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Entrada com o pé direito

A equipa treinada por André Martins bateu na primeira jornada do Grupo B a Finlândia, por confortáveis 93-71. Segue-se a Bélgica.

Os jogos de preparação já tinham dado boas indicações, mas o selecionador nacional fez questão de avisar os seus jogadores de que a competição a sério seria diferente e que não se podia facilitar. Os jovens portugueses apreenderam a mensagem de André Martins e bateram a Finlândia fazendo uso de três armas importantes: bom arranque, confiança e defesa.“Começámos bem a competição. Conseguimos preparar bem o jogo e o facto de só termos sofrido 23 pontos na primeira parte foi decisivo. Conseguimos parar os pontos fortes da Finlândia e jogámos coletivamente”, constata André Martins.Mas tal como tinha sucedido na preparação, o treinador não quer que os seus jogadores se deixem deslumbrar com este primeiro resultado positivo até porque, recorda, o Europeu não termina aqui. “Não viemos à Roménia para ganhar apenas um jogo, temos objetivos. Por isso há que pensar já no próximo encontro, com a Bélgica, que certamente vai ser bem mais difícil que o de hoje. Eles também vêm de uma vitória e quem ganhar pode ficar numa posição privilegiada no que diz respeito à próxima fase”, alerta o técnico, acrescentando: “Estivemos bem, os atletas foram de uma entrega fantástica, mas foi apenas um jogo.”Finlândia 71-93 PortugalParciais: 11-18; 12-25; 21-31; 27-19Por Portugal alinharam e marcaram: Henrique Piedade, 13 pontosPedro Bastos, 10*Emanuel Correia de Sá, 4Júlio Silva, 2João Ribeiro, 5*Jonah Callenbach, 9*Miguel Cardoso, 14João Gallina, 0Diogo Ventura, 7Bruno Cabanas, 4*Artur Castela, 13*João Grosso, 12*Jogadores titulares


Com eficácia tão fraca (21%) seria difícil ganhar

Claro que até ao lavar dos cestos ainda é vindima, mas neste momento passamos a depender de terceiros para alcançarmos o nosso objectivo (a subida à Divisão A).

A Letónia tem ainda dois compromissos complicados, frente a adversários muito lutadores (Macedónia e Bulgária), mas o calendário que se apresenta às nossas representantes também não é fácil, nomeadamente o embate de amanhã contra uma Bélgica ainda invicta. Mas vamos manter a chama da esperança ainda acesa.Já se sabia que eram dois galos para o mesmo poleiro (o 3º lugar), mas a Letónia apresentava índices físicos superiores ( 5 jogadoras acima do 1,80 m, sendo uma com 1,92 m) e um lote de boas lançadoras do perímetro (Jakobsone e Fomina, em especial).No 1º período Portugal não se intimidou, jogando taco a taco desde o minuto inicial. Toada de parada e resposta até aos 6-6 (minuto 5), com as portuguesas a adiantarem-se (6-10) no minuto 7, para terminarem na frente (8-11). Defendendo da forma habitual (1-4 roubos) e lutando nas tabelas com determinação (13-10 ressaltos), o seleccionado luso equilibrava as coisas em termos de eficácia de lançamentos de campo (27% para cada lado). No 2º quarto (11-5) as nossas representantes baixaram drasticamente a eficácia, com 2/19 (11%) em termos de lançamentos de campo, contra 40% (5/15) do adversário, convertendo apenas um triplo por Joana Jesus (12-14, no minuto 15) e um duplo da autoria de Joana Canastra, a 49 segundos do intervalo, ambas as situações em contra ataque. Começava a acentuar-se a supremacia da Letónia nas tabelas (31-19 ressaltos), quando se atingiu o intervalo (19-16).No 3º período (10-11) as operações continuaram equilibradas, mas Portugal continuava a precisar de mais posses de bola para atingir os mesmos objectivos que as opositoras, ou seja para marcar pontos. Melhorou ligeiramente a eficácia lusa (30%-20%) nos lançamentos de campo, mas as letãs tinham a pontaria mais afinada da linha dos 3 pontos (3 contra 2 triplos convertidos), com Fomina e Jakobsone a confirmarem as suas credenciais, cada uma com o seu triplo.Entrando no último quarto (17-17) a perder por 2 pontos (29-27), as comandadas de Eugénio Rodrigues não viraram a cara à luta e com Jéssica Almeida a fazer passes decisivos para o 3º triplo de Joana Jesus (32-32, no minuto 33) e para a única bomba de Inês Viana (32-35, no minuto 35), Portugal mantinha o jogo em aberto. Até final sucederam-se as situações de igualdade (35-35, 37-37, 40-40, 42-42 e 44-44) e o seleccionado luso esteve na frente por 4 vezes (35-37, 37-39. 40-41 e 40-42). Seguiu-se a dança habitual dos descontos de tempo (2 para cada lado) e o equlíbrio seria desfeito a 12 segundos da buzina por intermédio da MVP Lagzdina, que selou o triunfo da Letónia ao corresponder da melhor maneira a mais uma assistência da base Fomina (terminou com 4 passes decisivos, liderando o respectivo ranking com uma média de 4,8). A 2 segundos do termo o treinador luso ainda parou o cronómetro, mas o melhor que se conseguiu foi uma tentativa de triplo por Nádia Fernandes, sem êxito, já que foi abafada por Fomina. Resultado final: Letónia 46-44 PortugalDestaque nas vencedoras para as actuações de Guna Lagzdina, MVP e melhor ressaltadora da partida (17,5 de valorização) ao contabilizar 8 pontos, 4/6 nos duplos, 12 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas e de Ilze Jakobsone (16,5 de valorização), melhor marcadora do encontro, que somou 14 pontos, 3/6 nos triplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres. Foram bem secundadas pela base Kate Kreslina (8 pontos, 4/4 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo e 4 faltas provocadas) e por Paula Langina (4 pontos, 9 ressaltos defensivos, uma assistência e uma falta provocada). Na selecção de Portugal a mais valiosa foi a base Inês Viana (14,0 de valorização) que saltou do banco para terminar com 10 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 5 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres, logo seguida por Inês Pinto (4 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas) e Jessica Almeida (8 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Bons contributos de Nádia Fernandes (8 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e 3 roubos) e Laura Ferreira (8 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 2 roubos) na luta das tabelas, além da atiradora Joana Jesus, melhor marcadora da equipa (11 pontos, 3/7 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e uma assistência), mas todas as três com as respectivas valorizações penalizadas pela fraca eficácia nos lançamentos de 2 pontos.A vitória da Letónia justifica-se por ter sido bastante mais eficaz nos lançamentos de 2 pontos (42%-21%) e também por ter ganho a luta das tabelas (51-47 ressaltos), particularmente a tabela defensiva (40-28 ressaltos), compensando assim o maior número de turnovers (19-6). Foi ainda mais colectiva (10-8 assistências) e conseguiu também ser ligeiramente mais eficaz nos tiros do perímetro (25%-22%), com 5 triplos convertidos em 20 tentados, contra 4 das portuguesas em 18 tentativas. Ao invés Portugal revelou grande segurança no controlo de posse da bola (apenas 6 turnovers), lutou bravamente na tabela ofensiva (11-19 ressaltos ofensivos), roubou mais bolas (2-12) e provocou mais faltas (12-16), embora tenha sido demasiado perdulário da linha de lance livre (apenas 56%) ao desperdiçar 8 lances em 18 tentativas. Mas a grande pecha foi a fraquíssima eficácia nos lançamentos de 2 pontos (21%), metade da conseguida pelo adversário, de nada valendo o facto de ter usufruído de mais posses de bola (fez 71 lançamentos de campo, mais 15 que a Letónia). Ficha de jogoSport Hall em AlbenaLetónia (46) – Asnate Fomina (8), Kate Kreslina (8), Sabine Dukate (4), Guna Lagzdina (8) e Paula Tomsone; Ilze Jakobsone (14), Ance Aizsila, Kate Aizsila e Paula Langina (4)Portugal (44) – Jéssica Almeida (8), Joana Jesus (11), Laura Ferreira (5), Inês Pinto (4) e Nádia Fernandes (1); Inês Viana (10), Joana Canastra (3) e Mafalda Guerreiro (2)Por períodos: 8-11, 11-5, 10-11, 17-17Árbitros: Oliver Krause (GER), Peter Denkovski (MKD) e Mila Cavara (BIH) Ouros resultados:6ª jornada: Macedónia 64-60 Bulgária; Roménia 55-93 Letónia 7ª jornada: Grã Bretanha 43-49 Israel; República Checa 65-49 Macedónia; Bélgica 68-58 Roménia Jogos para amanhã (8ªjornada): (13H45) Macedónia-Letónia (16H00) Roménia-Grã Bretanha (18H15) Bulgária-República Checa (20H30) Portugal-Bélgica Classificação após a 7ª jornada:1º República Checa 6V-1D-13 pts2º Bélgica 6V-0D-12 pts3º Letónia 4V-2D-10 pts4º Portugal 4V-2D-10 pts5º Bulgária 3V-3D-9 pts6º Macedónia 3V-3D-9 pts7º Israel 2V-5D-9 pts8º Grã Bretanha 0V-6D-6 pts9º Roménia 0V-6D-6 pts


Portugal vence Dinamarca

No pavilhão da equipa FMP, uma das melhores escolas de formação europeia, o conjunto nacional conseguiu uma boa vitória, frente a um adversário que no último Europeu, embora tenha descido, competiu na Divisão A. O próximo jogo, desta vez em Novi Sad, cidade onde Portugal se encontra a estagiar, será este Sábado, às 18 horas, contra a Seleção da Roménia.

A equipa portuguesa voltou a não entrar bem no jogo, passiva na forma como defendia, a permitir que a bola chegasse com facilidade aos jogadores interiores da Dinamarca. As constantes trocas defensivas por parte dos dinamarqueses colocavam problemas acrescidos ao ataque português, que levou algum tempo a perceber como tirar vantagens desse facto.Se no final do 1º período, a vantagem da Dinamarca era de onze pontos (21-10), no segundo período a formação portuguesa mudou a sua atitude defensiva, mais agressiva sobre a bola, a tentar fechar linhas de passe, sobretudo aos postes adversários. O intervalo chegava com o marcador a registar um empate, a 30 pontos.No inicio da etapa complementar, Portugal fugiu para 10 pontos de vantagem, mas um parcial de 12-2 recolocava os dinamarqueses na discussão do jogo. Apesar da irregularidade de rendimento dos jovens nacionais, a verdade é que nos momentos finais Portugal foi mais forte, sobretudo porque soube defender bem, e no ataque conseguiu circular a bola com sucesso à procura do jogador livre, e em melhor posição para atirar ao cesto.


14 jogadoras em estágio na Cruz Quebrada até dia 19

As 14 convocadas são as seguintes:Joana Soeiro (Algés), Susana Lopes (SC Coimbrões), Catarina Cavaco (Juventude VRSA), Francisca Meinedo (CPN), Mª Inês Santos (Física de Torres), Simone Costa (Algés), Sofia Pinheiro (AD Ovarense), Ana Sofia Moniz (CPN), Joana Cortinhas (Académico FC), Joséphine Filipe (Olivais FC), Mafalda Marques (SIMECQ), Emília Ferreira (GDESSA), Inês Veiga (Amigos do Calvão) e Sara Dias (CD Póvoa)Este primeiro estágio que tem a duração de 9 dias, terminando no próximo dia 19, após o almoço, engloba treinos bidiários no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana), com excepção do primeiro (só à noite) e do último dia (só de manhã). Recorde-se que nesta selecção ainda faltam Laura Ferreira (GDESSA), neste momento a participar no Europeu de Sub-20 que está a decorrer na Bulgária e a dupla de postes Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Chelsea Guimarães (Algés), que integram a selecção de Sub-16 que disputará o Europeu respectivo, de 1 a 11 de Agosto, em Matosinhos. Staff de responsáveisMariyana Kostourkova (seleccionadora)Ana Margarida Faria (treinadora adjunta) Maria José Pires (fisioterapeuta)Pinto Sebastião (apoio logístico)José Tolentino (dirigente)


«Era ótimo ficar nos 8 primeiros»

Portugal está incluído no Grupo A, juntamente com Macedónia, Noruega, Estónia, Finlândia e Bulgária.

Na última participação conseguiram o brilharete de ter ficado entre as oito melhores equipas do Europeu. Quais são as expectativas para este Campeonato da Europa? No escalão de sub-16 é sempre muito complicado fazer previsões, dado que é a primeira vez que a geração compete. As expectativas passam por dar o máximo até ao limite das nossas forças. Era ótimo conseguirmos ficar novamente nos 8 primeiros. Claro que alimentamos sempre o sonho de atingir o pódio e consequentemente a subida à divisão A, mas não é possível assumir um compromisso com os resultados, só com o empenho e o trabalho. Quanto mais duro trabalharmos mais sorte teremos!Nestas idades as Seleções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no campeonato de sub-16? Há um aspeto muito positivo com a nossa seleção que é o facto de um terço dos elementos da equipa já terem participado no Europeu do ano passado. Aliás, mais do que participar, tiveram mesmo um papel importante na equipa. O desafio que esta preparação nos coloca é diminuir ao máximo a heterogenia da equipa no sentido de chegarmos à competição e não sofrermos uma quebra muito grande entre o 5 inicial e o banco. Para disputarmos 9 jogos em 11 dias precisamos de todos.O período de preparação já está programado? Está prevista alguma competição internacional antes do início do Europeu? Apesar dos cortes orçamentais e de todas as dificuldades associadas, há que enaltecer o esforço e a visão da direção da FPB, que conseguiu manter quase a totalidade do programa previsto. Vamos começar o estágio a 9 de Julho, no Caramulo. No mesmo local, e em Tondela, vamos realizar um torneio triangular com as seleções da Irlanda e Bélgica, entre os dias 17 e 19 de Julho. Depois, no início de Agosto, jogaremos em Liége com a Geórgia, a Suíça e a Bélgica novamente. De lá já seguimos diretos para Sarajevo onde jogaremos com a Bósnia 3 dias antes do início do campeonato. É certo que ainda estamos longe dos 20 e mais jogos que algumas seleções conseguem fazer, mas se compararmos com os últimos anos, em termos de jogos internacionais estamos bem servidos. Um comentário sobre as outras equipas que fazem parte do Grupo A. Quais, em teoria, as que terão mais hipóteses de chegar aos oito primeiros? Tendo em conta que a geração nunca competiu, a teoria só pode ter por base as classificações dos últimos anos. A pensar assim, a Bulgária parece ser a equipa mais temida, tendo em conta que há apenas dois anos estava na divisão A. Finlândia será, historicamente, a outra favorita à passagem aos quartos. A seleção da Macedónia ganhou-nos no ano passado e ficou à nossa frente na classificação, mas muito à conta de dois jogadores que já são sub-18. Sobram Noruega e Estónia que, habitualmente, se têm classificado abaixo de nós, o que não lhes retira a possibilidade de serem uma surpresa. O resultado do primeiro jogo frente à Estónia poderá ter um peso importante no desempenho de Portugal nesta primeira fase de grupos? Num grupo de 6 equipas como o nosso, em que vamos estar privados de dia de descanso, cada um dos primeiros 4 jogos tem um peso importantíssimo. Há a curiosidade pessoal do meu primeiro jogo num europeu (em 2004) ter sido precisamente com a Estónia. Na altura vencemos 74-63… era bom repetir o resultado este ano.


Quebrada a invencibilidade das Sub-20 lusas no Europeu

O conhecimento prévio do adversário, pois as duas selecções já se haviam defrontado este Verão, com 3 vitórias checas em outros tantos embates, prenunciava um jogo recheado de dificuldades, em função dos pontos fortes do adversário (superioridade de estatura e boas lançadoras de 3 pontos).

Outro factor que jogava contra nós era o facto de a República Checa, uma das duas candidatas mais fortes à subida (a outra é a Bélgica que ainda se mantém invicta), já somar uma derrota, precisamente contra as belgas. Um resultado negativo para as checas complicava bastante as contas para atingirem o objectivo. A vitória da República Checa (58-51) acabou por não surpreender ninguém. Excelente o comportamento das nossas representantes, porque, sempre a correr atrás do prejuízo desde o final da 1ª metade (22-25), nunca desistiram, lutando com todas as suas forças para encostarem o resultado. No 1º período (11-10), o único que Portugal venceu, as lusas não cometendo erros, conseguiram equilibrar as operações nas tabelas (15-17 ressaltos), defendendo bem (2 roubos) e assim uma toada alternada possibilitou a Jéssica Almeida colocar a nossa equipa na frente a 14 segundos da buzina. No 2º quarto (11-15) o equilíbrio desfez-se quando duas bombas consecutivas, de Vyoralová e Mircová , respectivamente nos minutos 13 e 14, operou a reviravolta (15-20), obrigando Eugénio Rodrigues a parar o cronómetro, para que o adversário não fugisse mais no marcador. Isso foi conseguido porque impusemos um parcial de 7-2 até ao minuto 20 (22-22 a 41 segundos da buzina). A igualdade seria desfeita para o lado das checas quando Mircová acertou o seu 2º triplo (22-25), a 23 segundos do intervalo.A diferença registada no final da 1ª parte explicava-se devido aos 8 turnovers feitos pela nossa equipa no 2º quarto (contra nenhum nos 10 minutos iniciais) e pelo maior acerto do adversário nos tiros do perímetro (37,5%), com 3 triplos em 8 tentados, contra apenas um em cinco tentativas (20%) das nossas representantes.No 3º período (12-16) as comandadas de Eugénio Rodrigues passaram a sentir maiores dificuldades a partir do minuto 23 (24-27) quando as duas jogadoras adversárias mais influentes (Satoranská e Vyoralová) acertaram mais dois triplos no parcial de 2-7, com o treinador luso a pedir novo desconto de tempo no minuto 25 (aos 26-34). A desvantagem subiria ainda para 10 pontos (26-36, 29-39 e 31-41), mas Joana Canastra, numa jogada de 2+1 reduzia para 34-41 a 48 segundos do termo do 3º período.No derradeiro quarto (17-17) a República Checa chegou à maior diferença (12 pontos) no minuto 34 (38-50). Foi o ponto de partida para uma enérgica reacção da selecção portuguesa que com Jéssica Almeida assumir as despesas no tocante à marcação de pontos colocou a equipa anfitriã em sentido, após um parcial de 8-2. Acto contínuo a seleccionadora checa Romana Ptackova parava o cronómetro aos 46-52, à entrada do minuto 38. Por banda das adversárias era Thérese Vyoralová (9 pontos neste período) que carregava com a sua equipa fazendo 2 cestos consecutivos (46-54 e 46-56), obrigando o seleccionador luso a esgotar os descontos de tempo, no minuto 39. O 2º triplo de Joana Jesus, após passe decisivo de Jéssica Almeida, ainda no minuto 39 (49-56) e depois 2 lances livres convertidos por Jéssica Almeida (51-56) obrigaram também a treinadora checa a esgotar os descontos de tempo, para se colocar a coberto de qualquer surpresa, o último a 17 segundos da buzina. A MVP Monika Satoranská selaria o resultado final da linha de lance livre.Resultado final: Portugal 51-58 República Checa Destaque nas vencedoras para as prestações de Monika Satoranská, MVP (24,0 de valorização) e melhor ressaltadora do encontro, ao fazer um duplo-duplo (16 pontos, 2/3 nos triplos, 12 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Thérese Vyoralová , melhor marcadora da partida (18 pontos, 3 /4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e 7 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres) e Beáta Adamcová (8 pontos, 4/6 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 4 desarmes de lançamento e uma falta provocada). No seleccionado luso a mais valiosa (16,0 de valorização) foi Nádia Fernandes (7 pontos, 11 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), seguida de Jéssica Almeida (15 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). A vitória da República Checa foi baseada fundamentalmente na maior eficácia da linha de 3 pontos (23%-33%), com 7 triplos convertidos contra apenas 3 das portuguesas, na superioridade nas tabelas (45-50 ressaltos), nomeadamente na tabela defensiva (27-31), por ter sido mais colectiva (9-12 assistências) e por ter conseguido mais desarmes de lançamento (1-8).Portugal roubou mais bolas (10-7) e provocou mais faltas (18-15), com o aproveitamento na linha de lance livre a ser muito semelhante (77%-79%), pois enquanto as nossas representantes falharam 3 tentativas em 13, as checas desperdiçaram o mesmo número de lances livres em 14 tentados. Nos restantes indicadores houve muito equilíbrio, particularmente nos turnovers (15 para cada lado) e nos lançamentos de 2 pontos (30% para ambos). Ficha de jogo Sport Hall em Albena Portugal (51) – Jéssica Almeida (15), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (4), Inês Pinto (1) e Nádia Fernandes (7); Inês Viana (3), Joana Canastra (7), Mafalda Guerreiro (4), Jéssica Costa e Joana Alves República Checa (58) – Eliska Mircová (10), Barbora Samková, Tereza Vyoralová (18), Beáta Adamcová (8) e Monika Satoranská (16); Pamela -Therese Effongova (4), Nada Salacová, Radka Brhelová, Anezka Skokanová, Petra Bakajsová e Aneta Mainclová (2) Por períodos: 11-10, 11-15, 12-16, 17-17Árbitros: Oliver Krause (GER), Alin Faur (ROU) e Nikola Perlic (CRO) Outros resultados da 6ª jornada: Israel 39-61 BélgicaAmanhã é o 2º dia de descanso da competição. Jogos da 7ª jornada (6ª feira):(13H45) Grã Bretanha-Israel (16H00) República Checa-Macedónia (18H15) Letónia-Portugal(20H30) Bélgica-Roménia


Solidariedade em tempos de crise

Que o diga o atleta Krassimir Pereira, já que durante o estágio realizado pelos Sub-18 em Paços de Ferreira, viu, em parte, resolvidos os seus problemas da visão. A Federação Portuguesa de Basquetebol agradece ao Centro Óptico Vale do Sousa, na pessoa da Manuela, bem como a simpatia e grande coração da Sílvia, que fizeram questão de oferecer lentes de contacto e óculos ao atleta nacional.

Ninguém poderia ficar indiferente à alegria estampada no rosto do jogador, que pela primeira vez na sua vida conseguia ver na perfeição. Um contributo que melhora assim significativamente a sua qualidade de vida, bem como potencia o seu desempenho individual na nossa Seleção. De enaltecer o gesto dos restantes companheiros, que fizeram questão, de pessoalmente, agradecerem a ajuda prestada ao companheiro de equipa. O primeiro triplo que conseguir terá de ter uma dedicatória especial…!


Argumentos das lusas fizeram a diferença no 4º período

Para os objectivos do seleccionado luso este era um encontro decisivo. A Bulgária ainda só tinha uma derrota e tem o handicap de jogar em casa, com o apoio do seu público. Mas conhecendo bem os pontos fortes das anfitriãs, a equipa técnica portuguesa (Eugénio Rodrigues e José Araújo) delineou uma estratégia que lhe permitiu desferir o golpe de misericórdia no último quarto (10-25). O 1º período (16-18) foi pautado pelo equilíbrio, ainda que a Bulgária tenha entrado melhor na partida, chegando a 10-3 (minuto 4), após 2 triplos consecutivos de Borislava Hristova e Iva Kostova. O treinador luso parou de imediato o cronómetro e as rectificações deram resultado porque em menos de um minuto o prejuízo já estava anulado (10-10), com um parcial de 0-7, graças a 1 triplo e 1 duplo de Joana Jesus e a um 2º lançamento convertido por Nádia Fernandes, depois de ter ganho um ressalto ofensivo. Prosseguiu o equilíbrio (13-13, 15-15 e 16-16), desfeito em cima da buzina com um cesto de Joana Canastra.No 2º quarto (16-10), depois de uns primeiros minutos em que a toada foi de alternância (21-22), Portugal ganhou uma ligeira vantagem (22-28) no minuto 15. O inconformismo das búlgaras levou-as a ter uma reacção determinada, impondo um parcial de 10-0 em pouco mais de 5 minutos. Ao intervalo a Bulgária já estava na frente (32-28). O acumular de faltas nas nossas representantes, em acto de lançamento, traduziu-se em 11 idas à linha de lance livre, com 7 lances convertidos.No 3º período (14-15) a selecção portuguesa reentrou determinada em encostar o resultado, o que conseguiu logo no minuto 21 (32-32). Mas um parcial de 12-4 consentido pelas lusas, em 4 minutos, com 2 triplos de Dimitrova (35-32 no minuto 22) e Iva Kostova (40-32 dois minutos volvidos), completados com 2 duplos consecutivos de Hristova( 42-36 e 44-36), obrigou Eugénio Rodrigues a pedir mais um desconto de tempo, no minuto 26. A reacção lusa não se fez esperar e no minuto 29 Nádia Fernandes da linha de lance livre reduzia o prejuízo para 44-43, fechando um parcial de 0-7, depois de Laura Ferreira (44-40) e Mafalda Guerreiro (44-42) terem convertido dois contra-ataques, ambos no minuto 28, fazendo com que o treinador búlgaro Tzanko Tzankov parasse o cronómetro logo a seguir. No minuto 29 Iva Kostova ia para o banco com 4 faltas, mas Iva Georgieva que a substituíra, faria o 46-43, ao cabo de 30minutos jogados.No último quarto (10-25) as coisas mantiveram-se equilibradas até ao minuto 37 (54-56), com a Bulgária a ir buscar o resultado, depois de estar a 5 pontos (49-54), no minuto 35. Um parcial de 0-10, a partir dos 54-56, em cerca de 3 minutos sentenciou o encontro (54-66), com 36 segundos para jogar. Ainda haveria tempo para Iva Kostova reduzir (56-66) e depois fazer a 5ª falta sobre Laura Ferreira, que não tremeu da linha de lance livre, selando o resultado (56-68) a 21 segundos do termo. Resultado final: Bulgária 56-68 PortugalDestaque na selecção de Portugal para as prestações de Jéssica Almeida, MVP da partida (25,0 de valorização) e melhor marcadora do jogo, ao contabilizar 22 pontos, 9/14 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e 5 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres e de Nádia Fernandes (21,5 de valorização), melhor ressaltadora do encontro (7 pontos, 3/5 nos duplos, 15 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres). Bons contributos ainda de Laura Ferreira (10 pontos, 6 ressaltos defensivos, 3 assistências e 5 faltas provocadas, com 6/8 nos lances livres), Inês Pinto (9 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada) e Joana Jesus (10 pontos, 2/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).Na congénere anfitriã, as mais valiosas foram Borislava Hristova (16 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e 3 faltas provocadas), Gabriela Kostova (6 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres) e Hristina Tyuntyundzhieva (8 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 6/7 nos lances livres). Radostina Dimitrova (7 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 4/6nos lances livres) e a atiradora Iva Kostova (13 pontos, 3/9 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo e 2 roubos) foram penalizadas nas respectivas valorizações por terem sido excluídas e ainda pela fraca eficácia de lançamento, nomeadamente Dimitrova que fez 0/9 em duplos.O êxito luso baseou-se fundamentalmente na maior eficácia de lançamentos de campo (31%-42%), assente nos lançamentos de 2 pontos (32%-45%), no ter ganho a luta das tabelas (31-43 ressaltos), tanto na tabela defensiva (19-30) como na ofensiva (12-13) e ainda por ter provocado mais faltas (15-21), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (68%-83%), desperdiçando apenas 3 tentativas em 18, contra 6 falhanços das búlgaras em 19 tentados.Por seu turno a Bulgária foi ligeiramente mais eficaz da linha dos 3 pontos (29%-27%), convertendo 7 triplos contra 3 da portuguesas, foi mais colectiva (12-10 assistências), conseguiu mais roubos (9-7), cometeu menos erros (14-15 turnovers) e fez mais desarmes de lançamento (3-1).Ficha de jogoSport Hall em AlbenaBulgária (56) – Kristina Peychinova (3), Borislava Hristova (16), Iva Kostova (13), Radostina Dimitrova (7) e Gabriela Kostova (6); Iva Georgieva (3), Hristina Tyuntyundzhieva (8), Kalina Aksentieva e Mariya SvetoslavovaPortugal (68) – Jessica Almeida (22), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (10), Inês Pinto (9) e Nádia Fernandes (7); Joana Canastra (4), Inês Viana (4), Mafalda Guerreiro (2) e Raquel Jamanca Por períodos: 16-18, 16-10,14-15,10-25Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Petar Denkovski (MKD) e Mila Cavara (BIH)Outros resultados:4ª jornada: Roménia 54-74 Bulgária; Israel 34-74 República Checa5ª jornada: Bélgica 79-42 Grã Bretanha; República Checa 74-62 Roménia; Letónia 83-52 IsraelJogos para amanhã (6ª jornada)(13H45) Portugal-República Checa (16H00) Israel-Bélgica (18H15) Macedónia-Bulgária(20H30) Roménia-Letónia


Último quarto foi decisivo no êxito de Portugal

Decisivo para o êxito luso foi a prestação no derradeiro quarto (20-11), em que as comandadas de Eugénio Rodrigues impuseram um parcial de 13-0 em 6 minutos, operando deste modo a reviravolta, já que no final do 3º período a vantagem era de 7 pontos (35-42) para a Macedónia.

No 1º período (6-7) a fraca eficácia para ambos os lados foi a nota dominante, com o primeiro cesto luso a ser obtido no minuto 3 quando Nádia Fernandes igualou a contenda (2-2). Até esse momento Portugal já tinha desperdiçado 8 lançamentos de campo (3 triplos e 5 duplos). Nos 10 minutos iniciais as nossas representantes tentaram 20 lançamentos de campo, dos quais apenas 2 convertidos (10%), continuando em branco atrás da linha dos 3 pontos (0/6).No 2º quarto (17-16) as coisas melhoraram um pouco em termos de eficácia, nomeadamente nos tiros do perímetro com Mafalda Guerreiro e Laura Ferreira (2) a acertarem os primeiros triplos lusos, enquanto a Macedónia ia levando a água ao seu moinho, provocando muitas faltas em acto de lançamento. O intervalo chegou com uma igualdade (23-23).Na 1ª metade Portugal tinha mais posses de bola, fruto de mais ressaltos ofensivos que o adversário (11-7) e também de menos turnovers (4-9), consequência de ter roubado mais bolas (5-3). Mas a eficácia, embora tivesse melhorado, mantinha-se muito baixa (22% nos duplos e 23% nos triplos), conduzindo a uns fraquinhos 22,5% nos lançamentos de campo (9/40), contra 25% da Macedónia (6/24) a que juntava mais 11 pontos obtidos da linha de lance livre, fruto de mais faltas provocadas (9-12).No 3º período (12-19) a toada de equilíbrio continuou a ser uma constante até ao minuto 29 (35-36), com as diferenças a oscilarem entre 1 e 4 pontos e algumas situações de empate de permeio (25-25 e 29-29). Utilizando com a propósito o contra-ataque, a Macedónia em menos de minuto e meio, impôs um parcial de 0-6, que fixou o resultado em 35-42 ao cabo de 30 minutos jogados.Entrando muito fortes e determinadas no derradeiro quarto (20-11), as jogadoras portuguesas conseguiram um parcial de 13-0 em menos de 6 minutos. Inês Viana deu o mote com 5 pontos consecutivos (1 duplo e 1 triplo) obrigando o treinador adversário a pedir um desconto de tempo, no minuto 33 (40-42). Mas Portugal não abrandou o ritmo e utilizando também transições rápidas chegou aos 46-42, com mais 5 pontos consecutivos, estes de Joana Canastra (1 duplo e 1 triplo) e depois aos 48-42, quando Jessica Almeida não tremeu da linha de lance livre depois de ter sido travada em falta no minuto 36. A Macedónia só voltou a acertar com o cesto, através da base Mitrasinovic, ao converter 2 lances livres no minuto 37 (48-44), depois de mais de 6 minutos a seco. Joana Canastra (excluída aos 53-49) ainda concluiria um contra-ataque (50-44), no mesmo minuto 37. Um triplo de Aleksandra Stojanovska , na conclusão de outro contra-ataque (51-47) ainda mantinha acesa a chama da esperança macedónia, com 2 minutos e 28 segundos para jogar, mas Jessica Almeida (53-47), Nádia Fernandes (54-49) de novo Jessica Almeida (55-51), não permitiram que o adversário conseguisse a reviravolta. Mitrasinovic ainda reduziu para 55-53, mas com 7 segundos para jogar já não houve tempo para mais. Resultado final: Portugal 55-53 MacedóniaDestaque na equipa portuguesa para Jessica Almeida (18,5 de valorização), ao conseguir 17 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 7/8 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Laura Ferreira (9 pontos, 2/5 nos triplos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências e 6 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres), Nádia Fernandes (6 pontos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas) e Mafalda Guerreiro (7 pontos, 1/3 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas). Na selecção da Macedónia excelente prestação de Aleksandra Stojanovska, MVP da partida (22,0 de valorização) ao contabilizar 17 pontos, 1/2 nos triplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 3 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas, com 6/6 nos lances livres. Foi bem secundada por Nena Trajchevska (9 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres).A vitória lusa assentou basicamente no menor número de erros (10-20 turnovers), no maior colectivismo (12-7 assistências), no maior número de roubos (12-3), na maior eficácia nos tiros de 3 pontos (25%-9%) e por ter ganho mais ressaltos ofensivos (19-12). Por seu turno a Macedónia ganhou a luta das tabelas (40-46 ressaltos), nomeadamente a tabela defensiva (21-34 ressaltos), foi mais eficaz nos duplos (43%-29%) e nos lançamentos de campo (28%-35%) e provocou mais faltas (23-25), com a curiosidade de ambas as equipas terem falhado 10 lances livres. Ficha de jogoSport Hall em Albena Portugal (55) – Jessica Almeida (17), Joana Jesus (4), Laura Ferreira (9), Inês Pinto e Nádia Fernandes (6); Inês Viana (5), Joana Canastra (7) e Mafalda Guerreiro (7) Macedónia (53) – Andzelika Mitrasinovic (12), Arin Agic, Nena Trajchevska (9), Angjela Davitkova e Aleksandra Stojanovska (17); Sofija Lazareska, Dragana Jolovik (7), Leterija Temelkova (6) e Ivona Pejkovska (2) Por períodos: 6-7, 17-16, 12-19, 20-11Árbitros: David Romano (Israel), Vaclav Lukes (República Checa) e Simon Unsworth (Inglaterra)Outros resultados2ª jornada: Israel 66-48 Macedónia


Sub-18 perdem particular

Uma derrota por cinco pontos (58-63), num jogo bem conseguido, mas em que o início do segundo tempo comprometeu as aspirações da formação nacional. O próximo encontro será frente à Dinamarca, na próxima quinta-feira, igualmente na capital da Sérvia.

Consciente que iria defrontar a equipa medalhada com o bronze no último Campeonato da Europa – Divisão A do escalão de Sub-16, Portugal não entrou bem no jogo. A transição defensiva deixava muito a desejar, situação bem aproveitada pelos sérvios para somar contra-ataques. No ataque, o tiro exterior teimava a não entrar, razão pela qual a Seleção perdia por seis pontos no final do 1º período (18-24).No segundo período, corrigida que foi a recuperação defensiva, bem como a eficácia no tiro de longa distância (5/6 de 3 pontos), os jovens portugueses deram a volta ao marcador até se atingir o intervalo (42-35).Mas o descanso não fez bem ao conjunto nacional, que recomeçou a etapa complementar de uma forma desastrada. Principalmente no capítulo ofensivo, já que esteve quase sete minutos sem conseguir qualquer ponto. Se a isto juntarmos o facto de ter sido dominado por completo na luta do ressalto (19-37), a seleção Sérvia vencia no final do 3º período por 53-47.Nos últimos 10 minutos, Portugal lutou por um resultado positivo e um triplo de Luís Câmara, a poucos segundos do final, colocava a equipa portuguesa a dois pontos de distância (58-60). Mas a conquista de mais um ressalto ofensivo culminou com mais uma ação atacante dos sérvios em cesto e falta, quando Portugal poderia ter beneficiado de uma posse de bola que desse a vitória.Na equipa portuguesa alinharam e marcaram: Krassimir Pereira, João Guimarães (5 pontos), Sérgio Silva (11 pontos), Pedro Marques (5 pontos), Pedro Meireles (5 pontos), Luís Câmara (10 pontos), Benvindo Mendes (11 pontos), Isaías Insaly (10 pontos), Francisco Amiel, Diogo Gameiro, Daniel Relvão e Nuno Ferreira (1 ponto).


Aprender com os erros

Os erros cometidos na véspera foram retificados e o triunfo surgiu com naturalidade.

No encontro de sábado a jovem Seleção portuguesa pecou pela forma como entrou na partida, mas depois de identificado o problema por parte da equipa técnica nacional, a questão foi resolvida. “Entrámos bem melhor no jogo, fomos mais intensos e criámos problemas à Roménia”, constata o selecionador André Martins, visivelmente satisfeito com o desempenho dos seus atletas. “Jogámos em equipa e estivemos mais concentrados em relação ao encontro de ontem. Retificámos algumas coisas, nomeadamente a intensidade com que entrámos na partida, e conseguimos estar sempre à frente no marcador.”Na véspera André Martins admitira que o fator casa tivera algum peso, mas este domingo, refere, não foi determinante. “Claro que jogar em casa, ainda para mais em encontros internacionais, é sempre importante. Mas a grande diferença teve a ver com a intensidade; nesse aspeto estivemos melhor que eles e isso perturbou a equipa da Roménia”, sublinha o treinador, frisando: “Fomos intensos na defesa e no ataque conseguimos circular bem a bola. Por outro lado, melhorámos a questão do ressalto defensivo, que tem sido uma das nossas lacunas.”Roménia 63-72 PortugalParciais: 13-20; 16-12; 20-20; 14-20Por Portugal alinharam e marcaram:Henrique Piedade, 11 pts*Emanuel Sá, 0Júlio Silva, 0João Ribeiro, 6*Jonah Callenbach, 7*Miguel Cardoso, 18João Gallina, 0Diogo Ventura, 3Bruno Cabanas, 4*João Grosso, 3*Artur Castela, 11Pedro Bastos, 9*TitularesA Seleção Nacional realiza um último particular na próxima terça-feira, diante da Grã-Bretanha. O Campeonato da Europa inicia-se na sexta-feira, em Pitesti, com Portugal incluído no Grupo B, juntamente com a Suíça, a Holanda, a Finlândia e o Chipre.


Derrota para tirar ilações

Os erros serão retificados na segunda partida, este domingo.

Já em solo romeno a Seleção de Sub-20 masculina realizou um primeiro ensaio frente à equipa da casa, que não correu como desejado. “Entrámos mal no encontro”, conta o selecionador André Martins. “Ao intervalo perdíamos por 22 pontos (20-42) e quando tentámos recuperar já não conseguimos ir buscar o jogo, pois a diferença era muito grande.” O treinador acrescenta que a equipa da Roménia é muito forte fisicamente, tem jogadores de elevada estatura (incluindo um poste de 2,15 metros…), o que criou dificuldades à Seleção Nacional. “Perdemos, mas este encontro serviu de aprendizagem. Sabemos que do primeiro ao último minuto temos de jogar de forma muito intensa, porque só assim vamos vencer jogos no Campeonato da Europa. Temos de dar tudo defensivamente para contrariar as áreas onde os outros são mais fortes.”André Martins sublinha que o grupo está muito motivado e a postos para os compromissos que terá pela frente entre 12 e 21 deste mês, na cidade romena de Pitesti. “A equipa tem trabalhado bem, os jogadores têm tido uma entrega fabulosa nos treinos e em competição. Este grupo já mostrou que pode fazer coisas positivas e que tem valor. Hoje defrontámos uma seleção que jogou em casa, diante do seu público, e nós não conseguimos entrar bem no encontro, mas vamos retificar isso na próxima partida.”No Campeonato da Europa (Divisão B) Portugal está incluído no Grupo B juntamente com a Suíça, Holanda, Finlândia e Chipre.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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