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Portugal foi mais forte

No Pavilhão de Modelos, a equipa nacional, apesar de não ter realizado uma grande exibição, demonstrou atitude e desejo de vencer. Longe de terem estado perto da perfeição, os jovens portugueses, ainda que com algumas aproximações pontuais no resultado, tiveram o jogo sempre controlado. Este Sábado, às 14 horas, as duas Seleções voltam a encontrar-se, desta vez no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira, onde simultaneamente se está a realizar a III Festa Nacional de Minibasquete. Uma tarde de convívio, onde é esperada grande animação, como já ficou provado no primeiro contacto entre os mais jovens e os atletas da Seleção.

Depois de duas semanas de trabalho intenso, onde as cargas físicas foram elevadas, era natural que Portugal não se apresentasse na sua melhor forma desportiva. Isso foi notório na eficácia do lançamento, assim como da linha de lance-livre. Ainda assim, a equipa portuguesa esteve bastante bem a defender, agressiva, a pressionar todo campo, um esforço premiado por alguns roubos de bola e turnovers por parte do adversário.As rotinas ofensivas estão longe de ser as desejadas, até porque essa não foi a principal preocupação nestas duas semanas de trabalho. Muita coisa para afinar, pelo que este tipo de jogos sejam os momentos ideias para que isso aconteça.A rotação dos jogadores foi uma preocupação constante, pois convém não esquecer que deste grupo de 15 jogadores, três serão preteridos de fazerem parte da Seleção que participará no próximo Europeu, em Stumica – Macedónia. Para este jogo, o selecionador Carlos Seixas deixou de fora os atletas Diogo Gameiro e Benvindo Mendes, já que ficou acertado com os treinadores da equipa austríaca que se equipariam 13 jogadores.Terminado o primeiro jogo, será expectável que alguma da ansiedade tenha desaparecido, algo que poderá ser um fator positivo, desde que Portugal mantenha no segundo jogo, a mesma intensidade e empenho revelado no anterior.


Vitória categórica assente em maior eficácia e ganho das tabelas

A vitória por 28 pontos (66-38) foi categórica e não sofreu contestação. O seleccionado luso só esteve em desvantagem no minuto inicial (0-2) quando a base Michal Assaf inaugurou o marcador. Depois as comandadas de Eugénio Rodrigues puseram em campo todas as suas armas e não permitiram mais veleidades às israelitas.

No quarto inicial (18-13) as nossas representantes responderam ao cesto israelita com um triplo de Nádia Fernandes logo no minuto 2, após assistência de Laura Ferreira e até ao minuto 10 foram mais 3 tiros do perímetro: Joana Jesus (10-4), Joana Canastra (15-11) e Laura Ferreira (18-13), este a fechar o 1º parcial, sendo Inês Viana a autora do passe decisivo. A artilharia lusa estava de pontaria afinada.No 2º período (14-4) Jessica Almeida numa jogada de 2+1 aumentou para 21-13 e depois de Joana Jesus ter acertado o seu 2º triplo (24-13), Portugal controlou as rédeas do jogo, impondo o ritmo mais conveniente. Sem capacidade para incomodar a turma das quinas, que defendia com agressividade, como é seu timbre, Israel sentia enormes dificuldades para a atacar o cesto. Atingia-se assim o intervalo com as portuguesas na frente (32-17).No 3º quarto (17-6) o seleccionado luso forçou em sucessivas penetrações as israelitas a cometerem faltas com direito a lançamento, ampliando a diferença para 26 pontos (49-23), ao cabo de 30 minutos jogados. No último período (17-15) Portugal jogou como quis, tirando o pé do acelerador, com a equipa técnica a fazer a rotação do banco, a pensar num campeonato longo, com jogos equilibrados e deveras competitivo. Resultado final: Portugal 66-38 IsraelDestaque na selecção portuguesa para a MVP da partida (17,0 de valorização), a extremo/poste Nádia Fernandes que ficou à beira de um duplo duplo (9 pontos, 1/1 nos triplos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada pela atiradora Joana Jesus (16,0 de valorização) ao anotar 16 pontos, 4/5 nos duplos, 2/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres. Bons contributos ainda de Jessica Almeida (11 pontos, 3 ressaltos defensivos, 3 roubos e 5 faltas provocadas) e Laura Ferreira, que já alinhou sem quaisquer limitações (3 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas). Nas israelitas a mais valiosa foi a triplista Sapir Tirosh (17 pontos, 5/10 nos tiros de 3 pontos).O triunfo da selecção portuguesa assentou fundamentalmente na maior eficácia de lançamentos de campo (39%-31%), particularmente nos duplos (39%-27%), no ganhar das tabelas (41-30 ressaltos) com realce para a tabela ofensiva (15-7), para o menor número de erros (10-20 turnovers), por ter roubado mais bolas (11-5) e por ter provocado mais faltas (17-10), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (86%-40%), ao desperdiçar apenas duas de 14 tentativas enquanto o adversário falhou 6 em 10. Por seu turno Israel apenas num indicador foi ligeiramente melhor: nos tiros do perímetro (38%-40%), com ambas as equipas a converterem 6 triplos, mas Portugal a precisar de mais uma tentativa.Ficha de jogoSport Hall em Albena Portugal (66) – Jessica Almeida (11), Joana Jesus (16), Laura Ferreira (3), Inês Pinto (4) e Nádia Fernandes (9); Inês Viana (9), Joana Canastra (5), Mafalda Guerreiro (2), Jessica Costa, Joana Alves, Raquel Jamanca (6) e Leonor Cruz (2)Israel (38) – Michal Assaf (5), May Dayan, Keren Mozes, Mor Borodovski (4) e Shanie Fridman (2); Sapir Tirosh (17), Mariam Hannoun (5), Lotem Reuveni (2), Eden Porat (3), Zoe Reichman, Sapir Sarig e Amit Gur Por períodos: 18-13, 14-4, 17-6, 17-15Outros resultados:República Checa 67-59 LetóniaBulgária 67-70 Bélgica Macedónia 60-57 Grã Bretanha Folgou a Roménia.Jogos para amanhã (2ª jornada)13H45 Roménia-Portugal16H00 Bélgica-República Checa18H15 Grã Bretanha-Bulgária20H30 Israel-Macedónia Folga a Letónia.


Seleção Sub 20 Masculinos

A delegação portuguesa é composta por:Staff– Vice-Presidente responsável – Carlos Pires- Secretário administrativo – Carlos Varandas- Selecionador/Treinador Principal – André Martins- Treinador adjunto – João Costeira- Fisioterapeuta – Guilherme BarretoJogadores – Artur Castela – SL Benfica- Bruno Cabanas – FC Barreirense- Diogo Ventura – S Algés D- Emanuel Sá – AD Ovarense- Henrique Piedade – Estoril Basket- João Gallina – Dragon Force- João Grosso – Espanha- João Ribeiro – SL Benfica- Jonah Callenbach – Espanha- Julio Silva – AD Ovarense- Miguel Maria – França- Pedro Bastos – Dragon ForceNo período que decorrerá até ao início da competição, a equipa lusa continuará aqui a sua preparação ficando instalada no Vitória Hotel e tendo previstas as seguintes atividades (todas no”Trivale” Sporthall a 10 minutos de autocarro do hotel):5.Julho.201309:30 – 11:00 Treino15:30 – 17:00 Treino 6.Julho.201310:30 – 11:30 Treino19:30 – 21:30 Jogo U20Men Roménia – PORTUGAL7.Julho.201310:30 – 11:30 Treino19:30 – 21:30 Jogo U20Men Roménia – PORTUGAL8.Julho.201317:30 – 19:00 Treino9.Julho.201310:30 – 12:00 Treino17:00 – 19:00 Jogo U20Men PORTUGAL – Grã Bretanha O Campeonato da Europa decorrerá de 12 a 22 de Julho, integrando na 1ª Fase o selecionado português o Grupo B juntamente com a Finlândia, Bélgica, Suíça, Holanda e Chipre. O calendário do campeonato relativo a esta fase estipula a seguinte sequência de jogos para a equipa lusa (sempre no Universitatae Spor Hall):12/07/13 – 19,30h – Finlândia – PORTUGAL 13/07/13 – 19,30h – PORTUGAL – Bélgica 14/07/13 – 17,15h – PORTUGAL – Suíça 16/07/13 – 15,00h – Holanda – PORTUGAL 17/07/13 – 15,00h – Chipre – PORTUGAL


14 jogadoras convocadas pela seleccionadora

As 14 jogadoras convocadas pela seleccionadora Ana Catarina Neves concentraram-se ontem a meio da tarde, iniciando assim a preparação final tendo em vista a participação no Campeonato da Europa do respectivo escalão, Divisão B, competição organizada pela FPB e que terá lugar de 1 a 11 de Agosto, em Matosinhos.

Deste lote de 14 jogadoras sairá o grupo final de 12 que representará as cores nacionais.Convocadas:Beatriz Jordão (NDA Pombal), Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres), Carolina Gonçalves (Algés), Catarina Miranda (CPN), Catarina Rolo (CPN), Chelsea Guimarães (Algés), Constança Neto (SIMECQ), Inês Brandão (Club Basquet Cornella – Espanha), Isabel Costa (BC Barcelos), Joana Fernandes (AD Vagos), Leonor Serralheiro (GDESSA), Maianca Umabano (NCR Valongo), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Sofia Almeida (CPN). Do programa de preparação até ao próximo dia 12 (6ª feira) constam treinos bi-diários no Complexo dos Desportos e Congressos de Matosinhos e no Pavilhão Municipal de Guifões, recintos que serão utilizados durante a competição. Staff de Responsáveis:Manuel Barbosa (Dirigente)Ana Catarina Neves (Seleccionadora)Agostinho Pinto (Treinador Adjunto)João Janeiro (Secretário)Nádia Palongo (Fisioterapeuta)


Trabalho árduo em Paços de Ferreira

A equipa portuguesa mantém o esquema de treinos bidiários, onde as imprescindíveis 5 horas de treino são aproveitadas para introduzir e automatizar as habituais rotinas defensivas e ofensivas.

O Pavilhão de Modelos tem sido o local onde Portugal tem realizado os seus treinos, bem como será o palco do primeiro de dois jogos de preparação, na próxima sexta-feira, às 20.15 horas, frente à seleção da Áustria.No dia seguinte, no sábado, pelas 14 horas, integrado na 3ª Festa Nacional de Minibasquete, as duas seleções voltarão a defrontar-se, mas desta vez no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira. Logo após o final do encontro, será comunicado aos atletas quais os eleitos que vão representar Portugal, em Strumica, na Macedónia, no próximo Campeonato da Europa – Divisão B. Dos 15 jogadores que compõem o grupo de trabalho, três deles terão que ficar pelo caminho, um momento sempre difícil e de grande carga emocional.Na segunda-feira a equipa parte para a Sérvia, onde prosseguirá a sua preparação, com a realização de mais quatro jogos. Tudo programado, de modo a que Portugal se possa apresentar na competição o mais bem preparado possível.


Isto já não pode ser apenas um sonho… mas um objectivo

No momento em que estamos a escrever estas linhas, a equipa já efectuou mais dois jogos de preparação, em Varna e Albena, ante a congénere búlgara, que se saldaram por uma derrota (50-55) e uma vitória (53-45), completando-se assim o plano de jogos programados (7).

P (JT) – Depois da odisseia que foi a participação no Europeu do ano passado em Debrecen (Divisão A), como encaras (e qual é o estado de espírito da equipa) o regresso à Divisão B?R (ER) – “Encaramos o regresso com toda a normalidade pois na realidade Portugal é nesta altura um país que no feminino se coloca entre os melhores da Divisão B e os menos bons da Divisão A. Acaba por isso por ser o nosso patamar competitivo e continuar a lamentar o que passámos no ano transacto não seria por certo o melhor caminho para realizarmos o melhor trabalho possível. “P (JT) – O modelo competitivo, diferente do habitual (é uma poule, jogando todos contra todos) pode trazer dificuldades acrescidas para a equipa que montaste e que naturalmente tem a tua imagem de marca (muita agressividade, muita luta, dar o litro, em suma)? R (ER) – “É difícil nesta altura pesar todos os prós e contras deste formato competitivo. A favor joga o facto de ser agora possível ter deslizes ao longo do campeonato e recuperar do ponto de vista classificativo mas por outro lado, perdemos o factor surpresa que normalmente gozávamos contra as equipas mais fortes. Diria que neste formato, as mais fortes serão muito provavelmente as melhores classificadas ao passo que no modelo antigo isso nem sempre acontecia.”P (JT) – Quais são as candidatas se é que podemos assim chamar à subida de Divisão? Possuis elementos sobre as outras 8 selecções adversárias ressalvando naturalmente o caso específico da República Checa com quem nos cruzámos já este Verão por três vezes?R (ER) – “Não temos por esta altura nenhum dado específico sobre as adversárias que não seja o roster e as classificações em Europeus anteriores de Sub-18 e Sub-16 desta geração. As mais fortes deverão ser a República Checa, Bélgica e Roménia, mas o equilíbrio será talvez a nota mais dominante.”P (JT) – Como será a estratégia que pensas implementar para colmatar a lacuna biométrica existente no plantel luso? A geração 93/94 não é pródiga em jogadoras vocacionadas para jogar na área pintada, pelo que será preciso alguma imaginação e muita transpiração para conseguirmos minorar esse aspecto?R (ER) – “Primeiro tivemos de ir buscar algumas Sub-18 que em termos biométricos poderão dar uma ajuda mas procurando não afectar o trabalho daquela selecção. Depois, ir ainda mais longe na filosofia de jogo que já trazemos de alguns anos a esta parte, passando por buscar muito do nosso jogo às jogadoras exteriores. Paralelamente investir muito do nosso trabalho na componente defensiva de molde a esconder as nossas lacunas.”P (JT) – Em termos de preparação conseguiste fazer até agora 5 jogos com selecções fortes (França e Holanda, ambas da Divisão A além de mais 3 com a República Checa). Faltam ainda mais dois, estes já na Bulgária, contra a congénere anfitriã. É suficiente ou é apenas a preparação possível? Perspectivas para a selecção das quinas, é possível sonhar com a subida?R (ER) – “Nós realizamos 7 jogos até ao Europeu que são efectivamente um bom plano de preparação. Infelizmente os cortes orçamentais levaram a que tivéssemos de cancelar alguns estágios e com isso reduzir bastante o número de treinos. Até ao 1º jogo do Campeonato da Europa realizamos 34 treinos e nem sempre com todas as convocadas por causa dos exames e outras competições em curso. Não sendo por isso uma boa preparação, é a possível e é com isto que iremos a jogo com todas as aspirações intactas. Para quem já subiu de divisão, isto já não pode ser um sonho mas um objectivo, mesmo que no final tal se venha a constatar como impossível. Até lá, tudo é possível.”


Eugénio Rodrigues: «Temos vontade de subir»

Não perca nos detalhes desta notícia a entrevista com o selecionador.

Dentro das limitações orçamentais, a preparação programada, não sendo certamente a ideal, permitirá que a equipa se apresente a bom nível no Europeu?Creio que sim. É um facto que os cortes neste ano foram substanciais e tivemos inclusivamente de ajustar o planeamento já em plena preparação, o que é evidentemente negativo, mas não deixámos de ter uma programação digna e, sobretudo, de acreditar que do pouco faremos muito. É o “fado” deste país e nós não fugimos à regra.Acha que o facto de a grande maioria das atletas convocadas terem experiência da competição sénior, faz com que estejam mais preparadas para uma competição com este nível?Todas as atletas têm efetivamente experiência de competição sénior e se isso é algo de muito positivo, sobretudo se compararmos os dias de hoje à realidade da década anterior, porém, tal argumento acaba por se diluir e não ser uma vantagem pois defrontamos atletas que estão exatamente no mesmo plano ou até num plano superior, uma vez que competem em campeonatos mais competitivos e disputam nalguns casos até competições europeias. Ainda assim, é claro que é mais confortável ter no plantel das-Sub 20 apenas atletas “seniores”. Se assim não fosse, seria impossível competir com as seleções congéneres.Que opinião tem sobre o novo modelo competitivo deste Campeonato da Europa?Este novo modelo prende-se com o facto de termos menos equipas que o habitual no Campeonato Europeu pelo que jogarem todas contra todas, como se de uma fase regular de um campeonato nacional se tratasse, é a única solução possível. Naturalmente tem prós e contras. Ainda que este raciocínio seja um exercício meramente teórico, acho que, como contra, joga o facto de perdemos um pouco o fator surpresa que sempre tínhamos sobretudo no inicio dos Europeus ou na fase dos jogos cruzados a eliminar. A favor, creio que claramente permite ter um ou outro deslize sem que isso seja imediatamente impeditivo de se disputar os lugares cimeiros da classificação. Diria que a regularidade premeia normalmente os mais fortes e Portugal não é ainda consistentemente um país que se posiciona sempre entre os melhores. Mas veremos.Depois da frustração e tremenda injustiça que marcou a vossa participação na Divisão A o ano passado, como encara este regresso à Divisão B?Encaro com total normalidade e sobretudo de uma forma positiva e construtiva. O que lá vai lá vai e o“ontem” não nos faz vencer jogos. No staff e nas atletas que ficam do ano transato existe aquela pontinha de revolta que pode ser uma alavanca importante na ambição e nas ganas e procuraremos contagiar as restantes atletas com esse “aditivo”. A divisão B é atualmente uma divisão igualmente competitiva, onde teremos por certo jogos muito equilibrados e complicados pelo que não destoa em nada competir nesta divisão. Se dividirmos o basquetebol europeu em 3 níveis (nas seleções jovens), deixamos de estar no 3º para subir ao 2.º nível, aquele em que se flutua entre as melhores da Divisão B e as menos boas da Divisão A. Por isso não é nenhum drama.Sem querer entrar em comparações, este grupo tem a qualidade necessária para poder lutar pela subida?Esta geração (93-94) tem problemas de difícil resolução. É um grupo de talento inquestionável mas sem centímetros. Temos um handicap enorme no que toca a biometrias e vimo-nos da necessidade de recorrer a atletas sub-18 para tentar superá-lo. Por ora, é realmente muito difícil de aquilatar quais as nossas reais possibilidades, mas sim, o sonho comanda vida e o desejo de voltar a subir, esse está lá, intacto.Quais os principais candidatos à subida de Divisão?Desconhecendo que atletas irão apresentar as nossas congéneres, no plano meramente teórico creio que os favoritos serão a Rep. Checa e a Bélgica. Depois, creio que o equilíbrio será a nota dominante não havendo equipas “para deitar fora”. Ou seja, acredito num campeonato muito duro, renhido, onde todos os pequenos detalhes irão pesar.


Luta nas tabelas e agressividade defensiva foram determinantes

As comandadas de Eugénio Rodrigues entraram determinadas a controlar o jogo logo desde o apito inicial e chegaram a 1-5 com naturalidade. Todavia a Bulgária não baixou os braços, reagiu e terminou o 1º quarto na frente (13-7).No 2º período (8-15) uma série de turnovers cometidos pelas nossas representantes permitiu que as anfitriãs aumentassem a vantagem para 19-10, mas a partir daí Portugal passou a exercer uma pressão mais alta obrigando o adversário a cometer erros e assim consumou-se a reviravolta quando se atingiu o intervalo (21-22).O 3º quarto (14-15) foi muito equilibrado, com o seleccionado luso a jogar confiante no seu valor, a despeito de não contar ainda com Laura Ferreira, por opção da equipa técnica. Um triplo (35-39) a abrir os derradeiros 10 minutos foi a pedra de toque para que a selecção portuguesa acreditasse. Agressivas a defender e atacando o cesto com determinação, as jogadoras lusas obrigaram as suas opositoras a carregarem-se de faltas, motivando mesmo a exclusão de Radostina Dimitrova. Mesmo assim a Bulgária reagiu e encostou o resultado (45-46), mas com 1minuto e 50 segundos para jogar Portugal acelerou e cavou a diferença que lhe permitiu vencer com justiça. Resultado final: Bulgária 45-53 PortugalNas vencedoras a mais valiosa foi a extremo/poste Inês Pinto (13,0 de valorização) ao anotar 5 pontos, 2 ressaltos defensivos, 3 roubos e 5 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Jessica Almeida (13 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 3 faltas provocadas) e Inês Viana (6 pontos, 1/1 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 9 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres). Bons contributos também de Joana Canastra (7 pontos, 3/4 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 2 roubos) e Mafalda Guerreiro (9 pontos, 1/1 nos triplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 roubos).Na selecção da Bulgária destaque para a MVP da partida (19,0 de valorização), a poste Gabriela Kostova (9 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 5/7 nos lances livres). Foi bem secundada pela atiradora Iva Kostova (13 pontos, 3/8 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e 7 roubos) e por Radostina Dimitrova (4 pontos, 6 ressaltos defensivos e 3 roubos). A vitória lusa assentou basicamente no equilibrar das tabelas (31 ressaltos para cada lado), mas com a particularidade de voltarmos a ganhar mais ressaltos ofensivos (17) que defensivos (14), no maior número de roubos (16-28) e por temos cometido menos erros (35-29 turnovers). Também se registou uma ligeira melhoria na eficácia de lançamentos de campo (37%-33%). O elevado número de roubos (28) e os 17 ressaltos ofensivos deram-nos muito mais posses de bola, disso sendo reflexo os 58 lançamentos de campo que dispusemos, contra apenas 38 das búlgaras. Ficha de jogoHall Sports, em Albena Bulgária (45) – Borislava Hristova (4), Iva Kostova (13), Svetoslavova (2), Tutundgieva (4) e Gabriela Kostova (9); Radostina Dimitrova (4), Kalina Aksentyeva (6), Yana Kozumarova (1), Iva Georgieva, Zlatina Dimitrova (2) e Martina Nikolova Portugal (53) – Jessica Almeida (13), Inês Viana (6), Joana Jesus (9), Inês Pinto (5) e Nádia Fernandes; Joana Canastra (7), Mafalda Guerreiro (9), Jessica Costa (2), Raquel Jamanca e Joana Alves (2)Por períodos: 13-7, 8-15, 14-15, 10-17 Árbitros: Stanimir Rusev e Petar PetrovA equipa portuguesa tem agora mais dois dias para acertar as agulhas tendo em vista o primeiro adversário (Israel), em jogo marcado para 5ª feira às 15H00 locais (13H00 portuguesas).


Derrota com as anfitriãs (55-50) no 1º jogo de preparação

A chegada a Albena, onde se realiza o Europeu, verificou-se no sábado depois de uma viagem algo cansativa, que teve duas escalas (Munique e Sofia) antes de se aterrar em Varna. Daqui a Albena o percurso de 30 quilómetros foi feito de autocarro, tendo a comitiva lusa chegado ao hotel às 20H30 locais.

Ontem a equipa fez um treino de manhã e ao final da tarde teve lugar em Varna o primeiro dos 2 jogos de preparação agendados com a congénere búlgara. O resultado favorável à selecção anfitriã (55-50) acabou por não surpreender, com as nossas representantes a revelarem muita ansiedade logo no início da partida. Isso foi visível particularmente no carregar de faltas, com Joana Alves a ser penalizada com a 3ª falta decorria o minuto 6. Mesmo assim o quarto inicial (15-16) foi favorável às comandadas de Eugénio Rodrigues, com as anfitriãs a provocarem muitas faltas com direito a lançamento, marcando 10 dos 15 pontos de lance livre.No 2º período (13-4) o seleccionado luso denotou muitas dificuldades em acertar com o cesto, revelando pouca confiança nos lançamentos de curta e longa distância. O intervalo chegou com a Bulgária na frente (28-20).No 3º quarto (10-12) a equipa soltou-se mais começando a criar mais problemas ao adversário.Entrando no 4º período (17-18) a perder por 6 (38-32), naquele que foi o melhor período das lusas, com uma defesa HH, a selecção portuguesa teve a infelicidade de ter visto Laura Ferreira lesionar-se (sem gravidade) logo no início deste parcial, com Eugénio Rodrigues a optar por não voltar a utilizá-la, por precaução. Todavia a equipa reagiu bem a esta contrariedade e chegou mesmo a encostar o resultado (48-46). Destaque nas vencedoras para o trio constituído por Tutundgieva, MVP da partida (22,0 de valorização) ao contabilizar 9 pontos, 11 ressaltos e 6 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres, Iva Kostova (14 pontos, 2/5 nos triplos e 5 roubos) e Borislava Hristova (10 pontos).No seleccionado luso as mais valiosas foram Joana Jesus (15 pontos, 3/9 nos triplos e 5 roubos), Raquel Jamanca (9 pontos, 3/3 nos duplos e 1/1 nos triplos) e Laura Ferreira (7 pontos e 3/4 nos duplos). As bases Jessica Almeida e Inês Viana, respectivamente com 5 e 4 assistências, foram penalizadas na sua valorização pela fraca eficácia de lançamento.Ficha de jogoBulgária (55) – Borislava Hristova (10), Iva Kostova (14), Svetoslavova, Tutundgieva (9) e Gabriela Kostova (4); Kalina Aksentyeva (3), Martina Nikolova (3), Iva Georgieva (6), Zlatina Dimitrova (6), Radostina Dimitrova e Yana Kozumarova Portugal (50) – Jessica Almeida (4), Joana Jesus (15), Laura Ferreira (7), Inês Pinto (4) e Joana Alves; Inês Viana (4), Jessica Costa (2), Joana Canastra (3), Raquel Jamanca (9), Nádia Fernandes, Mafalda Guerreiro (2) e Leonor CruzPor períodos: 15-16, 13-4, 10-12, 17-18Árbitros: Stanimir Rusev e Peter PetrovAs duas selecções voltam a defrontar-se hoje, à mesma hora (18H15 locais), mais duas horas que em Portugal, mas desta feita em Albena.


Seleção Nacional de Seniores Masculinos

Nesta última sessão a Seleção disputou um jogo treino entre os atletas que têm estado às ordens da equipa técnica nacional com a bancada praticamente cheia em virtude de se realizar a seguir ao jogo o último treino da temporada do MiniGalitos.No final do jogo treino toda a comitiva da Seleção Nacional tirou uma foto coletiva nas bancadas com os jovens atletas do Galitos.Esta foi uma oportunidade única de conviver de perto com os melhores jogadores nacionais que estiveram disponíveis para dar autógrafos e tirar fotografias com os atletas Galináceos que ficaram maravilhados com tanta simpatia da nossa seleção.


Objetivos cumpridos em Ponte de Sor

Seis dias de trabalho intenso, marcados pelo calor tórrido que se fez sentir em Ponte de Sor, mas que não impediu que fossem ultrapassadas as etapas delineadas para este primeiro estágio. Uma palavra para a forma calorosa e inexcedível como as pessoas de Ponte de Sor receberam a Seleção Nacional, garantido que nada faltasse no apoio aos atletas.

Foram dez treinos e um jogo de preparação, sem que houvesse direito a qualquer descanso durante os seis dias de estágio. Um esforço compreendido por todos os atletas, já que o tempo de preparação escasseia e está longe de ser o desejável.Apesar de os atletas acusarem a paragem de competição, em parte motivada pela tempo dedicado ao estudo para os exames nacionais, o trabalho nunca parou, mostrando-se receptivos para desafiarem o cansaço acumulado.Para além das cargas físicas, foi muito o tempo dedicado aos princípios defensivos, bem como as questões táticas ofensivas. O lançamento foi outra preocupação, se bem que nunca seja suficiente o treino deste capitulo do jogo. Nada que retirasse a boa disposição ao grupo de trabalho, principalmente nas viagens de regresso ao hotel. Momentos igualmente importantes, pois o sucesso de uma equipa depende muito da solidariedade e união que exista entre os elementos que a compõem.O regresso ao trabalho é já esta segunda-feira, em Paços de Ferreira, para mais uma semana que terminará com dois jogos de preparação frente à Seleção da Áustria. Esta será a última fase de trabalho mais intenso, já que no dia 8, a seleção parte para a Sérvia para quatro jogos: Sérvia, Dinamarca (2) e Roménia. A nossa seleção espera fazer jogos competitivos e fundamentais para antecipar as dificuldades esperadas durante a competição na Macedónia.


Sub 20 Masculinos

À agressividade e às alternâncias defensivas da equipa estadunidense, a equipa portuguesa fez valer a sua maior maturidade e envergadura, revelando já um bom entrosamento em termos defensivos, bem como uma atitude competitiva de realçar, nunca dando folga ao seu adversário e ganhando em todos os parciais (26-13, 12-7, 22-10 e 29-15).O lançamento de 3 pontos (14,3%) e de lance livre (41,4%) constituíram os elementos que certamente merecerão uma reflexão mais aprofundada da equipa no restante período de preparação para o Campeonato da Europa (Div. B) do seu escalão.Pela equipa portuguesa jogaram:4 * Henrique Piedade – L2P 3/5 60%, L3P 0/0 0%, LL 0/2 0%, RO 2, RD 0, AS 0, FC 0, FS 2, TO 0, RB 1, DL 0 e PT 65 * Hugo Sotta – L2P 1/3 33%, L3P 0/0 0%, LL 0/2 0%, RO 3, RD 1, AS 1, FC 2, FS 0, TO 1, RB 1, DL 0 e PT 26 * Emanuel Sá– L2P 4/5 80%, L3P 1/5 20%, LL 0/0 0%, RO 5, RD 6, AS 0, FC 2, FS 0, TO 0, RB 0, DL 1 e PT 117 * Júlio Silva– L2P 2/3 60%, L3P 1/3 33%, LL 0/0 0%, RO 1, RD 0, AS 1, FC 3, FS 0, TO 0, RB 1, DL 0 e PT 78 * João Ribeiro– L2P 5/8 63%, L3P 0/2 0%, LL 0/0 0%, RO 2, RD 2, AS 1, FC 2, FS 1, TO 0, RB 1, DL 0 e PT 109 * Jonah Callenbach– L2P 2/2 100%, L3P 2/7 27%, LL 2/3 0%, RO 1, RD 1, AS 1, FC 1, FS 2, TO 1, RB 1, DL 1 e PT 1210 * Miguel Cardoso– L2P 2/2 100%, L3P 1/3 33%, LL 3/4 75%, RO 0, RD 4, AS 6, FC 1, FS 2, TO 0, RB 2, DL 0 e PT 1011 * João Gallina– L2P 0/0 0%, L3P 0/2 0%, LL 0/0 0%, RO 2, RD 0, AS 1, FC 2, FS 2, TO 0, RB 0, DL 0 e PT 012 * Diogo Ventura– L2P 3/4 75%, L3P 0/2 0%, LL 3/4 75%, RO 0, RD 1, AS 1, FC 3, FS 2, TO 1, RB 2, BL 0 e PT 913 * Bruno Cabanas– L2P 2/4 50%, L3P 0/0 0%, LL 3/8 38%, RO 5, RD 5, AS 2, FC 0, FS 4, TO 1, RB 0, BL 0 e PT 714 * João Grosso– L2P 3/3 100%, L3P 0/4 0%, LL 1/2 50%, RO 3, RD 2, AS 0, FC 1, FS 1, TO 1, RB 1, BL 1 e PT 715 * Artur Castela– L2P 8/11 73%, L3P 0/1 0%, LL 0/4 0%, RO 5, RD 5, AS 1, FC 3, FS 3, TO 0, RB 0, BL 0 e PT 1623 * Pedro Bastos– L2P 2/3 67%, L3P 0/0 0%, LL 0/2 0%, RO 0, RD 0, AS 2, FC 1, FS 1, TO 0, RB 2, BL 0 e PT 4No fim do jogo tiveram lugar algumas intervenções por parte de elementos do SIT para todos os que estavam no Pavilhão de Tondela, passando a mensagem que sustenta a sua instituição.A partir de amanhã e até Domingo, com o apoio do Hotel do Caramulo e da Câmara Municipal de Tondela e a colaboração da Associação de Basquetebol de Viseu, decorrerá em Tondela o Torneio Internacional Inter-seleções Sub20 que contará com a presença das seleções congéneres da Grã-Bretanha e da Hungriae que terá o seguinte programa: PORTUGAL – Grã Bretanha – 28/6/2013 (6ª feira) – 21,00h – Pavilhão de TondelaGrã Bretanha – Hungria – 29/6/2013 (Sábado) – 17,30h – Pavilhão de TondelaPORTUGAL – Hungria – 30/6/2013 (Domingo) – 17,30h – Pavilhão de Tondela


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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