Artigos da Federaçãooo
Exibição de luxo
A equipa nacional ganhou o encontro por categóricos 80-59 e mantém-se na luta pela 5ª posição.
Portugal já tinha defrontado esta equipa durante a fase de preparação (ganhou uma vez e perdeu outra), mas garantidamente este foi o encontro que correu melhor. Apesar de o adversário contar com o apoio do seu público, a jovem equipa nacional não vacilou e manteve-se concentrada no objetivo de igualar a melhor classificação de uma seleção de Sub-20 no Europeu – o 5º lugar.O capitão Miguel Cardoso estava naturalmente feliz com o desfecho e não tem dúvidas de que este foi o melhor desempenho da equipa na prova. “Fizemos a melhor exibição desde que começou o Campeonato da Europa. Começámos bem, mas a Roménia, com a ajuda do público, conseguiu reagir. Todavia, no terceiro período jogámos ao nosso nível, defendemos bem e no ataque aproveitámos as oportunidades de lançamento”, frisa o o jogador.No decisivo jogo de atribuição do 5º lugar, a disputar este domingo, quando forem 13 horas em Portugal Continental, a equipa treinada por André Martins defronta a Suíça. “O nosso objetivo é claro – queremos ganhar para igualar a melhor classificação de sempre!”, afiança Miguel Cardoso.O facto de a equipa não ter conseguido entrar na luta pelos lugares de acesso à Divisão A (perdeu com a Polónia nos quartos-de-final) foi ultrapassado. “Isso é passado. Agora olhamos em frente e só pensamos em ganhar”, garantiu o capitão.Roménia 59-80 PortugalPaciais: 16-17; 16-19; 8-19; 19-25Por Portugal alinharam e marcaram:*Henrique Piedade, 2 pontos Pedro Bastos, 5 Emanuel Correia de Sá, 10 João Ribeiro, 6 *Jonah Callenbach, 8 *Miguel Cardoso, 18João Gallina, 1 Diogo Ventura, 8 Bruno Cabanas, 3 *Artur Castela, 4 *João Grosso, 15 *Jogadores titulares
Portugal cede contra Montenegro
Portugal entrou em campo a jogar de igual para igual, mostrando que apesar das diferenças de altura e peso, iria lutar para levar por vencida a sua adversária. Os atletas portugueses podem sentir-se orgulhosos daquilo que fizeram durante o jogo, já que certamente conquistaram o respeito de um adversário como Montenegro.
Apesar de Portugal apenas ter estado à frente no marcador durante os primeiros 5 minutos de jogo (9-8), paulatinamente foi sucumbindo aos gigantes montenegrinos nas áreas próximas do cesto. Com muitos problemas em parar as penetrações dos bases adversários, e com as normais dificuldades na luta dos ressaltos (31 para Portugal contra 48 para Montenegro ), Portugal sentia que o adversário poderia fugir no resultado. Embora a diferença entre as duas equipas na primeira parte tenha estado na eficácia revelada nas situações de contra-ataque. Seis pontos separavam as duas seleções no final do 1º tempo (26-32), um resultado que espelha bem a qualidade do desempenho defensivo de Portugal.A história da segunda parte foi muito semelhante à da primeira. Portugal sempre atrás mas a uma distância que obrigou o adversário a estar em constante alerta. Faltou também ao coletivo luso a sorte do jogo, tendo falhado alguns lançamentos em alturas que os colocaria à frente do marcador. A grande diferença do jogo esteve nos pontos convertidos no pintado, 40 por parte da equipa montenegrina, se bem que não tenham sido muitas as situações em que ataque organizado tivesse sido capaz de explorar as vantagens de estatura. Mérito na forma como os jogadores interiores portugueses se superaram numa luta desigual, fazendo da agressividade defensiva a sua principal arma. Os ressaltos ofensivos, e os segundos lançamentos de curta distância acabariam por fazer a diferença no resultado.Não havendo lugar a vitórias morais, nota para o coração e superação constante em que os comandados de Carlos Seixas revelaram. A eficácia do lançamento de longa distância esteve longe de ser a ideal, o que não significa que a equipa não tenha conseguido boas situações de tiro confortável. Não nos podemos esquecer que muitas vezes havia uma diferença de alturas de mais de 25 cm dos jovens lusos para o seu adversário direto. Apesar de os objetivos de Portugal se manterem intactos, esta derrota obriga os jovens lusos a vencer a Bélgica.Domingo, às 20 horas de Portugal Continental, o coletivo de Carlos Seixas joga contra a também poderosa Bélgica, sendo uma vitória neste jogo fundamental para que Portugal possa continuar a lutar pelos 8 primeiros lugares. Nota também para a exibição do atleta João Guimarães, autor de 11 pontos e 4 ressaltos.Também jogaram:Krassimir Pereira – 4 ressSérgio Silva – 3 pts, 3 rbPedro Marques – 8 pts, 5 assPedro Meireles- 3 pts, 4 ressLuís Camara – 4 pts, 3 ressBenvindo Mendes – 9 pts ( 2/2 L3) 1 ressIsaías Insaly – 6 pts, 5 ressFrancisco Amiel – 2 assDiogo Gameiro – 4 pts, 3 ress, 2 assNuno Ferreira – 2 pts, 5 ressO atleta Daniel Relvão não jogou por lesão.
Portugal com boa réplica frente à Bélgica
O Presidente Mário Saldanha deslocou-se ao Caramulo para assistir ao jogo de preparação da Seleção Sub-16 Masculina, discursando para os jogadores no Hotel do Caramulo, antes da partida. O Presidente motivou os jogadores, incentivando-os a darem o seu melhor não só por eles, mas também pelo país.Foi um grande jogo da equipa portuguesa, apesar de não terem conseguido alcançar a vitória. Toda a partida foi de grande equilíbrio, havendo 8 empates ao longo do jogo, sendo que Portugal liderou durante 18.57 minutos e a Bélgica durante 15.43 minutos. O primeiro parcial iniciou-se com uma entrada forte da Bélgica que aos 5 minutos passados vencia por 6 – 9. A Seleção das quinas conseguiu contrariar o poderio físico dos belgas e deu a volta ao marcador, terminando o período com 5 pontos de vantagem (21-16).No segundo período Portugal voltou a entrar forte conseguindo aumentar a vantagem até aos 27-20, mas uma reação da Bélgica permitiu aos visitantes acertarem na defesa e conseguirem a igualdade ao intervalo (32-32).Após o intervalo, Portugal voltou a comandar o marcador apesar da constante pressão por parte da equipa Belga.No derradeiro quarto, Portugal perdeu a vantagem nos primeiros cinco minutos (55-58), mas os dois roubos de bola consecutivos e uma boa ação ofensiva permitiram a Portugal igualar aos 61-61. O jogo continuava bastante disputado e houve novo empate a 64, mas a Bélgica conseguiu converter um lançamento de dois pontos que deu a vitória à equipa visitante. Portugal ainda teve mais um ataque, mas não conseguiu converter.Foi uma excelente réplica da equipa portuguesa num jogo muito físico e muito bem jogado, onde a vitória poderia ter caído para qualquer um dos lados. A seleção está de parabéns pelo trabalho e empenho que tem vindo a demonstrar ao longo do torneio.Para Ricardo Monteiro (11 res, 12 pts) a equipa lutou bem, ‘ainda estamos em preparação para o Campeonato Europa. É mais um jogo para nos adaptarmos à equipa, para formarmos um grupo. O resultado ainda não é o mais importante porque nos estamos a preparar, apesar de querermos sempre ganhar. Um jogo é sempre um jogo’.Já o selecionador Rui Alves lamenta ‘não ter proporcionado às pessoas presentes no Caramulo, a vitória neste jogo. As pessoas receberam-nos muito bem e mereciam ver Portugal a ganhar.’ No entanto, ‘essa não é a nossa principal preocupação e estamos muito satisfeitos com o trabalho realizado. Jogamos contra uma equipa mais forte e bem orientada e conseguimos lutar até ao fim. Foi um bom jogo de preparação para o Campeonato Europa.Para Simon Buysse, capitão da equipa Belga, foi um jogo muito positivo. ‘Estamos no início da campanha por isso cada jogo é uma oportunidade de construir uma equipa. Não começamos muito bem, mas a reação foi boa, tal como a luta pela vitória.’O treinador Belga, Vicent Bouffioux, considera que o jogo foi muito disputado e está bastante agradado com a sua equipa. ‘Gostei especialmente da ação coletiva da nossa equipa, os jogadores respeitaram as nossas regras. No entanto, tivemos algumas falhas na defesa e cometemos muitos turnovers. Portugal defendeu muito bem, roubou muitas bolas e foi difícil para nós atacar a defesa. Tem jogadores altos e bons bases e foi um jogo com a liderança dividida. Acabámos por ganhar, que não é, para já, o mais importante, mas sim o construir de uma equipa.’Portugal: 4# Jorge Pires; #5 Pedro Oliveira (9); #6 Simão Pinheiro; #7 Guilherme Amorim; #8 Nuno Sá; #9 Carlos Cardoso (4); #10 Diogo Brito (16); #11 Ricardo Monteiro (14); #12 Diogo Araújo (4); #13 Hugo Pereira (8); #14 Tiago Carvalho; #15 Carlos Salamanca (9). Bélgica: 4# Thomas Akyazili (22); #5 Léom Berghe; #6 Simon Buysse (2); #7 Mohamed Riahi (6); #8 Sigfredo Ortiz (13); #9 Thomas Madoki (4); #10 Théo Beaujean (3); #11 Thibaut Vervoot (5); #12 Tibo De Coessemaeker; #13 Arne Vanlaert; 14# Vincent Berghe (8); #15 Roby Rogiers (3).Amanhã, dia 20 haverá um jogo extra no Pavilhão Municipal de Tondela, pelas 21h, novamente contra a Bélgica. Os nossos Sub16 Masculinos esperam pelo seu apoio!
Portugal bate Luxemburgo
No entanto, apesar da expressiva vitória (74-46), o Luxemburgo manteve-se até ao último período na discussão do resultado. Mérito de Portugal que soube sempre manter o adversário afastado no marcador, bem como decidi-lo no momento exato.
Se é verdade que os luxemburgueses discutiram o resultado até à entrada no último quarto, nunca a vantagem portuguesa foi mais de 15 pontos, também não o deixa de ser o facto de Portugal ter revelado enorme maturidade para gerir o comando do marcador. Durante os primeiros vinte minutos a equipa portuguesa defendeu muito bem, limitando esta seleção do Luxemburgo, habituada a pontuações altas, a apenas vinte e cinco pontos (34-25).A recuperação defensiva era uma preocupação constante, pelo que é de enaltecer a forma como Portugal impediu que o adversário fosse capaz de jogar, como tanto gosta, em campo aberto. Na etapa complementar a formação nacional soltou-se mais em termos ofensivos, a defesa zona nunca foi um problema, pelo que naturalmente o resultado disparou para números mais elevados. Isto apesar de Portugal não ter estado muito bem da linha de lance-livre (21/36 – 58.3%).Num Campeonato da Europa onde se jogam 8 jogos em 10 dias, a gestão do plantel é fundamental e desde cedo, pelo que a rotação do plantel foi uma constante, conseguindo o técnico Carlos Seixas fazer com que apenas um jogador tivesse uma utilização um pouco superior a 20 minutos.Destaque para as exibições de Nuno Ferreira (14 pontos, 15 ressaltos, 2 assistências) e Pedro Marques (15 pontos, 3 assistências, 2 ressaltos)Também jogaram:Krassimir Pereira – 3 pts, 4 ressJoão Guimarães- 4 pts, 1 ressSérgio Silva – 4 pts, 1 assPedro Meireles – 10 pts, 4 ressLuís Câmara – 8 pts, 3 ressBenvindo Mendes – 2 ressIsaias Insaly – 4 pts, 4 ressFrancisco Amiel – 8 pts, 5 ressDiogo Gameiro – 3 pts, 2 ressDaniel Relvão – 1 FPAmanhã às 12 horas locais, mais uma hora que em Portugal Continental, Portugal enfrenta um dos seus mais temíveis adversários, a poderosa seleção do Montenegro. A estatura dos jogadores interiores adversários irá ser um obstáculo muito complicado, mas não impossível, de ultrapassar. Mais do que nunca, é o momento dos jogadores portugueses mostrarem a sua agressividade defensiva e capacidade de superação. Irá certamente ser uma batalha dura, mas aliciante de disputar.
Portugal cede nos quartos-de-final
A equipa vai agora tentar a 5ª posição.
À partida já se sabia que o jogo não ia ser fácil, mas no seio da equipa nacional havia a esperança de que as coisas corressem bem. Portugal até nem entrou mal (chegou a liderar o marcador no primeiro período), mas a qualidade do adversário não tardou a vir ao de cima.”Perdemos frente a uma equipa que não é claramente deste campeonato; a Polónia pertence à Divisão A. Tentámos uma estratégia, os jogadores fizeram de tudo, mas o facto é que os polacos mostraram ser melhores em todas as áreas do jogo. Agora, temos de seguir em frente”, constatou o selecionador nacional, André Martins. O treinador recorda o empenho dos seus jogadores, que aliás faz questão de enaltecer. “Há que realçar que a equipa continua a dar o máximo. Claro que nos lembramos daquela derrota com a Bélgica por dois pontos; se tivessemos conseguido vencer teríamos ficado em primeiro do grupo e evitado a Polónia nos quartos-de-final…”Mas não tem dúvidas sobre a justiça do resultado. “A Polónia foi melhor. Agora vamos tentar igualar o melhor resultado português em Europeus de Sub-20, ou seja, alcançar o 5º lugar”.Polónia 82-57 PortugalParciais: 25-17; 12-12; 26-15; 19-13Por Portugal alinharam e marcaram:*Henrique Piedade, 8 pontos Pedro Bastos, 2 *Emanuel Correia de Sá, 10 João Ribeiro, 7 Jonah Callenbach, 5 *Miguel Cardoso, 4 *Diogo Ventura, 9 Bruno Cabanas, 2 *Artur Castela, 8 João Grosso, 2 *Jogadores titulares
Vitória na estreia do Europeu de Sub-18 Masculino
Portugal teve o mérito de ter sido capaz de correr atrás do prejuízo, se bem que, pode e deve, fazer melhor em alguns capítulos do jogo. É sempre importante e moralizador começar a vencer uma competição, mas fica o aviso dado que a margem para relaxar é muito pequena. Os comandados de Carlos Seixas entraram em campo desconcentrados e longe dos objectivos pretendidos pela equipa.
Incapazes de parar as penetrações adversárias, em especial do atleta Yauheni Beliankou (26 pontos e 10 ressaltos), e com uma percentagem de lançamentos muito baixa, cedo se começava a desenhar um cenário bastante complicado para as aspirações lusas. No fim da primeira parte Portugal perdia, por 27-39.No entanto, a ida ao balneário parece ter trazido novo folgo ao colectivo luso, que entrou na segunda parte decidida a discutir o resultado.Com uma defesa mais intensa, e o tiro exterior a começar a cair, paulatinamente os comandados de Carlos Seixas foram-se aproximando no marcador. Portugal demonstrou um desejo enorme de vencer, conseguindo transpor para dentro de campo a garra que deve caracterizar sempre a equipa nacional. Nos momentos decisivos, Portugal foi feliz no tiro de longa distância, foi capaz de arriscar defensivamente, obrigou o adversário a cometer muitos erros no ataque, conseguindo levar o jogo para tempo extra. Isto apesar de ter tido ainda uma posse de bola para decidir o jogo a seu favor no tempo regulamentar. No final do jogo, empate a 61 pontos, pelo que houve necessidade de se disputarem 5 minutos de prolongamento. Aqui os jovens lusos demonstraram maior frescura física, fruto da gestão da utilização dos atletas, tendo conseguido levar por vencida a equipa da Bielorrússia. Nota para a capacidade com que os jovens Portugueses tiveram para “ir atrás do resultado”, ficando mais uma vez patente a importância de se entrar focado, numa competição onde todos os erros têm um preço muito elevado. Destaque para as exibições de Pedro Meireles, estreia em Campeonato da Europa, autor de 18 pontos, 4 ressaltos, 5 roubos de bola e Luís Câmara 19 pontos, 5 ressaltos.Também jogaram por Portugal:Krassimir Pereira – 4 pts, 3 ress. (estreia em Campeonato da Europa)João Guimarães – 4pts, 4 ress.Sérgio Silva- 8pts, 2 ress, Pedro Marques – 6 pts, 5 ass.Benvindo Mendes- 1 ressIsaias Insaly – 6 pts, 8 ressFrancisco Amiel – 2 ress, 1 ass, 2 rbDiogo Gameiro – 1 assDaniel Relvão – 1 ress (estreia em Campeonato da Europa)Nuno Ferreira – 9 pts, 5 ress, 2 rb (estreia em Campeonato da Europa)Luxemburgo é o adversário que se segue, num jogo em que Portugal terá que defender muito melhor. Sobretudo as penetrações em drible, e ter muita atenção na recuperação defensiva. A defesa zona será outro problema que a equipa nacional terá de ultrapassar, pelo que será importante que no momento de atirar ao cesto os jogadores portugueses revelem mais confiança nas suas capacidades.
Sub 16 vencem Irlanda
O jogo que opôs Portugal à Irlanda começou com uma boa entrada da Seleção Portuguesa, mas rapidamente a equipa irlandesa se adaptou à pressão defensiva provocada pela equipa das quinas. Aos 5 minutos do primeiro período o resultado era de 10-10. A Irlanda conseguiu superiorizar-se e no final do primeiro tempo vencia 15-25.O segundo período começou novamente com uma boa entrada da selecção que conseguiu um parcial de 21-09, indo para o intervalo a vencer por 2 pontos.Após o descanso, Portugal mostrou vontade de vencer o jogo reabrindo o marcador com 2 triplos consecutivos de Carlos Salamanca. Hugo Pereira esteve de mão quente este período convertendo 9 pontos. Portugal conseguiu vencer novamente o período, desta vez por 22-16.O derradeiro tempo trouxe uma Irlanda mais agressiva e com vontade de mudar o marcador que no início dos últimos 10 minutos marcava 42-36 para Portugal. Com o número 13 irlandês Jordan Blount a marcar 12 dos 15 pontos da sua equipa, a Irlanda ainda conseguiu o empate e até mesmo a vantagem pela margem mínima, mas a equipa portuguesa não deixou fugir esta primeira vitória.O Treinador Adjunto da Seleção Nacional, Hugo Matos referiu que ‘foi a primeira internacionalização para 8 dos nossos atletas’, mostrando-se satisfeito com o resultado obtido. Quanto ao jogo, a Irlanda ‘defendeu zona 30 e muitos minutos e isso limitou-nos a preparação. Colocou-nos algumas dificuldades que fomos melhorando ao longo do jogo, tal como a nossa própria defesa e isso permitiu-nos conquistar alguma vantagem’. Pedro Oliveira, número 5 e base de Portugal, referiu que o jogo ‘foi positivo, estamos a trabalhar bem e conseguimos demonstrar isso’.Paul Kelleher, treinador da equipa Irlandesa, acredita que ‘foi nos detalhes que esteve a diferença. Falhámos nos ressaltos, na seleção de lançamentos e na tomada de decisões. Cada vez que tentávamos afastar-nos do marcador, Portugal conseguia converter lançamentos de três pontos. É uma equipa muito bem composta, mexe bem a bola e que conseguiu expor as nossas fraquezas. O parcial de 12-0 no 2º período feriu-nos e a partir daí foi correr atrás do resultado e nunca conseguimos superiorizar-nos. Foi um jogo muito bom para nós, um óptimo treino.’O capitão da equipa irlandesa, Jack O’Mahony admite que deixaram ‘Portugal ditar o ritmo de jogo’ e que não conseguiram superar-se e passar para a frente do marcador quando tiveram a oportunidade. ‘Vamos trabalhar amanhã para o jogo contra a Bélgica e tentar ficar concentrados.’Portugal: 4# Diogo Carvalho; #5 Pedro Oliveira (11); #6 Jorge Pires (2); #7 Guilherme Amorim (2); #8 Nuno Sá; #9 Carlos Cardoso (3); #10 Diogo Brito (5); #11 Ricardo Monteiro (6); #12 Diogo Araújo (4); #13 Hugo Pereira (18); #14 Tiago Carvalho (4); #15 Carlos Salamanca (17).Irlanda: 4# Stephen O’Hanlon (11); #5 Jack O’Mahony (15); #6 Cillian Gallagher; #7 Odran Eastwood; #8 Philip Hamilton (9); #9 Eoin McCann (1); #10 Adam Ryan; #11 Liam Harris; #12 Divin Kiokio; #13 Jordan Blount (22); #14 Martin Neary (2); #15 Shane McCann (5)Pelas 21h de amanhã, Bélgica e Irlanda enfrentam-se no Pavilhão Municipal do Caramulo. Portugal volta a entrar em campo na sexta-feira pelas 21h contra a Bélgica.Venha apoiar a nossa seleção!
Selecção já treinou em Vila Real
O Torneio Internacional de Vila Real, um triangular organizado pela FPB com o apoio incansável do municipio e da Associação de Basquetebol de Vila Real, disputa-se entre 19 e 21 de Julho, naquela cidade, com a participação da Roménia e da Bielorrússia além da equipa portuguesa. João Betinho Gomes, a contas com uma uma lesão traumática na perna esquerda contraída no treino de hoje, não jogará por precaução. Carlos Andrade também não estará estará presente, uma vez que antecipou a ida para a Alemanha, onde se juntará à equipa, para acompanhar a mulher na fase final da gravidez do seu segundo filho.
CALENDÁRIO DE JOGOSDia 18 de Julho – 20h30 – Portugal vs BielorrússiaTORNEIO INTERNACIONAL DE VILA REALDia 19 de Julho – 21h00 – Roménia vs BielorrússiaDia 20 de Julho – 21h00 – Portugal vs RoméniaDia 21 de Julho – 17h00 – Portugal vs Bielorrússia
Seleção de Sub 18 Masculinos
Integrada no Grupo D do Torneio, com as equipas da Bielorússia, Luxemburgo, Montenegro e Bélgica, a jovem Seleção Nacional sabe que terá que jogar sobre constante superação, jogo a jogo, para ambicionar ficar no grupo dos 8 primeiros, onde aí poderá ter a possibilidade de disputar o sonho de subir ao grupo A.
O próximo encontro será sempre o mais importante, até porque os registos anteriores não nos dão qualquer tipo de favoritismo. No grupo onde Portugal está integrado, destacam-se a selecção da Bélgica e de Montenegro, que no ano transacto estiveram a disputar a subida ao grupo A, sendo que foram igualmente as duas primeiras classificadas do último Europeu de Sub 16.Sabendo da habitual desvantagem física “genética” que possuímos, tanto em centímetros, como em peso, comparativamente às outras equipas, procuraremos defender sempre sobre grande agressividade, pressão sobre a bola e linhas de passe, exteriores e interiores alternando defesa HxH com defesas press de 2×1 e rotações . Variantes defensivas de forma a acelerar os ritmos de jogo adversários, procurando retirá-los dos seus “hábitos” ofensivos, e eventualmente descobrir aí vantagens.Os jogadores das posições interiores terão que jogar com uma carga agressiva superior, fechando linhas de passe e lutando muito pelas posições dentro do pintado, de forma diminuir as recepções de bola adversárias nas áreas próximas do cesto, onde temos desvantagens. A percentagem de concretização será para nós decisiva, jogo a jogo, batalha a batalha, conscientes das desvantagens físicas dentro do pintado. Inevitavelmente estaremos sempre reféns da nossa eficácia do lançamento. Os ataques terão que privilegiar o movimento e as leituras constantes do jogo na procura das vantagens.Nos jogos até agora disputados recebemos bons indicadores, nas questões de atitude e disponibilidade total geral para discutir cada jogo/resultado.Sabendo de todas as dificuldades que nos esperam, lutaremos jogo a jogo pela vitória sabendo de antemão que não existem equipas, nem jogos fáceis no actual modelo de campeonato de europa, e que, momento a momento, e jogo a jogo tentaremos construir a nossa sorte.Fica o desejo que os doze jogadores joguem por eles, que disfrutem da competição, conscientes que estão a representar um País, mas isso não faz com que tenham qualquer tipo de obrigação. Pelo menos classificativa, já que na atitude e no espírito de luta só depende de nós para sermos os primeiros. Se assim for, certamente sairemos satisfeitos e ficará provado, uma vez mais, que o basquete português consegue ser competitivo.
Torneio Internacional do Caramulo
Mais detalhes na notícia.
Tendo em vista o Campeonato Europa de 2013 a ser disputado em Sarajevo na Bósnia, entre os dias 11 e 18 de Agosto, a Seleção Nacional de Sub-16 Masculinos vai disputar 2 jogos com as seleções da Irlanda e Bélgica, no Torneio Internacional do Caramulo (torneio triangular) que decorre entre os dias 17 e 19 de Julho, no Pavilhão Municipal do Caramulo. Os horários dos jogos são os seguintes:PAVILHÃO DO CARAMULO17 JULHO21H PORTUGAL X IRLANDA18 JULHO21H IRLANDA X BÉLGICA19 JULHO21H PORTUGAL X BÉLGICAPara além dos jogos do torneio, será realizado um jogo extra com a Bélgica no dia 20, no Pavilhão Municipal de Tondela às 21h.A nossa seleção conta com o seu apoio!
Palma tira ilações
Certamente que o selecionador nacional ainda terá muitos aspetos para trabalhar, se bem que nada melhor do que jogos de controlo para aferir de que forma estão a ser assimiladas as suas ideias e princípios.
Uma boa eficácia defensiva conseguiu colocar a Áustria a lançar abaixo dos 40% em ambos os jogos, a forçar bastantes turnovers, embora a maior dificuldade na defesa seja parar o bloqueio na bola central.Sem ser uma Seleção alta, o trabalho do ressalto terá de ser dos cinco jogadores que estiverem em campo, nunca podendo descurar o trabalho de bloquear após lançamento. No primeiro jogo, Portugal foi eficaz no ressalto defensivo e deficiente no segundo. O desempenho na tabela ofensiva tem sido uma das nossas debilidades, visto que temos que conseguir muito mais bolas no ressalto ofensivo. Em especial quando a equipa estiver mal no “tiro”, visto que é muito importante para a confiança dos lançadores.Nesta fase da preparação seria impossível que a equipa já estivesse afinada nos aspetos táticos, bem como se aceitam os problemas no ataque que, até certo ponto, são naturais, pois ainda foi pouco o tempo de trabalho e, como é sabido, as rotinas ofensivas levam mais tempo a serem conseguidas.Estas dificuldades foram mais notórias no segundo jogo, devido a uma muito mais baixa eficácia (comparando os dois jogos) em dois aspetos essenciais para a Seleção portuguesa – o contra-ataque e os lançamentos de 3 pontos.
Portugal cede no 2º jogo de controlo
A equipa lusa voltou a defender bem mas falhou na hora de atacar o cesto o que viria a revelar-se fatal e a custar a vitória na segunda partida de controlo realizada no bonito e funcional Pavilhão do GICA, em Águeda.
Cláudio Fonseca, autor de 16 pontos, 6 ressaltos e 4 desarmes de lançamento, esteve em bom plano. Segue-se agora o Torneio Internacional de Vila Real, de 19 a 21 de Julho, que conta com a presença, para além da Seleção Nacional, das equipas da Roménia e Bielorússia.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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