consecutivos no minuto 34 (60-45 e 60-47), obrigando o treinador das campeãs nacionais a parar o cronómetro (minuto 35). Quando Maria Kostourkova que viria a ser a MVP da partida conseguiu a maior diferença pontual para a sua equipa (66-47), à entrada do minuto 37, já com João Janeiro expulso do banco por lhe ter sido marcada a 2ª falta técnica no minuto 35 (62-47), nada fazia prever o susto por que a equipa de José Leite ainda passou, pois a AD Vagos não baixou os braços e encostou o resultado (69-63), a 1minuto e 12 segundos do termo do encontro, com um triplo de Daniela Domingues. Na ponta final e com as jogadoras de Vagos fazendo faltas sistemáticas para parar o jogo, valeu à equipa de Carcavelos a frieza da norte-americana Dlesha Lloyd que da linha de lance livre só falhou a primeira de 6 tentativas, mantendo as campeãs nacionais na frente (74-63, a 21 segundos da buzina). Ainda houve tempo para Stephanie Sension selar o resultado com um triplo a escassos 3,6 segundos do final.

 

Nas vencedoras destaque para os desempenhos de Maria Kostourkova (22,5 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo ao contabilizar 17 pontos, 8/12 nos duplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres, Dlesha Lloyd (17 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas com 9/10 na linha de lance livre), Márcia Costa (13 pontos, 5/7 nos duplos, 6 ressaltos defensivos, 6 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres) e Sara Djassi (13 pontos, 2 ressaltos, uma assistência, 2 roubos e 7 faltas provocadas com 4/8 nos lances livres). Na equipa de Vagos a mais valiosa acabou por ser Joana Canastra (16 pontos, 2/4 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres), seguida de perto por Daniela Domingues (17 pontos, 2 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas).                

             

A vitória do CRCQ Lombos assentou basicamente no ganho das tabelas (36-18 ressaltos), tanto na tabela defensiva (26-13) como na ofensiva (10-5), na maior eficácia nos lançamentos de campo (49%-41%), quer nos duplos (50%-46%) quer nos triplos (44%-33%), no maior colectivismo (14-9 assistências) e ainda por ter provocado mais faltas (22-19). Por seu turno a AD Vagos cometeu menos erros (19-15 turnovers), conseguiu mais roubos de bola (6-12) e foi mais eficaz na linha de lance livre (60%-85%), desperdiçando apenas duas de 13 tentativas, contra 12 em 30 tentados das adversárias.             

        

No jogo que decidiu a 3ª e 4ª posições, o confronto entre insulares pendeu para as madeirenses que, depois de terem chegado ao intervalo a perder por 11 (30-41) rectificaram na etapa complementar, ganhando tanto o 3º (23-15) como o 4º período (19-13). Destaque no CAB Madeira para as prestações de Julia Forster que fez um duplo-duplo (14 pontos, 11 ressaltos sendo 6 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 7 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres), Joana Lopes (13 pontos, 6/6 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 1/1 nos lances livres) e Carla Freitas (17 pontos, 3/13 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres). Na equipa de Ricardo Botelho o destaque maior vai para a eficácia de Tamara Milovac, melhor marcadora e MVP do encontro (20 pontos, 7/9 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 roubos e 4 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres), muito bem secundada por Felicité Mendes (15 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 6 assistências, 2 roubos e 6 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres).                

 

 

Resultados:

 

3º /4º lugares – CAB Madeira 72-69 União Sportiva

 

Final – CRCQ Lombos 74-66 AD Vagos 

 

Fichas de jogo

 

Pavilhão Desportivo dos Lombos

 

CRCQ Lombos (74) – Inês Viana (2), Sara Djassi (13), Dlesha Lloydd (17), Marinela Pinheiro e Maria Kostourkova (17); Inês Aragão (2), Márcia Costa (13), Filipa Bernardeco (9), Mafalda Guerreiro (1) e Carolina Leite

 

AD Vagos (66) – Carolina Anacleto (2), Daniela Domingues (17), Brandie Hoskins (9), Ana Teixeira (3) e Stephanie Sension (10); Joana Canastra (16), Sara Ressurreição (5), Raquel Jamanca, Inês Pinto (4) e Silvana Dias

 

Por períodos: 13-14, 19-15, 21-12, 21-25

Árbitros: Ana Miramon e Samira Barrima

 

MVP – Maria Kostourkova (22,5 de valorização): 17 pts, 8/12 L2 (66,7%), 10 ress. (3 of.), 1 d.l.  

 

 

Pavilhão Desportivo dos Lombos

 

 

CAB Madeira (72) – Catarina Freitas (8), Joana Lopes (13), Carla Freitas (17), Carolina Escórcio (9) e Julia Forster (14); Carla Relva (8), Sara Barreiro (3), Cíntia França e Leonor Nunes

 

União Sportiva (69) – Felicité Mendes (15), Rita Santos (12), Mónica Almeida (8), Tamara Milovac (20) e Catrina Green (7); Andrea Santos (2) e Sara Rego ()

 

Por períodos: 22-14, 8-27, 23-15, 19-13

Árbitros: Paulo Alves e Jorge Marques

 

MVP – Tamara Milovac (26,0 de valorização): 20 pts, 7/9 L2 (77,8%), 4 ress (2of.), 4 rb, 4fp (6/7 LL)  

 

Outros resultados:

GDESSA 48-47 CD Torres Novas

S Algés D 72-48 SL Benfica

Boa Viagem 72-74 Olivais FC (a.p.)

Lousada AC 86-44 Académico FC   


Barcelos, Ovarense, Lusitânia e SLB seguem em frente

O Barcelos causou a maior sensação ao vencer o Grupo do Norte, tendo derrotado no jogo decisivo desta 1ª fase o Vitória, por 83-76. A Ovarense continua na luta pela revalidação do título, e nesta última jornada bateu o CAB (69-62). Por sua vez, o Lusitânia, apesar de ter sido derrotado em Ílhavo (62-67), e o Benfica, que sofreu para ganhar no Barreiro (85-83), a completarem o grupo que irão disputar as meias-finais do próximo fim-de-semana.

 

Depois do triunfo de sábado na Maia, o Barcelos sabia que tinha de bater o Vitória caso quisesse seguir em frente na competição. A jogar em casa, os comandados de José Ricardo quase sempre comandaram a marcha do marcador, exceção feita ao 1º quarto (16-18), mas sempre por curtas diferenças. A liderança dos barcelenses nunca chegou à casa das dezenas, mas sempre com os vimaranenses a conseguirem encostar o resultado. Mérito para o Barcelos, já que durante 30 minutos foi sempre capaz de gerir curtas vantagens, sabendo lidar muito bem com a pressão de estar a vencer com o adversário sempre por muito perto. Marko Loncovic (24 pontos e 10 ressaltos), MVP do jogo com 27.5 de valorização, brilhou na equipa do Barcelos, mas não foi o único, já que Carlos Fechas (17 pontos, 5 assistências  e 3ressaltos), Nuno Oliveira (12 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) e Filip Djuran (14 pontos e 4 ressaltos) estiveram igualmente a muito bom nível. João Balseiro, autor de 20 pontos, foi o melhor marcador do Vitória, seguido de perto por José Silva (17 pontos e 6 ressaltos) e Pedro Pinto (14 pontos, 8 assistências e 3 roubos de bola).

 

A vitória dos ilhavenses frente ao Lusitânia (67-63) fez com que as 3 equipas do Grupo Centro Sul terminassem empatadas. Valeu aos açorianos o triunfo diante o Sampaense por 12 pontos de diferença, já que lhe permite passar à fase seguinte da competição. Depois de um jogo menos conseguido na jornada inaugural, os ilhavenses deram uma imagem bastante mais positiva, se bem que, só no 2º tempo é que os comandados de Ricardo Vasconcelos tomaram conta do jogo. Ao intervalo, os insulares venciam por quatro pontos de diferença (33-29), uma vantagem prontamente anulada pelos ilhavenses no recomeço da etapa complementar (52-49). Uma curta, mas preciosa liderança, bem gerida durante o derradeiro período do encontro. O norte-americano Derek Elston (17 pontos, 5 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências), MVP do jogo com 20 de valorização, foi o jogador mais influente na equipa do Illiabum, num encontro em que Ricardo Rosa (15 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) esteve muito bem. O trio de estrangeiros formado por Cavel Witter (16 pontos, 5 roubos de bola e 4 ressaltos), Blake Poole (10 pontos, 9 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola) e Willis Hall (10 pontos e 12 ressaltos) destacou-se no conjunto açoriano.

 

A Ovarense não desperdiçou o facto de voltar a jogar em casa para somar a segunda vitória no Grupo Centro Norte, tendo terminado invicta esta fase de grupos do Troféu António Pratas. Ao perder por 62-69, o CAB não conseguiu qualquer vitória nesta competição, o que não invalida que tenham sido alcançados objetivos, e superadas etapas para que a equipa se apresente em melhores condições no inicio da LPB.

 

O Galitos Barreiro Tley ofereceu uma excelente réplica aos atuais campeões nacionais, tendo inclusive tido uma última posse de bola para poder empatar, ou mesmo vencer o encontro frente ao Benfica (83-85). Um providencial desarme de lançamento por parte de Fred Gentry, nos instantes finais do jogo garantiu a vitória dos benfiquistas, que assim marcam presença nas meias-finais da prova.


Barcelos e Lusitânia começaram bem

Já Oliveirense, ao superar em casa o CAB Madeira por 79-71, terminou a 1ª fase com uma vitória e uma derrota. O mesmo sucedeu com o Algés, que depois da derrota na jornada inaugural, foi vencedor na recepção ao Galitos Barreiro Tley (66-53).

 

Depois de uma 1ª parte equilibrada, a Oliveirense vencia ao intervalo por quatro pontos de diferença (40-36), vantagem construída durante o 1º período (24-20), a formação de Oliveira de Azeméis fugiu no marcador no recomeço da etapa complementar. O 3º período foi o mais produtivo da Oliveirense (26 pontos), e igualmente decisivo para o desfecho do encontro, já que a diferença entre as duas equipas subiu para a casa das dezenas no final do quarto (66-55). O novo reforço da Oliveirense, Hélder Carvalho (15 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola), foi o MVP do jogo, tendo sido bem secundado por Kenyon Neail (16 pontos, 8 assistências e 2 ressaltos) e Augusto Sobrinho (19 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências). O norte americano da equipa madeirense, Jordan Aaaron, foi melhor marcador do encontro com 21 pontos, seguido de perto por Jovonni Shuler, autor de 18 pontos.

 

O Algés beneficiou da vantagem construída durante a 1ª parte (41-26) para levar de vencida a equipa do Galitos Barreiro Tley. O segundo tempo foi bastante mais equilibrado, embora só nos derradeiros 10 minutos a equipa da margem sul tenha sido ligeiramente superior (16-13). Um parcial insuficiente para dar a volta ao resultado, num encontro em que os algesinos dominaram a luta das tabelas (48-35), conquistaram 17 ressaltos ofensivos, e estiveram melhor no capitulo do lançamento. Especialmente de curta e média distância (56% vs 41%) já que da linha de 3 pontos a prestação das duas equipas não foi nada famosa, particularmente a formação do Barreiro que apenas converteu 1 lançamento dos 10 tentados. O extremo Rui Quintino (13 pontos, 7 ressaltos e 5 roubos de bola) voltou a ser o elemento em maior destaque na equipa do Algés, embora tenha contado com a ajuda de Pedro Belo (10 pontos e 8 ressaltos) e Diogo Correia (11 pontos e 3 ressaltos). O norte-americano Brian Clarke (17 pontos e 9 ressaltos) ficou a um ressalto de somar um duplo-duplo no seu primeiro jogo oficial ao serviço do Galitos Barreiro Tley.

 

O jogo da Maia foi marcado por uma superioridade dos ataques relativamente às defesas, já que ambas as equipas conseguiram marcar mais de 90 pontos. Com este triunfo, o conjunto de Barcelos vai discutir com o Vitória o 1º lugar do Grupo Norte e respetivo acesso à fase seguinte da competição.

 

No Grupo Centro Sul continua tudo em aberto quanto ao vencedor desta 1ª fase. Depois do triunfo alcançado este sábado, em S. Paio de Gramaços, a equipa do Lusitânia parte em vantagem para a última jornada, uma vez que ainda se mantém invicta. Mas em caso de vitória do Illiabum no jogo deste domingo frente aos açorianos, as contas complicam-se, já que as três equipas terminariam empatadas, sendo o cesto-average a forma de apurar a equipa que seguirá em prova.

 

Grupo Norte

3ª Jornada, 05 de outubro, 17:30, Pav da Escola Sec. de Barcelinhos: Barcelos x VSC.

 

 

Grupo Centro/Norte.

3ª Jornada, 05 de outubro, 16:00, Arena Dolce Vita: Ovarense x CAB.

 

 

Grupo Centro/Sul:

3ª Jornada, 05 de outubro, 18:00, Pav. Capitão Adriano Nordeste: Illiabum x Lusitânia

 

 

Grupo Sul

3ª Jornada, 05 de outubro, 16:00, Pav. Municipal Luís de Carvalho: Galitos do Barreiro x Benfica. 


CRCQ Lombos e AD Vagos na final da VIII Taça Vítor Hugo este domingo

Na 1ª meia-final disputada este sábado, o CAB Madeira que entrou melhor no jogo, não conseguiu manter o mesmo ritmo, quebrando nitidamente no derradeiro quarto (14-25), nomeadamente a partir da entrada do minuto 34 (54-55), em que consentiu um parcial de 9-20. As campeãs nacionais, com mais soluções, ganharam com justiça. Destaque nas vencedoras para a dupla Dlesha Lloyd (23 pontos, 4 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências e 2 roubos) e Márcia Costa (21 pontos, 6 ressaltos defensivos, 1 roubo e 5 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Nas insulares evidenciaram-se Julia Forster (15 pontos, 14 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 3 desarmes de lançamento e 8 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres), Joana Lopes (15 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 4 roubos e 4 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Carla Freitas (15 pontos, 3/8 nos triplos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 2 roubos).

 

Na outra meia-final houve muito equilíbrio e incerteza até final. Foram precisos 2 prolongamentos para se encontrar o outro finalista. As vaguenses mais experientes souberam explorar alguma ansiedade das açorianas nos momentos finais para consumar a vitória. A equipa de Ponta Delgada pode queixar-se do azar de ter visto uma das suas norte-americanas, no caso Shaqwedia Wallace, lesionar-se no 2º quarto, para não mais reentrar na partida. Wallace em 13.06 minutos de utilização já tinha 14 pontos no bornal, além de 5 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres. Destaque na equipa de Vagos para o trio composto por Stephanie Sension (19 pontos, 4/10 nos triplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas), Brandie Hoskins (16 pontos, 2/6 nos triplos, 4 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres) e Daniela Domingues (14 pontos, 2/8 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 2 roubos e 6 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres). Nas açorianas, que dominaram a luta das tabelas (40-63 ressaltos) com realce para Tamara Milovac (19 ressaltos sendo 9 ofensivos) e Felicité Mendes (12 ressaltos sendo 5 ofensivos), as mais produtivas para além da já referida Wallace, foram Catrina Green (15 pontos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos e 3 faltas provocadas) e Mónica Almeida (13 pontos, 3/7 nos triplos, 2 ressaltos e uma assistência).

 

Resultados das meias-finais:

CAB Madeira 63-75 CRCQ Lombos

AD Vagos 72-69 União Sportiva (após 2 prolongamentos)

 

Fichas de jogo

 

Pavilhão Desportivo dos Lombos, em Carcavelos

 

CAB Madeira (63) – Joana Lopes (17), Carla Freitas (15), Carolina Escórcio (5), Carla Relva (5) e Julie Forster (15); Catarina Freitas (2), Mª Leonor Nunes (2), Cíntia França (2) e Sara Barreira  

 

CRCQ Lombos (75) – Filipa Bernardeco (1), Sara Djassi (8), Márcia Costa (21), Dlesha Lloyd (23) e Maria Kostourkova (10); Inês Viana (6), Mafalda Guerreiro (4), Marinela Pinheiro, Inês Aragão (2) e Carolina Leite  

 

Por períodos: 13-21, 22-10, 14-19, 14-25

 

Árbitros: Sónia Teixeira e Joana Pessoa

 

 

Pavilhão Arquitecto Gomes Pereira, em Algés

 

AD Vagos (72) – Carolina Anacleto (1), Daniela Domingues (14), Joana Canastra (7), Ana Teixeira (8) e Stephanie Sension (19); Brandie Hoskins (16), Inês Pinto (7), Sara Ressurreição e Raquel Jamanca

 

União Sportiva (69) – Felicité Mendes (5), Shaqwedia Wallace (14), Mónica Almeida (13), Tamara Milovac (8) e Catrina Green (15); Rita Santos (10), Andrea Santos e Sara Rego (4)  

 

Por períodos: 18-21, 12-11, 16-11, 10-13; 7-7, 9-6

 

Árbitros: Rui Ribeiro e Inês Freire                    

 

Outros resultados:

GDESSA 99-62 S Algés D

SL Benfica 48-66 CD Torres Novas

Lousada AC 64-70 Boa Viagem

Olivais FC 57-44 Académico FC       


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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