Artigos da Federaçãooo
Sucesso a todos os níveis
A acontecer pelo segundo ano consecutivo em Oliveira do Hospital, a Taça Hugo dos Santos foi responsável por trazer ao concelho as quatro melhores equipas da Liga Profissional de Basquetebol. SL Benfica, BC Barcelos, CAB Madeira, e Vitória SC proporcionaram momentos de alta competição desportiva, acabando a equipa da luz por dar provas do favoritismo inicial, reconquistando o troféu, depois de uma final emotiva frente ao CAB Madeira (83-82).Três jogos que se revelaram no centro das atenções do fim de semana desportivo no concelho de Oliveira do Hospital e que resultaram em mais “um êxito”. Pelo menos assim entende o presidente da Câmara Municipal, para quem “valeu a pena” voltar acolher o evento desportivo “pelo nome, pela qualidade e por todas as pessoas que se deslocaram a Oliveira do Hospital para verem este grande espetáculo”.Um balanço positivo que José Carlos Alexandrino faz de um evento que, garante, exigiu um reduzido investimento ao município, uma vez que a organização da Taça Hugo dos Santos contou com um conjunto de patrocinadores.Motivos suficientes para José Carlos Alexandrino querer continuar a apostar em eventos desta natureza com o objetivo de “afirmar” o concelho. “Continuaremos a fazê-lo”, assegurou, dando como certa a organização de provas como a Volta a Portugal, ponderando porém estudar o formato do Rali de Oliveira do Hospital que até “poderá deixar de acontecer”. Na mira de Alexandrino está também a realização da taça Hugo dos Santos no concelho nos próximos três anos, decorrendo negociação com o presidente da FPB para que tal aconteça.No final de mais uma edição da Taça Hugo dos Santos, o autarca oliveirense aprecia o bom relacionamento que tem mantido com o presidente da FPB, bem como a disponibilidade que tem manifestado na resolução de situações mais difíceis com que se tem deparado a equipa do concelho, o Sampaense Basket. “Se hoje o Sampaense compete é graças ao presidente do município e da FPB que têm tido muito boa vontade para resolver um conjunto de problemas que se nos têm deparado no início da época. E as pessoas do Sampaense têm feito um grande trabalho”, referiu o autarca que, ontem, deu conta da disponibilidade do município para continuar a apoiar a modalidade de basquetebol e ajudar a manter vivas todas as modalidades no concelho. “Somos um concelho grande quando temos uma diversidade de desporto”, registou, partilhando a admiração que lhe foi transmitida pelo próprio secretário de Estado do Desporto e Juventude em face do “ecletismo” que se verifica no concelho.A realização da Taça Hugo dos Santos no concelho mereceu , ontem, o aplauso do secretário de Estado da Juventude e do Desporto. Presente no jogo da final, Emídio Guerreiro felicitou a FPB por descentralizar este tipo de competições. “É importante trazer esta modalidade de alta competição a outros sítios que não Lisboa porque as pessoas gostam e é uma forma de divulgar a modalidade”, referiu o governante que, em Oliveira do Hospital, se revelou satisfeito por o Sampaense, uma equipa do interior, participar na Liga Portuguesa de Basquetebol. Um exemplo que o governante espera que venha a ser seguido por outras equipas do interior, cabendo porém à FPB fazer “este esforço” de descentralizar as partidas, porque caso contrário “é difícil mobilizar”. “É preciso apostar mais e diversificar para que surjam mais equipas como o Sampaense”, registou o secretário de Estado, informando estar para breve o lançamento do programa nacional “Desporto com todos e para todos” destinado a “mobilizar mais pessoas para o desporto em vários pontos do país”, sendo que a interioridade é sinónimo de “majoração na avaliação dos projetos”. “Estamos confiantes de que vamos conseguir dinamizar cada vez mais a prática desportiva”, concluiu
Carnide Clube Campeão Distrital
O muito público presente durante os 3 dias da competição teve a oportunidade de assistir a bons jogos de basquetebol, numa organização impecável.
No primeiro dia de competição o Carnide ao vencer o SLBenfica (61×49) e a Quinta dos Lombos ao levar de vencida o Algés (52X60) perfilavam-se como candidatos a ganharem o tão desejado título.No segundo dia de competição o Carnide ganhava ao Algés (46×37) e confirmava cada vez mais o seu favoritismo ao passo que SLBenfica retificava o resultado da véspera e derrotava a Quinta dos Lombos (50×52) baralhando assim as contas da fase final.Chegados ao terceiro dia de competição e no primeiro jogo a equipa do Algés retificou os maus resultados dos dias anteriores e venceu de forma clara o SLBenfica (43×66), e com este resultado a equipa da Quinta dos Lombos voltava a sonhar com a vitória na competição pois dependia apenas de si própria para o conseguir.Quem não estava pelos ajustes era a equipa do Carnide que entrou melhor no jogo e decidido a não dar grande hipóteses ao adversário controlando a partida do primeiro ao último minuto e vencendo (59×45), ganhando assim o Titulo de Campeão Distrital de Sub16 Femininos.As equipas estão todas apuradas para o Campeonato Nacional – Zona SulParabéns a todos os intervenientes pela excelente divulgação do BASQUETEBOL FEMININO.Aqui ficam os resultados, classificação final e prémios individuais:31/1/2014 – Sexta-Feira Carnide – 61 x 49 – SLBenficaAlgés – 52 x 60 – Quinta Lombos 1/2/2014 – SábadoCarnide – 46 x 37 – AlgésQuinta Lombos – 50 x 52 – SLBenfica 2/2/2014 – DomingoSLBenfica – 43 x 66 – AlgésCarnide – 59 x 45 – Quinta Lombos Classificação Final1º – Carnide Clube2º – Sport Algés e Dafundo3º – Quinta dos Lombos4º – Sport Lisboa e Benfica 5 IDEALAna Rua – Carnide ClubeMadalena Rodrigues – Carnide ClubeÉrica Batista – Sport Algés e DafundoLara Mesquita – Quinta dos LombosBárbara Xabregas – Sport Lisboa e BenficaMelhor MarcadoraMadalena Rodrigues – Carnide ClubeMVPMadalena Rodrigues – Carnide Clube
CAB apura-se para final
A equipa vimaranense foi mais forte durante o primeiro tempo, mas na etapa complementar, os madeirenses através de uma melhor seleção de lançamentos e uma decisiva presença na tabela ofensiva conseguiu superar o adversário nos minutos finais do encontro.
Os primeiros 20 minutos do encontro foram marcados pelo ligeiro ascendente do Vitória (39-33), sempre muito bem liderados pelo seu capitão Paulo Cunha. O inicio do segundo tempo afigurava-se complicado para a turma insular, já que Fábio Lima tinha que assumir o papel de 1º base na equipa do CAB. Foram sete minutos em que os vitorianos não conseguiram tirar vantagem desse facto, uma vez que o CAB conseguiu controlar sempre o ritmo do jogo da forma que mais lhe convinha.Consciente da diminuta rotação de jogadores de que dispunha, o técnico João Freitas apelava a um maior coletivismo nos movimentos ofensivos da sua equipa. O CAB acabaria por vencer porque circulou melhor no ataque e fez uma melhor seleção de lançamentos. No final do 3º período a equipa da Madeira já tinha dado a volta ao resultado e entrava no derradeiro quarto a vencer por dois pontos de diferença (56-54).O jogo estava em aberto, e aparecimento de José Silva no jogo fazia aumentar as possibilidades do Vitória siar vencedor neste jogo. O técnico Fernando Sá carregava no jogo interior, na procura de cestos com maior eficácia ou retirar faltas ao adversário. Mas uma falta técnica ao banco vitoriano, seguido de um cesto de campo, e um turnover na reposição da bola em jogo, valeram seis pontos que permitiram o CAB fugir no resultado.Não mais os madeirenses deixaram o Vitória aproximar-se no resultado, com o ressalto ofensivo a da equipa insular revelar-se extremamente importante nos momentos finais do encontro. Valiam segundas posses de bola, retiravam tempo ao relógio e valiam pontos que mantinham a diferença no resultado.Mais uma brilhante prestação de Aaron Anderson (21 pontos, 10 ressaltos e 2 desarmes de lançamento), MVP do jogo com 31.5 de valorização, a ser decisivo no apuramento do CAB para a final. O base Ricky Franklin, melhor marcador do jogo com 31 pontos, voltou a demonstrar a sua grande apetência para fazer pontos. Mais um bom jogo para Fábio Lima (15 pontos, 4 ressalto, 3 assistências e 2 roubos de bola), a assumir a responsabilidade do jogo nos momentos decisivos, bem como se mostrou sempre disponível para ajudar a equipa nas funções que fossem necessárias durante todo o jogo.A dupla formada por José Silva (20 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) e Paulo Cunha (19 pontos e 3 ressaltos) bem lutaram pela presença no jogo de decisão da prova. O capitão vitoriano foi o mais regular da equipa, assumindo-se sempre como a referencia da equipa em todos os momentos do jogo.
CRCQ Lombos e Olivais na final com mérito
Pena que o público da cidade não tenha correspondido às expectativas, particularmente na primeira partida. Para sábado à tarde e entradas livres, era suposto ter havido maior adesão dos adeptos da modalidade.
Resultados:
GDESSA 50-57 CRCQ Lombos
AD Vagos 47-66 Olivais FC
GDESSA e CRCQ Lombos discutiram ao milímetro a presença no jogo da decisão. As escolares tiveram uma má entrada, obrigando Nuno Manaia a pedir o seu primeiro desconto logo no minuto 3 (0-6). O caminho para o cesto apareceu com o 1º triplo da capitã Vera Correia à entrada do minuto 4 mas a equipa de José Leite mantinha-se muito segura a atacar, cometendo menos erros e fazendo uma boa selecção de lançamentos. Chegou assim a 3-12 e a 5-16, com o GDESSA a reagir para acabar o quarto inicial a perder por 8 (10-18). No 2º período (21-16) as comandadas de Nuno Manaia, correndo sempre atrás do prejuízo, conseguiram reduzir a desvantagem para 3 pontos ao intervalo (31-34), muito por culpa do bom desempenho de Stephanie Sension na área pintada, bem acompanhada pelo acerto de Vera Correia no tiro exterior (3/4 nos triplos).Muito equilibrado o 3º quarto (12-10), novamente ganho pelo GDESSA, mantendo-se Vera Correia inspirada nos tiros do perímetro (5/6), mas em conseguir sequer igualar o marcador: O melhor foi a diferença tangencial por duas vezes (41-42 e 43-44), sendo este último o resultado ao cabo de 30 minutos de jogo.No último período as escolares conseguiram igualar (48-48) à entrada do minuto 35, com uma meia distância curta de Telma Fernandes, mas Mery Andrade assumiu as despesas na ponta final, marcando 7 pontos consecutivos no parcial de 7-2, que liquidou definitivamente as aspirações do GDESSA. Com 2 minutos e 57 segundos para jogar e a perder por 50-55, Nuno Manaia ainda parou o cronómetro por 3 vezes, mas sem resultado. Cinco minutos e 5 segundos sem acertar com o cesto não dão qualquer hipótese para recuperar o que quer que fosse. No AD Vagos-Olivais houve muito equilíbrio na 1ª metade (29-28 ao intervalo), depois de 13-17 no 1º período e 16-11 no 2º quarto. Na etapa complementar as coisas pouco mudaram até aos 41-42, já no minuto 30. O 3º período (12-18) chegava ao fim com as olivanenses no comando (41-46), situação que já não mudaria até ao final da partida. O derradeiro quarto (6-20) foi marcado pela quebra anímica da turma vaguense. Ao invés o tiro exterior do Olivais melhorou terrivelmente (5 triplos em 8 tentativas), qualquer coisa como 63%. Assim o marcador saltou de 41-46 para 45-58 (minuto 35) e a seguir para 45-66 (minuto 39). Um parcial de 4-20, com Ana Fonseca (3/4 nos triplos) e Artemis Afonso (2/3) a darem show, respectivamente, nesse período. Joana Jesus fechou a contagem, quando já não havia nada a fazer. Resultados:GDESSA 50-57 CRCQ LombosAD Vagos 47-66 Olivais FCFichas de jogoPavilhão Multidesportos Dr.Mário Mexia, em Coimbra GDESSA (50) – Catarina Neves (4), Laura Ferreira (8), Lydia Bauer (4), Vera Correia (19) e Stephanie Sension (13); Telma Fernandes (2), Leonor Serralheiro, Emília Ferreira e Catarina Caldeira CRCQ Lombos (57) – Felicité Mendes, Filipa Bernardeco (5), Mery Andrade (15), Sónia Reis (10) e Maria Kostourkova (10); Márcia Costa (9), Shenneika Smith (8), Marinela Pinheiro, Inês Viana e Mafalda Guerreiro Por períodos: 10-18, 21-16, 12-10, 7-13Árbitros: Pedro Maia (Viseu) e José Lopes (Coimbra)MVP – Mery Andrade (25,0 de valorização): 15 pts, 7/10 L2 (70%), 11 ress (4 of.), 4 ass, 1 rb e 2 fp com 1/1 LL AD Vagos (47) – Carolina Anacleto (2), Daniela Domingues (16), Korinne Campbell (14), Inês Pinto (2) e Janae Fulcher (2); Ana Oliveira, Sara Dias, Ana Teixeira, Joana Jesus (8) e Carla Silva (3) Olivais FC (66) – Ana Fonseca (17), Marcy Gonçalves (6), Artemis Afonso (11), Josephine Filipe (9) e Swayze Black (10); Alaina Walker (9) e Carsidália Silva (4)Por períodos: 13-17, 16-11, 12-18, 6-20Árbitros: Jorge Cabral (Porto) e Ivo Rosário (Porto)MVP – Swayze Black (21,5 de valorização): 10 pts, 4/5 L2 (80%), 9 ress (5 of.), 2 rb, 3 dl e 3 fp com 2/2 LL Calendário para amanhã (Final)Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia 11H30 CRCQ Lombos – Olivais FC
Benfica confirma favoritismo
A boa prestação defensiva dos encarnados no inicio do segundo tempo foi decisiva para o triunfo. Isto apesar da boa réplica do conjunto minhoto, que com todas as suas limitações, lutou com as armas que tinha, para tentar contrariar a supremacia benfiquista na luta do ressalto, no jogo interior e nas soluções disponíveis para fazer a diferença.
Domínio repartido durante a primeira parte, com o Benfica a mostrar-se melhor durante os primeiros 10 minutos do jogo (22-12). A dupla Jobey Thomas e Betinho Gomes fazia a diferença, a explorar com sucesso transições rápidas, bem como o tiro exterior. No 2º quarto, o Barcelos parou o contra-ataque do Benfica, controlou a luta do ressalto, igualou o número de posses de bola e não permitiu segundos lançamentos. A equipa minhota obrigou o Benfica a lançar muito longe do cesto, retirou-lhe eficácia, e concedeu menos oportunidades de segundos lançamentos. O Barcelos explorou muito bem as ações ofensivas de 1×1, através das mudança do lado da bola, assim como o tempo de posse de bola no ataque. Ao intervalo os comandados de Carlos Lisboa continuavam na frente, ainda que pela diferença mínima (35-34).No segundo tempo a equipa encarnada surgiu muito mais agressiva a defender, a pressionar mais a bola, a tentar fechar as linhas de passe, e naturalmente criou maiores dificuldades ao conjunto de Barcelos. No ataque, o Benfica revelou-se muito mais paciente, coletivo e a procurar muito mais o jogo interior. O tiro exterior de Jobey Thomas era outra solução atacante, que com os seus longos lançamentos castigava a defesa barcelense. O 3º período não correu nada bem à equipa liderada por José Ricardo. A fraca eficácia no tiro exterior por parte do Barcelos retirava-lhe rendimento ofensivo, e só no jogo interior conseguia fazer alguns pontos que lhe permitia manter na discussão do jogo no final do período (56-43). Nos últimos 10 minutos a equipa minhota arriscou mais na pressão ao portador da bola, mérito para Carlos Fechas, tentou ser mais ofensiva através da utilização das penetrações em drible, e sobretudo mais presente na discussão do ressalto ofensivo. Mas a intimidação dos postes encarnados, a rotação do banco e exploração das vantagens interiores mantinha a diferença pontual no marcador favorável ao Benfica. Um triplo de Mário Fernandes, mesmo sobre os 24 segundos, a pouco mais de três minutos do final, colocou o resultado em 69-54, favorável ao Benfica, decidiu praticamente o encontro. O norte-americano Jobey Thomas (24 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), provou que é uma mais-valia na equipa do Benfica, sobretudo pela sua invulgar capacidade de lançar ao cesto. Betinho Gomes (17 pontos, 9 ressaltos, 2 roubos de bola, 1 assistências e 1 desarme de lançamento), MVP do jogo com 24 de valorização, realizou um jogo muito completo, e Fred Gentry (10 pontos e 6 ressaltos) foi a principal referência interior no jogo ofensivo dos encarnados.A formação de Barcelos não esteve numa tarde de grande inspiração a atirar ao cesto, acabando por ser Marco Loncovic (16 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) o mais produtivo da equipa. Rui Coelho com 14 pontos e Nuno Oliveira com 10 pontos, foram os restantes elementos do Barcelos a terminar o jogo na casa das dezenas.
Conhecidos os semifinalistas para esta tarde
Esta 5ª edição do troféu teve início na noite de ontem em dois recintos da cidade dos estudantes, Olivais e Multidesportos, numa organização conjunta da Federação Portuguesa de Basquetebol e Associação de Basquetebol de Coimbra, com o apoio importante do Olivais FC e da autarquia local.
Foi uma autêntica maratona de 4 jogos e com a agravante de se terem desenrolado em dois pavilhões, dificultando naturalmente a cobertura dos mesmos. A notícia é portanto a possível, pelo que nos penitenciamos por não poder ser tão pormenorizada como é nosso timbre.
O confronto entre os dois finalistas da edição anterior teve um final impróprio para cardíacos. A vencer por 6 pontos (49-55) à entrada do minuto 40, a equipa de Carcavelos teve que suportar entusiástica reacção das madeirenses que conseguiram um parcial de 7-0 no espaço de 30 segundos. Dois lances livres convertidos por Mª João Correia (51-55), na sequência de uma falta anti-desportiva assinalada a Mery Andrade, triplo de Schera Sampson (54-55) e um duplo de Taj McWilliams (56-55) a 14,6 segundos da buzina obrigaram José Leite a parar o cronómetro de imediato. Foi a escassos 1,4 segundos do termo que Felicité Mendes deu a vitória à equipa de Carcavelos. O Lousada-Vagos foi muito disputado, sempre com curtas diferenças pontuais. Fazendo menos erros (24-18 turnovers) e provocando mais faltas (15-24), com excelente aproveitamento nos lances livres (82%), fruto de apenas 6 lances falhados em 33 tentativas, as comandadas de João Janeiro carimbaram o passaporte para as meias. Um Boa Viagem desfalcado de duas pedras fundamentais (Célia Simões e Tamara Milovac) que se lesionaram recentemente, acrescido à ausência da capitã Bárbara Silva por impedimento profissional, não teve argumentos para contrariar as soluções do GDESSA. O jogo exterior das escolares esteve em bom plano (39% com 11 triplos em 28 tentativas) constituindo a par da superioridade esmagadora nas tabelas (24-43ressaltos) as armas do êxito.No último jogo da noite o Olivais que comandou sempre o marcador foi um vencedor justo ante as açorianas do União Sportiva. As pupilas de Paulo Silva souberem gerir a vantagem amealhada no quarto inicial (16-28), estando também com a pontaria afinada nos tiros do perímetro (37% com 13 triplos em 35 tentados). Resultados finais:CAB Madeira 56-57 CRCQ LombosLousada AC 58-65 AD VagosBoa Viagem 55-74 GDESSA U. Sportiva 68-83 Olivais FC Fichas de jogo Pavilhão Engº Augusto Correia, em Coimbra CAB Madeira (56) – Mª João Correia (10), Carla Freitas (2), Carolina Escórcio (11), Schera Sampson (12) e Taj McWilliams-Franklin (18); Marta Bravo (3), Catarina Freitas e Cíntia França CRCQ Lombos (57) – Felicité Mendes (7), Filipa Bernardeco, Mery Andrade (18), Sónia Reis (8) e Maria Kostourkova (2); Márcia Costa (8), Marinela Pinheiro (6), Shenneika Smith (8), Inês Viana e Inês AragãoPor períodos: 9-13, 17-8, 6-20, 24-16Árbitros: Hugo Silva e António Pereira MVP – Mery Andrade (26,5 de valorização): 18 pts, 11 ress (2 of.), 1 ass, 3 rb, 8 fp com 6/8 LL Lousada AC (58) – Raquel Soares (8), Nanci Barbosa (5), Francisca Braga (10), Elisa Beagle (20) e Stefanie Gilbreath (12); Ana Tenreiro (3) e Helena Costa AD Vagos (65) – Sara Dias, Daniela Domingues (16), Korinne Campbell (23), Inês Pinto (2) e Janae Fulcher (18); Carolina Anacleto (2), Ana Oliveira, Joana Jesus (4), Ana Teixeira e Carla SilvaPor períodos: 15-17, 13-12, 11-15, 19-21Árbitros: Sérgio Adegas e Juan AlijasMVP – Korinne Campbell (30,5 de valorização): 23 pts, 10 ress (7 of.), 1 rb, 3 dl e 6 fp com 9/11 LL*****************************************************************************Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra Boa Viagem (55) – Jasmine Crew (18), Ana Paula Silva (4), Eliana Costa, Tatiana Milovac (12) e Eetisha Riddle (18); Venusa Tavares (3) GDESSA (74) – Catarina Neves (7), Laura Ferreira (9), Lydia Bauer (20) Vera Correia (8) e Stephanie Sension (14); Emília Ferreira (5), Catarina Caldeira (3), Telma Fernandes (2), Leonor Serralheiro (3), Joana Piteira (3), Maianca Umabano e Tânia GonçalvesPor períodos: 12-11, 17-20, 14-22, 12-21Árbitros: Diogo Morais e Bruno SáMVP – Laura Ferreira (22,5 de valorização): 9 pts, 8 ress (1 of.), 7 ass, 3 rb, 1 dl e 4 fp com 4/4 LL U. Sportiva (68)– Sílvia Fortunato (10), Mónica Almeida (8), Lauren Gregory (9), Jhasmin Player (36) e Andrea Santos (3); Clara Rodrigues, Maria Teixeira (2), Sara Rego e Maria Martins Olivais FC (83) – Ana Fonseca (18), Marcy Gonçalves (6), Artemis Afonso (17), Josephine Filipe (12) e Swayze Black (7); Alaina Walker (10), Carsidália Silva (6), Daniela Jesus (5), Inês Veiga e Ana Granja (2)Por períodos: 16-28, 19-18, 18-24, 15-13Árbitros: Hugo Antunes e Ricardo Teixeira MVP – Jhasmin Player (33,5 de valorização): 36 pts, 7 ress (1 of.), 4 ass, 4 rb e 11 fp com 8/11 LL Calendário das meias-finais (Sábado)Local: Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra 16H00 GDESSA – CRCQ Lombos 18H00 AD Vagos – Olivais FC
5º Convívio “Sábado Há Mini” Minis 8 e 10 M/F
O clube anfitrião é o Ateneu Artístico Cartaxense, e a partir das 9h 30m, no Pavilhão do Inatel, podemos encontrar jovens dos 6 aos 9 anos de idade, masculinos e femininos, a representar as cores do A.A. Cartaxense, CD Amiense, CD Torres Novas, Núcleo Sportinguista de Tomar, Rio Maior Basket, Santarém BC e UDR Zona Alta. Contamos com a presença de pais, familiares e amigos para presentear com aplausos estes mini atletas.
Taça Distrital de Sub 16 Masculinos
Quatro equipas, Academia, BC Cantanhede, Olivais e a equipa da casa, vão lutar pelo título, sendo que a Seleção Distrital de Sub 14 vai defrontar as duas equipas vencidas no primeiro dia de competição. A grande final está agendada para domingo às 18.30 horas.
Taça Hugo dos Santos promete emoções
Estes foram alguns dos factos consensualmente destacados por todos os presentes, enquanto que os jogadores que estiveram em representação do Benfica (Diogo Carreira), Vitória (Francisco Oliveira) e Barcelos (Marco Loncovic) – o CAB não pode enviar representante – realçaram a ambição de lutar até à exaustão pelo troféu, rejeitando favoritismos e assumindo que querem vencer sabendo que só com muito trabalho o conseguirão. Veja as declarações dos intervenientes nos detalhes da notícia.
Declarações dos Intervenientes:
Prof. José Carlos Alexandrino – Presidente da C.M. Oliveira do Hospital
Prof. Nuno Ribeiro – Vereador C.M. Oliveira do Hospital
Vitor Duarte – Vice Presidente da FPB
Luís Santarino – Presidente da ABC
Arqª Pedro Veloso – Sampaense BasketDiogo Carreira – SLBenfica
Francisco Oliveira – Vitória SC
Marco Loncovic – Barcelos Hotel Terço Give
Oito emblemas na luta pela posse do troféu
Recorde-se que a competição envolve os oito primeiros classificados da 1ª volta da fase regular da Liga Feminina.
As dificuldades colocadas por alguns clubes relativamente à sua disponibilidade para jogarem em horários que colidem com as obrigações escolares e profissionais de algumas das suas atletas, obrigou a que os 4 jogos dos quartos-de-final marcados para amanhã, tivessem que ser repartidos por dois pavilhões, salvaguardando-se deste modo os interesses das partes envolvidas. Assim sendo a 1ª jornada desenrolar-se-à em dois recintos (Olivais e Multidesportos), com horários desfasados (19H, 20H, 21H e 22H). Nas meias-finais e final o palco será o Multidesportos da cidade.Nas 4 anteriores edições o troféu teve como vencedores 3 emblemas diferentes, sendo que apenas um deles bisou (CAB Madeira em 2010 e 2013). Pelo meio CRCQ Lombos (2011) e Boa Viagem (2012) repartiram os outros triunfos. Curiosamente o sorteio opôs logo no primeiro embate os finalistas da edição de 2013, CAB Madeira e CRCQ Lombos, realizada no Pavilhão da Universidade em Aveiro. As madeirenses têm vindo a recuperar terreno perdido no terço inicial do campeonato, facto a que não é estranho a troca das estrangeiras e também o regresso da internacional Carla Freitas (estava a actuar em Espanha, na 2ª Liga). Já este mês, no encontro da 2ª volta do campeonato da Liga Feminina, surpreenderam o seu adversário em casa deste (triunfo por 61-47), operando a reviravolta no último quarto. Nos 3 encontros disputados esta época a vantagem ainda é da equipa de Carcavelos (vitórias por 71-68, no Funchal e por 77-49, em Lisboa, nas meias-finais da Taça Vítor Hugo). José Leite tem a seu favor uma maior profundidade no banco, mas João Pedro Vieira acredita no valor do seu plantel, embora mais curto em soluções.No Lousada-Vagos os pratos da balança já não estão tão equilibrados. Frente a frente estarão o actual 8º classificado da Liga Feminina e uma das duas equipas (a outra é o CRCQ Lombos) que perdeu menos vezes (apenas 3). O histórico recente salda-se por dois êxitos das vaguenses (50-41 e 57-39, ambos em Lousada), sendo este último a contar para a fase de grupos da Taça Vítor Hugo, em Setembro passado. Pese a determinação das pupilas de Raul Santos, acreditamos que João Janeiro, com um grupo mais experiente e equilibrado, siga em frente.No Boa Viagem-GDESSA as açorianas estão moralizadas pois lideram a classificação do campeonato, com 10 vitórias e 4 derrotas (têm mais um jogo que CRCQ Lombos e AD Vagos, que apenas tropeçaram 3 vezes). Na presente temporada têm sido a besta negra das escolares, pois nos três compromissos já realizados, Marcos Couto saiu sempre vencedor (49-46, em Angra do Heroísmo e 68-64, no Barreiro), ambos para a fase regular do campeonato e ainda por 62-59 na fase de grupos da Taça Vítor Hugo, também no Barreiro. Mas as curtas diferenças pontuais indiciam também grande equilíbrio, pelo que está tudo em aberto, na nossa opinião. O regresso de Catarina Neves, já em Janeiro e a vinda de Lydia Bauer na semana passada, por troca com a sua compatriota Sthefany Thomas, trouxe mais soluções ao plantel às ordens de Nuno Manaia.Por último a outra formação açoriana (União Sportiva) que tem sido a revelação da Liga Feminina na presente época, discute a passagem às meias-finais com o Olivais. Nos dois confrontos realizados esta temporada verificou-se uma vitória para cada lado, tendo prevalecido o factor casa (68-60 para as olivanenses na fase de grupos da Taça Vítor Hugo, em Coimbra e 73-60 para as comandadas de João Santos, no jogo da 1ª volta da fase regular do campeonato, realizado em Ponta Delgada). Para o técnico olivanense Paulo Silva a chave do êxito passará pela forma como o colectivo do Olivais conseguirá condicionar o rendimento ofensivo de Jhasmin Player, MVP do campeonato e melhor marcadora, liderando também os rankings das assistências e dos roubos de bola, quando estão decorridos dois terços da competição.Calendário de jogos:Quartos-de-final (6ª feira)Pavilhão Engº Augusto Correia (Olivais)19H00 CAB Madeira-CRCQ Lombos (jogo 1)21H00 Lousada AC-AD Vagos (jogo 2)Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia20H00 Boa Viagem-GDESSA (jogo 3)22H00 U. Sportiva-Olivais FC (jogo 4) Meias-finais (sábado)Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia 16H00 Vencedor jogo 3-Vencedor jogo 1 (jogo 5)18H00 Vencedor jogo 2-Vencedor jogo 4 (jogo 6) Final (domingo)Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia 11H30 Vencedor jogo 6-Vencedor jogo 5
“Temos que mostrar que somos favoritos”
Em declarações à Benfica TV, o treinador-adjunto Nuno Ferreira assumiu o favoritismo dos encarnados à conquista do troféu. Realçou o mérito da equipa do Barcelos em atingir esta Final Four, um adversário que irá surgir motivado por ter chegado a esta fase da prova, e que competirá ao Benfica provar dentro de campo que é mais forte.
“É uma competição onde vamos entrar para ganhar, mas temos que pensar somente no jogo de sábado, porque é uma competição a eliminar. É um jogo muito importante, com uma equipa que está motivada por ter a primeira presença num ponto alto”, recordou, não deixando de analisar o oponente: “Uma equipa que joga junta há algum tempo, e por isso não vai ser um jogo fácil. Temos de encarar esse jogo da melhor maneira possível e tentar por um ritmo forte em toda a partida.” Nuno Ferreira admitiu, porém, a surpresa por ver o Basquete Barcelos nesta fase da Taça Hugo dos Santos. “Para mim, a principal surpresa foi o apuramento do Barcelos. No meu entender pode haver equipas mais fortes que não estas quatro equipas, mas isso é mérito do trabalho que o Basquete Barcelos realizou até ao final da primeira volta e está por mérito próprio a competir na Taça Hugo dos Santos”, reconheceu. O Benfica é favorito no jogo e na prova, mas tudo pode acontecer. “Neste jogo, o Barcelos não tem nada a perder. Somos favoritos e assumimos isso. Agora, dentro de campo, temos de mostrar esse favoritismo e não tenho dúvidas que o iremos fazer”, garantiu.
«Temos um espírito vencedor»
Guimarães defronta o CAB Madeira, formação frente à qual perdeu no campeonato. O jogador não considera esse facto decisivo, até porque, como faz questão de explicar, são competições distintas. A possibilidade de estar numa final é uma motivação extra.
Os últimos dois resultados negativos do Vitória não retiram o brilhantismo da prestação da equipa durante a 1ª volta. Embora abale sempre a confiança da equipa, Paulo acredita no caráter do grupo de trabalho para dar a volta por cima. “É óbvio que estes últimos 2 resultados não são do nosso agrado, mas continuamos a acreditar no nosso trabalho, na nossa capacidade e no valor da equipa como um todo.”O facto de o Vitória ter folgado no último fim-de-semana permitiu que se preparasse para esta meia-final da Taça Hugo dos Santos durante duas semanas. Mas nem tudo é positivo no entender do capitão do Vitória. “Na minha opinião nunca é muito bom ficar muito tempo sem jogar. Não acho que traga algum tipo de vantagem. Preparamos a meia-final com todo o cuidado, pois queremos muito passar esta eliminatória e chegar à final.”O facto de regressarem à competição frente ao CAB Madeira, equipa com quem perderam no último jogo que disputaram, torna este jogo da meia-final ainda mais especial. “Jogar contra uma equipa que nos venceu há tão pouco tempo faz com que haja aquele sentimento de orgulho ferido. Mas o jogo que perdemos foi para o campeonato, e este é para uma eliminatória que nos pode colocar na final de uma Taça. A possibilidade de estar numa final é o sentimento mais importante, seja qual for a adversário.”O Vitória tem uma queda especial por troféus disputados no sistema de eliminatórias. Algo a que não será alheio, como o próprio atleta afirma, o “trabalho de casa” realizado pelo treinador da equipa. “O Vitória prepara-se sempre muito bem para estas competições e o nosso treinador Fernando Sá faz sempre um trabalho excelente de preparação dos jogos que naturalmente nos dá uma certa vantagem.” Os jogos com o CAB tem sido muito disputados, decididos apenas por detalhes que o próprio atleta tem dificuldade em apontar. “O campeonato da Liga está muito equilibrado este ano, e os jogos, são, na sua maioria, muito iguais. É muito difícil definir qual a diferença neste confrontos com o CAB, o certo é que é uma equipa forte, comprovado pela sua classificação atual. O Vitória parte para esta competição com a ambição de a vencer, um desejo partilhado por todo o grupo de trabalho, e à imagem de quem dirige e treina o clube. “Acho que qualquer equipa sonha e tem como objetivo vencer qualquer competição, mais ainda quando podem ser dois jogos a dar-nos um troféu. Nenhuma das 4 equipas presentes vai participar na competição sem o objetivo de a vencer, e o Vitória não foge a regra. Os nosso líderes, treinador e presidente, têm um espírito vencedor por natureza e para jogar no Vitória temos de partilhar esse espírito com eles.”
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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