Artigos da Federaçãooo

2ª Ação – Estágio de Observação

A equipa técnica nacional programou para este fim de semana um estágio, em Ovar, que contará com a presença de 15 jogadores, com o objetivo de tentar ter mais certezas quanto ao grupo final que irá iniciar os trabalhos finais tendo em vista a competição.

 

No momento sempre complicado de ter que fazer escolhas, a dupla de selecionadores tem nesta ação de dois dias a possibilidade de tirar algumas dúvidas, beneficiando da oportunidade de poder observar em treino e competição, o comportamento dos atletas, e quais estarão, em teoria, mais aptos para dar garantias de uma boa participação de Portugal no Europeu. Lembrar que a equipa nacional integra o Grupo A, juntamente com as seleções de Montenegro, da Macedónia, da Arménia e da Geórgia.

 

Para esta ação estão convocados os seguintes atletas:

Francisco Pereira – Academia

João Oliveira – FC Gaia

Bernardo Neves – Ginásio FC

João Lucas – Maia Basket

Nuno Sá – Dragon Force

André Mendes – S.L. Benfica

Paulo Sereno – Guifões S.C

Benvindo Mendes – S.L. Benfica

Ricardo Monteiro – S.L. Benfica

Bruno Fernando – Algés

Filipe Ferreira – Dragon Force

Rui Nery – Estoril Basket

Tiago Carvalho – Sampaense

Carlos Cardoso – Illiabum

Jorge Pires – Atlético CP


Conheça os adversários de Portugal no Mundial

Portugal conseguiu, por mérito próprio e com enorme brilhantismo, estar entre as 16 melhores seleções mundiais, e ficou integrado no Grupo D, juntamente com a Espanha, o Mali e o Brasil. Vamos dar a conhecer um pouco de cada um dos adversários da equipa portuguesa neste prestigiante evento, e começamos pela seleção brasileira, apontada por Agostinho Pinto como sendo, muito provavelmente, a grande candidata a conquistar o 1º lugar do grupo. Estaremos a analisar uma potencia mundial no basquetebol feminino, que tradicionalmente é forte fisicamente e apresenta sempre um jogo muito evoluído.

A Seleção Brasileira Sub-16 Feminina do Brasil disputou em Puebla, no México, a Copa América/Pré-Mundial onde acabou por ser 2ª classificada garantindo assim uma vaga no Mundial deste verão. Na jornada inaugural, a equipa brasileira venceu a Venezuela por 84-40. Seguiu-se depois um triunfo folgado frente à seleção de Cuba (82-50), e na última jornada da fase de grupos perdeu diante do Canadá por 50-64. Na meia-final, frente aos Estados Unidos, vencedor, só com vitórias, dos três Mundiais até agora disputados, o Brasil garantiu a presença na final ao bater as norte-americanas por 72-63. A final só foi decidia no prolongamento, mas acabaria por ser a equipa canadiana a conquistar o ouro, com uma vitória pela diferença minima (72-71).

 

Durante o apuramento, Izabela Nicoletti, uma base-extremo com 1.80 metros, foi a segunda melhor marcadora da competição com uma média de 21.4 pontos. A poste Obalunanma Ugwu foi a 2ª melhor marcadora do Brasil, com média de 12.4 pontos, e simultanemante a melhor ressaltadora da equipa com 11.6 de média. A extremo Clarissa Carneiro, média de 12 pontos, foi outra das referencias ofensivas da equipa, sendo que foi a que mais se destacou no capitulo das assistências, com 4 de média. Izabela Varejão, 1.90 metros, é sobrinha de Andreson Varejão, atleta dos Golden State Warriors, e filha de uma ex-jogadora de basquetebol, que tal como o tio se destacou a jogar nas posições interiores. Izabela brilhou na seleção Sub-15 e parece bem encaminhada para dar continuidade à dinastia familiar de postes de basquetebol.

 

Na última edição, a terceira, do Campeonato Mundial de Sub 17 Feminino, disputado em Klatovy e Pilsen, na República Checa, em 2014, o Brasil foi 9º classificado, tendo terminado a competição com um registo de 5 vitórias e 2 derrotas. Nos três Mundiais de Sub-17 já realizados, para além do 9º lugar conseguido em 2014, o Brasil foi 11º em 2012 e não participou em 2010. 

 

Campanha do Brasil:

Brasil 87 x 47 Egito

Brasil 54 x 33 Itália

Brasil 52 x 73 Espanha

Brasil 40 x 52 Canadá

Brasil 60 x 44 México

Brasil 48 x 44 China

Brasil 68 x 63 Coreia

 

Classificação final:

1º – Estados Unidos; 2º – Espanha; 3º – Hungria; 4º – República Checa; 5º – Austrália; 6º- Canadá; 7º- Japão; 8º- França; 9º – Brasil; 10º – Coreia; 11º – China; 12º – Mali; 13 º- Itália; 14º – México; 15º – Eslováquia; 16º – Egito

 

A treinadora da Seleção Brasileira Sub-17, Anne Sabatini, convocou 14 jogadoras para o inicio dos trabalhos de preparação para o Campeonato Mundial da categoria. A apresentação está marcada para o próximo dia 29, na Arena Olímpica de São Sebastião do Paraíso (MG), local escolhido para a equipa treinar até a data do embarque no dia 19 de junho.

 

 


Secretário de Estado da Juventude e Desporto visita Seleção Feminina de Sub 17

As nossas jogadoras encontram-se num estágio de preparação em Lousada para o Mundial da categoria, que irá decorrer em Saragoça de 22 de junho a 2 de julho.

O dia ficou marcado pela visita oficial de elementos ligados a divesas entidades à Seleção Nacional Feminina de Sub 17, que quiseram ficar a conhecer o local de estágio das atletas – Complexo Desportivo de Lousada – além da Escola Secundária da cidade, local no qual as nossas estrelas têm estudado, de forma a não descurar a preparação para os exames nacionais, sendo que o estabelecimento de ensino também acolheu um almoço entre todas as partes.

Entre a comitiva, saliência para a presença de João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e Desporto, que prometeu fazer de tudo para se deslocar a Saragoça e que desejou os melhores votos para a seleção, sendo que este se fez acompanhar por um dos elementos do seu gabinete, o ex-nadador olímpico Nuno Laurentino.

Integraram ainda o staff, Antonieta Lima (Adjunta do Secretário de Estado da Educação), Manuel Fernandes (Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol), Pedro Machado (Presidente da Câmara Municipal de Lousada, que também desejou as maiores felicidades a todo o grupo de trabalho), António Augusto Silva (vereador do Desporto da mesma autarquia), Filipe Plácido (Diretor do Agrupamento de Escolas de Lousada), Vítor Carneiro (Presidente da Associação de Basquetebol do Porto), António Sousa (Presidente do Lousada Atlético Clube) e Nuno Manaia (Adjunto do Diretor-Técnico Nacional de Basquetebol).

De recordar que Portugal irá iniciar a sua campanha no Mundial a 22 de junho, frente à Espanha, no jogo de abertura da competição. As comandadas de Agostinho Pinto contarão ainda com Brasil e Mali no Grupo D.


“Associar Lousada à marca desporto”

Prova da estreita relação entre a autarquia e a FPB, bem como da forma excelente como sabe acolher e proporcionar as melhores condições possíveis de trabalho. A equipa nacional de Sub 17 femininos escolheu esta cidade para realizar grande parte da preparação final para o Mundial da categoria, e António Augusto Silva, vereador dos pelouros da Educação, Formação, Desporto, Novas Tecnologias e Comunicação e Proteção Civil, foi peça importante para que fossem reunidas as condições ideais de trabalho. A parte académica foi solucionada de forma exemplar, as condições de trabalho foram melhoradas, tornando-se este estágio como mais um bom exemplo da política desportiva do concelho.

 

Lousada volta a acolher um estágio de uma Seleção Nacional. Considera tratar-se de um sinal do bom relacionamento com a FPB e da aposta da autarquia no desporto?

 

Julgo que sim, o basquetebol é uma das modalidades mais populares em Lousada, daí este estreito relacionamento com a FPB. Além disso procuramos associar Lousada à marca “desporto” que vem sendo potenciada por um conjunto de infraestruturas de qualidade, de que o Complexo Desportivo é um exemplo, bem como pela realização de grandes eventos desportivos. Estamos neste momento a viver as emoções do Rally de Portugal que terá uma Super Especial no Eurocircuito.

 

Desde o ano passado foram criadas novas condições de trabalho à seleção nacional que prepara o Mundial de Sub 17 Feminino. Quer falar um pouco sobre essa aposta?

 

O Complexo Desportivo foi enriquecido com duas novas estruturas: uma Pista de Atletismo e um Pavilhão Polidesportivo. Este com três recintos para Ténis e um para modalidades coletivas de pavilhão. Todas estas valências permitem-nos ir concretizando os dois objetivos centrais da política desportiva do concelho: a massificação da prática desportiva (independentemente da idade, género, condição física, etc.) e a diversidade de modalidades que o concelho oferece à população.

 

Qual o papel, ou envolvimento, da Câmara junto das escolas no sentido para que fosse possível às atletas em estágio terminarem em Lousada os respetivos anos letivos?

 

Percebendo que estávamos na presença de um conjunto de jovens em idade escolar, numa fase crucial para a conclusão, com sucesso, do ano letivo,  daí termos sugerido o envolvimento da Escola Secundária de Lousada no apoio ao grupo de forma a que o impacto do estágio na vida académica das jovens pudesse ser mitigado. Com o envolvimento do Ministério da Educação, foram estabelecidos contactos com as escolas de origem das jovens para que o acompanhamento e realização de testes pudessem ser articulados. Acho que é um bom exemplo que pode ser mobilizado noutras situações. É também de assinalar a disponibilidade da Escola de Secundária de Lousada e dos seus professores para a realização desta colaboração.

 

Qual a importância do basquetebol na atividade desportiva do concelho de Lousada?

 

Lousada tem dois clubes que se dedicam à prática da modalidade Lousada Académico Clube (LAC) e o Nogueira Basket. O primeiro tem cerca de 100 atletas federados e uma equipa que disputa a Liga Profissional Feminina. O segundo é mais recente e tem menos atletas. O Basquetebol no concelho será possivelmente a modalidade onde existe um maior equilíbrio de género, o que a torna, ainda mais, importante para a massificação da prática desportiva.

 

Considera que a presença de uma seleção possa ser um incentivo para que a região possa ter mais praticantes?

 

Acho que sim, a própria partilha de local de treino, a ida das jovens à escola, será um elemento motivacional interessante para os jogadores/jogadoras locais.

 

O foco que se espera que seja dado pela comunicação social, mesmo a regional e local, representa um bom retorno em termos de visibilidade e promoção da autarquia e da região?

 

Não é esse o objetivo central que nos move neste apoio concreto, mas tudo que possa contribuir para a visibilidade e promoção do concelho e da região é obviamente importante.


Acompanhe a nossa seleção no Mundial Feminino de Sub 17

Fiquem atentos porque em breve divulgaremos de que forma poderão acompanhar, assistir e participar com Portugal no Mundial de Sub 17 Femininos em Espanha!!


Jogadoras Sub 17 autorizadas a adiar exames por causa do Mundial

Esta é uma ação concertada entre a Secretaria de Estado do Desporto e Ministério da Educação, com o apoio da Escola Secundária de Lousada.

 

A seleção nacional feminina de sub-17 prepara, em Lousada, a estreia na fase final do Mundial de basquetebol, competição que irá decorrer em Saragoça, Espanha, de 22 de junho a 2 de julho. Esta é a primeira vez na história do basquetebol nacional em que Portugal participa num Mundial, por mérito desportivo.

 

Por esse facto, o governo português, numa ação concertada entre secretaria de Estado do Desporto e o Ministério da Educação, com o apoio pedagógico da Escola Secundária de Lousada, concedeu às 14 atletas que estão no estágio de preparação, a possibilidade de adiarem os seus compromissos escolares e fazerem as provas durante o mês de agosto, uma vez que estariam nesta altura de preparação, em teoria, em período de exames.

 

De referir que João Paulo Rebelo, Secretário de Estado do Desporto, irá visitar na próxima sexta-feira as jogadoras portuguesas.

 

Antes de partir para Saragoça, a seleção nacional irá participar num torneio em Florença, de 11 a 12 de junho, defrontando a Espanha e Itália. Recordamos que Portugal, no Mundial, ficou integrado no Grupo D, juntamente com a anfitriã, Espanha, Brasil e Mali, após ter garantido o apuramento através da segundo lugar obtido no Europeu de Sub 16 do ano passado, que decorreu em Matosinhos.


Seleção Nacional Feminina de Sub 17 em destaque no site da FIBA

Desta feita, a nossa seleção é motivo de destaque no site da FIBA, através de um artigo sobre a equipa em http://www.fiba.com/world/u17women/2016/news/ramos-and-jordao-ready-to-lead-first-timers-portugal.

 

A FIBA dedicou no seu site um artigo relativo à nossa seleção feminina de Sub 17, que através do brilhante segundo lugar obtido no Europeu do ano passado em Matosinhos, carimbou a passagem para o Mundial da categoria acima, que terá lugar em Saragoça, de 22 de junho a 2 de julho.

 

Paul Nielsen, autor da peça, realça os recordes pulverizados pelas nossas jogadoras no Campeonato da Europa de boa memória para Portugal, salientando Ana Ramos e Beatriz Jordão, atletas que fizeram parte do 5 ideal da prova, assim como o selecionador, Agostinho Pinto.

 

É ainda divulgada a convocatória, sendo de recordar que a seleçao portuguesa já se encontra a estagiar em Lousada. Portugal encontra-se inserido no Grupo D do Mundial, juntamente com Espanha (seleção anfritriã e primeira adversária, no dia 22), Brasil e Mali.


Lousada foi o local escolhido

As 14 convocadas por Agostinho Pinto juntam-se em Lousada, onde treinarão e frequentarão a escola até final do ano letivo. A exigência da competição a isso o obriga, sendo que a jovem equipa nacional, independentemente dos resultados que venha a alcançar durante a competição, já fez história ao garantir por mérito próprio o apuramento.

 

Portugal não vai parar mais o seu trabalho até ao inicio do mundial, exceção feita às habituais folgas, ainda que Agostinho Pinto tenha que gerir muito bem nesta 1ª fase, a condição física das atletas. Algumas delas sobrecarregadas por fases finais, outras ainda envolvidas em competições nacionais que ainda decorrem.

 

Sem prejudicar os interesses da Seleção, Agostinho Pinto sempre se mostrou sensível à salvaguarda dos interesses dos clubes que cedem jogadoras. O técnico tem consciência que ainda existem pontos altos do calendário competitivo para serem disputados, e promete que as atletas regressam aos clubes em perfeitas condições de participar em fases finais.

 

Os primeiros dias de trabalho serão marcados pela introdução de conteúdos táticos, pois é objetivo do selecionador nacional que, o quanto antes, as atletas assimilem os seus conceitos e princípios ofensivos. O tempo de trabalho será sempre curto, e Agostinho Pinto pretende rentabilizar ao máximo aquele que dispõe já que em causa está a participação numa competição onde estarão presentes as 16 melhores equipas do mundo.

 

Relembrar que Portugal está inserido no Grupo D, juntamente com as seleções do Brasil, a anfitriã Espanha e Mali, e a estreia de Portugal na competição está agendada para o próximo dia 22 de junho, precisamente frente à equipa da casa, a Espanha.

 

Atletas convocadas:

Alice Martins – Olivais FC

Ana Jesus – GDESSA

Ana Ramos – CD Póvoa

Beatriz Jordão – CRCQ Lombos

Catarina Lopes – SC Coimbrões

Cláudia Viana – CRCQ Lombos

Constança Gonçalves – S. Algés D.

Eliana Cabral – GDESSA

Luana Serranho – GDESSA

Mariana Garrido – S. Algés D.

Mariana Silva – CD Torres Novas

Maryam Chermiti – CU Sportiva

Susana Carvalheira – SC Braga

Tess Santos – SL Benfica


Ana Ramos assina pela Universidade de San Diego

O anúncio foi feito por Cindy Fisher, treinadora da Universidade, que elogiou a base lusa que foi considerada a MVP do Europeu de Sub 16 de 2015, que decorreu em Matosinhos. Sendo assim, Ana Ramos irá encontrar a compatriota Mery Andrade, antiga glória do nosso basquetebol que é treinadora-adjunta na equipa californiana.

 

O anúncio deste acordo, que consiste numa bolsa de estudo para Ana Ramos tendo em vista a próxima temporada, foi feito no site da Universidade de San Diego, com Cindy Fisher a deixar rasgados elogios à jovem portuguesa que ajudou a nossa seleção a conquistar a medalha de prata no Europeu de Sub 16 do ano passado. "Ana é uma base extremamente talentosa, que nos trará dimensão e posição a esta profundidade", afirmou Fisher, que ainda realçou a experiência da jovem de 17 anos: "A  experiência internacional da Ana a jogar a um nível tão alto irá certamente ajudar-nos. Estamos muito felizes opor adicionar uma pessoa de qualidade e uma estudante-atleta ao nosso plantel".

 

A Universidade de San Diego recorda os excelentes registos individuais de Ana Ramos ao serviço da seleção portugusa de Sub 16, no tal Europeu de muito boa memória, assim como o seu trajeto no CD Póvoa.

 

As maiores felicidades para a Ana Ramos nesta gratificante aventura!


75º título da carreira

O técnico conduziu no último sábado, o Club Africain de Tunis ao bicampeonato da I Liga da Tunísia, após bater na final (2-1), o rival ES Sahel. Palma ambicionava voltar a treinar um clube, fundamentalmente porque sentia falta do treino diário. Depois de mais uma aventura bem sucedida, muito em breve estará de regresso a Portugal, pois pretende acompanhar a decisão da LPB. O tempo para descansar e saborear a vitória não será longo, já que há que preparar a fase de qualificação do Eurobasket2017, um projeto para o qual o técnico está fortemente motivado para iniciar.

 

"Este foi, pelas minhas contas, o 75º título da minha carreira, contabilizando as várias competições de clubes e de seleções".

 

Mário Palma, de 65 anos, quando aceitou em Dezembro último o convite do clube tunisino, fê-lo para voltar a ter a possibilidade de "trabalhar diariamente" e de "voltar a sentir a adrenalina de treinar um clube". "O Club Africain de Tunis deu-me essa oportunidade. Estou muito feliz na Tunísia, mas vou regressar brevemente a Portugal, pois quero assistir à final do 'play-off' da Liga Portuguesa", disse o experiente técnico.

 

Para o treinador, "foi um campeonato bastante difícil", já que "o ES Sahel tinha um plantel melhor, com mais soluções". "Eles venceram a fase regular e eram considerados favoritos, pois contrataram alguns dos melhores jogadores tunisinos que jogavam em países estrangeiros", salientou o atual selecionador nacional.

 

Mário Palma viajou para a Tunísia a 12 de dezembro do ano passado, acompanhado do adjunto português Vasco Curado, ex-técnico do Algés. E teve de reconstruir uma nova equipa, "após a saída de três basquetebolistas determinantes na conquista do título na última época".

 

O treinador elogiou os meios que foram colocados à sua disposição. "Os dirigentes do Club Tunis deram-nos todo o apoio. São pessoas que sentem muito os feitos do clube. Tenho sofrido imensa pressão para renovar o contrato. Mas sou um homem de palavra e só tomarei uma decisão depois de regressar a Portugal e falar com o presidente da federação de basquetebol, Manuel Fernandes", garantiu.

 

Mário Palma pretende regressar a Lisboa ainda antes de 15 de maio e já está motivado para voltar a liderar a seleção nacional e preparar a próxima campanha da fase de qualificação do Eurobasket2017, na qual Portugal irá defrontar, entre 31 de agosto e 17 de setembro, as seleções da Polónia, Bielorússia e Estónia.

 

"Vamos entrar em estágio no dia 18 de julho, em Sangalhos, e estamos confiantes na evolução dos jogadores portugueses. Vamos estar mais fortes do que na anterior fase de qualificação. Disso não tenho dúvidas", adiantou convicto.

 

O treinador com o maior currículo do basquetebol nacional gostava de voltar a orientar um clube em Portugal. No Benfica somou 22 títulos, entre campeonatos, Taças de Portugal e Supertaças. Manteve idêntico trajeto de sucesso em Angola – na seleção dos 'palancas' e no 1º de Agosto. Depois, levou a Jordânia ao Mundial da Turquia de 2010 e agora é campeão na Tunísia.

 

O treinador campeão pelo Club Africain de Tunis destaca, porém, que o presidente Manuel Fernandes é um homem de diálogo, mas mostra-se preocupado com o facto de alguns dos melhores técnicos lusos da atualidade não terem mercado para trabalhar em Portugal. "Os principais treinadores portugueses têm sido muito prejudicados nos últimos anos. Há poucos projetos profissionais e não há espaço para técnicos a tempo inteiro. Gosto de treinar a seleção nacional, mas preciso de estar ativo mais tempo. E isso só é possível nos clubes", concluiu.


“Temos que dar o que temos e o que não temos”

O selecionador Agostinho Pinto convocou 14 atletas, para dar inicio a uma fase de trabalho que tem de ter em conta muitas variantes, onde a parte escolar e competitiva assumem importância acrescida. O técnico reconhece muitas qualidades às selecionadas, se bem que a falta de jogos de controlo agendados preocupe, neste momento Agostinho Pinto. O selecionador pretende proporcionar às eleitas jogos que se aproximem da realidade de um Campeonato do Mundo, mas para que estejam à altura do evento, exige das atletas empenho total na forma como trabalham. Representar Portugal tem de ser sempre um orgulho, e é isso que Agostinho Pinto promete a todos aqueles que queiram deslocar-se a Espanha para apoiar a nossa seleção.

 

Estão 14 atletas convocadas para iniciar a preparação para o Mundial. O grupo está fechado? Ou ainda pode sofrer alterações?

 

O grupo não está fechado. Existem mais algumas atletas que estão de prevenção e que podem ser chamadas. Naturalmente que neste momento, e pelo que fomos observando, estas 14 são as que estão melhores posicionadas.

 

Foram obrigados a ter que iniciar a fase final da vossa preparação ainda dentro do período escolar. De que forma contornaram esse problema?

 

Como a competição é em Junho temos que começar a trabalhar ainda durante o período escolar. A FPB, e as entidades governamentais, é que trataram desse assunto, e que, felizmente, teve um bom desfecho, como era desejo de todas as partes.

 

Nesta primeira fase de trabalho, vai se focar em que aspetos do jogo?

 

Este trabalho vai ser continuo até ao Mundial. Mas numa primeira fase vamos avaliar o estado em que as atletas chegam ao estágio, essencialmente a sua condição física. Isto porque vamos ter algumas atletas que irão estar em competição no fim de semana antes na Fase Final de Sub-19, e outras a jogar no Campeonato Nacional de Sub-16.

Depois teremos de ter em atenção que vamos ter atletas em estágio, que ainda vão ter jogos nos seu clubes e algumas ainda terão a Fase Final Nacional de Sub-16. Temos que salvaguardar essas atletas para chegarem aos seus clubes nas melhores condições para os puderem ajudar.

Iremos começar a integrar conteúdos táticos, nesta fase mais ofensivos para as jogadoras tentarem perceber o mais cedo possível o que queremos, porque o tempo voa.

 

Olhando para as caraterísticas deste grupo de trabalho, quais julga serem os seus pontos fortes enquanto equipa?

 

União, muita capacidade de sofrimento e superação, remarmos todos para o mesmo lado, humildes e trabalhadores. Cada jogadora deverá saber o seu papel dentro do campo e o coletivo deverá ser o mais importante. Deverá ainda esxistir um equilíbrio entre o jogo interior e exterior.

 

E quais os principais problemas que terá de resolver, ou quando muito disfarçar, numa competição com a exigência de um Campeonato do Mundo?

 

O principal problema passa por encontrar equipas para fazer jogos de controlo. O que não significa que a FPB, não esteja a fazer o possível e o impossível, para que seja ultrapassado. Mas nem sempre se consegue, e isso pode ser um ponto menos positivo.

O jogo interior das outras equipas pelo conhecimento que tenho é muito forte, quer em estatura como fisicamente. Têm ritmos de jogo altos. A maioria das nossas jogadoras estiveram o ano todo a jogar em competições Sub-16 ou 19 e isso é muito diferente dum Campeonato do Mundo.

 

Independentemente dos resultados que venham a alcançar, o que irá exigir das atletas que representem Portugal durante a preparação e a própria competição?

 

Trabalharem nos seus limites máximos sempre. Respeitarem e honrarem o nome de Portugal. Terem noção que independentemente de merecerem estar no Mundial, pelo trabalho que foram feito ao longo dos anos, são umas privilegiadas, tal como eu e respetiva equipa técnica. E que sem o trabalho de muita gente, e principalmente dos clubes, nunca tal era possível. Por estas razões todas e mais algumas, temos que dar o que temos e o que não temos.

 

Espero que as pessoas que nos apoiaram em Matosinhos, e outras, nos vão apoiar, porque estas miúdas merecem e o basquetebol também.


Objetivo: “Sermos competitivos em todos os jogos”

O sorteio decorreu em Saragoça, e contou a presença do Presidente da FPB Manuel Fernandes, com Mário Gomes  e com Nuno Manaia, e ditou que as jovens portuguesas vão integrar o Grupo D, juntamente com a Espanha (seleção anfitriã), o Brasil e o Mali. O jogo de abertura será frente à Espanha (22 de junho), depois segue-se o Brasil (24) e termina diante do Mali (25). Os oitavos de final arrancam dia 27 e cruzam, segundo a classificação na fase, o Grupo D com o C. O selecionador nacional, Agostinho Pinto, promete uma equipa competitiva, e coloca como primeiro objetivo coletivo somar uma vitória nesta fase de grupos. Nos detalhes desta noticia poderá ler uma primeira análise do técnico nacional a cada um dos adversários.

 

Depois de garantir, com enorme brilhantismo e classe, o apuramento para o Mundial, Portugal vai tentar continuar a fazer história, se bem que a simples participação já será com toda a certeza uma experiência impar para as atletas que lá chegarem.

 

A este nível não existem jogos fáceis, mas ainda assim Agostinho Pinto coloca como objetivo mínimo vencer um jogo nesta fase de grupos. Uma abordagem que não retira ambição à seleção portuguesa, até porque o técnico nacional promete luta em todos os encontros. “Um grupo onde vamos tentar ser competitivos em todos os jogos, e tentar conseguir uma vitória”.

 

Nunca é fácil defrontar a equipa anfitriã, quanto mais não seja pelo natural apoio do público que terá durante o encontro. Ainda assim, Agostinho Pinto espera poder repetir o resultado do último embate entre as duas seleções num grande evento. “A Espanha é o país organizador e uma potencia mundial, embora tenhamos conseguido vencer durante o último europeu. Vamos ter a ilusão de conseguir um bom resultado”.

 

O Mali é um adversário que coloca problemas muito particulares, já que, tal como todas as equipas africanas, apostam num jogo com mais contacto, mais duro, tentando tirar partido das suas características. “As equipas africanas são sempre muito fortes fisicamente, mas mais débeis taticamente. Pode ser um jogo com algumas hipóteses de vitória, isto se conseguirmos controlar a superioridade física do adversário”.

 

O outro adversário é sul-americano, e uma referencia no basquetebol feminino. O selecionador nacional aponta mesmo o Brasil como o principal candidato a terminar no 1º lugar, do Grupo D da competição. “O Brasil é outra potencia mundial. Não temos grande conhecimento sobre a equipa, mas tradicionalmente são fortes fisicamente e com um jogo evoluído. Talvez o adversário mais forte do grupo”.

 

Grupo A – Nigéria, Letónia, Japão e Canadá

 

Grupo B – Austrália, França, China e México

 

Grupo C – EUA, Itália, República Checa e Coreia do Sul

 

Grupo DPORTUGAL, Espanha, Brasil e Mali  


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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