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Equipa sénior em digressão

A equipa nacional concentrou-se em Rio Maior, para os habituais treinos bidiários, sendo que o último realizado em terras portuguesas efetuou-se esta quinta feira pelas 18 horas. Portugal parte às 7.05 horas, desta sexta-feira para a Holanda, onde vai participar num torneio, seguindo depois, no próximo dia 19 de Agosto, para a China onde disputará uma série de jogos.

 

O torneio na Holanda vai disputar-se na cidade de Leiden, sendo que o primeiro jogo de Portugal será frente à Grã Bretanha, no próximo sábado, às 20 horas. No dia seguinte, será a vez de defrontar a equipa da casa, num encontro marcado para as 16 horas. A equipa nacional regressa a Lisboa no dia 17, pelas 20 horas, mas ficará pouco tempo em solo português.

 

Os comandados de Mário Palma e André Martins voltam a viajar no dia 19, numa longa jornada até chegar a Beijing. A saída para a R. P. da China acontecerá no dia 19 de agosto, pelas 7.10 horas, via Frankfurt, estando prevista a chegada ao destino, no dia 20, às 8.30 horas.

 

O primeiro jogo desta digressão à China terá lugar em Fengcheng, província de Liaoning, na Manchúria, e está marcado para o dia 21 de Agosto. O 2º jogo, será no dia seguinte, em Chaoyang, província de Liaoning.


Portugal 1º do grupo

Após este resultado a equipa nacional continua bem encaminhada na luta pelo 9º lugar, sendo que somou mais um triunfo no confronto internacional. O inicio do 2º tempo foi decisivo para o sucesso da equipa portuguesa, já que aumentou a vantagem pontual para os dezasseis pontos de diferença. Portugal ficou em 1º lugar no grupo com 3 vitórias e mantém-se na luta pelo 9º lugar do Campeonato. Esta sexta feira é dia de descanso, e no sábado jogará com a Selecção da casa, a Bulgária, adversário muito forte, sendo uma surpresa não estar a jogar para os 8 primeiros lugares. Portugal continuará a apresentar-se com o objectivo de competir e a procurar a melhorar classificação, estando agora já assegurado que se irá posicionar na 1ª metade da classificação.

 

A Selecção Nacional de Sub 16 masculinos liderou sempre o jogo com a Hungria, mas apenas conquistou uma vantagem significativa na 2ª parte, em que consolidou a vitória 66-47. Portugal comandou o jogo desde a bola ao ar, se bem que durante toda a 1ª parte as vantagens pontuais tenham sido sempre curtas. A equipa na 1ª parte defendeu muito bem hxh, com muita pressão sobre a bola e agressividade sobre as linhas passe. Nomeadamente dificultando as penetrações e a entrada da bola no jogo interior, pontos fortes da Hungria que foram muito bem contrariados, conseguindo provocar perdas de bola ao adversário e criar algumas boas situações de lançamento em transição ofensiva.

 

No ataque, a equipa não começou bem, evidenciando alguma falta de clarividência na criação das situações de lançamento, parecendo algo confusa perante as alternâncias defensivas hxh e zona 2-3 utilizadas pela Hungria. Na 2ª parte, a equipa manteve a qualidade defensiva e melhorou significativamente a fluidez do jogo ofensivo, conseguindo construir melhores situações de lançamento e assim aumentar a respectiva eficácia.

 

A equipa não esteve muito certeira no lançamento de longa distância, começando com péssimas percentagens que aos poucos foram melhorando (5/17 no final do jogo). Esteve sempre razoavelmente eficaz nos lançamentos de 2 pontos, quer através de contra-ataques, penetrações, jogo interior e ressaltos ofensivos, apresentando uma percentagem crescente ao longo do jogo (52% no final).

 

Conseguiu contrariar bastante bem o forte jogo interior da Hungria, nomeadamente o seu nº 14, Fazekas, jovem de 1º ano com 2,08m, através de uma boa intensidade e concentração defensiva e de bom trabalho nos ressaltos defensivos (27-6), evidenciando superioridade na luta de ressaltos (38 vs 30). O resultado final de 66-47 reflecte a superioridade da Selecção de Portugal, nomeadamente em termos da agressividade e qualidade do trabalho defensivo, que se reflectiu em melhores percentagens de lançamento e superioridade nos ressaltos.

 

Francisco Amarante, autor de 19 pontos, foi o melhor marcador da equipa nacional, tendo sido bem secundado por Vladi Voytso, autor de mais um duplo-duplo (11 pontos e 10 ressaltos), Pedro Lança (7 pontos, 10 ressaltos e 6 assistências) e Paulo Caldeira (10 pontos, 6 assistências, 4 roubos de bola e 3 ressaltos).


«Esta Seleção tem muito talento»

“Em 17 dias vamos realizar 10 jogos e isso vai dar-nos um ritmo de jogo muito acima daquilo que estamos habituados”, sublinha.

 

Que balanço faz dos dois jogos disputados na Hungria?

Penso que o balanço dos dois jogos foi bastante positivo. No 1º jogo entrámos com muita concentração e intensidade, e limitámos o jogo da Hungria desde o 1º minuto. Estivemos muito agressivos defensivamente e a prova disso foi o facto de termos sofrido apenas 43 pontos. No ataque jogámos coletivamente e as coisas apareceram naturalmente. Foi uma vitória muito festejada por todos nós!!

Já no 2º jogo as coisas não nos correram tão bem. Não estivemos tão concentrados defensivamente e apresentámos baixas percentagens de lançamentos exteriores e de lances livres e, essas pequenas falhas, a este nível é determinante. Penso que a equipa de arbitragem (local) também favoreceu de algum modo a sua equipa, não querendo com isto tirar o mérito à Seleção da Hungria e à sua qualidade, mas de facto no 2º jogo não posso afirmar que tenhamos dependido só de nós próprios.

 

Em que aspetos que estiveram menos bem e que precisam de ser melhorados?

No geral estivemos todos muito bem!! Esta equipa só está a trabalhar junta apenas há 3 semanas, enquanto outras seleções que vamos defrontar já estão a trabalhar há alguns meses. Para este curto período de tempo que estamos a trabalhar, não se pode pedir muito mais daquilo que estamos a fazer. Claro que podemos sempre melhorar aspetos como a atitude defensiva, a intensidade, a concentração, a calma e inteligência a jogar no nosso ataque, o coletivismo, etc… São tudo aspetos que queremos aperfeiçoar sempre e cada vez mais, agora há aspetos do jogo técnicos e táticos, que só se melhoram com muito treino, com muitas rotinas e necessitam do seu próprio tempo e em relação a esses pormenores temos de ser compreensivos e pacientes entre todos.

 

Coisas positivas a retirar destes dois primeiros jogos de controlo?

Sem dúvida que estamos perante uma Seleção com muito talento, mas acima de tudo, estamos perante um grupo de jogadores com muita ambição, humildade e desejo de aprender e evoluir. O espírito de grupo não podia ser melhor, e quando é assim as coisas são podem correr bem!! Temos de continuar a trabalhar arduamente e da mesma maneira que temos vindo a fazê-lo até agora e acredito que com a ambição e competitividade que há entre todos nós, a nossa Seleção irá fazer um resto de estágio com excelentes jogos, tal como já demonstrámos contra a Hungria!

 

Que estilo de jogo, ou que filosofia de jogo, pretende esta seleção apresentar dentro de campo?

É o estilo de jogo do nosso treinador, Mário Palma. Ele tem as suas ideias e a sua filosofia de jogo e todo o grupo segue-o religiosamente. Posso afirmar que é um estilo que nos obriga a estar não só bem fisicamente como também muito bem psicologicamente. A nossa filosofia é jogar sempre com o máximo de concentração, intensidade e inteligência possível… E acima de tudo, divertirmo-nos com aquilo que mais gostamos de fazer, e que melhor sabemos fazer… que é jogar basquete! Esta digressão à China vai ser muito importante para o grupo pois vai dar-nos uma experiência única, não só a nível pessoal, social e cultural, mas também desportivamente… Em 17 dias vamos realizar 10 jogos e isso vai dar-nos um ritmo de jogo muito acima daquilo que estamos habituados!


Portugal não começou bem mas foi sempre superior

Um triunfo que não mereceu contestação, já que, exceção feita aos minutos iniciais, Portugal foi sempre superior, tendo dominado o adversário em todos os capítulos do jogo. Com este resultado, Portugal passa a contar com duas vitórias nesta fase, pelo que está muito bem colocado na luta pelo 1º lugar no grupo.

 

A equipa não entrou bem no jogo, tendo atuado em toda a 1ª parte, com pouca intensidade e concentração, parecendo receosa de não conseguir ultrapassar um adversário que parecia acessível, embora perigoso, como aliás os jogadores estavam bem avisados. Esteve pouco agressiva defensivamente, e não foi muito esclarecida na construção do ataque e nas leituras das melhores opções, parecendo um pouco confusa com as mudanças defensivas de zona para hxh, por parte do adversário, e com alguma precipitação quando procurava transições ofensivas mais rápidas. Mesmo assim, e apesar das fracas percentagens de lançamento de campo de ambas as equipas (25% para Portugal e 29% para a Suiça, sendo de 3 pontos, respectivamente 0/9 e 0/6), Portugal cometeu menos erros e foi superior à Suiça, chegando ao intervalo a vencer por 22-17.

 

A equipa portuguesa conquistou uma vantagem mais significativa no início do 3º período, em virtude e ter entrado de uma forma muito mais agressiva na defesa e mais rápida e clarividente no ataque, provocando mais erros ao adversário e conquistando alguns cestos em contra-ataque, em penetrações e após ressaltos. Na defesa , Portugal voltou a alternar defesa hxh em meio e todo-o-campo, com zona press 2-2-1 e 2-3 em meio-campo, dando de novo a solidez defensiva contributos para o resultado final positivo. A vantagem no final do 3º período (26-38), foi novamente dilatada, após novo bom começo do 4º período, em virtude das mesmas razões do 3º período.

 

O resultado final de 58-36 reflete uma superioridade clara da Selecção de Portugal, num jogo em que apesar das fracas percentagens de lançamento verificadas de parte a parte, a equipa portuguesa conseguiu ser claramente melhor, pois teve maior eficácia (35% de lançamentos de campo, sendo 2/19 de 3 pontos, 14/23 de lance livre), dominou os ressaltos como ainda não acontecera (40 defensivos e 16 ofensivos, + 24 que o adversário), cometeu menos erros e recuperou mais bolas que o adversário, alcançando mais pontos de contra-ataque e de segundos lançamentos.

 

Destaque para os 12 pontos e 18 ressaltos contabilizados por Vladi Voytso, que foi preponderante para que Portugal tivesse dominado a luta do ressalto (56-32), e para os 19 pontos, 6 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências registados por Pedro Lança.

 

Esta quinta-feira é o último jogo desta fase, com a Hungria, adversário difícil, mas com quem Portugal pode competir. Portugal comanda o grupo com 2 vitórias, tendo uma boa vantagem para alcançar o objectivo de jogar para se classificar do 9-12º, o seja posicionar-se na 1ª metade da classificação.


Portugal impõe-se à Dinamarca por 61-38 no Europeu de Sub 16 Masculinos

Portugal esteve sempre em vantagem, acabando por triunfar de uma forma clara.

Os comandados de António Paulo Ferreira voltarão a entrar em campo já este sábado, às 11h45, diante da Bielorrússia.

Portugal entrou com tudo, neste desafio realizado em Sófia, assumindo desde início as rédeas do jogo, o que se traduziu num rápido distanciar no marcador. Com um parcial de 10-0, a Seleção Nacional colocou-se em vantagem por 12 pontos (15-3) no final do primeiro período.

Mas no segundo quarto, principalmente nos minutos iniciais, a equipa das quinas não abrandou o ritmo, alcançando um parcial de 9-0, o que aumentou ainda mais o tempo em que a Dinamarca não conseguiu obter um único ponto. Com um resultado de 24-3 a 05:54 do intervalo, a equipa das quinas tinha praticamente o jogo na mão, entrando no descanso a vencer por 31-13.

No terceiro período, nada de novo. A formação orientada por António Paulo Ferreira continuou na mó de cima, revelando uma notória superioridade, como se comprova pelo avolumar do marcador, com a turma lusa a chegar aos últimos dez minutos na frente, por 51-25.

Até ao término do desafio, Portugal só teve que controlar as operações, na única fase do jogo em que o adversário nórdico foi mais forte (10-13 como resultado do quarto período). Contas feitas, um importante e saboroso triunfo português por 61-38, que vem dar alento aos nossos jogadores.

Numa partida em que a nossa Seleção foi muito superior nos ressaltos ofensivos e nos roubos de bola, além de ter registado muito menos turnovers, os destaques individuais vão para Lamine Banora, que obteve um duplo-duplo (11 pontos e 13 ressaltos), Miguel Correia (10 pontos), Diogo Peixe (9 pontos), João Guerreiro (8 pontos e 7 ressaltos) e Gustavo Teixeira (7 pontos e 5 assistências).


Magnifico teste de Portugal com vitória histórica

 

Portugal demonstrou ao muito público que já hoje marcou presença e a todos aqueles que podem contar com a equipa e que, o apoio do público será fundamental para os objetivos propostos.

Último teste com nota elevada para Portugal. Primeiro período com ascendente luso desde a bola ao ar. Com 2 minutos jogados a equipa lusa vencia por 6-0. Reagiram as espanholas que com 6 minutos jogados, e depois de um parcial de 7-0, lideravam por 13-10. Foi sol de pouca dura. Portugal fez uma reta final de qualidade e terminou na frente – 17-21.

 

O segundo período começou com a Espanha a retribuir a meia dúzia de pontos sem resposta e a passar para a frente. Foi o mote para, além do equilíbrio, a Espanha passar a comandar a curta distância o marcador. E assim foi com Portugal a manter-se no jogo mas a ir para o intervalo a perder por 34-32.

 

Na saída dos balneários pouco se alterou na toada do jogo. Portugal continuava a conseguir estar dentro da luta no marcador e a meio do parcial conseguiu saltar de novo para uma curta liderança. Não durou muito e a Espanha conseguia chegar na frente para os decisivos 10 minutos – 50-48.

 

E de novo os 6-0 para Portugal a iniciar o 4º período. Portugal estava na frente e a Espanha sentia muitas dificuldades. Com pouco menos de 4 minutos para o final da partida um triplo luso dava 5 pontos de vantagem. A Espanha converte mas novo triplo português põe o jogo a 6 de distância com 2,57 por jogar. A Espanha buscava a reação mas as guerreiras lusas mostravam a sua garra e mantinham a distância e entravam no minuto final com a vantagem de 6 pontos conquistada. A Espanha ainda tentou mas a excelente vitória sorriu a Portugal por 63-67.


“Petingas” do Basquetebol entre o melhor peixe do mundo

A iniciativa contou com a presença de Manuel Fernandes, presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, e do treinador da seleção, Agostinho Pinto, tendo como objetivo divulgar a modalidade e o campeonato europeu que, pela terceira edição consecutiva (facto inédito na história desta competição), decorrerá em Matosinhos, entre os dias 13 e 23 de agosto. Organizado pela Federação Portuguesa de Basquetebol, pela empresa municipal Matosinhos Sport e pela Associação de Basquetebol do Porto, o Campeonato Europeu de Basquetebol Feminino Sub-16 será disputado por 16 equipas. Para além da seleção portuguesa, estarão em competição as equipas nacionais de Espanha, Holanda, Inglaterra, Itália, Bélgica, França, Croácia, Hungria, Alemanha, Turquia, República Checa, Rússia, Eslováquia, Letónia e Sérvia.

 

Eliana Cabral não é apenas uma das jogadoras que mais pontos marca ao serviço da seleção nacional feminina de basquetebol sub-16. Se dúvidas houvesse, demonstrou hoje, 11 de agosto, que é igualmente eficaz na arte de apregoar peixe, destacando-se também na coragem e determinação com que agarrou num punhado de petingas sem nunca parar de sorrir para as fotografias. Tem sangue na guelra, portanto.

 

As jogadoras circularam entre as bancas onde se vende o World’s Best Fish, o melhor peixe do mundo, quiseram saber tudo sobre sardinhas, carapaus, fanecas e cavalas, agarraram em lagostins e, no fim, ensinaram às peixeiras a arte do passe picado, do drible e do lançamento ao cesto. Para surpresa geral, uma das vendedeiras do mercado demonstrou que não percebe só de cestos de peixe. Encestou a bola à primeira tentativa e repetiu a proeza logo a seguir, conseguindo uma excelente percentagem de concretização.

 

Conforme apregoava Eliana, o basquetebol é lindo. E a seleção nacional precisa do apoio de todos.

 


Portugal consegue competir mas Suécia foi superior

A equipa portuguesa estava focada vencer com a equipa que estava colocada à sua frente na classificação do Grupo D, para tentar discutir os primeiros 8 lugares do Campeonato da Europa de Sub 16 Masculinos que decorre em Sofia na Bulgária. Contudo não conseguiu contrariar a antevista superioridade da Suécia, especialmente no 2º período em que o jogo se desequilibrou de forma decisiva (-14 pontos para Portugal). Assim, Portugal ficou em 3º lugar no grupo D (2v. 3 d.), atrás da Estónia (5 v.) e Suécia (4v. 1d.) e à frente da Ucrânia (2v. 3d.), Islândia (1v. 4d.) e Macedónia (1v. 4d.).

 

Um objetivo que se manteve perfeitamente em aberto durante os primeiros 10 minutos do encontro, numa clara mostra de da capacidade competitiva e ambição da equipa nacional. O 1º período foi bastante equilibrado (18-18), com Portugal a conseguir conter as penetrações adversárias, reconhecidamente um dos seus pontos fortes, através de uma eficaz defesa hxh, e a não se perturbar com a defesa zona 1-3-1 da Suécia. Atuando com a clarividência necessária para criar boas situações de lançamento, concretizando com boas percentagens de 2 e de 3 pontos.

 

No 2º período, a nossa Selecção sentiu grandes dificuldades em construir boas situações de lançamento, apenas concretizando 2 cestos de campo. Em virtude de a Suécia ter aumentado a agressividade da sua defesa, tanto na zona 1-3-1 como no hxh, colocando sempre grande pressão sobre o base de Portugal. Adicionalmente a equipa portuguesa ía sentindo cada vez mais dificuldades em conter as penetrações da equipa sueca e manifestava uma grande passividade na luta dos ressaltos (nesse período a Suécia conquistaram 8 ressaltos ofensivos e 8 defensivos, contra apenas 1 e 5 de Portugal). O resultado parcial deste período foi muito desfavorável a Portugal (7-21), pelo que no final da 1ª parte a suécia já comandava claramente por 39-25. 

 

Portugal conseguiu equilibrar o 3º período (parcial de 11-10), fruto de uma maior concentração e agressividade defensiva, utilizando alternadamente defesas zona press 2-2-1 e 2-3 e hxh, com o que conseguiu conter as penetrações da equipa sueca, mas continuando a sentir muitas dificuldades no ressalto defensivo.

 

No último período, os comandados de António Ferreira melhoraram a sua capacidade concretizadora, especialmente de 2 pontos em resultado de maior agressividade no ataque ao cesto, através de penetrações e ressaltos ofensivos, associada a uma melhor circulação da bola no ataque e de algumas recuperações decorrentes de maior agressividade e de alternâncias defensivas. Portugal, aumentando o risco defensivo, conseguiu reduzir a diferença até 7 pontos, a cerca de 6,30 minutos do final, mas a Suécia conseguiu responder, até com elevada percentagem de 3 pontos (4 em 6 neste período), dilatando o resultado final para 53-70, desfavorável a Portugal.

 

O resultado final acaba por espelhar o que se passou no jogo e as diferenças entre as duas equipas: Portugal não conseguiu equilibrar com continuidade e permanência o nível de intensidade ofensiva e defensiva. Portugal teve melhores percentagens de lançamentos de campo (50% vs 38%), mas fez menos 20 lançamentos, dada a maior dificuldade em construir os ataques, circular a bola e atacar o cesto. Portugal foi muito inferior a atacar a bola, no ressalto defensivo (perdemos 16 ressaltos na nossa tabela, que se traduziram em 13 pontos de 2º lançamento) e a provocar erros (tivemos 24 perdas de bola, contra 14 do adversário). A selecção da Suécia é superior em termos de técnica e táctica individual, permitindo-lhe construir soluções colectivas ofensivas e defensivas com maior variabilidade e simplicidade.

 

Mais uma bela exibição de Vladi Voytso, que terminou o encontro com um duplo-duplo (16 pontos e 11 ressaltos). 

 

Esta terça-feira é dia de descanso na competição, e no dia seguinte Portugal iniciará a disputa da classificação do 9º – 16º lugares, integrando um grupo com a Suiça, Hungria e Ucrânia, para o qual parte já com a vitória sobre a Ucrânia, na 1ª fase. A Selecção mantém o objectivo de competir e discutir o resultado com todas as equipas, perspectivando-se que os próximos jogos sejam equilibrados, existindo boas hipóteses de poder terminar na 1ª metade da classificação. 


Bom teste para Portugal

A equipa nacional defrontou a Bélgica, desaire por dois pontos de diferença (59-61), num encontro equilibrado e apenas decidido no último período. À entrada do derradeiro quarto, Portugal liderava o marcador, mas um parcial desfavorável de 14-22 fez o jogo cair para o lado das belgas. Em suma, um bom teste para a nossa equipa que já esta 3ª feira joga com a forte seleção de Espanha, às 20.15 horas, no CDC de Matosinhos.

 

Desta vez coube ao selecionado luso defrontar a Bélgica. Não teve um início promissor a equipa nacional, e a Bélgica começou com um parcial de 9-0. Portugal regressava ao banco num desconto de tempo, para espantar a ansiedade das nossas jogadoras. Mais tranquilas,  pouco a pouco Portugal foi se aproximando e equilibrou o resultado. Depois de ter estado a perder por uma diferença que chegou a ser de 12 pontos, as comandadas de Agostinho Pinto encurtaram a desvantagem pontual para 5 pontos no final do 1º período. Até ao intervalo, assistiu-se a  um maior equilíbrio na marcha do marcador, tendo Portugal recolhido aos balneários a perder pela diferença mínima.

 

Na segunda metade, Portugal apresentou-se mais desinibido, sem receios, conseguindo mesmo passar durante muito tempo para a frente do marcador por uma curta vantagem de seis pontos.

 

A Bélgica no último período reagiu e obrigou Portugal a cometer mais erros. Defensivamente o conjunto português mostrava algum desacerto, bem aproveitado pela Bélgica, que teve na sua jogadora Becky Massey, autora de 21 pontos e 8 ressaltos, a sua melhor jogadora. Do lado de Portugal, Eliana Cabral com 19 pontos foi a jogadora mais produtiva.

 

No final, a vitória pertenceu à Bélgica, por 2 pontos, 59-61, num jogo em que Portugal teve a última posse de bola para ganhar o encontro, mas um triplo sobre a buzina não teve êxito.

 

No final do jogo, os treinadores Agostinho Pinto e Teresa Barata agradeceram o desempenho das jogadoras Mariana Mendes, Cláudia Viana, e Maria Neves, que terminam o seu contributo na Seleção Nacional, dando lugar a Beatriz Jordão e Ana Ramos, que regressam do Europeu de Sub 18 e se juntam às Sub 16.

 

Portugal defronta a Espanha no dia 11 pelas 20.15 no Pavilhão de Matosinhos

 

Parciais:

10-15; 17-13; 18-11 e 14-22


Derrota com a Hungria

Um 1º período comprometedor, derrota por 7-25, colocou os comandados de Mário Palma numa situação delicada, já que passavam a estar obrigados a ter que correr atrás de um prejuízo avolumado. Embora tenha melhorado o seu desempenho defensivo, e equilibrado o jogo nos períodos seguintes, a verdade é que a formação nacional não mais conseguiu reentrar na discussão pela vitória.

 

 

Contrariamente ao sucedido no 1º jogo, Portugal não revelou a sua habitual competência nas tarefas defensivas, permitindo que nos primeiros 10 minutos do encontro os húngaros conquistassem uma vantagem de dezoito pontos (25-7). Os comandados de Mário Palma reagiram no 2º quarto, melhoraram nos dois lados do campo, se bem que a recuperação pontual conseguida até ao intervalo não tenha sido significativa (23-38).

 

Os sinais positivos deixados por Portugal no final do 1º tempo não tiveram continuidade no recomeço da etapa complementar, com a vantagem a subir acima dos vinte pontos (59-35). A equipa abusou do tiro de longa distância, 13 triplos tentados, mas infelizmente a tarde não era de grande inspiração para os atiradores portugueses já que apenas converteram 3.

 

 

O técnico nacional voltou a utilizar os 12 jogadores, promovendo uma constante rotação do banco, com o objetivo claro de proporcionar experiência internacional aos mais inexperientes. O grupo bateu-se até final pelo melhor resultado possível, venceu mesmo o derradeiro período (15-12), se bem que os 50 pontos marcados revelam as dificuldades atacantes sentidas por Portugal neste jogo.

 

Os 25% (6/24) da linha de 3 pontos, não contribuíram para a eficácia ofensiva de Portugal, se bem que a eficácia (38%) nos tiros de curta e média distância tenha sido igualmente famosa. Foram dez os atletas portugueses a contribuírem com pontos, com Cláudio Fonseca (11 pontos e 4 ressaltos) a mostrar-se como o mais concretizador. Seguido de perto por Tomás Barroso, autor de 9 pontos.


Seleção recupera confiança

 

Começaram bem a partida, e desde o início defenderam com bastante agressividade e conseguiram trabalhar bem os ataques criando boas situações de lançamento exterior, sem contudo concretizarem com muita eficácia. Foi graças uma grande agressividade defensiva, algumas penetrações e contra-ataques, e à eficácia da linha de lance livre (7/7 no 1º período) que conseguiram contrariar a superioridade do jogo interior da Ucrânia e chegar ao final do 1º período a vencer por 17-15. 

 

Ainda na 1ª parte, para contrariar o melhor jogo interior e maior capacidade de ressalto do adversário, a equipa nacional passou a defender zona (pressing 2-2-1, transitando para 2-3 em meio campo), que a equipa contrária evidenciou muita dificuldade em atacar. Até porque, teve reduzida eficácia do lançamento exterior, o que permitiu muitas recuperações de bolas e reequilibrar a luta dos ressaltos (38-36 para Portugal no total e 24-14 na tabela portuguesa) e condicionar o jogo interior.

 

A selecção portuguesa continuou a atacar com muito discernimento, construindo adequadamente as situações de lançamento e foi melhorando significativamente a eficácia de concretização, que lhe permitiu recuperar os níveis de confiança e a serenidade, atingindo no final do jogo 50% nos 3 pontos e nos 2 pontos e 67% no lance livre, níveis bastante superiores aos do adversário. Chegou ao intervalo a vencer por 38-27, vantagem que foi paulatinamente aumentando para 62-37, no 3º período (incluindo um parcial de 16-0 nos primeiros minutos deste período), e 85-56 final do jogo.

 

Ao contrário dos jogos anteriores, a selecção nacional conseguiu também superiorizar-se ao adversário no pintado, marcando bastantes pontos dentro da área restritiva (40-22 para Portugal), fruto de muitas penetrações, acções de jogo interior e ressaltos ofensivos, o que não é nada habitual. 

 

Os jovens portugueses nunca se perturbaram com o aumento dos níveis de agressividade a as mudanças de sistema defensivo (hxh meio e todo o campo, zona press 2-1-2 e zona 2-3) que a Ucrânia ía pontualmente introduzindo, e foram contrariando progressivamente melhor os pontos fortes do adversário, designadamente as penetrações e o jogo interior. No 4º período, conseguiram responder bem ao aumento de lançamentos triplos tentados e concretizados pela Ucrânia. Cometeram muito menos erros com perdas de bola (12-20) e sofreram muito menos pontos em consequência disso (7-22).

 

A Ucrânia, a partir do final do 1º período, não mais conseguiu contrariar a superioridade de Portugal, nunca encontrando as melhores soluções para as dificuldades que Portugal lhe colocou, parecendo também que a equipa não reagiu da melhor maneira à derrota da véspera, com a Suécia, que a terá afastado do 2º lugar do grupo.  

 

Esta segunda feira, é o último jogo da 1ª Fase, em que Portugal discute com a Suécia o 2º lugar no grupo e acesso à disputa dos 8 primeiros lugares do Campeonato. A Suécia é um adversário muito difícil, que joga com grande intensidade e que tem muita capacidade individual e excelente organização colectiva. Mas a Selecção tem como objectivo competir e discutir o resultado. 

 

Foram quatro os atletas portugueses a terminar o encontro na casa das dezenas em pontos marcados, com Paulo Caldeira, autor de 19 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências, a cotar-se como o mais produtivo. Pedro Lança, que contabilizou 17 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências, realizou igualmente um jogo bastante completo.


Quem Somos Nós? PORTUGAL!! – Vídeo

 

 

Vem apoiar as nossas guerreiras e junta-te no nosso grito!

Hoje as nossas "guerreiras" apelam ao vosso apoio e partilham o seu grito de união! "QUEM SOMOS NÓS?PORTUGAL!!QUEM?PORTUGAL!!QUEM?PORTUGAL!!"Agora que já sabes, vem a Matosinhos apoiar a Nossa Seleção e junta a tua voz ao nosso grito! VAIS FALTAR!!

Posted by Federação Portuguesa de Basquetebol on Domingo, 9 de Agosto de 2015

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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