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A Academia Monte Basket vai organizar este verão o 7º Campo de Especialização em Basquetebol, através dos seus Campos para Bases, Lançadores e Postes. Ao mesmo tempo vai decorrer o PRO Camp, dirigido principalmente a jogadores com ambição de jogar basquetebol num nível profissional, que através do trabalho personalizado do PRO Camp e especificamente do Campo de Preparação Física podem melhorar a sua performance para a próxima época.Durante o mês de Julho, Campos de Bases, Lançadores e Postes vão ser organizado em três semanas:1ª Semana: 8 – 14 Julho2ª Semana: 15 – 21 Julho3ª Semana: 22 – 28 JulhoA maior novidade da Academia para o verão 2012, vai ser a extensão da duração do PRO Camp, que passará de uma semana, para 10 dias. Assim o programa de treino do PRO Camp, vai ser realizado em dois turnos:1º Turno: 8 – 18 Julho2º Turno: 18 – 28 JulhoTodos os futuros participantes da Monte Basket 2012, antes de proceder à sua inscrição, podem ver o vídeo de apresentação da Academia no link: www.youtube.com/watch?v=qIacVoV_u4UÀ semelhança de anos anteriores, o alojamento dos atletas inscritos na Academia continua a ser no Hotel Montechoro****, mas com uma novidade: o estágio com pensão completa! Para conhecer melhor as instalações do hotel, podem consultar o link: www.youtu.be/o6cBCWrJeBwA ficha de inscrição juntamente com a explicação sobre como efectuar a mesma estão disponíveis no website da Academia (www.montebasket.com). O pagamento pode ser efectuado em três partes, onde o valor da inscrição, que complementa a ficha de inscrição, corresponde ao pagamento da primeira prestação. O restante valor pode ser pago em mais duas prestações, antes do início do campo.A Academia Monte Basket espera que este ano, tal como em edições anteriores, se mantenha o carácter internacional do campo, juntando atletas de vários clubes e cidades do nosso País aos atletas provenientes do estrangeiro e promovendo assim a nossa espectacular modalidade desportiva, a calorosa Região do Algarve e o bonito Conselho de Albufeira.


Paulo Santana: «Somos favoritos»

Todavia, o capitão dos campeões de Angola não esconde que o propósito do Petro é só um: a vitória!

Num evento onde competem formações oriundas de três países (Portugal, Angola e Moçambique), é normal que os atletas sintam que estão a defender algo mais do que o seu clube. “É sempre uma grande responsabilidade quando se tem uma competição internacional deste género”, considera Paulo Santana, capitão do Petro. No entanto, o jogador reconhece que a Supertaça Compal oferece aos atletas e às equipas uma oportunidade única de conviver com adversários que têm estilos de jogo diferentes. “É um grande desafio, mas um desafio bom porque aprendemos muito uns com os outros.”Seja como for, independentemente de todo o processo de aprendizagem que a competição possa possibilitar, Paulo Santana lembra que há um troféu em causa. “O objetivo do Petro sempre que entra em competição é ganhar”, afiança o capitão do conjunto de Luanda, que não hesita quando se lhe pede para apontar os favoritos: “O favoritismo é do Petro, claro, sem tirar mérito às outras equipas.”


Presidente da Federação Moçambicana: «SUMOL+COMPAL está de parabéns»

Aliás, Mabjaia gostaria de ver Moçambique receber uma edição da competição nos tempos mais próximos…

De que forma receberam o convite para participar neste grande evento de basquetebol?A Federação Moçambicana de Basquetebol, e toda a família da modalidade no país, recebeu o convite com muito agrado, pois por diversas vezes já havíamos manifestado interesse em fazer parte deste prestigiado Torneio.Qual a sua opinião acerca desta prova? É uma prova que vai para além do basquetebol. Trata-se de um torneio extremamente competitivo e prestigiante, que reúne algumas das melhores equipas de Portugal e Angola, países onde o nível do basquetebol praticado é muito bom.Julga que o basquetebol, e nomeadamente este torneio, podem ser fundamentais para a aproximação de povos irmãos? A aproximação entre os povos faz-se de diferentes formas. O desporto é, com certeza, uma das formas previlegiadas para tal. Está de parabéns a Compal por complementar o esforço que tem sido feito por outros sectores tendo em vista fortalececer os laços de amizade e irmandade entre os povos. Oxalá gradualmente o Torneio abarque outros países da nossa comunidade, a CPLP.Acha que será uma boa oportunidade para o basquetebol de clubes moçambicano poder avaliar qual o seu nível de competição?Sim, é mais uma oportunidade para competirmos a um nível elevado e avaliarmos o nosso nível competitivo.Agradava-lhe a hipótese de que esta prova fosse organizada em Moçambique? A realização desta prova em Moçambique constituiria um verdadeiro estímulo ao basquetebol nacional. É um sonho que esperamos ver realizado a breve trecho.A disputa desta competição poderá ajudar a determinar as necessidades mais prementes do basquetebol moçambicano?Estão identificados os principais problemas do basquetebol moçambicano. A falta de competitividade e a fraca exposição das equipas e atletas nacionais a nível internacional, competindo com equipas de grande craveira, são alguns deles. A elevada qualidade de jogadores que evoluem nesta competição certamente estimularão os atletas moçambicanos a crescer ainda mais.Julga que devia haver um envolvimento governamental maior na organização desta prova? O envolvimento dos governos é sempre necessário e estimulante. Não me parece, todavia, que se deva solicitar um maior envolvimento governamental. Acredito que os governos dos países participantes, de alguma forma, já apoiam esta iniciativa. O apoio mais visível das entidades governamentais podia ser na facilitação da obtenção dos vistos, nos casos em que tal se aplica. Qual a relação entre o povo moçambicano com o basquetebol? Como são as vossas audiências? Há transmissões televisivas?O basquetebol em Moçambique é, provavelmente, a segunda modalidade, depois do futebol, em termos de popularidade e adesão da população aos jogos. Pode-se afirmar que o povo moçambicano gosta de basquetebol e nos locais onde, por limitações de condições, não se pratica, os jovens vão solicitando. Muito recentemente a televisão pública começou a fazer transmissões televisivas regulares dos principais jogos. As outras estações televisivas, por diversas razões, limitam-se a fazer reportagens, apenas.Julga que Moçambique reúne as condições para realizar uma prova deste calibre? E em que cidades terá essas condições?Moçambique reúne condições para acolher uma prova desta envergadura, desde que tudo seja planificado com tempo. Certamente que, a acontecer, a organização teria apoio governamental e do sector privado. Seria um excelente presente ao povo moçambicano que adora um bom jogo de basquetebol. Neste momento apenas a Cidade de Maputo possui condições internacionalmente aceites para um prova desta envergadura o que foi testemunhado recentemente pela realização dos torneios de basquetebol durante os Jogos Africanos, em Maputo. Os pavilhões existentes noutras cidades do país precisariam de ser reabilitados.


Mário Saldanha: «Grandes jogos de basquetebol»

A Supertaça Compal, que se disputa no próximo mês em Angola, constituí um dos expoentes máximos dessa ligação e o presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol não podia estar mais satisfeito. A competição este ano contempla seis equipas, incluindo uma de Moçambique, e Mário Saldanha está convicto que a prova será, uma vez mais, um êxito.

Como se sente por ter sido, em conjunto com a FAB e SUMOL+COMPAL, o pai deste projeto pioneiro? Julga ter traçado o caminho que outras modalidades devem seguir? Naturalmente enche-me de orgulho. Estou de tal maneira convicto do acerto da realização desta prova que recentemente num programa de televisão em direto para Angola e Portugal, onde os Ministros Gonçalves Muamdumba, de Angola, e Miguel Relvas, de Portugal, referiram ser uma das suas prioridades a necessidade de promover este tipo de intercâmbio entre os países. Não nos podemos esquecer que esta competição já vai na sua terceira edição e que portanto já demonstrou ser uma prova ganhadora e com estatuto para a sua continuidade. Afinal, ela faz parte dos calendários competitivos de ambas as Federações. Julgo que seguir os bons caminhos traçados por outros é sempre uma boa política e, portanto, teremos todo o gosto em partilhar com quem desejar, a fantástica experiência que é organizar esta prova. Num ano em que nenhuma equipa portuguesa participa em competições internacionais, julga que esta prova será um bom barómetro para os clubes portugueses testarem o seu valor desportivo? Um bom barómetro é sempre. O basquetebol Angola encontra-se a um excelente nível, quer regionalmente (África) quer a nível Mundial. Os clubes Angolanos são sempre Finalistas das Competições Africanas de Clubes e normalmente até são os vencedores. Em relação à Seleção Angolana é presença assídua em Campeonatos Africanos, Campeonatos do Mundo e Jogos Olímpicos, sempre com excelentes prestações. Naturalmente que gostaria que a experiência internacional dos nossos clubes não se resumisse à Supertaça Compal. À semelhança do que se passa com o Basquetebol Feminino, com resultados visíveis a nível de Seleção, julgo que também os clubes masculinos deveriam primar por uma presença assídua em competições europeias, à qual têm direito. Só assim o nível da nossa Seleção poderá convergir com o nível das restantes congéneres Europeias. Volto a reforçar, esta é uma excelente competição e contribui claramente para a evolução das equipas participantes. Porquê a inclusão de Moçambique? Este ano pretendemos a título experimental alargar o âmbito da prova. Decidimos por isso criar 2 wild-cards, um deles 1 para que o vencedor da última edição pudesse defender o seu título, aliás como é apanágio de muitas competições internacionais. Quanto ao Maxaquene, foi para alargar o âmbito da prova em termos Lusófonos. Julgamos que esta será uma excelente oportunidade para o basquetebol Moçambicano testar as suas capacidades. Julga que a SUMOL+COMPAL é o parceiro ideal para esta prova? Este é um tipo de prova que, pela sua natureza transcontinental, comporta custos muito elevados. No entanto, assim que a ideia foi apresentada à Sumol+Compal foi aceite sem reservas. É uma empresa que através da sua marca Compal pretende promover um estilo de vida saudável e nada mais saudável que o desporto. Assim sendo, é de facto o parceiro ideal. O grau de comprometimento da empresa com a prova é muito elevado. O que espera da edição deste ano? Para nós a edição deste ano é bastante arrojada. Em primeiro lugar por incluirmos mais duas equipas, mais um país e a título de brincadeira mais um oceano. Em segundo lugar, por realizarmos a prova em duas cidades diferentes e distantes. Benguela e Luanda. A coordenação de toda esta logística (voos, transferes e voos de ligação, hotéis e transportes terrestres) é sempre muito difícil. Porém, a organização está a trabalhar afincadamente para que nada falhe. O apoio do Governo Provincial de Benguela na resolução de todos os desafios que surgem tem sido fundamental.Espero que este ano tenhamos grandes jogos de basquetebol, com pavilhões cheios e que ganhe o melhor.


«Enorme significado e importância»

O presidente da Comissão Executiva da empresa, Dr Duarte Pinto, deixa aqui uma mensagem sobre a edição deste ano da Supertaça Compal.

“Para a SUMOL+COMPAL a realização desta III edição da Supertaça Compal reveste-se de enorme significado e importância. Representa uma aposta continuada de uma marca emblemática, que este ano comemora 60 anos de vida, no seu mercado mais importante fora de Portugal.A principal aposta estratégica da SUMOL+COMPAL passa pela consolidação do forte crescimento que temos tido em Mercados Internacionais, com presença em 69 países, dos quais o que mais se destaca é sem dúvida Angola. Queremos aprofundar esta relação, sendo o basquetebol uma excelente plataforma para comunicar os valores saudáveis da marca Compal.A presença de uma equipa de Moçambique reveste-se de uma importância particular, pois é um país e um mercado que muito prezamos e queremos contribuir para o seu desenvolvimento.”


«A fasquia está mais alta»

O Dr Fernando Oliveira, Diretor do Departamento Internacional da prestigiada empresa, conta-nos nesta entrevista algumas das expectativas que a marca tem relativamente à prova e o que espera do futuro.

Que comentário lhe merece a consolidação de uma competição com as características desta Supertaça Compal? Defende, futuramente, a entrada de equipas de outros países Lusófonos, à imagem do que acontece este ano com Moçambique? A Supertaça Compal foi um sucesso nas duas primeiras edições, pela qualidade competitiva e empenho de todas as equipas e das duas Federações, bem como pela adesão do público. Para esta terceira edição a fasquia está ainda mais alta: temos 6 equipas, com um quadro competitivo mais alargado, presença em duas cidades – Luanda e Benguela – e participação de 3 países – Angola, Portugal e Moçambique.Tudo faremos para que esta edição corra da melhor forma, para os atletas e para o público, e se assim for teremos certamente as bases para a consolidação de uma prova que apesar de jovem é já um Clássico.E quanto aos países organizadores? Coloca a hipótese de as “sedes” não ficarem reduzidas a Portugal e Angola? A Supertaça Compal tem sido organizada com inegável sucesso pelas Federações de Basquetebol de Portugal e de Angola, esperamos mais um sucesso este ano e sempre abertos a considerar as alterações que venham a ser propostas e que melhorem esta experiência desta Festa do Basquetebol.Depois de duas edições já realizadas, com a terceira já muito próxima, o basquetebol tem sido um bom veículo de propaganda da SUMOL+COMPAL, no qual a marca se continua a rever? A Compal é uma marca muito acarinhada pelos Consumidores de Portugal, Angola e Moçambique, por traduzir valores muito fortes: Confiança, Tradição, Qualidade, Inovação e, acima de tudo, Vida Saudável. Queremos retribuir esse carinho promovendo a prática de desporto, que é Essencial para uma Vida Saudável, em especial nas populações mais jovens, aliada a uma alimentação equilibrada, na qual os sumos de fruta são parte importante.Tendo o basquetebol uma forte expressão nestes países, esperamos contribuir para o fortalecimento da modalidade em especial junto do público mais jovem.Julga que a descentralização da prova, agora alargando a sua realização também a Benguela, é fundamental para a estratégia da vossa empresa para Angola? Quando nos foi apresentada pelas Federações a possibilidade de realizar parte da prova em Benguela de imediato aderimos à ideia, pois julgamos que assim contribuímos decisivamente para o desenvolvimento da modalidade nessa importante região. Queremos mostrar o reconhecimento da marca aos Consumidores Angolanos, não só de Luanda como de todo o país, e a realização de seis jogos em Benguela é uma excelente forma de o demonstrar. Recentemente os responsáveis políticos do Desporto em Portugal e Angola reforçaram a necessidade de criar um intercâmbio a nível desportivo. Sente que este projeto pelo seu pioneirismo, traçou o caminho que outras modalidades devem seguir? É muito gratificante perceber que países tão distantes como Portugal e Angola encontram caminhos de cooperação que promovem o desenvolvimento conjunto, e a SUMOL+COMPAL encontra muitos paralelos com a sua própria atitude, que tem sido a de investir há longos anos no desenvolvimento das suas marcas, com especial destaque para o espaço da lusofonia, onde sentimos que temos uma “casa” acolhedora. No caso concreto da Supertaça Compal, ela só é possível com um considerável esforço de organização, que temos de agradecer às Federações de Angola e de Portugal. Fazemos votos que todas as boas iniciativas similares tenham igual sucesso.Que retorno têm tido desta aposta? A marca Compal está bem consolidada, tanto em Portugal como em Angola e Moçambique, e temos recebido muitos sinais de apoio e entusiasmo por este evento. O retorno que esperamos virá do sucesso desportivo e da adesão do público, pelo que esperamos e agradecemos o empenho das equipas em proporcionarem espectáculos com o alto nível a que já habituaram os adeptos, e com uma sã convivência e competitividade que contribuirá para a melhoria da modalidade.


12 Horas de Minibasquete

Fruto da excelente experiência que representou e ainda representa este evento, formalizou-se um protocolo de colaboração entre a Associação de Basquetebol do Porto, a Federação Portuguesa de Basquetebol – Comité Nacional de Minibasquete e a Federação das Colectividades do Distrito do Porto, no sentido de o organizar anualmente, percorrendo, se possível, todos os concelhos do Distrito do Porto.Após esta primeira edição que teve lugar em Matosinhos (2002), esta iniciativa passou por Valongo (2003), Penafiel (2004), Porto (2005), Marco de Canavezes (2006), Leça da Palmeira (2007), Amarante (2008), Trofa (2009), Vila do Conde (2010) e Felgueiras (2011). Este ano (2012) e tal como está protocolado, o evento regressa a Matosinhos, mais concretamente á Freguesia de Guifões, uma das Freguesias de Matosinhos que “vive” e “respira” intensamente a modalidade.Para concretizar este evento contamos com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, por intermédio da Matosinhosport, da Associação das Colectividades do Concelho de Matosinhos, Junta de Freguesia de Guifões e do Guifões SC.


O Lincinho do Minibasquete volta a atacar…

Mun. nº 2, em Modelos, a 2ª Concentração de Minibasquete, entre as equipas dos Centros Escolares de Paços de Ferreira, Freamunde, Carvalhosa, Penamaior, e ainda as Equipas A e B do Juventude Pacense.

Estando a decorrer também no concelho, a “Final Four” do Camp. Distr. da 1ª Divisão de Sub18 Masc. e Sub16 Fem., fomos presenteados com a honrosa visita neste evento, de uma comitiva da Assoc. Basquetebol do Porto, liderada pelo Presidente Sr. António Belém. Foi com elogios, que demonstrou a total satisfação com a acção ali desenvolvida, empenho e entusiasmo de todos os mini-atletas, bem como com a demonstração clara do envolvimento de toda a secção (atletas, Treinadores, colaboradores, e pais) no desenvolvimento desta modalidade no Concelho, e a aposta no Minibasquete.Do evento propriamente dito, destaca-se a alegria e divertimento dos atletas em salutar prática desportiva, e em total clima de confraternização e respeito por todos os envolvidos, sendo o seu entusiasmo contagiante para os muitos pais e assistentes nas bancadas, que sempre dedicaram merecidas manifestações de carinho e apoio a todos os jovens atletas. Ainda que menos importante, deixamos,em anexo, os resultados dos Jogos, e as fotografias da Jornada, e que por certo se repetirá, já em Fevereiro.


Minibasquete a “mexer” em Gaia

O Rui contou já com passagens pelo FC Porto, SL Benfica, Ovarense Dolcevita e CB Penafiel tendo sido internacional português por diversas ocasiões. Acreditando que esta troca de ideias, e relato de experiências pode ser em todo benéfica para o desenvolvimento do Mini-Basket, contamos com a tua presença no Pavilhão do FC Gaia no próximo domingo, para assistires a um dia diferente, a um dia do Mini-Basket.”


História da Supertaça Compal

Assim, na edição inaugural, realizada em Luanda, levou a melhor o SL Benfica, para um ano mais tarde, em Lisboa, na magnífica arena do Campo Pequeno, o 1º de Agosto vingar a derrota sofrida no ano anterior e conquistar a 2ª Edição da Supertaça Compal. Este ano, com a particularidade de estarem representados três países, fica a dúvida de quem irá suceder-se na lista de vencedores da competição.

Quando a prova arrancou, numa aposta forte da marca Sumol + Compal no basquetebol, a cidade de Luanda e o pavilhão da Cidadela foi o local escolhido para juntar os campeões de Angola e Portugal, juntamente com os vencedores ou finalistas das respectivas Taças nacionais.O Benfica tornou-se no grande vencedor da 1ª Edição Supertaça Compal, ao derrotar, no último dia de prova, o campeão angolano do 1º de Agosto, por 64-57. Num clima muito complicado, e com três jogos em três dias, os jogadores benfiquistas estavam de parabéns, já que tinham vencido as duas melhores equipas angolanas e das melhores africanas, o que não está ao alcance de qualquer um e valoriza ainda mais a vitória da equipa portuguesa. O Benfica saiu do torneio claramente reforçado, não só em termos exibicionais, mas também como grupo de trabalho. Foi o momento chave da temporada que culminou meses mais tarde com a revalidação do título de campeão nacional.Na segunda edição, vitória justa dos comandados de Luís Magalhães, na altura à frente do 1º de Agosto, a quem bastou um triunfo no último dia de prova para garantir a conquista do Troféu, já que era a única equipa invicta. Do lado contrário, e em virtude do resultado verificado no jogo anterior entre o Libolo, estreia na competição, e o Benfica, que terminou com a vitória dos angolanos, os dragões, igualmente a participar pela primeira vez, precisavam de vencer por 18 pontos de diferença para se tornarem vencedores da prova.No final da 2ª Edição da Supertaça Compal a festa foi angolana, que assim vingou a derrota sofrida no ano anterior frente ao SL Benfica. A vitória frente ao FC Porto, por 96-87, permitiu aos campeões africanos terminarem a prova cem por cento vitoriosos, diante uma equipa portista que na altura, convém recordar, tinha vários elementos preponderantes lesionados, casos de Andrade e João Santos, e perdeu ainda Miguel Miranda durante o jogo da final.Para já fica a nota que até ao momento foram dois treinadores portugueses a erguer o Troféu, Henrique Vieira e Luís Magalhães, pelo que fica essa curiosidade acrescida se irá ser novamente um técnico nacional a sair vencedor nesta 3ª Edição do Troféu, que promete ainda mais competitividade, qualidade, traduzindo-se naturalmente em bons espectáculos de basquetebol.


Torneio Superminis

O calendário possibilitou que jogassem várias vezes com equipas diferentes, algo que os miúdos gostam muito e enriquece as suas vivências.Os árbitros foram atletas jovens do Ginásio Figueirense e estiveram muito bem, ajudando a que os jogos decorressem de forma equilibrada para as capacidades dos praticantes.Boa organização e muito bom espírito de todos os participantes e também dos muitos pais e mães que vieram assistir à estreia dos seus pequenos.O Buarcos compareceu pela primeira vez em torneios oficiais de minibasquete e todos deram as boas-vindas a esta nova equipa.O convívio terminou com o habitual grito colectivo – “Viva o Minibasquete!”


Supertaça Compal renovada

A prova deste ano tem várias novidades, sendo que as mais visíveis têm a ver com o facto de o Torneio se disputar em duas cidades angolanas diferentes – Benguela (fase de grupos) e Luanda (final) –, bem como contar com a participação de seis equipas. Para além dos campeões de Portugal e Angola, FC Porto Ferpinta e Petro de Luanda, respetivamente, estarão também presentes o CAB Madeira, vencedor da Taça de Portugal, Libolo que conquistou a Taça de Angola, a estreia absoluta do Maxaquene, campeão moçambicano, e ainda o 1º de Agosto, sendo que os últimos dois beneficiaram, a título experimental, da criação dos “wild card”, outra inovação na competição de 2012. Mais um país a participar num evento que não pára de crescer em qualidade, tornando-se cada vez mais numa competição de referência nos países de língua oficial portuguesa.

Os azuis e brancos vão tentar pela segunda vez conquistar o troféu, depois da primeira experiência na passada temporada, se bem que este ano ostentem o título de campeões nacionais. A outra equipa portuguesa a marcar presença é o CAB Madeira, que tão brilhantemente venceu a última edição da Taça de Portugal. O Petro de Luanda, treinado pelo nosso conhecido Alberto Babo, surpreendeu tudo e todos, e na temporada passada alcançou o desejado título de campeão de Angola. Depois ter estado presente na 1ª edição, sem grande sucesso, o Petro tem a responsabilidade de defender a posição conquistada nas provas angolanas. O Libolo volta a participar na competição, uma vez mais na condição de vencedor da Taça de Angola, uma equipa a ter conta depois da boa imagem que deixou na última edição, disputada em Lisboa.De facto, a grande novidade deste ano é a inclusão através da criação de “wild cards” da equipa do Maxaquene, pelo facto de ter sido campeão de Moçambique na última temporada, o que faz aumentar para três os países envolvidos na disputa de um troféu. Que uma vez mais reúne os campeões nacionais da temporada passada, bem como os vencedores das respetivas Taças do país.O segundo “wild card”, a título experimental, deste ano foi atribuído à equipa angolana do 1º de Agosto, treinada pelo Selecionador Nacional português Mário Palma, de modo a que lhe permita defender o título alcançado, em Lisboa, na passada edição da Supertaça Compal. A sua inclusão eleva para três o número das equipas angolanas que partem à conquista do Troféu deste ano. As seis equipas participantes foram dividas em dois Grupos, sendo que no Grupo A faz parte o Petro de Luanda, campeão em título angolano, o Libolo, vencedor da Taça de Angola, e o CAB Madeira, igualmente vencedor da Taça, mas de Portugal.No Grupo B ficaram incluídos o FC Porto Ferpinta campeão português, a equipa do Maxaquene vencedora do último campeonato moçambicano, e por último o 1º de Agosto a equipa convidada a participar este ano em mais uma edição da Supertaça Compal.A fase de grupos disputa-se entre os dias 14 e 16 de Fevereiro, na cidade de Benguela, com as equipas a regressarem depois a Luanda para a realização dos jogos de atribuição dos lugares entre o 1º e o 6º. A grande final será no domingo, dia 19, naquele que se espera que venha a ser mais um memorável encontro e o culminar de mais uma grande jornada de basquetebol. Que só volta a ser possível pelo imprescindível apoio da Sumol+Compal, que continua a apostar no basquetebol como meio de divulgação da marca e canal de ligação dos países de língua oficial portuguesa.Grupo A:Petro de LuandaLiboloCAB MadeiraGrupo B:FC Porto FerpintaMaxaquene 1º de AgostoCalendário dos jogos:Dia 14/02 3ª Feira – Benguela 17h00 – FC Porto x Maxaquene19h00 – CAB x Petro de LuandaDia 15/02 4ª Feira – Benguela 17h00 – Petro de Luanda x Libolo 19h00 – FC Porto x 1º de AgostoDia 16/02 5ª Feira – Benguela 17h00 – Libolo x CAB 19h00 – Maxaquene x 1º de Agosto Dia 18/02 Sábado – Luanda17h00 – Jogo de atribuição de 5/6 lugares 19h00 – Jogo de atribuição de 3/4 lugares Dia 19/02 Domingo – Luanda16h00 – Jogo de atribuição de 1/2 lugares


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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