Artigos da Federaçãooo

Triunfo a fechar

A equipa nacional fechou a sua participação com um resultado positivo, num claro sinal de compromisso e responsabilidade das jovens atletas portuguesas. As comandadas de Mariana Kosturkova não se deixaram abater pela desilusão do dia anterior, e bateram-se exemplarmente pela melhor classificação possível. A seleção portuguesa regressa esta segunda-feira a Portugal, com chegada prevista para as 21h10 ao aeroporto de Lisboa.

 

No jogo de atribuição dos 15º e 16º lugares da competição, defrontaram-se Portugal e Estónia, com a vitória a sorrir às portuguesas, que controlaram o jogo durante praticamente toda a partida.

 

A boa entrada de Portugal permitiu ganhar uma vantagem que no final do 1º período se cifrava em 9 pontos (9-18). No 2º quarto, as portuguesas continuaram a superiorizar-se à equipa da Estónia, chegando ao intervalo a vencer por claros 39-19.

 

No recomeço da etapa complementar as adversárias ainda esboçaram uma ligeira reação, fechando o quarto com 9 pontos de desvantagem (36-45). No derradeiro quarto do jogo, as atletas nacionais voltaram a mostrar-se mais fortes e garantiram assim a 15ª posição na geral.

 

Resultado final: 49-60 para Portugal

 

Por períodos: 9-18; 10-21; 17-6; 13-15

 

Destaques individuais para Maria Kostourkova com 17 pontos e 11 ressaltos. Realce também para os 11 pontos de Carolina Gonçalves e para mais 7 assistências de Carolina Bernardeco.


Portugal defronta hoje a Bélgica e dia 11 a Espanha

Com treinos bi-diários no CDC, local onde irá jogar a nossa seleção, o selecionador Agostinho Pinto prepara os últimos detalhes para alcançar a  tão almejada manutenção na divisão A. 

 

Em Portugal já estão Espanha e Bélgica que nos próximos dias jogarão com Protugal partidas que serão so últimos aprontos antes do inicio da competição no dia 13 de Agosto. Hoje, dia 9, pelas 21h00, Portugal defronta a Bélgica, amanhã à mesma hora, Bélgica e Espanha jogarão entre si e no dia 11, a nossa Seleção defrontará a Espanha pelas 20h15, com as partidas a terem lugar no CDC de Matosinhos.

 

As atletas nacionais tem trabalhado principalmente os aspectos tacticos defensivos, saídas de contra ataque e ataque zona, nesta recta final. Todos os detalhes são importantes e esperam-se jogos muito equilibrados nesta competição, que se inicia no próximo dia 13 de Agosto.
 
Para avaliar e adquirir o ritmo de jogo adequado, o coletivo das quinas irá defrontar dois jogos de treino, frente à Belgica e Espanha, nos próximos dias 9 e 11, respectivamente. 
 
Pelo terceiro ano consecutivo a cidade de Matosinhos recebe um Campeonato da Europa de jovens! As duas edições anteriores foram um grande sucesso, deixando a FIBA Europe deslumbrada com o nível da organização, bem como com o fantástico contributo da população que tem enchidos o pavilhão e proporcionado momentos ambientes fascinantes que tanto tem orgulhado o basquetebol nacional. 

Portugal volta a vencer na preparação para o Europeu de Sub 16 Masculinos

Portugal estreia-se contra a Holanda, às 13h45 locais, 11h45 no nosso país.

Portugal venceu novamente à Roménia, desta feita por 53-46. Este segundo jogo foi sempre mais equilibrado, registando-se uma vantagem máxima de 7 pontos a favor de Portugal já no final do jogo, com muita agressividade defensiva de ambas as equipas, mas baixos níveis de eficácia ofensiva (percentagens de lançamentos de campo de 35-36%). Durante a primeira parte, tivemos uma Roménia ligeiramente superior (27-26 ao intervalo), mas na segunda metade a nossa Seleção foi melhor, especialmente no quarto período.

A equipa das quinas apresentou-se mais concentrada, disciplinada e intensa durante todo o jogo, realizando um bom trabalho defensivo, embora com problemas no ressalto, e revelando mais qualidade na organização coletiva ofensiva e nas transições, também ofensivas, que lhe permitiram alguns lançamentos fáceis, não obstante muitas perdas de bola (16 turnovers). As percentagens de lançamentos de campo (total: 365; 2p: 44%; 3p: 22%; evidenciaram alguma insegurança na execução e falta de confiança na finalização. De registar a infelicidade do jovem Gustavo Rodrigues, que se lesionou no primeiro lance ofensivo em que interveio, com uma pancada no joelho, sendo que por precaução não jogou mais, não havendo impedimentos à sua utilização no Europeu. 

 

Pela Seleção Nacional de Portugal de Sub 16 Masculinos jogaram

Ruben Nobre – 6 minutos, 1 falta

Gustavo Teixeira – 12 segundos

Francisco Amarante – 30 minutos, 11 pontos, 2 ressaltos, 1 falta

Pedro Oliveira – 4 minutos, 1 assistência

Diogo Peixe – 39 minutos, 18 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências

Miguel Correia – 15 minutos, 2 ressaltos

Ricardo Neves – 11 minutos, 2 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência, 2 faltas

João Guerreiro – 30 minutos, 12 pontos, 3 ressaltos

Vicente Jardim – 16 minutos, 2 pontos, 2 ressaltos, 3 faltas

Lamine Banora – 20 minutos, 8 pontos, 5 faltas

Miguel Reis – 23 minutos, 5 ressaltos, 1 falta

Rodrigo Soares – 6 minutos, 1 ressalto, 1 falta

 

A Federação Portuguesa de Basquetebol agradece à Federação Romena de Basquetebol o convite para a realização destes 2 jogos finais de preparação, bem como a forma muito simpática e cordial como a Selecção Nacional de Sub 16 Masculinos foi recebida e tratada.


Desaire com a Estónia

Os comandados de António Paulo Ferreira mostraram-se competitivos durante os primeiros 10 minutos do encontro, mas um parcial negativo de 11-0 precipitou um resultado final desnivelado (40-94), no qual a formação portuguesa não mais conseguiria entrar na discussão da vitória.

 

Nem o facto de defrontar, em teoria, a equipa mais forte do grupo retirou confiança aos jovens jogadores portugueses, que discutiram o resultado durante os primeiros minutos do jogo. Depois de um empate a 7 pontos, a Estónia tomou conta do jogo e no final do 1º período já vencia por 19-11. A Estónia jogou sempre com muita intensidade, que Portugal, para além dos primeiros minutos, raramente conseguiu acompanhar: agressividade sobre as linhas passe, muita pressão e contacto forte sobre as penetrações e intervenção dura sobre todos os lançamentos; transições muito rápidas, penetrações muito fortes, grande eficácia de lançamento e jogo interior muito forte.

 

Ainda assim, o jogo continuava em aberto, mas 11 pontos sem resposta fizeram os estónios disparar no marcador, para uma vantagem de dezoito (37-19) em tempo de descanso. A equipa portuguesa esteve sempre muito ansiosa e precipitada, raramente conseguindo jogar de forma descomplexada e desfrutar da oportunidade de defrontar adversários de tanta qualidade, não conseguindo os jovens jogadores mostrar devidamente as qualidades que também possuem.  

 

O intervalo não serenou a equipa lusa, que recomeçou da etapa complementar comprometendo em definitivo as suas hipóteses de competir neste encontro. O 3º período foi negro para Portugal, já que o parcial registado de 6-30 revela bem as dificuldades sentidas pela equipa nos dois lados do campo. Para além da excelente eficácia do lançamento exterior da Estónia na 2ª parte (7/10 de 3 pontos), Portugal sofreu muitos pontos a partir de perdas de bola e de contra-ataque do adversário e de lançamentos em áreas próximas do cesto, resultantes das transições e da superioridade do jogo interior. 

 

Os derradeiros 10 minutos voltaram a ser dominados pela formação da Estónia, e se em termos defensivos Portugal continua a sentir dificuldades em parar as ações ofensivas do adversário, nas ações atacantes Portugal melhorou significativamente (15 pontos), um indicador positivo para o que ainda falta disputar nesta fase.

 

Portugal perdeu a luta das tabelas (34-50), cometeu demasiados turnovers (25), sendo que voltou a revelar uma fraca eficácia nos lançamentos de campo, especialmente da linha de 3 pontos (1/15 – 6.7%), aquela que é habitualmente uma das principais armas ofensivas das seleções masculinas portuguesas. A Selecção Nacional evidenciou, mais uma vez, muitas dificuldades em concretizar lançamentos exteriores, mesmo abertos e em concretizar penetrações e ressaltos ofensivos pressionados ou com contacto. Apesar de continuarmos a conseguir obter boas situações de lançamento exterior a ineficácia ofensiva manteve-se, sendo as percentagens muito baixas e a concretização de penetrações e vantagens no jogo interior foram quase inexistentes. 

 

Mais uma exibição positiva de Vladi Voytso (12 pontos e 6 ressaltos), tendo sido bem acompanhado por Paulo Caldeira, autor de 10 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências. 

 

Os jogadores da Estónia são muito fortes e evoluídos na técnica e táctica individual, permitindo evidenciar superioridade nas leituras, na tomada de decisão e na intensidade de execução das diversificadas soluções que possuem, sendo por isso muito mais fortes nas manobras colectivas, sempre muito simples, e muito mais eficazes na concretização.

Serão provavelmente a melhor equipa da competição, tendo já ganho aos 2º e 3º classificados do Grupo D – Suécia e Ucrânia, também entre as equipas mais fortes da competição – por 22 e 31 pontos respectivamente, e tendo também ganho em torneios de preparação a equipas da Divisão A, como a Lituânia e a Letónia.


Portugal perde com Hungria por um ponto

Depois de ter estado tão próximo de chegar aos quartos-de-final,  um jogo perdido pela diferença mínima acaba por marcar toda uma participação com momentos de brilhantismo, e em que as comandadas de Mariana Kostourkova provaram que eram capazes de se bater frente a qualquer adversário. A seca de pontos nos momentos finais do encontro determinou este resultado negativo, já que a pouco mais de três minutos do final, Portugal liderava por quatro pontos de vantagem. Este domingo, Portugal joga contra Estónia, às 10h00 de Portugal continental, para definir as 15ª e 16ª posições do Europeu.

 

Um verdadeiro balde de água fria. A Seleção Nacional sub-18 feminina não conseguiu manter-se entre a elite europeia do escalão e regressa à Divisão B na próxima temporada. Este sábado, no Campeonato da Europa que decorre na Eslovénia, a equipa foi derrotada pela Hungria, por apenas um ponto (58-57) e acabou por ser despromovida.

 

O jogo começou equilibrado, com diversas mudanças na liderança do marcador. A equipa nacional acabou por conseguir terminar o 1º quarto na frente por 3 pontos de vantagem (17-14).

 

A Hungria respondeu bem, "saltando" logo para a liderança no inicio do 2º período, conseguindo até ganhar uma vantagem relativa, pois Portugal "encalhou" nos 17 pontos. Durante os primeiros 6:59 deste quarto, a equipa nacional não marcou qualquer cesto. Quando o intervalo chegou, as portuguesas tinham 6 pontos de desvantagem no marcador (23-29).

 

No regresso do balneário, Portugal voltou com vontade de dar a volta aos acontecimentos, e aos 2 pontos iniciais da Hungria, as portuguesas responderam com um parcial de 15-0, que motivava a reviravolta  no marcador em 38-31, virando assim completamente o encontro em apenas 3:37 minutos. A Hungria procurava o mesmo, a manutenção na Divisão A, e não baixou os braços, voltando a colar-se no marcador. Maianca Umabano marcou 12 pontos neste período e ajudava Portugal a voltar para a liderança, no final do 3º quarto (45-44).

 

Portugal voltou a entrar bem no derradeiro quarto, e com um parcial de 7-0, conseguiu chegar à vantagem de 8 pontos com 6:23 para jogar (52-44). Catarina Miranda ainda marcou 2 triplos que colocariam o marcador em 55-47, mas a Hungria não desistia, e Wenniger respondeu também com 2 lançamentos de 3 pts certeiros. Maria Kostourkova marcou 2 pontos a 3:06 do fim, que colocava o resultado em 57-53 favorável à equipa portuguesa, mas esses seriam os últimos pontos de Portugal, pois as jogadoras lusas não mais voltariam a encontrar o caminho do cesto.

 

As húngaras continuaram a "carregar" na tabela ofensiva e a ter segundas oportunidades para lançar ao cesto. Com isso conseguiram passar para a frente no marcador por 1 ponto, a 2:06 do final do encontro. Daí até ao término da partida, mais nenhuma equipa conseguiu somar pontos. No final dos 40 minutos a Hungria estava na frente e Portugal relegado para a Divisão B. 

 

Resultado final: 57-58 para a Hungria

 

Por períodos: 17-14; 6-15; 22-15; 12-14

 

Apesar da melhor percentagem de lançamento (41% contra 34%) e de ter feito menos "turnovers" (14-19), Portugal permitiu que a Hungria lançasse mais 8 vezes ao cesto, fruto dos 22 ressaltos ofensivos conquistados.

 

Destaques na equipa portuguesa para Maianca Umabano (14 pontos e 5 ressaltos), Maria Kostourkova (12 pontos e 10 ressaltos) e Beatriz Jordão (10 pontos) e para as 10 assistências de Carolina Bernardeco.


Portugal vence Hungria

Triunfo da equipa nacional, por 54-43, num encontro em que Portugal comandou sempre a marcha no marcador, mas só nos 5 minutos finais conseguiu disparar no resultado e assim garantir a vitória.

 

Portugal entrou bem no jogo, conquistando rapidamente uma curta vantagem pontual, que manteve até final do 1º período (13-9). As defesas sobrepunham-se aos ataques, algo normal nesta fase de preparação, mas isso não impediu, depois de um empate a 15 pontos no 2º quarto, que Portugal recolhesse aos balneários na frente do marcador (28-24).

 

Os jovens portugueses mostravam-se consistentes dentro do campo, revelando maturidade suficiente, apesar de para alguns esta ter sido a sua 1ª internacionalização sénior, para gerir a curta diferença pontual. Vantagem que era de dois pontos no final do 3º período (36-34), sendo que o jogo se manteve fechado e equilibrado até meio do derradeiro quarto.

 

Nos últimos 5 minutos do encontro, os comandados de Mário Palma mostraram-se mais fortes, conseguindo mesmo fugir no marcador, pelo que na parte final do encontro a diferença pontual subiu para os dois dígitos.

 

De salientar o contributo de todos os jogadores, algo que se refletiu na distribuição dos pontos marcados. Doze jogadores marcaram, sendo que os mais concretizadores, ambos com 8 pontos, acabaram por ser Cláudio Fonseca (4 ressaltos) e Pedro Pinto. Destaque ainda para os 5 pontos e 6 ressaltos contabilizados por Rui Quintino.

 

Portugal volta a defrontar esta mesma equipa húngara domingo, às 18 horas, em Szolnok, sendo que na próxima semana irá dar continuidade aos seus trabalhos com a participação num torneio na Holanda, mais concretamente Leiden.

 

O primeiro adversário de Portugal, dia 15, sábado, será a Grã-Bretanha, e no dia seguinte, domingo dia 16, será a vez de medir forças com a equipa da casa.

 

Segue-se uma digressão à China, com saída prevista para o dia 19 e regresso no dia 8 setembro. Portugal irá disputar 8 a 9 jogos em diferentes províncias chinesas, com equipas da Liga chinesa e CBA, esta última umas das competições norte-americanas e que serve de mostra e rampa de lançamento para quem ambiciona chegar à NBA.


Portugal lutou muito mas não teve eficácia no lançamento

Este sábado a equipa mede forças com a Estónia, por volta das 19h30 portuguesas.

 

Bom começo dos jovens portugueses (9-2), com excelente atitude defensiva que permitiu obter alguns pontos após perdas de bola provocadas ao adversário. Aumento de dificuldades na defesa das penetrações, característica principal do ataque da Macedónia e em que se revelaram muito fortes, e que lhes permitiu encostar o resultado à diferença mínima (9-8). Um problema sustido durante alguns minutos da primeira parte, até ao empate a 16 pontos, com a introdução de uma defesa zona press 2x2x1 e 2×3 em meio campo.

 
A Macedónia aumentou a pressão defensiva, conseguiu ajustar-se às movimentações ofensivas da Seleção Nacional que evidenciou, especialmente no 2º período e a partir daí, muitas dificuldades em lançar, de média e longa distância, com eficácia sob pressão. Bem como em concretizar penetrações e ressaltos ofensivos com contacto ou a fugir dele, faceta em que fomos claramente inferiores aos adversários.

 

Ainda no 2º período, a equipa nacional voltou à defesa hxh, pois não estava a tirar proveito da defesa zona. Apesar de estarmos a conseguir obter boas situações de lançamento exterior a ineficácia ofensiva manteve-se, pois as percentagens foram muito baixas, e a capacidade de concretizar penetrações e tirar vantagens no jogo interior foram quase inexistentes.

 

A meio do 3º período, perante a máxima vantagem da Macedónia (15 pontos), o selecionador nacional optou por baixar claramente a altura da equipa, aumentando a pressão defensiva, hxh todo o campo, e melhorando a fluidez do ataque, o que permitiu equilibrar a partida e reduzir a desvantagem até 5 pontos (36-41), a menos de 4 minutos do fim. Voltava a estar tudo em aberto, um prémio para a boa recuperação dos comandados de António Paulo Ferreira. Mas um parcial negativo de 6-0 hipotecava a ambição de Portugal poder dar a volta ao resultado. Faltou a clarividência necessária ao taque luso para tomar as melhores opções no ataque.

 

A Seleção Nacional bateu-se até à exaustão, com muita coragem, mas revelou muitas dificuldades em obter boas percentagens de lançamento de campo sob pressão. Assim como de jogadores libertos, a pressão do resultado, capazes de criar boas situações de lançamento com penetrações e assistências, em concretizarem com contacto físico, situações em que os macedónios se revelaram mais fortes, apesar de terem uma estatura idêntica à nossa. 

 

Apesar de ter conquistado 49 ressaltos, 23 dos quais ofensivos, a falta de pontaria de longa distância (1/17 – 5.9% de 3 pontos) complicou, e de que maneira, a tarefa da seleção portuguesa. De dois pontos a eficácia também não foi brilhante (15/53 – 22.6%), pelo que se torna relativamente fácil explicar este insucesso dos Sub-16 Masculinos. Neste jogo a percentagem de concretização de lance-livre melhorou bastante, atingindo um valor aceitável (68%) e próximo do adversário.

 

Vladi Voytso (14 pontos e 11 ressaltos) esteve muito bem nos dois lados do campo, especialmente na tabela ofensiva (7). Francisco Amarante (13 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) terminou igualmente nos dois dígitos em pontos marcados.


Sub-18 lutam pelo 13º lugar

 

Inicio de jogo muito equilibrado, com diversas alternâncias no marcador, chegando ao final do 1ª período com um empate a 14-14.

 

No 2º quarto, a toada manteve-se até que a meio do período. A Sérvia ganhou uma ligeira vantagem que lhe permitiu chegar ao intervalo a vencer por 26-30. Este momento viria a tornar-se decisivo na partida, pois as portuguesas não mais iriam retomar a liderança no marcador até final do encontro.

 

Durante o 3º período, a equipa adversária "andou" sempre na frente do marcador, conseguindo chegar aos 10 pontos de diferença a 30 segundos do fim. Catarina Miranda ainda reduziu para 7, com um lançamento do meio campo no último segundo. 40-47 era o resultado, favorável à Sérvia, no final deste período.

 

O derradeiro quarto foi muito idêntico ao anterior, com a Sérvia na frente do resultado e com a margem pontual a oscilar entre os 3 e os 8 pontos de diferença, não permitindo assim que Portugal conseguisse a tão ambicionada vitória.

 

Resultado final: 50-57 para a Sérvia

 

Por períodos: 14-14; 12-16; 14-17; 10-10

 

Portugal teve uma percentagem muito fraca de lançamentos de campo, 28% (20 em 71), e nem mesmo da linha de lance-livre as portuguesas estiveram bem, com 38% (7 em 18).

 

Destaques individuais para os 10 pontos de Beatriz Jordão, e também para os 14 ressaltos de Maria Kostourkova.

 

A equipa nacional joga este sábado, às 13h00 (hora de Portugal) com a Hungria, que hoje perdeu com a Lituânia por 68-72.


Portugal começa a ganhar

Na 1.ª jornada do Grupo D, a decorrer em Sófia (Bulgária), o conjunto orientado por António Paulo Ferreira levou de vencida a Islândia, por 66-52.

 

Com uma entrada forte, Portugal rapidamente se colocou na frente do marcador e, apesar de ter revelado um estranho desacerto na linha de lance-livre (desperdiçou as primeiras 10 tentativas), fechou o período inicial a ganhar 19-8.

 

A equipa nacional passou por um momento menos conseguido no arranque do segundo parcial, algo devidamente aproveitado pelo adversário que, em escassos 4 minutos, reduziu a desvantagem para apenas 2 pontos (17-19). No entanto, sentindo o perigo, os jovens portugueses voltaram a acertar com o cesto contrário, atingindo o descanso com 15 pontos de vantagem (37-22).

 

Na segunda parte – e apesar da constante ameaça de Hjálmarsson (28 pontos, 18 dos quais na primeira parte) -, Portugal cimentou a sua superioridade e nem o facto de ter perdido o derradeiro período (11-16) tira brilho ao triunfo.

 

Foram utilizados os 12 elementos da equipa portuguesa,  destacando-se as prestações de Ladyslav Voytso (12 pontos, 10 ressaltos, 4 desarmes de lançamento, 4 recuperações e 2 assistências), Pedro Lança (14pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 4 recuperações e 1 desarme de lançamento), Paulo Caldeira (12 pontos e 6 ressaltos),  Francisco Amarante (14 pontos e 5 ressaltos) e Henrique Barros (7 pontos e 13 ressaltos).

 

Coletivamente, Portugal conseguiu simpáticos 52.5% de lançamentos de 2 pontos e 50 ressaltos, 19 dos quais na tabela ofensiva. Pela negativa, para além dos fracos 31.6% da linha de lance-livre (19-6), referência também para os 21 “turnovers”.

 

Sexta-feira, pelas 20.30 horas locais (menos duas em Portugal), a equipa nacional defronta a Macedónia. Na ronda inaugural do Grupo D, os macedónios foram derrotados pela Ucrânia, por claros 86-64.


Matosinhos e a Nossa Seleção esperam por ti – VIDEO

Para já deixamos aqui um “cesto” de grandes imagens. Entra na notícia e vê o video!

Contamos contigo!

Vais faltar?

 


Portugal cede com a Itália

A equipa treinada por Mariyana Kostourkova precisava de vencer a Itália no último jogo da segunda fase, mas perdeu, por 53-42. Agora vai lutar pela 9ª posição.

 

Jogo muito importante para as duas seleções, pois ambas precisavam de vencer para seguir para os quartos-de-final e assim ficar entre as 8 melhores equipas do Europeu.

 

Inicio de jogo com liderança alternada, poucos pontos e alguns "turnovers" de parte a parte. No final dos primeiros 10 minutos, a Itália vencia por 9-8.

 

No 2º quarto, a toada do jogo manteve-se, com ambas as equipas a lutarem muito, nem sempre jogando bem e com alternâncias sucessivas na liderança do marcador. Ao intervalo, Portugal e Itália foram para o balneário com uma igualdade a 16 pontos, resultado muito baixo, mas que traduzia o que se tinha passado no campo.

 

No inicio do 3º período, a Itália tomou a liderança da partida, embora nunca conseguindo uma grande vantagem no marcador (máximo foram 7 pontos), mas fazia as portuguesas correrem atrás do prejuízo. Portugal reagiu e passou para a frente a 2:57 do final deste quarto (28-27), após um cesto de Maria Kostourkova. As italianas voltaram ao comando com 2 lances-livres convertidos, mas Maianca Umabano, pouco tempo depois, converteu também um lance-livre e voltava a empatar a 29-29, a 2:17 do final do periodo. A equipa nacional não voltaria a marcar mais pontos neste quarto, enquanto a Itália ganhava balanço e fechava o período com 5 pontos consecutivos. 29-34 era o resultado, favorável às italianas no final do 3º período.

 

Nos primeiros minutos do 4º período, as portuguesas andaram sempre muito perto no marcador, embora nunca tenham conseguido empatar o jogo, ou mesmo passar para o comando. Tendo sido a desvantagem de 2 pontos, 35-37 a 9:05 minutos do final, o mais perto que conseguiram chegar da equipa transalpina. A Itália começou então paulatinamente a amealhar uma vantagem, que chegou até aos 11 pontos de diferença no final da partida.

 

Resultado final: 42-53

 

Por períodos: 8-9; 8-7; 13-16; 13-19

 

Destaques nas portuguesas para os 14 pontos e 12 ressaltos de Maria Kostourkova, e também para Carolina Gonçalves com 12 pontos e 5 faltas provocadas.

 

Portugal aguarda ainda o desfecho do jogo Holanda x Bélgica (às 20h45), para saber contra quem irá jogar na próxima 6ª feira.

 

Recorde-se que nesta fase, os últimos três posicionados descem à Divisão B.


Portugal venceu Israel confortavelmente

Com esta vitória, a equipa portuguesa continua a depender de si própria para ficar nos 8 primeiros da classificação, e consequente manutenção na Divisão A. Para isso terá que ultrapassar, esta quarta-feira, a forte Seleção da Itália na última jornada do Grupo E.

 

Neste encontro, as israelitas começaram melhor, tendo conseguido ganhar uma curta vantagem, que nunca ultrapassou os 7 pontos de diferença (16-9 aos 5 minutos). Portugal reagiu bem e na 2ª metade do período, deu a volta ao marcador, pois conseguiu que a equipa adversária estivesse os últimos 5 minutos sem marcar qualquer ponto, acabando já a vencer por 18-16.

 

No inicio do 2º período, as portuguesas "dispararam" no marcador. Não só porque estiveram bem no ataque, mas também porque Israel continuava sem atinar com o cesto, tendo conseguido apenas sair dos 16 pontos a 6:40  minutos do intervalo (estiveram 8:20 minutos sem marcar pontos). No final deste período, a equipa portuguesa já vencia por uma diferença de 11 pontos (33-22).

 

No regresso dos balneários, Portugal foi mantendo a vantagem, sem grandes sobressaltos, acabando por finalizar o período com uma confortável vantagem de 20 pontos (53-33).

 

No derradeiro quarto da partida, a equipa nacional controlou bem o jogo, gerindo bem o tempo de ataque, garantindo assim uma vitória importantíssima e que dá moral para o "mata-mata" desta quarta-feira com a Itália.

 

Resultado final: 43-63

 

Por periodos: 16-18; 6-15; 11-20; 10-10

 

Destaques na equipa portuguesa para Maria Kostourkova com 15 pontos e 16 ressaltos, e também para Leonor Nunes com 10 pontos e 2 em 2 de 3pts.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.