Artigos da Federaçãooo
Esperam-nos 3 jogos que poderão ser decisivos
Hoje é o 1º dia de descanso da competição para todas as 16 equipas participantes e decorreu logo a partir das 8 horas da manhã a mudança dos três primeiros de cada Grupo.
Assim a Sérvia, Suécia e Grécia (do Grupo C) mais a França, Itália e Eslovénia (do Grupo D) que estiveram aqui connosco no Hostel Borovo foram para Vinkovci, onde irão formar o Grupo F e disputar mais 3 jogos, enquanto a situação inversa aconteceu para a Holanda, Turquia e República Checa (Grupo A) acompanhadas da Espanha, Rússia e Croácia (Grupo B) que constituirão o Grupo E, abandonaram Vinkovci para se instalarem aqui. Pela nossa parte e em função do último lugar no Grupo C, mantemo-nos em Vukovar até ao 2º dia de descanso (na próxima 5ª feira), tal como a República Eslovaca (4º classificado do Grupo D). Nesse dia então será a nossa vez de nos mudarmos para Vinkovci, para cumprirmos o último terço da competição.Neste momento um terço do Europeu já é passado. Resta-nos acreditar e lutar por alcançar o único objectivo realista que se apresenta para a selecção portuguesa nos restantes dois terços: a manutenção na Divisão A. A equipa já mostrou que tem valor para isso, mas tem que atirar para trás das costas os fantasmas que a têm condicionado.Inglaterra (amanhã), Bielorússia (depois de amanhã) e República Eslovaca (4ª feira) serão sucessivamente os adversários a abater, com todos os jogos a serem disputados à mesma hora (13H45). Uma hora a que não estamos habituados em Portugal pois significa iniciarmos o jogo às nossas 12H45. Mas estas são as regras e não vale a pena discutir. Conhecemos bem a equipa inglesa, diria eu e o colectivo tem que unir esforços para provar que na realidade somos melhores. Quanto à Bielorússia ainda não a vimos jogar este campeonato, mas é uma equipa renovada em relação à que se sagrou campeã da Divisão B, no ano passado em Strumica (Macedónia). Já em relação à República Eslovaca vimos pelo menos partes dos 3 jogos que disputou aqui até ontem e será talvez das três a mais complicada, embora não seja inacessível. É uma equipa alta que não aparenta ter muito boas lançadoras, mas que certamente nos irá colocar muitas dificuldades, porque pratica um jogo bastante físico.Hoje a equipa já treinou das 15H00 às 16H00 em Vinkovci, no pavilhão da Sköle Ivana Domca, um excelente recinto para a prática da modalidade, com ar condicionado a funcionar, bem melhor na nossa opinião do que o pavilhão principal onde jogámos até ontem (Sports Hall Borovo). São 20 a 25 minutos de autocarro para percorrer os 20 quilómetros que separam as duas cidades. Amanhã o treino está marcado para horas bem matutinas (07H45/08H30), pelo que a priori o autocarro deverá sair daqui às 07H15. Na 3ª feira o horário ainda é mais cedo (07H00/07H45), o que significa ter que sair do Hostel Borovo às 06H30… mas são as contingências de quem anda nisto.
Portugal perde ao cair do pano
ortugal defrontou este sábado a seleção da Hungria tendo perdido por 61×68. Amanhã irá realizar o último jogo na competição diante da seleção da Estónia, para a atribuição do 15º / 16º lugar.
Portugal entrou bem no jogo, controlando bem o ritmo e, aos 5 minutos, vencia por 14-17, acabando por vencer mesmo o período por 22-18.No segundo quarto, e fruto de rápidas transições ofensivas por parte do adversário, a equipa lusa sentiu dificuldades, não conseguindo evitar que o mesmo se afastasse no marcador, indo para o intervalo a perder por 13 pontos de diferença (28×41).Na 2ª parte, a seleção nacional voltou a entrar bem no jogo, fruto de uma mudança para uma defesa zona agressiva, contestando os lançamentos longos, parando os contra-ataques da equipa húngara e garantindo a tabela defensiva. Assim fazendo um parcial de 17×10 no período conseguiu reduzir a diferença para apenas 6 pontos no final do 3º quarto.No início do 4º período a história do jogo manteve-se com Portugal a conseguir dar a volta ao marcador, estando a vencer por 5 pontos (57×52) à entrada para os últimos 5 minutos de jogo.Porém, se o conjunto luso conseguiu recuperar e passar para frente no jogo com a sua mudança para defesa zona, acabou também por ser a mudança para defesa zona 2×3 por parte do adversário que fez com que a equipa nacional nos últimos 5 minutos tivesse mais dificuldade em converter pontos, marcando apenas 4. Pelo contrário, o adversário voltou a conseguir realizar rápidas transições passando para a frente do marcador a 1:30 do fim, acabando por vencer o jogo por 61×68. Os destaques individuais vão para Diogo Brito (22pts,6 ress, 4 ass), Ricardo Monteiro (8pts, 11 ress) e Pedro Oliveira (7pts,13 ress,5 ass).
BWB – Boys Elite Camp
Pela manhã são realizados diversos exercícios específicos, de táctica e técnica individual e coletiva. Pela tarde, os jogadores são divididos pelas equipas consoante as escolhas do Draft.Cleveland Cavaliers, San Antonio Spurs, Minnesota Timberwolves e Chicago Bulls são as equipas lideradas por Jamahl Mosley, Jim Boylen, Terry Porter e Jack Sikma, respectivamente.Durante esta tarde, serão escolhidos os jogadores que amanhã disputarão o All Star.Pelas 16h30 de sábado, os treinadores portugueses reuniram-se para ouvir Jim Boylen, actualmente treinador nos San Antonio Spurs e ainda Patrick Hunt, Presidente da Associação Mundial de Treinadores, num clinic que contou com a presença de cerca de 100 treinadores.Amanhã as actividades do Elite Camp iniciam-se às 9h45 com o concurso de lançamentos de três pontos no Complexo Municipal dos Desportos. Durante o resto do dia os atletas terão várias actividades a que o público poderá assistir, tal como um All Star Game, pelas 13h30.
Basketball Without Borders
Vamos conhecer um pouco de cada um ao longo destes dias. Ficaremos agora a conhecer os outros dois jogadores que fazem parte deste campo.
1. Identificação e percurso do jogador Luís Câmara, 16 anosComecei a jogar basquetebol aos 7 anos no Sport Algés e Dafundo.Após 9 anos na modalidade onde estão incluídas participações em seleções regionais e nacionais e uma época com a equipa sénior do Algés apresenta-se agora a oportunidade de representar não só a mim próprio como também o meu país neste campo do Basketball Without Borders em Almada.Daniel Relvão, 17 anosComecei a jogar Há 9 meses na Académica de Coimbra, onde consegui ficar em 2º lugar no Campeonato Distrital, fui campeão na Taça Distrital e no Nacional. Representei a selecção nacional do Torneio de Badajoz onde conseguimos vencer o Real Madrid e os Estudiantes. Recentemente participei no Campeonato Europa onde ficamos em 10º.2. Que importância consideras ter esta 1ª edição em Portugal do BWB para a modalidade?Luís Câmara Em primeiro lugar queria agradecer a aqueles envolvidos em trazer este evento a Portugal e aqueles que me selecionaram para fazer parte desta experiência. Sinto que este evento terá um tremendo impacto não só para os jogadores envolvidos, como também, para atletas mais jovens pois cria um precedente para o qual outros poderão ambicionar e tenho esperança que cada vez mais portugueses tenham esta e outras oportunidades para se destacarem. Daniel RelvãoAcho que o BWB é importante para aprendermos coisas novas com excelentes treinadores e jogadores.3. A nível pessoal quais são as tuas expectativas em relação à tua participação neste evento?Luís Câmara Espero provar a mim próprio que pertenço neste grupo e que nele me posso destacar.Acredito que este campo representa uma excelente oportunidade para crescer, para perceber em que áreas devo trabalhar e para me aproximar de uma educação nos Estados Unidos através de uma bolsa de estudos.Daniel RelvãoEspero que com este evento eu consigo alcançar o meu objectivo que é jogar numa equipa, mas profissionalmente. Quer seja nacional ou internacional.4. O que esperas alcançar enquanto jogador e pessoa com esta experiência?Luís Câmara Enquanto jogador acredito que será uma etapa importante, pois esta é uma fantástica oportunidade para me lançar internacionalmente, tendo uma boa prestação neste campo serão abertas as oportunidades que eu desejo para prosseguir no meu percurso como jogador.Como pessoa sinto que crescerei imenso pois terei que lidar com os testes físicos e psicológicos que uma experiência deste tipo proporciona e poderei também conviver com atletas e treinadores com um enorme conhecimento para transmitir.Daniel RelvãoEspero evoluir técnica e mentalmente com a ajuda de treinadores experientes e com uma longa carreira profissional.5. Acompanhas regularmente o Campeonato da NBA? Qual ou quais as tuas equipas preferidas?Luís Câmara Não tão regularmente como queria devido a dificuldade de horários, porém sigo outras ligas e sou um grande fã de outros desportos.Os Boston Celtics são a minha equipa favorita pois quando era mais novo vivi em Boston, e os Celtics tornaram-se a equipa da família.Daniel RelvãoNão acompanho muito, mas mesmo assim, a minha preferida é a equipa de Miami, os Heat.
BWB – Girls Camp
erminou na sexta-feira, o campo de treino feminino inserido no BWB da NBA. Com um feedback muito positivo, veja nos detalhes o que se passou neste dia.
As 42 jogadoras convidadas pelo corpo técnico da Federação Portuguesa de Basquetebol treinaram durante dois dias sob o comando de Ticha Penicheiro e um corpo de treinadores portugueses e estrangeiros.No segundo dia do Basketball Without Borders, o campo feminino que decorre em paralelo ao masculino foi alvo de grandes emoções. Para além da já mencionada Ticha, as jogadoras portuguesas tiveram a visita de Nate Robinson e Carlos Boozer que interagiram no treino e partilharam algumas palavras repletas das suas experiências pessoais.Após vários jogos realizados, a equipa liderada por Agostinho Pinto – Seattle Storm – venceu o mini torneio organizado pelos responsáveis do campo.Becky Bonner, representante da NBA, mostrou-se bastante agradada com os dois dias de treinos, referindo que em Portugal as raparigas gostam mesmo de basquetebol. Becky afirmou ainda que existe muito talento e grandes bases, prevendo um brilhante futuro para as seleções femininas. ‘Gostei muito de trabalhar com elas…’No final do campo, foram destacadas jogadoras para o cinco ideal, sendo elas a Joana Alves, Sofia Almeida, Carolina Gonçalves, Mariana Silva e Inês Viana. Para finalizar, foi ainda eleita a MVP de todo o campo, Carolina Bernardeco, recentemente eleita para o cinco ideal do Europeu.A Carolina recebeu das mãos da Ticha, além da lembrança da NBA, os ténis que a lenda da WNBA usou durante o torneio.A MVP do campo expressou a sua alegria em ter estado presente no BWB ‘Gostei muito de estar aqui, de conviver com as estrelas da NBA e a nossa ídola portuguesa. Pena que os ténis não me sirvam…’.Para Ticha Penicheiro este campo é muito importante ‘para impulsionar a nossa juventude a praticar desporto e o basquetebol. Poder estar em contacto com jogadores da NBA, trocar ideias e experiências é algo que ninguém vai esquecer’. Terminado o campo feminino Ticha diz ainda que espera ‘que não seja a última vez que a NBA esteja connosco em Portugal’.-
No minuto 33 ainda Portugal liderava (38-37)
Os números finais (54-45) ilustram essa realidade, mas desta feita Portugal excedeu as expectativas mais optimistas. A derrota por 9 pontos não deslustra ainda que na estatística final se possa constatar que as portuguesas estiveram no comando durante 7 minutos enquanto o adversário liderou por 27 minutos e meio.
Portugal ganhou mesmo 2 parciais, o primeiro (12-13) e o terceiro (5-18), voltando a sentir muitas dificuldades a atacar a zona no 2º quarto (16-4). No derradeiro quarto (21-10) as sérvias, que perdiam por 2 pontos ao cabo de 30 minutos jogados (33-35), impuseram um parcial de 14-3 (47-38), sentenciando o jogo. Nessa arrancada foi a extremo Aleksandra Crvendakic que liquidou as esperanças lusas ao ser a marcadora de serviço (11 pontos dos 14 da equipa), com os restantes a serem da autoria da base Ines Corda que acertou um triplo no minuto 35 (45-38). O melhor período do seleccionado luso foi o 3º (5-18), em que jogou com grande serenidade e discernimento. A Sérvia chegou à maior vantagem logo no minuto 21 (30-17), mas Portugal respondeu com 2 triplos consecutivos, primeiro por Laura Ferreira (30-20) e depois por Joana Soeiro (20-23), respectivamente no minuto 21 e 22. As sérvias ainda chegaram aos 33-23, mas após um desconto de tempo precioso pedido por Kostourkova (no minuto 25), as nossas representantes responderam com um parcial de 0-12, obrigando o seleccionador sérvio Zoran Kovacic a parar o cronómetro no minuto 29 (33-30), sem ter conseguido travar a embalagem lusa com Joana Soeiro a marcar a sua 2ª bomba (33-33) já no minuto 30 e a poste Chelsea Guimarães a fixar o resultado (33-35) praticamente em cima da buzina do 3º período. Foram 10 minutos de luxo das comandadas de Kostourkova, com indicadores mais próximos do que a equipa vale (3/6 nos triplos, 12 ressaltos, 4 assistências, 5 roubos) em 10 minutos. Resultado final: Sérvia 54-45 PortugalDestaque nas vencedoras para a prestação da extremo Aleksandra Crvendakic, MVP da partida (32,5 de valorização), que fez um duplo-duplo ao contabilizar 22 pontos, 16 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 4 roubos, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Sanja Mandic (14 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 4/7 nos lances livres) e ainda pela extremo/poste Branka Lukovic (7 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). No colectivo de Kostourkova a mais valiosa (17,0 de valorização) foi a jovem poste Chelsea Guimarães (11 pontos, 4/6 nos duplos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres). Mais discretas em termos de valorização ainda que com contributos positivos, estiveram Maria Kostourkova (6 pontos, 2/5 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Joana Soeiro (6 pontos, 2/9 nos triplos, 6 ressaltos defensivos, 3 assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas) bastante penalizada pela fraca eficácia (15%) nos lançamentos de campo (2/13) e ainda a capitã Laura Ferreira (11 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) também fortemente penalizada pela fraca eficácia (27%) nos lançamentos de campo (4/15) e ainda pelos 5 turnovers.O triunfo da Sérvia justifica-se pela superioridade nas tabelas (45-41 ressaltos), particularmente na tabela defensiva (32-27), pela maior eficácia nos lançamentos de campo (32%-27%), nomeadamente nos duplos (39%-31%) e ainda no melhor aproveitamento dos lances livres (65%-59%), com as sérvias a falharem 8 das 23 tentativas, enquanto Portugal desperdiçou 7 em 17 tentados, apesar de ter mais faltas provocadas (18-21).Nos restantes indicadores houve muito equilíbrio: triplos (18% para cada lado), curiosamente com igual nº de conversões (3) para o mesmo nº de tentativas (17), assistências (6-7), turnovers (25 para cada lado), roubos de bola (12-13), desarmes de lançamento (3-2) e ainda nos ressaltos ofensivos (13-14). Ficha de jogo Sports Hall Borovo Sérvia (54) – Ines Corda (3), Sanja Mandic (14), Aleksandra Crvendakic (22), Branka Lukovic (7) e Dragana Stankovic (3); Anja Spasojevic, Radmila Maletic, Bogdana Rodic, Julijana Vojinovic, Danica Piper (5) e Jelena Ciric Portugal (45) – Joana Soeiro (6), Laura Ferreira (11), Joana Cortinhas, Josephine Filipe (5) e Maria Kostourkova (6); Simone Costa (3), Sofia Pinheiro, Chelsea Guimarães (11), Emília Ferreira (3), Sara Dias e Inês VeigaPor períodos: 12-13, 16-4, 5-18, 21-10Árbitros: Sebastien Clivaz (SUI), Ilya Putenko (RUS) e Erman Erdemli (TUR) Resultados da 2ª jornada:Grupo A – República Checa 81-36 Bielorússia e Holanda 68-41TurquiaGrupo B – Rússia 62-71 Espanha e Croácia 68-47 Inglaterra Grupo C – Sérvia 54-45 Portugal e Suécia 49-40 Grécia Grupo D – República Eslovaca 41-63 Eslovénia e França 71-55 ItáliaClassificação:Grupo A – 1º Holanda 2V; 2º Turquia 1V1D; 3º República Checa 1V1D; 4º Bielorússia 2DGrupo B – 1º Espanha 2V; 2º Rússia 1V1D; 3º Croácia 1V1D; 4º Inglaterra 2DGrupo C – 1º Sérvia 2V; 2º Suécia 2V; 3º Portugal 2D; 4º Grécia 2DGrupo D – 1º França 2V; 2º Itália 1V1D; 3º Eslovénia 1V1D; 4º República Eslovaca 2DAmanhã (sábado), dia em que termina a fase preliminar, Portugal joga com a Grécia (13H45), seguindo-se o Suécia-Sérvia (16H00). No embate luso-helénico discute-se o 3º lugar do Grupo, que dará o acesso ao Grupo F (em que jogam os 3 primeiros dos Grupos C e D). Mesmo que consigamos esse apuramento, nada estará decidido em termos de despromoção à Divisão B, porque os não apurados (5º e 6º dos Grupos E e F) para os quartos-de-final, irão ainda cruzar com os últimos classificados da fase preliminar (Grupo G). É uma competição muito apertada em que qualquer deslize pode ser irrecuperável.
Continuar a lutar
A equipa nacional tem ainda dois jogos pela frente para tentar vencer. O grupo promete dar tudo que tem e lutar até ao último segundo da competição, de forma a poder alcançar a melhor classificação possível. O próximo desafio é contra a Hungria, este sábado, pelas 13.30 horas, que tal como Portugal vem de uma derrota frente a Israel por 57-82.
Minuto 35 fatídico para a derrota das portuguesas (34-42)
A estreia da selecção portuguesa no lote das 16 melhores equipas europeias pautou-se por uma imagem de clara inferioridade, acusando demasiado a responsabilidade, como se as adversárias fossem uns papões. Perder um jogo e sofrer apenas 42 pontos é sinal de uma fragilidade ofensiva que sinceramente não esperávamos.
É-nos difícil fazer a análise de um jogo em que tudo ou quase tudo correu mal às comandadas de Kostourkova. De uma ineficácia gritante a atacar a zona 1x2x2 montada pelas suecas, Portugal melhorando a atitude defensiva após o intervalo (13-23), conseguiu no 3º quarto (10-4) limitar o ataque adversário a escassos 4 pontos (2 lances livres no minuto 29 e um cesto de campo da autoria da capitã sueca, a base Emma Eriksson, a 10 segundos da buzina).No último período (11-15) o seleccionado luso manteve o jogo perfeitamente em aberto até aos 28-30 (minuto 33), com Sofia Pinheiro (o seu único triplo) e Joana Soeiro a reduzirem o prejuízo que à entrada do minuto 32 estava em 7 pontos (23-30) depois de Eriksson ter acertado o seu 3º triplo. A 4ª falta de Joana Soeiro, com 5 minutos e meio para jogar, obrigou Kostourkova a resguardá-la no banco. Num ápice Portugal consentiu um parcial de 0-5, com a 4ª bomba de Eriksson a cair seguida de um turnover luso que Hanson aproveitou para em contra ataque fazer 28-35, ainda no minuto 35. Fatal para as aspirações lusas esse minuto, porque apesar de a nossa seleccionadora ter parado de imediato o cronómetro, a equipa não mais se encontrou. Nesses 5 minutos finais as nossas representantes apenas conseguiram marcar 6 pontos, sendo 2 de lance livre e mais 2 duplos. Mas falharam mais 5 tentativas da linha de lance livre, indicador onde estiveram uma sombra do habitual (37%), com 12 lances livres desperdiçados em 19 tentados. Resultado final: Portugal 34-42 SuéciaDestaque nas vencedoras para a prestação da capitã Emma Eriksson (16 pontos, 4/9 nos triplos, 5 ressaltos ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada), que na nossa opinião foi quem ganhou o jogo. Todavia a MVP da partida acabou por ser a poste Veronika Mirkovic (13,5 de valorização) ao contabilizar 4 pontos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas. Referência também para a extremo Gabriella Hanson (9 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 1/3 nos lances livres) e para o contributo na luta das tabelas dado por Moa Lundqvist (9 ressaltos) e Elsa Paulsson (6 ressaltos sendo metade ofensivos). Na selecção lusa ninguém jogou bem. Mesmo assim as mais valiosas foram Emília Ferreira (4 pontos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 3 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres), Joana Soeiro (9 pontos, 2/8 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Maria Kostourkova (5 pontos, 2/3 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 1/7 nos lances livres). A vitória da Suécia assentou fundamentalmente na superioridade manifestada nas tabelas (40-51 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (13-23), já que na tabela defensiva o equilíbrio foi evidente (27-28). Se juntarmos a isso o menor número de turnovers (23-17), o maior número de bolas recuperadas (8-14) e o maior colectivismo (7-9 assistências), está explicado o maior número de posses de bola que se traduziram em mais 21 lançamentos de campo (50-71). A eficácia das suecas também foi muito fraca nos lançamentos de campo (24%-23%), tanto nos duplos (24%-24%) como nos triplos (23%-21%), mas concretizaram o dobro dos tiros do perímetro que a nossa equipa (3 contra 6).O único indicador onde Portugal teve vantagem foi nas faltas provocadas (19-12), mas deitou tudo a perder com a ineficácia anormal da linha de lance livre (37%-57%), pois desperdiçou 12 das 19 tentativas a que teve direito, enquanto as suecas só falharam 3 dos 7 tentados. Ficha de jogoSports Hall BorovoPortugal (34) – Joana Soeiro (9), Laura Ferreira (2), Joana Cortinhas, Josephine Filipe (6) e Emília Ferreira (4); Simone Costa (3), Maria Kostourkova (5), Sofia Pinheiro (3), Chelsea Guimarães (2) e Susana LopesSuécia (42) – Emma Eriksson (16), Mathilda Agren (3), Gabriella Hanson (9), Elsa Paulsson e Veronika Mirkovic (4); Amanda Kantzy, Moa Lundqvist (2), Anna Lundquist, Linnea Rosendal, Rebecka Garderyd e Nathalie Linden Por períodos: 9-14, 4-9, 10-4, 11-15Árbitros: Alfred Jovovic (CRO), Emad Karovic (BIH) e Yury Ihnatsyeu (BLR)Pedro Coelho, o árbitro português que acompanha a nossa equipa, apitou o Eslovénia-França, tendo uma boa actuação. Resultados da 1ª jornada:Grupo A – Turquia 71-60 República Checa e Bielorússia 59-71 Holanda Grupo B – Inglaterra 53-77 Rússia e Espanha 80-48 Croácia Grupo C – Grécia 52-65 Sérvia e Portugal 34-42 Suécia
NBA Without Borders
Começou hoje o BWB – Basketball Without Borders, evento que permite aos melhores jovens jogadores de basquetebol de toda a Europa a oportunidade de melhorar e demonstrar as duas habilidades desportivas, enquanto aprendem com uma equipa recheada de lendas da NBA e WNBA, jogadores e treinadores.Pelas 10 horas de hoje (quinta-feira), em conferência de imprensa, foi apresentada a equipa técnica do campus. Marin Sedlacek (Philadelphia 76ers) será o diretor do campo, enquanto que Jim Boylen (Spurs), Patrick Hunt (FIBA – Australia), Jamahl Mosley (Cleveland Cavaliers), Terry Porter (Timberwolves) e Jack Sikma serão os treinadores estrangeiros presentes.Quem também dispensa apresentações será Carlos Boozer (Chicago Bulls), Nate Robinson (Denver Nuggets), Sam Perkins (NBA Legend) e claro, a nossa Ticha Penicheiro, também considerada uma lenda da WNBA, nomes que constituem o grupo de jogadores presentes no BWB.’São quatro dias de treinos intensivos repletos de exercícios e competição extrema’ referiu a vice-presidente da NBA, Kim Bohuny. ‘O nosso objectivo é desenvolver a modalidade (…) 23 dos atletas que já estiveram num destes campus jogam actualmente na NBA’, declaração que deixou de certo alguma expectativa entre os jovens presentes.Já o presidente Mário Saldanha, mostrou o seu contentamento pelo reconhecimento da NBA no que diz respeito à capacidade de trabalho e organização de eventos da nossa Federação e de Portugal, já que este ano a NBA está pela segunda vez no nosso país. ‘Estamos felizes e esperamos que a NBA volte a confiar em nós para a realização de mais eventos deste género.’Mário Saldanha pediu ainda aos presentes que aplaudissem a prestação das nossas sub-16 no Campeonato Europa, que decorreu em Matosinhos, onde alcançaram o honroso 2º lugar, já que no campus estão presentes várias atletas que fizeram parte desta conquista.Durante o dia de hoje, além da já referida conferência de imprensa, os atletas masculinos foram observados durante um pequeno treino técnico, seguido de um mini torneio entre os participantes. Os diversos treinadores presentes, portugueses e estrangeiros tomaram as suas notas e durante a tarde reuniram para uma espécie de Draft, onde foram escolhidas as equipas que irão competir durante os restantes dias do campus.A seguir ao almoço, houve ainda tempo para um pequeno convívio e clinic com o grupo dos Special Olympics e a todos os treinadores presentes e com as estrelas Nate Robinson, Carlos Boozer e Sam Perkins.Já no campo feminino, as jogadoras convidadas seguiram para o Pavilhão da Escola Secundária Daniel Sampaio, para dar início aos treinos liderados pela estrela da WNBA, Ticha Penicheiro.Para amanhã, o campo das raparigas inicia-se pelas 9.00 horas no mesmo local e o masculino fará o aquecimento pelas 10.15 horas. Ambos terminam pelas 16.00 horas.Informamos que os campus são abertos ao público, para quem quiser assistir ao trabalho realizado com os dois grupos.
Acredito no valor das atletas e no empenho que sempre mostraram
Este é o 8º Europeu em que a seleccionadora está ao leme da nossa equipa, sendo portanto a experiência neste tipo de situações uma mais valia, entre outras sobejamente conhecidas, que Kostourkova apresenta no seu vasto currículo.
P (JT) – Como é que encaras esta estreia na Divisão A? Achas que a equipa irá acusar a responsabilidade de estar entre as 16 melhores equipas da Europa?R (MK) – Entramos para este Campeonato sem muita informação sobre as outras equipas, nomeadamente as que iremos defrontar na 1ª fase. A motivação tanto da nossa parte como das 12 jogadoras não falta, diria mesmo que é grande. Estamos preparados para dar o nosso melhor, mas convencidos também de que temos os nossos argumentos. Se eles chegam ou não, isso logo se vê no campo. P (JT) – Um dos factores que normalmente os treinadores invocam antes de se iniciar a competição é o número de jogos de preparação. Portugal fez até hoje, véspera do início do Europeu, 8 jogos com um saldo francamente positivo (apenas uma derrota por 3 pontos, após prolongamento), dos quais 6 contra selecções Sub-18 (Estónia e Inglaterra) e 2 contra selecções Sub-16 (Portugal e Inglaterra). Na tua opinião é um número suficiente ou pensas que seriam precisos mais?R (MK) – Acho que o número é suficiente. Em termos qualitativos teria sido desejável que os adversários nos tivessem colocado mais dificuldades, porque isso é seguramente aquilo que iremos encontrar durante o Campeonato. Não conseguimos (excepção feita à Inglaterra) mais nenhuma equipa da Divisão A que manifestasse interesse em fazer jogos de preparação connosco. Atempadamente endereçámos convites a praticamente todas as selecções das 15 que estarão aqui na Croácia, mas não conseguimos concretizá-los. Foi pena… mas não podemos fazer nada.P (JT) – Como é que sentes que a equipa está neste momento, em termos de ritmo competitivo e condição físico-atlética? A preparação iniciada há um mês atrás (11 de Julho) indicia nesta altura um bom momento de forma? R (MK) – A equipa está bem preparada e a prova disso foram os resultados obtidos nos 2 primeiros jogos contra a Inglaterra, em Londres (vitórias por 23 e 24 pontos de diferença). Aliás foi a equipa que nos derrotou na meia-final do Europeu em Strumica, no ano passado. Acredito no valor das atletas, no empenho que sempre mostraram até agora e não tenho dúvidas de que cada uma vai entrar motivada e dar tudo o que tem em prol do colectivo.P (JT) – Para finalizar gostaríamos de saber quais as perspectivas que tens para este Campeonato, sabendo que na fase de grupos, estamos no Grupo C, onde teremos como adversários a Sérvia (medalha de bronze no ano passado), a Suécia (10º classificado) e a Grécia (11ª posição), ou seja uma equipa que esteve no pódio e outras duas da 2ª metade da tabela classificativa? R (MK) – Vamos entrar focados em cada jogo. Passo a passo. Iremos encarar cada partida para vencer. Não admito outra postura que não seja esta. Temos que estar conscientes das nossas (algumas) limitações, mas também não podemos esquecer os nossos pontos fortes. É com esta atitude e espírito competitivo que estaremos em campo para dignificar a camisola de Portugal. Sabemos que o campeonato vai ser longo (9 jogos) e acreditamos que a equipa irá crescer e progressivamente elevar os seus níveis de confiança, preparada para enfrentar qualquer adversário. O nosso objectivo será a manutenção na Divisão A. Se o atingirmos, será a prova provada de que estamos no bom caminho.
Portugal superado pela Suiça
Assim, o jogo desta quinta-feira frente a Roménia, líder isolada com duas vitórias, é de extrema importância para alcançar a melhor classificação possível. No início do segundo tempo, os comandados de Rui Alves pareciam bem encaminhados para a reviravolta no marcador (43-49), mas um último quarto, menos conseguido fazia cair por terra os interesses de Portugal.
O inicio do jogo ficou marcado por sucessivos erros dos jogadores portugueses, que após alguns cestos de fácil concretização falhados, faziam com que o adversário se afastasse no marcador. A meio do período, Rui Alves via-se obrigado a interromper o encontro, mas só a menos de 4 minutos do fim do período, Portugal conseguia somar os seus primeiros pontos. Isto depois de um parcial de 17-0 favorável aos helvéticos. Os minutos finais do 1º período foram de maior acerto para os jovens portugueses que ainda assim perdiam por treze pontos de diferença, no final dos primeiros 10 minutos (11-24).Até ao intervalo, a equipa portuguesa ainda foi capaz de baixar a diferença pontual para menos de 10 pontos (20-29), mas na segunda metade do período a fraca eficácia nos lançamentos de longa distância, voltavam a fazer subir a distância no marcador entre as duas equipas. O nervosismo apoderava-se dos atletas nacionais, que continuavam a desperdiçar cestos de fácil concretização, situação bem aproveitada pela Suiça para manter distâncias no resultado (24-40).O intervalo fez bem à formação portuguesa que iniciou o segundo tempo transfigurada para melhor. Com uma defesa do tipo zona, Portugal condicionou o adversário a apenas 9 pontos no 3º período, aumentando a sua produtividade ofensiva (19 pontos) para números mais condizentes com o que nos tem habituado. A diferença que separava as duas equipas (43-49) à entrada do derradeiro quarto deixava tudo em aberto.Mas no último quarto o conjunto português voltou a revelar imensos problemas com o controlo da posse de bola, oferecendo demasiadas vezes a bola ao adversário sem conseguir atacar o cesto. Situações bem aproveitadas pelos suíços para somarem pontos, que, para azar nosso, demonstravam ter a mão certeira nos tiros de 3 pontos nesta altura decisiva do jogo.Na equipa portuguesa, Carlos Cardoso (15 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 3 assistências) teve uma prestação bastante boa. Ricardo Monteiro voltou a somar um duplo-duplo (11 pontos e 14 ressaltos), bem como se revelou intimidador ao registar 5 desarmes de lançamento. Hugo Pereira acabou igualmente o jogo na casa das dezenas (12) em pontos marcados, a que somou 2 roubos de bola e 1 ressalto.
Treinar meia hora após 11 horas de viagem e sem pequeno-almoço
A comitiva lusa chegou aqui ao Hostel Borovo, às 18H05 locais (mais uma hora que em Portugal) e feita a distribuição dos quartos foi descer à recepção e caminhar a pé (100 metros) até ao pavilhão onde tínhamos treino de uma hora, marcado para as 18H00. Quem beneficiou do nosso atraso (involuntário) foi a selecção gaulesa, que assim teve direito a mais meia hora de treino.
Mas o atraso foi perfeitamente justificado. O voo OU 461 (da Croatian Airlines) procedente de Zurique chegou ao Aeroporto de Zagreb às 13H10. Cumpridas as formalidades habituais (recepção das bagagens feita sem quaisquer problemas) entrámos no autocarro que nos estava destinado para efectuar o percurso de cerca de 300 quilómetros até Vukovar, muito perto da fronteira com a Sérvia. A viagem demorou 4h15, porque houve necessidade de se fazer uma paragem de meia hora numa área de serviço para se tomar uma refeição ligeira. Em muitos anos nestas andanças nunca nos tinha acontecido situação semelhante. No voo TP 922 que fez a ligação de Lisboa a Zurique, que saiu da capital portuguesa às 07H05 para chegar a Zurique às 10H50, não foi servida qualquer refeição. A justificação apresentada foi que tinha faltado um elemento da tripulação de cabina! Simplesmente inacreditável. Segundo nos informaram a refeição (pequeno almoço ?) fornecida pela empresa de catering teria como destino o lixo… E depois ainda se clama aos quatro ventos que devemos ajudar as empresas nacionais. Para assistirmos a situações destas?No voo OU 461 da Croatian Airlines que nos transportou de Zurique até à capital croata, bastaram dois elementos da tripulação de cabina para efectuar o mesmo trabalho, ou seja servir uma refeição ligeira. E a duração do voo era consideravelmente menor. Para bom entendedor…A transportadora nacional prestou um mau serviço. Disso não temos dúvidas. O treino de meia hora serviu basicamente para desentorpecer os músculos depois de uma viagem de avião (4 horas e 15 minutos) seguida de mais 4 horas de autocarro. E fazer uns lançamentos.Amanhã a equipa fará 2 treinos: de manhã (10H00 às 10H45) e à tarde (18H00 às 19H00).O Hostel Borovo onde estão instaladas todas as 8 comitivas das selecções que integram os Grupos C (Grécia, Portugal, Sérvia e Suécia) e D (Eslováquia, Eslovénia, França e Itália) é razoável, mas para uma Divisão A, estávamos à espera de melhores condições. Todavia a primeira refeição (jantar) não foi nada mau.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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