Artigos da Federaçãooo

Grande jogo de Portugal não chegou para a vitória

 

Nos outros Jogos de hoje os resultados foram:

Irlanda, 86 Grécia, 42

Servia, 40 Finlândia, 69

Bosnia Herzegovina, 64 Irlanda, 51

Depois de uns iniciais 4-0 finlandeses, Portugal recompôs-se e reagiu de imediato encostando o jogo. A formação nórdica procurava afastar-se e conseguiu chegar a 5 pontos de vantagem à passagem do minuto 6. Não desistiram os guerreiros portugueses que conseguiram a primeira vantagem Já dentro dos últimos 2 minutos. Os primeiros 10 minutos terminaram com 12-13 favorável a Portugal.

 

No inicio do segundo parcial, Portugal ainda conseguiu chegar a 15-19 mas os finlandeses, com um parcial de 9-0 voltaram para a liderança que na saída para os balneários era de 5 pontos (28-23).

 

Reinicio equilibrado e a meio do 3º período a Finlândia estava na frente por 7 pontos. Uma vez mais, boa reação lusitana e, na entrada para os últimos 10 minutos, 36-33 e tudo em aberto.

 

Era a hora das emoções. Cesto cá, cesto lá, aumentava a dúvida e a intensidade. A pouco mais de 4 minutos do final, 1 ponto separava as duas equipas e assim foram jogados os últimos minutos. A Finlândia foi mais feliz, controlou melhor o nervosismo e acabou por triunfar por escassos dois pontos.

 

Amanhã, Portugal defronta a Irlanda às 15h45.

 

Jogos para amanhã:

13.30h Grécia-Servia 
15.45h Portugal-Irlanda
18.00h Finlandia- Grécia
20.15h Servia-Bosnia Herzegovina


«Eslováquia é a favorita»

O técnico nacional atribuiu o favoritismo no grupo à equipa da Eslováquia, não tem dúvidas que a capacidade física da Hungria será um problema complicado de contornar, e a Islândia é uma seleção que funciona muito à volta de uma atleta acima da média.

 

Pelo desempenho conseguido no último Europeu, Ricardo está convicto que a Eslováquia será, em teoria, o adversário mais bem contado e com maior qualidade no caminho de Portugal. “Em relação ao sorteio a Eslováquia é claramente a favorita do grupo, sendo que realizou um bom Europeu, no qual perdeu por 1 com Espanha e 2 com a Sérvia (campeã europeia).”

 

A formação magiar é uma velha conhecida de Portugal, que pela capacidade atlética coloca sempre muitos problemas ao conjunto nacional. “A Hungria é outra das seleções muito fortes da Europa, com quem jogámos há dois anos e demonstraram que fisicamente nos vão seguramente colocar dificuldades.”

 

Sem grandes tradições na modalidade, o conjunto islandês acaba por ser aquele em que o desconhecimento é maior, se bem que existam algumas referências que lhe garantem qualidade. “Por fim a Islândia, que é uma nação com menos tradição nestes apuramentos que acreditamos que construirá uma equipa em torno de Helena Sverrisdottir para dificultar a vida aos adversários."

 

Os encontros de Portugal realizam-se a 21 e 25 de novembro de 2015 e 20 e 24 de fevereiro e 19 e 23 de novembro de 2016, com o primeiro de cada um dos nove grupos de apuramento e os seis melhores segundos a garantirem um lugar na fase final, descartando os resultados com os quartos classificados (nos grupos de quatro equipas).

 

A fase final do Campeonato da Europa de 2017 realiza-se na República Checa, que já está qualificada, por ser organizadora.


SN Sub-18 no Torneio Internacional de Esposende

Depois de um dia de folga, os 14 atletas que compõem o grupo regressaram ao trabalho esta 2ª feira no Gimnodesportivo de Fão, onde se vão manter até dia 12 de Julho. Incluído na preparação da equipa está o Torneio Internacional de Esposende, competindo com as seleções da Holanda e Bélgica, e que irá decorrer nos dias 9, 10 e 11 de Julho no Pavilhão Gimnodesportivo de Fão.

 

 

 

Calendário de jogos:

9 de Julho – 20h30 » Portugal x Holanda
10 de Julho – 20h30 » Holanda x Bélgica
11 de Julho – 18h00 » Portugal x Bélgica
 

Posterior ao Torneio, mas ainda em Esposende, a seleção realizará um jogo de preparação com a seleção da Holanda, no Domingo, dia 12 às 15h00, rumando depois para Lousada onde finalizará a sua preparação em solo luso, rumando a 18 de Julho para a Áustria.


Faltou eficácia a Portugal

As comandadas de Eugénio Rodrigues foram exemplares na entrega, bateram-se muito bem na luta das tabelas, defenderam com garra, mas não estiveram numa noite de grande inspiração no capítulo ofensivo. Faltaram pontos ao ataque de Portugal, apesar das muitas e boas situações de lançamento criadas pela equipa.

 

Depois do brilharete conseguido durante a 1ª fase, Portugal entrou determinado a prolongar as boas exibições e os bons resultados frente à equipa da Hungria. Depois do empate a  4 pontos, Portugal foi sempre superior durante todo o 1º período. Embora sem nunca ter conseguido fugir no comando do marcador, a formação nacional esteve sempre na liderança e terminou o 1º período a vencer por quatro pontos de diferença (20-16).

 

O 2º quarto foi positivo para as jovens portuguesas, que passados dois minutos conseguiam a sua vantagem máxima (24-16) de todo o 1º tempo. Quando se pensava que Portugal iria disparar no marcador, eis que surge um período negro do ataque português, que se traduziu em quase seis minutos e meio sem conseguir qualquer ponto. A boa defesa de Portugal, sempre fiel à sua pressão todo campo, permitia-lhe continuar a comandar o jogo, compensando a falta de eficácia e algum azar em situações de fácil concretização, da segunda metade do 2º quarto. Um cesto de meia-distância de Josephine Filipe fixou o resultado da 1ª parte, durante a qual que Maria Kostourkova este em plano de evidência, ao contabilizar 12 pontos e 5 ressaltos.

 

A falta de pontaria em situações de tiros abertos, e a ineficácia do jogo interior de Portugal, custou-lhe um parcial de 0-13 no arranque da etapa complementar (36-26). Foram mais de cinco minutos de seca de pontos, a que um tiro de Maria Kostourkova colocou fim para alivio da equipa nacional. A intensidade defensiva de Portugal esteve sempre presente, e uma falta técnica assinalada ao treinador húngaro revelava a frustração que começava a sentir-se entre as magiares. A defesa zona adoptada pelas húngaras não surtiu efeito e muito menos impediu a recuperação de Portugal, que no final do 3º período já só perdia pela diferença mínima. A presença no ressalto ofensivo e um triplo de Laura Ferreira, abriam boas perspetivas para o derradeiro quarto.

 

Só passados mais de três minutos o marcador voltou a funcionar a favor de Portugal, e seria novo triplo de Laura que colocaria a formação nacional a perder novamente pela diferença mínima (37-38). As defesas continuavam a superiorizar-se aos ataques, mas cinco pontos consecutivos das húngaras colocavam-nas numa situação mais favorável (43-37). Como sempre, as jovens portuguesas mostraram a sua raça, e sem surpresa correram atrás do prejuízo. A um minuto do final perdiam por dois pontos (41-43), mas os instantes finais voltaram a não ser muito felizes para as cores nacionais, que voltou a mostrar-se pouco assertivo nas situações de lançamento bem construídas pelo ataque.

 

O domínio na luta das tabelas (46-36), dos quais 16 foram ofensivos, não foi capitalizado em pontos de segundos lançamentos, isto porque as percentagens de lançamento de Portugal (23.3% de 2 pontos e 27.8% de 3 pontos) em nada contribuíram para o sucesso da equipa. O controlo da posse de bola (20 tunovers) não foi exemplar como é hábito nesta equipa, bem como as tomadas de decisão no ataque.

 

A poste Maria Kostourkova terminou o encontro com 17 pontos e 8 ressaltos, seguida depois por Laura Ferreira, autora de um duplo-duplo (10 pontos e 10 ressaltos). 


Esforço luso insuficiente para altura Bósnia

Portugal defrontava uma Bósnia forte fisicamente. Apesar do esforço dos Guerreiros portugueses os bósnios dominaram a luta dos ressaltos e triunfaram por 34-58.

A Bosnia começou melhor o jogo e cedo ganhou vantagem no marcador. Um parcial de 10 pontos dava vantagem aos bósnios à passagem do 7º minuto. Portugal reagiu e conseguiu um 5-0 que encostava a partida a 2 pontos com 2 minutos por jogar. Novo arranque da Bosnia e o primeiro período terminava com 10-15.

O segundo período foi jogado em toada de equilíbrio. Apesar de um bom reinicio por parte de Portugal, o adversário conseguia manter a equipa lusa à distância de 5/7 pontos. A maior vantagem chegou com o final dos segundos 10 minutos e 18-27 favorável aos bósnios.

O intervalo não foi favorável às cores portuguesas. Pouco inspirados nos lançamentos, os guerreiros lusos foram permitindo que a vantagem subisse para os 2 digitos e a cerca de 2 minutos já a diferença era de 17 pontos. O 4º e decisivo período chega com 29-44 no marcador.

O decisivo parcial serviu para confirmar a superioridade bosnia que dominou por completo as tabelas e confirmou a vitória no primeiro jogo da prova por 34-58.

 

Amanhã Portugal defronta a Finlândia pelas 20h15.


Teste forte antes do Europeu

Apesar do resultado negativo, os jovens portugueses deixaram boas indicações contra uma equipa que é claramente candidata à subida de divisão.

 

Destaques individuais para os 14 pontos e 13 ressaltos de Daniel Relvão, e para os 5 pontos e 6 assistências de Diogo Gameiro.

 

Portugal inicia a sua participação no Campeonato da Europa – Divisão B, na próxima quinta feira, frente ao Kosovo, um jogo que terá o seu inicio às 20.15 horas.


Portugal foi superior durante mais tempo

Jogo com resultado idêntico ao dos dias anteriores, embora com um desenrolar completamente diferente.

 

 

Desta feita foram as portuguesas que entraram melhor na partida, tendo estado na 1ª parte mais tempo na frente do marcador. Ao intervalo, Portugal vencia por um ponto de diferença (34-33).

 

Na 2ª parte, a equipa portuguesa entrou novamente melhor, conseguindo a maior vantagem (7 pontos) durante o 3º período. Em resposta a esta melhor fase da equipa nacional, responderam as belgas com um parcial de 16-0 que praticamente decidiu a partida.

 

 

Nas portuguesas, destaque para Beatriz Jordão com 17 pontos, Carolina Gonçalves com 16 pontos (3/6 de 3pts) e Maianca Umabano com 13 pontos, 8 ressaltos e 5 faltas provocadas.

 

A seleção portuguesa faz agora um interregno de 2 dias na sua preparação, voltando a concentrar-se no próximo dia 9 de Junho, também em Terras do Bouro. A equipa participará no Torneio Internacional de Vieira do Minho, a realizar entre os dias 17 e 19 de Junho, onde também estarão presentes as seleções nacionais de Sub-16 Femininos de Portugal, Turquia e Holanda.


Novo teste das sub-18

A equipa esteve melhor que na véspera, mostrando que a evolução tem sido muito positiva.

 

Primeira parte com ascendente belga que, à imagem do dia anterior, voltou a entrar melhor na partida. Apesar disso, as portuguesas estiveram neste segundo jogo sempre mais próximas no marcador. No final dos dois primeiros períodos a diferença era de 13 pontos.

 

No inicio da 2ª metade, a equipa da Bélgica voltou a entrar melhor, colocando novamente a diferença no marcador próxima das duas dezenas de pontos. Portugal encheu-se de orgulho e voltou ao jogo, conseguindo reduzir substancialmente a vantagem belga para os 7 pontos finais.

 

Foi notória alguma melhoria da equipa nacional em relação ao encontro anterior, pois esteve sempre mais em jogo, não deixando que as forasteiras "fugissem" para números inalcançáveis, conseguindo ainda criar alguma expetativa sobre o desfecho da partida.

 

Na equipa portuguesa destaque para o duplo-duplo de Beatriz Jordão (17 pontos e 12 ressaltos) e para a boa 2ª parte de Carolina Bernardeco e Carolina Gonçalves que, com 14 e 13 pontos, respetivamente, foram importantes para a recuperação no marcador. Isabel Costa voltou a estar em bom nível nas tabelas com 10 ressaltos.


Campeonato da Europa de Basquetebol em Cadeira de Rodas já mexe

 

A cerimónia de abertura começa às 19h00, no evento em que a Seleção Nacional tem o objetivo de subir à Divisão B. 

 

As Seleções da Bósnia-Herzegovina, Finlândia, Grécia, Irlanda e Sérvia já estão em Portugal e vão passar o dia no Pavilhão do Casal Vistoso, para realizar o processo de classificações dos atletas.

 

O Campeonato da Europa decorre entre os dias 6 e 11 de julho, no Pavilhão do Casal Vistoso, em Lisboa. 

 

Programa de Segunda-feira
 
09.00h: Reunião Técnica
 
09.15h: Treino de Portugal
 
10.30h: Reunião de Classificadores
 
10.45h: Treino da Bósnia-Herzegovina
 
12.15h: Treino da Finlândia
 
13.45h: Treino da Irlanda
 
15.15h: Treino da Grécia
 
16.45h: Treino da Sérvia
 
19.00h: Cerimónia de Abertura
 
20.00h: Jogo Portugal – Bósnia Herzegovina

 


Portugal no Grupo E

 

A Eslováquia, 9ª classificada no último Europeu, que terminou domingo com a primeira vitória de sempre da Sérvia (76-68 à França), é a equipa mais cotada, enquanto a Hungria ficou em 17º na mesma prova, que coorganizou.

Os encontros de Portugal realizam-se a 21 e 25 de novembro de 2015 e 20 e 24 de fevereiro e 19 e 23 de novembro de 2016, com o primeiro de cada um dos nove grupos de apuramento e os seis melhores segundos a garantirem um lugar na fase final, descartando os resultados com os quartos classificados (nos grupos de quatro equipas).

A fase final do Campeonato da Europa de 2017 realiza-se na República Checa, que já está qualificada, por ser organizadora.


«Teremos de estar no nosso máximo»

Os adversários não são pêra doce, mas Pedro acredita que com “concentração, empenho e atitude” a meta a que a equipa se propõe é alcançável.

 

Como têm decorrido estes primeiros dias de trabalho?

 

Tem corrido de forma positiva. O grupo está empenhado em desenvolver o melhor trabalho possível, de modo a estar bem preparado para o Campeonato da Europa.

 

Sendo o 3º Europeu que vai disputar, na sua opinião, quais são os principais problemas sentidos por Portugal no confronto internacional?

 

A intensidade como se compete a nível europeu é elevada, a forma como se encaram os jogos, cada posse de bola, é sempre com grande intensidade pois todos querem chegar ao fim e obter o melhor resultado possível.

 

Que pontos fortes destacaria no grupo de trabalho deste ano? E quais as expectativas para este Europeu?

 

É um grupo que conta com soluções interiores e exteriores para poder resolver no ataque, e com muita garra e ambição na defesa para conseguir parar os adversários. As expetativas passam por atingir a fase seguinte (oito primeiros), o que implica ficar nos dois primeiros lugares do grupo.

 

Olhando para o grupo de Portugal, quais as equipas que mais se destacam e são candidatas a passar à fase seguinte?

 

A Suécia será sempre uma seleção a ter em conta; a Roménia e Geórgia costumam com a sua agressividade por si só criar dificuldades; a Eslováquia e a Escócia tentam sempre surpreender. Acima de tudo, nenhum jogo pode ser encarado de forma tranquila, teremos sempre que estar no nosso máximo de concentração, empenho e atitude.


Sub-20 batem Ucrânia

Com este resultado, a equipa portuguesa não só carimbou a passagem à segunda fase como acabou por vencer o grupo.

 

A vitória, por 69-38, começou a desenhar-se bem cedo, com um parcial de 20-4 no primeiro período. Depois, e com uma exibição de Laura Ferreira que deixou as ucranianas sideradas (21 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) – não só em termos ofensivos, como também na defesa, forçando as adversárias a errar (terminaram com 25 turnovers…) – Portugal acabou por controlar o jogo quase a seu belo prazer.

 

A equipa treinada por Eugénio Rodrigues tem vindo a crescer na competição e apresenta-se na segunda fase em alta, mas ainda não viu afastada a possibilidade de cair na Divisão B.

 

Portugal foi agora incluído no Grupo F, que reúne os três primeiros dos Grupos C e D, e tem de ficar entre os quatro primeiros para garantir um lugar nos quartos-de-final. Os dois últimos vão disputar jogos de classificação e correm o risco de descer à Divisão B.

 

Neste Grupo F a Seleção Nacional começa por defrontar segunda-feira a Hungria, seguindo-se a Itália e a Espanha.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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