Artigos da Federaçãooo
CAB Madeira e CRCQ Lombos voltam a defrontar-se
Na altura a equipa de Carcavelos mostrou-se claramente superior, repetindo essa supremacia na final ante o Olivais FC. Mas nestas coisas do desporto, dum ano para o outro pode mudar muita coisa (curiosamente os treinadores são os mesmos), mas as campeãs nacionais perderam as internacionais lusas Mery Andrade (que regressou a Itália), Sónia Reis (a recuperar de nova intervenção cirúrgica), tendo eventualmente posto um ponto final na sua carreira e Felicité Mendes que se transferiu para a União Sportiva. Por seu turno as madeirenses viram partir para Espanha a internacional Mª João Correia, mas em contrapartida viu regressar a polivalente Joana Lopes, também internacional que, depois de uma paragem na actividade competitiva em França, voltou ao emblema insular.
Isto para dizer que será difícil fazer prognósticos porque embora José Leite possa ter à sua disposição um banco com mais alternativas, João Pedro Vieira tem também os seus trunfos. Em termos de estrangeiras há equilíbrio: D. Clloyd (Lombos) e Julie Forster (CAB).
A outra meia-final será dirimida entre AD Vagos (vencedora do troféu 4 anos consecutivos) e o União Sportiva, que depois de ter feito a sua estreia na Liga Feminina na época passada (excelente 4º lugar), esteve também na Final Four da Taça de Portugal (3ª posição ex-aequo com o Boa Viagem), parece que lhe tomou o gosto e está de novo nas grandes decisões. Se João Janeiro (treinador vaguense) continua a contar com o núcleo duro (perdeu a internacional Ana Oliveira, sujeita a intervenção cirúrgica em Agosto, ao joelho), tendo-se reforçado com a poste norte-americana Stephanie Sension (ex-GDESSA) e recebido também duas jovens internacionais dos escalões de formação (Joana Canastra e Raquel Jamanca), já o seu homólogo açoriano (João Santos) viu partir 4 jogadoras habitualmente titulares (lideradas por Jhasmin Player, MVP e melhor marcadora da Liga Feminina em 2013/14), embora tenha recebido a base Felicité Mendes, a poste internacional lusa Tamara Milovac e as norte-americanas Shaquedia Wallace e Catrina Green.
Não temos dúvidas de que irá ser um duelo muito disputado, com as individualidades da equipa de Ponta Delgada a poderem fazer pender a balança para as suas cores. Mas atenção à mística da formação de Vagos…
Calendário de jogos
Meias-finais (sábado)
CAB Madeira-CRCQ Lombos (17H45), no Pavilhão Desportivo dos Lombos
AD Vagos-União Sportiva (18H45), no Pavilhão Gomes Pereira (Algés)
Final e 3º/4º lugares (domingo), no Pavilhão Desportivo dos Lombos
15H00 Jogo entre os vencidos
17H00 Final entre os vencedores
Nota: Por razões logísticas (voo de regresso a Ponta Delgada) a União Sportiva terá que jogar obrigatoriamente às 15H00, pelo que poderá ocorrer a troca da ordem dos jogos.
Calendário dos outros Grupos
Grupo Sul
Sábado (4/10), no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro
15H30 GDESSA-S Algés D (jogo 1)
17H30 SL Benfica-CD Torres Novas (jogo 2)
Domingo (5/10), no Pavilhão Arquitecto Gomes Pereira, em Algés
09H30 Vencido jogo 1-Vencido jogo 2
1H30 Vencedor jogo 1-Vencedor jogo 2
Grupo Centro/Norte (no Pavilhão do Olivais FC, em Coimbra)
Sábado (4/10)
15H00 Lousada AC-Boa Viagem (jogo 1)
17H15 Olivais FC-Académico FC (jogo 2)
Domingo (5/10)
15H00 Vencido jogo 1-Vencido jogo 2
17H00 Vencedor jogo 1-Vencedor jogo 2
Agora é a sério!
Os clubes estão divididos em quatro grupos, com o vencedor de cada um deles a apurar-se, depois, para a final-four. Há bons jogos em perspetiva…
Grupo Norte
VSC
Maia
Barcelos
O Vitória manteve o seu núcleo duro de internacionais portugueses e o técnico Fernando Sá apostou em Marcel Monplaisir, um valor seguro, para preencher uma área importante do jogo. Nebojsa Pavlovic é o outro atleta estrangeiro a chegar a Guimarães, no sentido de ajudar o Vitória a chegar-se ainda mais ao topo da competição nacional. Continuar a evoluir é o principal objetivo deste Vitória, um projeto que está cada vez mais a ganhar relevância no basquetebol nacional.
Os resultados do Barcelos durante a pré-época (venceu o Torneio da Ovarense) provam que a equipa comandada por José Ricardo está muito competitiva, sendo que a renovação de Marco Loncovic é uma importantíssima mais valia para o sucesso do conjunto de Barcelos. O técnico apostou em mais jogadores europeus e decidiu-se pelo recrutamento de Filip Djuran e Igor Djukovic. O trabalho de scouting continua a ser uma preocupação constante do experiente treinador português, já que depois de vários de observação apostou na contratação de Eduardo Ribeiro.
O Maia Basket parte para esta 1ª fase como sendo o menos favorito do grupo, até porque, até ao momento, os maiatos não estiveram muito ativos no recrutamento. Manuel Romão apostou em atletas jovens com potencial, Pedro Meireles é um desses casos , mas cuja consistência terá de ser provada dentro de campo. O plantel ainda não está fechado, clube e treinador têm consciência que a equipa tem lacunas, e nada melhor do que uma competição a doer para fazer uma avaliação exata de quais serão as principais necessidades do Maia Basket nesta altura.
Grupo Centro/Norte
Ovarense
Oliveirense
CAB
Prevê-se um grupo muito equilibrado, embora o valor dos madeirenses seja ainda um pouco desconhecido. O CAB, para além da troca de treinador, perdeu alguns elementos importantes da equipa da última temporada, embora o clube tudo tenha conseguido alguns jogadores interessantes e com provas dadas na competição nacional (Stefan Djukic, André Calabote e Jovonni Schuller). A recente troca de norte-americanos, chegou Sampson Carte, certamente em nada contribui para o maior entrosamento da equipa antes desta primeira prova oficial.
A Ovarense apostou na continuidade, sinal que a dupla técnica vareira está satisfeita com o grupo com que tem trabalhado nos últimos anos. O clube conseguiu juntar três reforços, Jaime Silva, um homem da casa, Júlio Silva e Massine Fall, opções que dão mais profundidade ao plantel de Ovar, bem como preenchem algumas lacunas que a equipa revelou na época passada.
O técnico Rui Alves reestruturou a equipa da Oliveirense, já foram muitas as entradas na equipa de Oliveira de Azeméis. O treinador escolheu um grupo de jogadores portugueses (Hélder Carvalho, David Gomes, Augusto Sobrinho e Eduardo Guimarães) que conhece bem que lhe dão garantias, a que se juntaram três estrangeiros, se bem que o último, Dusan Sisic, já seja resultado de uma troca por Myles Walker.
Grupo Centro/Sul
Illiabum
Sampaense
Lusitânia
Este grupo vai proporcionar a estreia de dois técnicos na Liga Portuguesa de Basquetebol, uma vez que Ricardo Vasconcelos, no comando do Illiabum, e Félix Garcia, treinador do Sampaense vão tentar trazer sucesso aos respetivos clubes. Embora ambos não tenham tarefas fáceis, já que têm um longo caminho pela frente até construírem as equipas à sua imagem.
Principalmente o espanhol, já que o clube de S. Paio de Gramaços recebeu oito caras novas para esta temporada. Muitos jovens internacionais (Diogo Ventura, Rafael Wildner, André Miguens, José Miranda e Francisco Santos), muita ambição, mas que ainda têm muito para provar.
Ricardo Vasconcelos já não mexeu tanto no grupo de trabalho, apenas tentou completar o plantel com aquilo que achava que era necessário para torna-lo mais apto e equilibrado. As chegadas de Sérgio Correia, Ricardo Rosa e Carlos Cardoso, trouxeram mais opções, maior qualidade ao treino e permitirão certamente mais rotatividade à equipa agora comandada pelo bem conhecido técnico nacional. Os resultados durante a pré-temporada não foram os desejados, se bem que tenham melhorado significativamente. Pelo que este troféu servirá para confirmar, ou não, essa tendência.
Nuno Barroso tem conseguido épocas de sucesso no comando da equipa da ilha Terceira, e o técnico já assumiu que pretende maior protagonismo esta temporada. Ainda assim, a equipa sofreu algumas mexidas, contas feitas foram sete as entradas, com o téncico a fazer regressar a Portugal e aos Açores alguns nomes conhecidos (Mohamed Camara, Daniel Caluico, Edson Ferreira e Cavel Witter). O valor da equipa continua a ser uma incógnita, pelo que esta competição será a primeira oportunidade para se avaliar o potencial do conjunto açoriano.
Grupo Sul
Benfica
Algés
Galitos do Barreiro
Os atuais tricampeões nacionais não escondem que pretendem conquistar todos os títulos nacionais, numa época que marca o regresso do Benfica às competições internacionais. Os encarnados tiveram jogos exigentes durante a sua preparação, mostraram que podem competir com equipas de Ligas mais competitivas, e certamente que irão beneficiar do ritmo e da oposição que enfrentaram até chegarem a este troféu. João Santos já mostrou que pode ser útil, Ronald Slay, ainda a recuperar de uma lesão, ainda não provou a sua qualidade, mas a base que tantas alegrias tem proporcionado aos adeptos continua na Luz.
Depois de uma época bastante positiva, o Algés ainda continua com algumas indefinições, nomeadamente no que diz respeito à continuidade de João Santos e Francisco Jordão. O técnico André Martins garantiu o empréstimo de Pedro Belo e conseguiu contratar um norte-americano. A equipa torna-se ainda mais jovem, requer mais paciência, mais trabalho, e sobretudo tempo para que tudo funcione dentro de campo.
A formação do Galitos do Barreiro despediu-se de António Tavares, decidiu retirar-se, alguns jogadores deixaram o clube, cujas saídas foram colmatadas pelo técnico Carlos Caetano com um misto de veterania e juventude. A chegada de Eky Viana, Carlos Dias, André Palma e Daniel Silva foram as soluções encontradas para que a equipa da margem sul consiga realizar uma temporada com menos sobressaltos, e esteja mais bem preparada para tentar alcançar objetivos mais ambiciosos.
Sporting Clube Marinhense Basquetebol – Apresentação
O adversário convidado para este jogo foi a formação do Atlético Moscavide. Será mais uma oportunidade para a esta jovem equipa, cheia de ambição, demonstrar o seu crescimento e cimentar processos.
«Prontas para as dificuldades»
A norte-americana não esconde que todo o grupo de trabalho está entusiasmado com a possibilidade de poder conquistar o primeiro troféu da época, mas para que isso aconteça o União Sportiva é o primeiro obstáculo a ultrapassar. Para vencer no próximo sábado, a atleta considera que o mais importante é a equipa focar-se no seu plano de jogo, até porque, nesta fase tão prematura da época, é diminuto o conhecimento sobre o adversário.
Sension reconhece que a informação sobre o União Sportiva não é muita, mas é para isso que servem estas competições de inicio de temporada. “Este fim de semana será um bom teste para nós. Ainda estamos a conhecer as equipas: as suas tendências ofensivas e defensivas, bem como mudanças que sofreram no plantel.”
As vaguenses durante a semana afinaram as suas estratégias, de modo a que possam surgir o mais fortes possível nesta altura da época. “Estamos muito animadas com a competição deste fim de semana, e durante a semana temos vindo a trabalhar pequenos detalhes que são necessários serem feitos de forma a que a equipa se torne mais forte e preparada.”
O treinador João Janeiro já poderá contar com a sua segunda estrangeira, uma compatriota de Stephanie, a quem reconhece qualidade para poder ajudar o Vagos. “Além disso, estamos entusiasmadas com a nossa nova aquisição, a americana Brandie. É uma jogadora muito talentosa, com uma vasta experiência de diferentes campeonatos, como o romeno, grego e português, e certamente que vai ser uma tremenda ajuda.”
Sobre o adversário, a atleta realça o núcleo de jogadoras nacionais, reforçado por duas atletas estrangeiras. “Este sábado jogamos com o União Sportiva e será um bom teste para nós. Uma equipa com jogadoras portuguesas muito experientes, bem como duas norte-americanas. Temos que estar prontas para enfrentar todo o tipo de dificuldades.”
“Como disse anteriormente, não temos muita informação sobre o nosso adversário, até porque estamos numa fase muito inicial da temporada. Estes jogos serão fundamentais para começarmos a conhecer melhor as equipas que este ano vão competir na Liga”, reconheceu Stephanie Sension
No entanto, “se na abordagem a este jogo nos focarmos nos nossas estratégias ofensivas e defensivas seremos bem sucedidas. Este fim de semana vai ser um grande desafio para nós.”
“3×3 nas Escolas”
P. B. Realçamos, como conclusão mais importante desta reunião, o compromisso assumido por ambas as entidades, no sentido de prosseguir, ampliar e melhorar a qualidade do “3×3 nas Escolas”, uma vez que se reconhece o seu enorme potencial e evidentes benefícios para todos os envolvidos.
A D. D. E. manifestou inclusivamente a vontade de formalizar um protocolo plurianual com a F. P. B. que, entre outras vertentes, contemple a participação em eventos internacionais, tendo como primeira meta, a médio prazo, a participação em 2016 no Campeonato de 3×3 organizado pela International School Federation.
Esta será certamente uma das prioridades da próxima Direcção de F. P. B., a ser eleita no próximo dia 8 de Novembro.
O balanço/avaliação, relativo a 2013/14, que ambas as partes fazem do “3×3” é globalmente muito positivo, embora identificando algumas regiões em que houve maiores dificuldades de concretização das actividades e também de articulação entre os D. T. R. e os C. L. D. E. No entanto, o principal problema apontado por todos os envolvidos foi o “timing” em que se reiniciou o projecto, já com o 2º período escolar a decorrer. Este são, obviamente, aspectos em que haverá que melhorar e estamos certos que assim acontecerá.
Foi decidido manter o mesmo sistema de inscrições e de comunicação utilizado na época passada, uma vez que o mesmo se mostrou eficaz.
Muito brevemente será enviada toda a documentação necessária para iniciar o trabalho, incluindo o regulamento. No entanto, podemos desde já adiantar que a formação das equipas terá que respeitar o estipulado no regulamento do “3×3”, no que refere à participação de praticantes federados e não federados.
Aprovaram-se as seguintes datas para dar forma ao calendário de 2014/15:
· Reunião inicial entre cada D. T. R. e respectivo (s) C. L. D. E. – até 24.Outubro
· Inscrição de Escolas e Equipas – até 24.Outubro
· Fase Local (C. L. D. E.) – Novembro, Dezembro e Janeiro
· Fase Regional – Fevereiro, Março e Abril
· Fase Nacional – Maio/Junho (a)
(a) Caso se consigam reunir as condições necessárias para o efeito, existe vontade para realizar esta fase simultaneamente com as finais nacionais do Desporto Escolar (que terão lugar em Lisboa, entre 14 e 17 de Maio), como parte integrante do programa deste evento.
«CAB está sempre motivado»
Mesmo que pela frente tenham, já este fim de semana, a Quinta dos Lombos, nada mais, nada menos que as campeãs nacionais em título. Não perca a entrevista.
A 1ª fase da Taça Vítor Hugo serviu para aperfeiçoar alguns aspetos coletivos?
Sem dúvida. É a primeira competição desta época, servirá para analisar a equipa e ver como vamos reagindo contra equipas fortes, bem como saber onde estão a nossa força e as nossas fraquezas para depois trabalharmos.
Dois triunfos folgados na fase de grupos, sinal que a equipa vai surgir nesta fase final da Taça Vítor Hugo moralizada e forte para se bater pela conquista do troféu?
A equipa do CAB está sempre motivada. Somos um grupo que quer ganhar e melhorar as suas capacidades. Embora tenhamos consciência que irá ser muito difícil.
A norte-americana, Julie Forster, foi uma escolha acertada? Que contributos veio trazer à equipa?
A nossa "cenourinha ", Julie, é uma atleta impressionante fisicamente. Boa jogadora e como pessoa ainda melhor. Apesar de ter chegado há pouco tempo à Madeira, já está perfeitamente integrada na equipa. Algo que é fundamental para que tenha sucesso quando está dentro de campo.
Esta época vai ser um trabalho de continuidade, ou existiu a necessidade de fazer ajustes às caraterísticas das novas jogadoras?
Haverá continuidade no trabalho da equipa porque estamos juntas há muitos anos, e conhecemo-nos bem. A chegada da Joana Lopes só veio reforçar o CAB pela sua versatilidade. É uma jogadora que pode jogar em todas as posições, na minha opinião, é a única atleta portuguesa que pode contribuir de maneira eficaz para o sucesso da equipa.
Acha que a Quinta dos Lombos foi o pior adversário que poderiam ter pela frente na próxima fase? A equipa não está tão forte como na última temporada?
Claro que vai ser ainda mais difícil. Porque é o atual campeão em título da Liga, mas isso não significa que iremos facilitar as coisas. Só dentro de campo se poderá confirmar a possibilidade da equipa dos Lombos estar mais fraca esta temporada
Acredita que este ano o CAB vai manter a tradição de conquistar títulos?
A tradição mantém-se, o CAB quer ganhar títulos. Mas, ano após ano, a Liga Portuguesa está a melhorar o nível competitivo, pelo que se torna cada vez mais complicado ganhar títulos. Algo que vai contribuir para que a equipa deseje trabalhar ainda mais.
Dragon Force vence jogo de apresentação do Sampaense
Na equipa portista, o espanhol Ferran Ventura (11 pontos) foi o melhor marcador, num jogo em que os simpatizantes puderam constatar que o norte-americano Javaris Barnett poderá ser muito útil à equipa. O conjunto de S. Paio de Gramaços inicia sua participação no Troféu António Pratas já esta sexta feira, frente ao Illiabum, fazendo parte do Grupo Centro/Sul, do qual faz parte ainda a equipa açoriana do Lusitânia.
Jogo de apresentação do Sampaense Basket
O adversário convidado para este jogo particular foi a formação do Dragon Force, num encontro que sera certamente um bom teste ao renovado conjunto de S. Paio de Gramaços, onde existe muita juventude e ambição.
Troféu António Pratas/LPB
A forma de disputa repete-se, todos se defrontam em cada grupo, de forma a apurar os quatro vencedores das respetivas poules.
A Ovarense Dolce Vita defende o titulo conquistado na última temporada, isto depois do SL Benfica ter vencido as duas edições anteriores. Fica então a curiosidade em se saber se os vareiros (2) vão alcançar os benfiquistas (3) no número de vitórias nesta competição, se o Benfica irá acentuar o seu domínio, ou se por outro lado um outro clube inscreverá o seu nome como vencedor da primeira prova oficial da competição masculina da presente temporada.
Grupo Norte
1ª Jornada, 03 de outubro, 21:30, Pav do Vitória: VSC x Maia.
2ª Jornada, 04 de outubro, 21:30, Pav Municipal do Formigueiro: Maia x Barcelos.
3ª Jornada, 05 de outubro, 17:30, Pav da Escola Sec. de Barcelinhos: Barcelos x VSC.
Grupo Centro/Norte.
1ª Jornada, 03 de outubro, 21:00, Arena Dolce Vita: Ovarense x Oliveirense.
2ª Jornada, 04 de outubro, 21:00, Pav. Dr. Salvador Machado: Oliveirense x CAB.
3ª Jornada, 05 de outubro, 16:00, Arena Dolce Vita: Ovarense x CAB.
Grupo Centro/Sul:
1ª Jornada, 03 de outubro, 21:30, Pav Capitão Adriano Nordeste: Illiabum x Sampaense.
2ª Jornada, 04 de outubro, 16:00, Pav. Serafim Marques: Sampaense x Lusitânia.
3ª Jornada, 05 de outubro, 18:00, Pav. Capitão Adriano Nordeste: Illiabum x Lusitânia
Grupo Sul
1ª Jornada, 03 de outubro, 21:00, Pav Fidelidade: Benfica x Algés.
2ª Jornada, 04 de outubro, 15:30, Pav Gomes Pereira: Algés x Galitos do Barreiro.
3ª Jornada, 05 de outubro, 16:00, Pav. Municipal Luís de Carvalho: Galitos do Barreiro x Benfica.
Festa na apresentação das equipas da Física
Uma tarde de festa marcou a apresentação das equipas da Física Basquetebol. Noventa e nove atletas, representando todos os escalões, os seus familiares, amigos e adeptos da modalidade permitiram uma fantástica moldura humana no apoio a todos aqueles que fazem parte da estrutura do clube.
Benfica em 3º lugar
Antes deste encontro já era conhecido o vencedor do torneio, os espanhóis do Obradoiro, que somaram no último desafio do torneio a sua 3ª vitória, em igual número de jogos, diante do Trapani (82-60).
Cabia ao Benfica defrontar mais uma equipa do país vizinho para decidir os segundo e terceiro lugares. Uma formação que desde 1989/90 compete na ABC, a principal liga espanhola.
Os comandados de Carlos Lisboa entraram fortes no jogo, com um enorme aproveitamento ofensivo, embora esse estado de graça se tenha mantido até aos 10-9 favoráveis ao Benfica. Seguiu-se depois um período negro para a equipa benfiquista, em que nada lhe saía. Os pontos no ataque não aconteciam, muito culpa da falta de pontaria dos jogadores benfiquistas, mas a que também não alheio o facto de Jobey Thomas ter sido obrigado a ir para o banco com duas faltas.
As transições ofensivas do Sevilha causavam mossa na equipa do Benfica, bem como o domínio exibido pelo jovem de 19 anos apenas, Kristaps Porzingis, Melhor Ressaltador do torneio, que do alto dos seus 2.20 metros causava muitos problemas nas áreas próximas do cesto. No final do 1º período, a equipa espanhola vencia por 30-18, um resultado bem mais simpático, tendo em conta a supremacia revelada pelos forasteiros nos primeiros 10 minutos.
Até ao intervalo, a equipa liderada por Carlos Lisboa deu continuidade ao bom momento que viveu nos últimos minutos do quarto inicial, sobretudo graças aos tiros de longa distância de Jobey Thomas, que continuava a impressionar pela eficácia e facilidade de tiro que revelava. Em tempo de descanso o Benfica já tinha conseguido reentrar na discussão do resultado, uma vez que perdia por apenas três pontos (39-42).
No recomeço da etapa complementar, o Sevilha voltou a aumentar distâncias, dando a sensação que iria conseguir controlar o jogo até final. No termo do 3º quarto o Sevilha vencia por 57-49, num período em que os jogadores mais influentes do Benfica passaram um pouco ao lado do jogo, chegando mesmo a ficar grande parte no banco a descansar.
No derradeiro quarto, os comandados de Carlos Lisboa voltaram a demonstrar caráter e capacidade de reação para lutarem com um resultado desfavorável. Dois triplos consecutivos de João Soares colocaram em pouco menos de dois minutos, o Benfica a perder pela diferença mínima (56-57), relançando no pavilhão Fidelidade, muito bem composto, a euforia e a esperança que o Benfica seria capaz de discutir o resultado até ao final. Tomás Barroso foi importante nesta fase do jogo, a marcar corretamente os ritmos do jogo, bem como a assistir os seus companheiros interiores.
Seguiram-se minutos de grande equilíbrio, com várias alternâncias no marcador, e já bem perto do final os atuais campeões nacionais chegaram a liderar por quatro pontos de diferença (74-70). Um triplo crucial fez renascer as esperanças espanholas, que teve o mérito, em dois momentos decisivos, e após falhanços da linha de lance-livre, conquistarem dois ressaltos ofensivos que lhe valeram os pontos e a posse de bola que lhe garantiram a vitória neste encontro.
Resultados do Torneio:
SL Benfica – Obradoiro, 61-96
Obradoiro – Sevilha, 66-62
SL Benfica – Pallacanestro Trapani, 104-69
Pallacanestro Trapani – Sevilha, 76-91
Pallacanestro Trapani – Obradoiro, 60-82
SL Benfica – Sevilha, 76-78
Classificação:
1.º classificado: Obradoiro – 3 jogos, 3 vitórias
2.º classificado: Sevilha – 3 jogos, 2 vitórias
3.º classificado: SL Benfica – 3 jogos, 1 vitória
4.º classificado: Pallacanestro Trapani – 3 jogos, 3 derrotas
Vitória supera Dragon Force
A Oliveirense conquistou o último lugar do pódio, depois de levar a melhor, após prolongamento, empate a 86 pontos no final do tempo regulamentar, a formação do Sampaense pela diferença mínima (98-97).
O encontro da final foi bastante equilibrado, sem se notar que as duas equipas em confronto pertenciam a divisões diferentes. No final do 1º período a equipa portista seguia na diferença (22-19), uma vantagem pontual que desapareceria até ao intervalo, já que as duas equipas recolheram aos balneários empatadas a 40 pontos.
As duas formações permaneceram muito iguais no recomeço do segundo tempo, e à entrada do derradeiro quarto o conjunto azul e branco liderava pela vantagem mínima (60-59).
Nos 10 minutos finais, o conjunto vimaranense assumiu a sua condição de favorito e mostrou-se mais forte que o seu adversário. O parcial de 22-13 demonstra bem a superioridade do Vitória no 4º período, um score que lhe permitiu dar a volta ao marcador, acabando o resultado final por não ser revelador da prestação das duas equipas ao longo dos 40 minutos.
No primeiro jogo da tarde, travou-se uma luta intensa pela conquista do 3º lugar. Começou melhor a Oliveirense, num 1º período marcado por uma elevada pontuação (32-27). O segundo quarto voltou a ser bastante produtivo, sobretudo para a formação de S. Paio de Gramaços, que até ao intervalo foi capaz de empatar o jogo a 49 pontos.
No recomeço do jogo voltou a ser a equipa da casa a adiantar-se no marcador, ainda que tenha sido por uma curta vantagem para abordar de forma relaxada o derradeiro período (75-72).
Nos últimos 10 minutos ambas as defesas estiveram melhor, embora o Sampaense tenha conseguido de novo eliminar a desvantagem trazida, levando o jogo para tempo extra (86-86).
Nos 5 minutos suplementares manteve-se a tendência de ser a equipa da casa a estar melhor, se bem que desta vez tenha sido no limite (98-97).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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