Artigos da Federaçãooo
Portugal vence Polónia
O colectivo luso entrou bem no jogo e apesar de alguma ansiedade inicial que fez com a concretização fosse escassa, a atitude defensiva conseguia também parar a equipa adversária.O primeiro período foi sempre equilibrado, aproveitando a Portugal para se distanciar ligeiramente no final vencendo o período por 18×11.No segundo período o equilíbrio manteve-se, acabando as equipas por empatarem a 18 pontos, chegando-se ao intervalo com Portugal a vencer por 36 x 29.Na segunda parte o equilíbrio manteve-se mas sempre com ascendente da equipa Nacional que venceu o 3º e 4º período por 19 x 14 e 17 x 12 respectivamente, acabando por vencer o encontro.A equipa Portuguesa volta a jogar hoje 6ª feira ás 18h no Pavilhão do GRI Brandoense em Paços de Brandão e no Sábado ás 15h30 no Pavilhão Paulo Pinto em São João da Madeira.
Portugal cede ante Polónia
Selecção Nacional Sub-16 Masc. defrontou esta quinta-feira a selecção da Polónia no segundo de três jogos de preparação (63-67).
O inicio de jogo foi diferente do jogo do dia anterior com uma equipa polaca a privilegiar asrápidas transições o que perturbou os atletas lusos. Estes rapidamente deram a volta e apesarde estarem atrás por um ponto (15 x 16) no final do primeiro período, conseguiram chegar aointervalo a vencer por 28 x 27.Na segunda parte a partida começou com a Selecção Nacional a conseguir fugir ligeiramenteno marcador, ao que a equipa polaca reagiu, acabando por fechar o terceiro período na frente41 x 46. OS atletas portugueses tudo fizeram para inverter este resultado durante o quartoperíodo mas a Selecção da Polónia consegui controlar a vantagem e acabando por vencer ojogo por 63 x 67.Sábado joga-se o último dos três jogos de preparação às 15h30 no Pavilhão Paulo Pinto, em SJMadeira.
«Vencer metade dos jogos»
Portugal ficou integrado no Grupo C, juntamente com a Grã-Bretanha, República Checa, Finlândia, Luxemburgo e Noruega. Leia nos detalhes desta notícia o que pensa o treinador dos nossos adversários e quais são as expectativas de Portugal para esta competição.
Quais são as expectativas para este Campeonato da Europa? As nossas expectativas são realistas, vamos enfrentar uma competição muito dura, estando inseridos num grupo bastante forte. Temos como objectivos competitivos ficar nos 12 primeiros lugares da competição e vencer 50% dos jogos realizados. Na sua opinião, quais as principais debilidades que referenciarianeste grupo de trabalho? E os pontos fortes? As principais dificuldades deste grupo prendem-se com factores de ordem competitiva, pois a maioria dos seus adversários participa nos principais campeonatos dos seus países ou em ligas estrangeiras muito fortes, os nossos atletas não estão habituados a jogar em constante superação e pressão.Quanto aos pontos fortes deste grupo, realço dois aspectos determinantes;1º Forte predisposição para treinar e aprender.2º Todos percebem o seu papel dentro da equipa, procurando dar contributos positivos para o sucesso do grupo. Como decorreu o período de preparação? Estamos a três dias do início da competição e julgo que os principais objectivos do estágio foram plenamente atingidos, isto é, transformar um grupo de jogadores numa equipa o mais coesa e solidária possível com ambição de vencer e atingir os objectivos propostos. No entanto, as lesões que surgiram já aqui na Bósnia, nomeadamente do Miguel Cardoso e do João Torrié, vieram condicionar estes últimos dias de preparação destes jogadores. Esperamos que no dia 14 estejam prontos para ajudar a equipa. Por último gostaria de realçar as condições que a Federação nos proporcionou para a preparação deste Campeonato da Europa. E o que dizer do grupo que vos saiu em sorte? Não tivemos sorte com o sorteio, estamos num grupo de 6 equipas onde 3 são candidatas assumidas a subir para a divisão A. Nesta altura mais importante que o valor das equipas que vamos enfrentar é acreditarmos nas nossas capacidades, pensar um jogo de cada vez e focalizar as nossas energias todas no lema que procuramos incutir durante a preparação, ”quem joga em equipa tem sempre hipóteses de vencer”. Nestas idades as Selecções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no campeonato de sub-20? Trata-se de uma geração que não teve sucesso nos europeus anteriores, mas com uma enorme vontade de mostrar que tem capacidade e talento para atingir melhores resultados e todos acreditamos que isto será possível. Independentemente dos resultados que vierem a ser conseguidos, sendo esta uma selecção que serve de base de recrutamento da selecçãosénior, o grupo é composto por atletas que podem integrar a principalselecção, bem como as equipas da Liga? Independentemente dos resultados, tenho a certeza que todos os atletas quando terminarem esta experiência, terão uma visão muito mais clara do exigente caminho que é necessário percorrer para ser jogador profissional de Basquetebol. Para terminar, volto a dizer o mesmo do ano passado, qualquer destes 12 jovens têm capacidade e talento para jogaram nas nossas ligas principais de seniores e alguns destes, treinando e jogando com regularidade na nossa liga têm condições para poderem ajudar a nossa selecção principal.
Ensaio muito positivo
Considerando que este foi o primeiro jogo, e numa fase de grande volume de trabalho (que naturalmente cria fadiga), o desempenho da Selecção Nacional nesta partida foi muito bom. Tal como era expectável, a equipa esteve melhor na defesa que no ataque. Ao intervalo Portugal liderava o encontro por apenas 5 pontos (37-32) mas na segunda parte conseguiu compor as coisas, consentindo apenas 16 pontos à formação do Azerbeijão no cômputo dos dois períodos. Eis os jogadores que alinharam e marcaram: José Costa (8 pontos); Miguel Minhava (4); Fernando Sousa (11); Carlos Andrade (2); Jorge Coelho (4); Nuno Cortez (7); Elvis Évora (8); Miguel Miranda (4); João Santos (15); Tomás Barroso (11); José Silva (4) e Marco Gonçalves (7). Esta quinta-feira segue-se uma nova partida, desta feita contra a Albânia.
Colectivo luso espreita um lugar nas “meias”
Como já tínhamos prognosticado, Israel ao bater a Áustria por 68-52, classificou-se na 3ª posição do Grupo B, sendo assim a selecção que discutirá, amanhã, com a nossa congénere, a passagem às meias-finais, em partida cujo início está marcada para as 14H15 locais (13H15 portuguesas), em Ohrid (Macedónia).
Resultados da 5ª e última jornada da fase preliminar:Grupo ABulgária 52-100 SuéciaMacedónia 51-62 HungriaFolgou PortugalClassificação1º Suécia 4V-0D 8p.2º Portugal 3V-1D 7p.3º Hungria 2V-2D 6p.4º Bulgária 1V-3D 5p.5º Macedónia 0V-4D 4p.Grupo BIsrael 68-52 ÁustriaEstónia 60-73 BulgáriaGrécia 50-76 República ChecaClassificação1º República Checa 5V-0D 10p.2º Grécia 4V-1D 9p.3º Israel 3V-2D 8p.4º Bélgica 2V-3D 7p.5º Áustria 1V-4D 6p.6º Estónia 0V-5D 5p. Calendário dos quartos-de-final (15/7)14H15 Portugal-Israel16H30 Grécia-Hungria18H45 Suécia-Bélgica21H00 República Checa-BulgáriaCaso ultrapasse este adversário, Portugal irá defrontar o vencedor do República Checa-Bulgária, no sábado (16/7). Acreditamos que o colectivo de Eugénio Rodrigues tem soluções para sonhar em chegar ás meias-finais pelo 2º ano consecutivo. É fundamental manter a mesma atitude ganhadora, mas simultaneamente encarar este próximo compromisso com muita humildade. Nada de embandeirar em arco. Ficamos a torcer por mais uma vitória lusa. Força Portugal !
Colectivo luso com muita atitude e confiança
Agora é tempo de descansar (hoje é o dia de folga da nossa equipa e amanhã é o 2º dia de descanso para todos os participantes), recarregar baterias e lutar até ao limite na 6ª feira ante o 3º classificado do Grupo B, com Israel a ter em teoria mais probabilidades de ser o nosso adversário. Em aberto está a presença nas meias-finais do Europeu de Sub-20 femininos, Divisão B. Portugal entrou melhor na partida e Maria João Andrade a mostrar que também tem bom tiro exterior, pois a meio do 1º período as nossas representantes lideravam (6-10), com 1 duplo e 2 triplos (8 pontos) da extremo/poste do Olivais. A Hungria passa para a frente pela 1ª vez aos 11-10 (minuto 7), aumentando depois para 13-10, o que obrigou Eugénio Rodrigues a parar o cronómetro, com 2,47 minutos para jogar. A viragem aconteceu muito por culpa da poste Bernardett Balla (1,88m) que dominava as duas tabelas, sendo a marcadora de serviço das magiares. No final do 1º quarto a vantagem era húngara (15-12).Não dando liberdade à pedra mais influente das adversárias (a extremo Réka Bálint, que tinha uma média de 19 pontos nos jogos anteriores), a agressividade defensiva das lusas foi criando cada vez mais dificuldades às húngaras, que diga-se de passagem acusaram a ausência de Judit Mányoky, temível triplista, que se lesionara num treino. Depois de uma toada de parada e resposta, com as diferenças a oscilarem entre 1 e 4 pontos (apenas duas vezes, aos 24-20 no minuto 15 e aos 28-24 à entrada do minuto 18), com Daniela Domingues a aparecer como marcadora. Maria João Andrade empatou (31-31) com 1,14 minutos para jogar e depois de Michelle Brandão ter acertado o seu único triplo da noite (31-34) foi de novo Maria João Andrade que em cima do intervalo (a 1 segundo) não tremeu da linha de lance livre, elevando para 14 pontos a sua conta pessoal quando soou a buzina para o descanso (31-36).No 3º período (15-14) o seleccionado luso jogando com muita concentração aumentou a vantagem primeiro para 7 pontos (31-38 e 33-40), depois para 9 (36-45), no minuto 24 com a 1ª bomba de Daniela Domingues a cair e ainda para 38-48 (10 pontos, a maior diferença), com a extremo da AD Vagos a ser a autora de uma jogada de 2+1, no minuto 25. Correndo atrás do prejuízo, a Hungria reduziu para 44-48 mas o final do 3º quarto surgiu ainda com as portuguesas na liderança (46-50).O último período foi muito equilibrado (17-17), mas Portugal voltou a não permitir que as magiares dessem a volta ao jogo. O melhor que a Hungria conseguiu foi encurtar para a diferença mínima (51-52), por intermédio de Bálint primeiro a acertar o seu único triplo (49-52) e depois um duplo (51-52), no minuto 33. Mas Daniela Domingues muito serena respondeu num ataque rápido convertendo o seu 2º triplo, fechando a sua conta pessoal (16 pontos e 2ª marcadora da equipa), ainda no mesmo minuto.Pouco depois (minuto 34) o seleccionador nacional fez reentrar Michelle Brandão (no banco com 4 faltas desde o final do 3º período), tendo a base do Olivais revelado a sua influência na ponta final da partida ao marcar os últimos 5 pontos da selecção portuguesa (60-63 de lance livre, 61-65 com um duplo, 61-66 e 63-67, ambos da linha de lance livre), sendo os 4 últimos nos derradeiros 36 segundos.Destaque na selecção de Portugal para o desempenho de Daniela Domingues que discutiu a atribuição de MVP do encontro. Terminou com 16 pontos, 2/3 nos triplos, 6 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências,1 roubo e 4 faltas provocadas, com 6/7 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Luiana Livulo (13 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e Maria João Andrade, a melhor marcadora da partida (17 pontos, 2/2 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres). Michelle Brandão (13 pontos, 4 assistências, 2 ressaltos defensivos e 4 faltas provocadas, com 4/8 nos lances livres) acabou por ser decisiva na manutenção da vantagem, fazendo valer a sua experiência e leitura de jogo, no que foi seguida por Inês Faustino, também com 4 assistências, que a substituiu enquanto a primeira esteve no banco. Na congénere da Hungria esteve a MVP do jogo, a poste Bernardett Balla (14 pontos e 8 ressaltos sendo metade ofensivos), bem secundada por Anna Kováts (10 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos e uma assistência). Réka Bálint (11 pontos, 5 ressaltos defensivos,1 triplo e duas assistências) esteve pouco eficaz nos lançamentos de 2 pontos (36%), falhando 7 das 11 tentativas, quando até hoje detinha uma percentagem de 65% nesse indicador. Melhor nesse particular esteve Krisztina Velkey (12 pontos e 5/8 nos duplos). Em termos globais Portugal apresentou maior eficácia no tiro exterior (33%-60%), com 6 triplos em 10 tentados contra apenas 2 em 6 tentativas, compensando deste modo o maior acerto da Hungria nos duplos (46%-40%), o que se traduziu num evidente equilíbrio nos lançamentos de campo (44,2%-44,0%). As nossas representantes foram também mais colectivas (8-13 assistências), enquanto as magiares roubaram mais bolas (7-4 roubos) e cometeram menos erros (14-15 turnovers). A Hungria ganhou a luta das tabelas (34-29 ressaltos), tanto na tabela defensiva (24-22 ressaltos), como na ofensiva (10-7 ressaltos), mas Portugal provocou mais faltas (22-24), usufruindo de 27 lances livres (falhou 10) enquanto as húngaras foram bem mais certeiras (83%), ao falhar apenas 3 das 18 tentativas.Ficha do jogoHungria (63) – Bettina Baksa (7), Flóra Szabó (1), Réka Bálint (11), Krisztina Velkey (12) e Bernardett Balla (14); Anna Kováts (10), Alma Németh (4), Anna Mansaré (4) e Bettina Szabó Portugal (67) – Michelle Brandão (13), Maria João Correia (8), Daniela Domingues (16), Maria João Andrade (17) e Luiana Livulo (13); Filipa Bernardeco, Telma Fernandes, Inês Faustino, Carsidália Silva e Sara OliveiraPor períodos: 15-12, 16-24,15-14, 17-17 Árbitros: Marc Hesters (Bélgica), Daniel Romano (Israel) e Timo Suslov (Estónia) Outros resultados da 4ª jornada:Grupo ASuécia 87-47 MacedóniaSuécia é virtual vencedora do grupo (3V), enquanto Portugal garantiu o 2º lugar (3V-1D).Grupo BRepública Checa 73-44 BélgicaÁustria 68-54 EstóniaGrécia 60-48 IsraelRepública Checa e Grécia ainda não perderam (4 vitórias cada), discutindo a 1ª posição na 5ª e última ronda da fase preliminar, amanhã. Israel (em 3º, com 2V-2D) defronta as austríacas (1V-3 D) no jogo que definirá o adversário de Portugal nos quartos-de-final.
Selecção já treina na Turquia
A equipa encontra-se em Istambul, onde vai realizar alguns encontros particulares no âmbito da preparação com vista à fase adicional de apuramento para o Eurobasket, a realizar no próximo mês.
Mesmo não estando em Portugal a Selecção continua a trabalhar com grande intensidade e entusiasmo. Esta terça-feira Mário Palma e a sua equipa técnica conduziram dois treinos, de duas horas cada, essencialmente dedicados ao trabalho táctico, ofensivo e defensivo, em meio-campo.O primeiro dos encontros particulares que a Selecção Nacional vai realizar em Istambul acontece já esta quarta-feira, diante do Azerbeijão, quando forem 18 horas em Portugal Continental. Trata-se de um adversário que venceu (em 2010) a Roménia e a Bielorrússia nos jogos do Grupo B do Europeu, o que indica ser uma equipa de razoável nível. A Selecção Nacional encontrou boas condições na Turquia, desde o alojamento, comida e organização. As condições de trabalho disponíveis continuam a ser as melhores.
Suécia provou que é nitidamente de outro nível
A Suécia provou que é nitidamente de outro nível, vencendo por números que não deixam dúvidas (67-50).
Razão tinha o seleccionador Eugénio Rodrigues quando na antevisão da competição considerava a Suécia como a mais forte do Grupo A, na medida em que esta geração tinha sido medalha de bronze (3º lugar) do Europeu de Sub-18 Femininos, Divisão A, em 2009. Também apontava a Hungria como adversário complicado, porque nesse mesmo ano, a selecção magiar havia subido à Divisão A, ao arrebatar a medalha de ouro (1º lugar) no Europeu de Sub-18 Femininos, Divisão B, em Eilat (Israel), onde Portugal se classificou numa honrosa 5ª posição.Foi o poder físico das suecas que ditou o desfecho do encontro. Entrando com um cinco onde apenas a base/extremo Salome Kabengano (1,77m) estava abaixo da fasquia do 1,80m, incluindo 4 jogadoras de origem africana, a Suécia cedo demonstrou a enorme capacidade física das suas titulares, traduzida no final da partida na diferença existente nas tabelas (28-54 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (4-22 ressaltos). No final do 1º período já a vantagem era das suecas (12-19). Mas no início do 2º quarto (11-23) as nossas representantes reagiram, tendo chegado a 16-19 quando a poste Luiana Livulo, converteu um duplo após assistência de Maria João Correia, à entrada do minuto 12. Contudo foi sol de pouca dura, porque num ápice, ou seja em 3 minutos, sofremos um parcial de 0-8, obrigando Eugénio Rodrigues a parar o cronómetro, com 6,01 minutos para jogar (16-27). O desconto de tempo surtiu efeito apenas momentâneo quando a capitã Michelle Brandão reduziu para 18-27 (minuto 15), a que se seguiu mais um período de paragem em que as nossas opositoras nos brindaram com novo parcial, este de 0-10, em cerca de 3 minutos e meio, aumentando o prejuízo das cores lusas para 19 pontos (18-37). Regressando do descanso a perder por 23-42, Portugal reentrou mal na partida porque esteve quase 5 minutos sem acertar com o cesto, com o resultado a subir para 23-50 (a maior diferença, 27 pontos), no minuto 25. Ainda que desgastadas fisicamente na luta contínua contra adversárias mais altas e mais fortes, as jogadoras lusas não baixaram os braços, respondendo com um parcial de 10-0, em que o prejuízo passou para 17 pontos (33-50, no minuto 27). Até final do 3º período (14-15) a Suécia conseguiu recolocar a vantagem na casa da vintena (37-57), não modificando a sua estratégia de carregar no ressalto ofensivo, onde invariavelmente impunham o seu maior poder físico, conseguindo faltas sobre faltas e sucessivos segundos lançamentos.No último quarto (13-10) Portugal tentou o tudo por tudo mas as sucessivas exclusões por terem atingido as 5 faltas, de Luiana Livulo (aos 40-57), Michelle Brandão (42-60), Maria João Correia (44-62) e por último de Telma Fernandes (48-65), entre os minutos 33 e 38, impossibilitaram que o seleccionado luso conseguisse baixar de modo significativo a diferença que acabou por se situar nos 17 pontos (50-67).«A Suécia era a equipa favorita, uma das melhores aqui presentes, mas sabíamos que era possível vencer num dia em que estivéssemos bem.», começou por comentar Eugénio Rodrigues, no final do encontro. Mais adiante:«As suecas foram mais fortes, sem dúvida, pois constituem uma equipa muito alta e forte. Não querendo arranjar desculpas, mas também penso que, por vezes, o critério da equipa de arbitragem fez com que a diferença se fosse acentuando.». «Foi mais um jogo, estivemos bem e o Campeonato continua. Vamos descansar amanhã e preparar-nos para os próximos embates. Têm que contar connosco.», finalizou o seleccionador nacional.Nas vencedoras destaque para o quarteto “africano” formado por Farhiya Abdi (1,88m), MVP da partida, (17 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/5 nos lances livres), Salome Kabengano (12 pontos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências e 7 faltas provocadas, com 7/10 da linha de lance livre), Binta Drammeh (9 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 5 faltas provocadas, com 5/5 nos lances livres) e C. Forsman-Goga (14 pontos, 7 ressaltos sendo 5 ofensivos e 7 faltas provocadas, com 6/8 nos lances livres). Este quarteto provocou 23 das 27 faltas provocadas pela equipa e foi também responsável por 32 ressaltos, mais que o total conseguido por Portugal. Na selecção portuguesa a mais valiosa foi a extremo Daniela Domingues (14 pontos, 2/2 nos triplos, 6 ressaltos defensivos, 1 roubo e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada por Filipa Bernardeco (4 pontos, 2/2 nos duplos,1 ressalto defensivo, duas assistências e 3 roubos), Inês Faustino (8 pontos, 3 ressaltos e duas assistências) e Luiana Livulo (5 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo e 2 desarmes de lançamento). Discretas estiveram Michelle Brandão e Maria João Correia, ambas com fraca eficácia nos lançamentos de campo. Em termos globais a superioridade da Suécia foi avassaladora na luta das tabelas, como já referimos, a par do elevado número de faltas provocadas (12-27), mais que o dobro das portuguesas, conseguindo assim um número significativo de idas à linha de lance livre, em que com 22 lançamentos convertidos em 36 tentativas, fizeram a diferença pontual registada no final. No mesmo indicador, Portugal só beneficiou de 7 tentativas (marcou 6). Por seu turno de nada valeu às nossas representantes terem apresentado maior eficácia nos lançamentos de campo (36%-35%), alicerçada no maior acerto dos duplos (38%-34%), já que nos tiros do perímetro (25%-36%) a supremacia foi das nórdicas, com 5 triplos convertidos contra apenas 2 das nossas. No restante foi tudo muito equilibrado: assistências (6 para cada lado) e roubos (ambos com 5). A circunstância de termos feito menos erros (8-15 turnovers) também não nos ajudou a resolver o problema de travar as “locomotivas” suecas. Ficha do jogoPortugal (50) – Michelle Brandão (8), Maria João Correia (2), Daniela Domingues (14), Maria João Andrade (7) e Luiana Livulo (5); Inês Faustino (8), Filipa Bernardeco (4), Telma Fernandes (2), Ana Antunes, Carsidália Silva e Joana CruzSuécia (67) – Cleopatra Forsman-Goga (14), Salome Kabengano (12), Binta Drammeh (9), Frida Fogdemark (3) e Farhiya Abdi (17); Jennifer Kücükkaya (2), Julia Tornberg (3), Tanya Massemba (1), Sandra Hasahya (3), Haiett Neffati (3), Julia Vestin e Ida Aasa Por períodos: 12-19, 11-23, 14-15, 13-10Árbitros: Ivo Dolinek (República Checa), Tomislav Hordov (Croácia) e Aleksander Pavlov (Macedónia) Amanhã é o primeiro dia de descanso. Portugal ainda lidera o Grupo A com duas vitórias e uma derrota (5 pontos), mas tem mais um jogo que a Suécia (duas vitórias, 4 pontos). Depois de amanhã Portugal defronta a Hungria (21H00) e na 4ª feira é a folga para as portuguesas (5ª jornada da fase preliminar), antes do 2º dia de descanso da competição (5ª feira, dia 14). A fase decisiva principia na 6ª feira (dia 15), com o campeonato a terminar no próximo domingo (17).
Vitória diante da Holanda
Num jogo disputado a um elevado ritmo, os jogadores nacionais foram agressivos do princípio ao fim, não permitindo grandes veleidades à equipa adversária, à excepção do primeiro período, parcial que perderam (15-17).
Melhorando a sua postura defensiva no segundo período, a equipa nacional rapidamente passou para a frente do marcador, construindo uma vantagem confortável (9 pontos a meio deste parcial), mas alguma desatenção e consequentes “turnovers” nos últimos minutos, levaram a equipa portuguesa para o descanso a vencer por apenas 3 pontos (30-27).O terceiro período voltou a ser muito equilibrado. A um bom parcial inicial dos jogadores portugueses, responderam os holandeses com um não menos bom. 42-38 era o resultado no final deste parcial.No último quarto, e apesar de alguns erros de parte a parte (aos quais não foi alheio o cansaço provocado sobretudo pelo enorme calor que se fazia sentir no pavilhão KSC Ilidza), os jogadores nacionais foram mais fortes, sobretudo defensivamente, permitindo que os seus opositores apenas marcassem 5 pontos neste parcial, contra os 10 por si conseguidos.A Selecção Nacional goza amanhã uma merecida folga, voltando ao “trabalho” na Terça-feira, com uma dupla sessão de treino (9h00 e 17h00).
Recta final para o Europeu
No seguimento dos estágios anteriores, em Portugal e na Bélgica, os jovens portugueses encontram-se desta feita na Sérvia, um dos países referência do basquetebol europeu, na cidade de Novi Sad, onde realizarão quatro treinos e três jogos a fim de chegarem na máxima força ao campeonato da Europa, onde defrontarão na fase de grupos as selecções da Bélgica, Dinamarca, Estónia e InglaterraNo primeiro jogo de preparação a equipa das quinas defrontou a equipa KK Kadet, que disputa o campeonato nacional de juniores, levando-os de vencida pelo parcial de 68-61. Num jogo bem disputado, a eficácia dos lançamentos exteriores da equipa sérvia foi um constante problema para a defesa portuguesa. A equipa portuguesa realizou mais um treino no período da manhã, jogando esta quinta à tarde contra uma equipa composta por jogadores seniores à procura de colocação em clubes da I Divisão do campeonato sérvio.Por Portugal alinharam: Diogo Ventura (13 pts, 4 roubos de bola); Filipe Elias (8 pts e 11 ressaltos); Gallina (6 pts e 2 ressaltos); Miranda; Grosso (7 pts); Ribeiro (9 pts e 2 assistências); Callenbach (3 pts e 2 assistências); Pedro Costa (6 pts); Castela (8 pts e 4 ressaltos); Cabanas (4 pts e 2 ressaltos); André Miguens; Álvaro (2 pts).
Miranda: «Dedicação e empenho»
Miguel Miranda, um dos capitães da equipa, conta-nos que o ambiente no grupo liderado por Mário Palma não podia ser melhor e que entre os jogadores e técnicos reina a confiança no apuramento.
Como está a decorrer o trabalho de preparação para a fase adicional de qualificação para o Campeonato da Europa? Está a correr muito bem. Foram duas semanas de muito trabalho, em que tentámos assimilar ao máximo os novos métodos de trabalho e sistemas de jogo da nova equipa técnica. Têm tido alguns contratempos nesta fase preparatória. Como tem reagido o grupo às adversidades que vão surgindo ao longo deste percurso?São sempre situações a lamentar e infelizes para todos. Este é um grupo experiente, que infelizmente já passou por situações idênticas no passado, continua a trabalhar para alcançar o objectivo de estar presente na Lituânia. Tem sido presença assídua nas últimas convocatórias da Selecção Nacional. Encontra diferenças significativas nos métodos de trabalho dos dois últimos seleccionadores?Existem diferenças, como é de esperar, cada um tem a sua filosofia e método de trabalho muito próprios. Mas volto a dizer, o grupo é experiente e facilmente se adapta a novas ideias. A escolha para ser um dos capitães da Selecção traz-lhe responsabilidades acrescidas dentro do grupo de trabalho? Traz, mas neste grupo de jogadores é fácil ser um dos capitães. Quer dentro quer fora do campo não se pode apontar nada a estes jogadores. Continua a acreditar que este grupo tem capacidade para estar presente no próximo Europeu? Claro que sim. Só pensando dessa maneira vale a pena cá estar. É um objectivo que merece toda a nossa dedicação e empenho. Alguma mensagem de incentivo que gostasse de deixar? “Aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes”, penso que nesta altura é um bom incentivo para todos.
Cumprida a 2ª semana do estágio
Realizaram-se 8 treinos, com um volume total de 20 horas e 2 jogos contra mistos de jogadores juniores e seniores da AD Sanjoanense e do Esgueira.
Importa referir o elevado espírito de camaradagem existente entre todos os jogadores, bem como o empenhamento e a paixão que todos colocaram diariamente no trabalho realizado. Da concocatória inicial de 14 jogadores, foi excluído no final do treino 22 o André Figueiredo, a quem desejamos as maiores felicidades. A próxima semana, de 11 a 16 de Julho terá um valor especial, já que nos dias 14, 15 e 16, Portugal realizará 3 jogos com a sua congénere da Polónia- 14 ( 5ª feira ) / 21.00 horas – pav. P Pinto / S. João Madeira – 15 ( 6ª feira ) / 18.00 horas – pav. GRIB, / Paços de Brandão- 16 ( sábado ) / 15.30 horas – pav. P.Pinto / S.João Madeira
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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