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Seleção de Sub 18 Masculinos

Integrada no Grupo D do Torneio, com as equipas da Bielorússia, Luxemburgo, Montenegro e Bélgica, a jovem Seleção Nacional sabe que terá que jogar sobre constante superação, jogo a jogo, para ambicionar ficar no grupo dos 8 primeiros, onde aí poderá ter a possibilidade de disputar o sonho de subir ao grupo A.

O próximo encontro será sempre o mais importante, até porque os registos anteriores não nos dão qualquer tipo de favoritismo. No grupo onde Portugal está integrado, destacam-se a selecção da Bélgica e de Montenegro, que no ano transacto estiveram a disputar a subida ao grupo A, sendo que foram igualmente as duas primeiras classificadas do último Europeu de Sub 16.Sabendo da habitual desvantagem física “genética” que possuímos, tanto em centímetros, como em peso, comparativamente às outras equipas, procuraremos defender sempre sobre grande agressividade, pressão sobre a bola e linhas de passe, exteriores e interiores alternando defesa HxH com defesas press de 2×1 e rotações . Variantes defensivas de forma a acelerar os ritmos de jogo adversários, procurando retirá-los dos seus “hábitos” ofensivos, e eventualmente descobrir aí vantagens.Os jogadores das posições interiores terão que jogar com uma carga agressiva superior, fechando linhas de passe e lutando muito pelas posições dentro do pintado, de forma diminuir as recepções de bola adversárias nas áreas próximas do cesto, onde temos desvantagens. A percentagem de concretização será para nós decisiva, jogo a jogo, batalha a batalha, conscientes das desvantagens físicas dentro do pintado. Inevitavelmente estaremos sempre reféns da nossa eficácia do lançamento. Os ataques terão que privilegiar o movimento e as leituras constantes do jogo na procura das vantagens.Nos jogos até agora disputados recebemos bons indicadores, nas questões de atitude e disponibilidade total geral para discutir cada jogo/resultado.Sabendo de todas as dificuldades que nos esperam, lutaremos jogo a jogo pela vitória sabendo de antemão que não existem equipas, nem jogos fáceis no actual modelo de campeonato de europa, e que, momento a momento, e jogo a jogo tentaremos construir a nossa sorte.Fica o desejo que os doze jogadores joguem por eles, que disfrutem da competição, conscientes que estão a representar um País, mas isso não faz com que tenham qualquer tipo de obrigação. Pelo menos classificativa, já que na atitude e no espírito de luta só depende de nós para sermos os primeiros. Se assim for, certamente sairemos satisfeitos e ficará provado, uma vez mais, que o basquete português consegue ser competitivo.


Torneio Internacional do Caramulo

Mais detalhes na notícia.

Tendo em vista o Campeonato Europa de 2013 a ser disputado em Sarajevo na Bósnia, entre os dias 11 e 18 de Agosto, a Seleção Nacional de Sub-16 Masculinos vai disputar 2 jogos com as seleções da Irlanda e Bélgica, no Torneio Internacional do Caramulo (torneio triangular) que decorre entre os dias 17 e 19 de Julho, no Pavilhão Municipal do Caramulo. Os horários dos jogos são os seguintes:PAVILHÃO DO CARAMULO17 JULHO21H PORTUGAL X IRLANDA18 JULHO21H IRLANDA X BÉLGICA19 JULHO21H PORTUGAL X BÉLGICAPara além dos jogos do torneio, será realizado um jogo extra com a Bélgica no dia 20, no Pavilhão Municipal de Tondela às 21h.A nossa seleção conta com o seu apoio!


Palma tira ilações

Certamente que o selecionador nacional ainda terá muitos aspetos para trabalhar, se bem que nada melhor do que jogos de controlo para aferir de que forma estão a ser assimiladas as suas ideias e princípios.

Uma boa eficácia defensiva conseguiu colocar a Áustria a lançar abaixo dos 40% em ambos os jogos, a forçar bastantes turnovers, embora a maior dificuldade na defesa seja parar o bloqueio na bola central.Sem ser uma Seleção alta, o trabalho do ressalto terá de ser dos cinco jogadores que estiverem em campo, nunca podendo descurar o trabalho de bloquear após lançamento. No primeiro jogo, Portugal foi eficaz no ressalto defensivo e deficiente no segundo. O desempenho na tabela ofensiva tem sido uma das nossas debilidades, visto que temos que conseguir muito mais bolas no ressalto ofensivo. Em especial quando a equipa estiver mal no “tiro”, visto que é muito importante para a confiança dos lançadores.Nesta fase da preparação seria impossível que a equipa já estivesse afinada nos aspetos táticos, bem como se aceitam os problemas no ataque que, até certo ponto, são naturais, pois ainda foi pouco o tempo de trabalho e, como é sabido, as rotinas ofensivas levam mais tempo a serem conseguidas.Estas dificuldades foram mais notórias no segundo jogo, devido a uma muito mais baixa eficácia (comparando os dois jogos) em dois aspetos essenciais para a Seleção portuguesa – o contra-ataque e os lançamentos de 3 pontos.


Portugal cede no 2º jogo de controlo

A equipa lusa voltou a defender bem mas falhou na hora de atacar o cesto o que viria a revelar-se fatal e a custar a vitória na segunda partida de controlo realizada no bonito e funcional Pavilhão do GICA, em Águeda.

Cláudio Fonseca, autor de 16 pontos, 6 ressaltos e 4 desarmes de lançamento, esteve em bom plano. Segue-se agora o Torneio Internacional de Vila Real, de 19 a 21 de Julho, que conta com a presença, para além da Seleção Nacional, das equipas da Roménia e Bielorússia.


10 treinos cumpridos no Caramulo

Rui Alves e Hugo Matos orientam os 13 jogadores selecionados e preparam já a equipa para o Torneio Internacional do Caramulo, a decorrer entre os dias 17 e 20 de Julho.

A equipa nacional já cumpriu 10 sessões de treino e tudo tem decorrido com a normalidade esperada. “Não é novidade para nós a forma como somos recebidos aqui. Quer no Hotel do Caramulo, quer nas instalações desportivas gentilmente cedidas pela CM Tondela, as condições são excelentes” afirma Carlos Borges, team manager da seleção lusa. “Os jogadores têm mostrado uma entrega óptima e uma atitude exemplar, no treino e fora dele” assegura ainda o dirigente.


Último período foi fatal

Mas, apesar de Portugal levar duas derrotas em três jogos, nem tudo está perdido, pois ainda é possível o apuramento para a fase seguinte.

A entrada da Seleção Nacional frente à formação helvética foi a que o selecionador André Martins costuma pedir à sua equipa, mas o final acabou por deitar tudo a perder…”Entrámos muito bem, com um parcial de 16-0, mas a Suíça conseguiu recuperar e a partir daí perdemos um pouco a nossa identidade, tanto a defender como a atacar”, analisa o treinador André Martins.E prossegue: “Entrámos no último período a ganhar por três pontos, mas deixámos de funcionar. Foi um último período muito mau e a responsabilidade é minha porque no momento-chave do jogo não consegui encontrar as melhores soluções para vencer”, lamenta o técnico.Porém, nem tudo está perdido visto que, apesar de Portugal somar duas derrotas em três jogos, matematicamente ainda pode aspirar à presença na fase seguinte e, consequentemente, à luta pela promoção à Divisão A. “Os nossos objetivos mantêm-se, queremos ir aos quartos-de-final e está tudo em aberto. Temos de voltar a ter a nossa identidade dentro de campo, o que não conseguimos nestes dois jogos, bem como corrigir os erros. Uma vitória com a Holanda no próximo jogo será decisiva”, rematou.Portugal 70-90 SuíçaParciais: 20-14; 14-20; 26-24; 10-32Por Portugal alinharam e marcaram:Henrique Piedade, 4 pontos *Pedro Bastos, 9 *Emanuel Correia de Sá, 2 Júlio Silva, 2 *João Ribeiro, 13 Jonah Callenbach, 2 Miguel Cardoso, 13 João Gallina, 0 *Diogo Ventura, 6 Bruno Cabanas, 3 *Artur Castela, 5 João Grosso, 11 *Jogadores titulares


Atitude de grande letargia até ao intervalo custou-nos a derrota

Quando se acordou, após o intervalo (35-13 favorável às britânicas), já não foi possível a reviravolta, porque o adversário uniu esforços e conseguiu segurar o triunfo na ponta final (65-61).

A famigerada falta de eficácia (53%-11%) no quarto inicial (19-5) foi o prenúncio de uma tarde aziaga para a selecção portuguesa, que tardou a acertar o passo. Os primeiros 15 lançamentos de campo foram falhados e só no minuto 10 Jéssica Almeida e Jéssica Costa quebraram o feitiço e fizeram 19-3 e 19-5, depois de termos estado a perder 19-1 no minuto 9. A ausência de jogo colectivo (5-0 assistências) era também um factor negativo e que explicava o desacerto luso.No 2º período (16-8) Portugal continuou a sentir imensas dificuldades para acertar com o cesto, tendo estado mais de 4 minutos em branco, o que obrigou o treinador luso a pedir o 2º desconto de tempo (o 1º tinha sido no quarto inicial aos 9-0), à entrada do minuto 15 (23-5). Logo a seguir a inconformada Jéssica Almeida marcava o seu 2º cesto (23-7), mas depois consentimos um parcial de 10-0 (com 2 triplos pelo meio, de Florence Ward e Shequila Joseph). De lance livre reduzimos para 33-11 mas no minuto 19 Joana Jesus fixava o resultado ao intervalo (35-13). Portugal continuava com fraca eficácia (46%-12%) e mantinha-se sem qualquer assistência, contra 8 do adversário, que era melhor praticamente em todos os capítulos. Não sabemos o que sucedeu durante o descanso de 15 minutos, mas certamente que Eugénio Rodrigues deve ter puxado as orelhas às suas jogadoras. O certo é que as coisas mudaram como da noite para o dia. As nossas representantes mostraram outra atitude, acordaram da letargia em que tinham estado nos vinte minutos iniciais e recuperaram no 3º quarto (8-25) o prejuízo de 22 pontos (ao intervalo) para apenas 5 (43-38) ao cabo de 30 minutos de jogo. A eficácia nos lançamentos de campo neste 3º parcial subiu para 53%, o colectivismo surgiu (5 assistências) e provocámos mais faltas. Jéssica Almeida (11 pontos neste período) carregava com a equipa, mostrando o seu inconformismo. No último período (22-23) a reacção lusa prosseguiu até aos 50-51 (minuto 35), a única vez que Portugal esteve na frente, com o protagonismo por parte das lusas a ser repartido por Jéssica Almeida (7 pontos) e Inês Viana (6 pontos) no parcial de 7-13 imposto pela nossa equipa. Mas Rosie Hynes e Shequila Joseph não estiveram pelos ajustes e lideraram a derradeira arrancada das britânicas, até aos 63-56 já no minuto 40. Jéssica Almeida ainda acertou o seu 3º triplo (63-59) a 17 segundos da buzina, mas depois do último desconto de tempo pedido pelo seleccionador da Grã Bretanha, foi da linha de lance livre que as vencedoras não deixaram escapar a vitória que lhes assenta com inteira justiça. Resultado final: Grã Bretanha 65-61 PortugalNas vencedoras grande destaque para a dupla formada pela poste (1,92m) Harriet Ottewill-Soulsby (24,0 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo (16 pontos, 8/12 nos duplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e pela extremo-poste Shequila Joseph (23,0 de valorização) que também fez um duplo-duplo (16 pontos, 5/7 nos duplos, 1/1 nos triplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e 3 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres). Foram bem acompanhadas por Florence Ward (10 pontos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Claire Paxton (8 pontos, 4 ressaltos defensivos e 1 desarme de lançamento) e Rosie Hynes (10 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres).Na selecção portuguesa excelente prestação da base Jéssica Almeida, MVP (26,0 de valorização) e melhor marcadora do encontro (27 pontos, 8/16 nos duplos, 3/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres). Não merecia perder o jogo pelo inconformismo demonstrado. Referência também, embora sem o brilho de Jéssica, para os contributos de Laura Ferreira (9 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), Inês Viana (9 pontos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Joana Jesus (10 pontos, 2/6 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).A vitória da Grã Bretanha foi inteiramente merecida. Foi mais eficaz nos lançamentos de campo (46%-33%), tanto nos duplos (48%-37%) como nos triplos (29%-25%), ganhou a luta das tabelas (46-36 ressaltos), designadamente na tabela defensiva (35-23), foi mais colectiva (10-8 assistências) e conseguiu mais desarmes de lançamento (4-0). Por seu turno Portugal ganhou a tabela ofensiva (11-13 ressaltos), cometeu menos erros (18-8 turnovers), roubou mais bolas (5-9) e foi mais eficaz da linha de lance livre (55%-59%). Nas faltas provocadas registou-se um empate (18-18). Ficha de jogoSport Hall em Albena Grã Bretanha (65) – Rosie Hynes (10), Florence Ward (10), Billie Lucas (4), Shequila Joseph (16) e Harriet Otewill-Soulsby (16); Hillary Wood, Claire Paxton (8), Melita Emanuel (), Kaitlyn Lewis (1) e Whitney AllenPortugal (61) – Jéssica Almeida (27), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (9), Inês Pinto (2) e Nádia Fernandes; Inês Viana (9), Joana Canastra, Mafalda Guerreiro e Jéssica Costa (4)Por períodos: 19-5, 16-8, 8-25-, 22-23Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Vaclav Lukes (CZE) e Iskren Manolov (BUL)Outros resultados da 9ª jornada: Israel 67-59 Roménia Bélgica 79-52 Macedónia Letónia 71-74 BulgáriaClassificação final:1º Bélgica 8V-0D-16 pts2º República Checa 7V-1D-15 pts3º Letónia 6V-2D-14 pts4º Portugal 4V-4D-12 pts5º Bulgária 4V-4D-12 pts6º Israel 3V-5D-11 pts7º Macedónia 3V-5D-11 pts8º Grã Bretanha 2V-6D-10 pts9º Roménia 0V-8D-8 pts


1º Período comprometedor

Este resultado deveu-se em grande parte a uma entrada em campo displicente por parte dos jovens portugueses. Incapaz de parar as penetrações adversárias, pouco agressiva na forma como defendia os jogadores interiores, bem como apáticos na transição defensiva. No ataque, o tiro exterior a não aparecer, e muitos problemas para conseguir ultrapassar as trocas defensivas da equipa adversária. Todo somado, fazia com que no final do 1º período Portugal perdesse por 7-21.Com o início do segundo período os comandados de Carlos Seixas elevaram a sua intensidade defensiva, pressionavam os jogadores adversários, forçando algumas perdas de bola, bem aproveitadas para finalizar em contra-ataque. No final do 1º tempo, Portugal continuava em desvantagem, ainda que por uma diferença menor 26-38.No começo da etapa complementar os jovens Lusos demonstraram estar dispostos a discutir o resultado. Com o tiro exterior a cair, a agressividade defensiva a manter-se, naturalmente o jogo foi ficando cada vez mais fechado. No final do terceiro período Portugal já só perdia por 48-51.A 19 segundos do fim e a perder por 2 pontos, Portugal tinha a posse de bola para empatar ou mesmo vencer o jogo, no entanto não foi feliz, acabando por falhar um lançamento de 3 pontos. Nota para a inconsistência do colectivo Luso, que após um bom jogo contra a seleção romena no dia anterior, não foram capazes de entrar focados no jogo, andando sempre “atrás do prejuízo”. Nota também para a percentagem perfeita da linha de lance livre do colectivo luso (13/13). Pela equipa portuguesa jogaram:Krassimir Pereira: 2 ress. def, 2 rbJoão Guimarães: 2 pts 1 ress. ofSérgio Silva: 11 pts, 2 ress. def. 1 rbPedro Marques: 8 pts, 5 rb, 1 ass. 1 ress. ofPedro Meireles: 12 pts, 2 ress. def, 1 ress. of, 1rbLuís Câmara: 3 ress. defBenvindo Mendes: 5 pts Isaías Insaly: 2 pts, 4 ress. def, 1 ress. ofFrancisco Amiel: 3 pts, 1 rbDiogo Gameiro: 9 pts, 1 ress. def. 3 rbNuno Ferreira: 13 pts, 1 ress. def, 2 ress. of


Portugal superior à Áustria

Com a qualificação para o Eurobasket’2015 no horizonte, a equipa liderada por Mário Palma bateu sem grandes problemas, em Águeda, os austríacos por 78-61.

O bom começo da equipa portuguesa (22-13) foi o mote para a primeira vitória nesta fase de preparação, sendo que o triunfo assentou numa boa prestação defensiva coletiva (apenas 61 pontos sofridos). O técnico Mário Palma fez rodar todos os jogadores, até porque, neste período de preparação, é de extrema importância colocar todos os atletas no seu melhor ritmo competitivo.João Betinho Gomes foi o melhor marcador com 18 pontos, , que foi, assim, o melhor marcador do encontro, mas não foi o único jogador nacional a terminar o encontro na casa das dezenas em pontos marcados. Carlos Andrade e João Balseiro, ambos com 11 pontos, e José Silva com 10 pontos, destacaram-se igualmente no capítulo ofensivo.


Terceiro quarto (9-20) sentenciou a partida a favor da Bélgica

São estas portanto as equipas que sobem à Divisão A. Portugal terá de contentar-se com a 4ª posição, consequência directa da 3ª derrota, esta noite, frente à Bélgica. Mesmo que a Letónia perca amanhã o seu último jogo, com a Bulgária, na pior das hipóteses fica em igualdade pontual com Portugal, mas com vantagem no confronto directo.

O jogo que decidiu o destino das portuguesas mostrou logo no quarto inicial (7-15) uma das armas mortíferas das belgas: o seu jogo exterior (3 triplos em 8 tentativas), com Mestdagh (2/4) em destaque. Aliás não é por acaso que a extremo belga de 1,78 m, a uma jornada do fim da competição, detém a 2ª melhor % de lançamentos de 3 pontos (43,9%). Hoje fez 5 em 9 (excelentes 56%), sendo por aí que se começou a desenhar o 7º êxito das já virtualmente campeãs. Portugal, por seu turno, revelou a sua fraca eficácia (1/12 nos lançamentos de campo), marcando 5 pontos da linha de lance livre, onde por sinal, esteve muito bem ao longo da partida.No 2º período (15-15) o seleccionado luso reagiu como lhe competia, melhorando a eficácia de lançamento (passou para 33%) com Jéssica Almeida e Joana Jesus a serem as marcadoras de serviço, enquanto por banda das belgas eram Mestdagh e Vanloo que assumiam as despesas, com a primeira a converter mais uma bomba (3/6) e Vanloo, desastrada nos triplos (terminou com 1/7) a optar pelos lançamentos de 2 pontos. Ao intervalo (22-30) a vantagem da Bélgica era conseguida fundamentalmente pela maior eficácia nos lançamentos de campo (21%-39%), já que Portugal ganhava as tabelas (19-17 ressaltos) e tinha mais faltas provocadas (9/6). O jogo decidiu-se no 3º quarto (9-21). Baixando novamente a eficácia para 22% as nossas representantes foram incapazes de neutralizar a artilharia belga (mais 3 triplos), que em termos de lançamentos de campo estiveram muito bem neste parcial, com 6/10 (60%). A vantagem adversária subiu para 20 pontos (51-31) ao cabo de 30 minutos jogados, depois de as lusas terem consentido um parcial de 0-9 em 3 minutos a partir dos 31-42.No último período (22-13), o único parcial ganho pela nossa equipa, Portugal encheu-se de brios e foi capaz de encetar interessante reacção, depois de a diferença ter subido para 23 pontos (31-54), ao impor um parcial de 7-0 (triplo de Joana Canastra e 2 duplos consecutivos de Laura Ferreira), o que obrigou o seleccionador belga Philip Mestdagh a parar o cronómetro no minuto 34 (40-56) para travar a embalagem lusa. O 5º triplo de Mestdagh surgiu logo de seguida (40-59), mas as comandadas de Eugénio Rodrigues não baixaram os braços e com a poste Jéssica Costa em evidência (6 pontos em 6 minutos e meio, com 2 duplos em segundos lançamentos após ressaltos ofensivos conquistados por si), conseguiram encurtar o prejuízo para os 11 pontos finais (53-64).Destaque nas vencedoras para um trio, responsável por 56 (87,5%) dos 64 pontos da equipa: Hanne Mestdagh, MVP do encontro (31,5 de valorização) que fez um duplo duplo ao contabilizar 21 pontos, 2/3 nos duplos, 5/9 nos triplos, 14 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres); Julie Vanloo (15,0 de valorização) ao anotar 19 pontos, 6/10 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 5 assistências e 5 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres; Sien Devliegher (14,0 de valorização) que terminou com 16 pontos, 2/3 nos duplos, 2/2 nos triplos, 1 ressalto defensivo, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 6/6 nos lances livres. Nas portuguesas, a mais valiosa foi Laura Ferreira (16,0 de valorização) ao somar 13 pontos, 4/6 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Inês Pinto (2 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Nádia Fernandes (6 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento), a já referida Jéssica Costa (6 pontos, 2/3 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres) e Inês Viana (3 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres).A vitória belga assentou como já dissemos na maior eficácia nos lançamentos de campo (30%-42%), repartida pelos duplos (30%-41%) e triplos (29%-44%) e no maior colectivismo (6-12 assistências). Destaque para o acerto da linha dos 3 pontos (10 triplos em 23 tentativas). Por seu turno Portugal ganhou a luta das tabelas (37-32 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (16-8), fez mais desarmes de lançamento (5-1) e provocou mais faltas (16-13)., com muito bom aproveitamento na linha de lance livre (94%-86%), ao falhar apenas uma de 16 tentativas, enquanto as adversárias desperdiçaram 2 em 14 tentados. Equilíbrio nos turnovers (11 para cada lado) e ligeira supremacia belga nos roubos (5-6). Resultado final: Portugal 53-64 Bélgica Ficha de jogoSport Hall em Albena Portugal (53) – Jéssica Almeida (6), Joana Jesus (12), Laura Ferreira (13), Inês Pinto (2) e Nádia Fernandes (6); Inês Viana (3), Joana Canastra (3), Mafalda Guerreiro (2) e Jéssica Costa (6)Bélgica (64) – Julie Vanloo (19), Heleen Adams (3), Sien Devliegher (16), Hanne Mestdagh (21) e Evi Heyse; Natacha Doppée, Lien Delmulle (3), Jolien Goyvaerts (2), Camille Lebrun e Lèa LonayPor períodos: 7-15, 15-15, 9-21, 22-13Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Petar Denkovski (MKD) e Simon Unsworth (ENG)Outros resultados da 8ª jornada:Macedónia 48-71 Letónia; Roménia 67-69 Grã Bretanha; Bulgária 59-69 República Checa Jogos para a 9ª e última jornada:(13H45) Israel-Roménia (16H00) Bélgica-Macedónia(18H15) Grã Bretanha-Portugal(20H30) Letónia-Bulgária Classificação (após a 8ª jornada)1º República Checa 7V-1D-15 pts2º Bélgica 7V-0D-14 pts3º Letónia 5V-2D-12 pts4º Portugal 4V-3D-11 pts5º Macedónia 3V-4D-10 pts6º Bulgária 3V-4D-10 pts7º Israel 2V-5D-9 pts8º Grã Bretanha 1V-6D-8 pts9º Roménia 0V-7D-7 pts


Portugal muito perto da vitória

Apesar de terem começado melhor, no final do 1º período venciam por oito pontos (23-15), e de terem estado na frente do marcador até entrada do derradeiro quarto (49-46), os últimos 10 minutos não correram bem aos comandados de André Martins.

Na equipa portuguesa, Artur Castela esteve em bom plano (16 pontos e 7 ressaltos), o mesmo sucedeu com João Grosso, autor de 13 pontos e 8 ressaltos. Miguel Maria (12 pontos) esteve bem a assistir (4 assistências), e Pedro Bastos (12 pontos) muito eficaz da linha de três pontos (4/5).A equipa portuguesa volta a entrar em ação este domingo, às 17.15 horas, frente à Seleção da Suíça, num encontro em que esperemos que Portugal consiga regressar às vitórias.Portugal 68-70 BélgicaParciais: 23-15; 17-18; 9-13; 19-24Por Portugal alinharam e marcaram:Henrique Piedade, 2 pontosPedro Bastos, 12 *Emanuel Correia de Sá, 2 Júlio Silva, 0João Ribeiro, 2 *Jonah Callenbach, 7 *Miguel Cardoso, 12João Gallina, 0 Diogo Ventura, 0 Bruno Cabanas, 2 *Artur Castela, 13 *João Grosso, 16*Jogadores titulares


Portugal bate Roménia

Na cidade Sérvia de Novi Sad Portugal revelou, especialmente durante a primeira parte, eficácia no tiro de longa distância, bem como conseguiu defender de forma agressiva, o que se materializou em 19 roubos de bola. Mais um pequeno passo na preparação de Portugal, seguindo-se novo jogo este domingo, pelas 18 horas locais, naquele que será o último encontro de preparação antes do início do Europeu (a realizar em Strumica, Macedónia), frente à Dinamarca.

Não demorou muito tempo para que o conjunto português conseguisse impor um ritmo defensivo forte, provocando inúmeros turnovers na equipa romena. O resultado começava a desequilibrar-se (final do 1º período o marcador registava 27-18, favorável a Portugal), sendo que a defesa zona 1x3x1 da Roménia passou a ser o obstáculo a ultrapassar. Mas a boa eficácia nos lançamentos de 3 pontos, assim como o aproveitamento de situações de superioridade numérica, colocavam Portugal, ao intervalo, na frente do marcador por 50-32.Na etapa complementar, a rotação dos jogadores manteve-se, com todos a jogarem 20 minutos, uma vez que Isaias Insaly e Daniel Relvão não jogaram, se bem que a prestação defensiva não tenha sido tão bem conseguida. Apesar da aproximação no marcador, os romenos nunca foram capazes de baixar os 10 pontos de diferença.Os tiros de longa distância não caiam com tanta frequência, pelo que a paciência ofensiva para atacar a zona e a exploração do contra-ataque foram as armas utilizadas por Portugal para segurar a vantagem pontual.Por períodos:1º: 27-182º: 23-143º: 12-204º: 20-11Por Portugal jogaram: Krassimir Pereira, João Guimarães (6 ressaltos), Sérgio Silva (12 pontos e 3 ressaltos), Pedro Marques (6 pontos, 6 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências), Pedro Meireles (11 pontos e 4 ressaltos), Luís Camara (13 pontos, 2 roubos de bola e 2 assistências), Benvindo Mendes (4 pontos e 2 ressaltos)Francisco Amiel (19 pontos, 3 roubos de bola e 2 ressaltos), Diogo Gameiro (12 pontos, 3 assistências e 3 roubos de bola) e Nuno Ferreira (5 pontos e 5 ressaltos).


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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