Artigos da Federaçãooo

Portugal regressa às vitórias

O resultado final de 74-66, demonstra bem as dificuldades que os comandados de André Martins e João Costeira sentiram para garantir mais uma vitória.

O jogo foi bastante equilibrado, sobretudo na primeira parte. Com parciais de 23-19 e 13-21, Portugal chegou ao intervalo a perder por 4 pontos (36-40).
 
Na segunda parte os jogadores portugueses foram sempre superiores, apesar de ter sido necessária uma entrega e uma determinação muito grandes para vencer o jogo. 21-15 e 17-11 foram os parciais dos dois últimos períodos, que colocaram no marcador o resultado final de 74-66.
 
Esta quinta feira o Campeonato da Europa faz a sua ultima pausa, antes de entrar no ultimo dia da fase de grupos (sexta-feira) e posteriormente na fase de decisões (sábado e domingo). Portugal defronta a Bélgica, num jogo que define quem acompanha a Bósnia às meias finais da competição.

O primeiro objectivo é a manutenção na Divisão A

A dois dias do início da competição, já em Matosinhos, tivemos oportunidade de fazer a habitual antevisão do campeonato, com a seleccionadora Mariyana Kostourkova.

 

JT – Este é o 9º Campeonato da Europa ao leme da Selecção Nacional de Sub-18 Femininos. Sete anos na Divisão B com a melhor classificação alcançada (5º lugar) em 2009 (Eilat – Israel). Agora pelo 2º ano consecutivo na Divisão A, a elite europeia. Em 2013 fizemos a estreia na Divisão A, depois de ter garantido a subida em Strumica (Macedónia), no verão 2012. Foi na Croácia (Vukovar e Vinkovci) que Portugal fez uma campanha extraordinária, arrancando um brilhante 9º lugar entre as 16 equipas participantes. Como é que antevês a participação este ano?

 

R (M.K.) – “Sem dúvida que estou com a ambição de pelo menos repetir o resultado alcançado o ano passado. Sei que não vai ser fácil e o primeiro objectivo é a manutenção na Divisão A. É importantíssima a nossa entrada no campeonato, o 1º jogo contra a Suécia, que também fez parte do nosso Grupo na fase preliminar em Vukovar. Dum ano para o outro a Suécia manteve 4 jogadoras da equipa de 2013, situação semelhante à nossa pois mantivemos 5 jogadoras. Teoricamente é a equipa mais acessível no nosso Grupo (D), já que as outras duas (Itália e República Checa), pelo histórico de resultados apresentados, incluindo a participação no Campeonato do Mundo de Sub-17 que acabou há uma semana na República Checa, são selecções bem apetrechadas e fortes.”.

 

JT – Uma das lacunas com que se debatem as nossas selecções jovens é a falta de jogadoras altas, com reflexos naturalmente no jogo interior. Este ano, tal como no ano passado, isso não se verifica, pois temos 3 jovens a rondar o 1,90m. O facto de duas delas (Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães) terem acabado de disputar o Europeu de Sub-20, Divisão B, em Sófia, na tua opinião, traz vantagens em função do ritmo competitivo adquirido ou não?

 

R (M.K.) – “Sem dúvida. É importante o ritmo competitivo, ainda por cima adquirido frente a equipas mais experientes, mais velhas, mais altas e mais pesadas. Vamos tentar gerir o cansaço acumulado ao longo de 9 jogos em 11 dias. Não vai ser fácil, mas acredito ser possível estarem nas melhores condições para enfrentar os nossos adversários.”.

 

JT – Realizada a 1º fase (Grupo D) já sabemos que ficando nos 3 primeiros lugares, iremos cruzar com o Grupo C (Espanha, Holanda, Croácia e Polónia). Obviamente que Espanha (campeã em título) e Holanda (4º lugar em 2013) são selecções fortíssimas, mas Croácia e Polónia à partida poderão estar ao nosso alcance. Concordas com esta análise ou não?

 

R (M.K.) – “Acho que toda essa análise é muito teórica. Todas as equipas estão em evolução e dificilmente podemos fazer comparações dum ano para o outro. Se entrarmos no Grupo F, que resulta do cruzamento dos Grupos C e D da 1ª fase, isso é bom sinal. Acho que as contas fazem-se no fim. Temos absoluta necessidade de entrar bem no campeonato e jogar jogo a jogo, sempre com a ambição de vencer. O que é fundamental é termos carácter, disciplina, capacidade de superação e vontade de vencer. Conseguindo reunir estes atributos, julgamos que o sucesso ficará mais perto.”.

 

JT – O facto de o Campeonato da Europa ser disputado em Portugal (Matosinhos) dificultou a realização de jogos de preparação, imprescindíveis para se conseguir atingir ritmos competitivos semelhantes aos que iremos encontrar durante a competição. Fizemos 2 jogos com as Sub-18 de Inglaterra (Divisão B), 1 jogo com as Sub-20 da Suécia (Divisão A)… mas que acabou de descer à Divisão B, 1 jogo com as Sub-16 da Dinamarca (Divisão A) e 2 jogos com as Sub-18 da Eslovénia (Divisão A). Um total de 6 jogos de controlo. Achas que foram suficientes, tendo em conta que ocorreram nas duas semanas antes do Europeu e se a preparação em termos globais foi a necessária?

 

R (M.K) – “Com o campeonato no nosso país, estávamos à espera que fosse mais fácil arranjarmos equipas com ritmos diferentes e mais fortes. Convidámos todas as selecções da Divisão A e a única que acedeu ao nosso convite foi a Eslovénia para participar no Torneio Internacional Cidade da Covilhã/UBI, na semana passada. O número ideal de jogos de controlo, para mim, será à volta de 10… mas foi o que se pôde arranjar. Outra grande preocupação é o facto de só agora termos conseguido reunir as 12 do grupo final: Maria e Chelsea estavam nas Sub-20 e Carolina Bernardeco esteve condicionada, não tendo feito os jogos do torneio internacional, no final de Junho, em Lisboa. A preparação final iniciada a 14 de Junho incluiu até hoje 38 treinos e 6 jogos.”.

 

Chegou ao fim a nossa conversa com a seleccionadora de Sub-18 Femininos. Agora é esperar pelo início da competição. Suécia (5ª feira), República Checa (6ª feira) e Itália (sábado), respectivamente às 21H15 e 20H45 (os 2 últimos), serão os adversários na fase preliminar. As guerreiras lusas estão prontas para não desiludirem os adeptos e simpatizantes do basquetebol que esperamos irão apoiar a nossa selecção. Força Portugal!                                                                     


«Há respeito pela nossa Seleção»

Diante da formação nacional estará uma das mais promissoras seleções da Europa e o técnico congratula-se com o facto de os germânicos terem aceite o nosso convite.

Os alemães estão numa fase mais adiantada da preparação, mas Mário Palma minimiza esse facto, até porque a Seleção Nacional tem objetivos claros para estas duas partidas. "Vamos fazer dois jogos contra a Alemanha, ua seleção difícil por já ter efetuado três jogos de controlo, contra a Itália, a Bélgica e a Holanda, estando já numa fase mais adiantada na preparação. O nosso principal objetivo, neste momento, é jogar contra equipas mais fortes, sendo essa a única forma de melhorarmos, permitindo uma evolução que permita ficarmos nas melhores condições de iniciar a qualificação."

 

O treinador não se mostra preocupado com o resultado, mas sim com as ilações que a equipa técnica poderá tirar destas duas partidas. "Estes jogos mostrarão as atuais debilidades da Seleção, o que é bom, dado não termos ainda feito jogos de controlo. Surgirão situações que permitirão fazer retificações para quando jogarmos no Torneio na Áustria, já estarmos melhor", constata, congratuando-se com a presença dos germânicos em Lisboa. "O facto de a Alemanha ter aceite o nosso convite demonstra respeito pela nossa Seleção, sabendo que, apesar da diferença competitiva existente, as dificuldades que lhes criaremos também lhes permitirão melhorar."

 

E conclui: "Temos uma grande expectativa para estes jogos, porque nos vão permitir ver o estado da equipa, jogando contra uma das mais promissoras seleções europeias."

 

"Equipa forte"

 

José Silva, vice-capitão da Seleção Nacional também está na expectativa relativamente a estes dois encontros. "Temos quase um mês de treinos com alguns jogos entre nós e um contra os sub-20.

 

Trabalhamos muito a técnica e a forma como iremos jogar o apuramento", começa por referir. "Este fim de semana temos dois desafios contra a seleção da Alemanha, que é forte e iremos perceber o que temos de melhorar para que possamos chegar mais bem preparados ao apuramento e com menos falhas, tanto nível defensivo como ofensivo."


Eu consigo! Todos juntos conseguimos!

Algumas das nossas “guerreiras” deixam o apelo. Vê aqui o vídeo vem ajudar a nossa equipa! 

 

NÃO FALTES!!


Bom teste na opinião de Kostourkova

As comandadas de Mariyana Kostourkova bateram-se bem, sem receios e só na ponta final acabaram por deixar fugir o triunfo, ao consentirem 2 triplos consecutivos da mesma jogadora (Dambach). O 1º quase a expirar o minuto 38 (61-60) e o 2º já no minuto 39 (61-63), resultado que já não sofreu alteração.       

Resultado: Portugal Sub-18 61-63 França Sub-18

 

Registámos a opinião da seleccionadora no final da partida. «Acabou por ser um bom teste. Serviu para vermos as situações em que temos de melhorar, mostrámos boas soluções em termos de jogo interior e tivemos atitude. Só agora é que conseguimos reunir as 12 jogadoras que fazem parte do grupo final.», sintetizou Kostourkova.

 

Na realidade o jogo interior representou 31 pontos, praticamente 51% da pontuação total da equipa, enquanto as jogadoras exteriores fizeram 30 pontos (5 triplos), o que traduz um balanço muito equilibrado entre jogo interior e exterior. Outra constatação interessante: o banco contribuiu com 28 pontos, contra 33 do cinco inicial.       

      

A selecção gaulesa apresentou boas lançadoras exteriores (8 triplos), com destaque para Bankole e Dambach, que bisaram, mas pareceu-nos mais fraca que a equipa do ano passado, vice-campeã europeia.    

 

Ficha de jogo

 

Centro de Desportos e Congressos, de Matosinhos 

 

Portugal (61) – Susana Lopes, Simone Costa (10), Maianca Umabano (3), Chelsea Guimarães (8) e Maria Kostourkova (12); Carolina Gonçalves (10), Sofia Almeida (2), Carolina Bernardeco (3), Emília Ferreira (2), Beatriz Jordão (9), Mª Inês Santos e Francisca Meinedo (2)

 

França (63) – Marylie Limousin, Louise Dambach (14), Victoria Majekodumni (6), Marie Milapie (4) e Camille Cirgue (5); Leslie Makosso (4), Ornéla Bankole (12), Katia Clanet, Mathilde Combes (3), Carla Blatrie (7), Maimouna Ba (5) e Désirée Bakabadio (3) 

 

Por períodos: 14-12, 17-15, 19-18, 11-18

 

Árbitros: Nelson Guimarães e Vítor Cardoso, da AB Porto                    


Futuras estrelas mundiais vão estar em Matosinhos

O líder da maior associação nacional da modalidade comenta a importância da realização deste certame e ambiciona que Ticha Penicheiro, estrela maior do basquetebol português, possa ter seguidoras na equipa dirigida por Mariyana Kostourkova. Confira nos detalhes da noticia.

– Qual a importância do Campeonato da Europa para o basquetebol português?

– Antes de mais, é preciso sublinhar que não se trata de um simples Campeonato da Europa. Não se pode, nem se deve, desvalorizar este acontecimento ou, sequer, torná-lo vulgar. Esta é uma prova que reúne as melhores atletas europeias – por conseguinte, também mundiais – com menos de 18 anos, por se tratar de Divisão A. Muitas destas jovens basquetebolistas, daqui por alguns anos, apenas poderão ser observadas através da televisão, seja pelas transmissões das principais ligas femininas europeias, do basquetebol universitário norte-americano ou, até, da WNBA. É disto que se trata quando se fala deste certame que decorrerá em Matosinhos. Este é um dos pontos mais altos que Portugal já acolheu, à semelhança do Mundial de juniores, que se realizou em 1999. Algo desta grandeza, com reflexos à escala planetária, apenas acontece em Portugal esporadicamente. Do ponto de vista organizativo é um desafio extremamente aliciante, já em termos desportivos é algo fenomenal. Desejamos que o público, não só aquele que está habituado a ver eventos desta modalidade, adira aos recintos, porque há fortes e importantes razões para que esta prova seja, nessa perspetiva, um êxito.

 

– E para a Associação de Basquetebol do Porto? O que implica?

– É um enorme motivo de orgulho ver reconhecido o trabalho desenvolvido no Europeu do último ano, de Divisão B e do escalão de sub-16. E é um enorme motivo de orgulho, também, que a cidade de Matosinhos tenha sido eleita para voltar a receber um campeonato deste género. Significa que as pessoas que se envolveram na estrutura organizativa da responsabilidade da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) e a autarquia desenvolveram um esforço que satisfez plenamente os altos padrões de exigência da FIBA Europe. Apesar da AB Porto não integrar a organização deste Campeonato da Europa, não deixou, contudo, de colaborar com a FPB em diferentes áreas, sempre que lhe foi solicitada e dentro das suas limitações.

 

– Que efeitos este acontecimento poderá ter no basquetebol português ou, mais especificamente, na região?

– Essa é uma questão pertinente, embora extremamente complicada de responder. Poderia ser desonestamente otimista e dizer que nada vai ser igual, que tudo se transformará para muito melhor… Não o faço. Terá, sim, efeitos positivos, óbvios e claros, infelizmente impossíveis de quantificar, por este certame não constar de um plano estratégico transversal à modalidade na área de jurisdição da AB Porto. Eu e o meu elenco diretivo tomámos posse em novembro último e temos o compromisso de candidatar a AB Porto à organização de vários pontos altos do basquetebol nacional e internacional, mas existem diversos aspetos a ponderar. Aquilo que pretendemos é integrar os eventos desportivos, sejam eles de pequena, média ou grande dimensão, numa estratégia comercial e de visibilidade mais ampla. Isto é, nada será feito apenas pelo impacto desportivo, nem nada terá em vista exclusivamente benefícios financeiros.

 

– Essa filosofia começará a ser implantada quando?

– A Associação de Basquetebol do Porto é a maior associação de basquetebol de Portugal e uma das maiores de modalidades amadoras, ultrapassando inclusivamente algumas de futebol. Temos uma responsabilidade perante mais de 4.000 atletas (distribuídos por 200 equipas), 30 clubes, 200 treinadores e 150 juízes. Organizamos competições distritais e inter-distritais que envolvem mais de 2.000 jogos anuais. É extremamente fácil compreender o trabalho hercúleo que desenvolvemos com a escassez de recursos ao nosso dispor. Mesmo assim, assumimos um compromisso de mudança e uma visão de futuro. Nenhuma ação será adotada de ânimo leve ou, simplesmente, com intenção demagógica. Aquilo que podem esperar de nós é uma linha de orientação ponderada e a tender para o profissionalismo. Esta filosofia está já a ser implantada, por estar já a ser equacionada. Os efeitos práticos é que apenas serão percetíveis mais tarde e nunca de uma forma brusca.

 

– Abordando o Campeonato unicamente pela vertente desportiva: o que espera de Portugal?

– Os resultados desportivos dos últimos anos apontam para uma importante evolução do basquetebol feminino em Portugal. Neste momento, duas das Seleções Nacionais competem na Divisão A (sub-16 e sub-18) e uma ascendeu, recentemente, ao mesmo patamar – ficam aqui as felicitações às atletas e à equipa técnica das sub-20 femininas. Porém, não podemos pensar que já vivemos no céu… Ambiciono que no próximo ano as três equipas possam competir na Divisão A. Reiteramos as palavras da selecionadora Mariyana Kostourkova, quando diz que a permanência é o objetivo de Portugal neste Europeu de Matosinhos. Pedir mais do que isso é desonesto. Do ponto de vista individual, é bom que as atletas nacionais desfrutem da competição. Que provoquem emoções positivas nos espectadores e tenham impacto nos muitos observadores de equipas e universidades estrangeiras, que, como é habitual, também estarão nas bancadas. Quem sabe nesta equipa não poderão estar seguidoras de Ticha Penicheiro?…


Portugal foi brilhante em alguns períodos

Portugal foi derrotado pela fortíssima seleção local (64-73), que teve de suar (e de que maneira) para levar de vencida os brilhantes jovens portugueses.

Perante um pavilhão cheio, entrou muito bem no jogo a Selecção Nacional, tomando o ascendente do resultado, nunca deixando que a equipa local fosse capaz de fugir no marcador. Muito concentrados na defesa e controlando o ritmo de jogo, o primeiro período terminou com um 21-17 mostrando bem que os jogadores portugueses não vinham apenas para cumprir calendário.
 
No segundo período, Portugal "calou" por completo as cerca de 2000 pessoas presentes no pavilhão! A prestação dos jovens lusos chegou a ser brilhante, trocando completamente as voltas à equipa adversária, e deixando bastante nervosos os jogadores bósnios, pouco habituados a verem-se atrás no marcador. Com um parcial de 18-8 neste período, Portugal chegou ao intervalo a vencer por 14 pontos (39-25).
 
Com nova entrada fantástica no terceiro período, Portugal colocou a diferença nos 18 pontos, mas uma falta técnica ao treinador bósnio, mudou o sentido do jogo. Os bósnios, comandados pelo seu "gigante" Jusuf Nurkic (recém seleccionado como a 16ª escolha do Draft da NBA), partiram para um parcial de 25-12, colocando a diferença em 5 pontos à entrada do ultimo período.
 
No ultimo quarto, a selecção bósnia mostrou todo o seu poderio e com um parcial de 19-0 a abrir este quarto, apesar dos descontos de tempo pedidos pelo Seleccionador Nacional, "matou" o jogou, não permitindo que Portugal voltasse a entrar na discussão do encontro.
 
No final do jogo, André Martins destacou que "apesar da derrota, os jogadores portugueses foram incansáveis, demonstrando que quando jogam coletivamente e em superação conseguem atingir níveis de jogo elevadíssimos. O jogo de hoje veio reforçar a forma respeitosa como a equipa portuguesa é vista neste campeonato."
 
Portugal volta a jogar esta quarta-feira, desta vez com o Luxemburgo, jogo que terá de ser encarado com a mesma determinação de hoje, pois a este nível todas as vitórias são muito difíceis de alcançar.

CAMPUS TICHA PENICHEIRO

 

NÃO PERCAS!!


Laura Ferreira eleita para o 5 ideal

E, pelo 4º ano consecutivo, Portugal sobe de divisão, um sucesso que igualmente alcançado a nível individual, com atletas portuguesas a serem distinguidas pelas suas prestações. Laura Ferreira é mais um desses casos, já que foi nomeada para o melhor 5 do Europeu de Sub 20 disputado na Bulgária.

Apesar da sua juventude, Laura já é um das referencias do basquetebol nacional, bem como um dos grandes valores que faz parte da renovação da Seleção Sénior.

 

Com médias de 13.8 pontos, 4.1 ressaltos, 2.3 roubos de bola e 1.1 assistências, Laura foi decisiva no sucesso da equipa portuguesa, assim como uma das jogadoras que mais brilhou no Europeu disputado em Sófia. Um titulo individual que representa o esforço de todas aquelas que se dedicaram e trabalharam arduamente para representar o nosso país, e que sempre acreditaram que era possível chegar à Divisão A.


Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães juntam-se ao grupo

A equipa viajou na manhã do passado sábado, desde a Covilhã onde participou num estágio de 5 dias que englobou a realização do II Torneio Internacional Cidade da Covilhã / UBI, tendo-se classificado na 2ª posição, atrás da congénere da Eslovénia, vencedora do torneio.

 

No regresso da Covilhã, a seleccionadora Mariyana Kostourkova dispensou duas jogadoras (Catarina Rolo, do CPN e Gabriela Noivo, do SC Braga), mantendo as restantes 12 convocadas, a saber:

Bases – Susana Lopes (SC Coimbrões), Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres) e Francisca Meinedo (CPN)

Base/Extremo – Simone Costa (S. Algés D.), Mª Inês Santos (CRCQ  Lombos) e Carolina Gonçalves (S. Algés D.)

Extremos – Maianca Umabano (GDESSA) e Sofia Almeida (CPN)     

Postes -Beatriz Jordão (ND Pombal), Emília Ferreira (GDESSA), Lizanny Brito (S. Algés D.) e Sara Moreira (CPN)

 

Entretanto face à chegada de Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Chelsea Guimarães (S. Algés D.), esta tarde, vindas de Sófia (Bulgária) onde fizeram parte da selecção nacional de Sub-20 que brilhantemente garantiu a subida à Divisão A, ao arrecadar a medalha de bronze (3º lugar), foi a vez de serem dispensadas Lizanny Brito e Sara Moreira.

 

Responsáveis:

Mariyana Kostourkova (seleccionadora)

Ana Margarida Faria (treinadora adjunta)

Nuno Manaia (secretário)

Ana Simões (fisioterapeuta)

José Tolentino (dirigente)                


Vitória do colectivo de Eugénio Rodrigues deu-nos o bronze

A vitória na ronda derradeira ante a Bósnia e Herzegovina (também candidato à subida) para além do 3º lugar no pódio, deu-nos a consequente medalha de bronze e a tão desejada subida à Divisão A.  Já agora vale a pena recordar este pequeno pormenor (talvez um pormaior…): pelo 3º ano consecutivo Portugal consegue a proeza de subir à Divisão A, em 3 escalões diferentes, no feminino. Por esta ordem: Sub-18 (2012, em Strumica), Sub-16 (2013, em Matosinhos) e Sub-20 (2014, em Sófia). É esta a realidade.

Na hora da comemoração é importante relembrar que estas conquistas não são obras do acaso, como se fosse um jogo de roleta, no casino. Foram fruto do trabalho sério, competente, dedicado, com muita gente envolvida, ao longo de semanas, meses, anos. Nada na vida se faz sem trabalho. Desde jogadoras, treinadores (dos clubes e dos Centros de Treino), dirigentes, seccionistas/secretários, fisioterapeutas. Para todos o nosso agradecimento, merecendo todos eles sem excepção, o nosso reconhecimento.        

 

Por entre lágrimas de satisfação, por mais esta jornada histórica do basquetebol feminino português, sentimo-nos orgulhosos por fazermos parte desta equipa e por isso dá-nos um prazer tremendo saborear e desfrutar desta alegria incontida.

 

Mas passemos à análise das peripécias que aconteceram esta manhã, a partir das 09H30 portuguesas, com muita gente a seguir em directo, a sofrer e a vibrar, através do play-by-play, no site da FIBA Europe.  Nós fomos apenas um entre muitos, disso não temos dúvidas.

 

Portugal não entrou bem no jogo. Começou logo por consentir um parcial de 0-6, como se fosse um carro que ainda tinha os motores a aquecer. Logo que acertaram com o cesto, as guerreiras lusas embalaram, respondendo com um parcial de 10-0 em 4 minutos. A eficácia lusa estava em alta e o melhor que as bósnias conseguiram foi igualar (12-12), por Babic, de lance livre, após o 1º triplo da base Dzombeta (12-11), no minuto 7. Mas as nossas representantes não abrandaram e impuseram novo parcial, desta feita de 9-0, curiosamente com um triplo pelo meio (17-12), de Joana Canastra, no minuto 9, a imitar a sua companheira Nádia Fernandes que no minuto 3 acertara uma bomba a reduzir para 5-6. O 1º período (21-14) terminava com Delic a encurtar a desvantagem adversária.

 

No 2º quarto (13-17) o seleccionado luso começou por reentrar muito bem na partida. Dois triplos consecutivos (Joana Cortinhas e Josephine Filipe) logo no minuto 11, após passes decisivos de Inês Viana e Maria Kostourkova, respectivamente, deram o mote para um parcial de 9-5, em 3 minutos, com a extremo/poste Josephine Filipe a contribuir com mais 3 pontos (1 lance livre e 1 duplo, correspondendo a uma assistência de Joana Soeiro). Era chegada a altura de o treinador bósnio para o cronómetro, no minuto 16. Com resultados práticos pois as suas jogadoras pagaram na mesma moeda, ou seja aplicaram um parcial de 0-10, em menos de3 minutos, com o resultado a encostar (30-29 no minuto 19). Na Bósnia eram Dzebo (5) e Gajic (3) a assumir as despesas da marcação de pontos, carregando com a equipa. Curiosamente seriam Joana Cortinhas (1 duplo) e Josephine Filipe (2 lances livres) que voltariam a acertar com o cesto, aliviando um pouco a pressão que se abatia sobre as nossas representantes. O intervalo chegou com Portugal no comando (34-31).                             

 

A eficácia das portuguesas continuava em bons níveis (41% nos lançamentos de campo), melhores que o habitual, concretamente nos tiros do perímetro (50%), com 4 triplos em 8 tentados, compensando a supremacia das adversárias nas tabelas (19-22 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (5-10). Nos restantes indicadores as coisas mantinham-se equilibradas, particularmente nas assistências (5-6), nos turnovers (6-6) e nos roubos (4-3).         

 

No 3º período (18-10) Portugal voltou a fraquejar, paradoxalmente depois de ter ampliado para 37-31, por intermédio de Maria Kostourkova  a finalizar um contra-ataque (36-31 no minuto 21), seguido de um lance livre convertido por Joana Cortinhas, no minuto 22. Num ápice a Bósnia respondeu com um parcial de 0-8, iniciado com uma bomba de Delic e concluído com outra da base Dzombeta, enquanto pelo meio era a melhor marcadora e ressaltadora do campeonato, Marica Gajic (1,84 m), que acertava mais um duplo. A Bósnia recolocava-se no comando (37-39), o que já não acontecia desde o minuto 3 (no 1º período), quando ainda vencia por 5-6. De imediato Eugénio Rodrigues pediu um desconto de tempo (minuto 25) e depois de Dzebo ainda ter elevado para 37-41, na conversão de 2 lances livres na em sequência de falta provocada antes do desconto pedido, feitas as necessárias rectificações, Portugal voltou a por o pé no acelerador e disparou para 52-41, fazendo um parcial de15-0, com 2 triplos pelo meio. Impensável mas verídico! Foi mais uma demonstração de força e classe do colectivo de Eugénio Rodrigues, iniciado com 1 triplo de Joana Soeiro (40-41), após passe decisivo de Joana Cortinhas, quase a expirar o minuto 25. Chelsea Guimarães (42-41), triplo de J. Cortinhas (45-41), com Joana Soeiro a assistir a sua companheira, Maria Kostourkova (47-41) num 2º lançamento após ter ganho o ressalto ofensivo, Laura Ferreira (50-41) numa jogada de cesto e falta convertida e de novo a jovem Chelsea G. (52-41). Distribuição de pontos a ser feita por 5 jogadoras diferentes (apenas uma a bisar, Chelsea), duas assistências, um contra-ataque, 2 triplos, 1 duplo e um lance livre. Por alguma razão se fala em colectivo.

 

Sentia-se que o objectivo da subida estava mais perto. Ali a 10 minutos de tempo útil. Mas as bósnias não baixaram os braços e mesmo depois de Cortinhas ter elevado a vantagem lusa para 54-41, logo no início do último quarto (20-25), correspondendo da melhor maneira a uma assistência de Nádia Fernandes, impuseram um parcial de 2-10 (56-51), iniciado com uma arrancada de 0-6, novamente graças à mão quente de Gajic, Dzebo e Babic. A reentrada da base Inês Viana no minuto 35, antes de Marica Gajic ter falhado 2 lances livres (ainda no minuto 35), foi determinante para o evoluir do resultado, dadas as características de liderança da nossa capitã. Josephine Filipe voltou a encontrar o caminho para o cesto (2 lances livres e mais um triplo) a elevar para 61-51, quase a expirar o minuto 37, na sequência de passe decisivo de Chelsea, dando a Portugal uma margem de 10 pontos, com 3 minutos para jogar. A Bósnia não desistia e reduzia o prejuízo (61-55), no minuto 38. Mas uma bomba de Laura Ferreira (64-55), à entrada do minuto 39, obrigou de imediato a uma paragem do cronómetro, pedida pelo treinador bósnio. As coisas ainda não estavam definitivamente resolvidas, mas o colectivo luso jogava com confiança e fundamentalmente acreditava que era possível vencer o jogo. Portugal jogava com o facto de o adversário já ter feito as 4 faltas da equipa e da linha de lance livre, primeiro Inês Viana (68-58), à entrada do minuto 40 e depois Josephine Filipe (72-60), com 22 segundos para jogar, não permitiam que a nossa vantagem encurtasse, mantendo-se controlada. Foi já nos segundos derradeiros, depois de novo desconto pedido pela Bósnia (a 12 segundos da buzina) que Marica Gajic selou o resultado final (72-66), com nova jogada de 2+1 (antes havia feito o mesmo, aos 72-63).       

                         

Resultado: Portugal 72-66 Bósnia e Herzegovina

 

Destaque na selecção de Portugal para as prestações de Laura Ferreira, a nossa jogadora mais valiosa (20,5 de valorização), ao somar 14 pontos, 6 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e 9 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres, seguida de Chelsea Guimarães (12 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e Josephine Filipe, a nossa melhor marcadora (15 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 5 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres). Mas a força do colectivo assentou também nos contributos de Joana Soeiro (1/1 L3, 3 assistências e 2 roubos), Maria Kostourkova (6 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento), Joana Cortinhas (1/1 L3, 2 ressaltos defensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento), Nádia Fernandes (7 ressaltos sendo 1 ofensivo e uma assistência), Inês Viana (3 assistências) e Joana Canastra (2/2 L3). Uma verdadeira equipa, que também teve no banco Inês Veiga, Mafalda Guerreiro e Cesária Ucalam, desta vez não utilizadas. 

 

A Bósnia e Herzegovina viveu muito da MVP do encontro (34,0 de valorização), Marica Gajic, que esteve à beira do triplo-duplo (21 pontos, 19 ressaltos sendo 10 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 9 faltas provocadas com 5/9 nos lances livres). Foi bem acompanhada por Nikolina Babic (14 pontos, 1/1 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas) e ainda Nikolina Dzebo (12 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo e 3 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres).                          

 

Ficha de jogo

Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)

 

Portugal (72) – Inês Viana (4), Joana Cortinhas (8), Laura Ferreira (14), Nádia Fernandes (4) e Maria Kostourkova (4); Chelsea Guimarães (12), Joana Soeiro (5), Joana Canastra (6) e Josephine Filipe (15)

 

Bósnia e Herzegovina (66) – Miljana Dzombeta (6), Nikolina Babic (14), Andela Delic (9), Marica Gajic (21) e Sara Boric (4); Nikolina Dzebo (12), Anida Corovic, Melisa Brcaninovic e Alexandra Milanovic

 

Por períodos: 21-14, 13-17, 18-10, 20-25

 

Árbitros: Emílio Perez (Espanha), Petar Denkovski (Macedónia) e Per-Kristian Larsen (Noruega)

 

Outros resultados:

8ª jornada – Roménia 37-70 Bulgária; Israel 80-46 Noruega

9ª jornada – Alemanha 75-47 Roménia; Grã-Bretanha 66-61 Israel ; Noruega 44-66 Lituânia

 

Classificação final:

1º Alemanha 8V-1D; 2º Hungria 8V-1D; 3º Portugal 7V-2D; 4º Lituânia 5V-4D; 5º Bósnia e Herzegovina 5V-4D; 6º Bulgária 4V-5D; 7º Grã-Bretanha 4V-5D; 8º Israel 3V-6D; 9º Noruega 1V-8D; 10º Roménia 0V-9D

 

Alemanha (medalha de ouro), Hungria (medalha de prata) e Portugal (medalha de bronze) sobem à Divisão A. 


Terceira vitória consecutiva

Neste domingo o Campeonato da Europa cumpre o seu primeiro dia de pausa, e na segunda feira a selecção portuguesa folga, só voltando a jogar na terça feira, dia 15 de Julho, frente à equipa da casa, a fortíssima seleção da Bósnia e Herzegovina.

Entraram bem os jovens lusos, com um parcial de 9-2, obrigando o seleccionador estónio a pedir um desconto tempo. Após esse desconto de tempo e fruto de alguma desconcentração da Seleção Nacional, os estónios conseguiram um parcial de 8-0, terminando o primeiro período na frente do marcador (9-10).
 
No segundo qurto o jogo continuou equilibrado. A um bom parcial português, respondeu a Estónia também com um bom parcial. O resultado neste período é espelho disso (18-18) chegando o jogo ao intervalo com a vantagem mínima para a Estónia (27-28).
 
O terceiro período trouxe uma selecção Estónia determinada em deixar Portugal para trás no marcador, chegando mesmo a dispor de uma vantagem de 8 pontos. Mas os jovens portugueses nunca desistiram e apesar de disputarem o terceiro jogo consecutivo (ao contrário do seu adversário que havia folgado no dia anterior), mostraram a sua raça, conseguindo fechar o período apenas com 2 pontos de desvantagem.
 
E quando se esperava que a seleção Estónia fizesse valer uma maior frescura física, eis que aparece toda a raça destes jovens jogadores Portugueses que com uma brilhante atitude defensiva e um bom controle de jogo, descobrindo sempre as melhores opções no ataque, conseguiram um parcial de 29-15, estabelecendo o resultado final em 76-64.
 
No fim do jogo o capitão João Gallina disse: "Sabiamos que ia ser um jogo bastante complicado, porque a Estónia é uma equipa com bons lançadores e que gosta bastante de fazer muitos contra ataques. Na primeira parte a história do jogo foi exactamente essa. Na segunda parte unimo-nos mais na defesa, contestamos mais tiros, garantimos o ressalto defensivo e houve maior circulação de bola no ataque e consequentemente conseguimos lançar com menor oposição, sobretudo nos lançamentos de 3 pontos. Estamos muito orgulhosos do nosso percurso até agora, mas temos a noção que ainda nos esperam jogos muito difíceis."
 

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.