Artigos da Federaçãooo

Mário Gomes em grande entrevista

Para ver em exclusivo na FPB TV!

 

 


Record é o jornal oficial da Festa do Basquetebol Juvenil

O acompanhamento será diário e ao segundo, com informações sobre os jogos, os protagonistas e as curiosidades, nas várias plataformas do jornal.

Nesta altura, existe já uma plataforma digital dedicada em exclusivo à Festa do Basquetebol e onde podem consultar já muita informação sobre o evento, como históricos e declarações de alguns dos atletas que vão marcar presença naquela localidade algarvia.

 

Podem aceder à página dedicada às Festas, no site do Record, a partir deste LINK.

 


Jogadores marcantes: Márcio Dias

Talhado para outros voos, rumou à APD Braga, cuja trajetória de êxito, com o 1.º título de campeão à cabeça, foi inexoravelmente tingida pela sua liderança e virtuosismo. Depois, o “Mágico” atravessou a fronteira para vestir as cores do Servigest Burgos, contabilizando uma época na elite do BCR espanhol – “División de Honor” – e duas na também exigente “Primera División”, o 2.º escalão. Por lá, granjeou respeito e admiração, de tal forma que o adeus, para regressar a Braga na presente época, se fez emudecido. Representou Portugal com distinção em 4 campeonatos da Europa, incluindo aquele que à data devolvia o país ao grupo B, em 2015, aquando da conquista do 2.º lugar, na cidade de Lisboa, no Campeonato da Europa C.

Anos de prática: 24

Principais conquistas: Campeão Nacional e Vencedor da Taça de Portugal de Basquetebol em Cadeira de Rodas, época 2012-2013; Vice-Campeão da Europa, grupo C, 2015

 

Um dos jogadores mais completos do BCR nacional, mescla refinada entre força, capacidade de explosão, velocidade, presença interior, lançamento. Em suma, muito talento, alicerçado num espírito combativo, nobre e de camaradagem com colegas e adversários – Márcio Dias é um daqueles raros protagonistas que bate palmas perante uma boa jogada do rival. Afirma que o distingue “a entrega total” e a “alegria transmitida dentro e fora do campo”. Aliás, esquecer um traço tão identitário do barcelense como a sua boa disposição constituiria uma falha de palmatória neste prólogo.

O pano de fundo para a simbiose perfeita deu-se tinha então Márcio 13 anos na ADM de Barcelos, acalentando desde sempre “jogar contra os melhores do mundo”, algo que viria a suceder quer ao serviço da Seleção Nacional, quer do Servigest Burgos. À ambição sem limites, esculpida na reclamação dos louros pelo jogador que é hoje, contrapõe uma porção generosa de humildade. “Tinha que me preparar para poder chegar ao nível deles”, enfatiza o poste de 36 anos, consciente, como poucos, da importância do trabalho físico para o aumento de rendimento. Na opinião de Márcio, reside precisamente na componente física o potencial de mudança da modalidade. “Cada vez mais os atletas têm que se preparar fisicamente para a alta competição; para mim as equipas vão mudar o seu aspeto defensivo para uma defesa em linha ou individual de forma a poderem parar os lançadores exteriores”. Sobre o jogo ainda, o “Mágico” rotula-o… de mágico. Deslumbram-no duas particulares nuances: “A simplicidade que temos em fazer mover uma cadeira de rodas ao mesmo tempo que driblamos uma bola de basquetebol e fazer um lançamento em duas rodas para podermos ficar mais altos e afastados do adversário”, condirea. A relação telepática com o cesto quase dispensam que o verbalize, mas o camisola 4, que elege ser campeão pela APD Braga e subir ao grupo B pela Seleção em 2015 como pontos altos,  considera a jogada perfeita “aquela que termina com a bola dentro do cesto”.

 

O que dizem sobre ele

Ricardo Vieira, técnico da APD Braga, adjunto da Seleção Nacional de BCR

Márcio tem alcunha de Mágico; quem o vê uma vez a jogar percebe o porquê dessa alcunha. No entanto, o que sobressai nele para mim enquanto treinador, é que é um "rapaz" humilde, lutador e que nunca está satisfeito com o que faz em campo e fora dele. Para mim, como treinador é um prazer contar com ele e posso afirmar que é um jogador que qualquer treinador gostaria de ter não pelo que faz, mas pelo ser humano que é.

Filipe Carneiro, jogador da APD Braga e da Seleção Nacional de BCR

É uma força bruta, no bom sentido, capaz de driblar toda a equipa adversária, fazer cesto e ainda recuperar a sua posição de defesa. Consegue colocar a equipa noutro ritmo físico e é um prazer fazer dupla de contra-ataque com ele em campo.

Henrique Sousa, jogador da APD Braga e da Seleção Nacional de BCR

Sempre quis ser o melhor dos melhores. Lutador, esforçado, bom colega.


Portugal cruza-se com Grécia e Bélgica

 

A Seleção Nacional, que lutará por nova promoção à Divisão B da modalidade, tem pela frente um desafio de elevada exigência, já que se perspetivam como favoritas Bélgica e a anfitriã República Checa, sorteada no grupo B juntamente com Irlanda, Hungria e Sérvia.

 

A competição está agendada para o mês de julho, entre os dias 24 e 29, na cidade de Brno (República Checa).

 

Informações sobre a competição em: http://competitions.iwbf-europe.org/index.php/ecmc-home-menu.

No horizonte lusitano, só a subida de divisão interessa, mas a missão será difícil, já que em teoria convém à Seleção Nacional vencer o seu grupo e evitar a poderosa formação checa nas meias finais, previsível vencedora do grupo B. Petr Tucek, Ondrej Pliska ou o veteraníssimo Rostilav Pohlmann são algumas das estrelas da formação da Europa Central, que há escassos dois anos militava na elite do Basquetebol em cadeira de rodas do Velho Continente.

 

No que respeita ao grupo de Portugal, avaliando pelo trajeto em torneios passados, a Grécia afigura-se um adversário acessível às cores nacionais, enquanto em relação à Bélgica, apesar de permanecer alguma incógnita relativamente ao seu potencial, é bom lembrar que disputou dois campeonatos da divisão A no passado recente, que foi campeã da divisão B e que por lá sobressaem nomes como Pieter Dries, ex-jogador dos espanhóis Bilbao BSR, atualmente nos Roller Bulls da 2.ª liga alemã, e Dimitri Tanghe, base e atirador brilhante, ex-Fundación Grupo Norte de Valladolid, agora no Santo Stefano Sport, 4.º classificado da Série A italiana, onde é figura de destaque ao lado do astro francês, Sofyane Mehiaoui.

 

Eis o calendário completo do torneio:

25 julho: República Checa vs Irlanda – 18:00

26 julho: Irlanda vs Hungria – 09:00 República Checa vs Sérvia – 11:15 PORTUGAL vs Bélgica – 13:30 Sérvia vs Irlanda – 15:45 Hungria vs República Checa – 18:00 Bélgica vs Grécia – 20:15

27 julho: Sérvia vs Hungria – 09:00 Grécia vs PORTUGAL – 11:15 A3 vs B4 – 15:30 1.ª Meia final (A1 vs B2) – 17:45 2.ª Meia final (B1 vs A2) – 20:00

28 julho: B3 vs A3 – 11:30 Jogo pelo 3º lugar – 14:00 FINAL – 16:30

 


Torneio de Carnaval Inter-Seleções

As Seleções participantes serão a AB Santarém, AB Alentejo e AB Viana Castelo, importando referir que a prova masculina se realizará na Nave Desportiva de Santarém, ao passo que na ala feminina os jogos decorrerão no Pavilhão Municipal.

O evento terá lugar entre as 9h30 e as 17h.

 

De assinalar o apoio e colaboração da Câmara Municipal de Santarém e da Empresa “Viver Santarém”.

 


Semana All Star de 11 a 18 de fevereiro

Para os fãs do Basquetebol em todo o mundo aproxima-se uma das noites mais aguardadas do ano, a All-Star Saturday Night da NBA, que culmina no famoso concurso de afundanços e reúne os melhores talentos na madrugada de 18 para 19 de fevereiro.

Pelo segundo ano consecutivo, o Centro Comercial Alegro Alfragide abre as portas das salas do Cinema City para a transmissão em direto desta noite icónica, e aproveita o mote para apoiar a Seleção Nacional de Basquetebol em Cadeiras de Rodas (SNBCR).

Em antecipação à All Star Saturday Night, ao longo da semana a Praça Principal do Alegro Alfragide dá lugar a um campo de basquetebol com atividades a pensar nos adeptos da modalidade e iniciativas que visam a sensibilização da população em geral para os desafios, físicos e financeiros, daqueles que jogam em cadeira de rodas.

Estas ações começarão já nos dias 11 e 12 com a presença do capitão e de jogadores da SNBCR, e irão prolongar-se até ao dia 18 com concursos de lances livres em cadeira de rodas, demonstrações e sessões de autógrafos.

Para além do desafio físico, acrescem os custos extra implicados na aquisição de equipamento especializado. Assim, todas as atividades da Semana All Star do Alegro Alfragide têm também como objetivo a recolha de donativos que reverterão a favor da SNBCR.

 

Como Ajudar na Semana All-Star:

– Compra da pulseira #DesafiaOsTeusLimites por 1€ (à venda no balcão de informações e na praça principal do Alegro), cujo valor reverte na totalidade para esta causa;

– Participação no concurso de lances livres, com uma inscrição simbólica no valor de 1€ (este concurso terá como prémio uma viagem para assistir a um jogo dos NY Knicks no Madison Square Garden), a reverter na totalidade para esta causa;

– Participação no torneio de 3×3 que vai decorrer na Decathlon Alfragide no dia 16, entre as 17h e as 21h. O valor da inscrição será de 3€ por equipa, em que 1€ por participante reverterá para esta causa;

– Compra do bilhete especial para o Slam Dunk da Bounce, válido nos dias 16 e 17 de fevereiro, entre as 15h e as 19h, para grupos com um mínimo de 10 pessoas, que terá o valor de 5€ por pessoa e inclui 30 minutos na zona dos afundanços, sendo que1€ reverterá a favor desta causa.

 

Transmissão em direto da All-Star Saturday Night:

De 18 para 19 de fevereiro, a partir da meia-noite, as salas do Cinema City do Alegro Alfragide vão vibrar com os grandes jogadores da NBA. O evento arrancará com uma Mesa Redonda, moderada por Márcio Martins, autor do blog SeteVinteCinco e do podcast MVP, Ricardo Brito Reis, comentador da Sport TV e também autor do podcast MVP, entre outras personalidades ligadas a este desporto.

A entrada para a Noite All Star do Alegro Alfragide é gratuita! Para tal, basta inscrever-se aqui  ou passar no Balcão de Informações do Alegro Alfragide (limitado à lotação da sala).

 

Junte-se ao Alegro Alfragide nesta causa, apareça e vibre com os titãs do basquetebol!

 

Mais informações em: http://alegro.pt/blog/detalhe/noite-all-star-no-alegro-alfragide.

 


12 jogadores marcantes – João Cardoso

É impossível ter nas mãos o currículo desportivo de João Cardoso sem que o olhar se perca na miríade de feitos, distinções, e por arrasto se divague sobre o seu significado, num tempo em que o desporto Paraolímpico vivia sob o jugo de uma consciência coletiva caritativa, portanto redutora. Mas vamos ao que interessa: são 35 anos de carreira, 11 Campeonatos Nacionais, 11 Taças de Portugal, 14 Supertaças no palmarés, 9 participações em competições europeias de clubes, 6 em Campeonatos da Europa por Portugal. Refiram-se os incontáveis títulos nacionais no Atletismo, alguns internacionais, e ainda deu tempo para praticar Natação e Ténis de Mesa… Hoje conhecemos melhor uma lenda viva. 

Muito mais do que um jogador de Basquetebol, muito mais do que um atleta, João Cardoso perpassou a sua carreira desportiva com algo que ultrapassa a vontade férrea de ganhar, a substância incorpórea que separa os que foram “apenas” grandes jogadores dos que se converteram em nomes eternos. João, carinhosamente apelidado de “Roscas” pela sua forma digna de ilusionista de finalizar debaixo do cesto, pertence ao segundo lote fruto do impacto incomensurável que teve para abalar mentalidades face à deficiência. Podia elencar o currículo infinito, o físico portentoso que o projetou a ele e à modalidade para outro patamar, mas o jogador da APD Sintra/Sporting CP elege o “crer e humildade com o objetivo de incentivar os mais novos através da forma de jogar” como o fator número 1 para figurar na lista dos mais marcantes. E se paira a dúvida acerca da espontaneidade da declaração, como se de um chavão de refúgio fácil se tratasse, João Cardoso dissipa-a. “Nasci no tempo certo para acordar mentes adormecidas para as famílias sentirem que os seus filhos afinal podem algo fazer de bom para o seu corpo e não são os “coitadinhos” de apelido pela sociedade”. A igualdade em nenhum momento se lhe afigurou um mantra suscetível de renúncia, inclusive, e sobretudo, perante os comportamentos anacrónicos de uma sociedade pretensamente inclusiva. “Fui dos primeiros a passar a Ponte sobre o Tejo mesmo contra a organização e conseguindo pôr os concorrentes ‘a pé’ a manifestarem-se a favor da nossa presença, que foi atribulada, dado que venci com um pneu furado”, narra o episódio odisseico. E aproveitando o mote do Atletismo, João foi um dos participantes na 10.ª Maratona de Oita, no Japão, em 1990, que contou com mais de 1000 participantes, alcançando a 42.ª posição na Meia Maratona, entre 500 corredores, registo seguramente em nada alheio à intensa preparação física autodidata. “Não acredito que nos anos 80 houvesse pessoas que sem emprego saíssem de casa com uma cadeira de rodas perto das 07:00 para fazer determinados percursos em estrada todos os dias e também no final da tarde nas pistas do Jamor”, confessa. Voltando ao Basquetebol, o homem dos vários ofícios, que aos 55 anos quer continuar a jogar “até que a saúde impeça”, diz que o seduz “tratar a bola por tu”. Concretiza: “dizer-lhe para onde deve ir através dos nossos comandos de pulso, para que toque na tabela em pontos estratégicos, isso é de uma beleza incrível”. Acreditamos, e constatamos.

O que dizem sobre ele

Rui Lourenço, internacional português, jogador-treinador da APD Sintra/Sporting CP

“Foi um atleta extraordinário, inicialmente no Atletismo e, porque nesse período as skills de Basquetebol eram reduzidas, obviamente que a sua condição física sobressaía. Lembro-me de nos meus primeiros jogos na APD Sintra, quando jogávamos contra o GDR “A Joanita”, era o João e mais 4; lançava de meia distância, falhava, ia ganhar o ressalto do outro lado da tabela e voltava a lançar. Fazia isto 20, 30 vezes num jogo e ninguém conseguia acompanhar o seu ritmo; era impressionante. Skills de basquetebol, posso ainda referir como pontos fortes a capacidade de ressalto no lance livre e a conversão debaixo da tabela".

Hugo Maia, internacional português, jogador do GDD Alcoitão

“Quando falamos do João Cardoso, lembramos-nos das histórias de "terror" dos seus adversários do atletismo e do super jogador de BCR que ele foi no GDR A Joanita, que sofria falta, lançava e apanhava o seu próprio ressalto. Pessoalmente, recordo um exemplo de humildade, força, perseverança e uma paixão pela modalidade difícil de igualar. Durante os meus 10 primeiros anos de BCR foi o exemplo que segui, o professor que ouvi, o criativo que sem me ensinar me fez querer evoluir e "inventar" mais. Obrigado Cardoso!”.


12 jogadores marcantes – Pedro Gonçalves

São 3 Taças Andre Vergauwen, e 9 Campeonatos da Europa. Ao serviço de Sintra, 28 os títulos conquistados em 28 anos de uma carreira a que a graça dos números presta uma homenagem que peca por curta. Integra o seleto grupo de atletas nacionais que jogaram além-fronteiras, ao representar o CP Mideba ao lado do colega e amigo Hugo Lourenço. O lançamento imaculado, a superior visão de jogo e o carisma que se infunde na entrega até ao limite constituem predicados que lhe conferem a justiça de figurar nos 12 jogadores marcantes do BCR português.

 

 

Quem o vê retém num piscar de olhos o impacto da sua presença, assente na contradição perfeita de, por um lado estar umbilicalmente sintonizado com todas as incidências do jogo e, por outro, absorto no prazer de perseguir a bola laranja, como se o campo fosse só dele. Gesticula, abre os braços, vocifera, encoraja, tudo, à boleia de uma expressão que lhe é característica, “com alma”. A alma, imensa, conjugada com o virtuosismo, de onde sobressai o lançamento indefetível e fluído, transportam-no para um grupo restrito de incontestáveis do BCR português. Salvaguardando que só os que acham que foi/é marcante podem dizer o porquê, o próprio realça o “ADN” completo. “Entendo que a atitude, entrega, determinação e confiança (esta última q.b.), conjugadas com as capacidades técnicas são fundamentais para o sucesso de qualquer atleta. Acho que tenho uma dose ‘equilibrada e ajustada’ de cada uma delas”, vinca. O pano de fundo da sua iniciação qualificar-se-ia no mínimo de insólito, ao ponto do camisola 9 da Seleção ressalvar: “Não estou a brincar!”. Tudo começou… no barbeiro. “O Paulo Taborda viu-me num dia já longínquo de 1989, no barbeiro, e meteu conversa comigo sobre o BCR. A partir daí fui a um treino, ver um jogo, outro treino… e pimba, até hoje!”, afirma, sem prestar grande reverência aos 28 anos passados. A evolução diz devê-la um pouco a todos com quem se cruzou, quer os que com ele trabalharam, quer os rivais, mas há um nome que merece uma atenção especial. “Tenho que destacar o Pedro Esteves, o meu primeiro treinador, que não só fez crescer em mim o amor pelo jogo, como ensinou as “coisas” básicas do BCR, sem as quais “não se consegue ir a lado nenhum…” e que nos dias de hoje fazem muita falta! A ele o meu eterno Obrigado!”. À capacidade de ouvir e aprender, “sobretudo com quem é melhor e sabe mais”, juntou-se muito talento, emergindo sem surpresa um jogador crucial nos principais êxitos da APD Sintra (10 Campeonatos, 8 Taças e 10 Supertaças) e da Seleção Nacional e de um nível capaz de superar as fronteiras nacionais. Nomeia 3 momentos inesquecíveis na sua carreira recheada, “talvez por ordem crescente”. “A conquista do 1º título com a APD Sintra; Jogar na 1 Liga Espanhola; Conquistar o Campeonato da Europa C [Seleção], em 2007, em Dublin”. As virtudes técnicas e táticas são muitas, mas o reconhecimento do caráter coletivo do jogo, que transporta para a prática, espelha cabalmente que estamos perante um atleta diferente – mais ainda considerando que é um lançador. À pergunta de como seria a jogada perfeita, impõe como requisitos “que a bola passasse várias vezes por todos os jogadores, com 4 bloqueios sucessivos e terminasse com 2 pontos “fáceis”, debaixo do cesto, de um jogador classe 1 e com falta (2+1)!”. 

O que dizem sobre ele

Hugo Lourenço, internacional português, jogador da APD Sintra/Sporting CP

“Jogador com excelente lançamento de meia distância, excelente visão de jogo e uma capacidade única nos roubos de bola e interceção de passe. Um recuperador de bolas nato! Espírito combativo inexcedível e aplicado até à exaustão!”

Rui Lourenço, internacional português, jogador-treinador da APD Sintra/Sporting CP

Ouvi uma vez de alguém que nunca tinha visto uma "alavanca" tão perfeita e esse alguém foi uma grande referência do basquetebol, jogadora da Seleção feminina, mãe de outra grande jogadora da seleção feminina, jornalista desportiva. Em resumo, meia distância fantástica e com uma “alavanca” muito elegante. Disponibilidade física, sobretudo para defender como poucos, e capacidade de antecipação da ação do adversário aliada a uma excelente leitura de jogo. 


Mário Gomes: “Era um convite irrecusável”

A solução encontrada e já aprovada pela Direção da FPB surge como consequência natural do trabalho desenvolvido pelo Prof. Mário Gomes na anterior equipa técnica liderada pelo Prof. Mário Palma. Aqui ficam as primeiras palavras do Prof. Mário Gomes como responsável máximo da equipa das quinas:

 

O convite da FPB:

“Recebi este convite com muita satisfação e considero uma honra ter sido o escolhido pela Direção da Federação. Era um convite irrecusável. É um objetivo de carreira para qualquer treinador ser selecionador nacional e a minha satisfação é ainda maior porque o convite vem de pessoas que me conhecem muito bem, que conhecem o meu trabalho e têm confiança em mim para este cargo. Estou grato à Direção pelo convite.”

 

A acumulação de funções com as de DTN:

“Considero ser um treinador, entre outros, preparado para assumir o cargo e as funções que venho desempenhando na FPB nos últimos anos habilitam-me a dar resposta ao que me é pedido pela Direção e que não se esgota na equipa sénior, mas passa também pela articulação de todo o sector masculino, incluindo a supervisão do futuro Centro de Treino e a ligação com as seleções distritais. Conhecer os jogadores das várias seleções jovens e já ter trabalhado com a Seleção Nacional de Seniores são vantagens que irei aproveitar. Em resumo e sem falsas modéstias, acredito que posso fazer um bom trabalho e atingir os objetivos a que nos propomos.”

 

Os objetivos para a Seleção Nacional:

“Vamos jogar a fase de pré-qualificação para o Mundial de 2019, já em Agosto próximo, e partimos com o objetivo de sermos apurados. A Bulgária e a Bielorrússia têm um ranking superior a Portugal, mas temos o objetivo de nos qualificarmos para as séries europeias de qualificação. Para isso, temos que nos focar no que podemos controlar e isso passa por reunir os jogadores mais qualificados para representar a seleção e temos que fazer a melhor preparação possível. Se isso acontecer, vamos competir para nos apurarmos.”

 

Comunicado da Direção da FPB

 


Federação nomeia Mário Gomes selecionador nacional de seniores

 

Em suporte da sua decisão, a Direção da FPB valorizou, não só o valioso currículo e vasta experiência do Prof. Mário Gomes, mas também o profundo conhecimento que possui dos jogadores portugueses e do basquetebol nacional e internacional e do trabalho desenvolvido nos últimos anos pela seleção nacional.

 

A solução encontrada surge assim como a sequência natural do trabalho desenvolvido pela anterior equipa técnica liderada pelo Prof. Mário Palma, e como a solução que se considera mais capaz para enfrentar os desafios que se colocam à equipa nacional.

 

O Prof. Mário Gomes manterá as funções de Diretor Técnico Nacional em acumulação com as de selecionador nacional. A FPB irá proceder a uma restruturação e reforço da sua estrutura técnica, com o objetivo de a dotar de melhor capacidade de resposta para as necessidades de desenvolvimento do basquetebol português, que será oportunamente divulgada.

 

Em breve divulgaremos mais informações e declarações.

 


Jorge Almeida em 12 jogadores marcantes

Vestiu a camisola das quinas em oito competições, seis das quais Campeonatos da Europa, incluindo quando a Seleção conquistou o cetro da Divisão C, em 2007; conciliou o papel de jogador com o de treinador na APD Lisboa e nos anos dourados do conjunto da capital protagonizou uma dupla de respeito ao lado de Hugo Lourenço. A visão de jogo, a qualidade de passe e o lançamento certeiro que lhe gabam valeram-lhe o reconhecimento como um dos 12 jogadores mais marcantes e o melhor base que Portugal já teve.

Principais conquistas: Quatro vezes campeão nacional, quatro taças de Portugal, três Supertaças; melhor jogador e marcador num torneio em Santander (ao serviço da equipa do GDR Joanita), Campeão da Europa C na Irlanda; vitória sobre a equipa de CP MIDEBA em Badajoz (única de equipas portuguesas); vencedor de torneio Ibérico em Santander com uma seleção das equipas da APD – Associação Portuguesa de Deficientes

O tetracampeonato da APD Lisboa entre 1999 e 2003 eternizou um conjunto de jogadores históricos do Basquetebol em cadeira de rodas nacional. O paralímpico e admirável caso de longevidade, António Vilarinho, Jacques Almeida, Hugo Lourenço… e claro, Jorge Almeida. Os anos úberes de títulos do conjunto lisboeta tiveram a mão do base que revolucionou o jogo em Portugal, reconhecimento não só de colegas, mas também de adversários, como Rui Lourenço, que assinala a sua capacidade pioneira de “conseguir saber o que fazer com a bola antes mesmo de a receber”. O próprio não se esconde do que representou e acrescentou ao BCR nacional, vincando a “inteligência e a visão periférica extraordinária”. A carreira começou quando passava pelo Estádio Universitário e deu de caras com “várias pessoas em cadeira de rodas a jogar”. Ficou a observar até final sendo abordado pelo então técnico da APD Lisboa, Pedro Antunes, que lhe endereçou o convite para jogar.  Durante a travessia de 40 anos de dedicação ao jogo, colecionou títulos, distinções individuais, brilhou em torneios internacionais, agigantando-se perante patamares basquetebolísticos superiores, profissionais. Pelo meio, a paixão ramificou-se para as funções de treinador, que exerceu durante mais de duas décadas. Aliás, há apenas um ano atrás, em julho de 2015, na cidade de Lisboa, conseguiu enquanto técnico recolocar Portugal no grupo B do Basquetebol em cadeira de rodas Europeu e já no verão de 2016 por muito pouco a Seleção Nacional não se manteve na antecâmara da elite. Fascinam-no “a simplicidade e as cumplicidades que se criam dentro do campo”, traços que revestiram desde sempre a sua conceção de jogo, fosse como intérprete, fosse como orientador. 

O que dizem sobre ele

Hugo Lourenço, internacional português, jogador da APD Sintra/Sporting CP: "Foi sem dúvida o melhor base que Portugal já teve, com uma visão de jogo acima da média aliada a um lançamento bastante certo. Forte na defesa, mas acima de tudo com uma capacidade incrível no último passe."

Marco Gonçalves, internacional português, jogador do GDD Alcoitão: "O Jorge ficará na minha mente sempre como um jogador extraordinário e como o melhor base “puro” que o nosso campeonato e seleção já tiveram, não devendo em nada, no seu auge, aos melhores bases com quem joguei em Espanha ou internacionalmente. Foi o jogador com maior visão de jogo que eu conheci e influenciou muito os meus pontos fortes. Tinha também uma qualidade de passe ímpar, pois conseguia colocar sempre a bola onde queria, com movimentos por vezes quase “impossíveis” aos olhos dos que o rodeavam. Foi um verdadeiro professor de basquetebol para dezenas de jogadores que ainda hoje atuam no campeonato português."

Rui Lourenço, internacional português, jogador-treinador da APD Sintra/Sporting CP: "Deverá sempre apontar-se a eficácia do seu lançamento à tabela a 45º (lado esquerdo), feito com as 2 mãos, mas muito eficaz. A eficácia do passe era acima da média."


Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos recebe as boas-vindas no Barreiro

 

Nota: Imagens a cargo da Câmara Municipal do Barreiro

O grupo de trabalho, com 17 atletas em observação das Associações da Zona Sul do país, encontra-se alojado na Escola de Fuzileiros de Vale de Zebro. António Paulo Ferreira, atual treinador dos seniores do FC Barreirense, é o Selecionador Nacional, sendo acompanhado por Henrique Pina, treinador de Sub 16 do FC Barreirense, Henrique Pina, que foi convidado para este estágio.

 

Os treinos, bi-diários, todos no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, decorrem das 10h00 às 12h00 e das 16h00 às 18h00, sendo que o estágio terminará dia 30, após o almoço.

De referir que esta quinta-feira, pelas 21h30, a Seleção Nacional de Sub 16 masculinos disputará, no Ginásio Sede do FC Barreirense, um jogo de preparação frente à equipa de Sub 18 do clube anfitrião, com entrada livre.

 

Convocados para observação:

David Soares, FC Barreirense

Guilherme Pais, FC Barreirense

Guilherme Saiote, FC Barreirense

Martim Marçal, FC Barreirense

Lourenço Ferreira, Scalipus

Afonso Candeias, CB Queluz

André Baptista, CB Queluz

Baciro Camará, Sporting

Luís Silva, Sporting 

Yailo Gonga, NB Queluz

Duarte Silva, SL Benfica

João Alexandre, GD Olhanense

João Ó, GD Olhanense

Diogo Cristina, CB Albufeira

Diogo Soares, Imortal BC

Hugo Silva, SC Farense

Vasco Lança, Beja BC

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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